27 de Maio de 2024 às 16:36
ALICE DURANT
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

NãO

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

TALVEZ

O BILHETE DE LOTERIA II.



Alice: Quanto tempo (D)ura(nt) o eterno?
Madruguinha: As vezes apenas um segundo.







TD realizado na última sexta (24/05), referente ao Sorteio do 6° Encontro Oficial do GP Arena.

Aos suplentes, as minhas desculpas pela demora em receber o prêmio e relatá-lo, no que talvez possa ter contribuído para que criassem alguma expectativa. Contrariando o personagem do meu nickname, tenho trabalhado muito e infelizmente não é tão fácil "cair" pro Centro. Ainda não faço o que gosto, mas faço o que tenho que fazer. Diferentemente da minha parceira de enrosco, não são todos os que conseguem aliar ofício e prazer. Eu chego lá.

Assim que visualizei meu nome no referido sorteio, planejei enviar MP para a Alice no primeiro dia útil, respeitando seu momento de lazer e descanso. Eu já conhecia a senhorita de vista graças aos dois últimos encontros oficiais realizados, nos quais demonstrou ser uma das meninas mais simpáticas do circuito. Sorridente, nas duas oportunidades foi até à mesa que eu dividia com queridos confrades, trocando cumprimentos um a um. A simpatia se estende também no virtual, onde sua ótima vontade de fazer acontecer, permitiu que eu encontrasse o melhor dia e horário possíveis nas nossas agendas.

Semana mais estressante do que o normal. Durante ela, por duas vezes contactei a moça confirmando o compromisso, onde sua receptividade em nenhum momento me fez pensar que ela pudesse ser confeiteira. No dia, ainda que o local dela seja um pouco mais distante, mantive o ritual de passar um tempo antes no Bar do Zezé, batendo um ótimo papo com o confrade Oscar, The Shy. Abstêmio, água e Coca "equilibraram" minhas funções renais até receber o OK da moça e rumar para a sua alcova.







As ruas da Cinelândia e da Carioca são uma mistura de manifestação política e pagode. Chego ao prédio com uma barra de chocolate na mão e sem nenhuma dificuldade na portaria, subo. Saio do elevador mais cego do que tonto, procurando pelo número de uma sala na qual duas vezes passei em frente sem encontrar. Situado, toco a campainha e sou recebido com um selinho, um abraço e um sorriso. Cheirosa, Alice veste uma lingerie vermelha de peça única que a deixa bem sexy. Entrego o mimo, sou convidado a percorrer sua grande sala, mas bastante apertado, peço licença para também conhecer o banheiro, a fim de fazer o hoje chamado de "número 1".

Quando retorno, trocamos algumas palavras sobre como havia sido o nosso dia. Enquanto tiro algumas das roupas ela vai se acomodando no leito. Antes de começar o enrosco, pergunto se existe alguma coisa que ela não gosta no sexo. Alice responde de forma objetiva e bem humorada dizendo: "Eu não dou o cu!". Dou risada junto e confesso que já sabia desse detalhe. Em seguida, peço que ela faça a inspeção sobre a minha higiene, e após aprovação, nossos corpos começam a tentar ocupar o mesmo espaço.

Antes de estar com Durant, lendo os relatos, a coisa que mais chamava atenção neles eram os elogios quanto aos seus beijos. Fiel ao escrito, Alice me agarra e me entrega um beijo que costumo classificar de "fudeu". Põe a língua pra jogo, comprime, morde, suga e deixa ser sugada. Pra agravar a situação, gosta de namorar coladinho; abraçando, apertando e sarrando. Meu tesão vai nas alturas, e quando é assim, sei que preciso dosar as atitudes para que aquilo dure mais tempo. Brinco com ela dizendo que era bom que ela não se importava de beijar alguém que beija de olhos abertos, e ela responde dizendo que tava sabendo somente agora, pois não tinha como saber antes, já que beija de olhos fechados. A partir daí, pra provocar, passou a abrir os olhos algumas vezes no desenrolar do enrosco, atitude essa que curti bastante rs.

