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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
DISSE QUE FAZ
ANAL
NãO
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Há alguns dias fui tomado por um susto, quando notificado sobre o vencimento da minha CNH. A legislação permite ao condutor andar com o documento vencido por 30 dias sem penalidades, e a minha já estava "abusando" da sorte de perder o prazo. Curioso, que este é justamente o único documento físico que porto, e mesmo olhando pra ele todo santo dia, foi preciso a notificação no celular para atentar-me ao fato. Corri depressa pra pagar a droga do imposto e agendar a renovação, antes que o bolso sofresse danos ainda maiores. Quase deu pra ficar dentro da lei. Após a primeira burocracia e pagamento feitos, consegui um encaixe na clínica do departamento de trânsito para um dia após os tais 30 de vencido.
Como o local era relativamente perto e conhecido, arrisquei e fui dirigindo meu problemático possante, sem nenhum temor de ser pego sem lenço e sem documento. Ele não chega a ser um "sucatão" como o do Velho Escriba que se chama Dante, mas andou me causando tanta despesa, que cogitei arquitetar um plano dos mais sujos para receber o valor dele no seguro. As vezes temos mais sorte que juízo, noutras mais azar que o merecido. Chegando lá, fui acometido por mais um dolorido desembolso em exames médicos, que me fez refletir em como é suado conquistar e manter as coisas neste país. Pagamento e exames realizados, ao menos fui considerado apto, tanto no psicotécnico, quanto no de vista, escapando de mais uma carcada do governo, caso fosse reprovado e quisesse seguir dirigindo legalmente por aí.
Na realidade, apenas o de vista me deixava um pouco cabrero. Já faz um bom tempo que não renovo a receita dos meus óculos, e no momento que fui chamado, um frio na barriga apareceu. Mesmo com certa dificuldade, acertei todas as letrinhas e luzes que apareceram. Sobre o psicotécnico, já sabia por outras oportunidades, que para pessoas QUASE normais, a maior complicação dele consistia em não rasurar os tantos cabeçalhos repetitivos. Dados alguns comportamentos doentios observados por aqui, creio que o referido exame seja um verdadeiro desafio para não poucos participantes deste fórum.
Recentemente, um "alguém das antigas" usou o espaço de comentários do relato de um confrade para, PASMEM, criticar o tempo e o valor gasto por ele (que não fora pouco) no TD. Obviamente utilizou-se de um boneco para tal, mostrando toda uma faceta infantil e covarde. Se isso não é sinal evidente de psicopatia, não sei mais o que é. Ainda dentro do psicotécnico, presenciei um sujeito de comportamento suspeito na sala de aplicação, encarando aquilo como competição. Vaidoso, carente e ególatra, tentava resolver os exercícios com a maior rapidez possível, no intuito de bisbilhotar em sua volta se alguém havia finalizado antes dele. Segurei-me para não gargalhar assistindo àquele número tão boçal. De tão afobado, trocou a ordem das folhas na resolução, passando maior vergonha quando a examinadora expôs o seu erro no momento do recolhimento. Apesar de prejudicar sua pontuação, não foi suficiente para reprová-lo. O problema do "camarada" parecia ser muito mais de estima, do que propriamente de capacidade cognitiva. Nessa hora, "não sei por que" acabei lembrando do "mais novo" forista das 4 fases, fã incondicional do Histórico mais Top que passou por essas bandas. Eu poderia citar mais alguns exemplos, mas além de alongar ainda mais esse relato, seria arriscado a carapuça servir até pra quem não deve.
Tudo que eu penso é liberdade.
Cheguei ao final de junho muito aquém das metas financeiras estabelecidas. Na venda de balões e churros, nos serviços de carpinteiro e fígaro... em nenhum deles cheguei perto de juntar a grana pra pagar o velho pançudo. E já que nem só de pagar contas vive o homem, precisei penhorar a espingarda para uma última foda no fatídico mês. Sabendo que, a depender da escolha, a quantidade de bens penhorados variaria, pensei na relação custo x benefício e optei pela tão bem recomendada e acessível Isis Borboleta.
