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RELATOS DO MADRUGUINHA

CAMILA AZEVEDO - Copacabana - Rio de Janeiro - RJ - (21) 98989-5602
CAMILA AZEVEDO
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$150.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI NãO R$0.00 SIM

07 de Junho de 2025 às 00:06


CAMILA AZEVEDO - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=33515


BALAÇO SE ESCREVE COM B GRANDE OU B PEQUENO?

Escrever é, para muitos, um ato de coragem. Infelizmente, o pouco domínio sobre a língua eleva o receio de ser julgado e a vergonha de ser incompreendido. Convivo com gente que ocupa certa posição de destaque, que mal sabe o que é aposto e vocativo.

Hoje, aplicativos e ferramentas transcrevem áudios e constroem textos tanto para os não familiarizados, quanto para os preguiçosos. Uma pena. A escrita é, para mim, um sintoma de sobrevivência. Um desejo de registro em meu epitáfio. Todavia, é impossível escrever bem sem ler grandes escritores. Quem escreve é capaz de construir o seu próprio evangelho.

Quem me conhece há mais tempo sabe da minha admiração pela escrita do velho escriba que se chama Dante. Se o vi na vida uma ou duas vezes foi muito, e nem sequer trocamos cumprimentos. Visitando o seu próprio site oslibertinos.com.br (infelizmente inativo no momento), descobri que a sua ideia de relatar encontros com garotas de programa deu-se após ler as obras de um outro velho genial e safado chamado Bukowski.

Eu, que antes de conhecer Dante, já conhecia Buk, afirmo que esta fora uma das ocasiões em que a criatura superou o criador. Crítico e apaixonado pelo que faz, suas crônicas reúnem comédia, tragédia e drama, de uma maneira que só os excelentes dramaturgos conseguem. Leitor assíduo das sua experiências, hoje consigo identificar uma boa garota graças ao entusiasmo notável em suas linhas.

Sem o mesmo brio, e com tantas outras limitações, acredito que nem se eu vivesse três séculos acumularia metade dos seus feitos. Porém, de vez em quando tenho a sorte e a oportunidade de conhecer uma das "suas tantas meninas", como no caso de Camila.







As coisas aconteciam com alguma explicação.

Meu capítulo com Camila começou há meses, quando vi seu anúncio no PA ainda com outro nome. Realizado o questionário - por sinal muito bem respondido - não lembro por quais motivos acabei não marcando na época. Temendo que ela me ignorasse, até pensei em mandar mensagem dessa vez com outro número, mas decidi arriscar e fui surpreendentemente tratado com a maior dignidade na nova abordagem.

Não lembro de outro pré atendimento com tamanha doçura, simpatia e boa vontade. Decidi que sairia com ela na semana seguinte, restando apenas saber o dia e o horário que as agendas batessem. Seu local em Bonsucesso, por ser desconhecido, foi motivo de temor. Por diversas vezes pensei em desistir, mas algo me impulsionava a viver isso. Marquei com ela e faltava somente escolher o meio que eu usaria para chegar ao seu local.

O perigo muitas vezes anda lado a lado com o tesão. Equalizam de tal forma, que a cabeça de baixo desconsidera totalmente as razões apontadas pela cabeça de cima. Antes de sair, veio em mente a ideia de pegar um carro de aplicativo pra minimizar o risco de entrar em uma rua errada ou ainda os perigos da tempestade que chegava da cor dos olhos castanhos de Camila, mas julguei tal opção como covarde.

Sinceramente, meu veículo pode não ser tão velho quanto o original Sucatão, mas desconfio que esteja no mesmo patamar de "erosão" dele, com o adendo de embaçar bastante quando a temperatura cai. Só mesmo uma aventura sexual pra me fazer sair em tais condições. Cruzei a Avenida Brasil de trânsito caótico e entrei por ruas totalmente desconhecidas até estacionar em frente ao seu AP, sem maiores sustos e com uma calmaria surpreendente.

Ao chegar, fui contemplado com uma chuva que até então já tinha parado, mas que fez questão de me molhar quando saí do velho carro de guerra. Lembrei dos tantos programas não sexuais que cancelamos e cancelaremos por conta do mau tempo e achei graça. Abriguei-me embaixo de uma marquise aguardando brevemente o número do AP e a liberação da dama para subir.







Camilla me recebeu de lingerie preta e um baita sorrisão. A boca veio disponível para um beijo, mas por bobeira, optei por cumprimentá-la beijando o rosto. A verdade é que eu nunca sei direito o que fazer no primeiro momento frente a frente com uma mulher de tamanha beleza e carisma.

Magra de deliciosas curvas; cheirosa, hidratada e perfumada, limito-me a descrevê-la desse modo, pois alguém com um vocabulário muito mais rico já o fez de uma maneira que eu sempre quis saber dantes. Seu jeito me fez entrar naquele quarto torcendo para que o tempo parasse. A música, a luz, a forma como conduziu as coisas dava à Camila uma espontaneidade diferente, dessas que parece que uma pessoa conhece a outra de outras vidas.

Após conversarmos sobre o meu vacilo na recepção, a menina me beijou com aquela entrega que, não sei vocês, sempre busco. Quando nossos lábios se tocaram, consenti que a difícil viagem àquele local havia valido a pena. Beijei e cheirei todas as partes de Camila, perdendo-me em suas costas, braços, seios, pernas, barriga e pescoço. Minha piroca, dura desde o primeiro toque, anseou ainda mais por um ninho para se abrigar.

Aquele verdadeiro labirinto da perdição tinha a temperatura exata para uma tarde/noite aprazível. Tirei a parte de baixo da sua lingerie e vi seu sexo molhado ostentando um "penteado" irresistível. Degustei a vulva de Camila como quem se deleitava no melhor dos manjares e, com acesso permitido, introduzi um dedo e ganhei uma amostra do vulcão interior que entrara em erupção. Acredite, forista sem fé, salvo por um desconforto muscular, quase fiquei melado apenas presenciando-a chegar lá nessa brincadeira.







Decidimos trocar os papéis e foi a vez dela me aplicar o oral. Com uma boca que parecia febril, o leite não ferveu por milagre. Utilizando uma técnica que alterava entre o boquete e a punheta, implorei para que parasse, iniciando nossos momentos de descontração. Não é de hoje que conversas cômicas sobre a minha fraqueza de desempenho têm sido uma arma para atenuar atuações débeis na cama. Geralmente, orgasmo comigo só se for o de risos.

Passados alguns minutos de mais beijos e carícias, Camila encapou o garoto com a boca e sentou no meu colo pra cavalgar com vontade. O forno embaixo era ainda mais abrasador do que o de cima. Mesmo com todo o meu empenho pra resistir, não demorei a pedir para trocarmos de posição, a fim de retardar a gozada. No ppmm, cenário que imaginei que me desse mais controle, não foi muito diferente. Algumas estocadas e percebi que não havia jeito de durar muito também naquelas condições. Desacoplei, respirei fundo e fiquei alisando seu corpo sedoso enquanto conversávamos curiosidades.

Refletindo, aceitei que estar perto da boca e do corpo de Camila é como ter de volta um tesão de adolescente. Não tendo mais pra onde correr, encaixamos uma transa de ladinho onde ejaculei meus miseráveis herdeiros sem maiores trabalhos. Ainda que houvesse tempo para mais, duvidei que conseguiria ter meu membro ressuscitado pós assepsia. Doce engano. "Levanta e anda!" — disse a boca de Camila sem precisar falar nada.

Leve, alegre e com a mesma disposição de antes, Camila continuou seu show de atuação nada forçado. Quando pensei em pedir uma cavalgada invertida, leu minha mente e galopou dos nossos corpos suarem. Na posição de quatro, executou uma imagem que, excluindo o coadjuvante da cena, merecia um quadro. Posicionada uma almofada sob o seu bumbum, finalizamos numa evolução de frango assado para um ppmm, onde gozamos no mesmo take.







O tempo que era pra ter parado, decolou como foguete. Enquanto me arrumava pra partir, proseamos e pude conhecer um pouco mais da menina por trás da profissional. Inteligente, de bons gostos, sociável. Dessas que se o sexo, por culpa nossa, não for dos melhores, a cia dificilmente não será.


Depois da última noite de chuva.

Despedi-me da garota que durante o encontro me chamava de gatão e ganhei as ruas de alma leve. No GPS, tracei o caminho que mais rapidamente me deixasse na mesma Avenida Brasil da ida. Não que ela seja sinônimo de segurança ou salvação para os perdidos, longe disso. Todavia, é algo mais familiar e teoricamente rápido para quem já tinha cumprido a missão da noite.

Antes de acessá-la, num semáforo cujo a demora para abrir era a mesma que eu queria ter no leito de luxúria, ouço estampidos fortes de artilharia. Pedestres assustados e motoristas engatando uma ré sem espaço para o retorno ditavam o desespero. Dentro do carro, fiquei na dúvida entre continuar nele ou abandoná-lo e correr para um lugar mais longe. Imaginei minha foto ensanguentada no Jornal O Povo e as explicações que meu irmão precisaria dar sobre o que eu estava fazendo ali, num lugar que não frequento nem para trabalhar, para a nossa amada mãe que com certeza lhe perguntaria.

A alta carga de adrenalina fez-me sentir dor de cabeça instantâneamente. Não reclamei dela, estava vivo e ela era certamente menor do que a dor de um balaço. Passado o sufoco, subi as últimas ruas e finalmente entrei na tão esperada pista. Agradeci a Deus com a culpa de quem duvida estar sendo ouvido e segui viagem.

O epitáfio ficou pra mais tarde; não vi sangue, notícias ou relato dos trausentes que comprovassem que realmente a coisa acontecera muito perto dali. Cheguei sem maiores problemas ao subúrbio, crente que o destino ainda me reserva muitas coisas boas a ler, algumas razoáveis a escrever e novas mulheres para conhecer.

No rádio do carro, minha FM preferida reproduzia I'M COMING HOME.

Agradeço ao velho escriba pela sua coragem de viver e a eterna graça em relatar. Dada a ausência de outros bons e verdadeiros foristas, seus relatos são uma das raras coisas interessantes a se acompanhar aqui. Sem receita pronta, sem ctrl+c e ctrl+v; notas, selos, premiações e afins.

Agradeço também à Camila pelo excelente atendimento e hospitalidade, fazendo-me abrir uma exceção de escrever aqui depois de muito tempo.

Abraços!

Negão_01, Conde Da Valáquia, predador69, Jucabar, Jonas, The Creator, PauloCesar, Peter White, Fatblack, Y@N, Getúlio, membro, Mítico, HC, Yami Mysterio, Thor de Copacabana, Julio Cesar 34, curtiram esse TD.
SOFIA - Realengo - Rio de Janeiro - RJ - (21) 98985-5714
SOFIA ANDRADE
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$150.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI DISSE QUE FAZ R$0.00 SIM

27 de Agosto de 2024 às 18:08



O Cavaleiro Das Mil Encrencas.

Enxergar-me como um ser saudoso não é novidade para os que me conhecem. As músicas que ouço, com quem ando, a quem leio e assisto... todas estas escolhas deixam explícito o espírito que teima em alugar a minha carcaça que já nem é tão jovem.

É necessário que o novo venha, não há discussões quanto a isso. Contudo, têm coisas que quando modificadas, perdem seu encanto e por vezes até seu sentido. Quem já frequentou o antigo e o novo Maracanã sabe bem do que estou falando. Churrasco de drumett jamais chegará aos pés das asinhas de frango inteiras na brasa.

Existem sei lá, centenas(?) de meninas anunciando aqui ou ali, que nem se eu tivesse três vidas teria tempo e grana para usufruir de todas delas. Estão por aí tomando conta do pedaço nos chats e bradando nos relatos, cheias de menus e botões ao seu dispor. Ora durante as suas longas, ora durante suas breve carreiras, o domínio delas é tão notório que o forista de hoje parece pisar em ovos quando escreve um TD. Qualquer opinião que não seja mais do mesmo acaba escandalizando A ou B, e por vezes A e B.

Diante desse cenário, meio cansado da monotonia, senti que precisava sair da zona de conforto que me encontrava e busquei por algo fora da bolha. Necessitei me embrenhar pelo desconhecido e assumir certos riscos para me sentir mais vivo. Ansiei por viver uma experiência no escuro para lumiar a minha alma libertina.







A Comunicação Com a Torre.

Minha história com Sofia teve seu início há alguns meses. Certa noite, tomado por um tesão incontrolável, acessei sites de acompanhantes e esbarrei no anúncio dela. Na aludida ocasião, manisfestei meu desejo de conhecê-la e, recebido o seu aval, peguei um carro de aplicativo e fui ao seu encontro. Chegando no endereço, a demora da dama em liberar a minha entrada, junto ao frio, a rua deserta e o vai vem de motoqueiros, desenharam um cenário angustiante.

Com tesão e boa vontade, me escondi por árvores e carros estacionados aguardando o seu "OK". Todavia, quando recebi sua mensagem dizendo que demoraria mais 20 minutos porque estava terminando um atendimento de um cliente que se atrasara, a bandeira amarela tremulou e achei melhor chamar outro carro de aplicativo pra me tirar daquela situação. Saí sem avisar, recebendo ligações e mensagens se desculpando exatamente após os tais 20 minutos, mas já havia "picado a mula".

Não sei se esse link chegará na dama depois de postado. Por não ter rabo preso, procuro não ocultar aquilo que deixou a desejar; seja no pré, pós, ou no atendimento em si. A informação que acho de valia o leitor saber, descrevo para que ele se prepare para uma futura experiência com a mesma profissional. Lembro que saí dali um tanto encafifado por dois motivos: primeiro pela já relatada espera, segundo por quase contratar uma menina que, em tese, comunicava-se comigo enquanto atendia outro. Esse último logicamente influenciou para que eu deixasse esse enrosco com Sofia em stand-by por bastante tempo.


O Segundo Contato.

Acontece que a cabeça de cima esquece por dias, meses, anos, mas a cabeça debaixo jamais deslembra quem desperta seus instintos mais sacanas. No intuito de saber algo sobre a moça, até contactei um bom e velho amigo morador de terras próximas ao castelo da perva, mas a busca por pistas foi em vão. O fato de não conseguir informações mais concretas sobre os serviços dela, tão pouco garantia de que se tratava da menina das fotos, apenas contribuiu para aguçar a minha sede de aventura.

Contactei Sofia na semana anterior ao TD e fiz questão de tirar todas as dúvidas. A menina respondeu as perguntas com paciência e sem grandes intervalos de tempo, encorajando-me a ir para a batalha. Dessa vez a luz do dia me dava uma segurança a mais para esperar se necessário. Cheguei com a minha "lata velha" na hora combinada e não demorou mais que 5 minutos para a minha entrada ser liberada. Torci para a fidelidade das fotos se fazer presente na subida dos degraus para a alcova. Era um dos dias mais frios do ano, mas nem por isso lhe faltou audácia. Sem beijos e apenas com um sorriso de boas-vindas, Sofia abriu a porta e me recebeu totalmente nua, confirmado todas as minhas expectativas.







A Habitante do Castelo.

Sofia é exatamente a menina das fotos. Nem mais cheinha e nem mais magrinha, dá uma verdadeira aula de fidedignidade. Negra alta, de seios pequenos para médios e bunda arrebitada. Sua pele totalmente depilada é tomada por múltiplas tatuagens, tendo o rosto e cabelo também idênticos ao anúncio. Simpática e bem humorada, demonstrou calma e pareceu focada em entregar um bom serviço.

Deixou-me no quarto do apartamento limpo, organizado e funcional que divide com outras meninas, e foi se banhar. Na volta, pediu para que o pagamento fosse acertado e assim o fiz, servindo também para marcar o horário que começamos. Eu já estava esperando ela só de cueca, e quando o gongo soou, já iniciamos o confronto.

Se eu soubesse que seria essa delícia, já teria arriscado sair com ela antes. Quando se conhece uma nova garota, tudo que esperamos é que o cartão de visitas seja um beijo de qualidade. Sofia tem uma boca macia e molhada, que o piercing no lábio inferior e o aparelho dentário em nada atrapalham a sua atuação. Ela se entrega abraçando, mordendo, apertando e falando putaria enquanto beija. Limpa e cheirosa, uma espécie de banquete que eu soube por onde começar, mas não sabia como, quando e nem onde terminar.







A Batalha.

Depois de um tempo naquela pegação quente, a safada tentou dar fim ao duelo com rapidez. Roçando as coxas na piroca e enchendo a mão na humilde lança, precisou ser contida quando fez menção de se inclinar para mamar. Diante do combinado, até poderia deixar acontecer naturalmente e deixá-la me finalizar no boquete, visto que tínhamos o acordo de poder gozar duas vezes dentro do programa de 1h, caso a primeira acontecesse antes dos 15 minutos.

Como conheço meu corpo e a velocidade da minha lança, optei pelo programa nesses moldes, confiante que gozaria tranquilamente antes dos referidos minutos. Por pouco não dei com os burros n'água. Linda, cheirosa e disponível, dediquei quase o primeiro quarto de hora inteiro degustando a xana da vadia num oral caprichado e sem reclamações. Num comportamento contrário à algumas profissionais, fui recebendo elogios e incentivos para continuar a prática, só parando quando a vi se derreter toda mole em um orgasmo. Confesso que quase gozei junto, enquanto provava seu doce gosto e ouvia seus gemidos calientes.







Correndo contra o tempo, apliquei beijo grego naquele cuzinho delicioso e deixei que fizesse um rápido boquete como retribuição, antes de pedir ajuda para encapar o garoto e garantir as duas finalizações. Primeiro penetrei sua xoxota quente e úmida numa posição metade ladinho e metade bruços, pra depois convidá-la para uma sentada certeira que me fez gozar veloz e brutalmente. Dentro do tempo hábil para outra, relaxei e senti-me como um lutador classificado para a disputa do cinturão. Limpei a caceta com o lenço umedecido que me foi oferecido e não tardamos para iniciarmos o segundo coito.

Os beijos não só se mantiveram, como incrivelmente subiram de nível. Aproveitei o tempo que tinha e deixei que aplicasse um oral no pau agora menos sensível. Mostrou bela técnica engolindo ele todo, girando a língua na cabeça e punhetando com admirável pressão. Mesmo mais preparado, agi com prudência e pensei em algo que me desse sobrevida. Quando respondeu um SIM com entusiasmo ao meu desejo de saboreá-la novamente, degustei com fome e sede sua ppk, fazendo-a gozar mais uma vez. Na sequência, piquei, piquei, piquei e piquei Sofia em variadas posições, começando com seu pedido de comê-la D4 em cima e depois na beirada da cama, onde ordenou uma pegada mais viril da minha parte. Em seguida passamos para a cavalgada tradicional e invertida, até que pedi para terminarmos num pp&mm juntinho e aos beijos, que me fez gozar fartamente pela segunda e última vez.






O Resumo da Visita.

Sofia não regulou e não refugou nada. Proporcionou uma foda de me deixar com as pernas bambas e em perigo de causar acidentes no retorno para o lar. Não mexeu no celular, não saiu do quarto durante o programa e foi honesta no cronômetro. Perguntada sobre anal, disse-me que cobra 30 pratas de taxa, e que também prefere que o cliente avise antes.

O local fica em uma vila sem portaria e sem necessidade de identificação.Teve movimentação dentro da casa enquanto o programa acontecia, mas as meninas tiveram cuidado para ninguém se esbarrar. Não discorri sobre o banheiro do AP porque não cheguei a usá-lo. O banho vindo de casa, o lenço umedecido disponível e a higiene bucal feita em outro local no pós sexo, "não deixaram" que eu visitasse esse cômodo. Fica ao próximo confrade a oportunidade de detalhar (se assim quiser) isso numa visita posterior.

Volto um dia se tiver saúde e ela deixar rs. No mais, deixo o agradecimento à menina e a quem leu até aqui.


Abraço e até a próxima!


Estou falando com a mula, não com os seus carrapatos.

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
Shadz22, vadeR, Detonador, Araujo, Sueco, Yami Mysterio, Brand, Chapolin, Kylz, Tyrion, Julio Cesar 34, Y@N, Sued, Bart, heisen, Mítico, Latrell Spencer, Negão_01, Conde Da Valáquia, Guib, Estarossa, LP come queto, Goldenboy, Surfcoh, PauloCesar, Saulo Top, Tyson22, Lua Negra, Siropas, Gorila, Repolho, Papai Noel, Digboy, Oscar, The Shy, CafécomLeite, curtiram esse TD.
SARAH SANTOS - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99039-6327
SARAH
POSITIVO
TEMPO: 120 MINUTOS VALOR: R$200.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM NãO R$0.00 SIM

12 de Agosto de 2024 às 16:08


SARAH - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=28399


O FUTEBOL AMERICANO.
os exercícios de calistenia


"Eles querem que você se sinta mal, pois assim eles se sentem bem."
(Tamo aí na Atividade, cbjr 2004)



Sou um crítico ferrenho dos coachs e seus mindsets, vendendo fórmulas mágicas de crescimento pessoal e profissional na internet. Nelson Rodrigues nos ensinou que toda unanimidade é burra, e logicamente podemos ver gente honesta também nesse meio. Porém, até que se consiga distinguir quem é do bem e quem é canalha, ficamos reféns da sorte. Bem vestidos, com oratória impecáveis; te "ensinam" a pescar, mas não sem antes usar os flagelos alheios como isca. Ilusionistas e charlatões, mostram o que é belo e omitem o que é vero, pois é assim que se conquista um coração desesperado. Talvez algumas decepções na vida me ensinaram a ter fé cega e pé atrás, o que explica a repulsa por esse tipo de abordagem sonhadora e fantasiosa. Nem tudo que reluz é ouro, bem diz o ditado popular.







Meu interesse por Sarah surgiu após ler o relato de desbravada do confrade Homer e ficar entusiasmado com cada detalhe descrito (chamei até a menina de "desgraçada" por acidente rs). Embora não o conheça e nem tenha tido a oportunidade de trocar mensagens com ele, aparenta ser um cara bem coerente quando escreve os seus TDs. Depois de alguns dias, um outro forista de nickname "Tonit" também postou um dos seus enroscos com a menina, refrescando a minha memória e tornando o contato inevitável.







Enviei mensagem no whatsapp da moça com uma semana de antecedência, onde fui respondido sem demora com simpatia, paciência e astral únicos. Sanadas todas as dúvidas e conferida a disponibilidade, combinei de mandar mensagem um dia antes e na manhã do aludido dia para tranquilizá-la. Sei que está no "manual de instruções" de todo libertino pensar em um Plano B para tais situações, principalmente quando o agendamento é com uma menina sem local, mas Sarah fez um pré atendimento tão diferenciado, que não me deixou pensar em outra opção. Um tanto contraditório acreditar assim numa pessoa que nem conhece, depois de todo um discurso contra gente bem treinada? Sim, a vida tem dessas coisas.


O Terreno e a Atleta.

O enrosco se deu num Hotel na Zona Norte, em uma dessas sexta-feiras da vida, bem na parte da tarde. Viemos nos comunicando antes da chegada, o que foi primordial para que não ocorresse atrasos e desconfianças de ambas as partes. Cheguei ao local com antecedência de 15 minutos, enviei a foto da chave, e ela, que já estava pronta, pediu o Uber e mandou a localização em tempo real. A recepção dessa vez não ligou pro quarto pra avisar da chegada dela e logo sou surpreendido com mensagens da menina dizendo que estava na porta do quarto rs.

Convido-a para entrar e a recebo sem exaltações. Não rolou beijos e abraços, pois a timidez das duas partes foi mais forte. Sarah é a mesma menina dos anúncios, sem tirar e nem por. Bonita, gostosa e cheirosa, trajou-se para o atendimento com literalmente apenas uma peça de roupa. Um vestido verde (ou seria amarelo?) bem justo que realçava suas belíssimas formas era todo o seu arsenal de sedução. Como estava calor, pediu uns minutinhos pra tomar uma ducha, e assim que terminou, fui fazer o mesmo. Ela saiu do banheiro enrolada na toalha, deixando o tal vestido pendurado na maçaneta da porta. Nesse caminho, aproveitei para entregar seu bicho antecipadamente, pois prefiro fazer dessa forma.

Higiene feita, ao sair perguntei onde ela havia deixado o restante das roupas. A devassa gargalhou e respondeu dizendo que tudo estava exatamente pendurado ali. Confessou que odiava usar calcinha e que adorava sair na rua assim tão livre. Deitada na cama ainda com a toalha sob seu corpo, me aproximei dela para reforçar tudo que havíamos tratado, e também para perguntar se existiam algumas objeções. A gata respondeu que só não fazia anal, e emendou frisando que é uma menina super de boa no atendimento, no que pôde ser confirmado quando deixou a minha escolha pela luz acesa prevalecer, tão logo havia se levantado para apagar.

Indaguei que seu corpo era espetacular, e que por isso queria vê-lo o mais visível possível com as minhas vistas cansadas. Sarah é uma menina que deve beirar 1,70m, de belíssimos cabelos cacheados, que julgo impossível de passar despercebida. Seus seios são médios para grandes, com bicos que crescem e ficam duríssimos ao chupar, e a bunda tem um formato que dá vontade de bater e apertar a todo instante. Usa piercing na boca e no umbigo, algumas tatuagens não muito grandes distribuídas, e a ppk é pequena e totalmente depilada. O conjunto da obra é admirável e admito que fiquei perdido naquelas curvas assim que me foram reveladas.







O Pré Jogo.

Beijos e carícias são iniciados, porém, antes de ganhar mais jardas, conversamos mais um pouco pra tornar tudo mais leve. Ela, além de confessar que havia ingressado há pouco tempo nessa vida, citou a sua versatilidade pra ser submissa ou propor o jogo, dependendo do perfil cliente. Não é muito do meu estilo comandar as ações, mas as vezes alguns fatores acabam me obrigam a tal. Além de gostar do seu cheiro de fêmea, nossos beijos encaixaram bonito e tornaram as coisas bastante perigosas. Seria lona rapidinho se eu a deixasse como responsável pela intensidade e direção do enrosco. Um ataque ao meu pau no boquete ou uma sentada mais vigorosa acabaria rapidinho comigo. Nisto, optei por ganhar tempo e campo percorrendo todo o seu corpo com meus lábios.


O Primeiro Tempo.

Os beijos no pescoço arrancavam gemidos gostosos de ouvir e deixavam sua xaninha umedecida. Aproveitei para abocanhar o belo par de seios, que assim que estimulados, protuberaram mamilos deliciosos de mamar. Variei as jogadas ofensivas, alterando entre barriga, coxas, ombros e boca, até chegar no objetivo de provar daquela bucetinha saborosíssima e delicada. Ali não foi preciso negociar ou ficar com receio de estar desagradando. Com a garota totalmente entregue, chupava sem interrupções enquanto ouvia seus gemidos e percebia os sinais que ela me dava. Dado momento a inquietação do corpo aumentou e o abdômen ficou contraído, no que pareceu ter sido um orgasmo nos meus lábios totalmente molhados. De gosto viciante, a minha intenção era continuar degustando seu sexo, todavia meu pescoço ameaçou travar naquela posição e precisei interromper. Era o primeiro vestígio do meu despreparo físico pra encarar aquelas duas horas.

Depois desse aquecimento, pedi o equipamento e pus o garoto no jogo. Os beijos da menina não deixaram o ritmo cair nem por um segundo, deixando a partida boa para o desenvolvimento da equipe. Propus iniciarmos a penetração com ela de frente na beirada da cama e assim foi feito o meu desejo. A gostosa estava molhada, mas nem por isso o encaixe foi fácil. Bem cuidada e longe de ser um terreno baldio, fui acomodando o humilde aos poucos, onde acredito ter chegado na sensação mais próxima da defloração de uma virgem kkk. Um certo forista das tarjas nas genitálias femininas provavelmente aprovaria experimentar mais essa iniciante no job rs.

Comi Sarah primeiro "no talento", e depois com mais pressão. Pausas breves para beijos na boca sem tirar a pica de dentro, deixavam as coisas mais quentes e ao mesmo tempo tensas. Foi preciso mudar de posição para ganhar tempo em novas jogadas. Fudemos de ladinho, onde apesar do aperto continuar forte, a distância dos nossos lábios contribuiu para uma sobrevida. Nessa posição a primeira câimbra veio, e com ela a certeza que os exercícios de calistenia mais o suquinho de laranja, fizeram e fariam falta.

Depois de recuperado, tentamos uma cavalgada invertida sem muito sucesso, um ppmm onde o gozo não veio por um triz, e por último com ela nos quatro apoios bem na beirada da cama. Com aquele bundão empinado e sentindo um tesão absurdo, penetrei ela sem medir esforços, mas nada de conseguir gozar. A vontade ia e vinha, mas desconfio que de tanto evitar, meus herdeiros acabaram se revoltando, no que necessitei de auxílio pra chegar lá. Pedi a ela pra aproximar-se do meu humilde pau com a boquinha, e num mix de bola gato e punheta, cheguei ao clímax liberando todo o jato de leite naquela língua, que não deixou cair uma gota sequer fora. A gata me olhou com cara de sacana e foi correndo descartar meu material genético kk. Após, ambos optaram por tomar outro banho, visto que o tempo dessa vez não era um grande problema.







O Segundo e Ultimo Tempo.

