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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$50.00
REPETECO
SIM
Eu, que cheguei ao site no início deste ano após longa inatividade neste serviço, posso dizer que ainda sou um reles mancebo neste consagrado fórum. Experiências negativas em trashs, a falta de fidelidade em anúncios de frees, a proteção à saúde no período de pandemia, relacionamentos, outras prioridades e etc elencam e justificam o meu período de "hibernação", como também explicam a minha chegada e trajetória até aqui.
É como eu – mal e porcamente comparando – e/ou guardadas as devidas proporções, estivesse saindo de uma cena underground para conhecer e provar daquilo que há no mainstream. A tal da lista que um dia ousei escrever, serviu apenas para confirmar que planejamento e disciplina nunca foram o meu forte. Tudo bem, faz tempo que me acostumei a aceitar o que vem, mesmo sem esperar ou me preparar para o melhor e o pior.
A Reserva.
Esse TD é mais um encontro desencadeado pós um "desacerto contratual". Na realidade eu deveria ter conhecido a dama em questão antes até do meu último TD Pérola Bittencourt . O subtítulo não tem qualquer significado atrelado ao termo de segunda opção ou substituta, tão pouco estou aqui dizendo que preferi uma em detrimento à outra. Longe disso! Na verdade ele não aconteceu antes porque as nossas agendas não bateram. A "reserva" em questão tem sentido de marcação, agendamento, manifestação de interesse. Pode servir também de referência ao enredo, se assim vocês entenderem.
Inclusive, essa reserva com a Loren foi de uma suavidade, leveza e carisma que precisa ser relatada. Nenhuma dificuldade, atenção exemplar e um tratamento que considero de fino trato. Por que julgo importante contar isso? Talvez ajude o confrade a procurar um atendimento sem stress; que é VIP do início ao fim, mesmo que não rotulada com o termo. O programa foi marcado na segunda-feira para antes do evento no Curta, com a devida confirmação na manhã do referido dia. Finalmente Madruguinha estrearia no famoso prédio da 13M47, aquele da identificação moderna na portaria.
A Nascente.
Loren, sem medo de afirmar, despertou o desejo dos confrades astutos tão logo fez sua primeira aparição no Arena Social. Com fotos utilizando ângulos que valorizavam seus atributos, não demoraria para que alguém confiasse seus prazeres à belíssima negra em evidência e relatasse o enrosco para a alegria da massa. O porteiro não era novo e nem me conhecia, mas não foi preciso usar de interfone para que ele liberasse a minha subida. Pontual, enviei mensagem a ela que já estava na porta do AP me aguardando. Mesmo esperando o melhor de um jeito torto, e despreparado para o pior, não foi dessa vez que a minha negligência me imputou o inconveniente.
Foi gostoso aceitar o que o destino trouxe tão logo ela me recebeu. A moça abriu a porta e transbordou beleza. Preocupada primeiro em garantir a minha privacidade, a jovem e fascinante menina vestida de roupão verde não me beijou na recepção. Agitada e prudente, cuidou de certificar se não havia alguém nos corredores e no banheiro do imóvel, a fim de evitar algum esbarrão desnecessário. O local dela é compartilhado com outras donzelas e possui múltiplos cômodos que, pra quem está ali pela primeira vez, faz parecer um labirinto. Feita a vistoria, preferiu tomar-me pela mão e me arrastar para os fundos, onde apresentou seu quarto que é compacto, porém suficiente. Tratando-se de alguém que praticamente cabe em uma caixa de sapato, aí mesmo que não tive do que reclamar.
Ela é nova no pedaço e disse que aos poucos está dando a sua cara ao lugar. A cama é de casal, as luzes ficam acesas e tem ar condicionado funcionando. Simpática, ofereceu-me água e toalha ensacada para o banho, no qual prontamente aceitei ambos. Antes da ducha, batemos um breve papo para nos conhecermos um pouco e também para retificar ou tirar alguma possível dúvida quanto ao programa, enquanto o corredor era liberado. Aproveitei para elogia-la e a percebi ainda um pouco tensa ou envergonhada. No lugar dela eu também ficaria tendo o azar de receber tal caricatura. No que segue, fui guiado por ela ao banheiro pelas mãos novamente (como gostei disso!) pra fazer a higiene.
