|
22 de Março de 2023 às 07:03
ÍNDIA PITANGA - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=20040#gsc.tab=0
E VOLTA O CÃO ARREPENDIDO.
Depois de ficar me cobrando mais do que o velho pançudo me cobra os aluguéis atrasados, resolvi retornar à aldeia da Índia com força de vontade pra fazer diferente. Mais uma vez a marcação foi rápida e sem dificuldades. Ou a beldade precisa ser desbravada por mais confrades e aparecer um pouco mais nos sites, ou a rapaziada está realmente dura de grana por conta dos energúmenos. Digo, digo, energéticos. Enfim, só sei que tinha quase a tarde toda de agenda disponível. Vocês precisam brincar em outros pátios também, futuros da nação.
"Ah, falando isso logo quem é novo de Arena e tá postando o segundo TD com a mesma senhorita..."
Só tenho uma coisa a vos dizer:
"Parem de me atazanar, parem de me atazanar!"
Orelhas fartas, osso ruído e pau entre as patas.
Almoço reforçado, banho tomado e escolho quase o mesmo traje da primeira vez. Uma mudança na camisa, a manutenção da cueca vermelha que não voltei a usar desde o nocaute anterior, loção francesa cheirando gostoso, sapatênis e a calça jeans querendo cair pelos joelhos, fazendo parecer que estou usando as vestes de um defunto que era maior. Estranho que venho perdendo peso paulatinamente, confrades. Se fosse por excesso de sexo, estaria satisfeito. Única coisa boa dessa história é que o madruguinha deu uma leve crescida. Conexão trem/metrô realizada, sol a pino na cabeça e aquela sensação de quase liberdade no pequeno trajeto até o prédio na Senador. Não sei vocês, mas comigo sempre rola uma neurose de ser descoberto por alguém conhecido nos prédios ou próximo a eles. E nesse dia precisei esperar uns 10 minutos pra subir porque a gata disse que estava almoçando. Só não perguntei o que ou quem, mas tudo bem. Sinal verde e sorte para pegar o elevador certo do 117. Ela me passa o número do AP, toco a campainha e a Índia surge ainda mais linda do que na primeira vez.
"De novo você aqui. Sinal que gostou... - ela disse. Deu-me um abraço, ofereceu água e mandou ficar a vontade. Sorri, trocamos algumas palavras, elogiou o visual de barba feita e cabelo cortado, até que peço a toalha para banhar. Dessa vez a pica tava numa escala 6/10 de ereção. Ainda continuava sentindo tesão só de olhá-la, mas o fato de já ter coacheado com ela antes, me ajudava dessa vez. O AP é parecido com o do atendimento anterior, aliás, tem uma porta onde é possível passar de um para o outro. Inclusive tem amiguinha pronta pra fazer alguém feliz nele. O quarto dessa vez é maior, banheiro melhor e ar condicionado funcionando igualmente bem. A mesma meia luz e a cama é similar. Pitanga dessa vez veste lingerie preta na qual tira a parte de cima assim que volto do banho. Conversamos lembrando um pouco da última vez, ela fala um pouco do evento do Arena e eu digo a ela que tenho novidades. Conto que passei na venda da esquina e peguei uma camisinha com poderes especiais. Ela diz que tudo bem, que podemos ir com calma e eu respondo dizendo que quem precisa ir com calma é a buceta mordedora dela. Rimos um pouco e começamos o namoro. Finalmente a parte mais importante do relato, quando enfim apresento a pistola à donzela.
Índia é uma acompanhante carinhosa. Pra quem gosta de programas com beijos e carícias, super recomendo. Hálito mais uma vez impecável. Nenhum gosto de cigarro ou bebida, balinha na boca e pele cheirosa. Ficamos ali aos beijos, chupo seus seios, aliso as pernas e dou apertos gostosos na bunda dela que diz curtir minha vibe. Respondo que é claro, que não dou muito trabalho e tinha sido presa fácil da última vez. Ela ri e pega nas minhas mãos dizendo que são muito lisas e que tava deixando ela toda molinha. "Parece até mão de quem nunca trabalhou, né!? - pergunto e a safada confirma rindo. Depois disso ela vira a bunda e sugerindo, diz: "Vamos ver se fica legal você me comendo de ladinho?". "Vamos!" respondo e vou buscar a Prudence com retardante. A gostosa pega a embalagem lê um pouco e fala que eu vou acabar broxando colocando aquilo ali. Como se fosse possível broxar com uma mulher dessas na minha frente, retruco e ganho uma risada e mais beijos.