A primeira parte foi tão satisfatória, que sem sombra de dúvidas já fez valer o ingresso. Contudo, não é todo dia que se tem grana, uma bela mulher, tempo, saúde e ereção para aproveitar. Passados cerca de 10 minutos relaxados jogando conversa fora e nos conhecendo melhor, não pude resistir àquela boca e voltamos a nos atracar. Faço mais um oral caprichado nela, que depois retribui com um sem defeitos. Introduzindo o máximo de pica que podia dentro da boca, chupou de forma aveludada e deu atenção especial para a cabeça com linguadas. Pra completar, fazia uma cara de putona enquanto se deleitava na pica, e deste modo precisei vestir o uniforme novamente a fim de suportar.

Sarah sentou no meu colo e veio na cavalgada. Mais uma vez bastante apertada, a safada me dava os seios pra chupar enquanto movimentava o quadril com reboladas e no vai e vem. Não fosse a gozada anterior e o peso da camisa, era vitória pra ela sem muito trabalho. Solicitei que descesse e o sexo prosseguiu em outras posições. Destaco o momento que apoiei suas pernas em meu ombros e fiquei dando estocadas, arrancando seus gemidos mais fortes e fazendo-a se tocar nos seios e clitóris.

Metemos também no ppmm aos beijos, onde só não finalizei porque nova câimbra na perna me acometeu. Pra minha sorte, nem esses momentos de dor eram suficientes pra baixar minha ereção. Depois de restabelecido, novamente pedi para pegá-la de quatro no final da cama e aí deixei correr frouxo rs. Aproveitando para beijar-lhe nas costas, não foram mais que 10 empurradas ou 15 segundos para o jogo acabar. Touchdown dos bons com um baita gozadão no látex. Partida encerrada: banho, um pouco de lero e zoeiras até a chegada do Uber, e, infelizmente, rua.


A Coletiva de Imprensa.

A menina é uma grata surpresa dos últimos tempos. Poucas vezes estive com uma menina dessa idade, com tamanha disposição e cabeça para agradar o cliente. Do pré atendimento ao sexo em si, muito além das minhas expectativas. Craque que só ela, abstenho-me do ridículo papel de tentar coachea-la. Sarah é jovem, e ao que parece, não precisa de nenhum velho babão lhe dando dicas ou receitas sobre como se portar. Um ótimo custo benefício, seu modus operandi em nada lembrou as citações do tópico da AntiGP , de autoria do Histórico Velho Escriba que se chama Dante. Fico somente na torcida para que não mude bruscamente num segundo atendimento, pois conquistou o SIM no repeteco facilmente.







O Pós Jogo.

Deixo o meu agradecimento à menina pelo atendimento, sem esquecer de saudar os confrades Homer e Tonit por relatarem suas experiências com ela antes. Quanto a ti, confrade Pedrow, não me espanta que ela tenha sido o seu melhor atendimento de 2024. Deixo claro que não citei você e os outros como influenciadores da minha escolha, apenas pelo fato de eu ter saído com ela antes dos respectivos relatos. Bom saber que mais alguns camaradas desfrutaram da companhia da dama.

Obrigado aos poucos que leram até aqui mais esse relato que peca pela extensão. Diferente dos confrades LordeSakai e CafeComLeite, que nos apresentaram novas fotos da moça, peço perdão se furtei ou repeti algumas já vistas por aqui. Raramente passa pela minha cabeça registrar esses momentos e espero que me absolvam rs. Existem os que fazem isso muito bem, embelezando os TDs quando focam somente na menina ( vide o relato anterior ), como também existem os de mau gosto, tarados em dar palhinha de teta caída e expor traços de pessoa com característica senil.

PS: Em duas oportunidades acessei o site na intenção de postar o TD já pronto e fui obrigado a aguardar, respeitando o forista que já tinha postado kkk. Sinal que a garota está batendo um bolão. Aproveitem!


Até a próxima, abraço!


O futuro da pátria é o Chaves, a Chiquinha, o Kiko? Já vi que a nossa seleção vai perder de novo!

LP come queto, Brand, Detonador, CafécomLeite, heisen, predador69, Ninho, Chapolin, Sueco, Lord Lixo, Peso Argentino, vadeR, PauloCesar, photus, Tyrion, rafael.oliveira, Mítico, Duelista, Negão_01, peixotarado, Julio Cesar 34, Horus, Yami Mysterio, Papai Noel, Oscar, The Shy, Digboy, Guib, curtiram esse TD.
CAROL SARAIVA - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99991-8615
CAROL SARAIVA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$180.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI SIM R$0.00 SIM

15 de Julho de 2024 às 00:07


CAROL SARAIVA - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=7222

SEM PICHORRA, NÃO HÁ FESTA!


"De boas intenções, o inferno está cheio." Há controvérsias sobre a autoria dessa frase, que creio eu, não precisa de maiores explicações. Todo mundo já ouviu ela alguma vez na vida, antes ou depois de uma proposta que aparentava vantagem.

Alguns historiadores afirmam que Santos Dumont, uma das mentes mais brilhantes de todos os tempos, arrependeu-se em profundo desgosto da sua mais famosa invenção, dando cabo da própria vida quando a viu ser usada como arma de destruição.

Não é de hoje que confesso ter uma bagagem menor do que a maioria dos foristas daqui. Contudo, se um dia ingressei este espaço, a principal razão fora a busca de uma maior confiabilidade sobre o serviço das damas, após anos e anos de raras experiências boas nesse submundo. Dito isto, desanima algumas posturas crescentes vistas aqui, que infelizmente invertem o propósito primitivo dos fóruns de putaria.

Com o passar do tempo, noto que o verdadeiro espírito de confraria está sendo engolido pelo medo, vaidade, egoísmo e canastrisse. Observo uma vassalagem impregnada no espaço, quando por exemplo um forista é cheio de dedos e melindres para postar uma avaliação diferente daquela (positivo/ sim-gostei no beijo/ repeteco sim) que parece ser a única que agrada as (na grande maioria das vezes) tão bem remuneradas meninas.

Leio relatos de alguns foristas aqui, e julgo incapazes de um dia dedicarem uma linha diferente da habitual bajulação. Já vi senhores arrependidos pedindo para editar a avaliação anterior, como também implorando para a retirada do relato após desagradar A ou B. Pergunto-me o porquê de tamanha covardia e rebaixo. Sem falar na vergonhosa defensoria pública prestada pelos BOPs, comentando nos TDs que fogem do padrão esperado e já citado no parágrafo anterior.

Alguns conseguem enganar por um tempo, até que felizmente são descobertos e perdem toda a credibilidade que um dia imaginaram ter. Esses, quando não se mantêm como verdadeiros fósseis, evaporam e somem igual combustível no decorrer da estrada. Impressiona que aqui, muitas vezes a tal da experiência ou idade adiantada (sic) não quer dizer muita coisa. Mas vamos finalmente ao relato, que ainda é a parte mais importante do fórum.







Eu encontrei a Carolina.


Convocado a uma importante reunião no Centro da cidade, achei por bem não passar ileso de conhecer um novo rabo de saia. Muito bem recomendada por um pequeno safado forista, contactei Carol na segunda feira e deixei tudo alinhado para o seu último horário na sexta. Na marcação, Carol foi um poço de educação e simpatia. Já vinha "namorando" suas fotos no Social há algum tempo, e os TDs do Digboy, esse sim um confrade de verdade, foram de suma importância para o desejo aumentar exponencialmente.

Agendado para o último horário, cumpri o protocolo de passar pelo Bar do Zezé e trocar uma ideia com alguns queridos que por lá estavam, antes de rumar à sua alcova na SD117. Lembro inclusive de ter levado uma cantada de um rapaz no interior do estabelecimento, que de repentemente é só mais um do time dos foristas de comportamento frouxo. Após isso, não demorei a receber mensagens de liberação da dama, informando o andar e o número do AP que se encontrava.

Era a minha segunda vez no referido endereço, e pelo menos naquela horário não pediram identificação, tão pouco perguntaram o meu destino. O elevador "já me esperava", e em pouco tempo ganhei os corredores que me separavam do local da dama. Bato na porta e sou recebido por uma mulher, que só de olhar, o pau endureceu. Em lingeries de cor vermelha, pude notar sua timidez inicial, onde não houve um contato físico sequer na recepção. Cumprimentos e perguntas protocolares são feitos, aproveito pra acertar adiantadamente o seu honorário e sigo para a higiene. Quando volto para o quarto, não existiam mais desculpas para mantermos nossos corpos longe.

De início, Carol não conseguia olhar muito nos meus olhos, no que despertou ainda mais meu tesão. Mesmo estando frente a frente com uma acompanhante, aquela situação ganhou ares de desafio e foi preciso meio que conquistar sua confiança. Antes de tocar seus lábios com mais intensidade, tentei tornar as coisas um pouco mais leves contando algumas das minhas piadinhas idiotas. A estratégia dá certo e ela ri genuinamente. Com o gelo devidamente quebrado, nem o frio que fazia na cidade seria capaz de apagar a chama que se acendeu naquele quarto.







Começamos nos beijando ainda de pé e a coisa fluiu que era uma beleza. Hálito impecável, boca macia, mordidinhas, envolvimento, carinha de quem tá gostando demais... Misericórdia! Surge uma ereção perigosa, daquelas que nos faz querer "acabar com tudo ali mesmo", sem auxílio algum de punheta, sarro ou flauteado. Comentei com ela que não era possível aquilo, e perguntei o que ela tinha pra me deixar naquele estado com um simples olhar ou toque. Foi preciso descolar nossos corpos pra eu não fazer vergonha e besteira.

Respeitando uma certa distância, deitamos lado a lado na cama, com os dois ainda vestidos. Olhando pra ela, senti vontade de morder aquele delicioso corpo por inteiro, mas me contive. Deixei escapar que estava arrependido de não ter a conhecido antes, e quando a coragem retornou, aproximei-me dela e me permiti voltar àqueles beijos que continuavam um puro êxtase. Na sequência, a gostosa libertou o belíssimo par de seios, de biquinhos suculentos e generosas auréolas, oferecendo-me e confessando que adora tê-los chupados. Além de me fartar neles, prossegui beijando Carol no pescoço, ombros, braços e barriga, sem deixar de voltar a provar sua boca durante as trocas de direção. Carol não chegava a gemer alto ou falar, mas as expressões faciais denotavam os lugares que ela mais sentia prazer.

Dado algum tempo nessa imposição e troca de carícias, finalmente terminamos de tirar o restante das nossas roupas. Carol atacou meu pau primeiro punhetando brevemente, pra em seguida iniciar os trabalhos com aquela boquinha maravilhosa. Avisada sobre a sensibilidade, fez um oral cuidadoso e molhado, dando atenção especial para as sucções na cabeça, sem negligenciar o restante. Eu sabia que não poderia permitir aquilo por muito tempo, visto que a chance de gozar rápido era enorme. Pedi então para que ela parasse e trocássemos de lugar, pois era hora de degustar a xaninha daquele espetáculo de mulher.







Antes de descer mais ao sul de Carol, provei mais dos seus beijos e beijei o resto do corpo que ainda não havia beijado. Suas lindas costas, que nas fotos postadas sempre chamaram a minha atenção, foi sem dúvidas a área que mais procurei me fartar e explorar. Beijei também os pés, canelas, coxas e antebraços, até que estacionei na bucetinha e dediquei todos os minutos que quis, sem ser interrompido. Cada vez mais úmida, pareceu chegar lá no momento que tinha o abdômen alisado e acariciava um dos seios.

— Você quer que eu pare um pouquinho? — Perguntei.
— Por mim você pode continuar, isso sim! — Respondeu.

Recebida a resposta, continuei chupando aquela xana cheirosa e saborosa, até não aguentar mais de tesão e dizer que estava louco para penetrá-la. Humilde devidamente encapado com a sua ajuda, sugiro começarmos a metida na beira da cama, no que ela topa de imediato. Antes, dou mais algumas chupadas no grelo a fim de deixá-la mais lubrificada, para finalmente adentrar a bocetinha apertada de Carol.

Num encaixe perfeito, revezo entre estocadas "violentas" e pausas para mais beijos. Estava tão gostoso, que fiquei na dúvida entre deixar o barco correr ou controlar para que durasse mais tempo. Analisando tudo que ocorreu até ali, e enxergando tesão por parte dela, optei por estender o coito, desacelerando e acelerando quando necessário. Claro que o princípio de câimbra na perna, junto à falta de fôlego, foram bons aliados nessa hora rs. Decidimos trocar de posição, passando para a D4 em cima da cama, onde o script se repetiu.

Exausto, desacoplei e ficamos abraçados por alguns minutos fazendo carinhos mútuos. Carol beijava e alisava áreas sensíveis do meu corpo, fazendo a pica permanecer viva. Achei uma boa ideia pedir o cu e ela abre um sorriso concordando. Como ela mesmo disse: "é diferente quando a menina faz o anal com gosto."







Como estava um tanto cansado, Carol achou melhor começarmos com ela sentando no meu colo de frente. A gata passou a pomada e acomodou o humilde aos poucos, ficando paradinha e me olhando antes de se movimentar. Aguentando ele todo (que não é muito difícil kk), iniciou o sobe e desce devagar, e a julgar pela pergunta que me fez, percebeu que alguma coisa em mim doía. Queria eu que todas as dores do mundo fossem assim rs. O cuzinho da gostosa parecia um alicate de pressão apertando a minha piroca por completo.

Quente e contrito, a gata me maltratava da melhor forma, parecendo que ia fazê-lo quebrar a cada sentada vigorosa. Numa dessas acabamos desencaixando, e com o fôlego de volta, pedi para comê-la de quatro na beirada da cama. Pra minha surpresa, o aperto não diminuíu muito nessa posição. Com estoicismo, metia e beijava as costas de Carol num sexo poucas vezes visto e assaz prazeroso. Só não gozei ali, porque além de novamente desacoplarmos em uma das estocadas, as pernas voltaram a cansar e foi preciso parar.

O tempo voava. Olhamos o relógio e nos restavam 14 minutos. Tempo de sobra para namorar mais um pouco, mas nem tanto assim para trocar de camisinha, finalizar e sair sem tomar muito do seu tempo. Com movimentos friamente calculados, "arrisquei" minha ereção na troca do preservativo, pois apesar daquele anal fantástico, queria finalizar comendo a xoxotinha.

Quando digo que "arrisquei" a ereção, com Carol, é só por força do hábito. A verdade é que meu pau não consegue ficar inerte na presença dela. Primeiro peguei a tesuda de frente, apoiando suas pernas nos meus ombros, depois encaixamos num ppmm cheio de beijos e sussurros. Carol remexia o quadril com nossos corpos colados, ao mesmo tempo que eu me esforçava para ir no mais fundo possível. A respiração dela começava a ofegar e os braços e pernas foram ficando inquietos. Percebendo isto, cheguei ao ápice do tesão e não consegui mais resistir. Não sei se Carolzinha gozou junto ou se esteve prestes a chegar lá. O fato é que saí com a minha coxa esquerda um pouco molhada, mas preferi não perguntar sobre isso.







Curioso que mesmo após o gozo, o tesão perdurava. Falei isso com ela, mostrei a pica e tirei a camisinha que não estava tão lotada de porra como de costume. Traído pelo tempo, e agora também pela minha própria timidez, pensei com meus botões em pedir para jogar o restante de sêmen na sua boca (claro que a depender da permissão), mas acabei abdicando. Dirigi-me ao banheiro, me masturbei e esporrei o que sobrava por lá. De volta ao quarto, conversamos um pouco enquanto eu me arrumava, agradeço por tudo e me despeço já cheio de vontade de voltar.

No caminho para as ruas do centro, a pica permanecia dura, só começando a esmorecer enquanto esperava pela descida do elevador. Na portaria, mais uma vez passo sem ser importunado, ganhando as ruas de alma leve e carregando algumas mini certezas: uma delas é a que o próximo enrosco com Carol tende a ser ainda melhor; e a outra é a que graças a alguns imaculados foristas, é possível chegar a uma bela garota e usufruir da riqueza de um bom atendimento. Nem preciso dizer que o contrário também se aplica, salvando-nos de roubadas e atendimentos meia boca, quando escritos e avaliados de forma sincera. Sei que estes últimos são cada vez mais raros, infelizmente. Raros como a excelência do atendimento de uma Carol Saraiva.

Obrigado pelos momentos, Carol. Foi inevitável ficar de pau duro escrevendo esse relato. Obrigado pela forma que relatou todos os atendimentos com ela, Digboy. A cada leitura o meu interesse em conhecê-la, crescia. Agradeço também aos poucos que leram até aqui.

Não existe festa sem pichorra, não existe fórum sem verdadeiros foristas.


Abraços e até a próxima!


Olha, se existisse Olimpíadas para idiotas, você ganharia a medalha de ouro!

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
Brega, Oscar, The Shy, Nanda Facefuck, Mítico, Mr69, MRio, Julio Cesar 34, Brutus, Ikki RJ, Conde Da Valáquia, Sueco, Digboy, Eva Sanchez, Pirubaby, Bad Brain, PauloCesar, Estarossa, Tyrion, Não é o Antony, Papai Noel, CafécomLeite, Detonador, Bart, Yami Mysterio, rafael.oliveira, Dionizio_RJ, Carol Saraiva, GLDD, LP come queto, Holmes, curtiram esse TD.
ISIS BORBOLETA - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 97023-8874
ISIS BORBOLETA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$150.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA DISSE QUE FAZ NãO R$0.00 SIM

02 de Julho de 2024 às 11:07


ISIS BORBOLETA - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=6597

TUDO CULPA DOS ENERGÚMENOS.


Há alguns dias fui tomado por um susto, quando notificado sobre o vencimento da minha CNH. A legislação permite ao condutor andar com o documento vencido por 30 dias sem penalidades, e a minha já estava "abusando" da sorte de perder o prazo. Curioso, que este é justamente o único documento físico que porto, e mesmo olhando pra ele todo santo dia, foi preciso a notificação no celular para atentar-me ao fato. Corri depressa pra pagar a droga do imposto e agendar a renovação, antes que o bolso sofresse danos ainda maiores. Quase deu pra ficar dentro da lei. Após a primeira burocracia e pagamento feitos, consegui um encaixe na clínica do departamento de trânsito para um dia após os tais 30 de vencido.

Como o local era relativamente perto e conhecido, arrisquei e fui dirigindo meu problemático possante, sem nenhum temor de ser pego sem lenço e sem documento. Ele não chega a ser um "sucatão" como o do Velho Escriba que se chama Dante, mas andou me causando tanta despesa, que cogitei arquitetar um plano dos mais sujos para receber o valor dele no seguro. As vezes temos mais sorte que juízo, noutras mais azar que o merecido. Chegando lá, fui acometido por mais um dolorido desembolso em exames médicos, que me fez refletir em como é suado conquistar e manter as coisas neste país. Pagamento e exames realizados, ao menos fui considerado apto, tanto no psicotécnico, quanto no de vista, escapando de mais uma carcada do governo, caso fosse reprovado e quisesse seguir dirigindo legalmente por aí.

Na realidade, apenas o de vista me deixava um pouco cabrero. Já faz um bom tempo que não renovo a receita dos meus óculos, e no momento que fui chamado, um frio na barriga apareceu. Mesmo com certa dificuldade, acertei todas as letrinhas e luzes que apareceram. Sobre o psicotécnico, já sabia por outras oportunidades, que para pessoas QUASE normais, a maior complicação dele consistia em não rasurar os tantos cabeçalhos repetitivos. Dados alguns comportamentos doentios observados por aqui, creio que o referido exame seja um verdadeiro desafio para não poucos participantes deste fórum.

Recentemente, um "alguém das antigas" usou o espaço de comentários do relato de um confrade para, PASMEM, criticar o tempo e o valor gasto por ele (que não fora pouco) no TD. Obviamente utilizou-se de um boneco para tal, mostrando toda uma faceta infantil e covarde. Se isso não é sinal evidente de psicopatia, não sei mais o que é. Ainda dentro do psicotécnico, presenciei um sujeito de comportamento suspeito na sala de aplicação, encarando aquilo como competição. Vaidoso, carente e ególatra, tentava resolver os exercícios com a maior rapidez possível, no intuito de bisbilhotar em sua volta se alguém havia finalizado antes dele. Segurei-me para não gargalhar assistindo àquele número tão boçal. De tão afobado, trocou a ordem das folhas na resolução, passando maior vergonha quando a examinadora expôs o seu erro no momento do recolhimento. Apesar de prejudicar sua pontuação, não foi suficiente para reprová-lo. O problema do "camarada" parecia ser muito mais de estima, do que propriamente de capacidade cognitiva. Nessa hora, "não sei por que" acabei lembrando do "mais novo" forista das 4 fases, fã incondicional do Histórico mais Top que passou por essas bandas. Eu poderia citar mais alguns exemplos, mas além de alongar ainda mais esse relato, seria arriscado a carapuça servir até pra quem não deve.




Tudo que eu penso é liberdade.


Cheguei ao final de junho muito aquém das metas financeiras estabelecidas. Na venda de balões e churros, nos serviços de carpinteiro e fígaro... em nenhum deles cheguei perto de juntar a grana pra pagar o velho pançudo. E já que nem só de pagar contas vive o homem, precisei penhorar a espingarda para uma última foda no fatídico mês. Sabendo que, a depender da escolha, a quantidade de bens penhorados variaria, pensei na relação custo x benefício e optei pela tão bem recomendada e acessível Isis Borboleta.

Com dez dias de antecedência, já tendo um compromisso cultural marcado para a última sexta (28/06), aproveitei a oportunidade e agendei com ela para horas antes do evento. Na marcação, a garota foi fofa, cordial e bem humorada. Acertadas as arestas, combinamos de mandar mensagens de confirmação no dia anterior e na manhã da data em questão, o que aconteceu com bastante leveza e naturalidade. A semana desta vez pareceu se arrastar, tudo culpa desse meu coração selvagem que tem essa pressa de viver.

Culminou do enrosco ocorrer justamente no mesmo dia da renovação da CNH. Após uma manhã inteira afanada em todos os sentidos pelas obrigações, almocei, relaxei um pouco e me preparei para encarar os trilhos até sua alcova na AA37. Desembarquei na estação Cinelândia com bons minutos de antecedência, o que me permitiu cumprir o ritual de admirar as fachadas e a movimentação das pessoas na calçada do Bar do Zezé. Pontualmente recebo a liberação para subir e vou ao seu encontro. O porteiro nem pergunta nada, pelo sorriso já sabia do doce caminho a ser percorrido.




Como sempre um tanto perdido, passo batido pela porta correta antes de enxergar. Não é fácil para um nanico de olhos cansados visualizar as numerações. Contudo, ouvi dizer que quanto maior um homem é, mais burro e mau caráter ele tende a ser. Dou duas batidas na madeira, e a graciosa moça já vem me recebendo com gostosos beijos de boas-vindas. Sorridente, fez as honras da espaçosa casa vestindo um robe preto e lingeries da mesma cor. Apresento-me, pois estava nítido que a gata achava se tratar de um pequeno safado que esteve por lá outrora. Ela, um tanto incrédula ri da situação, mas resolve me dar um voto de confiança, pedindo-me para sentir-se em casa. Antes de nos atracarmos, pago com gosto o seu honorário, entrego um mimo, pego a toalha ensacada oferecida e dirijo-me ao banheiro para realizar a higiene.

Limpo, volto ao quarto e a donzela não demora a entregar mais beijos, logo assim que me vê. Na sequência, quando o enrosco passa para a horizontal, a moça pede auxílio para se despir, e assim o faço. Tendo tudo aquilo à disposição, passeio minha boca por boa parte do corpo de Isis, conhecendo os locais que mais a excitam, ainda sem pousar na parte principal de seu jardim. Beijocas pelo pescoço, ombros, braços, seios, costelas e barriga, até ouvir sua voz me mandando tirar a cueca, pois queria cair de boca no meu humilde pau. Porém, com a potente ereção que eu estava, somada à fama do seu flauteado, achei melhor não arriscar terminar a brincadeira cedo e mantive-me vestido. Claro, que antes de recusar seu desejo, gentilmente dignei-me a respondê-la, explicando o porquê de não aceitar o boquete naquele momento. A gata entendeu, e reagiu perguntando como eu queria que as coisas continuassem. Respondi primeiro lhe beijando boca, para só depois manifestar a vontade de aplicar um oral.

A borboleta de Isis é pequenina e totalmente lisa. Iniciei os trabalhos nela e não observei grandes respostas aos estímulos tentados. Percebendo isto, a pedi para me dizer o jeito que ela gostava, mas obtive a confissão de que era melhor não dedicar muito tempo naquela prática, pois como já havia gozado naquele dia, não tinha como garantir que "chegaria lá" de novo. Confesso que aquilo me frustrou um pouco, mesmo entendendo o argumento e a preocupação dela quanto aos minutos, sendo determinante para o fim do oral. Após isso, sentindo-me "menos rígido", achei oportuno tirar a veste e deixar ela me mamar, buscando um novo ânimo para o garoto.





A gata prendeu o cabelo e me olhou de um jeito lascivo para iniciar o boquete. Não sei se a minha recusa anterior, junto à última situação descrita, deixaram as coisas meio tensas entre nós. O fato é, que no início da sua técnica, pude sentir um pouquinho de dente resvalando, causando-me estranheza. Todavia, sem precisar de um toque, não demorou para engrenar e transformar aquela prática num oral da melhor qualidade. Com saliva abundante, Isis descia até o final da rola e voltava linguando a cabeça, imprimindo movimentos rápidos e de boa pressão na felação. Correndo grande perigo com aquela chupetinha bem ajustada, implorei pela camisinha pra não fazer besteira.

Equipamento posto, a safada logo se insinua para montar na cavalgada, mas recuo e proponho penetrá-la na beirada da cama, sabendo que aquilo prolongaria o coito. Posicionada do jeito que eu quis e com a xereca molhadinha pela frente, o humilde não teve maiores dificuldades para encaixar bonito em Isis. Era possível ouvir aquele barulhinho gostoso dos sexos em atrito a cada estocada. Depois de algum tempo meio tortos, nos ajeitamos e subimos para o topo do colchão no ppmm. Posição que, além de proporcionar um maior conforto aos dois, facilitou que o enrosco prosseguisse regado a muitos beijos. E como gosta de beijar essa menina! Se deixar, beija no ato quase todo. Continuamos agarrados, metendo, beijando e proferindo palavras elogiosas e sacanas, até que ouço a gostosa pedir que eu a devorasse na posição D4, assumindo ser a que mais gosta.

Cheio de tesão, não encontrei dificuldade para manter o pique e acoplei na safada em sua posição favorita. Bombada no jeito e intensidade que queria, Isis esticava o braço direito por debaixo do seu corpo e alisava minhas bolas enquanto era penetrada. Um prazer incomum me invadia, e as pernas começavam a tremer de cansaço na tentativa de corresponder seus anseios. Não satisfeita em manipular meu saco, a devassa guiou meu dedo até a porta do seu cuzinho, ordenando que estimulasse a região enquanto levava vara. A partir dali, a coisa esquentou. Surgiram gemidos diferentes naquela cama, não sendo mais possível segurar o gozo. Com a camisinha mais lotada de herdeiros que a Cidade do México, caí jogado sobre o seu corpo, sem vontade alguma de sair dali. Somente a necessidade de limpeza me fez tirar o vulgar daquele casulo.







Feita a assepsia, deitamos na cama abraçados para recompor as forças e conversar um pouco. Comentei com a dama que não levava tanta fé que funcionaria novamente, mas ela garantiu que ressuscitaria o defunto. Não mentiu. Aliando beijos que começavam na boca e terminavam pelo peitoral, não tardou pra me deixar em ponto de bala novamente. Pica novamente encapada, Isis aceita de bom grado a sentada que mais cedo fora negada. Montada no meu colo impondo uma cavalgada quente e com gosto, mandou a minha resistência pro espaço em pouquíssimo tempo. Aviso que vou gozar e a safada faz questão de inclinar o corpo pra frente e me beijar no momento do clímax. Seus lábios tocam meu pescoço, ombros e orelhas, até que explodo pela segunda vez na noite. Não satisfeita, fica rebolando no meu colo por maravilhosos segundos, antes de me libertar daquela deliciosa prisão.

Volto ao banheiro para a última ducha, e no retorno ao quarto ficamos num agradável lero, enquanto me arrumo pra partir. Na despedida, mais beijos, um grande abraço e sinceros agradecimentos.

Foi libertador estar com você, Isis. Assim como na canção "Proteção Às Borboletas", do grande Benito de Paula, saí do seu ap voando com a paz de uma criança. Seu serviço é ótimo e sua companhia é fora de série. Valeu demais penhorar minha espingarda pra te ver.

Agradeço a todos que chegaram até aqui e, antes de me despedir, deixo links com músicas de bandas que sempre conversaram muito comigo. A princípio pode parecer meio "nada a ver" com o TD, mas a quem interessar, sinta-se seguro para clicar e curtir. Seus títulos e versos são meros detalhes para um alienado.

música 1

música 2



Até a próxima, abraço!


São todas assim: começam ficando com o chapéu e acabam ficando com a carteira!