De banho tomado, recebi o aval de Loren para deixar o banheiro e retornar ao quarto, onde ela, com o roupão verde já desamarrado, revelava um belíssimo corpo comportado em lingeries rosas totalmente à minha espera. Bastante sensual, nem preciso dizer que a minha humilde mangueira ficou animadíssima com aquela profusão de cores e curvas à frente. Cumprido com sucesso os protocolos, a princesa, agora bem mais relaxada, exibe sorrisos, torna-se mais falante e é receptiva às brincadeiras que faço para quebrar o gelo. Observando isso, me aproximo pra fazer carinhos em suas mãos e pernas, e também para apalpar seu enorme traseiro quando ela se pôs de pé em minha frente para tirar o roupão e pendurar no cabideiro. Antes do ato, pede que a conta seja acertada e assim o faço, sem objeções e desconforto.
Seguindo o Curso.
Juntos ali na cama, noto que a musa apresenta um olhar diferente. Seus olhos castanhos fitam, intimidam, inquietam. O sorriso é de provocar toda e qualquer simpatia e logo sinto um campo magnético entre nós dois. Ela nem precisa comentar nada para que eu deduza como ela curte o sexo. Loren era um verdadeiro oásis no deserto, e eu, com toda a sede de um andarilho, não me contive e fui me saciar em suas águas.
Compreendam, queridos confrades. O desespero era tão grande que em nosso primeiro contato labial, acabamos batendo dente com dente. Rimos da situação e continuamos a pegação. O beijo dela é de grande entrega; Loren põe a língua pra degustação, envolve os lábios, movimenta, alterna o ritmo e dá mordidas a ponto de te deixar maluco e querendo que aquele momento se perpetuasse.
Na sequência, a gata ordena que eu tire o restante da roupa que ainda me cobria e dá uma provocada quando identifica o escudo no calção de time que me vestia. Infelizmente esse ano ela está coberta de razão, visto que seu clube do coração tirou certa onda. Acontece, que embora sempre por baixo, desde novo sou obrigado a levantar a cabeça para encarar as coisas de frente com naturalidade e coragem. Foi nessa que cortei logo as brincadeirinhas a cerca do assunto, tirando-lhe a lingerie e a deixando sem defesa.
Lancei meu corpo como uma rede sobre ela e a dominei apesar da diferença de altura. Beijei seus lábios mais uma vez com correspondência até iniciar um tour pelo seu rio. Tudo em Loren é bem desenhado. Os seios são médios e firmes, com bicos negros e deliciosos de chupar; a bunda é grande, dura e de parar o trânsito; o corpo tem tatuagens bem localizadas no tórax, costas e braços e seus cabelos longos e lisos estavam impecáveis e cheirosos; os pêlos descoloridos no seu corpo agregam em charme e sensualidade, e a pequena listra na testinha da boceta completa e embeleza o paraíso que é o seu leito.
A Hora do Mergulho.
Mergulhado em cada centímetro cúbico dela, fui sendo apertado pelas suas pernas enquanto percorria a extensão do seu corpo e sentia a sua respiração ofegar. Beijei o pescoço, cheirei o cangote, chupei seus peitos e brinquei com o piercing na barriga até chegar na bocetinha delicada de Loren. Inicio um oral "refrescante e gostoso" - como assim foi classificado - que a faz revirar os olhos, gemer e rebolar na minha face. Sem dúvidas seu gosto ficará para sempre entre os mais saborosos na minha memória gustativa. Bastante lubrificada, encontrei o ponto que a fazia sentir maior tesão e presumi que estava próximo de conseguir faze-la gozar. Dediquei uns bons minutos ali, e mais um pouco quem gozava era eu só de vê-la se contorcer, gritar e me chamar de gostoso. Cessei apenas quando interrompido por duas perguntas/pedidos:
— Você não quer me meter?
— Eu tô doida pra sentir sua piroca, sabia!?
Pedidos assim são quase ordens e eu não tava lá pra desacatos.
Voltando à Superfície.
A gostosa, no pouco tempo que estava comigo, já havia pescado duas características que carrego: a indecisão e o bom humor. No caso, apresentei as duas em conjunto quando transformei em comédia o momento de dúvida na escolha da camisinha que eu usaria. Meio óbvio que a ereção conquistada foi para o ralo enquanto a decisão era tomada.