Após um papo que serviu para, além de nos conhecermos melhor, amenizar a situação de rigidez que meu pau se encontrava, Alice tirou a parte de cima da peça, deixando os peitinhos e barriga à disposição. Lambi, chupei e beijei a dama por completo da cintura pra cima, obtendo como reação o roçar das coxas dela na minha piroca. Terminei de me despir e preparei seu psicológico para enfrentar um alguém que não sente tanto conforto no oral, até que veio me chupar. Desceu até o fim do pau, babou gostosinho e enxugou, dando atenção também à cabeça enquanto fazia cara de safada. Um bom e perigoso oral em quem já estava desde o primeiro beijo na dama querendo trepar. Pedi clemência e trocamos os papéis. Quando livrou-se da parte que faltava da lingerie, revelou uma bucetinha lisa, de grelinho diminuto e super bem cuidada.







Trabalhei o oral nela já imaginando como seria penetrá-la. Beijei a parte interna das coxas, virilha e xota antes de intensificar as chupadas. Atuando por bons minutos, observei a umidade da área aumentar junto a alguns estímulos dela nos seios, mas percebi que não cheguei nem perto de fazê-la chegar lá. Achei melhor vestir a proteção e finalmente entrar em Alice. Começamos no ppmm colados e aos beijos, e por um triz não fervi rápido. Sugeri que viesse na cavalgada lenta, posição que conferiu-me uma noção maior ainda do aperto daquela buceta. Em cada mudança de ritmo ou posição, perguntávamos mutuamente se estava legal daquele jeito e isso me trazia abertura pra mudar ou melhorar as coisas. Externei que a sentada tava uma delícia, comentei que nessas horas sou eu quem fecho os olhos na tentativa de durar mais, porém, do jeito que estava, nem assim adiantaria. Era preciso que ela descesse com urgência para que eu não gozasse já. Foi quando tive a ideia de comer ela no frango assado, na beira da cama, com os nossos lábios dessa vez mais longe. Aguardente Pirassununga 51.

O encaixe foi perfeito e o pau deslizou com destreza. Bombei ouvindo pedidos de mais força e mais profundidade. Vez ou outra criava coragem pra subir e beijá-la, mas logo voltava pra concentrar as forças na estocada. Ergui as pernas dela em meus ombros, empurrei elas mais para trás, e ali não restava mais dúvidas que meu pau estava indo no mais fundo possível daquela xota. Prazeroso, fiquei comendo Durant nessa posição até faltar ar nos pulmões e resistência nas panturrilhas. Desacoplei, ficamos abraçados por um tempo e a pica não desceu (nem podia).

Com ambos querendo mais, ficamos nos acariciando até que Alice brinca de beijar e manipular meus mamilos, me deixando louco de vontade de possuí-la de novo. Rendido àquela sedução, assenti quando perguntado se dessa vez não se importararia de gozar. Alice apelou. Subiu na pica praticando a mesma sentada de antes, mas dessa vez inclinava-se pra me beijar. Eu já sabia que aquilo "não prestaria". Aviso que estou em via de gozar, e ela estratégicamente começa a beijar meu pescoço e chupar minhas orelhas, proporcionando-me um orgasmo que jamais será esquecido. Esporrei meu leite quente dentro daquela xereca numa quantidade absurda, ganhando mais alguns beijos antes da sua descida. Teço alguns elogios ao momento e à moça, até que rumo ao banheiro para fazer a higiene.

Na volta ainda nos restava algum tempo, mas dada a quantidade de porra extraída e também a satisfação alcançada, sabia que não seria hábil e optei por ficar conversando mais um pouco com ela. Despedimo-nos com três beijos e rua.







Alice é um doce de menina. Companhia agradabilíssima, engraçada, safada e uma confessa amante de sexo. Beijos realmente gostosos e entrega exemplar; sobretudo uma grande profissional.

Obrigado pelo momento, Alice. Obrigado à organização do Encontro e do Sorteio. Graças também aos que leram até aqui.

Um abraço e até a próxima!



Sou um homem de muita barriga, Senhor Sorte.