11 de Maio de 2024 às 15:23
GABI TORRES
https://gparena.net/social-feed-user.php?id=22276
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

DISSE QUE FAZ

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM


UMA AJUDA PARA A CRUZ VERMELHA.


Algumas vezes na vida desejei morrer, embora na maior parte delas, não era tristeza o que eu sentia.

Não sinto conforto na felicidade. Mesmo tão efêmero, no pouco que que me acerta, traz considerável incômodo. Para mim, estar feliz é perigoso. É sinônimo de desproteção.

Ontem mesmo, tomado por esse estranho sentimento, quase causei dois acidentes dirigindo pelas ruas do meu bairro. É uma roupa que não me serve, é um evento que não me pertence. Não sei lidar, não faz meu tipo. Sei que tem fim e não me empolgo. No outro dia a conta chega e o valor é pesado demais pra pagar.

Não obstante, carrego a inquietação que reside em todo peito mortal, buscando-a quando se aparta por muito tempo. Contradição? Hipocrisia? Certo que os dois. Pergunto-me: Se os dias de chuva fossem maioria, reclamaríamos também dos dias de sol?

Estava em estado de euforia quando procurei por Gabi. Minha terapeuta me disse, que apesar da idade, ainda sou um garoto na matéria do viver. Sendo sincero, não tenho como discordar. Com a patologia da ansiedade, minha mente jamais descansa. Mesmo com todos os ventos a favor, nunca acho que vou me dar bem. Trem, metrô, Álvaro Alvim.






Gabi Torres é uma menina que sempre quis conhecer. Seus anúncios, e principalmente os relatos dos seus atendimentos, aumentaram dia a dia o meu interesse. Em outros eventos do Arena, até a procurei no meu discreto modus operandi, mas se a vi, não sabia se tratar dela. Entretanto, dois dias antes do enrosco, logo que terminada a minha desbravada na 13M33 QUEM DESCOBRIU A AMÉRICA? , papeando com os confrades Papai Noel e Piróquio no Zezé, Gabi apareceu de modo civil na rua e me encantei antecipadamente. "Na minha", cochichei baixo com o Bom Velhinho perguntando quem era, e tive confirmado o nome da gata. Mantive distância e optei por não falar com ela, temendo que a mesma desistisse do que estava marcado após me ver rs.

Uma mulata imponente. Corpo de passista, pele impecável, óculos trazendo todo um charme ao rosto e um sotaque gracioso. Despedi-me de quem estava na mesa, peguei os trilhos e parti. Passei a viagem toda indagando-me como seria capaz de dar conta de tudo aquilo.







O agendamento foi o mais rápido e sereno que já tive em toda a minha vida. Tal fato não deixou passarinho nenhum aninhar pensamentos de que eu precisava deixar algum plano B arquitetado, mesmo para um ansioso e pessimista assumido. No bar do Zezé, mais uma vez batendo um bom papo com o confrade do gorro vermelho, recebi o número do AP e constatei que já tinha um histórico ali. Elevador e porta abertos, fico de frente com Gabi pela primeira vez.

O maravilhoso exemplar de fêmea me recepciona friamente. Não houve selinho, abraço e nem nada do tipo. Meio sem jeito entrego as trufas que levei e sou convidado a entrar e ficar à vontade. Não faz muito tempo que um confrade, na liberdade que ele presumia ter, avaliou um atendimento com base em números, que pasmem(!), apesar de beirar a nota máxima, gerou revolta. Não vou fazer isso, mesmo crendo que Gabi seria inteligente o bastante pra respeitar e entender, caso o fizesse. Não busco a perfeição em ninguém, até porque seria o exercício mais idiota do mundo se alguém buscasse o mínimo de bom em mim. Foi só um detalhe. Meus relatos são assim, e até por isso, pecam na extensão. A valia: o enrosco.

No quarto, toda frieza caiu por terra. Entreguei o cachê e recebi as perguntas protocolares sobre água e banho, os quais recusei frisando que ela podia inspecionar minha higiene antes de qualquer coisa. Acho que o perfume que eu usava ajudou a beldade a confiar na minha palavra, pois logo assemelhou-se a uma pantera no cio, puxando-me para os beijos ainda de pé e antes que eu ensaiasse tirar qualquer peça de roupa.

Lábios macios. O beijo encaixa e a entrega é notória já nos primeiros segundos do pega. A partir dali, qualquer problema na mente esvaiu-se com passagem somente de ida. Deitamos, ela se despiu totalmente e eu quase. Aconchegados no leito, era a chance de passear por todas aquelas curvas e provar cada centímetro de sua pele sedosa, hidratada, cheirosa. Tudo em Gabi é belo, e a beleza, assim como a felicidade, me "assusta". Acho que uma baba escorreu da minha boca enquanto a admirava e esquecia que estava ali pra transar, e não pra ficar como estátua petrificada à sua frente. Quente e de iniciativa, percebeu a minha inércia e pôs os formosos seios na minha boca, como quem diz: "Não se emocione com o que vê, apenas tente suportar o que faço!".

