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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
DISSE QUE FAZ
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
CONTOS DO NOEL - CICLOS
HO HO HO
PREFÁCIO
Pode não ser de forma apocalíptica como a imagem acima poderia sugerir, mas o fim chegou. Sim, damas e confrades que me lêem. Para a tristeza de alguns e alegria de outros, os Contos chegaram à sua derradeira edição.
Fazendo um (não tão) breve resumo, foram 51 histórias (incluindo esta) ocorridas ao longo de 2022 onde narrei experiências com algumas dezenas de mulheres, sendo que nem todas estão mais entre as fileiras de beldades do Arena.
Caso alguém chegado à uma estatística resolva listar os relatos, vai notar que há uma discrepância no número informado, mas os motivos para tal são alheios à minha vontade.
Também não estão contabilizados cerca de 10 TDs deliberadamente arquivados. Aproveito e já deixo aqui meu pedido de desculpas ao confrade Eddie Adams por me juntar à terrível e abjeta corja de sonegadores, tão abominada por ele. Em minha defesa, esclareço que foi necessário usar este artifício por conta de frustrações e decepções, que incluem até ofensas pessoais.
Além disso, fui sendo deixado de lado por pessoas que achei que eram próximas, mas hoje sei que sempre me mantiveram à distância.
Tudo isso me fez abandonar a famosa alcunha de "Bom Velhinho". Porém, seria injusto da minha parte submeter tal mudança às pessoas que sempre se mostraram merecedoras da minha bondade.
E essas pessoas incluem, entre as meninas, duas rainhas: uma do reino impossível (que me disse que "o problema está nos outros que não sabem aproveitar nosso lado legal") e outra do submundo obscuro (cujo amor nunca conseguirei retribuir na mesma medida). Completando o trio, uma rocha colossal em forma de mulher (além de musa inspiradora).
Entre os confrades, tenho que citar: o jovem com metade da minha idade e o dobro de sabedoria; o amarelinho que não é o bar, mas é quase; aquele que é conhecido por narrar o próprio inferno; a pequena amizade que se tornou gigante; um sobrinho de consideração; o confrade de alumínio, que além de amigo, é fã, incentivador e confidente; o camarada que é a mistura de bandeirante com ninja; e óbvio, meu amor libertino, o Wolf. Os outros nomes (delas e deles)? Vocês que queimem a mufa pra tentar descobrir quem são ...
PREDIFÍCIO
Acredito que todos já se depararam com a frase "Tenho duas notícias, uma boa e uma ruim: qual você quer primeiro?". É quase unânime que as pessoas escolhem a ruim primeiro e a boa depois, como um processo de "morde e assopra" consigo mesmo. Assim sendo, seguirei esse modelo para seguir a narrativa.
Faltavam poucos dias para o feriado mais desejado e aguardado por este que vos escreve. Lógico e evidente que eu queria algo marcante para comemorar essa data. Pensei, repensei, fiz cálculos e planos para enfim chegar à uma decisão. Ou melhor, a decisão chegou até mim porque caiu no meu colo, para ser honesto.
Empolgado com a possibilidade, estava em processo de finalização, mas bateu na trave e ficou para o dia seguinte, antevéspera do Natal.
"Melhor ainda", pensei eu. Teria mais tempo para me preparar, além de providenciar presentes especiais para celebrar a última aventura do ano.
Só que a vida ... Ah, essa danada ... ela é uma caixinha de surpresas. Depois de tanto me rondar, o Grinch entrou em ação roubando meu presente por entre meus dedos. Resultado: o Papai Noel teve uma noite infeliz.
Corta para o dia 25, Natal. Um grupo de amigos combina o tradicional chopp de fim de ano para comemorar o aniversário de um deles no dia 26. O local escolhido dessa vez foi o Amarelinho, na Cinelândia. Como era uma segunda-feira todos iriam direto do trabalho, logo sem suas respectivas esposas. A porta da oportunidade se abriu na minha frente.
Manhã do dia seguinte mando mensagem pra Anna, que me responde quase que imediatamente, e acertamos um horário para o fim da tarde. Mais tarde ela perguntou se poderia ser meia hora depois e concordei.
"Mas antes que eu me esqueça, antes que eu me esqueça
Antes que tudo se acabe
Eu preciso, eu preciso dizer a verdade"
(Impossível, Biquíni Cavadão)
A verdade, senhoras e senhores, é que Anna poderia muito bem ter sido aquela que inspirou Bruno Gouveia a compor os versos da música acima, especialmente onde ele diz que "É impossível esquecer você". E não precisa ter provado de seus beijos adocicados, tampouco ter sentido o calor de seu corpo divinamente esculpido pra concordar comigo. Quem a viu no 3° Encontro do Arena, irretocável, no modelito mais matador da noite sabe o que quero dizer. Uma visão pra eternizar na memória.
E é somente na memória, como uma Matrix afetiva, onde todos aqueles que tiveram o privilégio de desfrutar de ótimos momentos ao seu lado manterão a personagem Anna Trinity viva.
Ironia do destino ou não, meu ciclo se fechou com a dama que, dentro de pouco mais de um mês da data de publicação desse relato, encerrará suas atividades, dando fim a um ciclo que foi breve, mas meteórico em todos os sentidos possíveis. Um alinhamento quase perfeito.
Porque perfeito mesmo foi o nosso encontro. Para os que gostam de detalhes, foi praticamente uma reedição do meu TD anterior, contudo não sei precisar em que ordem as coisas aconteceram. A partir do momento em que nossas línguas estabeleceram a primeira conexão, fomos transportados para além do espaço e do tempo. Na minha frente, nada mais existia além dos seus olhos apaixonantes, sua voz sedutora, sua pele acalentadora e suas curvas deliciosas.
Depois de voltarmos à realidade, fui ao encontro dos meus amigos. Não fiz qualquer alusão ao que tinha feito antes de chegar ali, mas todos me olhavam como se soubessem cada detalhe sórdido.
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Anna, se estiver lendo isso, saiba que naquele dia, eu estava tomado por uma ira absurda, mas você substituiu por uma alegria transbordante.
Caso não consiga te reencontrar deixo aqui minha gratidão eterna pelo que fez.
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Agora, só me resta repousar em minha poltrona vermelha, afinal o inverno está chegando ...
The End