Companheira escolhida e separada, pintava a necessidade de uma respiração 'boca a rola' para ressuscitar madruguinha. Loren pôs uma das mãos na base do meu saco usando os dedos para acariciá-lo e começou a mamar meu pau com muita baba. A boca habilidosíssima descia todo o membro e como plus ela fazia uma cara de muito cachorra. Fez menção em chupar minhas bolas, porém a impedi, senão voltaríamos à estaca zero. Minha pica, sem muita demora, voltou a firmar com aquele oral caprichado e decidimos vestir o garoto.
Nas Corredeiras.
Posto o colete salva vidas, estúpido, imaginei que não poderia temer mais nada. Estirado no centro do barco, Loren posicionou-se por cima de mim na cavalgada e iniciou uma descida violenta e sem pena. Foi preciso fechar os olhos e pensar nos aluguéis atrasados pra não ser vencido. Quente e molhada, a bocetinha consumia até o talo do meu pequeno remo em uma cena que de vez em quando eu criava coragem para ver. O saco chegou a ficar vermelho como a minha face quando recebo os tabefes da Florinda.
— Pára, caralho, pára! — Implorei.
— Assim vou pra lona rapidinho. — Completei.
— Ué, garoto. Pensei que tava gostando... — Respondeu cínica e maliciosamente, mas atendeu a minha súplica.
Com o ganso desafogado, volto a me deliciar nos seus seios e depois na ppk usando boca e língua. Brinco, dizendo que só essa vida pra me deixar pegar uma mulher com aquele nível e ela responde falando que eu devo dizer isso para todas. A intimidade vai aumentando, mais brincadeiras vão surgindo e a bandida, percebendo o meu visível contentamento, usa o canto da sereia e já projeta novos enroscos comigo. Despertar meu tesão e meu sorriso é uma apelação e ela tava fazendo direitinho, não tinha como esconder. Cheio de desejo, puxei as pernas dela e joguei sobre os meus ombros encontrando um encaixe perfeito. A pica deslizava toda pra dentro dela e quanto mais eu bombava naquela bocetinha molhada e quente, mais ela gemia e pedia pra não parar. Meu gás ia durando mais do que o previsto, até que cansei. A perna deu aquela tremida, o fôlego foi embora e um respiro era necessário.
A Foz.
Um dos assuntos mais debatidos no meio dos confrades é a questão sobre as meninas que fazem anal. Aquela máxima de que cu não se pede, se conquista, parece-me controversa. Cada uma sabe da sua saúde, do seu preparo, do seu gasto, gosto e conforto. Loren, por exemplo, foi a primeira garota de programa que saí a falar que não curte receber beijo grego. Isso foi conversado e logicamente respeitei. Quando a abordei na entrevista e falei no interesse em fazer anal, a resposta me agradou: "Tem uma taxa de 50 reais, mas você pode comer meu cuzinho o tempo que quiser. Penetração direto!" O combinado nunca sai caro se cumprido à risca, já diz o ditado.
Pau que nasce torto, nunca se endireita. Tem sido um erro corriqueiro tentar iniciar os anais na posição de quatro. Pedi a dama pra posicionar a popa na beira da cama para que eu pudesse comer aquele cu e não passou mais do que a ponta da cabecinha. Tentamos com cuidado, houve esforço das duas partes, mas não foi possível. Não deu tempo de sentir frustração. A garota em todos os momentos da foda mostrou-se disposta a agradar. Não regulou, não reclamou, não desistiu... foi do tipo "Vamos? Vamos!" o que contribui muito para uma avaliação positiva e uma expectativa de repeteco.
— Gostoso, já sei um jeito de você conseguir comer meu rabinho direitinho.
— Quer ver? Vem cá!
A danada, com as costas no colchão, colocou o travesseiro por baixo da raba e liberou o acesso ao anel. Um ângulo favorável que fez a piroca entrar com maestria. Ela estava certa, sempre esteve. Loren parecia conhecer o meu manual de instruções. Penetrei na gostosa prestando atenção às suas feições e reações durante o ato e era impossível não notar o prazer conjunto que sentíamos. A pele arrepiada, a respiração ofegante, os bicos enrijecidos... a inquietação nos quadris e nas mãos era clara. Por não acontecer sempre, é especial quando você se dá conta que também está entregando prazer para a garota.