Brand, pica_pau, Mr69, Pirubaby, Julio Cesar 34, Sueco, pauloeduardo, Conde Da Valáquia, Dan Spock, Yami Mysterio, Detonador, Jucabar, Mítico, predador69, PauloCesar, Marcinho, Ikki RJ, Oscar, The Shy, Nomade, Papai Noel, Arch Enemy, ronondex, Brutus, Malvadão Carioca, Fatblack, Isis Borboleta, Mr. Nobody, Y@N, Digboy, Grande Lebowski, LP come queto, Não é o Antony, Tyrion, curtiram esse TD.
LIS MULATA - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99018-7047
LIS MULATA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$130.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM DISSE QUE FAZ R$0.00 SIM

01 de Junho de 2024 às 23:06


LIS MULATA - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=6854

VENDENDO GARRAFAS VAZIAS NA VENDA DA ESQUINA


A ocasião faz o ladrão. Não estava nos meus planos mais um enrosco dentro desse último mês, que para mim pareceu ser o mais novo Agosto. Vagaroso, desconfiei que acordaríamos hoje descobrindo que Maio agora tem 32 dias. O bug da década.

Observava Lis há um tempo, lia os relatos dos confrades e seu nome subia a cada dia na lista deste pobre, infeliz e devedor de 14 meses de aluguel. A exibição do seu rosto nos últimos dias catapultou sua condição e o aviso de encerramento da promoção praticamente convocou-me aos seus aposentos.

É difícil, independente do mês, ter um qualquer no bolso pra gastar na putaria em pleno dia 28. Não vou pedir perdão pelo trocadilho. Sou fã confesso deles. Nessa altura do campeonato, nem mais Lis disponível eu tinha pra pegar essa mulata. O jeito foi vender garrafas vazias na venda da esquina pra conseguir juntar a importância.

Enviei mensagem no WhatsApp dela na segunda, perguntando sobre a sua disponibilidade dentro da semana, e por sorte consegui um horário no dia seguinte. Ela usa mensagens automáticas pra responder a primeira abordagem, mas não demorou a preencher o questionário assim que tomou a frente do celular. Confirmados o preço, tempo e local da sacanagem, restava aguardar o momento.







Seu território sexual atual localiza-se na RB156, Edifício Central que é apelidado por vós de Matrix. Estreante, agora sei o porquê da alcunha. Feito o caminho pela estrada de ferro, cheguei inclusive adiantado ao seu endereço. No aludido dia, não foi preciso identificação e tão pouco cadastro. Já iniciara bem o tour pelo prédio. O elevador estava vazio e subiu com uma velocidade impressionante, praticamente um trem bala vertical. Recebo o número do seu apartamento, toco a campainha e sou recebido por uma das outras meninas do local, dizendo que a Lis já vem me atender. A garota direciona-me à uma das clausuras do recinto, até que sou surpreendido com a porta se abrindo e revelando uma mulata mais do que bonita, bem feita e formosa.


Lis é um altar que converte qualquer ateu, agnóstico ou pessoa descrente. A mais bela foto tirada, o melhor ensaio, não chega perto de exprimir sua divindade presencial. De jaleco semiaberto, tranças amarradas e um sorriso no rosto, recebeu-me com um beijo na bochecha e fez as honras da casa, realizando as perguntas protocolares sobre água e banho, no qual ambos foram aceitos. Tudo bem limpo e organizado, a toalha é ensacada, tem sandálias à disposição, possui sabonete líquido e há todo o cuidado com a privacidade do cliente no caminho entre os cômodos.



Asseado, retornei ao quarto acompanhado da moça, que na sequência me deixou só, a fim de se preparar no "dormitório" ao lado. Passados alguns minutos, retornou e já veio se inclinando pra me entregar maravilhosos beijos de língua. Donzela apressada, não havia nem dado tempo ainda pra desligar o celular e ficar longe por um tempo das ligações dos credores. Percebendo que já havia "me dado bem", pedi licença para tal coisa, como também para entregar seu cachê, explicando que era necessário, pois devia vários meses de aluguel e o toque do aparelho poderia atrapalhar a gente.

— Ah, seu caloteiro! Eu não ia te cobrar o programa adiantado não, mas acho melhor me pagar agora mesmo! Safado! — Lis pronunciou aos risos e ali já estabelecemos um clima pra lá de descontraído.

Com a grana da venda das garrafas vazias na mão, a dama insistiu dizendo que não era preciso, mas fiz questão de entregá-la, ainda que ela argumentasse que era besteira da minha parte e brincadeira da dela. Ultimamente tenho preferido assim. Lis finalmente se libertou do jaleco e também da parte de cima da lingerie preta que usava. Seios médios e firmes, com auréolas que aguçam a vontade de chupar, cabendo na boca com perfeição. Fogosa, pareceu querer me nocautear no soar do sino.

Lis não sabia quem eu era, mas dado o seu primeiro ataque, manipulando e lambendo meus mamilos, desconfiei que ela havia lido o meu último relato. Acoado, comecei a xingá-la com esses palavrões que as vezes proferimos na cama, e ela, entrando no jogo e xingando de volta, revelou sentir tesão e curtir aquilo. Na sequência recebi sinal verde para, além de xingar, desferir tapas e apertões naquele corpo que é quase um templo.

Virei o jogo e passei a me fartar de mamar naqueles peitos. Gemidos e palavrões eram proferidos a quem quisesse ouvir. Lis se entregou àquilo roçando suas coxas nas minhas, apertando minhas costas e devolvendo os tapas que recebia. Guiei minha boca e nariz por pescoço, sovaco, orelhas, braços e barriga da safada, que fechava os olhos e mordia o beiço como se sentisse tesão com aquele passear. Foi então que, vivo na beleza quente da Mulata, tirei a última parte da lingerie e passei a contemplar e degustar sua Flor de Lis.



Uma flor formosa, cheirosa e vaidosa, pra não dizer impecável. Grelinho saltitante e alguns pelos em volta bem aparados; uma xereca que te faz perder a noção do tempo enquanto a observa e a prova. Trabalhei a língua e Lis não demorou a entrar em processo de derretimento na minha boca.

"Que língua desgraçada de gostosa!";
"Vai, caralho! Continua!"
"Puta que pariu, seu filho da puta! Não pare!";
"Cachorro, safado! Você tem que vir aqui todo dia pra me chupar assim." — eram algumas das frases ditas por ela.

A gostosa remexia o quadril e buscava algo que se agarrasse em meio àquele oral. Senti sua voz embargando como quem estava prestes a chorar, o ventre dilatando e a respiração cada vez mais ofegante. Eu não estava ali pra desobecer e continuei minha função até ter a boca inundada pelo seu gozo. Recebo alguns elogios que afagam a alma do iludido forista, e logo voltamos aos beijos que novamente destaco como maravilhosos.

Após, tenho a cueca arrancada e uma garganta profunda é iniciada. Prendo sua cabeça e faço sua boca de xota no movimento de vai e vem. Recebo breves linguadas nas laterais do membro, acarretando choques leves na região, o que me faz pressentir o perigo e o caos de gozar naquela boca precocemente. Sugiro que a safada vista meu cacete com a "camisinha de retardado" - como ela bem classificou - e é hora do combate mais intenso.

Deitado na cama, observei a devassa se posicionar na cavalgada invertida, forneando o vulgar na fogueira que tem entre as pernas. Quente, caso não existisse a química no apetrecho, duvido que eu suportaria três sentadas da bandida. Aquele traseiro voluptuoso, subindo e descendo com aquela marquinha de biquini, nos chama a um verdadeiro desafio. Lis quicava e pedia mais e mais tapas. Aguentei com estoicismo por quase um minuto, que mais pareceu uma eternidade. Peço pra lamber o cu dela num misto de prazer e sobrevivência, e a vadia não se fez de difícil. Apontou o traseiro, sentou na minha cara e aproveitou pra descer num 69 que não durou muito, pois logo rechacei. Queria linguar aquele cu numa posição mais confortável e assim o fiz. Apliquei um beijo grego com ela de 4 até sentir vontade de possuí-la novamente.



O ato seguiu e alternamos várias posições. Comi Lis no ppmm, de lado, frango assado, quatro e até uma posição que eu desconhecia... Em todas elas rolavam tapas, "ofensas" e pedidos por mais, sem faltar risadas e disposição de ambas as partes. Julgando que o relato já está longo, não me estenderei detalhando cada parte, a fim de não deixá-lo quilométrico e ainda mais tedioso. Em suma, o que posso dizer é que nunca havia feito um sexo tão duradouro, e o principal, sem deixar de ser prazeroso, como foi com a Lis. A pica não desceu nem nos inúmeros momentos de descontração e piadas feitas durante as mudanças de posição ou recuperação de fôlego. Transamos rindo, rolavam provocações mútuas e também era nítida a vontade entre a gente de satisfazer o parceiro.

Aproximando-se o fim do tempo contratado, notando a minha dificuldade de finalizar, sugeri fazê-la gozar de novo no oral, mas ela preferiu não deixar acontecer. Admitiu que isso poderia "acabar" com a noite e o dia seguinte dela e a contra gosto precisei cessar o que havia começado. Nisto, começamos a pensar em conjunto numa maneira de me fazer jogar o leite fora. Como não sou adepto da prática de gozar na punheta, perguntei-a se havia restrição de lugar, tendo como resposta a seguinte: "Só não goza no meu olho, porra Kkk!". Agora mais ciente, pedi pra despejar o elixir da vida na sua boquinha, iniciando uma bronha com o pau já bem próximo dela.

Seu lábio macio as vezes vinha de encontro e auxiliava na técnica. Quando sinto o gozo chegando, Lis prontamente abre a mandíbula pra receber tudo, não deixando uma gota sequer cair no colchão. Tiro meu pênis praticamente limpo de dentro daquela urna e assisto ela produzir uma espécie de bochecho com meus herdeiros. Termina mostrando todo o conteúdo a mim e conferindo a quantidade no reflexo do espelho ao lado da cama, antes de ir descartar.

Extasiado, limpo qualquer resquício possível com lenço umedecido e inicio os preparativos para a hora mais triste do enrosco. Lis volta do descarte e pergunta o porquê de tanta pressa enquanto eu me arrumava. Encontrando abertura após ela ter confidenciado que aquele seria seu último programa no dia, emendamos um papo bacana (sem abusar do tempo), que com certeza não terminou ali.

Prestes a sair, ofereceu-me um golinho de café que, sem necessidade alguma de acompanhamento, foi aceito. Há quem goste dele com bolo, mas meu paladar sempre teve predileção pelo acre. Ex diabético, além de me fazer mal, muito açúcar me enjoa. Fora que bolo de GP é outra coisa que não me agrada. Por fim, aproveito pra manifestar meu desejo de levá-la pra casa e comê-la todos os dias, antes de mais beijos e amassos na saída.

Já escureceu e parece que todos os labutadores do prédio combinaram de sair no mesmo horário. A espera pelo elevador foi leve, graças ao que havia acontecido há pouco. Passados alguns minutos, tomo o meu espaço no elevador, desço os andares do portentoso edifício e ganho as ruas do centro até a estação mais próxima. Impactado, volto pra casa com a certeza que a venda das garrafas vazias havia me proporcionado um negócião.

Obrigado pelo atendimento singular, Lis. Espero não precisar empenhar minha espingarda pra te ver outra vez.
Obrigado aos confrades e damas que leram até aqui mais um alongado relato, que inclusive marca a inauguração de um selo.


Até a próxima, abraço!


“Posso não ter um centavo no bolso, mas tenho um sorriso no rosto e isso vale mais que todo dinheiro do mundo.”

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27 de Maio de 2024 às 16:05


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O BILHETE DE LOTERIA II.



Alice: Quanto tempo (D)ura(nt) o eterno?
Madruguinha: As vezes apenas um segundo.







TD realizado na última sexta (24/05), referente ao Sorteio do 6° Encontro Oficial do GP Arena.

Aos suplentes, as minhas desculpas pela demora em receber o prêmio e relatá-lo, no que talvez possa ter contribuído para que criassem alguma expectativa. Contrariando o personagem do meu nickname, tenho trabalhado muito e infelizmente não é tão fácil "cair" pro Centro. Ainda não faço o que gosto, mas faço o que tenho que fazer. Diferentemente da minha parceira de enrosco, não são todos os que conseguem aliar ofício e prazer. Eu chego lá.

Assim que visualizei meu nome no referido sorteio, planejei enviar MP para a Alice no primeiro dia útil, respeitando seu momento de lazer e descanso. Eu já conhecia a senhorita de vista graças aos dois últimos encontros oficiais realizados, nos quais demonstrou ser uma das meninas mais simpáticas do circuito. Sorridente, nas duas oportunidades foi até à mesa que eu dividia com queridos confrades, trocando cumprimentos um a um. A simpatia se estende também no virtual, onde sua ótima vontade de fazer acontecer, permitiu que eu encontrasse o melhor dia e horário possíveis nas nossas agendas.

Semana mais estressante do que o normal. Durante ela, por duas vezes contactei a moça confirmando o compromisso, onde sua receptividade em nenhum momento me fez pensar que ela pudesse ser confeiteira. No dia, ainda que o local dela seja um pouco mais distante, mantive o ritual de passar um tempo antes no Bar do Zezé, batendo um ótimo papo com o confrade Oscar, The Shy. Abstêmio, água e Coca "equilibraram" minhas funções renais até receber o OK da moça e rumar para a sua alcova.







As ruas da Cinelândia e da Carioca são uma mistura de manifestação política e pagode. Chego ao prédio com uma barra de chocolate na mão e sem nenhuma dificuldade na portaria, subo. Saio do elevador mais cego do que tonto, procurando pelo número de uma sala na qual duas vezes passei em frente sem encontrar. Situado, toco a campainha e sou recebido com um selinho, um abraço e um sorriso. Cheirosa, Alice veste uma lingerie vermelha de peça única que a deixa bem sexy. Entrego o mimo, sou convidado a percorrer sua grande sala, mas bastante apertado, peço licença para também conhecer o banheiro, a fim de fazer o hoje chamado de "número 1".

Quando retorno, trocamos algumas palavras sobre como havia sido o nosso dia. Enquanto tiro algumas das roupas ela vai se acomodando no leito. Antes de começar o enrosco, pergunto se existe alguma coisa que ela não gosta no sexo. Alice responde de forma objetiva e bem humorada dizendo: "Eu não dou o cu!". Dou risada junto e confesso que já sabia desse detalhe. Em seguida, peço que ela faça a inspeção sobre a minha higiene, e após aprovação, nossos corpos começam a tentar ocupar o mesmo espaço.

Antes de estar com Durant, lendo os relatos, a coisa que mais chamava atenção neles eram os elogios quanto aos seus beijos. Fiel ao escrito, Alice me agarra e me entrega um beijo que costumo classificar de "fudeu". Põe a língua pra jogo, comprime, morde, suga e deixa ser sugada. Pra agravar a situação, gosta de namorar coladinho; abraçando, apertando e sarrando. Meu tesão vai nas alturas, e quando é assim, sei que preciso dosar as atitudes para que aquilo dure mais tempo. Brinco com ela dizendo que era bom que ela não se importava de beijar alguém que beija de olhos abertos, e ela responde dizendo que tava sabendo somente agora, pois não tinha como saber antes, já que beija de olhos fechados. A partir daí, pra provocar, passou a abrir os olhos algumas vezes no desenrolar do enrosco, atitude essa que curti bastante rs.

Após um papo que serviu para, além de nos conhecermos melhor, amenizar a situação de rigidez que meu pau se encontrava, Alice tirou a parte de cima da peça, deixando os peitinhos e barriga à disposição. Lambi, chupei e beijei a dama por completo da cintura pra cima, obtendo como reação o roçar das coxas dela na minha piroca. Terminei de me despir e preparei seu psicológico para enfrentar um alguém que não sente tanto conforto no oral, até que veio me chupar. Desceu até o fim do pau, babou gostosinho e enxugou, dando atenção também à cabeça enquanto fazia cara de safada. Um bom e perigoso oral em quem já estava desde o primeiro beijo na dama querendo trepar. Pedi clemência e trocamos os papéis. Quando livrou-se da parte que faltava da lingerie, revelou uma bucetinha lisa, de grelinho diminuto e super bem cuidada.







Trabalhei o oral nela já imaginando como seria penetrá-la. Beijei a parte interna das coxas, virilha e xota antes de intensificar as chupadas. Atuando por bons minutos, observei a umidade da área aumentar junto a alguns estímulos dela nos seios, mas percebi que não cheguei nem perto de fazê-la chegar lá. Achei melhor vestir a proteção e finalmente entrar em Alice. Começamos no ppmm colados e aos beijos, e por um triz não fervi rápido. Sugeri que viesse na cavalgada lenta, posição que conferiu-me uma noção maior ainda do aperto daquela buceta. Em cada mudança de ritmo ou posição, perguntávamos mutuamente se estava legal daquele jeito e isso me trazia abertura pra mudar ou melhorar as coisas. Externei que a sentada tava uma delícia, comentei que nessas horas sou eu quem fecho os olhos na tentativa de durar mais, porém, do jeito que estava, nem assim adiantaria. Era preciso que ela descesse com urgência para que eu não gozasse já. Foi quando tive a ideia de comer ela no frango assado, na beira da cama, com os nossos lábios dessa vez mais longe. Aguardente Pirassununga 51.

O encaixe foi perfeito e o pau deslizou com destreza. Bombei ouvindo pedidos de mais força e mais profundidade. Vez ou outra criava coragem pra subir e beijá-la, mas logo voltava pra concentrar as forças na estocada. Ergui as pernas dela em meus ombros, empurrei elas mais para trás, e ali não restava mais dúvidas que meu pau estava indo no mais fundo possível daquela xota. Prazeroso, fiquei comendo Durant nessa posição até faltar ar nos pulmões e resistência nas panturrilhas. Desacoplei, ficamos abraçados por um tempo e a pica não desceu (nem podia).

Com ambos querendo mais, ficamos nos acariciando até que Alice brinca de beijar e manipular meus mamilos, me deixando louco de vontade de possuí-la de novo. Rendido àquela sedução, assenti quando perguntado se dessa vez não se importararia de gozar. Alice apelou. Subiu na pica praticando a mesma sentada de antes, mas dessa vez inclinava-se pra me beijar. Eu já sabia que aquilo "não prestaria". Aviso que estou em via de gozar, e ela estratégicamente começa a beijar meu pescoço e chupar minhas orelhas, proporcionando-me um orgasmo que jamais será esquecido. Esporrei meu leite quente dentro daquela xereca numa quantidade absurda, ganhando mais alguns beijos antes da sua descida. Teço alguns elogios ao momento e à moça, até que rumo ao banheiro para fazer a higiene.

Na volta ainda nos restava algum tempo, mas dada a quantidade de porra extraída e também a satisfação alcançada, sabia que não seria hábil e optei por ficar conversando mais um pouco com ela. Despedimo-nos com três beijos e rua.







Alice é um doce de menina. Companhia agradabilíssima, engraçada, safada e uma confessa amante de sexo. Beijos realmente gostosos e entrega exemplar; sobretudo uma grande profissional.

Obrigado pelo momento, Alice. Obrigado à organização do Encontro e do Sorteio. Graças também aos que leram até aqui.

Um abraço e até a próxima!



Sou um homem de muita barriga, Senhor Sorte.

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11 de Maio de 2024 às 15:05


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UMA AJUDA PARA A CRUZ VERMELHA.


Algumas vezes na vida desejei morrer, embora na maior parte delas, não era tristeza o que eu sentia.

Não sinto conforto na felicidade. Mesmo tão efêmero, no pouco que que me acerta, traz considerável incômodo. Para mim, estar feliz é perigoso. É sinônimo de desproteção.

Ontem mesmo, tomado por esse estranho sentimento, quase causei dois acidentes dirigindo pelas ruas do meu bairro. É uma roupa que não me serve, é um evento que não me pertence. Não sei lidar, não faz meu tipo. Sei que tem fim e não me empolgo. No outro dia a conta chega e o valor é pesado demais pra pagar.

Não obstante, carrego a inquietação que reside em todo peito mortal, buscando-a quando se aparta por muito tempo. Contradição? Hipocrisia? Certo que os dois. Pergunto-me: Se os dias de chuva fossem maioria, reclamaríamos também dos dias de sol?

Estava em estado de euforia quando procurei por Gabi. Minha terapeuta me disse, que apesar da idade, ainda sou um garoto na matéria do viver. Sendo sincero, não tenho como discordar. Com a patologia da ansiedade, minha mente jamais descansa. Mesmo com todos os ventos a favor, nunca acho que vou me dar bem. Trem, metrô, Álvaro Alvim.






Gabi Torres é uma menina que sempre quis conhecer. Seus anúncios, e principalmente os relatos dos seus atendimentos, aumentaram dia a dia o meu interesse. Em outros eventos do Arena, até a procurei no meu discreto modus operandi, mas se a vi, não sabia se tratar dela. Entretanto, dois dias antes do enrosco, logo que terminada a minha desbravada na 13M33 QUEM DESCOBRIU A AMÉRICA? , papeando com os confrades Papai Noel e Piróquio no Zezé, Gabi apareceu de modo civil na rua e me encantei antecipadamente. "Na minha", cochichei baixo com o Bom Velhinho perguntando quem era, e tive confirmado o nome da gata. Mantive distância e optei por não falar com ela, temendo que a mesma desistisse do que estava marcado após me ver rs.

Uma mulata imponente. Corpo de passista, pele impecável, óculos trazendo todo um charme ao rosto e um sotaque gracioso. Despedi-me de quem estava na mesa, peguei os trilhos e parti. Passei a viagem toda indagando-me como seria capaz de dar conta de tudo aquilo.







O agendamento foi o mais rápido e sereno que já tive em toda a minha vida. Tal fato não deixou passarinho nenhum aninhar pensamentos de que eu precisava deixar algum plano B arquitetado, mesmo para um ansioso e pessimista assumido. No bar do Zezé, mais uma vez batendo um bom papo com o confrade do gorro vermelho, recebi o número do AP e constatei que já tinha um histórico ali. Elevador e porta abertos, fico de frente com Gabi pela primeira vez.

O maravilhoso exemplar de fêmea me recepciona friamente. Não houve selinho, abraço e nem nada do tipo. Meio sem jeito entrego as trufas que levei e sou convidado a entrar e ficar à vontade. Não faz muito tempo que um confrade, na liberdade que ele presumia ter, avaliou um atendimento com base em números, que pasmem(!), apesar de beirar a nota máxima, gerou revolta. Não vou fazer isso, mesmo crendo que Gabi seria inteligente o bastante pra respeitar e entender, caso o fizesse. Não busco a perfeição em ninguém, até porque seria o exercício mais idiota do mundo se alguém buscasse o mínimo de bom em mim. Foi só um detalhe. Meus relatos são assim, e até por isso, pecam na extensão. A valia: o enrosco.

No quarto, toda frieza caiu por terra. Entreguei o cachê e recebi as perguntas protocolares sobre água e banho, os quais recusei frisando que ela podia inspecionar minha higiene antes de qualquer coisa. Acho que o perfume que eu usava ajudou a beldade a confiar na minha palavra, pois logo assemelhou-se a uma pantera no cio, puxando-me para os beijos ainda de pé e antes que eu ensaiasse tirar qualquer peça de roupa.

Lábios macios. O beijo encaixa e a entrega é notória já nos primeiros segundos do pega. A partir dali, qualquer problema na mente esvaiu-se com passagem somente de ida. Deitamos, ela se despiu totalmente e eu quase. Aconchegados no leito, era a chance de passear por todas aquelas curvas e provar cada centímetro de sua pele sedosa, hidratada, cheirosa. Tudo em Gabi é belo, e a beleza, assim como a felicidade, me "assusta". Acho que uma baba escorreu da minha boca enquanto a admirava e esquecia que estava ali pra transar, e não pra ficar como estátua petrificada à sua frente. Quente e de iniciativa, percebeu a minha inércia e pôs os formosos seios na minha boca, como quem diz: "Não se emocione com o que vê, apenas tente suportar o que faço!".

Mamei Gabi com apetite. Seios, pescoço, braços, pernas, costas e xota participaram da minha fome. Em cada diferente pedaço de derme, ouvia a gostosa reagir em gemidos que poderiam tranquilamente integrar minha playlist preferida. Com ela de olhos fechados e masturbando um de seus biquinhos, concentrei maior atenção no prato principal. O quadril inquieto e o abdômen inflando; gemidos mais alto e frequentes, junto às confissões e pedidos, davam o mapa da mina para a chegada do orgasmo.

Gabi enlouqueceu e eu temi. De óculos e entre suas pernas, não sei se o engenheiro sabia que o tal produto passaria por esse tipo de teste de qualidade. Senti Gabi apertar minha cabeça no sufoco mais gostoso da minha vida e o gozo veio acompanhado de uma tremida. Apresentou um sorriso de satisfação que já fez valer o ingresso, mas era só o início.







Esperei sua rápida reabilitação e tirei a roupa que faltava. Gabi se ajoelhou e encheu a mão no modesto, fazendo um mix de punheta com boquete. Como não gozei, não sei! A mesma boca macia de beijar, aplica um flauteado impecável. Ao mesmo tempo que nao há dentes nele, não há "respeito". A safada brinca com a rola na boca, como quem não precisa de instruções. "Ela sabe o que está fazendo" pensava eu, até implorar pelo látex e evitar uma queimada.

O ato se inicia com ela na cavalgada. A umidade da buceta facilita as coisas e logo estou sendo macetado pelas sentadas de Gabi. Algo mítico conspirando a meu favor pra que eu tome gosto pela felicidade passa a ser única explicação plausível pra conseguir suportar aquilo tudo. O ritmo forte e intenso dela quicando na jeba e sentindo prazer, elevavam a minha abalada autoestima. Auxilei bombando de baixo pra cima, até tentarmos uma nova posição. De ladinho, metendo e beijando as costas dela, minha perna cansou rápido. Peço-lhe pra ficar de quatro, posiciono-me ao lado da cama e ganho a visão de toda aquela abundância. Já sabendo da sua disposição, penetrei Gabi sem meandros. Empurrando a vara nela com constância, a temperatura da moça sobe quando os primeiros tapas na bunda são desferidos. O tom e a frequência dos gemidos, já meio familiares, anunciam a chegada de mais um clímax, bem no momento que levava rola e disputava comigo o massagear do grelinho. Não tendo porquê segurar mais, larguei o freio e gozei no mesmo instante que ela. Só de escrever isso, meu pau endurece embaixo do teclado.

Olhamos o relógio e ainda tínhamos metade do programa pela frente. Faço a limpeza no membro e me deito ao seu lado, onde conversamos sobre variados assuntos. Ali comprovei minhas primeiras impressões. Gabi não tem apenas forma, mas também conteúdo de sobra. Disposição? Idem!

— Você não quer transar mais? Temos maior tempão. Vamos dar a segunda... — provocou
— Sou de aço não, Gabi. Acho que não vai mais não, tô mortinho. — falei
— Se não tentar, não vai saber. — insistiu
— Ah, sei lá.. — e antes que eu pudesse completar meu raciocínio, a gostosa já tinha passado a guarda me beijando e sarrando as coxas no meu pau.
— Você é foda! — exaltei
— Só aproveita. — respondeu

A tática funcionou. Percebendo a minha fraqueza aos seus encantos, desceu beijando pescoço, braços, mamilos... até estacionar a boca no agora novamente acordado, madruguinha. Fazia mais uma sessão bem feita de oral, quando me cedeu a vez, após ouvir meu pedido.

Posicionou-se na posição de frango assado, onde depois de alguns minutos recebendo chupadas, linguadas e beijos na xota, relaxou o quadril, desceu mais as pernas e rendeu-se. Gemendo do jeito peculiar, tremeu-se toda e gozou gostoso mais uma vez. Inocente, fiz menção de secar sua vulva, mas fui coagido a outra coisa:

— Agora não é hora de você continuar aí. — falou.
— Não? — respondi a pergunta com outra pergunta.
— Entra dentro de mim, me come! — ordenou.







Fez parecer que a cliente era ela, e o garoto de programa era eu. Nisto meu tesão foi nas alturas de novo e eu não enxerguei outra alternativa, senão a de obedecer àquela tirania toda. "Madeirei" Gabi no ppmm, que surpreendentemente alcançou mais um orgasmo e encharcou minha pelvis. Observando que ela ficara toda molinha, tiro a pica de dentro e saio de cima. Ela me pergunta se gozei e eu respondo negativamente.

Como ótima profissional que é, olha o tempo e diz que era possível tentar, pois ainda nos restavam dez minutos. Mais do que satisfeito, falo que não era preciso e esboço um sorriso sincero. "Atropelado" no melhor sentido, elogio o serviço, agradeço por tudo, me arrumo para o 6° Encontro Oficial do GPArena que já começara e despeço-me com um "até mais!".

Feliz, volto ao mais famoso bar da Álvaro Alvim e percebo as pernas vacilarem quando desço o meio fio. Mesmo desacostumado com esse sentimento, não quero morrer. Eu me adapto, fico confortável e aceito o que vier.

Respeite o meu desejo e não venhas antes do tempo, Dona Morte. Eu já não quero mais ir. Talvez permito que você me busque, após provar outra vez de Gabi.



"Somente um idiota responde uma pergunta com outra pergunta."

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08 de Maio de 2024 às 15:05




QUEM DESCOBRIU A AMÉRICA?


Abundância e escassez; oferta e procura; variáveis preponderantes para ditar os rumos de uma economia, não podendo ser diferente no mercado das profissionais do sexo. Cada vez mais volátil, acessível, dinâmico, uma decisão errada pode muito bem deixar um confrade infeliz e também descapitalizado. Os da velha guarda, com muito mais propriedade que eu para discorrer sobre o tema, vivenciaram épocas em que a procura por uma GP dava-se em ferramentas com pequenas e apertadas linhas, como na Rio Listas Amarelas e classificados de jornais, ou com o auxílio de abordadores nas zonas mais movimentadas da cidade, que na grande maioria das vezes não podiam ou nem tinham fotos das meninas para mostrar, praticamente deixando-os sempre a mercê da sorte.