Com dez dias de antecedência, já tendo um compromisso cultural marcado para a última sexta (28/06), aproveitei a oportunidade e agendei com ela para horas antes do evento. Na marcação, a garota foi fofa, cordial e bem humorada. Acertadas as arestas, combinamos de mandar mensagens de confirmação no dia anterior e na manhã da data em questão, o que aconteceu com bastante leveza e naturalidade. A semana desta vez pareceu se arrastar, tudo culpa desse meu coração selvagem que tem essa pressa de viver.
Culminou do enrosco ocorrer justamente no mesmo dia da renovação da CNH. Após uma manhã inteira afanada em todos os sentidos pelas obrigações, almocei, relaxei um pouco e me preparei para encarar os trilhos até sua alcova na AA37. Desembarquei na estação Cinelândia com bons minutos de antecedência, o que me permitiu cumprir o ritual de admirar as fachadas e a movimentação das pessoas na calçada do Bar do Zezé. Pontualmente recebo a liberação para subir e vou ao seu encontro. O porteiro nem pergunta nada, pelo sorriso já sabia do doce caminho a ser percorrido.
Como sempre um tanto perdido, passo batido pela porta correta antes de enxergar. Não é fácil para um nanico de olhos cansados visualizar as numerações. Contudo, ouvi dizer que quanto maior um homem é, mais burro e mau caráter ele tende a ser. Dou duas batidas na madeira, e a graciosa moça já vem me recebendo com gostosos beijos de boas-vindas. Sorridente, fez as honras da espaçosa casa vestindo um robe preto e lingeries da mesma cor. Apresento-me, pois estava nítido que a gata achava se tratar de um pequeno safado que esteve por lá outrora. Ela, um tanto incrédula ri da situação, mas resolve me dar um voto de confiança, pedindo-me para sentir-se em casa. Antes de nos atracarmos, pago com gosto o seu honorário, entrego um mimo, pego a toalha ensacada oferecida e dirijo-me ao banheiro para realizar a higiene.
Limpo, volto ao quarto e a donzela não demora a entregar mais beijos, logo assim que me vê. Na sequência, quando o enrosco passa para a horizontal, a moça pede auxílio para se despir, e assim o faço. Tendo tudo aquilo à disposição, passeio minha boca por boa parte do corpo de Isis, conhecendo os locais que mais a excitam, ainda sem pousar na parte principal de seu jardim. Beijocas pelo pescoço, ombros, braços, seios, costelas e barriga, até ouvir sua voz me mandando tirar a cueca, pois queria cair de boca no meu humilde pau. Porém, com a potente ereção que eu estava, somada à fama do seu flauteado, achei melhor não arriscar terminar a brincadeira cedo e mantive-me vestido. Claro, que antes de recusar seu desejo, gentilmente dignei-me a respondê-la, explicando o porquê de não aceitar o boquete naquele momento. A gata entendeu, e reagiu perguntando como eu queria que as coisas continuassem. Respondi primeiro lhe beijando boca, para só depois manifestar a vontade de aplicar um oral.
A borboleta de Isis é pequenina e totalmente lisa. Iniciei os trabalhos nela e não observei grandes respostas aos estímulos tentados. Percebendo isto, a pedi para me dizer o jeito que ela gostava, mas obtive a confissão de que era melhor não dedicar muito tempo naquela prática, pois como já havia gozado naquele dia, não tinha como garantir que "chegaria lá" de novo. Confesso que aquilo me frustrou um pouco, mesmo entendendo o argumento e a preocupação dela quanto aos minutos, sendo determinante para o fim do oral. Após isso, sentindo-me "menos rígido", achei oportuno tirar a veste e deixar ela me mamar, buscando um novo ânimo para o garoto.