Completamente entregue, pediu para que eu continuasse empurrando tudo até o fim, pois estava pra gozar. Ouvindo isso, passei também a dedilhar seus seios e clitóris - este último não tardou a perder a vaga para os dedos dela - e a delícia se aproximava mais do clímax. Ciente disso, subi meu corpo ainda dentro para alcançar seu pescoço como um vampiro. O ventre dela vai ganhando volume e os joelhos pressionam mais forte as minhas costas, até que Loren emana uma gozada respeitável que prontamente sorvo. A devassa abre um sorriso, confidencia que não esperava chegar lá com o anal e, toda molinha, me pergunta como eu queria finalizar.
A Realização.
Eu nada disse. Abracei ela e fiquei fazendo uns chamegos até que se recuperasse. Olhamos o tempo e tínhamos 15 minutos.
— Temos tempo de sobra pra namorar, pode ficar tranquilo que tu não sai sem gozar. — Prometeu.
— Tu garante isso? Porque eu não... — Meti o maior o caô que um dos pistoleiros mais rápidos do oeste poderia.
Desejei comer novamente aquela xaninha, dessa vez de ladinho, mas o relevo daquela bunda ejetou meu modesto pau rapidamente em todas as tentativas. Voltamos aos beijos, apertos e sarradas até que volto a aplicar mais um oral na xoxotinha que me deixara viciado. Se tivéssemos mais tempo, dedicaria mais minutos ali. Mas ela não é egoísta e de certa forma estava imbuída de realizar meu desejo.
Dessa vez sentado, Loren retorna com a cavalgada firme que tem e quica veloz em meu colo. Penso eu que a gostosa supôs que realizaria o meu pedido daquele jeito. Suportei as sentadas e aproveitei pra mamar mais nos seus peitos.
— Realmente você se deu bem com essa camisinha. — Ela disse.
— Né, cara? — Em todos esses anos nessa indústria vital, essa é a primeira vez que isso me acontece. — Frisei e rimos.
Outra coisa que ela percebeu e até comentou comigo foi o fato de eu ser um tanto metódico. Sei que são poucos e bons os que lêem meus relatos até o fim. O brasileiro, por costume, lê pouco; ao trabalhador não sobra muito tempo para a prática; e o ignorante tem dificuldade de apreciar o que foge do comum. Contudo, sei que existem alguns que chegam até estas linhas. Esses proveitosos foristas, já devem ter notado que em quase todos os meus enroscos relatados no site, calhei de finalizar na posição ppmm. Com Loren não foi diferente.
De novo encontro nela o olhar intimante e o apetite em ser devorada. Visualizo sua boca, seus seios e seu pêlos descoloridos que me causam euforia, e observo também a boceta completamente úmida e a pele toda suada que me atiçam. Não tinha um porquê para eu continuar protelando. De tudo eu já tinha provado e gostado. Os pães e os frios já estavam cortados sobre a mesa, só restava me servir. Liguei meu corpo ao dela da forma mais ajustada possível, abracei, beijei e bombei em Loren até jorrar um gozo quente e admirável dentro daquela xana.
Realizado, proferi mais algumas palavras de exaltação ao momento e à moça para depois ir me lavar. Na volta, conversamos sobre o evento que já havia começado e, nesse momento, encontrei uma brecha para falar minha última bobagem. Disse-a que dificilmente ela me encontraria por lá, pois esqueci de crescer para aparecer, mas que eu a veria mesmo que de longe (fato que aconteceu). Sua aparição foi rápida. Estava linda e um pouco tensa como quando me recebeu na porta do seu apartamento. Na minha opinião uma das mais lindas da noite. Encantado, quase fui atrás dela para dar um "ultimo "oi" e um "último tchau" quando a vi saindo do bar, mas a timidez e a certeza de que não tardarei a vê-la, me contiveram.
A Gratulação.
Foi gratificante, Loren Prado. O quão divertido e regozijante foi estar contigo durante uma hora, tornou merecedor cada tempo dedicado na escrita deste relato. Eu disse a ti, ainda ali na cama, que pra sua sorte, a vila que moro é longe e a grana anda escassa. Você é viciante e será inevitável não lembrar de você nas madrugadas da vida. Até quando eu puder. Beijos, obrigado.
Obrigado aos confrades e damas que leram até aqui esse enorme relato. O que é positivo faz-se digno da dedicação, do esmero e do capricho. Espero que tenham gostado.
Até breve!
Cada um tem o direito de sair da própria casa por onde lhe der na telha.