Hoje, com esse aparelho móvel que você usa para ler esse relato, a quantidade de anúncios "pinicam" com apenas um ou dois cliques, abrindo uma gama extensa de opções, em velocidade de fazer inveja às notícias ruins. Nesse contexto, naveguei nas páginas que conheço de promoção desse serviço, filtrando aquilo que estava dentro do meu gosto e das minhas possibilidades financeiras do momento. Foi quando: sozinho, sozinho, sem a ajuda de ninguém, sozinho, sozinho, encontrei o anúncio dessa dama neste site especialista em promover fakes e ratazanas, e decidi arriscar meus 100 mangos após dias de grande irritação.


Terra à vista.

Dei início a essa expedição depois de entrevistar mais ou menos uma dezena de meninas, oriundas das mais diversas ilhas da prostituição. Nessa pesquisa, esbarrei em ofertas mentirosas, números repetidos e péssimos pré atendimentos... como também em anuncios de mau serviço já relatados aqui no Arena, que me faziam abortar ou encerrar o garimpo sem cerimônia. Inclusive, Lívia, a descoberta, foi uma que recebeu minha mensagem e, embora não tenha respondido no mesmo dia, quando assim fez, mostrou-se atenciosa e preocupada em transmitir somente a verdade.

Depois de anos penando em encontros meia boca, elaborei um questionário com todas as perguntas necessárias para tentar não ser pego de surpresa na hora do enrosco, o que tem facilitado esse exercício e até afugentado as de más intenções. Conseguindo as respostas positivas a tudo que almejei, agendei para o mesmo dia o meu rumo num prédio da 13M33. Seria a primeira vez que aportaria nesse local, e pela tradição daquele logradouro, esperava algum tipo de burocracia na portaria. Porém, para a minha surpresa, não houve cadastro e nem recolhimento de nome. De indesejado, apenas a espera do vagaroso elevador, mais sua ascensorista fazendo cara de ser superior quando você a conta em qual andar vai ficar.


O Continente.

Vencido todo aquele desagrado e chegando ao meu andar, a primeira coisa que fiz foi colocar o meu primeiro pé em terra firme, para logicamente puser o outro depois. Afinal, não era do meu desejo brincar de Saci Pererê. Avistei a numeração dos apartamentos no corredor, e bem à direita se encontrava uma porta estranhamente aberta, com um som na caixa que não deixava dúvidas se tratar de um lugar que ofertava sexo. Bastava saber se era aquele no qual eu estava agendado ou algum outro, visto que lá fora, antes de subir, um abordador me oferecera entrar e conhecer uma sala, na qual recusei por estar já marcado e com o tempo apertado.

Mais por medo da exposição do que propriamente pela vontade de transar, parei em frente da porta sedento para alguém aparecer logo e me puxar pra dentro do aposento. Havia usado a lógica das numerações vizinhas e certifiquei-me que só poderia ser ali. Em poucos segundos uma moça que estava de partida surgiu e me deu o aval para entrar, tendo atrás dela meio que escondida a pequena Lívia. Fiel às fotos e vestida em lingerie branca, cumprimentou-me com um beijo no rosto, e com grande hospitalidade me apresentou o local, ofereceu água e toalha limpa - não ensacada - para o banho.

O apartamento é pequeno e comporta três divisões, sendo a maior ainda inutilizada, sobrando duas pequenas cabines com camas de solteiro baixas. O banheiro é igualmente acanhado, de boxe pequeno e sem blindex, mas estava limpo, sem cheiros e com sabonete líquido à disposição. A mobília é antiga e, com exceção do banheiro com as limitações já descritas, o lugar como um todo carece de maior organização e limpeza. Se queres o máximo de conforto e higiene, essa terra não é pra você. Assepsia devidamente feita e a habitante me aguardava no corredor de roupa íntima e descalça.







A Nativa.

Lívia é uma negra baixinha de cabelos encaracolados e tingidos em algum tom de louro; magra; de seios médios, pernas não muito grossas e bunda arrebitadinha, que é característica da grande maioria de sua etnia.
Seu rosto não apresenta grande beleza, o que não quer dizer que isso a classifique como uma menina feia. Longe disso! Lívia é, digamos, normal. Cheirosa, simpática e sorridente, você seria considerado um mané se a dispensasse do jeito que ela é. Peguei o valor do cachê no bolso da calça e a entreguei antes de qualquer contato físico, com ela frisando que o tempo do programa só valeria após a entrada na cabine. Aquilo me tranquilizou e tive a certeza de que estava diante de uma habitante de palavra.

PS: não sou bom em adivinhar a idade das pessoas, mas chutaria uma coisa entre 25 e 28 anos.


A Exploração.

Estabelecidos na cabine, era hora da exploração se iniciar. Os dois praticamente com a mesma altura, começo a beijá-la ainda de pé e sou surpreendido por um beijo com muita entrega, onde a língua faz questão de atuar. Com bastante pegada, giramos, apertamos e mordemos nossos lábios e línguas sem desgrudar nossas bocas até saciar nossas vontades. Minha rola duraça dentro da cueca já atestava o desejo que eu tinha de desbravar todas as suas entradas. Lívia passou a mão nela e perguntou se podia chupar, no que recusei pois queria provar o seu sexo primeiro. Sem cerimônia, tirou a lingerie, jogou na outra ponta da cama e se arreganhou na minha frente. O bico dos peitos endurecidos e a boceta já começando a melar revelavam que ela também já estava excitada. Uma pena a opção dela de andar descalça dentro de casa acabar impedindo que eu beijasse também seus pezinhos, pois encontravam-se bem sujos.

Todavia, era apenas isso que havia de impuro em todo o seu corpo. "Voei" de prazer em seus seios enrijecidos, chupando aqueles bicos com delicadeza pra não machucar. No intervalo entre eles, aproveitava pra provar mais beijos enquanto minha pica sarrava nas suas coxas. Na sequência, desci minhas mãos primeiro até a barriga, pra em seguida acariciar seu grelinho e introduzir um dedo naquela xota pequena e delicada, sentindo-a pulsar. A safada gosta e avisa que se eu quisesse introduzir mais um ou dois dedos, poderia. Nisso, pedi permissão pra enfiar um dedo no cuzinho dela, que assentiu solicitando apenas uns segundos pra passar lubrificante no precioso e liberar o caminho. Fiquei dedilhando cu e boceta com uma mão e masturbando seu clitóris com a outra, fazendo-a se contorcer de prazer e me chamando de safado e gostoso.

Após toda aquela brincadeira, iniciei um oral demorado em sua vulva buscando extrair um gozo, mas a puta pareceu longe de chegar lá com a minha prática. Foi então que pediu para boquetar minha piroca, ainda que eu a tivesse confessado que não sinto prazer facilmente com isso. Lívia até que se esforçou. Desceu até o final sem muita baba, alternou entre chupadas lentas e velozes por toda a extensão, abocanhou as bolas, passeou com a língua na cabeça da piroca... Porém, mesmo com essa área comumente bastante sensível, não cheguei nem perto de uma excitação considerável, tão pouco de queimar a largada. Algumas vezes senti seu dente resvalando de leve no meu membro, conferindo uma técnica que não era das melhores. Praticamente a meia bomba, deduzi que precisava de mais uma sessão de beijos intensos para ter uma ereção capaz de penetra-la. Não deu outra.







Fincando a bandeira.

Estabelecido, encapei o mastro pra iniciarmos a trepada. Com ela posicionada de quatro, a altura da cama favoreceu muito nosso encaixe e a piroca fluiu bonita dentro daquela xereca bem molhadinha. Meti com força e a danada em nenhum momento refugou, pedindo sempre mais. Fiquei ali um tempão estocando ela, chegando a ficar preocupado com algum possível desconforto ou cansaço da mesma nessa posição. Disse-me que não, que estava quase gozando e que era pra não parar. Mantive o ritmo, não houve câimbra, não houve cansaço e o gozo dela veio de modo a escorrer pelas pernas. Satisfeita, perguntou como que eu queria gozar, pois agora era a minha vez. Impressionado com a virilidade incomum que acabara de ser acometido, sugeri que viesse na cavalgada, crente que conseguiria outro grande período no interior dela.

Parece que pra essa perva não existe tempo ruim. Logo pôs-se no centro da cama e deslizou toda melada na minha pica. Quente, se acomodou com ela dentro e simulou estar sentada num balanço. Movimentou-se pra frente e para trás, quicou e gemeu bem alto, me levando ao apogeu do tesão naquela noite. Deixei ela trabalhar na sentada, até que não resisto e aviso que vou gozar, enchendo a borrachuda de sêmen. Vou ao banheiro para me limpar, a piroca não baixa e já saio de lá na intenção de comer seu cuzinho.


Ganhando território.

Volto ao quarto, e após receber lenço umedecido para uma limpeza mais eficaz do pau, já aviso que não queria ir embora sem comer o cu dela. A garota concorda e diz que gosta muito de dar o olho de trás, porém depois de me acomodar no leito, madruguinha dá uma adormecida. Peço um novo boquete para tentar reanimá-lo depressa, mas como há pouco, não consigo grande ereção no oral. Invertemos os papéis e agora era eu quem aplicava oral nela, com direito a beijo grego no cuzinho que parecia até virgem de tão fechado. Um pouco mais rígido, visto o capote com um pouco de gel que ela passa na ponta, e tento enfiar a vara naquele buraquinho. Sem sucesso, não desisto e apelo para uma nova sessão de beijos, dessa vez ainda mais calorosos e gostosos, válidos para me deixar aceso outra vez.

Posiciono-a de quatro na beira da cama e finalmente tenho a potência necessária para ganhar aquele território. Depois de acomodado naquele anel, pergunto-a se posso meter com a mesma força que utilizei quando comi sua xana. Como resposta, confessa mais uma vez que gosta muito de tomar no cu e completa dizendo-me para não ter pena e que a comesse como a puta safada que ela é. Livre, abri a polpa daquela bunda e empurrei até ter a certeza que não faltava mais nenhum centímetro de distância entre os nossos corpos. Bombei, bombei e bombei naquele cuzinho de quatro, a ouvindo gritar e pronunciar todos os tipos de palavras de baixo calão. Por mais que aquilo estivesse muito gostoso, intui que não gozaria naquela posição e sugeri mudar.

Recebi mais das suas cavalgadas. Primeiro invertida e depois de frente, ambas com muita disposição, mas ainda assim percebo novamente que não seria finalizado nessas modalidades. Sugiro então o ppmm que me permitiu estocá-la enquanto a beijava, metendo naquele cu por mais alguns minutos antes que o gozo anunciasse sua vinda. De forma não habitual, até havia cogitado largar meus herdeiros dentro daquela boca gostosa, mas desisto quando soube que ela cuspiria. Mantenho a tradição e largo uma leitada quente e generosa dentro daquele cuzinho protegido pela capa.

Novo banho, visto-me, despeço-me e rua. Na saída, dirijo-me à portaria por qual entrei e a encontro fechada. Preciso ligar para GP e desesperadamente pedir por uma ajuda pra sair. Ela desce e me guia ao lado oposto, onde encontro o mesmo porteiro que não fez o favor de me avisar que no horário que eu saísse, a saída seria por outro lugar. Tudo bem, um dia eles aprendem a proteger a vida e a identidade de um libertino com mais zelo.


Carta sobre a nova terra.

Lívia foi uma agradável surpresa. A menina topou tudo que foi combinado e proposto na cama, além de dar a entender que gosta muito do que faz. Conforme já relatado antes, no seu tratamento esbanjou simpatia, carisma e cordialidade, e o mais importante, foi leal a cada coisa que prometeu fazer dentro da entrevista de contratação do serviço. Agradeço pelo baita sexo, pelo empenho pra agradar-me e também pela honestidade e fidelidade do anúncio.

Aos confrades e moças que leram até aqui, também deixo o meu agradecimento e um abraço. Até a próxima!



Vocês são moles com M de muito e medrosos com M de máximo.

Raptor40, Conde Da Valáquia, CafécomLeite, PauloCesar, Digboy, Sueco, Old Sailor, Homer, Yami Mysterio, Papai Noel, Y@N, Mr.black@lien, Oscar, The Shy, Saulo Top, Mítico, Sued, Thor de Copacabana, Josh, Ikki RJ, Pirubaby, rambazamba, Apolo, curtiram esse TD.
VICK (EX-PEROLA BITTENCOURT) - Rio de Janeiro - RJ - (21) 97934-2930
PÉROLA BITTENCOURT
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$150.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI DISSE QUE FAZ R$0.00 SIM

06 de Maio de 2024 às 18:05


PÉROLA BITTENCOURT - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=24195

TINHA QUE SER A PÉROLA DE NOVO!

Demorei mais do que o normal para postar esse relato. Não queria escrevê-lo de qualquer forma. Primeiro por não se tratar de apenas mais um, segundo por não ser sobre só mais uma.

Ausente por cerca de 3 meses, nem eu sei como consegui ficar tanto tempo distante da vila. Numa espécie de retiro, pude descobrir até aonde vai a minha resistência, como também localizei onde estava verdadeiramente o meu coração. Lutei contra demônios e domínios, dizendo "não" quando tudo que queria era dizer "sim". "Só por hoje!", como dos que lutam contra um vício era o meu lema, embora no íntimo soubesse que mais dia ou menos dia, retornaria.

No primeiro relato com ela "COM O QUE SE FABRICAM OS COLARES DE PÉ - RO - LAS?" - por sinal o que me deu mais prazer de escrever até aqui - quem leu (acredito eu) pôde notar, não à toa, um sentimento de carinho em cada linha digitada. Pérola é aquele tipo de menina que sabe chegar e, infelizmente, sabe e precisa sair. Estar com ela é leve, divertido e prazeroso. O relógio, perverso, corre mais depressa que o normal, quando na realidade deveria parar. Mais uma vez senti-me como criança lambrecando-se com doce. Como guri num parque de diversões.


Entrando na Vila.

Sem querer querendo, já próximo de ceder à tentação, entrei sem logar no Arena e vi um anúncio dela no Social dizendo que estava sumida e que tinha modificado seu local de trabalho do Méier para o Centro. Fiquei feliz duplamente, pois além de parecer uma evolução migrar para essa região que é uma espécie de QG da vida libidinosa, também havia ganhado um pretexto para iniciar uma conversa. Munido dessas informações, enviei mensagem já cheio das boas e "más" intenções:

— E agora, como faço pra te ver? Deve estar concorridissima a sua agenda aí no centro... — abordei.

— Oi, sumido rs. Quando vem me ver? Estou muito curiosa depois que me disse aquilo! — respondeu.

— Eu entro em contato direitinho pra gente marcar. — finalizei.

Na verdade tínhamos um enrosco e um assunto pendente desde o fim do ano passado, que acabava sendo um motivo para de vez em quando um procurar pelo outro. Quando se promete algo, pelo menos para mim, promessa acaba virando dívida. Sendo assim, depois daquele breve papo eu já sabia que em poucos dias voltaria para a putaria.


Pagando um aluguel atrasado.

Marcamos para o feriado da sexta-feira santa, no mesmo hotel da primeira vez. Um namoro vespertino no Condor, situado no Méier, chancelaria de vez o meu apreço por ela e pelo local.

Adentrei o cortiço com certa antecedência, e após enviar a foto da chave do quarto, contei sofregamente os minutos para sua chegada. Não exagerei quando descrevi sua beleza no primeiro TD. Pérola é realmente incapaz de passar por um lugar sem ser notada. A cor, o cabelo, e o cheiro... os lábios, os olhos, o corpo e o jeito... não tem nada nela que eu, se tivesse em mãos o poder do criador, modificaria.

Tomei um banho, me perfumei e fiquei aguardando o meu tesouro chegar. A mensagem dela avisando que havia chegado, junto ao barulho de seus lindos pés subindo a escada, fez meu coração acelerar na velocidade equivalente à de uma crise de ansiedade. Abri a porta e ela entrou sorrindo pra me dar um selinho. Como da outra vez, meio que "travei" diante dela, que percebeu e comentou que eu sempre ficava tímido quando a via. Mas isso não foi problema pra quem soube quebrar o gelo com competência, fazendo-me uns carinhos antes de começarmos o enrosco.


A Decoração.

Pérola trajava uma única peça sobre seu corpo escultural. O vestido curto, colorido e justo, comportava seus pequenos, porém formosos seios, e escondia metade do belo par de coxas que pareciam mais tesudas do que da última vez. A bunda, digna de capa de revista, ganhava destaque dentro da vestimenta e a ppk totalmente depilada, encontrava respiro livre sem o abafar de nenhuma roupa íntima. De posse de um embrulho, entrego-lhe aquilo que tanto a deixara curiosa, e deste modo resolvemos a nossa primeira pendência antes de iniciarmos qualquer pegação. Ao abri-lo, o conteúdo acaba se transformando na senha que faltava para que ela tirasse a roupa e os meus olhos brilharem em tarde serena. Libertando-se da peça única, Pérola ri da minha cara de paisagem e pede auxílio com a parte de cima a fim de prová-lo. Restaria agora somente a última e melhor pendência.







Conversando sobre negócios.

Poderia ser uma lingerie, como ela havia desconfiando que era, mas optei por um traje de banho, ou melhor, um biquíni. Sempre imaginei Pérola arrancado suspiros de banhistas na orla da praia com sua cor bronzeada e medidas dignas de adoração. Linda, vestindo o biquíni amarelo que o Senhor Madruga lhe deu, sugeri tirarmos algumas fotos para registrar o momento e também para que amenizasse a certeza de saudade da minha parte até um próximo encontro. Feito isto, sem mais razões para continuar vestida, beijei as costas dela enquanto lhe ajudava a tirar as vestes e ali meu pau já começava a endurecer só de chegar mais perto e de sentir seu cheiro.
Por falar em cheiro, assim que ela retirou a parte inferior do biquíni, "farejei" e lambi o que havia ficado de seu sexo nele, fazendo a minha ereção aumentar. Nisto, lembrei também do seu gosto marcante e naquele momento decidi que dessa vez o levaria pra casa, entranhado em meu bigode na viagem de volta. Safada, indagou o porquê de eu ainda estar com tanta roupa e apalpou minha rola por cima da cueca.

Definitivamente não dava mais para ser vencido pela timidez, tão pouco ficar longe daquele corpo moreno. Lancei-me sobre ela e comecei a agarrá-la e beija-la com tesão e paixão. Variando entre boca, nuca e pescoço, aproveitei também para distribuir mordidas de leve no queixo dela, que fechava os olhos e aparentava sentir prazer naquilo. O mais gostoso disso tudo é que a gata retribuía beijando meus ombros, braços e peito, fato que considero um de seus diferenciais no atendimento. Beijos de uma boca macia que faziam todo o meu corpo se arrepiar e a piroca implorar pra entrar em alguma casa. Na sequência, mamei seus peitinhos e ela reagiu mordendo os lábios e prendendo meu corpo de leve com as pernas. Aumentou a pressão da clausura quando desci para beijar seu abdômen antes de saborear sua xaninha.







Tomando uma xícara de café.

Já que tudo que é bom deve ser degustado aos poucos, comecei passando a língua em volta do umbigo até estacionar na parte interna das coxas. Estava ávido para provar seu sexo, mas puni a mim e a ela com demorados beijos e linguadas em regiões próximas, antes de bebericar seu gosto.

Observando cada centímetro daquele corpo, visualizei a dama acariciando os seios no mesmo instante que vejo o grelinho aumentar de tamanho. Era a deixa que eu precisava para iniciar um oral dedicado e fervoroso naquela xoxota lisinha. No primeiro enrosco - não por falta de empenho - tentei fazer com que ela chegasse ao clímax (fiquei até em dúvida na oportunidade), porém faltou algo para que obtivéssemos sucesso. Dessa vez fui capaz! Já conhecendo mais a delícia e observando melhor seus estímulos, usei a língua na rigidez certa e encontrei seu ponto de maior excitação iniciando o "castigo" em seu sexo. Úmida e se contorcendo de tesão, Pérola respondia a minha investida pressionando meu rosto contra aquela buceta apetitosa, dando a entender que estava gostando.

Com o pau roçando perigosamente no lençol e já em ponto de bala, continuei lambendo, chupando e beijando a jóia da princesa, que gemia e respirava cada vez mais ofegante. Na esperança do seu orgasmo, perseverei, e depois de alguns minutos nesse frenesi, a recompensa chegou. Forte e intenso, Pérola gozou em minha boca o mais saboroso dos licores e um dos propósitos daquele enrosco estava alcançado. Afastou com delicadeza meu rosto pouco antes de exclamar um : "Ai, que gostoso!", sinalizando que precisava de um tempo para se recuperar. Subi a cama e alojei-me ao seu lado para acariciá-la até que isso acontecesse.

Recuperada, intuiu que deveria retribuir aquilo descendo meu corpo aos beijos até chegar na pica que não se fez de rogada. Bastou o encostar da boca dela para o mastro se encontrar prontamente enrijecido. Olhei fixamente pra ela, puxei para mais alguns beijos, respirei fundo e me permiti curtir o momento.


Culpa dos energéticos.

Se Pérola soubesse a luta que travo pra segurar a ejaculação quando estou com ela, talvez tivesse mais dó da minha pessoa. Se só o exercício de lembrar das cenas para construir o relato já me traz uma vontade insana de esporrar, "homenageando" o que vivemos, imaginem o controle que preciso ter tendo aquela beldade totalmente entregue num quarto de hotel.

No oral, a gostosa iniciou brincando de esconder o membro todo na garganta, pra só depois subir e descer com aquela boquinha leviana na pressão e velocidade que me agradam, deixando-me totalmente indócil. Na parte final, lubrificou minha rola com saliva na quantidade certa e envernizou o cacete passando a língua horizontalmente desde a base até o topo, quase provocando um acidente. Eu poderia facilmente esquecer de tudo e gozar naquela boca sem cerimônias, mas como estava a um tempo considerável sem cometer o pecado original, preferi não arriscar ficar sem possuí-la. Quando o risco era cada vez mais iminente, implorei para que ela cessasse aquela atuação de almanaque, pegando a camisinha na mesa de cabeceira e pedindo para que ajudasse a encapar o madruguinha.

Dos pontos fortes de Pérola na cama, posso destacar a sua mobilidade e versatilidade. Nos dois programas que tive com ela, obviamente dentro da segurança e do respeito, não negou nada que solicitei. Dona de uma das xoxotinhas mais apertadas que já visitei, sugeri que viesse primeiro na cavalgada de frente, pois além de saber do seu potencial nessa posição, configura uma visão que permite contemplar a maior parte da sua beleza jovial. Quente, começou descendo na pica devagar, até se acomodar e aumentar a velocidade e a profundidade. Sei que já comentei do cheiro dela antes, mas julgo novamente se fazer necessário: No ato, essa gata tem um feromônio arrebatador. Os peitinhos e os cabelos "dançando" conforme o exercício, mais a mistura dos nossos suores exalava luxúria e coloriam uma cena para ficar eternizada em minha mente e, logicamente, a vontade de gozar mais latente. Precisei fechar os olhos por um tempo com o propósito de resistir um pouco mais, porém sabia que não seria suficiente se aquilo ali continuasse.

— Chega! Desse jeito eu vou pra lona... — confessei
— Sempre bobo, você. Tava tão gostosinho. Já disse que pode gozar mais vezes depois. — argumentou.
— Sim, justamente. E você sabe que essa outra frase não é garantia de nada. — contra argumentei.
— Então agora você vai me pegar de quatro. — sentenciou e eu assenti.

Topei porque acreditava que aquela posição me daria sobrevida. Além da pausa na compressão da piroca, a mecânica de ajustar a altura, aliada à busca pelo melhor encaixe, em tese concederia uma relaxada importante para o alongamento da transa. Pobre animal! Acoplado naquela gostosura de raba pro alto, alisando e beijando suas costas enquanto bombava, não consegui me aguentar mais que um minuto nessa posição. Sem que ela entendesse, e no intuito de não gozar, tirei a pica de dentro dela sem avisar, não notando que a borrachuda já estava semi cheia. A garota riu do meu gozo repentino e comentou que eu não havia esboçado nenhum som ou reação de que estava gozando. Surpreso, a decepção não se estendeu muito quando avaliei que mesmo após o coito, a caceta só precisaria de uma limpeza para estar pronta para uma nova invasão.







Pintando as paredes da vila.

Sem medo de negar fogo na volta, optei por uma ducha rápida e a gata também foi se lavar na sequência. Na volta, ficamos aos beijos e carinhos suaves na melhor versão namoradinha da Bittencourt. Acontece, que como já devem saber, é impossível para mim ficar próximo dela e não a querer por completo. A ereção não tardou a se manifestar e logo estava realizando um novo tour com meus lábios por toda a planta da casa. Galudão e apto para mais uma, vesti a armadura e a danada também não tardou a ficar de prontidão. Montou sob meu peito e esfregou a buceta no meu abdômen antes de se posicionar para uma nova montaria. Engatada, ficou ali me maltratando por alguns minutos quicando com a habitual quentura e molejo, até que pedi pra comê-la no ppmm, pois queria finalizar a foda nessa posição.

Alternando entre estocadas firmes e mais cadenciadas, subindo sempre para beijá-la quando faltava fôlego ou quando batia vontade, dessa vez deu pra pressentir a tinta vindo a ponto de conseguir avisá-la. Entregue ao prazer e sem pensar em mais nada, pintaria em grande escala as paredes daquele útero com o branco espesso do meu pincel, caso não existisse o EPI. Que gozada maravilhosa! Desta vez com aviso, pressão e muito som. Pra ficar ainda melhor, a danada repetiu um feito do nosso primeiro encontro, rebolando a pelve toda sensual e apertando a minha piroca cheia de porra antes de liberar a saída. Uma das artimanhas que a tornam viciante.

Olhamos a hora no celular e já não havia mais muito tempo. Suficiente apenas para um novo banho (higiene bucal não fiz por opção já descrita acima), o acerto do cachê e uma breve conversa até o carro de aplicativo chegar para levá-la. Nesse ínterim, com os dois já vestidos, fui surpreendido mais uma vez por seus carinhos espontâneos. Ainda que tenha ocorrido o mesmo no primeiro enrosco, confesso que não esperava essa iniciativa dela que deslocou-se do outro lado do cômodo para tal. Um tratamento especial que faz-me adjetivá-la como uma menina que sabe chegar e, mais ainda, sabe sair, deixando-nos com gosto de quero mais. Dito isto, nos pesa blindar o coração, para, além de viciar, não se apaixonar por ela.


Renovando o contrato de locação.

Saio de mais esse encontro na certeza que se depender de mim, a verei novamente. Enquanto estiver na ativa e enquanto houver um troco no porquinho, visitará meus pensamentos e habitará os meus desejos e intenções. Isso explica um pouco a opção de ir embora com o gosto e o cheiro do sexo dela ainda presentes no meu paladar e olfato.


Gratidão.

Agradeço à Pérola por mais um atendimento de qualidade num todo, e também a cada um que leu mais esse longo TD. A gente se vê qualquer dia, não nesse mesmo horário, mas provavelmente neste mesmo canal.



As dívidas são sagradas!

CafécomLeite, PeterQuill, Yami Mysterio, Corcel, Papai Noel, Sueco, predador69, Detonador, Café, Araujo, Conde Da Valáquia, Digboy, PauloCesar, Mítico, Brand, Josh, Teddy, Vick, Jhony Bravo, Ikki RJ, Oscar, The Shy, Thor de Copacabana, Y@N, curtiram esse TD.
NUBIA FERNANDES - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 96482-5189
NúBIA FERNANDES
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$0.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI NãO R$0.00 SIM

11 de Janeiro de 2024 às 00:01


NúBIA FERNANDES - https://www.gparena.net/social-feed-user.php?id=13279

O BILHETE DE LOTERIA


Quando criança, uma tia minha já finada, sempre fazia questão de dizer que eu era um cara de sorte quando ficávamos a sós. Nas primeiras vezes eu até perguntei o porquê, mas, a partir da terceira, não precisei mais. A certeza que ela tinha era embasada na posição que eu me encontrava quando vim ao mundo. "De bunda pra lua", precisaram cortar a barriga de minha mãe numa cesariana para que ela pudesse dar à luz e consequentemente salvar a vida dela e a minha. Teoricamente, o milagre de ter sobrevivido a um parto delicado já me configurava um alguém sortudo.


O Sorteio.

Em matéria de jogo, o ano de 2023 foi uma verdadeira negação. Assisti meu time perder 7 campeonatos; no carteado, a dupla que viesse a jogar comigo estava fadada ao fracasso; e no bicho, vi minha milhar, centena e duque de dezena aparecerem (não poucas vezes) somente quando eu não ia até a banca gastar meu surrado salário. Constatado isto, não esperei muita coisa no dia do sorteio ofertado aos presentes no 5° Encontro Oficial do GP Arena em comemoração aos 10 anos do site. Sem nenhuma expectativa de ser contemplado, vi os primeiros nomes saindo - inclusive fiquei de suplente em um deles - até que, desacreditado, desloguei. Procurei me ocupar com outras coisas e acabei desligando totalmente minha mente daquilo.

