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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
"De boas intenções, o inferno está cheio." Há controvérsias sobre a autoria dessa frase, que creio eu, não precisa de maiores explicações. Todo mundo já ouviu ela alguma vez na vida, antes ou depois de uma proposta que aparentava vantagem.
Alguns historiadores afirmam que Santos Dumont, uma das mentes mais brilhantes de todos os tempos, arrependeu-se em profundo desgosto da sua mais famosa invenção, dando cabo da própria vida quando a viu ser usada como arma de destruição.
Não é de hoje que confesso ter uma bagagem menor do que a maioria dos foristas daqui. Contudo, se um dia ingressei este espaço, a principal razão fora a busca de uma maior confiabilidade sobre o serviço das damas, após anos e anos de raras experiências boas nesse submundo. Dito isto, desanima algumas posturas crescentes vistas aqui, que infelizmente invertem o propósito primitivo dos fóruns de putaria.
Com o passar do tempo, noto que o verdadeiro espírito de confraria está sendo engolido pelo medo, vaidade, egoísmo e canastrisse. Observo uma vassalagem impregnada no espaço, quando por exemplo um forista é cheio de dedos e melindres para postar uma avaliação diferente daquela (positivo/ sim-gostei no beijo/ repeteco sim) que parece ser a única que agrada as (na grande maioria das vezes) tão bem remuneradas meninas.
Leio relatos de alguns foristas aqui, e julgo incapazes de um dia dedicarem uma linha diferente da habitual bajulação. Já vi senhores arrependidos pedindo para editar a avaliação anterior, como também implorando para a retirada do relato após desagradar A ou B. Pergunto-me o porquê de tamanha covardia e rebaixo. Sem falar na vergonhosa defensoria pública prestada pelos BOPs, comentando nos TDs que fogem do padrão esperado e já citado no parágrafo anterior.
Alguns conseguem enganar por um tempo, até que felizmente são descobertos e perdem toda a credibilidade que um dia imaginaram ter. Esses, quando não se mantêm como verdadeiros fósseis, evaporam e somem igual combustível no decorrer da estrada. Impressiona que aqui, muitas vezes a tal da experiência ou idade adiantada (sic) não quer dizer muita coisa. Mas vamos finalmente ao relato, que ainda é a parte mais importante do fórum.
Eu encontrei a Carolina.
Convocado a uma importante reunião no Centro da cidade, achei por bem não passar ileso de conhecer um novo rabo de saia. Muito bem recomendada por um pequeno safado forista, contactei Carol na segunda feira e deixei tudo alinhado para o seu último horário na sexta. Na marcação, Carol foi um poço de educação e simpatia. Já vinha "namorando" suas fotos no Social há algum tempo, e os TDs do Digboy, esse sim um confrade de verdade, foram de suma importância para o desejo aumentar exponencialmente.
Agendado para o último horário, cumpri o protocolo de passar pelo Bar do Zezé e trocar uma ideia com alguns queridos que por lá estavam, antes de rumar à sua alcova na SD117. Lembro inclusive de ter levado uma cantada de um rapaz no interior do estabelecimento, que de repentemente é só mais um do time dos foristas de comportamento frouxo. Após isso, não demorei a receber mensagens de liberação da dama, informando o andar e o número do AP que se encontrava.
Era a minha segunda vez no referido endereço, e pelo menos naquela horário não pediram identificação, tão pouco perguntaram o meu destino. O elevador "já me esperava", e em pouco tempo ganhei os corredores que me separavam do local da dama. Bato na porta e sou recebido por uma mulher, que só de olhar, o pau endureceu. Em lingeries de cor vermelha, pude notar sua timidez inicial, onde não houve um contato físico sequer na recepção. Cumprimentos e perguntas protocolares são feitos, aproveito pra acertar adiantadamente o seu honorário e sigo para a higiene. Quando volto para o quarto, não existiam mais desculpas para mantermos nossos corpos longe.