Madruguinha disposto, devidamente envelopado e aqueles dois minutos do relógio da central correndo pra ver se algo mudava. Piroca se mantém estática, e como "Time is Money" fomos experimentar a transa na posição de ladinho. Encaixe confortável, sem maiores dificuldades e o recorde dentro dela que era de sei lá, 15 segundos kkkk??, é batido com muita tranquilidade. Ficamos um tempo ali Fodinha no talento e vuco vuco com velocidade de motorista educado dirigindo em área escolar. Eu sentia que ainda existia a possibilidade de escorregar na nasca de bacana e explodir dentro daquele vulcão rápido. Não vi diferença alguma entre o papel filme comum e o com retardante, então decidi sair de dentro dela e ganhar refrigério chupando sua chavasca. Trabalho com a boca e mexo com carinho na região que concentra os piercings da morena. Depois de brincar um pouco ali, peço permissão pra linguar o cuzinho , mas recebo um alerta: "Se chupar meu cu, vai ter que ficar nele até o fim sem poder voltar pra buceta". Pergunto o motivo e ela diz que poderia alterar o PH da xaninha e que teria que ser assim. Um pouco injuriado continuei degustando o sanduíche de presunto de outrora, até que voltei e subi para beija-la. Antes perguntei até se podia, devido a resposta que tivera obtido na questão anterior. Pitanga disse que sim, que não tinha problema. Que um possível problema ocorreria só se eu fizesse o que queria fazer nas regiões lá embaixo. Beijo sua boca, mordo a orelha e dou beijos na região do pescoço com a gata fechando os olhos de prazer. A parada vai ficando quente e passamos para o ppmm. Alguns minutos de sexo, pica entra e pica sai dentro dela, pica entra e pica sai fora dela até que diminuímos o ritmo, sinto a sua respiração, volto a beijá-la e com o madruguinha ainda dentro, ouço a gemer para em seguida explodir em prazer dentro dela. Camisinha cheia como os baldes de água da vila no episódio do encanador. Desconfio que ela acreditava que Madruguinha iria se lavar e dar-se por satisfeito. Só que dessa vez Madruguinha não estava se sentindo mal.
Membro lavado e seco, volto pro quarto, a gata mexe no celular e diz que está com vontade de uma Coca. Digo que o calor lá fora pede muito uma mesmo e lembramos que da outra vez a vontade dela era de milk shake. "Ai, eu só gosto de besteira. Percebeu?" - a moça fala. "Aham!", concordo e completo a perguntando se ela fazia academia pra manter a forma. Recebo um: "Não, por quê?" como resposta. E nessa descubro que o único exercício que ela fazia pra manter o corpo era malhando em piroca. Passo a mão nas suas pernas e ela me oferece uma massagem que é preterida por um boquete com capa. Eu já falei que ela é muito lindinha mamando? Chupou com maestria e aprontou Madruguinha pra mais uma. "Me pega de quatro agora!", posicionou-se na pontinha da cama e pediu. Que mulher deliciosa é a Pitanga, toda proporcional e com tudo no lugar. Uma verdadeira deusa que seria capaz de te fazer matar e morrer na vida civil, gerando conteúdo para os filmes de Pede Mais Um.

Estocadas de quatro quase caindo da cama e eu relaxado e satisfeito o com o desempenho na segunda transa. Canso um pouco e tiro minha rola da xoxotinha molhada. Nos ajeitamos na cama, cada um de um lado e comento sobre o tempo que resta. Ela diz que tá faltando pouco e que o celular vai avisar. Ouvindo isso parti para o ataque novamente e a peguei em um ppmm com beijo na boca e mais chupação pelo corpo dela. Quando a valsa do inferno toca, ela avisa que o lazer acabou mas não sai de baixo e nem me empurra pra sair de cima. Digo pra ficar tranquila porque de alguma forma ela teria uma forra. Mais algumas metidas, leite no útero e Madruguinha realizado. Pagamento feito, agradecimento e beijinho na saída.
Bom, como promessa é dívida até pra Madruguinha, tá aí o relato da segunda vez com essa mulher monumental.
Agora é visitar novas damas ou postar alguns TD's passados até lá, caso encontre o link e o contato das diabas.
Abraço, confrades!
E lembrem-se: Não há trabalho ruim, o ruim é ter que trabalhar!
|