Após dar um trato na casa, abrir um livro e me distrair com a tv, seguia com meus afazeres até que de repente recebo uma mensagem no meu Whatsapp com os dizeres: "Madruguinha se deu bem". Imaginando que as coisas já tinham até terminado, dado o tempo que fiquei ausente, não acreditei de imediato se tratar de algo referente ao sorteio. Sem me manifestar depois de ter lido, loguei no site novamente e fui devotamente encarnar o papel de São Tomé, precisando ver para crer. Desci até o campo dos fóruns, e só cri na informação quando vi meu nick na posição à esquerda de um dos prêmios oferecidos. Prêmio este que a meu ver, era um dos mais esperados da noite (senão o mais). Quis o destino interromper o meu ano de total azar no jogo, presenteando-me em uma hora com a estonteante Núbia Fernandes.


A Burocracia.

No dia seguinte, mais crente da situação, enviei uma MP para a dama e aguardei um retorno que não existiu. Julguei ser o melhor canal para me comunicar a cerca do prêmio com ela, pois o mesmo dispensa maiores apresentações e até protege de alguma falcatrua. Aconselhado pelo confrade do gorrinho vermelho, dois dias depois enviei mensagem no Whatsapp dela me identificando e contando do ocorrido, sendo respondido quase que instantâneamente. Núbia foi tão simpática e amorosa nas primeiras mensagens, que não demorou pra que eu sacasse um dos motivos da sua agenda ser tão disputada.

Em virtude do meu trabalho e das festividades de fim de ano, fora o que foi descrito acima, demoramos uns três dias pra desenrolar as coisas e definir uma melhor data para encaixarmos nossas agendas. As vezes rolava um ruído ou mal entendido na comunicação, mas a beldade sempre se mostrou paciente e disposta a alinhar tudo, mesmo comunicando-se com um ser que por vezes parece nunca ter pisado na escola. Quando eu achava que acabaria perdendo o prazo estipulado pela loteca, enfim ficou decidido que nos enroscaríamos nessa ultima quinta-feira 04/01.

Ressabiado pela Pisada de Bola de poucos dias antes, mandei mensagens de confirmação na véspera e horas antes do combinado. Um confrade - que o que não tem de tamanho, tem de transante - procurou me tranquilizar, afirmando que a gata era uma das mais profissionais do ramo e que por isso não iria me deixar na mão, salvo algum acontecimento extraordinariamente ruim. Ele estava certo. Recebi sua confirmação quando estava nos trilhos a caminho e sorri. Um mix de alívio e um início de tesão tomavam conta do meu ser.


A Casa Lotérica.

O local da dama fica na 13M47, onde quem não tem cadastro precisa fazê-lo para ter acesso aos andares. Como eu já tinha, em virtude do TD Loren Prado, dessa vez foi "vapt vupt" o trâmite na portaria para subir até a alcova. Esta que é individual, ampla e munida de todo o necessário para uma boa higiene e um ótimo enrosco. Em meia luz, na tv reproduzia sua playlist de músicas pop, tendo espaço de sobra no quarto para que o apostador acomodasse todos os seus pertences.







O Recebimento.

Falar da beleza dela beira o óbvio, então, fazendo um breve resumo para quem não a conhece, nas fotos dessa deusa vocês podem confiar. Ela é realmente isso tudo e mais um pouco. Ao vivo vocês podem constatar o que vos conto.

Confesso que no dia eu não estava muito bem, um baixo astral repentino e sem explicação havia pairado sobre mim e talvez isso tenha contribuído para a minha falta de fé. A cada estação que o vagão que eu viajava perpassava, mais próximo imaginava-me de um atendimento mecânico, sem sal e sem envolvimento. Porém, logo que a moça abriu a porta para me receber, todas as moléstias bateram em retirada. O sorriso, os olhos brilhando, a simpatia e a alegria dela me contagiaram de imediato. Ganho um abraço e um beijo no rosto, ouço-a dizer que a casa era minha e que por isso eu poderia ficar à vontade, na sequência oferece-me água, pergunta como eu estava me sentindo e começa a rir bastante, aparentando estar animada.

Mais confiante, recebo a toalha limpa para um banho e vou fazer a higiene. Entrego o mimo que trouxe, a envolvo num abraço e ali já sinto que Núbia está cheirosíssima. Nada mais justo que ficar de igual modo. No banheiro tem sabonete líquido e uma variedade grande de desodorantes masculinos, que imagino eu, à disposição de clientes despreparados. Saio dele enrolado na toalha (coisa que não costumo por conta da timidez) e ali notei o quanto realmente a dama havia me confortado e me deixado à vontade.

— Você ainda está com muita roupa pro meu gosto. — ela disse.
— Ah é, pois pra seu governo eu costumo sair de lá com muito mais do que isso. — confessei.
— Ah, o rapaz é tímido então... — supôs.
— Deu pra perceber né!? — respondi.
— Então vem cá pra eu ver se é tímido de verdade!— convocou.

O que acontece a seguir é um serviço de milhões pra quem estava lá à mercê da sorte.


Afortunado.

Imaginem uma multidão alvoroçada, presenciando um milionário estacionado com seu carro blindado na entrada de uma comunidade carente, distribuindo aviõezinhos de dinheiro. Como esse povo humilde atrás de um trocado, assim pareceu Núbia voando no meu pescoço pra me agarrar e me puxar para o leito.

Seu beijo é daqueles que você encontra em uma a cada 50 ou mais mulheres. Úmido, envolvente, ativo. A língua dela é o núcleo do sujeito da oração. Lembrava uma hélice girando dentro da minha boca numa busca incessante por contato. Diante daquela tamanha energia, tornei-me passageiro do prazer em seus braços, não demorando quase nada para o madruguinha ficar apto a receber o prêmio. Núbia, que é uma mulher com todos os movimentos friamente calculados, mergulhou mamando no início do vulgar, e iniciou carinhos nas bolas com as unhas sem fazer juízo de valor. Juro que tentei curtir o momento, mas os velhos fantasmas me assombraram e nem foi preciso dizer nada para que ela notasse o desconforto e interrompesse o oral. Até ali senhora das iniciativas, me passou o bastão para que a condução da transa fosse dividida. Sugeri que trocássemos de papel um pouco, pois quis que naquele instante, a boca protagonista passasse a ser a minha. Percorri o pescoço, seios e barriga de Núbia provocando suspiros, antes de pousar na linda e cheirosa perseguida. Ela cultiva um caminho bem aparado de pêlos no topo da xoxota, tornando seu sexo charmoso e atrativo. Mordi suas coxas de leve, beijei a virilha e manipulei o grelinho antes de chupar e beijar apaixonadamente sua xana.

Enquanto estava sendo degustada, a gostosa masturbava os seios, gemia, falava palavras de baixo calão e se entregava ao oral sem pudor e sem pensar no depois. Frases como : "Isso, delícia", "Desse jeito mesmo", "Que boquinha gostosa" e "Continua assim que eu vou gozar" integravam o repertório e me motivavam a continuar apostando que ganharia seu mel. Núbia revira os lindos olhos azuis, desforra a roupa de cama, geme com mais intensidade, comprime a barriga algumas vezes e anuncia que o gozo está próximo. Continuo saboreando, sinto a militragem da sua seiva aumentar e dou uma breve parada que foi quase digna de levar um tabefe kkk.

— Parou por quê?" — ela disse e eu prontamente entendi que tinha feito besteira.

Voltei a devorar seu sexo mais um pouco e ela, com um som que denota uma descarga de satisfação absurda, urra de prazer e lança o mel na minha boca quase me levando a gozar junto, sem sequer ter penetrado nela. Sem corpo mole, a safada fez surgir uma camisinha como num passe de mágica e vestiu meu garoto para iniciarmos o coito. A prosperidade havia chegado.







O Depósito.

Aqui nesse parágrafo, tenho a dimensão do quanto essa donzela é versátil e propositiva na cama. Pela primeira vez não consigo discorrer com exatidão a ordem dos acontecimentos, devido a tanta variação que ocorreu. Lembro que trepei com Núbia na cavalgada, no frango assado, ppmm, ladinho e etc, mas a única posição precisa que consigo relatar é de como foi a finalização. Em todas as posições que eu a bombava, recebia ordens para que socasse mais forte, para que desferisse tapas no seu traseiro e distribuísse apertões pelo seu corpo (principalmente no pescoço). Tudo acontecia enquanto sentia a buceta dela morder meu pau num pompoarismo de luxo. Se isso é o que chamam de sexo hard, encontraram alguém que possibilita.

Comer ela e ver as suas reações no espelho lateral da cama, impedia qualquer sinal de impotência. Eu, que havia tocado umazinha antes de me arrumar para o encontro, tive convicção do quanto essa decisão pareceu-me benéfica, visto o impensável tempo de duração que fiquei macetando e suportando aquele tesão descomunal que Núbia me proporcionava. Suando e esgotado, imprimi aquilo que pareceu ser meu último gás, estocando-a de quatro e depositando toda a sorte dos meus herdeiros dentro dela, numa gozada abastada. Caí quase sem vida na cama, e a lindeza mais uma vez como num passe de mágica, tirou a camisinha e limpou meu pau com lenço umedecido, sem que eu notasse, manifestando uma destreza que me deixou impressionado.


Multiplicando as Ações.

Mesmo com a limpeza garantida pela dama, voltei ao banheiro para lavar minhas partes baixas. No retorno à cama, encontrei Núbia deitada de bruços olhando algo no celular. A mente teve vontade de ataca-la novamente, mas o corpo não inspirava a mesma confiança. Contido, deitei-me ao lado dela e iniciamos conversas que revelaram uma mulher com inteligência e visões acima da média. Discutimos sobre a vida, lado profissional, planos, livros, gostos, etc de maneira bastante amistosa e agregadora. Em seguida, após conta-la sobre uma dor nas costas persintente, recebi uma massagem maravilhosa no local, que no fim ainda teve seu corpo nu deslizando sobre o meu. Bons minutos sem sexo se passaram, e eu, que já estava convicto e satisfeito com a minha premiação, fui agraciado com mais proposta de dividendos:

— Ainda temos tempo. Vamos namorar mais? — a fogosa especulou.
— E você acha que eu garanto funcionar, sua gostosa!? — respondi.
— Se não tentar, não saberemos. — replicou
— É verdade (risos). — aceitei.

Diante de tamanha abertura e disposição da beldade, no fundo eu sabia que era só deixar de pensar no externo para a coisa fluir. Primeiro ficamos fazendo um pouco de oral um no outro, depois nos alisamos... até que pra terminar, ela pede um último encaixe de frente no ppmm, onde sente e aperta a extensão da minha vara quase por completa, com direito a simulação de enforcamento. O tesão foi de novo pras alturas, não muitos movimentos pélvicos efetuados e a segunda esporrada dentro dela acontece. Beijamo-nos um pouco antes de desacoplar, teço elogios sobre o atendimento e dirijo-me a um novo banho. Na volta ao quarto, mais comentários a respeito da variedade de coisas que conversamos enquanto visto minha roupa. Agradeço, prometo retornar um dia e ganho as ruas do centro. Com destino no Zezé, as pernas ainda bambas vacilam, a ponto de eu quase me estabacar na descida do degrau do bar. Quase... a sorte ainda não havia me abandonado.







Extrato Bancário.

O saldo do encontro é super positivo. Admito que me dirigi ao local da moça, como dito antes, não esperando o melhor dos atendimentos. O inconsciente, por se tratar de um serviço oferecido gratuitamente, meio que sabotou as minhas esperanças antes de entrar naquele apartamento. Ao sair, levo comigo a mesma certeza que a minha tia tinha sobre a minha pessoa. Sou realmente um cara de sorte por ter tido o privilégio de estar com esse tesouro, carinho, rainha, coração, querubim e loteria que é Núbia Fernandes.


Agradecendo a Honraria.

Agradeço a Núbia por ter disponibilizado para sorteio uma hora de seu primoroso serviço. Agradeço aos organizadores do evento e do sorteio. Agradeço a todos que emprestaram um pouco de seu tempo para ler esse extenso relato.


Abraço e até a próxima!



Sou um homem de muita barriga, Senhor Sorte.

membro, Brand, Barbosa82, Negão_01, Ikki RJ, Julio Cesar 34, Mr69, Deco1272, Saulo Top, Digboy, Oscar, The Shy, Sueco, CafécomLeite, Rjnet, PauloCesar, Jucabar, Chapolin, Josh, Brutus, Senior69, Papai Noel, Conde Da Valáquia, pgggato45, Detonador, Horus, Eva Sanchez, Long Trail, Dionizio_RJ, Luke62, Frank49, vandijk79, Y@N, Thor de Copacabana, curtiram esse TD.
[PRIVÊ] DARK ROOM - Praça Olavo Bilac, 28 , Centro - Rio de Janeiro - RJ
LARISSA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$150.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI NãO R$0.00 SIM

04 de Janeiro de 2024 às 22:01



O CONCURSO DE BELEZA.


Certas frases clichês são verdades que preferimos não provar. Uma delas diz que as derrotas ensinam mais do que as vitórias. Mas quem, no mais íntimo da sua alma, deseja perder algo para ficar mais sábio ou mais inteligente?

Após o insucesso do TD anterior, possesso pela crocodilagem que fui acometido, embrenhei-me pelas ruas do centro do Rio em busca de prazer e alívio. Por falar em sabedoria, uma vez ouvi de um homem, que cada indivíduo sofre três grandes quedas antes da sua redenção. Sem pretensão alguma, não imaginava estar perseguindo ela tão logo desabei.


O Caminho Até o Evento.

Atônito, caminhei por entre as ruas e avenidas até chegar na Praça Olavo Bilac. A quantidade de abordadores oferecendo um espaço para massagem é equivalente aos que oferecem exame de vista ou avaliação dentária no bairro de Madureira. Um pouco perdido, deixei a vergonha de lado e confessei a um:

— Quero saber onde fica a Dark Room. Pode me dizer?
— Rapaz, eu sei onde fica sim, e a propósito, o lugar pra qual trabalho fica no mesmo prédio. Bem ali, você pode dar uma subida lá sem compromisso até mesmo pra me dar uma força. Vamos lá!?
— Estou com o tempo apertado, meu querido. Mesmo assim, obrigado! — Ensaboado, esquivei das presas dele com rapidez e fui na direção apontada.

Não era nova a minha curiosidade e vontade de conhecer o lugar. Ultimamente os links postados pela casa andam bem interessantes, com um plantel que desperta desejo. Durante o trajeto, fui conversando com a organizadora e ela já foi me enviando as fotos das meninas que estavam disponíveis no horário. Aviso que estou a caminho e digo que não vou escolher a menina antes de checar o material de perto.

Chego ao prédio e lá é necessário todo um procedimento no check-in. Perguntam para onde me encaminho, pedem para olhar o documento de identificação, tiram foto... tudo para que seja entregue ao fim um cartão, que é o passaporte da catraca em frente aos elevadores. Orientado pelo ascensorista, aperto o 20 que é o último andar e, ao sair, vago pelo corredor examinando porta por porta, até surgir a ideia de perguntar o número da sala.

"Cobertura 06, você precisa subir um lance de escada." — Escreveu a cafetina.

Subi os degraus a passos acelerados e dei de cara com com as iniciais "DR". Só podia ser ali!


O Local do Evento.

Sou recebido por uma senhora grande, forte, que só a fisionomia impõe respeito. É preciso ser, além de canalha, muito corajoso pra cogitar fazer alguma coisa degradante naquele lugar. A valentona - que graças ao bom Deus não é a do 14 - me levou até uma cabine separada e disse que já vinha apresentar as meninas. Contei 5 cabines somando a que eu estava; três lado a lado de frente para a referida e outra bem ao lado, tudo isso em um corredor de boa largura. O único banheiro disponível fica bem próximo à porta de entrada e também à uma saleta que serve como o lugar de preparação das meninas. Estava limpo, assim como pareciam estar os quartos. O ambiente é escuro, fazendo jus ao nome, mas fica por opção do cliente manter o quarto desse modo ou fazer uso do interruptor pra ligar a luz. As cabines possuem ar condicionado, cama de altura mediana, cabideiro e uma mesinha de canto. Não demorou muito e a sargentona trouxe as candidatas.


A Apresentação das Candidatas.

No aludido dia, estavam na passarela: Karine, Larissa, Pérola e Suzana. Perguntei por Carol e Nicole, outras gatas que também me interessavam, mas as duas não estavam presentes. A primeira a se apresentar foi Pérola. Uma jovem negra muito gostosa, com uma raba maior do que as fotos podem dimensionar, vestida em uma lingerie preta. Em seguida entrou Larissa; uma brancona que chuto ter seus quase 30 anos, marcada pelo sol, de cabelos lisos, longos e lindos, outra da casa a ter uma buzanfa fenomenal. Por último, entrou Suzana; experiente loirinha de olhos claros, trajada com um maiô verde que comportava seios e bunda não destruídos pelas décadas, e a mais simpática e comunicativa delas. Karine estava ocupada e eu não podia e nem queria esperar.

Ultimamente, brinco até com os mais chegados que ando parecendo um desodorante Nívea Black & White. Uma fixação por meninas com mais melanina, que faz parecer que o madruguinha só vai se animar se for nos braços de uma pretinha. Dito isto, foi até estranho não ter escolhido a Pérola como a Miss Dark Room do dia. Aconteceu que achei o desfile dela muito apressado e talvez por isso não tenha ganhado o meu voto. Suzana pareceu a com mais vontade de trepar, ou trabalhar, como preferirem, mas a aparente timidez, aliada ao seu corpo exuberante, fizeram de Larissa a senhorita com as melhores medidas, sendo logo a minha escolhida. Comuniquei à gerente a minha predileção e fiz o pagamento por uma hora com a belezura.







O DESFILE

Em Traje de Banho.

A gata entrou na cabine que eu estava e me dirigiu até a que ficava exatamente em frente. Perguntou se eu queria tomar banho, respondi que "sim", me entregou uma toalha ensacada e pediu pra aguardar um pouco enquanto o banheiro desocupava. A beldade trouxe uma roupa de cama limpa e forrou o colchão que é coberto por um plástico. Após, foi liberado meu acesso ao banheiro, onde higienizei principalmente minha vara, já que o resto tava mais que limpo depois da canseira que a vadia invisível me dera no hotel.

De volta à alcova, abri a porta e Larissa esperava-me com o mesmo olhar tímido que encarou-me na apresentação. Aquilo me animou. Pedi para que ligasse a luz, conversamos alguns assuntos pra quebrar o gelo, até que não segurei mais a vontade e comecei a agarra-la ainda de pé.

A gostosa, que deve ter seus quase 1,70cm, e usava peças pretas com detalhes leves em branco pra cobrir a intimidade, precisou inclinar-se um pouco para ficar acessível aos meus beijos. Estes, que são correspondidos com bastante entrega, contém uma língua que roda dentro da boca alheia à procura da outra. Uma delícia capaz de estirpar qualquer ressaca de início de ano. Ali mesmo já misturamos nossas pernas e roçamos nossos sexos entre as coxas num completo frenesi. Nascia um tesão incontrolável em fodê-la, acompanhado de uma ereção que lá no fundo eu já sabia pra qual situação me levaria. Segurei um pouco a onda e sugeri continuarmos o engalfinhamento na cama.


Fazendo a Medição.

Descemos ao leito e a moça não demorou a se desfazer da parte de cima da lingerie, revelando seios médios, pontudos e durinhos, espetados por piercings de igual modo ao seu umbiguinho. O corpo de Larissa estirado e oferecido era uma verdadeira perdição. Eu ainda sentia vontade de provar mais dos beijos dela de tão bons que são, mas precisava fazer também a medição das outras partes. Mordi o queixo de leve, beijei nuca, pescoço e estacionei nos seios. Mamei um de cada vez pra não rolar ciúme e ela pareceu gostar bastante, dada a expressão do rosto e o movimento inquieto do corpo. Brinquei também na barriga e em volta do umbigo, até que ela entende onde quero chegar e tira a parte debaixo da lingerie.


O Nu Artístico.

Quando fico de cara com seu nu frontal, surpreendo-me. Eu tinha uma intuição diferente sobre a xereca da moça que, além da altura e da bunda já mencionada, possui também um belo par de coxas. Mesmo não sendo regra, imaginei que no seu sul saltitaria uma ppk daquelas bem graúdas e carnudas, mas não! Ao se despir por completo, a gostosa exibiu uma boceta que, de tão delicada, pequena e fechada, parecia nunca ter sido tocada. Para encontrar seu grelinho foi necessário primeiro abrir os lábios com as mãos para só depois iniciar os trabalhos com a boca. Fui alternando entre linguar e chupar a extensão do seu sexo e ela reagia às investidas apertando os seios e comprimindo os lábios em gemidos baixos. Mesmo dedicado, não consegui fazer com que ela gozasse.

Na continuação, a bela senhorita ofereceu-me um boquete que recusei, pois sabia que ia sujar a boca dela de leite caso topasse. Foi então que vesti a camiseta no garoto com seu auxílio e a pedi para que viesse por cima na cavalgada. Larissa começou montando devagar, descendo de início só até um pouco depois da cabeça do membro, para depois de relaxada, descer por completo e com força no vulgar. Senti sua vagina quente como um forno de assar cacetinho, e mesmo usando a apelona com retardante, orei para suportar a barra que era ser macetado por ela. Percebendo que os super poderes haviam me deixado na mão, pedi para que ela descesse. Sem entender muito, obedeceu e perguntou se havia me machucado. Respondi que não, que era questão de estar quase gozando e ela riu dizendo que não tinha problema. Não pra ela, obviamente.

Breve pausa planejada pra prolongar a cerimônia e, não muito tempo depois, nos atracamos aos beijos que mais parecem uma dose cavalar de tadalafila, deixando meu "braço" erguido novamente. Achei de bom grado deixar a preocupação de lado e tentar a penetração para ver no que daria. Trepei em cima dela no ppmm, senti seu sexo pegando fogo mais uma vez e não resisti a muitos movimentos. Um gozadão na borracha que de tão expedito, me deixou ruborizado.


A Coroação.

Nova visita ao banheiro, limpeza feita e minutos de sobra para uma nova namorada. Com o pau adormecido, dessa vez aceitei o boquete sem capa oferecido por ela. Larissa além de chupar com boa pressão e velocidade (por vezes acomodando o pau inteiro dentro da boca), maltratava meu ser, aplicando a técnica do anel com a língua na cabeça da piroca. Nesses momentos eu aproveitava para segurar em seus cabelos cheirosos e admirava aquela atuação.

Na sequência, pôs a capa no boneco e tentou cavalgar na posição invertida, mas madruguinha não teve a potência equivalente para continuar bombando. Rápido pra despejar e lento para acordar, assim tem sido meu companheiro ultimamente. Entretanto, eu sabia que o beijo dela era um citrato eficaz, e por isso nem me emocionei com a dormência.

Voltei a beijar, lamber, mordiscar e acariciar seu corpo, com mãos e boca que percorreram cuzinho, bunda, xota, peitos e formosos pés, mas era na língua em jogo do beijo da gata, que o pequeno e não temível monstro, renascia. Preparado, comi a gostosa um pouco de quatro, de lado, novamente no ppmm e nada do gozo ensaiar chegar. Olhei o celular e restavam pouco mais de 15 minutos. Nem lembro qual foi a última vez que finalizei uma foda punhetando, e confesso que essa opção me passou pela cabeça. Não queria ter que interromper o coito ouvindo um telefonema ou uma porrada na porta dizendo que o tempo havia esgotado. No entanto, avaliei o risco e pedi para que a cavala voltasse a me maltratar com a mesma sentada que por pouco não havia me levado a nocaute na primeira transa.

Larissa montou com a quentura característica, imprimindo uma sentada forte que parecia capaz de quebrar a cama com o peso de nossos corpos. Senti o gozo vindo e comecei a emitir sons no mínimo esquisitos, onde ela depois confessou não saber identificar se era de prazer ou de dor, até que esporrei todo o resto da minha seiva dentro dela. Pra deixar a experiência ainda mais gostosa, a devassa ficou rebolando na minha piroca encharcada sem pressa nenhuma de tirar de dentro. Iludo-me supondo que ela queria mais bolachas. Não fosse o tempo findando e a questão sanitária, conseguiria continuar dentro dela sem nenhuma dificuldade, tamanho era o tesão que eu ainda sentia.

Desencaixamos e ela quis me dar a vez para se lavar, mas gentilmente a cedi. Estava satisfeito e leve como um colibri. Depois da higiene ela voltou pra me chamar, joguei uma água no corpo, me arrumei e peguei as ruas, sem antes beijá-la na saída do privê.






O Júri.

Larissa foi musa, miss e uma amável companhia. Fez todo o possível para agradar, não negou nada e mostrou-se bastante hospitaleira. Sua beleza corresponde com as fotos, o físico ao vivo impressiona ainda mais e falar do seu beijo soa até repetitivo. Moça bonita, bem feita e formosa, que consertou o estrago de mais cedo.


O Discurso de Agradecimento.

O meu obrigado à Miss Larissa e a todos os confrades e damas que leram esse relato. Mais uma vez longo, mas com a certeza de que foi escrito com carinho e honestidade.

Até a próxima, abraços!


TD Anterior Natália Matarazzo 👟⚽



Somente as pessoas ruins sentem prazer em ver o sofrimento alheio.

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
RAZOáVEL BOA
vadeR, Senior69, Brutus, Digboy, Josh, rpf, Papai Noel, Sueco, Ikki RJ, Gatitus, Estarossa, Yami Mysterio, Oscar, The Shy, Tenista, eltonbono, curtiram esse TD.
NATÁLIA MATARAZZO - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99210-7632
NATáLIA MATARAZZO
PISADA DE BOLA
TEMPO: 0 MINUTOS VALOR: R$0.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
PISADA DE BOLA PISADA DE BOLA PISADA DE BOLA PISADA DE BOLA R$0.00 PISADA DE BOLA

02 de Janeiro de 2024 às 17:01


NATáLIA MATARAZZO - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=25472

A MULHER INVISÍVEL.


Saudações, confrades e damas. Um Feliz 2024 a todos, com bastante coragem, fé e esperança, pois o novo, independente de seu rosto, sempre haverá de vir.


"Com sorte você atravessa o mundo, sem sorte você não atravessa a rua."(Nelson Rodrigues)


O relato a seguir é o que posso chamar da minha primeira tentativa de "desbravada". Dizia a dama que eu seria o primeiro cliente dela nessa vida. Se era verdade ou não, só Deus e ela sabiam. Eu optei por ficar com a pureza das respostas das piranhas e tomei um tabefe por "dentro da cara".

Vi o post da bisca no Arena Social e fiquei super interessado; um biótipo semelhante ao dos meus últimos encontros proveitosos despertou meus instintos mais sacanas.
Chamei-a no WhatsApp pra saber mais a cerca do seu trabalho, acabei gostando da prosa e agendamos um enrosco para esta terça.

Vim alinhando o encontro com ela desde a sexta-feira passada, com confirmações das duas partes ontem e hoje pela manhã, inclusive pouco antes de adentrar no local combinado. De boa fé, rumei para o Meu Cantinho - sugerido pela mesma e aprovado por mim - e, chegando com certa antecedência, enviei a foto da chave do quarto para a puta e fiquei aguardando sua resposta.

Frases como: "Perfeito❤️", "Oii", "Daqui a pouco chego." e "Já já chego." mantiveram-me à sua espera.

Meia hora depois, enviei mensagem e já não tive resposta. Liguei via Whatsapp e por ligação discada e nada. No aplicativo, chamava chamava e não era atendido, na ligação convencional, o telefone nem chamava e ia direto para a caixa de mensagens. Aguardei mais meia hora e, após novas tentativas, liguei para a recepção do hotel e perguntei quanto tempo eu ainda tinha de direito a usufruir das instalações. Responderam-me que pouco menos de duas horas, complicando até uma possível acionada em algum plano B. Não restava outra coisa a fazer. Aceitei a derrota, recolhi o aprendizado, arrumei minhas coisas e rumei com o prejuízo financeiro e o tempo perdido dentro da sacola.

Fica registrada a situação na qual espero ajudar outros confrades a não passar pelo mesmo. Até fui alertado por um estimado forista a ter cuidado, mas as vezes a emoção sobrepõe a razão. Eu, que sempre tive o maior respeito pelas meninas que ganham a vida na profissão mais antiga do mundo, dessa vez sofri um revés de uma meretriz que, nem sei se é de corpo, mas certamente é de alma.

Mesmo muito aborrecido, não desanimei por completo. Peguei as ruas do centro do Rio com a minha cabeça lá em cima, lá em cima, lá em cima e escolhi um outro local para despejar meu tesão. Deu até pra descobrir que ainda existe amor em privê. Porém, esse relato eu apresento a vós um outro dia, com mais calma e com o capricho que um bom atendimento merece.

PS: Seguem abaixo algumas provas da molecagem. Caso precisem de outras, eu tenho.





Abraço e até a próxima!



"As pessoas boas devem amar seus inimigos."

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
gargamel, vadeR, Arraxxxca, Felipe_BR, Lixo III, Digboy, Az,, Brand, Ikki RJ, Dionizio_RJ, GaelK, PauloCesar, Oscar, The Shy, Teddy, Conde Da Valáquia, Apolo, Negão_01, Saulo Top, Brutus, Rai, Holmes, pauloeduardo, Nego Dengo, Yami Mysterio, Homer, Michael Corleone, curtiram esse TD.
LOREN PRADO - Rio de Janeiro - RJ
LOREN PRADO
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$200.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI SIM R$50.00 SIM

11 de Dezembro de 2023 às 17:12


LOREN PRADO - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=13015

A FONTE DOS DESEJOS.