De início, Carol não conseguia olhar muito nos meus olhos, no que despertou ainda mais meu tesão. Mesmo estando frente a frente com uma acompanhante, aquela situação ganhou ares de desafio e foi preciso meio que conquistar sua confiança. Antes de tocar seus lábios com mais intensidade, tentei tornar as coisas um pouco mais leves contando algumas das minhas piadinhas idiotas. A estratégia dá certo e ela ri genuinamente. Com o gelo devidamente quebrado, nem o frio que fazia na cidade seria capaz de apagar a chama que se acendeu naquele quarto.
Começamos nos beijando ainda de pé e a coisa fluiu que era uma beleza. Hálito impecável, boca macia, mordidinhas, envolvimento, carinha de quem tá gostando demais... Misericórdia! Surge uma ereção perigosa, daquelas que nos faz querer "acabar com tudo ali mesmo", sem auxílio algum de punheta, sarro ou flauteado. Comentei com ela que não era possível aquilo, e perguntei o que ela tinha pra me deixar naquele estado com um simples olhar ou toque. Foi preciso descolar nossos corpos pra eu não fazer vergonha e besteira.
Respeitando uma certa distância, deitamos lado a lado na cama, com os dois ainda vestidos. Olhando pra ela, senti vontade de morder aquele delicioso corpo por inteiro, mas me contive. Deixei escapar que estava arrependido de não ter a conhecido antes, e quando a coragem retornou, aproximei-me dela e me permiti voltar àqueles beijos que continuavam um puro êxtase. Na sequência, a gostosa libertou o belíssimo par de seios, de biquinhos suculentos e generosas auréolas, oferecendo-me e confessando que adora tê-los chupados. Além de me fartar neles, prossegui beijando Carol no pescoço, ombros, braços e barriga, sem deixar de voltar a provar sua boca durante as trocas de direção. Carol não chegava a gemer alto ou falar, mas as expressões faciais denotavam os lugares que ela mais sentia prazer.
Dado algum tempo nessa imposição e troca de carícias, finalmente terminamos de tirar o restante das nossas roupas. Carol atacou meu pau primeiro punhetando brevemente, pra em seguida iniciar os trabalhos com aquela boquinha maravilhosa. Avisada sobre a sensibilidade, fez um oral cuidadoso e molhado, dando atenção especial para as sucções na cabeça, sem negligenciar o restante. Eu sabia que não poderia permitir aquilo por muito tempo, visto que a chance de gozar rápido era enorme. Pedi então para que ela parasse e trocássemos de lugar, pois era hora de degustar a xaninha daquele espetáculo de mulher.
Antes de descer mais ao sul de Carol, provei mais dos seus beijos e beijei o resto do corpo que ainda não havia beijado. Suas lindas costas, que nas fotos postadas sempre chamaram a minha atenção, foi sem dúvidas a área que mais procurei me fartar e explorar. Beijei também os pés, canelas, coxas e antebraços, até que estacionei na bucetinha e dediquei todos os minutos que quis, sem ser interrompido. Cada vez mais úmida, pareceu chegar lá no momento que tinha o abdômen alisado e acariciava um dos seios.
— Você quer que eu pare um pouquinho? — Perguntei.
— Por mim você pode continuar, isso sim! — Respondeu.
Recebida a resposta, continuei chupando aquela xana cheirosa e saborosa, até não aguentar mais de tesão e dizer que estava louco para penetrá-la. Humilde devidamente encapado com a sua ajuda, sugiro começarmos a metida na beira da cama, no que ela topa de imediato. Antes, dou mais algumas chupadas no grelo a fim de deixá-la mais lubrificada, para finalmente adentrar a bocetinha apertada de Carol.
Num encaixe perfeito, revezo entre estocadas "violentas" e pausas para mais beijos. Estava tão gostoso, que fiquei na dúvida entre deixar o barco correr ou controlar para que durasse mais tempo. Analisando tudo que ocorreu até ali, e enxergando tesão por parte dela, optei por estender o coito, desacelerando e acelerando quando necessário. Claro que o princípio de câimbra na perna, junto à falta de fôlego, foram bons aliados nessa hora rs. Decidimos trocar de posição, passando para a D4 em cima da cama, onde o script se repetiu.
Exausto, desacoplei e ficamos abraçados por alguns minutos fazendo carinhos mútuos. Carol beijava e alisava áreas sensíveis do meu corpo, fazendo a pica permanecer viva. Achei uma boa ideia pedir o cu e ela abre um sorriso concordando. Como ela mesmo disse: "é diferente quando a menina faz o anal com gosto."
