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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Eu sinceramente não sei por onde começo e como escrevo esse TD. Como já dito anteriormente, sou um forista novato que voltou pra essa doce vida depois de um hiato considerável. Bastante sistemático, confesso que tenho dificuldade em mudar de rota e sair um pouco do estilo dos relatos anteriores, onde aproveitei toda a bagagem de humor que aprendi com a turma que contracena com o personagem que carrego meu apelido no site. Só que pra falar de Loren Andrade, não desmerecendo esse importante estado de espírito, apenas o humor ficaria pequeno e incompleto; não alcançaria a dimensão real do que passei ao seu lado e nem o destaque que o atendimento dessa moça merece.
Antes de me aprofundar mais sobre o encontro, fica o agradecimento eterno ao confrade Digboy que fez a ponte para que ele acontecesse. Dividido entre três ou quatro opções de meninas em mente, pedi a sua opinião e não precisei ouvir muito para ser convencido a tomar a decisão de ir à Zona Sul do Rio conhecer essa maravilha de mulher. "TODO HOMEM DE BOM GOSTO PRECISA CONHECER LOREN ANDRADE!", ele disse. "Engravidei" daquilo e fui em busca da felicidade. Aliás, abril tem sido estranhamente diferente para mim. Os dias bons não tem sido tão raros assim e tenho conseguido sorrir até sem motivo. Acho que o outono faz isso comigo e só agora me dei conta disso, ou havia faltado alguns anos e eu andava esquecido. Mas vamos ao mais importante. O encontro.
O contato com a irmã de Loren foi rápido e objetivo. Dúvidas esclarecidas, regras estabelecidas e pra minha sorte, a sorte estava comigo. Tudo conspirou a favor e fui abençoado com o último horário dela livre. Dia bonito lá fora e super tranquilo no trabalho, um bom jogo na tv pela tarde pra passar o tempo e a saúde bacana pra desfrutar da bela dama. Aquela integração trem/metrô - que não sei por que sempre gostei - até as imediações do Largo do Machado, e a espera por aquela notificação de passe livre para subir ao AP que mudaria a minha história, bem ali na Bento Lisboa 184, mais precisamente as 19h50.
Madruguinha nunca foi muito bom na aritmética. Se me perguntarem quantos dias vivi ou existi, perderei bons minutos pra encontrar a resposta. Mas, se me perguntarem quantos dias nasci, posso contar mais facilmente usando alguns dos dedos das mãos. Já nasci quando conquistei um bem que eu queria; quando viajei a um lugar que eu não conhecia, quando recebi um diagnóstico diferente daquele que eu temia... já nasci com a virada do meu time no final de uma partida, quando fui ao show da minha banda preferida... Já nasci em algumas datas específicas e agora em mais uma (12/04/2023). Existe um Madruga antes e um Madruga depois de Loren.
O RENASCIMENTO.
Antes de chegar ao pedaço do céu no Rio, li alguns relatos dos confrades a respeito das suas experiências com a musa. As expectativas eram das melhores e dá pra ter uma noção da sua entrega logo de cara quando sou recebido com o tal "protocolo Loren Andrade". Aquele da escondida atrás da porta e um beijo molhado na chegada. A moça me contagia automaticamente com uma vibe preciosa e rara. Seu sorriso é espontâneo e sua simpatia é fora de série. A educação e esforço para que nos sintamos em casa chama a atenção. Tudo parece orgânico e nada parece programado. Atenciosa e solicita, Loren está ali de corpo, alma e espírito, pronta pra fazer daquele momento algo agradável, especial e inesquecível. De verdade, confrades, a gata faz você esquecer do mundo lá fora em questão de segundos, abduzido por tamanha entrega. Não tem gelo capaz de se manter inteiro com essa menina. Ela ri, dança, fala besteira e não demora pra você estar fazendo a mesma coisa. Pra quem ainda não conhece, Loren vestia uma lingerie preta em seu corpo de bela cor, decorado com piercings, tatuagens e alguns adornos. O cabelo dela é longo, macio, cheiroso e sensacional. Seu rosto bonito fica ainda mais lindo quando ela sorri. Bem ambientado, a entrego um pacote de Bis (dica do Digboy) e me dirijo ao banheiro pra tomar uma ducha e tirar qualquer poeira de rua, mesmo tendo sido elogiado por ela quanto à beleza e ao cheiro da minha pele.