Eu, que cheguei ao site no início deste ano após longa inatividade neste serviço, posso dizer que ainda sou um reles mancebo neste consagrado fórum. Experiências negativas em trashs, a falta de fidelidade em anúncios de frees, a proteção à saúde no período de pandemia, relacionamentos, outras prioridades e etc elencam e justificam o meu período de "hibernação", como também explicam a minha chegada e trajetória até aqui.

É como eu – mal e porcamente comparando – e/ou guardadas as devidas proporções, estivesse saindo de uma cena underground para conhecer e provar daquilo que há no mainstream. A tal da lista que um dia ousei escrever, serviu apenas para confirmar que planejamento e disciplina nunca foram o meu forte. Tudo bem, faz tempo que me acostumei a aceitar o que vem, mesmo sem esperar ou me preparar para o melhor e o pior.


A Reserva.

Esse TD é mais um encontro desencadeado pós um "desacerto contratual". Na realidade eu deveria ter conhecido a dama em questão antes até do meu último TD Pérola Bittencourt . O subtítulo não tem qualquer significado atrelado ao termo de segunda opção ou substituta, tão pouco estou aqui dizendo que preferi uma em detrimento à outra. Longe disso! Na verdade ele não aconteceu antes porque as nossas agendas não bateram. A "reserva" em questão tem sentido de marcação, agendamento, manifestação de interesse. Pode servir também de referência ao enredo, se assim vocês entenderem.

Inclusive, essa reserva com a Loren foi de uma suavidade, leveza e carisma que precisa ser relatada. Nenhuma dificuldade, atenção exemplar e um tratamento que considero de fino trato. Por que julgo importante contar isso? Talvez ajude o confrade a procurar um atendimento sem stress; que é VIP do início ao fim, mesmo que não rotulada com o termo. O programa foi marcado na segunda-feira para antes do evento no Curta, com a devida confirmação na manhã do referido dia. Finalmente Madruguinha estrearia no famoso prédio da 13M47, aquele da identificação moderna na portaria.


A Nascente.

Loren, sem medo de afirmar, despertou o desejo dos confrades astutos tão logo fez sua primeira aparição no Arena Social. Com fotos utilizando ângulos que valorizavam seus atributos, não demoraria para que alguém confiasse seus prazeres à belíssima negra em evidência e relatasse o enrosco para a alegria da massa. O porteiro não era novo e nem me conhecia, mas não foi preciso usar de interfone para que ele liberasse a minha subida. Pontual, enviei mensagem a ela que já estava na porta do AP me aguardando. Mesmo esperando o melhor de um jeito torto, e despreparado para o pior, não foi dessa vez que a minha negligência me imputou o inconveniente.

Foi gostoso aceitar o que o destino trouxe tão logo ela me recebeu. A moça abriu a porta e transbordou beleza. Preocupada primeiro em garantir a minha privacidade, a jovem e fascinante menina vestida de roupão verde não me beijou na recepção. Agitada e prudente, cuidou de certificar se não havia alguém nos corredores e no banheiro do imóvel, a fim de evitar algum esbarrão desnecessário. O local dela é compartilhado com outras donzelas e possui múltiplos cômodos que, pra quem está ali pela primeira vez, faz parecer um labirinto. Feita a vistoria, preferiu tomar-me pela mão e me arrastar para os fundos, onde apresentou seu quarto que é compacto, porém suficiente. Tratando-se de alguém que praticamente cabe em uma caixa de sapato, aí mesmo que não tive do que reclamar.

Ela é nova no pedaço e disse que aos poucos está dando a sua cara ao lugar. A cama é de casal, as luzes ficam acesas e tem ar condicionado funcionando. Simpática, ofereceu-me água e toalha ensacada para o banho, no qual prontamente aceitei ambos. Antes da ducha, batemos um breve papo para nos conhecermos um pouco e também para retificar ou tirar alguma possível dúvida quanto ao programa, enquanto o corredor era liberado. Aproveitei para elogia-la e a percebi ainda um pouco tensa ou envergonhada. No lugar dela eu também ficaria tendo o azar de receber tal caricatura. No que segue, fui guiado por ela ao banheiro pelas mãos novamente (como gostei disso!) pra fazer a higiene.

De banho tomado, recebi o aval de Loren para deixar o banheiro e retornar ao quarto, onde ela, com o roupão verde já desamarrado, revelava um belíssimo corpo comportado em lingeries rosas totalmente à minha espera. Bastante sensual, nem preciso dizer que a minha humilde mangueira ficou animadíssima com aquela profusão de cores e curvas à frente. Cumprido com sucesso os protocolos, a princesa, agora bem mais relaxada, exibe sorrisos, torna-se mais falante e é receptiva às brincadeiras que faço para quebrar o gelo. Observando isso, me aproximo pra fazer carinhos em suas mãos e pernas, e também para apalpar seu enorme traseiro quando ela se pôs de pé em minha frente para tirar o roupão e pendurar no cabideiro. Antes do ato, pede que a conta seja acertada e assim o faço, sem objeções e desconforto.




Seguindo o Curso.

Juntos ali na cama, noto que a musa apresenta um olhar diferente. Seus olhos castanhos fitam, intimidam, inquietam. O sorriso é de provocar toda e qualquer simpatia e logo sinto um campo magnético entre nós dois. Ela nem precisa comentar nada para que eu deduza como ela curte o sexo. Loren era um verdadeiro oásis no deserto, e eu, com toda a sede de um andarilho, não me contive e fui me saciar em suas águas.

Compreendam, queridos confrades. O desespero era tão grande que em nosso primeiro contato labial, acabamos batendo dente com dente. Rimos da situação e continuamos a pegação. O beijo dela é de grande entrega; Loren põe a língua pra degustação, envolve os lábios, movimenta, alterna o ritmo e dá mordidas a ponto de te deixar maluco e querendo que aquele momento se perpetuasse.

Na sequência, a gata ordena que eu tire o restante da roupa que ainda me cobria e dá uma provocada quando identifica o escudo no calção de time que me vestia. Infelizmente esse ano ela está coberta de razão, visto que seu clube do coração tirou certa onda. Acontece, que embora sempre por baixo, desde novo sou obrigado a levantar a cabeça para encarar as coisas de frente com naturalidade e coragem. Foi nessa que cortei logo as brincadeirinhas a cerca do assunto, tirando-lhe a lingerie e a deixando sem defesa.

Lancei meu corpo como uma rede sobre ela e a dominei apesar da diferença de altura. Beijei seus lábios mais uma vez com correspondência até iniciar um tour pelo seu rio. Tudo em Loren é bem desenhado. Os seios são médios e firmes, com bicos negros e deliciosos de chupar; a bunda é grande, dura e de parar o trânsito; o corpo tem tatuagens bem localizadas no tórax, costas e braços e seus cabelos longos e lisos estavam impecáveis e cheirosos; os pêlos descoloridos no seu corpo agregam em charme e sensualidade, e a pequena listra na testinha da boceta completa e embeleza o paraíso que é o seu leito.


A Hora do Mergulho.

Mergulhado em cada centímetro cúbico dela, fui sendo apertado pelas suas pernas enquanto percorria a extensão do seu corpo e sentia a sua respiração ofegar. Beijei o pescoço, cheirei o cangote, chupei seus peitos e brinquei com o piercing na barriga até chegar na bocetinha delicada de Loren. Inicio um oral "refrescante e gostoso" - como assim foi classificado - que a faz revirar os olhos, gemer e rebolar na minha face. Sem dúvidas seu gosto ficará para sempre entre os mais saborosos na minha memória gustativa. Bastante lubrificada, encontrei o ponto que a fazia sentir maior tesão e presumi que estava próximo de conseguir faze-la gozar. Dediquei uns bons minutos ali, e mais um pouco quem gozava era eu só de vê-la se contorcer, gritar e me chamar de gostoso. Cessei apenas quando interrompido por duas perguntas/pedidos:


— Você não quer me meter?
— Eu tô doida pra sentir sua piroca, sabia!?

Pedidos assim são quase ordens e eu não tava lá pra desacatos.


Voltando à Superfície.

A gostosa, no pouco tempo que estava comigo, já havia pescado duas características que carrego: a indecisão e o bom humor. No caso, apresentei as duas em conjunto quando transformei em comédia o momento de dúvida na escolha da camisinha que eu usaria. Meio óbvio que a ereção conquistada foi para o ralo enquanto a decisão era tomada.

Companheira escolhida e separada, pintava a necessidade de uma respiração 'boca a rola' para ressuscitar madruguinha. Loren pôs uma das mãos na base do meu saco usando os dedos para acariciá-lo e começou a mamar meu pau com muita baba. A boca habilidosíssima descia todo o membro e como plus ela fazia uma cara de muito cachorra. Fez menção em chupar minhas bolas, porém a impedi, senão voltaríamos à estaca zero. Minha pica, sem muita demora, voltou a firmar com aquele oral caprichado e decidimos vestir o garoto.


Nas Corredeiras.

Posto o colete salva vidas, estúpido, imaginei que não poderia temer mais nada. Estirado no centro do barco, Loren posicionou-se por cima de mim na cavalgada e iniciou uma descida violenta e sem pena. Foi preciso fechar os olhos e pensar nos aluguéis atrasados pra não ser vencido. Quente e molhada, a bocetinha consumia até o talo do meu pequeno remo em uma cena que de vez em quando eu criava coragem para ver. O saco chegou a ficar vermelho como a minha face quando recebo os tabefes da Florinda.

— Pára, caralho, pára! — Implorei.
— Assim vou pra lona rapidinho. — Completei.
— Ué, garoto. Pensei que tava gostando... — Respondeu cínica e maliciosamente, mas atendeu a minha súplica.

Com o ganso desafogado, volto a me deliciar nos seus seios e depois na ppk usando boca e língua. Brinco, dizendo que só essa vida pra me deixar pegar uma mulher com aquele nível e ela responde falando que eu devo dizer isso para todas. A intimidade vai aumentando, mais brincadeiras vão surgindo e a bandida, percebendo o meu visível contentamento, usa o canto da sereia e já projeta novos enroscos comigo. Despertar meu tesão e meu sorriso é uma apelação e ela tava fazendo direitinho, não tinha como esconder. Cheio de desejo, puxei as pernas dela e joguei sobre os meus ombros encontrando um encaixe perfeito. A pica deslizava toda pra dentro dela e quanto mais eu bombava naquela bocetinha molhada e quente, mais ela gemia e pedia pra não parar. Meu gás ia durando mais do que o previsto, até que cansei. A perna deu aquela tremida, o fôlego foi embora e um respiro era necessário.




A Foz.

Um dos assuntos mais debatidos no meio dos confrades é a questão sobre as meninas que fazem anal. Aquela máxima de que cu não se pede, se conquista, parece-me controversa. Cada uma sabe da sua saúde, do seu preparo, do seu gasto, gosto e conforto. Loren, por exemplo, foi a primeira garota de programa que saí a falar que não curte receber beijo grego. Isso foi conversado e logicamente respeitei. Quando a abordei na entrevista e falei no interesse em fazer anal, a resposta me agradou: "Tem uma taxa de 50 reais, mas você pode comer meu cuzinho o tempo que quiser. Penetração direto!" O combinado nunca sai caro se cumprido à risca, já diz o ditado.

Pau que nasce torto, nunca se endireita. Tem sido um erro corriqueiro tentar iniciar os anais na posição de quatro. Pedi a dama pra posicionar a popa na beira da cama para que eu pudesse comer aquele cu e não passou mais do que a ponta da cabecinha. Tentamos com cuidado, houve esforço das duas partes, mas não foi possível. Não deu tempo de sentir frustração. A garota em todos os momentos da foda mostrou-se disposta a agradar. Não regulou, não reclamou, não desistiu... foi do tipo "Vamos? Vamos!" o que contribui muito para uma avaliação positiva e uma expectativa de repeteco.

— Gostoso, já sei um jeito de você conseguir comer meu rabinho direitinho.
— Quer ver? Vem cá!

A danada, com as costas no colchão, colocou o travesseiro por baixo da raba e liberou o acesso ao anel. Um ângulo favorável que fez a piroca entrar com maestria. Ela estava certa, sempre esteve. Loren parecia conhecer o meu manual de instruções. Penetrei na gostosa prestando atenção às suas feições e reações durante o ato e era impossível não notar o prazer conjunto que sentíamos. A pele arrepiada, a respiração ofegante, os bicos enrijecidos... a inquietação nos quadris e nas mãos era clara. Por não acontecer sempre, é especial quando você se dá conta que também está entregando prazer para a garota.

Completamente entregue, pediu para que eu continuasse empurrando tudo até o fim, pois estava pra gozar. Ouvindo isso, passei também a dedilhar seus seios e clitóris - este último não tardou a perder a vaga para os dedos dela - e a delícia se aproximava mais do clímax. Ciente disso, subi meu corpo ainda dentro para alcançar seu pescoço como um vampiro. O ventre dela vai ganhando volume e os joelhos pressionam mais forte as minhas costas, até que Loren emana uma gozada respeitável que prontamente sorvo. A devassa abre um sorriso, confidencia que não esperava chegar lá com o anal e, toda molinha, me pergunta como eu queria finalizar.


A Realização.

Eu nada disse. Abracei ela e fiquei fazendo uns chamegos até que se recuperasse. Olhamos o tempo e tínhamos 15 minutos.

— Temos tempo de sobra pra namorar, pode ficar tranquilo que tu não sai sem gozar. — Prometeu.
— Tu garante isso? Porque eu não... — Meti o maior o caô que um dos pistoleiros mais rápidos do oeste poderia.

Desejei comer novamente aquela xaninha, dessa vez de ladinho, mas o relevo daquela bunda ejetou meu modesto pau rapidamente em todas as tentativas. Voltamos aos beijos, apertos e sarradas até que volto a aplicar mais um oral na xoxotinha que me deixara viciado. Se tivéssemos mais tempo, dedicaria mais minutos ali. Mas ela não é egoísta e de certa forma estava imbuída de realizar meu desejo.

Dessa vez sentado, Loren retorna com a cavalgada firme que tem e quica veloz em meu colo. Penso eu que a gostosa supôs que realizaria o meu pedido daquele jeito. Suportei as sentadas e aproveitei pra mamar mais nos seus peitos.

— Realmente você se deu bem com essa camisinha. — Ela disse.
— Né, cara? — Em todos esses anos nessa indústria vital, essa é a primeira vez que isso me acontece. — Frisei e rimos.

Outra coisa que ela percebeu e até comentou comigo foi o fato de eu ser um tanto metódico. Sei que são poucos e bons os que lêem meus relatos até o fim. O brasileiro, por costume, lê pouco; ao trabalhador não sobra muito tempo para a prática; e o ignorante tem dificuldade de apreciar o que foge do comum. Contudo, sei que existem alguns que chegam até estas linhas. Esses proveitosos foristas, já devem ter notado que em quase todos os meus enroscos relatados no site, calhei de finalizar na posição ppmm. Com Loren não foi diferente.

De novo encontro nela o olhar intimante e o apetite em ser devorada. Visualizo sua boca, seus seios e seu pêlos descoloridos que me causam euforia, e observo também a boceta completamente úmida e a pele toda suada que me atiçam. Não tinha um porquê para eu continuar protelando. De tudo eu já tinha provado e gostado. Os pães e os frios já estavam cortados sobre a mesa, só restava me servir. Liguei meu corpo ao dela da forma mais ajustada possível, abracei, beijei e bombei em Loren até jorrar um gozo quente e admirável dentro daquela xana.

Realizado, proferi mais algumas palavras de exaltação ao momento e à moça para depois ir me lavar. Na volta, conversamos sobre o evento que já havia começado e, nesse momento, encontrei uma brecha para falar minha última bobagem. Disse-a que dificilmente ela me encontraria por lá, pois esqueci de crescer para aparecer, mas que eu a veria mesmo que de longe (fato que aconteceu). Sua aparição foi rápida. Estava linda e um pouco tensa como quando me recebeu na porta do seu apartamento. Na minha opinião uma das mais lindas da noite. Encantado, quase fui atrás dela para dar um "ultimo "oi" e um "último tchau" quando a vi saindo do bar, mas a timidez e a certeza de que não tardarei a vê-la, me contiveram.





A Gratulação.

Foi gratificante, Loren Prado. O quão divertido e regozijante foi estar contigo durante uma hora, tornou merecedor cada tempo dedicado na escrita deste relato. Eu disse a ti, ainda ali na cama, que pra sua sorte, a vila que moro é longe e a grana anda escassa. Você é viciante e será inevitável não lembrar de você nas madrugadas da vida. Até quando eu puder. Beijos, obrigado.

Obrigado aos confrades e damas que leram até aqui esse enorme relato. O que é positivo faz-se digno da dedicação, do esmero e do capricho. Espero que tenham gostado.

Até breve!



Cada um tem o direito de sair da própria casa por onde lhe der na telha.





ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
PauloCesar, Felipe_BR, Brutus, Conde Da Valáquia, CafécomLeite, Bart, Barbosa82, Digboy, Gatitus, Sued, Ikki RJ, Papai Noel, rpf, Sueco, Dionizio_RJ, voicersex, Oscar, The Shy, Saulo Top, Scuba, Long Trail, curtiram esse TD.
VICK (EX-PEROLA BITTENCOURT) - Rio de Janeiro - RJ - (21) 97934-2930
PÉROLA BITTENCOURT
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$200.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI SIM R$0.00 SIM

03 de Dezembro de 2023 às 08:12


PÉROLA BITTENCOURT - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=24195

COM O QUE SE FABRICAM OS COLARES DE PÉ - RO - LAS?



Dezembro. Méier, subúrbio carioca.

Com a licença poética devida, a vida é realmente um trem bala, confrades. Ainda ontem discutíamos e imaginávamos onde seriam as confraternizações de fim de ano; quem faria o quê, quem ficaria a par das piadas de tiozão ou o que comprar para fulano, siclano e beltrano. Piscamos e o último mês do ano se apresenta novamente. Dessa vez, aqui no meu caso, ainda não deu nem pra entrar em clima de retrospectiva. Devido a tantas coisas que vêm acontecendo, a angústia do presente já é suficiente. Todavia, já dá para afirmar que foram muitos erros e poucos acertos; sobretudo aprendizados que com toda certeza levarei adiante. Detalhá-los fugiria do propósito e prefiro dizer apenas que vou sobrevivendo. Tudo bem, isso já é uma dádiva.

"Tente passar pelo que estou passando
Tente apagar este teu novo engano
Tente me amar pois estou te amando
Baby, te amo, nem sei se te amo"
(MELODIA, 1971)




A história conta que "Pérola Negra", canção do cantor e compositor Luiz Melodia (1951-2017) foi uma espécie de homenagem a uma paixão que não pôde ser correspondida pelo artista. Ao saber que seu amigo transexual cultivava por ele sentimentos mais fortes do que o da amizade, o autor - que não o amava da mesma maneira - inspirado pela confissão, colocou-se no lugar do outro e compôs esses versos eternos que retratam um amor puro e ao mesmo tempo rasgado.



A Extração.

Procurei por Pérola após passar praticamente a semana inteira sentindo-me como cachorro que caiu do caminhão da mudança. Busquei novidades e também conhecidas, e cada contato era um tiro n'água. As entrevistas não chegavam no esperado e faltava sempre um detalhe para que o encontro saísse do papel. Foi quando depois de um dia de labuta, admirado com um dos meus livros de cabeceira, lembrei de um relato do velho escriba chamado Dante, no qual a menina, com alegria, comentava sobre o presente que acabara de ganhar. O tempo dedicado por ele e a gratidão dela saltaram-me aos olhos. Reli a escrita do confrade relevante mais uma vez e pensei: Quem sabe não é ela?


"Tente entender tudo mais sobre o sexo
Peça meu livro querendo eu te empresto
Se inteire da coisa sem haver engano"




Na manhã seguinte entrei em contato com Pérola via Whatsapp. O questionário, que muitas vezes pode parecer trivial, foi sendo respondido por ela com elegância, paciência e bom desdobramento. Atendeu todas as demandas e marcamos o enrosco para o mesmo dia, na parte da noite, no Hotel Condor.



A Preparação.

Chego ao hotel com 20 minutos de antecedência e envio o número do quarto à moça. Ele é bem espaçoso, limpo, com ar condicionado funcionando bem, banheiro funcional e cama propícia para um bom enrosco. Toda primeira vez tem lá a sua adrenalina e meu coração batia acelerado à sua espera. Pelo menos dentro desse metiê do sexo pago, costumo ser bastante visual e, antes que ela entrasse por aquela porta, a opinião que eu carregava sobre sua fisionomia era baseada e confiada no relato dos confrades anteriores. Isso ajuda? Sim, sem dúvidas. Garante alguma coisa? Nem sempre, pois gostos são subjetivos como bem sabem. Acontece que quando a campainha foi tocada e desci o artefato a fim de recebê-la e convidá-la para fazer daquele recinto um bom ambiente, minha voz praticamente emudeceu, meus olhos vidraram ao vê-la e meu corpo quase travou diante de tanta graça.

Não vou falar que somente um cego seria capaz de encontrar defeitos nela, pois pelo seu tato, olfato, paladar e audição aguçadas, não acharia. Apenas um(a) pobre de espírito ousaria - com mentiras - apontar um defeito que seja. Pérola, além de bonita de rosto, é gostosa como nas fotos. Pra ilustrar um exemplo, ela é aquela menina que quando passa na rua todos os pescoços se mexem para acompanha-la. Ela é a garota que dificilmente não será classificada como a mais bela na roda de amigas. É a moça que na balada você mais tem medo de chegar por não se achar à altura.

Cumprimentamo-nos com um selinho tímido, fizemos perguntas protocolares e trocamos uma breve ideia que serviu para admitirmos que já estávamos higienizados, fato que foi o estopim para iniciarmos os trabalhos ali mesmo de pé.









O Condicionamento.

A moça bonita, bem feita e formosa já foi deixando seu belo cartão de visitas com um beijo que faz da boca alheia uma garagem para sua língua. Nesse momento eu já sabia que a seara fora dura, mas com final muy feliz. Descemos agarrados aos beijos até o sofá que estava às nossas costas e misturava os nossos pertences. Pressionei o corpo dela contra o móvel e fui sentindo o gosto e o cheiro de sua pele enquanto usava meus sentidos nas áreas do pescoço, nuca e braços. Pérola retribuía beijando de volta, me apertando, falando coisas safadas e gemendo baixinho. Estava bem gostoso, mas o lugar em questão não era o mais confortável e adequado pra continuar o namoro. Foi então que sugeri mudarmos para a cama.



A Transformação.

Deitamos no colchão articulando sacanagens temperadas com um lado cômico que não tardou a aparecer. Ainda não estávamos totalmente despidos nessa hora e a princesa trajava um maiô verde fluorescente minúsculo que casava perfeitamente com sua pele morena cor de jambo. Seu corpo tem tudo devidamente no lugar, reflexo de uma linda juventude. Pele toda lisa, com algumas tatuagens bem posicionadas, barriga sequinha e seios que cabem em bocas desejosas. A bunda é grande, firme e boa de apalpar e bater. O conjunto da obra tem poder de fascinar o confrade incauto.

Dividindo a cama com ela, confesso que fiquei na dúvida por onde continuar o que havíamos começado. Pérola, esperando uma decisão que tardava, tratou de encher a mão para conferir o estado de madruguinha. Teso e inflado, penso que se assim não estivesse, o melhor a fazer seria descartá-lo e lançá-lo fora como refugo, diante de tamanho menumento. Após isso, deixei a inércia e incredulidade de lado e curti a oportunidade como se deve. Finalmente terminei de despir a moça e pude assim provar de toda a sua anatomia. Aproveitei o pequeno vale dos seios por um bom tempo, depois guiei meus lábios ao sul beijando a barriga e em seguida a parte interna das coxas, até chegar na pedra preciosa de Pérola. A bucetinha toda depilada já se encontrava bastante úmida.


"Rasgue a camisa, enxugue meu pranto
Como prova de amor mostre teu novo canto
Escreva num quadro em palavras gigantes
Pérola Negra, te amo, te amo"




Ela, assim como a sua dona - diga-se de passagem - tem uma aparência de deixar a gente salivando. Visualizei aquele grelinho exposto saltitando e fui provar sua jóia. Tem um gosto marcante que só de lembrar a boca fica cheia de água. Fiquei ali me fartando no seu sexo enquanto observa as reações dela para fazer a coisa bem feita. Determinado momento ela pareceu chegar lá e afastou minha cabeça com delicadeza. Achou certo retribuir e, jogando minha veste longe, tirou madruguinha da cela para iniciar o boquete.
Avisei-a da hipersensibilidade que eu vinha sentindo ultimamente e culminou que incrivelmente com ela, acabou nem dando as caras. Com os lábios macios e pressão bem calibrada, a gostosa mamava projetando sua boca até o final e aliava a isto uma alternância de passeio da língua entre o saco e a cabeça do meu membro. Estava bem prazeroso e dadas as circunstâncias, lhe pedi um tempo a fim de não gozar dentro daquela boquinha precocemente.



A Modelagem.

Na sequência, a gostosa lembrando da entrevista de mais cedo, toca num ponto importante que havíamos tratado, crucial para aumentar meu tesão:
— Você quer comer meu cuzinho, né!?
— Se não for muito incômodo, logicamente. — Respondi e gargalhamos rs.
— Assim, logo de cara, safada!? — Insinuei.
— Não né, na bucetinha primeiro. Quero que você veja o quanto é apertadinha...

Pérola não mentiu. Vestiu a criança com a boca e iniciou um engate constrito posicionando-se por cima. Suas pernas grossas ajudavam a esconder meu modesto pau dentro daquela xaninha, num movimento que no princípio foi executado devagar, até ir ganhando velocidade aos poucos. A gata subia, descia e gemia na minha piroca e seus pequenos seios se mexiam deliciosamente conforme a dança. Duvidoso, não sabia se deixava rolar e largava o freio e os herdeiros já ali ou se usava algum truque. Optei por não derramar e ganhei tempo de vida pedindo pra chupa-la mais um pouco, só que dessa vez no 69. Uma posição que favoreceu a visualização do precioso cuzinho. Anelzinho lindo, cheiroso e convidativo, onde brinquei de dedilhar e passar a língua até me dar por satisfeito. Na continuação, mudamos para a posição de quatro, quando comi sua bucetinha primeiro em cima da cama e depois na beira, até a câimbra na perna chegar de mansinho e eu me render à curiosidade e desejo de comer aquele cu.







O Acabamento.


Necessitamos de uma curta pausa para trocarmos uma ideia enquanto readquiriamos fôlego. Na seguinte e final parte da transa, o que foi visto é o que podemos chamar de uma verdadeira surra de anal.

Na mesma feição da xaninha, seu buraquinho também mostrou-se apertado. Com o caminho besuntado, tento de início pegá-la de quatro na beira da cama, mas é em vão e não consigo o encaixe perfeito. Pérola não desiste e, conhecedora dos "paranauê", pede para prosseguirmos o ato com ela por cima, da mesma forma que iniciamos a penetração vaginal anterior. Ela não parece fazer distinção entre tomar na xota e no rabo. Imprime a mesma velocidade e constância, não reclama e pede vara mais e mais. Tentando ser um bom rapaz, obedeço e auxilio estocando-a de baixo para cima com toda força e energia que me sobrava. O camarada nessas horas precisa mais uma vez ser forte e resistir à vontade quase insuportável de deixar o leite sair.

Na linha de montagem posterior, mais uma vez atendendo a seu pedido, devoro ela na posição de ladinho até desacoplarmos e o madruguinha dar uma leve adormecida dentro da capa. Nem me preocupei porque sabia que seria temporário. Agarrado às suas costas, aproveito para beijar toda a extensão dela e voltar a ficar pronto enquanto a ouço dizer coisas obscenas. Era hora de realizar o acabamento e finalizar a produção.

Não sei se dá pra chamar de papai e mamãe uma posição que, apesar de fisicamente corresponde-la, é biologicamente incapaz de gerar um bebê. Espero que entendam. E desse modo, mais uma vez sem que ela exitasse, e sob as suas instruções, juntei meu corpo ao dela e voltei a penetrar naquele cuzinho. Fiquei bombando, beijando e amassando a maravilhosa gata por um tempo até considerar inútil e doloso continuar segurando os anseios de um gozo farto.



O Produto Final.

Pérola Bittencourt realmente faz jus ao nome que carrega. Simpática, divertida, agradável, carinhosa e uma foda que, a você que leu até aqui, dispensa maiores comentários. Um verdadeiro presente que recebi com contentamento e "despachei" com lamento.


"O que me importa são os atos,
e mais que os atos, os sentimentos.
É a alma que está em questão."
(Nelson Rodrigues)





Feedback.

Pérola, meu bem, obrigado pelo atendimento e carinho. A experiência foi memorável, especial, encantadora. Digna de cada letra dedicada e merecedora de cada palavra de elogio, mesmo que insuficientes para classificar tudo. Um beijo e até a próxima vez!


Obrigado por relatar seus encontros com ela exatamente do jeito como os fez, velho escriba que se chama Dante. Eles, mais do que qualquer outro, foram determinantes para essa escolha.


Parabéns ao MRIO que foi o primeiro a postar um TD da menina aqui.



Obrigado aos que leram até aqui. Até um dia desses, abraço!