Mamei Gabi com apetite. Seios, pescoço, braços, pernas, costas e xota participaram da minha fome. Em cada diferente pedaço de derme, ouvia a gostosa reagir em gemidos que poderiam tranquilamente integrar minha playlist preferida. Com ela de olhos fechados e masturbando um de seus biquinhos, concentrei maior atenção no prato principal. O quadril inquieto e o abdômen inflando; gemidos mais alto e frequentes, junto às confissões e pedidos, davam o mapa da mina para a chegada do orgasmo.

Gabi enlouqueceu e eu temi. De óculos e entre suas pernas, não sei se o engenheiro sabia que o tal produto passaria por esse tipo de teste de qualidade. Senti Gabi apertar minha cabeça no sufoco mais gostoso da minha vida e o gozo veio acompanhado de uma tremida. Apresentou um sorriso de satisfação que já fez valer o ingresso, mas era só o início.







Esperei sua rápida reabilitação e tirei a roupa que faltava. Gabi se ajoelhou e encheu a mão no modesto, fazendo um mix de punheta com boquete. Como não gozei, não sei! A mesma boca macia de beijar, aplica um flauteado impecável. Ao mesmo tempo que nao há dentes nele, não há "respeito". A safada brinca com a rola na boca, como quem não precisa de instruções. "Ela sabe o que está fazendo" pensava eu, até implorar pelo látex e evitar uma queimada.

O ato se inicia com ela na cavalgada. A umidade da buceta facilita as coisas e logo estou sendo macetado pelas sentadas de Gabi. Algo mítico conspirando a meu favor pra que eu tome gosto pela felicidade passa a ser única explicação plausível pra conseguir suportar aquilo tudo. O ritmo forte e intenso dela quicando na jeba e sentindo prazer, elevavam a minha abalada autoestima. Auxilei bombando de baixo pra cima, até tentarmos uma nova posição. De ladinho, metendo e beijando as costas dela, minha perna cansou rápido. Peço-lhe pra ficar de quatro, posiciono-me ao lado da cama e ganho a visão de toda aquela abundância. Já sabendo da sua disposição, penetrei Gabi sem meandros. Empurrando a vara nela com constância, a temperatura da moça sobe quando os primeiros tapas na bunda são desferidos. O tom e a frequência dos gemidos, já meio familiares, anunciam a chegada de mais um clímax, bem no momento que levava rola e disputava comigo o massagear do grelinho. Não tendo porquê segurar mais, larguei o freio e gozei no mesmo instante que ela. Só de escrever isso, meu pau endurece embaixo do teclado.

Olhamos o relógio e ainda tínhamos metade do programa pela frente. Faço a limpeza no membro e me deito ao seu lado, onde conversamos sobre variados assuntos. Ali comprovei minhas primeiras impressões. Gabi não tem apenas forma, mas também conteúdo de sobra. Disposição? Idem!

— Você não quer transar mais? Temos maior tempão. Vamos dar a segunda... — provocou
— Sou de aço não, Gabi. Acho que não vai mais não, tô mortinho. — falei
— Se não tentar, não vai saber. — insistiu
— Ah, sei lá.. — e antes que eu pudesse completar meu raciocínio, a gostosa já tinha passado a guarda me beijando e sarrando as coxas no meu pau.
— Você é foda! — exaltei
— Só aproveita. — respondeu

A tática funcionou. Percebendo a minha fraqueza aos seus encantos, desceu beijando pescoço, braços, mamilos... até estacionar a boca no agora novamente acordado, madruguinha. Fazia mais uma sessão bem feita de oral, quando me cedeu a vez, após ouvir meu pedido.

Posicionou-se na posição de frango assado, onde depois de alguns minutos recebendo chupadas, linguadas e beijos na xota, relaxou o quadril, desceu mais as pernas e rendeu-se. Gemendo do jeito peculiar, tremeu-se toda e gozou gostoso mais uma vez. Inocente, fiz menção de secar sua vulva, mas fui coagido a outra coisa:

— Agora não é hora de você continuar aí. — falou.
— Não? — respondi a pergunta com outra pergunta.
— Entra dentro de mim, me come! — ordenou.







Fez parecer que a cliente era ela, e o garoto de programa era eu. Nisto meu tesão foi nas alturas de novo e eu não enxerguei outra alternativa, senão a de obedecer àquela tirania toda. "Madeirei" Gabi no ppmm, que surpreendentemente alcançou mais um orgasmo e encharcou minha pelvis. Observando que ela ficara toda molinha, tiro a pica de dentro e saio de cima. Ela me pergunta se gozei e eu respondo negativamente.

Como ótima profissional que é, olha o tempo e diz que era possível tentar, pois ainda nos restavam dez minutos. Mais do que satisfeito, falo que não era preciso e esboço um sorriso sincero. "Atropelado" no melhor sentido, elogio o serviço, agradeço por tudo, me arrumo para o 6° Encontro Oficial do GPArena que já começara e despeço-me com um "até mais!".

Feliz, volto ao mais famoso bar da Álvaro Alvim e percebo as pernas vacilarem quando desço o meio fio. Mesmo desacostumado com esse sentimento, não quero morrer. Eu me adapto, fico confortável e aceito o que vier.

Respeite o meu desejo e não venhas antes do tempo, Dona Morte. Eu já não quero mais ir. Talvez permito que você me busque, após provar outra vez de Gabi.



"Somente um idiota responde uma pergunta com outra pergunta."