O apartamento é aconchegante como os braços da donzela. Os cômodos não são muito grandes, mas todos com uma boa apresentação. Cama macia, banheiro limpo, toalha ensacada, sabonete líquido e o chuveiro na temperatura que você preferir. Dispo-me da minha camisa da seleção brasileira e bermuda verde, me banho e volto para o quarto só de cueca onde a deusa me aguarda. Ainda de pé, iniciamos os amassos. Loren tem uma boca sedenta, macia e molhada. Eu não ainda não tinha estado com uma GP com o beijo como o dela. Se deixar ela torce sua língua e some com a sua boca dentro da dela. Ela beija como quem tem desejo, prazer, tesão e vocação pra coisa. Eu era praticamente um menino no parque de diversões enquanto ela me beijava e apertava de leve o meu pau com a sua mãozinha boba.
Uma breve pausa pra respirar e lembramos que existia uma cama confortável pra gente se ajeitar. A gostosa fica nua e finalmente posso ver sua bucetinha de grelo enorme e o famoso bigodinho bem aparado que dá todo um charme. Eu já queria cair de boca ali, mas ela foi mais ligeira e abocanhou minha rola com a mesma disposição que beijava a minha boca. Na pressão e babadinho, deixei-a boquetar por um tempo até pressentir o perigo e o caos, pedindo uma pausa para me recompor. Acariciei um pouco suas pernas, barriga e braços, em seguida provei mais um pouco dos beijos para então descer até o gramado do terreno que não tem nada de baldio.
Estacionei minha face por ali e ali mesmo me deliciei. O gosto da xaninha dela é viciante. Chupava e lambia aquele grelo contornando as mais diversas formas geométricas que se possa imaginar enquanto Loren prendia a minha cabeça, mordia os lábios, acariciava seus mamilos e gemia ao mesmo tempo que me chamava de safado, cachorro e sem vergonha. Minha piroca envernizada tocava o lençol a ponto de explodir só em ver ela próxima do orgasmo, pedindo mais e avisando que ia gozar. Loren é tão maneira que personifica aquela lei que diz que "é dando que se recebe". Desde os primeiros momentos, eu já não estava mais ali só por mim, só pensando em sentir prazer, em gozar quantas vezes fossem possíveis e depois partir. Conectei-me com ela de um jeito onde a minha maior motivação passou a ser satisfazê-la de alguma forma para retribuir todo o carinho que recebi. Ela primeiro e depois eu. Um transe que mudava a ordem dos fatores e alterava o produto. Foi assim que a princesa gozou na minha boca, riu e disse que eu fiz um belo curso de oral no qual ela precisa saber onde fora kkkk. Apesar de ter ficado "molinha", não demorou muito e já procurou se mexer para não deixar a transa cair. Encapou meu membro e pediu que eu deitasse de barriga para cima pra começar a cavalgar.
Loren vem por cima e encaixa minha piroca na entrada da bucetinha fazendo uma cara de safada até sentir que pode enfiar tudo. Com o pau já dentro, ela primeiro faz o movimento de roçar pra frente e pra trás para em seguida começar a quicar em uma velocidade média. As expressões faciais dela enquanto cavalga aumentam o meu tesão. De olhos fechados e mordendo os lábios, não tem como Loren ser atriz e fingir tão bem assim durante todo o programa. Ela realmente gosta muito da coisa, e isso a faz ser diferenciada. A coisa melhora mais ainda quando ela se inclina pra te beijar ao mesmo tempo que quica na sua rola. Passamos bons minutos assim até que em duas inclinadas dessas, minha piroca escapole de dentro dela e achamos melhor trocar de posição pra meu pênis não "quebrar" como diz ela kkkkk. A gente cai na gargalhada, minha ereção dá uma boa diminuída, mas a diva sabe que é só voltar a me beijar e tudo será como antes. E é nessa nova/velha ereção, agora no papai e mamãe com muito beijo de língua, que não aguento muito tempo e dou uma gozada magistral enchendo toda a camisinha. Vou ao banheiro para me lavar e quando volto a encontro já devorando o chocolate que tanto combinava com a vontade que eu estava de bis ali naquela noite e também em futuras oportunidades. Acompanho ela na guloseima, conversamos um pouco sobre a vida e coisas do trabalho dela até que ela volta a querer me agradar com beijos, amassos e um boquete pra fazer acordar o Madruguinha. Dá certo e eu inverto a coisa dizendo que quero fazer ela gozar de novo. "Você acha que eu vou rejeitar isso?", Ela diz. Tudo que eu esperava ouvir pra matar a minha fome daquele grelo por longos minutos e faze-la gozar mais uma vez na minha boca. Em seguida, Loren vem por cima como da primeira vez, agora sem beijar e mais rápido. As vezes descansa um pouco das quicadas e fica paradinha pra que eu dê estocadas de baixo pra cima, as vezes rebola e aperta a piroca com a pressão da buceta elevando ainda mais meu tesão. Minha perna cansa um pouco e por estratégia e também desejo, peço permissão pra iniciar uma brincadeira no cuzinho dela.