A virtude do bem viver está nos princípios morais, minha filha.

Brand, Digboy, Jhart, Dionizio_RJ, CafécomLeite, Rjnet, membro, Saulo Top, vadeR, MRio, Vick, PauloCesar, Gatitus, Conde Da Valáquia, Bart, Sueco, Felipe_BR, Julio Cesar 34, Ikki RJ, Sued, Papai Noel, Oscar, The Shy, Long Trail, Senior69, The Witcher, Detonador, Thor de Copacabana, curtiram esse TD.
LUNA SOARES - Centro - Rio de Janeiro - RJ
LUNA SOARES
POSITIVO
TEMPO: 90 MINUTOS VALOR: R$300.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM DISSE QUE FAZ R$0.00 SIM

12 de Novembro de 2023 às 01:11


LUNA SOARES - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=23740

A NAVE INTERPLANETÁRIA.


Olá, confrades e damas. Como vão? Esse é o TD de mais um dia no espaço com a Luna. O encontro aconteceu nessa última terça (07/11), mais precisamente quando a tarde vira noite.


Missão Lunar.

Puxa, repuxa, recontrapuxa! De novo? Outra vez? Já? Sim, queridos confrades. Acontece que quando a GP vale o investimento, Madruguinha empenha alguma coisa e repeteca sem medo de ser cafona. Falando nisso, taí um dos motivos de não estar apto a participar da genial idéia de confraternização de fim de ano, o 2° CONFRADE OCULTO DO GP ARENA. Paciência, na vida a gente perde o telhado pra ganhar as estrelas. Ano que vem avisa lá que eu vou! A quem possa, corre lá, não fique de fora. Tem tudo pra ser foda. Enfim, vamos ao relato?


A Galáxia.

Eu já havia escutado alguns comentários a cerca do Lips. Não esperava uma coisa que pudesse ser dita: "Olha só que beleza de hotel é esse Lips!", mas decidi dar uma chance e vê-lo com meus próprios olhos. Sabe como é, desempregado e devendo 14 meses de aluguel, fica fora da alçada namorar num hotel de várias estrelas. Acrescentando o fato do local ser próximo ao trabalho da dama e também do meu destino seguinte, o próprio acabou cumprindo seu papel. É um hotel antigo e de instalações rudimentares se comparado a outros, mas estava limpo e organizado. A suíte tinha cama confortável, cadeira erótica, toalhas ensacadas, TV, Frigobar, hidromassagem e sauna, dividida em 4 ambientes. Bem mais grande que a minha humilde casinha.


O teste.

Depois de um alvará que caiu do céu, não sei se literalmente ou em sentido figurado, deixei a saudade falar mais alto e fui na agenda com o nome dela. O filme do último enrosco ainda estava bem fresco na memória e isso jogava a favor dela, quer dizer, da gente, para que o replay acontecesse. Dava pra lembrar do gosto, do cheiro e da temperatura dela com facilidade. Após ver seu post no Arena Social, mandei mensagem no domingo pela tarde, cheio de receio de estar incomodando. Apesar disso eu precisava ser sem vergonha e tentar, já que por merecimento tem chovido relatos da senhorita aqui no site. Vai que alguém chega na minha frente!? Mensagem enviada e um risquinho de off. Recebo sua resposta já praticamente no findar da minha energia, quase pegando no sono, mas da melhor maneira; por áudio.







A comunicação com a torre.

Confrades casados, peço-lhes um minuto de atenção para um importante detalhe: cuidem para não reproduzirem o áudio de Luna sem uso de fones quando estiverem próximos às suas digníssimas esposas. "Ah, mas ninguém seria besta ou tonto a tal ponto..." – Vocês dirão e eu concordarei exclamando um "Ainda bem!". Mas calma que os explico. Engana-se quem imagina que vossos casamentos poderiam ser desfeitos por meio dessa prova cabal de infidelidade. Todavia, podem gloriar-se os que, assim como eu, supõem que Luna, com o exercício de apenas duas ou três frases, teria predicados suficientes para encantar e fisgar o coração de suas nobres companheiras. A covarde é dona de uma voz extremamente sedutora, e eu, no lugar de vós, não pagaria pra ver. Atenciosa, doce e gentil, Luna responde todas as minhas questões e no fim tudo fica alinhavado para dali dois dias.


Preparação. (Check in)

Antes de entrar no hotel, aquela passada básica no Zezé, mensagem no celular da moça e o aval para se dirigir ao local e escolher o terreno. Em poucos minutos ela chegaria. Número do quarto enviado, campanhia tocada e eis que a donzela surge. Com a luz que lhe é característica, a bela traja um micro vestido colorido que em pouco tempo revelaria a não utilização de peças por baixo, carrega uma bolsa discreta a tira colo e pisa em sandálias Melissa. Pondero que Luna não conseguiria ser imperceptível nem diante de todo o breu da face do abismo; alego que não conseguiria ser indesejável nem se usasse todo o esmero de um gladiador em um campo de batalha para tal, tamanha é a sua formosura. Como da última vez, apresenta um penteado black impecável, estampa um bronzeado em dia e exala um cheiro agradabilíssimo. Recebo a gostosa com um afago, dou boas vindas e pergunto-a como se sentia. Ela diz que tudo bem, mas me pareceu um pouco exausta, pareceu...


Coordenadas.

Realizamos um pequeno tour pela suíte, onde sugiro ligar a hidromassagem e recebo uma resposta positiva e entusiasmada. Em seguida, adentramos o ambiente da sauna/chuveiro, onde tiramos nossas vestes e nos lavamos enquanto iniciamos uma breve e tímida pegação. A timidez partia muito mais da minha parte do que da dela. Luna pede desculpas assumindo ser uma beijoqueira e eu respondo dizendo que não tem por onde e que inclusive adorava seus beijos. Os lábios dela são macios, o hálito é bem cuidado e a forma como os entrega é no melhor estilo namoradinha. Não tardou pra notar que o simples contato dos nossos corpos e bocas deixava-me ereto com uma facilidade e velocidade absurda. Nos secamos e retornamos ao quarto para testar a cama.

Quem já teve o prazer de estar com ela ou quem já interagiu com a mesma dentro do site, sabe que uma das brincadeiras preferidas dela no sexo atende pelo nome de "boquete". Entretanto, nos últimos tempos não tenho conseguido aproveitar bem essa modalidade se já a iniciam com a minha pistolinha em ponto de bala. Luna se põe de joelhos ao lado do meu corpo e desce beijando meu tórax e barriga antes de levar sua boa quente ao madruguinha. O flauteado não é voraz, cuidadoso até, mas suficiente pra ativar a hipersensibilidade nele. Como um guerreiro valente, fecho os olhos e me concentro permitindo uma chance para o desenrolar do oral, quando sou surpreendido por uma pausa repentina seguida de uma fala:

"Agora vou fazer uma coisa que você vai adorar." – Luna disse.
Beijo grego? O que essa moça pretende fazer com esse pobre indefeso? – Confabulo sozinho em milésimos de segundos.
Na sequência a gata lança cu e buceta na minha face, entregando-me o passaporte para o 69.


Serviço de bordo.

A xaninha de Luna é um prato que só de lembrar o estômago ronca. Sabe aquele prato predilecto que você fica indeciso se o devora com a ganância que a espera propícia ou se o degusta aos poucos para que as sensações se estendam por mais tempo? É assim que a sinto, percebo, reputo. A transa, diferente da primeira vez, ocorre com as luzes totalmente acesas, destacando seu maravilhoso corpo com maior nitidez. O teto do recinto é outro aliado. Sem medo de errar, classifico-a como uma das GPs mais privilegiadas de beleza. O desenho de sua bunda refletida no espelho é pura contemplação. Posicionados, chupo seu sexo no 69, extraindo a deliciosa seiva que sai dela enquanto me punheta e tenta novamente agradar-me no oral. Prossigo dando dedilhadas na porta do cuzinho que pisca e linguadas que alternam entre os dois orifícios. O pau enrijecido e sensível, como eu suspeitava desde o princípio, não aguenta muito sua boca macia e carinhosa até que pede clemência. Então, o que era um 69 passa a ser só um "6" ou só um "9", dependendo do ponto de vista. A posição continua a mesma, mas somente eu me alimento. Fico bons minutos ali provando do seu fruto permitido enquanto a garota rebola na minha língua e se empina provocante à medida que me sirvo. Seu gosto é marcante e viciante. Entendem agora o porquê do retorno tão rápido?







Mudança de órbita.

Mesmo ainda com fome, dou-lhe uma pausa para se recompor. Depois de mordiscar sua bunda, saio debaixo dela e a abraço para conversarmos um misto de coisas interessantes e outras banais, afinal ninguém é de ferro. Quando contrato os serviços de uma garota, particularmente não vislumbro apenas invadir a dama com as minhas ereções e suportar meter o máximo de tempo que puder para depois arrumar minhas coisas e ir embora (tenho nem saúde e virilidade pra isso kkk). Busco um detalhe, uma confissão, um pedacinho de algo que me faça lembrar da pessoa, mesmo que nunca mais dividamos o mesmo cômodo. Luna, além de simpática e divertida, tem assunto e abertura. Foi bem legal observar que nessa conversa ela deixara escapar lembranças do papo que tivemos após nosso primeiro enrosco. Curtindo aquilo e sentindo-me meio que transportado para o "Mundo da Luna", desperto somente quando a beldade volta a me beijar e aninhar seu corpo quente sobre o meu. Acho que as garotas as vezes me acham tímido (o que concordo) ou um inteirinho moleirão na cama. Se o enrosco estivesse sendo transmitido em tevelisão, talvez a impressão dos espectadores seria a de que a doce menina estava mais sedenta por sexo do que eu, tamanha era a sua iniciativa. Eu acabo me aproveitando e, evitando a fadiga, topo as manobras propostas para vez ou outra deixar uns pitacos quando julgo oportuno. Luna me enxerga pronto, veste o capacete retardatário no meu membro e o abocanha maravilhosamente. Até brincamos que no meu filtro de busca não existe a obstinação de encontrar quem faça oral sem capa, pois ultimamente tenho conseguindo desfrutar mais dessa prática quando estou envelopado.

Foguete posicionado e a delícia vem na cavalgada invertida com impressionante molejo e pressão. Enquanto ela pratica a montaria, distribuo beijos, apertos e chupões em toda a região das costas, braço e pescoço, voltando a ouvir seu peculiar gemido baixinho e sexy. Em movimentos pélvicos de baixo para cima, estoco sua xotinha visualizando o movimentar do seu corpo moreno, cheiroso e gostoso pela ótica do teto espelhado. Ouço a banheira de hidromassagem já quase escapando pelo ladrão e viro seu pescoço para beija-la pela última vez antes de anunciar a intenção de uma mudança de órbita.

"Quer namorar um pouco ali, meu bem?" – Pergunto-a apontando para a banheira.
"Mas é claro!" – Ela responde.


Lua Minguante e Lua Crescente.

Aquele barulhinho de água enchendo a banheira acabou me acarretando uma vontade grande de urinar. Senti a minha bexiga encher ao sair da cama e um problema se configurava. Não dava pra urinar com a pica apontada pro céu. Comentei da vontade, mostrei a situação e a culpei chamando-a de "gostosa, cachorra e bandida", enquanto ela ria e entrava na banheira a fim de me esperar. Nesse ínterim, meu inconsciente numa espécie de autodefesa fez-me "viajar", comparando aquele agradável momento com terríveis atendimentos que tive no passado. Foi suficiente pra deixar madruguinha instantaneamente mais sereno e em condições de realizar a necessidade fisiológica. Obrigação feita e a comandante da corporação me aguardava já molhadinha. Moreno, cheiroso, gostoso e molhado. O que vem a seguir é Luna em sua melhor fase.


Lua Nova e Lua Cheia.

Não tardou para que a minha ereção retornasse. Tão logo me senti envolto por seus braços e as turbinas ligaram novamente. Sua pele é fogo puro e acho que na minha tem querosene. Combustão máxima até embaixo d'água. Não dava vontade de desgrudar daquela boca por um segundo. Beijos e amassos se aprofundam, os corpos começam a querer se encaixarem, mas naquelas condições era preciso ter talento e habilidade. Nunca pensei que viveria uma sacanagem maior e melhor do que as assistidas na Banheira do Gugu. Tão pouco estar ao lado de uma princesa que, sem exagero, coloca a Luiza Ambiel dos anos 90 no chinelo.

"Já não tô aguentando mais, põe a camisinha nele, vai." – pedi.
"Só se você me pegar de quatro." – A safada respondeu.







Decolando.

No outro relato já havia comentado o quanto essa posição com a Luna pode te levar às nuvens. O traseiro ditoso, o gosto que ela tem por ser preenchida assim, a volúpia, o preparo. Tudo coopera pra que você se sinta como um garoto num animado parque de diversões. Acoplei meu membro na sua xaninha apertada e quente, quando ela, com as duas mãos espalmadas na beira, decolava seu rabetão. Entrava e saia de Luna com força e intrepidez e os gemidos gostosos de prazer regressavam ao ambiente. Minhas pernas tremiam e buscavam heroicamente uma maior aderência e altura para continuar naquele voô. Talvez apenas a astronomia ou a astrologia sejam capazes de explicar como não gozei ali, e creio que só não fui acometido por dolorosas cãibras graças à água quente e massageadora da banheira.

Luna é generosa e sugere um realinhar dos astros. Atendo seu pedido e me sento na borda da banheira, para ela, de costas, escorregar seu sexo no meu humilde membro e rebolar aquele fantástico traseiro no meu colo. Tendo Luna assim, tão entregue, aproveito pra masturbar seu grelinho e mamilos enquanto aplico beijos que tocam nuca, pescoço e costas. Praticamente secos, com exceção das pernas, concordamos que o desenvolvimento e aterrissagem seriam na cama. De joelhos e ainda fora dela, puxo aquele tesão de mulher para o final do colchão a fim de novamente provar o sabor de sua superfície lunar. Em alguns momentos a sinto apertar minha cabeça com as pernas e em outros a vejo manipular os seios, mas nem usando todas as minhas míseras forças e habilidades consegui ganhar seu gozo no oral. Chupo mais uma vez o cuzinho dela e, com o tesão nas alturas, lembro que tinha trazido na mochila um preservativo extra fino para experimentar com ela. Uma pilotagem de mestre.


O Desembarque (Check Out).

Já são quase dois relatos prontos e dedicados à dama, e nesses pés de altitude, falar da temperatura dela é como chover no molhado. Acontece que com esse novo capacete, Luna parecia um verdadeiro Mercúrio em quentura. Aproveitando que já estávamos na ponta da cama, peguei ela num frango assado que na realidade quem sofria a cocção era meu pinto. Seu interior ardia em chamas e sufocava minha rola com um calor aprazível e digno de despertar fanatismo. Nossos suores se misturavam e os minutos infelizmente voavam na velocidade da luz. Tudo que é bom "dura pouco", não tem jeito. Uma hora fora pouco, uma hora e meia também. Na dedução, nem precisamos controlar o relógio para finalizarmos a transa no tempo correto. Como uma engenharia espacial bem programada e executada, subimos ao centro da nave e nos pegamos na mais tradicional e conservadora das posições, na que me é mais fatal, a que me faz alcançar o sétimo céu sem muita cerimônia. Aos beijos e já ofegante, lancei o peso do meu corpo sobre a dama e gozei incontáveis passageiros do prazer dentro de Luna.


O reconhecimento.

Chegava ao fim mais um serviço louvável de Luna. Um novo papo descontraído pós coito, pagamento realizado e uma despedida com ar de até breve. Sexo de primeira qualidade e companhia de igual modo, estar com ela foi como sentir-se em um universo paralelo.

Obrigado pela disposição, pelo astral e pela simpatia, Luna. Foi celestial estar com você novamente.

Obrigado aos que leram até aqui e perdão por tomar um bocado dos vossos tempos. No dia que o relato for positivo e curto, não estarei sendo sincero na avaliação ou na escrita. Um abraço e até a próxima!


Quando a fome aperta, a vergonha afrouxa.

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
BOA
Paulista88, Digboy, Conde Da Valáquia, Jucabar, Estarossa, Detonador, Saulo Top, M21, Julio Cesar 34, PauloCesar, Negão_01, Novaes87, Brutus, Fatblack, Luna Soares, Gatitus, Patati Patata, Oscar, The Shy, Barbosa82, Pirubaby, membro, Café, Ikki RJ, pgggato45, Nego Dengo, Papai Noel, curtiram esse TD.
LARA X - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 98100-4127
LARA X
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$170.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM NãO R$0.00 SIM

31 de Outubro de 2023 às 16:10



TURCO CIRCUITO.

Salve, confrades e damas. Como vão?

Esse foi um TD realizado no final do mês de Setembro. Atrasado sim, mas não sonegado. Dessa vez o enrosco foi com a Lara X. Uma escolha certeira que proporcionou-me um grande bem estar.


O quadro.


Lembro que estava vivendo uma semana bastante estressante que mal conseguia pregar o olho. Até no domingo, dia sagrado, um vizinho infeliz com um som bastante alto teve a audácia de me acordar antes das 10h da madrugada. Não sobrava outra opção pra espairecer senão a de esvaziar o saco. Lara, apesar de pouco aparecer na parte social do site, eventos, chat e etc, é bem recomendada pelos confrades que já provaram do seu atendimento. Vesti meu terninho azul elétrico e fui ao encontro da dama.


A planta.

A menina atende na AA37, Castelo das Princesas na boca do povo. A marcação foi simples e rápida e a menina respondeu tudo com muita simpatia e boa vontade.
O AP dela é espaçoso e individual. Uma cama que não chega a caber 39, mas que dá pra dar uma namorada de qualidade, e um sofá que dá o que falar. O banheiro é bem equipado e mais do que suficiente pra se trocar, limpar e ficar nos trinques. Toco a campainha do AP e meu queixo cai quando a porta é abrida.


A eletricista.





Lara me recebe com um sorrisinho no rosto e trajando um maiô minúsculo preto. Ela é uma GP baixinha, de seios pequenos, pernas fortes e grossas e uma bunda fenomenal. Não rolou beijo na recepção. A menina parece um pouco tímida de início, mas só de olhar pra ela já dava vontade de vê-la completamente nua. Ela me faz algumas perguntas protocolares, oferece-me água e mostra o caminho do banheiro. Antes de entrar, procuro tirar uma dúvida que sempre tive quanto a prenunciação do seu nome de guerra. Pergunto-lhe se o "X" era pra ser dito em "brasileiro" mesmo ou de acordo com o idioma daquele país norte americano que foi colonizado por um européutico. Responde-me que costumeiramente todo mundo a chama na primeira opção (do jeito que eu desconfiava) e assim sigo para a higiene. Banho tomado, madruguinha envernizado e vamos ao principal.


O serviço.

Acho que a timidez que Lara nos recebe é mais uma espécie de precaução, de cuidadinho. Talvez algumas experiências com confrades que chegaram em seu recinto com o mau hálito ou o desodorante vencido possam inibir ela no primeiro contato (é só um supositório). O fato é que depois que me viu saindo do banheiro, a parada mudou totalmente. Tão logo entrei no quarto e a gostosa veio me agarrando pra um beijão sem miséria. Rola língua e até mordidinha de verdadinha. Só nisso a piroca já crescia a mil dentro da ceroula. Baixamos pra cama e ela tira o micro maiô, deixando à mostra toda a gostosura que eu suspeitava desde o princípio que tinha. Não tardou pra deixar clara a intenção que estava de abocanhar meu pau. Inclusive, diz a vizinhança que o boquete dela é um dos mais bem quistos da área. Lara pega no meu madruguinha com as duas mãos e vai chupando sem pena, com bastante saliva e sucção. A parada tava ótima até que exclamei um: "Que que foi!? Que que foi!? Que que há!?". A safada tinha descido mais ao sul, bem nas minhas bolinhas de gude, onde confesso não sentir conforto. Tenho trauma de pancadas ali, me perdoem, me absolvam.


Usando a guia.

Dando prosseguimento ao relato, depois de receber o oral, era chegada a minha vez de chupar a Lara. Seus lábios são enormes. O tanto que essa menina deve ter deixado mancebo desnorteado nas aulas de educação física não tá no gibi. Parecem Muros de Berlim dividindo as duas Lemanhas. O grelinho e o clitóris ficam assaz escondidos e isso torna a coisa bastante interessante. É praticamente um mergulho sem hora pra voltar à superfície. Chupo a Lara por um longo tempo e só me dou por contente quando recebo o mosto e a vejo toda mole e sensível. Entretanto, Lara parece que é ligada no 220v e não tarda a ficar pronta para a metida. Abre o pacote de capas e o insere no madruguinha com a boquinha. Coisa de louco, muito safadinha! Empacotado, precisei ganhar minutos pra ficar pronto. Volto aos beijos e passeio pelo seu belo corpo usando meus dentes, lábios e língua no que estivesse à disposição. Não sei se por conta da minha barba ou pela menina sentir bastante cócegas em várias regiões do corpo, em alguns momentos ela se arrepia e dá umas tremidinhas enquanto a beijo, chupo e/ou mordo. Parece sentir choque ou entrar em uma espécie de turco circuito. Brincamos brevemente com a situação e aos poucos vou aprendendo os locais que ela se sente mais confortável. Difícil resistir e obedecer, visto que o seu corpo é um banquete de luxo. Outros agravantes são as marquinhas e o bronzeado em dia. Mas é preciso kkk. Era chegada a hora do desejum, Madruguinha precisava descarregar.





Tomada macho com tomada fêmea.

A gente já tava todo embaraçado em cima da cama. Tortos e quase caindo depois da minha participação oral, nos ajeitamos no centro dela para Lara se posicionar em uma cavalgada invertida. A partir dali, a parada fica séria e a segurança do trabalho precisa estar vigilante. A gata quica com bastante força e disposição. Vai fazendo aquele barulhinho de atrito, bem audível, sabe!? Na medida certa que o cabra que estava precisando relaxar, buscava. Na continuação, sugeri come-la de ladinho porque queria pega-la com os nossos corpos mais juntos. Encaixou fácil, a temperatura subiu e o disjuntor já estava quase desarmando. Bom demais, mas não queria gozar já. Saí de dentro dela e resfriei o circuito dando descanso ao meu pino. Conversamos alguns assuntos e ficamos namorando suavemente entre beijos e carícias até que ela sugere passarmos para o sofá ao lado porque ela queria me mostrar algo.


A execução.

Curioso que um simples toque da Lara é como um interruptor ligando uma lâmpada. O tesão surge rapido, o beijo te acende no automático. No sofá, ela surpreende-me lançando-me nele e se sentando no meu colo, quando no meu imaginário seria diferente. "Você vai cair desse jeito, garota. É muito estreito pra isso." - Digo. "Relaxa, já estou acostumada!" - Respondeu. Então ela vem na cavalgada e faz miséria no meu fio rígido. Veloz e com pressão, ainda melhor do que na posição invertida, Lara faz um sobe e desce energético e digno de uma usina para me proporcionar a tal descarga que eu tanto necessitava. Uma gozada de não sei quantos mil volts em um dos melhores orgasmos que tive em vida. A gata ainda brinca rebolando no meu garoto sem sair de cima até que educadamente a peço para descer pois iria me lavar. Banho tomado e tempo de sobra para uma nova ligação que seguiu mais ou menos o script da primeira. Longe de ser uma porcaria de segunda mão, de novo não tardei a ficar aceso pra repetir a ordem da instalação: oral, sexo em cima da cama e finalização no bendito sofá.


O laudo.

Lara é daquelas que além de proporcionar um fodão, sabe ser carinhosa e tratar muito bem o confrade. É uma eletricista que se dedica e não cansa até executar o trabalho dentro dos conformes. Quem busca uma menina com um sexo hard, é uma bela opção. Quem busca além do sexo, ser tratado como cliente vip, ela também se enquadra no quesito.




(A fim da baba escorrer pelo teclado antes das últimas linhas)


Ordem de pagamento.

Por fim, ordenado da profissional pago, alguns carinhos antes da despedida e rua. Contratarei ela certamente em uma oportunidade vindoura.


Gratidão.

Obrigado, Lara X. Estar com você foi ótimo. O tempo passa voando. Suspeito que os dias com você tenham 8 horas a menos ou 16 horas totais. Beijo e até mais.

Obrigado aos confrades e às moças que leram até aqui. Abraço e até a próxima!



Pra aprender uma língua estrangeira você tem que primeiro estudar anatomia, porque anatomia estuda o corpo e a língua faz parte dele.

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LUNA SOARES - Centro - Rio de Janeiro - RJ
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28 de Outubro de 2023 às 08:10


LUNA SOARES - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=15023#gsc.tab=0

MELHOR DO QUE O FILME DO PELÉ.


Sinopse.

Rio de Janeiro, Outubro de 2023. O catálogo do Arena está cada dia mais florido. Meninas afastadas das telas retornando ao ofício, lançamentos que aguçam desejos e despertam curiosidade, somado às artistas que acenam com a possibilidade de parar, deixam a confraria meio zonza no processo de seleção. Madruguinha, humilde senhor devedor de 14 meses de aluguel, entusiasta do uso da força dos mais jovens no Mercado de trabalho e acometido por uma fobia que o impede de procurar algum serviço sob o terrível medo de achar, precisa de um generoso auxílio para escolher sua parceira de sexo pago. Justamente por isso, seus fiéis confrades Digboy, Papai Noel e Oscar The Shy decidem prestar uma assessoria de graça e com graça, regada a água, refrigerante zero e Ice, na mesa do famoso Bar do Zezé, point e patrimônio vivo da putaria carioca.


PRÉ PRODUÇÃO.

A escolha do elenco.

Já devidamente arrumado e apto para pegar os trilhos em uma longa estrada até a Praça Floriano, recebo uma desmarcação estranha de uma outra gp vip, com potencial absurdo para uma Pisada de bola. A piroca outrora apontada pro céu, agora se encolhe apontada para o inferno. Uma nova e rápida garimpada se faz necessária. Teria essa moça arrumado um programa mais vantajoso? Bem provável. Qual a chance da desculpa bastante manjada ser verdadeira? Creio que mínima! Mas há males na vida que vem para o bem e esse foi mais um. Como eu não tinha mais tanto tempo, decido não ficar remoendo aquilo e abandono logo de cara o personagem de tapado com T de tonto. Navego pelas águas do Arena Social onde encontro Luna e o seu notório esplendor. Envio mensagem esperando que a sorte estivesse a meu favor e, para a minha sorte, ela estava.





Assinatura de contrato.

Há aproximadamente um mês, pouco antes de uma outra sessão que ainda não foi relatada aqui (mas será!), estava eu pelo Zezé com alguns confrades, quando avisto uma mulher com uma beleza de inquietar. Sabem aquelas que tiram nosso fôlego, nos entorpecem e levantam nossa fé? Pois bem. Ainda sem saber quem era e tão pouco se atuava, comento: "Caralho, que mulher é essa!?" e recebo como resposta dos confrades: nome, profissão e endereço. Luna passou por nós, mas havia ficado dentro de mim. Sua luz natural colocava qualquer projeção artificial da Álvaro Alvim no chinelo. A moça era um verdadeiro milagre, uma noite com sol em participação especial naquelas ruas e vielas. Um número que conseguiu deixar-me ainda menor. Tornava-me ali um simples súdito; servo; subalterno da dama. Totalmente fissurado naquele brilho, calor e realeza, soube naquele instante que, a depender da sua bondade e disponibilidade, futuramente contracenaria uns enroscos com ela. Só não sabia que para a minha felicidade, uma "obra do acaso" ou uma quase crocodilagem me proporcionaria esse papel tão cedo.

Crítica.

Caros confrades, sem dúvida alguma, nossos gostos são a nossa maior expressão de identidade, liberdade e individualidade. Há quem goste de um prato enquanto o outro sente asco; há quem se identifica com um estilo musical quando o outro se irrita com o mesmo; hão os que amam uma estação do ano, na mesma força que outros a odeiam... enfim, são N coisas que eu poderia usar como exemplo e me extender, irritando ainda mais os que leem o relato desse pobre coitado. Todavia, concluindo o raciocínio iniciado e fazendo uso da temática do TD, no tocante a filmes, sempre tive uma maior preferência àqueles baseados em fatos reais ou que retratam situações mais comuns ao cotidiano do ser humano médio. Não que a ficção, a fantasia e os efeitos especiais não possuam seus valores, claro que sim, porém, a meu ver, antes um documentário, um drama, uma comédia romântica ou um suspense, ao terror, ao mitológico, aos HQs e à realidade virtual. Trazendo isso para esse nosso pequeno universo, onde cobrar total veracidade dos fatos e dos participantes é querer acreditar em conto de fadas, busco me comportar nesse metiê sempre conforme manda o "bom senso". É possível? Acredito que basta querer. Não que eu seja dono da razão ou um alguém que não comete erros. Quem mira isso acaba se tornando refém do seu pior senhor, e isso eu dispenso. Entretanto, é importante destacar que vez ou outra topamos com aqueles que até têm o conhecimento do que é certo e errado, mas que por culpa do apreço pela escrotidão e da paixão pela mentira, escolhem sempre beneficiar-se das situações, sem se importar se elas estarão fudendo os outros no sentido ruim da palavra. Esses devemos aprender a identificar e, se possível, manter o máximo de distância. Mas, também é satisfatório frisar que, quando chega o dia da nossa estrela brilhar, não tem "filha da putagem" alguma capaz de impedir que isso ocorra. Depois desse longo e chato desabafo que mais parece um cansativo filler, vamos ao que interessa: o filme.