Como estava um tanto cansado, Carol achou melhor começarmos com ela sentando no meu colo de frente. A gata passou a pomada e acomodou o humilde aos poucos, ficando paradinha e me olhando antes de se movimentar. Aguentando ele todo (que não é muito difícil kk), iniciou o sobe e desce devagar, e a julgar pela pergunta que me fez, percebeu que alguma coisa em mim doía. Queria eu que todas as dores do mundo fossem assim rs. O cuzinho da gostosa parecia um alicate de pressão apertando a minha piroca por completo.
Quente e contrito, a gata me maltratava da melhor forma, parecendo que ia fazê-lo quebrar a cada sentada vigorosa. Numa dessas acabamos desencaixando, e com o fôlego de volta, pedi para comê-la de quatro na beirada da cama. Pra minha surpresa, o aperto não diminuíu muito nessa posição. Com estoicismo, metia e beijava as costas de Carol num sexo poucas vezes visto e assaz prazeroso. Só não gozei ali, porque além de novamente desacoplarmos em uma das estocadas, as pernas voltaram a cansar e foi preciso parar.
O tempo voava. Olhamos o relógio e nos restavam 14 minutos. Tempo de sobra para namorar mais um pouco, mas nem tanto assim para trocar de camisinha, finalizar e sair sem tomar muito do seu tempo. Com movimentos friamente calculados, "arrisquei" minha ereção na troca do preservativo, pois apesar daquele anal fantástico, queria finalizar comendo a xoxotinha.
Quando digo que "arrisquei" a ereção, com Carol, é só por força do hábito. A verdade é que meu pau não consegue ficar inerte na presença dela. Primeiro peguei a tesuda de frente, apoiando suas pernas nos meus ombros, depois encaixamos num ppmm cheio de beijos e sussurros. Carol remexia o quadril com nossos corpos colados, ao mesmo tempo que eu me esforçava para ir no mais fundo possível. A respiração dela começava a ofegar e os braços e pernas foram ficando inquietos. Percebendo isto, cheguei ao ápice do tesão e não consegui mais resistir. Não sei se Carolzinha gozou junto ou se esteve prestes a chegar lá. O fato é que saí com a minha coxa esquerda um pouco molhada, mas preferi não perguntar sobre isso.
Curioso que mesmo após o gozo, o tesão perdurava. Falei isso com ela, mostrei a pica e tirei a camisinha que não estava tão lotada de porra como de costume. Traído pelo tempo, e agora também pela minha própria timidez, pensei com meus botões em pedir para jogar o restante de sêmen na sua boca (claro que a depender da permissão), mas acabei abdicando. Dirigi-me ao banheiro, me masturbei e esporrei o que sobrava por lá. De volta ao quarto, conversamos um pouco enquanto eu me arrumava, agradeço por tudo e me despeço já cheio de vontade de voltar.
No caminho para as ruas do centro, a pica permanecia dura, só começando a esmorecer enquanto esperava pela descida do elevador. Na portaria, mais uma vez passo sem ser importunado, ganhando as ruas de alma leve e carregando algumas mini certezas: uma delas é a que o próximo enrosco com Carol tende a ser ainda melhor; e a outra é a que graças a alguns imaculados foristas, é possível chegar a uma bela garota e usufruir da riqueza de um bom atendimento. Nem preciso dizer que o contrário também se aplica, salvando-nos de roubadas e atendimentos meia boca, quando escritos e avaliados de forma sincera. Sei que estes últimos são cada vez mais raros, infelizmente. Raros como a excelência do atendimento de uma Carol Saraiva.
Obrigado pelos momentos, Carol. Foi inevitável ficar de pau duro escrevendo esse relato. Obrigado pela forma que relatou todos os atendimentos com ela, Digboy. A cada leitura o meu interesse em conhecê-la, crescia. Agradeço também aos poucos que leram até aqui.
Não existe festa sem pichorra, não existe fórum sem verdadeiros foristas.
Abraços e até a próxima!
Olha, se existisse Olimpíadas para idiotas, você ganharia a medalha de ouro!