"Mas o que você vai fazer com ele, hein!?", Perguntou. "O mesmo que fiz com a sua bucetinha, meu bem", respondi e Loren prontamente se dispôs a passar o lubrificante no anelzinho para em seguida ouvir um pedido de "calma".
"Mas você pediu"
"Sim, verdade... Só que você esqueceu que antes de meter na sua bucetinha eu chupei ela toda?"
"Ah, safado!...Por que não falou antes?"
Foi quando ela se posicionou para um 69 e empinou o anelzinho na minha cara onde linguei à vontade aquele buraquinho gostoso que piscava até o instante que me pede para come-la de quatro na beira da cama. Loren nessa posição é uma imagem que jamais sairá da minha cabeça. Não é sempre que temos o privilégio de contemplar uma obra de arte daquela magnitude se oferecendo pra gente.
Loren de quatro, toda submissa, com aquela bunda perfeita empinada e recebendo pirocada sem reclamar de dor, velocidade ou cansaço, entrou para os anais das minhas melhores aventuras sexuais. Iniciei o entra e sai naquele cuzinho até o talo achando que iria gozar depressa ali dentro. Minutos passam naquele vai e vem até que lembro que não estava ali pra sentir prazer sozinho e tão pouco ser egoísta com a deusa. Percebendo que não iria gozar naquela posição, pergunto a Loren se já estouramos o tempo, faço um carinho nela e tiro meu pau daquele cuzinho. Digo a ela que está tudo bem e que se não fosse possível gozar novamente, já teria valido demais tudo aquilo que fizemos. Ela rebate e diz que ia me fazer gozar de novo sim e me manda relaxar. Foi então que começou a punhetar meu garoto próximo à boca já aberta esperando uma jorrada que não vinha. Pedi a ela que colocasse uma nova camisinha porque já sabia como gozaria. Teria que ser mais ou menos como na primeira vez. Loren vem por cima, encaixa a bucetinha, inclina o corpo sob o meu e começa a me beijar enquanto quica devagarinho. Então a coisa acontece. Urro de prazer chegando a assustar a moça que arregala os olhos e sai de cima perguntando se estava machucando a minha piroca que realmente chorava, só que de prazer, dentro dela. Era o fim da melhor transa da minha vida.
A alma de tão leve chega a esquecer que tudo aquilo era um serviço e precisava ser pago. Comento isso com ela e rimos pela última vez antes da higiene e volta para o lar. O último beijo foi acompanhado de um até logo, pois o repeteco é tão certo quanto o conselho recebido mais cedo e, agora, passado adiante parafraseando Digboy: "TODO HOMEM DE BOM GOSTO PRECISA CONHECER LOREN ANDRADE!".
Quem olha de fora e lê friamente esse relato, pode até pensar que terminamos a noite empatados em 2x2, Loren. Mas acontece que graças a você, pude nascer novamente.
Você é um verdadeiro presente. Não tem relato, texto, frase, verso, poesia ou canção suficientemente capaz de mensurar o quão especial, agradável e inesquecível tu és.
Já conto as horas pra te reencontrar. Obrigado por tudo. Beijos!
E lembrem-se: não há trabalho ruim, o ruim é ter que trabalhar!