"LUNA, UM ECLIPSE EM FORMA DE GLÓRIA."

PRODUÇÃO.

A comunicação foi rápida e objetiva. Em poucos minutos já estava tudo alinhado quanto a horário, tempo, tipo, preço, meios e endereço. Percebendo que estava bem adiantado, paro em uma loja e cato um mimo para a moça. Tomo o trem na estação e a viagem pelos trilhos acontece na preciosa paz. Não é diferente no metrô, onde por acaso encontro o confrade Digboy indo para a mesma direção. O famigerado bar do Zezé com alguns amigos nos aguardava. Era hora de "fazer hora" colocando o papo em dia. Dig, Noel, Ninho e eu compartilhávamos algumas das nossas experiências na vida putal em plena luz da tarde enquanto os melhores momentos do dia de cada um se aproximavam.

– Já estou pela área, meu bem.
– Estou lanchando, em dez minutos você pode subir.
– Maravilha!

Era chegada a minha vez de pegar um táxi para a estação lunar.

O cenário

O local é no mais que conhecido Castelo das Princesas na AA37, sem necessidade de identificação e elevadores em bom funcionamento. O AP possui pequenas acomodações que Luna divide com outras meninas. O banheiro é limpo, com água quente, papel higiênico e sabonete líquido, e a cabine em que me atende possui cama de casal, roupas de cama também limpinhas, som ambiente e privacidade. Quando fui convidado a subir, para minha sorte, parecíamos estar a sós, pois não ouvia movimento algum além do nosso.

A atriz

Luna me recebe lindíssima como o esperado; ela cultiva o charmoso penteado black e veste uma lingerie preta que realça suas belas curvas. Uma imagem que pira e endurece meu cabeção. A menina esbanja simpatia, oferece-me água e em seguida uma toalha limpa para a higiene. A poprósito, só pra lembrar do chamado "bom senso", tá aí uma coisa que no meu entender todo confrade tem por obrigação fazer: encaminho-me para o chuveiro e faço a higiene enquanto a dama me aguarda na cabine com ar de protagonismo.





Tomada 1: "Luna, cama e ação".

A cena se desenrola em meia luz. Tão pouco adentro a cabine e sou agarrado ainda de pé. Nesse instante, comprovo bem de perto que Luna não somente abusa do brilho e beleza que vi desfilar pelas ruas, mas também de um delicioso cheiro, toque e gosto. Sua pele é quente e exala um perfume viciante. O beijo não tem nada de técnico e nossas bocas se encaixam com perfeição. É molhado, intenso e carinhoso, bem no estilo namoradinha. Nossos lábios não se desgrudam até seu corpo repousar sobre o meu na cama, protagonizando um total eclipse dos meus problemas.

Tomada 2: "O Lançamento".

A gostosa se despe exibindo seu corpo tatuado e permitindo que eu contemple a verdadeira cor e sabor do melhor pecado. De joelhos, tira o madruguinha da armadura e faz ele de pirulito. A língua vai da base até a cabeça em alta velocidade e admirável pressão. Curto bastante o boquete, mas não posso permiti-lo por muito tempo. Pressinto o perigo e, para não queimar o filme, sugiro um novo take. Deito-a na cama e avanço pelo seu corpo distribuindo beijos, carinhos e chupadas nas regiões da nuca, queixo, pescoço, braços e seios. Luna parece gostar e geme de um jeito fofo e não muito alto. Vez ou outra interrompe as carícias me puxando para beija-la ou para me apertar em abraços onde roça suas belas e fortes pernas no meu pau bastante teso. No desenrolar da cena, desço beijando e mordendo barriga, coxas, virilha e bumbum, até finalmente pousar na "lua" de Luna.

Tomada 3: "O Reconhecimento".

A bucetinha dela é úmida e quente como toda a pele. Cheirosa e bem esculpida, saboreio seu sexo por bons minutos e de incontáveis formas. É tão saboroso que senti pena ao tirá-lo da minha boca após o enrosco. Enquanto aplico o oral nela, aproveito pra alisar aquele corpo macio que parece estar pegando fogo. Depois de muito degustar aquela xotinha, viro a princesa de lado para focar a atuação em seu impressionante popô. A poprósito, a bunda dessa mulher é de deixar gente sã lunática, com o perdão do trocadilho. Diria ser um espetáculo digno de indicação e estatueta. Vidrado, começo massageando o cuzinho dela com o polegar, levo o dedo na boca para provar e, com confiança e alegria, encaixo minha face entre aquelas duas grandes bandas, aplicando um beijo grego que faz volta-la a gemer baixinho e gostoso como anteriormente. Percebo o tesão da gata aumentando, o que faz aumentar não só meu tesão, mas também a necessidade de iniciar a caça ao látex escondido. Borracha encontrada e posta, Luna faz um breve boquete pra peteca não cair e acaba salvando a cena. Em seguida faz uma montada por cima toda apertadinha que me leva ao céu e quase também à lona em poucos galopes. Executo uma manobra evasiva, lhe faço alguns chamegos que são bem retribuídos, para, em seguida, já recomposto, pedir para comê-la de quatro. A gata abre um sorriso e topa. Por que será?





Tomada 4: "Explorando".

Provavelmente essa seja a posição preferida de Luna. Sem medo, me arrisco a dizer que também seja a posição mais desejada por quem a contrata. Não é todo dia que se tem uma bunda como aquela à nossa disposição. Bonita, grande, firme, lisa e gostosa de bater. O tesão vai nas alturas olhando aquele formato. Se você chega no programa sem pensar em pedir o anal, logo muda de ideia quando vê a dama nessa situação. Perguntei se ela estava disposta no dia, recebo um sim e o valor da taxa como resposta. Fico animado, mas não como seu cu de imediato. Ainda queria continuar degustando a bucetinha e assim o fiz. Com uma perna dobrada para trás e outra para frente (não sei se a explicação ficou boa aqui kkk), conectei o madruguinha perfeitamente na moça de quatro e comecei a estocar. Pensei que não duraria muito ali, visto que o tesão estava deveras nas alturas, mas não. Luna aguentava firme e pedia mais, rebolando a raba na minha rola nos primeiros sinais de cansaço. Quando precisava buscar fôlego, inclinava-me para beijar suas costas com o pau ainda lá dentro. Pensando também no lado da moça que já estava muito tempo ali naquela posição, sugiro uma nova. Luna me agarra e me puxa aos beijos pra pegar ela no ppmm.

Tomada 5: "The End, A Conquista do Espaço".

Com nossos corpos colados, a Luna inteira agora era um manto de luxúria.
Era a minha primeira vez naquele nível de gravidade e a respiração já começava a ficar ofegante. Quanto tempo nos restava era difícil saber. Dizem que tudo que é bom passa voando, e eu, que me encontrava no espaço, não ousaria me desconcentrar pra calcular isso. Na mais tradicional posição de todas, eu bombava, beijava e acariciava o rosto de Luna enquanto nossos suores se misturavam e elogios ao pé do ouvido surgiam. Naquela temperatura não tinha mais como segurar. Ela, percebendo que meu clímax está próximo, cola ainda mais nossos corpos, usufruindo da força de suas pernas pra me prender na altura das costas e receber meu gozo farto, fruto de um namoro apoteótico.


PÓS PRODUÇÃO.

Making off

Depois do coito, olhei o relógio e não havia mais muito o que fazer. Muito em cima da marca, o anal teria que ficar para uma próxima, mas nada que me deixasse frustrado. Durante os processos de limpeza, arrumação e pagamento, uma conversa maravilhosa aconteceu. Ela, além de muito gata, possui um papo agradabilíssimo e um astral fora de série que contribuiu para a despedida tornar-se dolorida. Infelizmente era necessário voltar à Terra. Ganho a rua depois de um monte de beijos e uma promessa certa de retorno.

Créditos e agradecimentos.

Luna, meu bem, foi um prazer imenso estar com você. No dia que a vi caminhar pela Cinelândia, foi paixão à primeira vista, no dia que estive com você, foi conexão no primeiro sorriso. Se houvesse uma opção acima do positivo para classificar esse TD, com certeza eu a usaria. Desejo-te toda a sorte do universo. Obrigado pelos momentos e pelo tratamento, me perdoe qualquer coisa. Cuide-se. Beijos e a gente se vê!

Obrigado Digboy, Papai Noel e Oscar The Shy, legal receber o vosso apoio e resenhar com vocês mais uma vez. Ninho, Irmãs Juh, Geek, Alexia e Não é o Antony, obrigado pela companhia no antes e depois. Obrigado a quem leu até aqui. Abraço e até o próximo!

Sou pobre, porém honrado!

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
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POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$200.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
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17 de Julho de 2023 às 21:07


LOREN ANDRADE - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=15023#gsc.tab=0

OUTRA VEZ FLORES.

Saudações, confrades.

Junho, mês dos namorados, e eu que não dou tanta importância para datas, sou surpreendido com uma certa carência e cheio de tesão pra oferecer. As delícias da experiência anterior, mais o tratamento da dama não deixaram que outra menina passasse pelos meus pensamentos. É nessa que decido me dar de presente um repeteco com a Loren, agendando um horário com ela na noite do dia 12/06.

A marcação:

Mando mensagem de manhã no celular de trabalho da Loren e a irmã me responde assim que aparece a foto com o verdinho de ON. Um atendimento simpático e prático e consigo aquilo que eu desejava: vou pro Largo do Machado tomar banho de Loren.

Segundos encontros são bons porque já não existe mais o "nervosismo" da estréia. Você já conhece o lugar, as instalações, a menina... já tem uma certa bagagem de como e o que pode ser feito, além de uma intimidade e conexão maiores. Deve ser por isso que dessa vez a noite não demorou tanto a chegar. Rapidinho deu a hora de se arrumar e ficar cheiroso pra minha namoradinha de aluguel. Na sequência, aquele andar longo sobre trilhos de quem está no lado oposto da cidade, mas que ela faz valer a pena ainda que tenha que ser feito inteiramente a pé até o desembarque na estação do Largo do Machado. Aquela comunicação sagrada com o porteiro e o passe para o elevador (esse sim pareceu demorar) até o esconderijo da gata.

Curioso que ao andar pelo enorme corredor até o ap dela, sinto meu corpo cansado. Madruguinha que nunca foi muito chegado a trabalho, nos últimos dias ralou a beça pra não deixar o aluguel atrasar. Antes de tocar a campainha, já tinha quase que aceito no meu interior que bimbaria uma vez só e o restante do tempo ficaria para o cafezinho.

O BURRO EMPACA NA FRENTE DO TRIGO.

Campainha tocada e o pequeno pedaço de asno que só não é mais burro por falta de tamanho, vacila na frente do monumento. Não sei o que passou pela minha cabeça que me fez falhar no protocolo. Lorenzinha, esperando daquele jeito pra entregar seus beijos gostosos e molhados já ali na porta, recebeu um tonto que quis abraça-la primeiro kkkk.





"Você não quer me beijar não, caralho!?" - indagou.
"Caralho, é mesmo, quebrei o protocolo..." - respondi sem graça antes de ir de encontro aos seus maravilhosos lábios.

Loren estava deslumbrante vestindo uma lingerie preta com detalhes em vermelho. Entro em seu quarto, digo que estava com saudades, entrego uns mimos e alguns assuntos vão surgindo; lembranças do primeiro encontro, acontecimentos do dia e naturalmente aquilo vai me fazendo se sentir "em casa" antes de receber a toalha ensacada para fazer a higiene. Ligo a ducha quente, quase deixo o vidro de sabonete líquido cair, me seco e fico pronto pros seus carinhos.


O EFEITO DE INVISIBILIDADE.

Abro a porta do quarto e a gostosa com poucas e boas idéias, já vem me agarrando e me puxando pro leito. Me pressiona sobre a cama e já vai tirando a ceroula pra brincar com o Madruguinha do Madruguinha. Sua boca rápida e habilidosa rapidamente o deixa duraço. Parecia que ela queria mais que depressa pegar meu charuto pra receber um tiro de estilingue. Temendo que a brincadeira acabasse prematuramente, entrei com um pedido de socorro que no meu íntimo era praticamente o tradicional "Que que foi? Que que foi? Que que há?".

"Calma aí que desse jeito eu não aguento, meu amor" - pedi clemência.
Ela, que tem por uma das características principais deixar o cliente à vontade, cessou o oral e perguntou se tava tudo bem e o que então eu queria fazer ou que ela fizesse. Invertemos a posição dos corpos para que eu pudesse lembrar como era contornar aquelas curvas com a minha boca. Comecei atacando seus pescoço pra depois descer até os seus seios gostosinhos de chupar. Enquanto a chupo, Loren faz aquele movimento pélvico erguendo as coxas enquanto sente tesão. Depois, com o dedo, faz um sinal de "vem" para que eu subisse e a beijasse.

Momentos de amassos, mãos se acariciando, os cheiros se misturando e a gata dá o sinal de que quer madeirada, abrindo o pacote de preservativos guardado com carinho que, para minha surpresa , eu havia esquecido lá. Loren faz a "raspagem", encapa o garoto e senta na minha barriga se esfregando pronta para cavalgar. É nessa hora que eu, um desprezível terráqueo, contemplo a deusa que por bondade e quase filantropia, me concede um momento de prazer como aquele. Sua cor, seu cabelo, seu cheiro... a maciez da pele, o gosto do beijo e sua xaninha greluda é um parque de diversões que excita o corpo e anestesia a alma. Quando a dama encaixa a bucetinha na minha piroca e quica, em poucos segundos urro e encho a camisinha sem nem dar tempo de ativar seu efeito retardante. "Caramba, já!", digo e completo com um: "isso não vai pro TD" e gargalhamos com a situação. Levanto para a higiene, banho, copo d'água e descrente se conseguiria dar outra.





GROMAICA, TAMÃO OU LIMERINDO?

Na volta ao quarto, a donzela na cama já saboreava o chocolate que eu havia entregue. Oferece-me e, enquanto como, observo novamente aquele corpo para toda a descrença ir embora. Era questão de tempo estar aceso novamente. Conversa vai, conversa vem e logo estamos aos beijos novamente. Recebo um elogio sobre meu cheiro para em seguida ter meus mamilos chupados pela sua deliciosa boca. Esse instante garante a arma pronta para a segunda foda. Ela, percebendo a minha vara endurecendo, faz sinal de que desceria para abocanhá-la novamente, mas decido controlá-la dizendo que agora era a vez dela ficar quietinha, pois quem iria gozar seria ela. Começo dando beijinhos na barriga da gata, brinco em volta do piercing no umbigo e desço para a parte interior das coxas só pra provocar. O principal estava ali pertinho. Aquele grelão saboroso com um penteado que é sua marca. É chegado o grande momento...





Caio de boca nele com a sede de quem seria capaz de beber 15 copos de refresco. Enquanto a chupo, vou analisando seus movimentos para garantir o prazer dela. Loren, excitada, puxa o lençol, passa as mãos nos seios, se contorce de prazer e tranca meu rosto ali com as suas pernas. "Não para! Não para que eu vou gozar!" - ouço com satisfação e tesão. Alterno os movimentos naqueles lábios, as vezes chupando, as vezes lambendo... por ora verticalizado, por ora horizontalizado... até que ganho seu mel de presente. Como é gostoso o gozo da Loren! Missão concluída, mas ela queria mais e eu também. Garoto encapado e o segundo assalto por iniciar.

Primeiro um encaixe perfeito no papai e mamãe e depois uma montada semelhante àquela que me nocauteou rápido no primeiro round. Em seguida pego ela de quatro, mas a perna logo cansa. Preocupado com o horário, começo a pensar no que fazer para conseguir a segunda leitada. Peço de novo um papai e mamãe, dessa vez com os corpos mais colados e também com beijos concomitantemente. Ficamos ali se pegando e desse jeito a mamadeira não resiste. Encho a camisinha de porra ainda dentro daquela bucetinha e chego ao final feliz.

BOA NOITE, VIZINHANÇA!

Antes que desconfiem, não ganho nada fazendo lobby do trabalho dela. Somente escrevo e atesto o que outros também já viveram em um atendimento com ela.

As estrelas testemunharam nosso segundo encontro e eu, mesmo com atraso no TD, me despeço, sem dizer "adeus" jamais.

Até logo, Loren. Foi um prazer imenso mais uma vez. Beijos.


E lembrem-se: atores vemos, costumes não sabemos.

Abraço, confrades!

Fatblack, Barbosa82, Digboy, Papai Noel, rpf, Camarada URSS, Duelista, The Witcher, Brand, Holmes, Joey Tribbiani, Y@N, gargamel, Loren Andrade, Bart, curtiram esse TD.
LOREN ANDRADE - Largo do Machado - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99449-4963
LOREN ANDRADE
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13 de Abril de 2023 às 14:04


LOREN ANDRADE - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=15023#gsc.tab=0

EU PREFIRO MORRER DO QUE PERDER A VIDA.

Eu sinceramente não sei por onde começo e como escrevo esse TD. Como já dito anteriormente, sou um forista novato que voltou pra essa doce vida depois de um hiato considerável. Bastante sistemático, confesso que tenho dificuldade em mudar de rota e sair um pouco do estilo dos relatos anteriores, onde aproveitei toda a bagagem de humor que aprendi com a turma que contracena com o personagem que carrego meu apelido no site. Só que pra falar de Loren Andrade, não desmerecendo esse importante estado de espírito, apenas o humor ficaria pequeno e incompleto; não alcançaria a dimensão real do que passei ao seu lado e nem o destaque que o atendimento dessa moça merece.

Antes de me aprofundar mais sobre o encontro, fica o agradecimento eterno ao confrade Digboy que fez a ponte para que ele acontecesse. Dividido entre três ou quatro opções de meninas em mente, pedi a sua opinião e não precisei ouvir muito para ser convencido a tomar a decisão de ir à Zona Sul do Rio conhecer essa maravilha de mulher. "TODO HOMEM DE BOM GOSTO PRECISA CONHECER LOREN ANDRADE!", ele disse. "Engravidei" daquilo e fui em busca da felicidade. Aliás, abril tem sido estranhamente diferente para mim. Os dias bons não tem sido tão raros assim e tenho conseguido sorrir até sem motivo. Acho que o outono faz isso comigo e só agora me dei conta disso, ou havia faltado alguns anos e eu andava esquecido. Mas vamos ao mais importante. O encontro.

O contato com a irmã de Loren foi rápido e objetivo. Dúvidas esclarecidas, regras estabelecidas e pra minha sorte, a sorte estava comigo. Tudo conspirou a favor e fui abençoado com o último horário dela livre. Dia bonito lá fora e super tranquilo no trabalho, um bom jogo na tv pela tarde pra passar o tempo e a saúde bacana pra desfrutar da bela dama. Aquela integração trem/metrô - que não sei por que sempre gostei - até as imediações do Largo do Machado, e a espera por aquela notificação de passe livre para subir ao AP que mudaria a minha história, bem ali na Bento Lisboa 184, mais precisamente as 19h50.

Madruguinha nunca foi muito bom na aritmética. Se me perguntarem quantos dias vivi ou existi, perderei bons minutos pra encontrar a resposta. Mas, se me perguntarem quantos dias nasci, posso contar mais facilmente usando alguns dos dedos das mãos. Já nasci quando conquistei um bem que eu queria; quando viajei a um lugar que eu não conhecia, quando recebi um diagnóstico diferente daquele que eu temia... já nasci com a virada do meu time no final de uma partida, quando fui ao show da minha banda preferida... Já nasci em algumas datas específicas e agora em mais uma (12/04/2023). Existe um Madruga antes e um Madruga depois de Loren.


O RENASCIMENTO.

Antes de chegar ao pedaço do céu no Rio, li alguns relatos dos confrades a respeito das suas experiências com a musa. As expectativas eram das melhores e dá pra ter uma noção da sua entrega logo de cara quando sou recebido com o tal "protocolo Loren Andrade". Aquele da escondida atrás da porta e um beijo molhado na chegada. A moça me contagia automaticamente com uma vibe preciosa e rara. Seu sorriso é espontâneo e sua simpatia é fora de série. A educação e esforço para que nos sintamos em casa chama a atenção. Tudo parece orgânico e nada parece programado. Atenciosa e solicita, Loren está ali de corpo, alma e espírito, pronta pra fazer daquele momento algo agradável, especial e inesquecível. De verdade, confrades, a gata faz você esquecer do mundo lá fora em questão de segundos, abduzido por tamanha entrega. Não tem gelo capaz de se manter inteiro com essa menina. Ela ri, dança, fala besteira e não demora pra você estar fazendo a mesma coisa. Pra quem ainda não conhece, Loren vestia uma lingerie preta em seu corpo de bela cor, decorado com piercings, tatuagens e alguns adornos. O cabelo dela é longo, macio, cheiroso e sensacional. Seu rosto bonito fica ainda mais lindo quando ela sorri. Bem ambientado, a entrego um pacote de Bis (dica do Digboy) e me dirijo ao banheiro pra tomar uma ducha e tirar qualquer poeira de rua, mesmo tendo sido elogiado por ela quanto à beleza e ao cheiro da minha pele.




O apartamento é aconchegante como os braços da donzela. Os cômodos não são muito grandes, mas todos com uma boa apresentação. Cama macia, banheiro limpo, toalha ensacada, sabonete líquido e o chuveiro na temperatura que você preferir. Dispo-me da minha camisa da seleção brasileira e bermuda verde, me banho e volto para o quarto só de cueca onde a deusa me aguarda. Ainda de pé, iniciamos os amassos. Loren tem uma boca sedenta, macia e molhada. Eu não ainda não tinha estado com uma GP com o beijo como o dela. Se deixar ela torce sua língua e some com a sua boca dentro da dela. Ela beija como quem tem desejo, prazer, tesão e vocação pra coisa. Eu era praticamente um menino no parque de diversões enquanto ela me beijava e apertava de leve o meu pau com a sua mãozinha boba.

Uma breve pausa pra respirar e lembramos que existia uma cama confortável pra gente se ajeitar. A gostosa fica nua e finalmente posso ver sua bucetinha de grelo enorme e o famoso bigodinho bem aparado que dá todo um charme. Eu já queria cair de boca ali, mas ela foi mais ligeira e abocanhou minha rola com a mesma disposição que beijava a minha boca. Na pressão e babadinho, deixei-a boquetar por um tempo até pressentir o perigo e o caos, pedindo uma pausa para me recompor. Acariciei um pouco suas pernas, barriga e braços, em seguida provei mais um pouco dos beijos para então descer até o gramado do terreno que não tem nada de baldio.





Estacionei minha face por ali e ali mesmo me deliciei. O gosto da xaninha dela é viciante. Chupava e lambia aquele grelo contornando as mais diversas formas geométricas que se possa imaginar enquanto Loren prendia a minha cabeça, mordia os lábios, acariciava seus mamilos e gemia ao mesmo tempo que me chamava de safado, cachorro e sem vergonha. Minha piroca envernizada tocava o lençol a ponto de explodir só em ver ela próxima do orgasmo, pedindo mais e avisando que ia gozar. Loren é tão maneira que personifica aquela lei que diz que "é dando que se recebe". Desde os primeiros momentos, eu já não estava mais ali só por mim, só pensando em sentir prazer, em gozar quantas vezes fossem possíveis e depois partir. Conectei-me com ela de um jeito onde a minha maior motivação passou a ser satisfazê-la de alguma forma para retribuir todo o carinho que recebi. Ela primeiro e depois eu. Um transe que mudava a ordem dos fatores e alterava o produto. Foi assim que a princesa gozou na minha boca, riu e disse que eu fiz um belo curso de oral no qual ela precisa saber onde fora kkkk. Apesar de ter ficado "molinha", não demorou muito e já procurou se mexer para não deixar a transa cair. Encapou meu membro e pediu que eu deitasse de barriga para cima pra começar a cavalgar.

Loren vem por cima e encaixa minha piroca na entrada da bucetinha fazendo uma cara de safada até sentir que pode enfiar tudo. Com o pau já dentro, ela primeiro faz o movimento de roçar pra frente e pra trás para em seguida começar a quicar em uma velocidade média. As expressões faciais dela enquanto cavalga aumentam o meu tesão. De olhos fechados e mordendo os lábios, não tem como Loren ser atriz e fingir tão bem assim durante todo o programa. Ela realmente gosta muito da coisa, e isso a faz ser diferenciada. A coisa melhora mais ainda quando ela se inclina pra te beijar ao mesmo tempo que quica na sua rola. Passamos bons minutos assim até que em duas inclinadas dessas, minha piroca escapole de dentro dela e achamos melhor trocar de posição pra meu pênis não "quebrar" como diz ela kkkkk. A gente cai na gargalhada, minha ereção dá uma boa diminuída, mas a diva sabe que é só voltar a me beijar e tudo será como antes. E é nessa nova/velha ereção, agora no papai e mamãe com muito beijo de língua, que não aguento muito tempo e dou uma gozada magistral enchendo toda a camisinha. Vou ao banheiro para me lavar e quando volto a encontro já devorando o chocolate que tanto combinava com a vontade que eu estava de bis ali naquela noite e também em futuras oportunidades. Acompanho ela na guloseima, conversamos um pouco sobre a vida e coisas do trabalho dela até que ela volta a querer me agradar com beijos, amassos e um boquete pra fazer acordar o Madruguinha. Dá certo e eu inverto a coisa dizendo que quero fazer ela gozar de novo. "Você acha que eu vou rejeitar isso?", Ela diz. Tudo que eu esperava ouvir pra matar a minha fome daquele grelo por longos minutos e faze-la gozar mais uma vez na minha boca. Em seguida, Loren vem por cima como da primeira vez, agora sem beijar e mais rápido. As vezes descansa um pouco das quicadas e fica paradinha pra que eu dê estocadas de baixo pra cima, as vezes rebola e aperta a piroca com a pressão da buceta elevando ainda mais meu tesão. Minha perna cansa um pouco e por estratégia e também desejo, peço permissão pra iniciar uma brincadeira no cuzinho dela.

"Mas o que você vai fazer com ele, hein!?", Perguntou. "O mesmo que fiz com a sua bucetinha, meu bem", respondi e Loren prontamente se dispôs a passar o lubrificante no anelzinho para em seguida ouvir um pedido de "calma".
"Mas você pediu"
"Sim, verdade... Só que você esqueceu que antes de meter na sua bucetinha eu chupei ela toda?"
"Ah, safado!...Por que não falou antes?"
Foi quando ela se posicionou para um 69 e empinou o anelzinho na minha cara onde linguei à vontade aquele buraquinho gostoso que piscava até o instante que me pede para come-la de quatro na beira da cama. Loren nessa posição é uma imagem que jamais sairá da minha cabeça. Não é sempre que temos o privilégio de contemplar uma obra de arte daquela magnitude se oferecendo pra gente.




Loren de quatro, toda submissa, com aquela bunda perfeita empinada e recebendo pirocada sem reclamar de dor, velocidade ou cansaço, entrou para os anais das minhas melhores aventuras sexuais. Iniciei o entra e sai naquele cuzinho até o talo achando que iria gozar depressa ali dentro. Minutos passam naquele vai e vem até que lembro que não estava ali pra sentir prazer sozinho e tão pouco ser egoísta com a deusa. Percebendo que não iria gozar naquela posição, pergunto a Loren se já estouramos o tempo, faço um carinho nela e tiro meu pau daquele cuzinho. Digo a ela que está tudo bem e que se não fosse possível gozar novamente, já teria valido demais tudo aquilo que fizemos. Ela rebate e diz que ia me fazer gozar de novo sim e me manda relaxar. Foi então que começou a punhetar meu garoto próximo à boca já aberta esperando uma jorrada que não vinha. Pedi a ela que colocasse uma nova camisinha porque já sabia como gozaria. Teria que ser mais ou menos como na primeira vez. Loren vem por cima, encaixa a bucetinha, inclina o corpo sob o meu e começa a me beijar enquanto quica devagarinho. Então a coisa acontece. Urro de prazer chegando a assustar a moça que arregala os olhos e sai de cima perguntando se estava machucando a minha piroca que realmente chorava, só que de prazer, dentro dela. Era o fim da melhor transa da minha vida.

A alma de tão leve chega a esquecer que tudo aquilo era um serviço e precisava ser pago. Comento isso com ela e rimos pela última vez antes da higiene e volta para o lar. O último beijo foi acompanhado de um até logo, pois o repeteco é tão certo quanto o conselho recebido mais cedo e, agora, passado adiante parafraseando Digboy: "TODO HOMEM DE BOM GOSTO PRECISA CONHECER LOREN ANDRADE!".



Quem olha de fora e lê friamente esse relato, pode até pensar que terminamos a noite empatados em 2x2, Loren. Mas acontece que graças a você, pude nascer novamente.

Você é um verdadeiro presente. Não tem relato, texto, frase, verso, poesia ou canção suficientemente capaz de mensurar o quão especial, agradável e inesquecível tu és.

Já conto as horas pra te reencontrar. Obrigado por tudo. Beijos!



E lembrem-se: não há trabalho ruim, o ruim é ter que trabalhar!

PrefeitoComeCu, Seu Brandão, Fox_Mulder, Papai Noel, Y@N, Fatblack, Digboy, Estarossa, Dionizio_RJ, Novinhomt24, Aquiles Espartan, Vin Diesel, Mordekaiser, gargamel, Lisbela Varela, curtiram esse TD.
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