A gata prendeu o cabelo e me olhou de um jeito lascivo para iniciar o boquete. Não sei se a minha recusa anterior, junto à última situação descrita, deixaram as coisas meio tensas entre nós. O fato é, que no início da sua técnica, pude sentir um pouquinho de dente resvalando, causando-me estranheza. Todavia, sem precisar de um toque, não demorou para engrenar e transformar aquela prática num oral da melhor qualidade. Com saliva abundante, Isis descia até o final da rola e voltava linguando a cabeça, imprimindo movimentos rápidos e de boa pressão na felação. Correndo grande perigo com aquela chupetinha bem ajustada, implorei pela camisinha pra não fazer besteira.
Equipamento posto, a safada logo se insinua para montar na cavalgada, mas recuo e proponho penetrá-la na beirada da cama, sabendo que aquilo prolongaria o coito. Posicionada do jeito que eu quis e com a xereca molhadinha pela frente, o humilde não teve maiores dificuldades para encaixar bonito em Isis. Era possível ouvir aquele barulhinho gostoso dos sexos em atrito a cada estocada. Depois de algum tempo meio tortos, nos ajeitamos e subimos para o topo do colchão no ppmm. Posição que, além de proporcionar um maior conforto aos dois, facilitou que o enrosco prosseguisse regado a muitos beijos. E como gosta de beijar essa menina! Se deixar, beija no ato quase todo. Continuamos agarrados, metendo, beijando e proferindo palavras elogiosas e sacanas, até que ouço a gostosa pedir que eu a devorasse na posição D4, assumindo ser a que mais gosta.
Cheio de tesão, não encontrei dificuldade para manter o pique e acoplei na safada em sua posição favorita. Bombada no jeito e intensidade que queria, Isis esticava o braço direito por debaixo do seu corpo e alisava minhas bolas enquanto era penetrada. Um prazer incomum me invadia, e as pernas começavam a tremer de cansaço na tentativa de corresponder seus anseios. Não satisfeita em manipular meu saco, a devassa guiou meu dedo até a porta do seu cuzinho, ordenando que estimulasse a região enquanto levava vara. A partir dali, a coisa esquentou. Surgiram gemidos diferentes naquela cama, não sendo mais possível segurar o gozo. Com a camisinha mais lotada de herdeiros que a Cidade do México, caí jogado sobre o seu corpo, sem vontade alguma de sair dali. Somente a necessidade de limpeza me fez tirar o vulgar daquele casulo.
Feita a assepsia, deitamos na cama abraçados para recompor as forças e conversar um pouco. Comentei com a dama que não levava tanta fé que funcionaria novamente, mas ela garantiu que ressuscitaria o defunto. Não mentiu. Aliando beijos que começavam na boca e terminavam pelo peitoral, não tardou pra me deixar em ponto de bala novamente. Pica novamente encapada, Isis aceita de bom grado a sentada que mais cedo fora negada. Montada no meu colo impondo uma cavalgada quente e com gosto, mandou a minha resistência pro espaço em pouquíssimo tempo. Aviso que vou gozar e a safada faz questão de inclinar o corpo pra frente e me beijar no momento do clímax. Seus lábios tocam meu pescoço, ombros e orelhas, até que explodo pela segunda vez na noite. Não satisfeita, fica rebolando no meu colo por maravilhosos segundos, antes de me libertar daquela deliciosa prisão.
Volto ao banheiro para a última ducha, e no retorno ao quarto ficamos num agradável lero, enquanto me arrumo pra partir. Na despedida, mais beijos, um grande abraço e sinceros agradecimentos.
Foi libertador estar com você, Isis. Assim como na canção "Proteção Às Borboletas", do grande Benito de Paula, saí do seu ap voando com a paz de uma criança. Seu serviço é ótimo e sua companhia é fora de série. Valeu demais penhorar minha espingarda pra te ver.
Agradeço a todos que chegaram até aqui e, antes de me despedir, deixo links com músicas de bandas que sempre conversaram muito comigo. A princípio pode parecer meio "nada a ver" com o TD, mas a quem interessar, sinta-se seguro para clicar e curtir. Seus títulos e versos são meros detalhes para um alienado.
música 1
música 2
Até a próxima, abraço!
São todas assim: começam ficando com o chapéu e acabam ficando com a carteira!
