12 de Novembro de 2023 às 01:14
LUNA SOARES
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

DISSE QUE FAZ

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

A NAVE INTERPLANETÁRIA.


Olá, confrades e damas. Como vão? Esse é o TD de mais um dia no espaço com a Luna. O encontro aconteceu nessa última terça (07/11), mais precisamente quando a tarde vira noite.


Missão Lunar.

Puxa, repuxa, recontrapuxa! De novo? Outra vez? Já? Sim, queridos confrades. Acontece que quando a GP vale o investimento, Madruguinha empenha alguma coisa e repeteca sem medo de ser cafona. Falando nisso, taí um dos motivos de não estar apto a participar da genial idéia de confraternização de fim de ano, o 2° CONFRADE OCULTO DO GP ARENA. Paciência, na vida a gente perde o telhado pra ganhar as estrelas. Ano que vem avisa lá que eu vou! A quem possa, corre lá, não fique de fora. Tem tudo pra ser foda. Enfim, vamos ao relato?


A Galáxia.

Eu já havia escutado alguns comentários a cerca do Lips. Não esperava uma coisa que pudesse ser dita: "Olha só que beleza de hotel é esse Lips!", mas decidi dar uma chance e vê-lo com meus próprios olhos. Sabe como é, desempregado e devendo 14 meses de aluguel, fica fora da alçada namorar num hotel de várias estrelas. Acrescentando o fato do local ser próximo ao trabalho da dama e também do meu destino seguinte, o próprio acabou cumprindo seu papel. É um hotel antigo e de instalações rudimentares se comparado a outros, mas estava limpo e organizado. A suíte tinha cama confortável, cadeira erótica, toalhas ensacadas, TV, Frigobar, hidromassagem e sauna, dividida em 4 ambientes. Bem mais grande que a minha humilde casinha.


O teste.

Depois de um alvará que caiu do céu, não sei se literalmente ou em sentido figurado, deixei a saudade falar mais alto e fui na agenda com o nome dela. O filme do último enrosco ainda estava bem fresco na memória e isso jogava a favor dela, quer dizer, da gente, para que o replay acontecesse. Dava pra lembrar do gosto, do cheiro e da temperatura dela com facilidade. Após ver seu post no Arena Social, mandei mensagem no domingo pela tarde, cheio de receio de estar incomodando. Apesar disso eu precisava ser sem vergonha e tentar, já que por merecimento tem chovido relatos da senhorita aqui no site. Vai que alguém chega na minha frente!? Mensagem enviada e um risquinho de off. Recebo sua resposta já praticamente no findar da minha energia, quase pegando no sono, mas da melhor maneira; por áudio.







A comunicação com a torre.

Confrades casados, peço-lhes um minuto de atenção para um importante detalhe: cuidem para não reproduzirem o áudio de Luna sem uso de fones quando estiverem próximos às suas digníssimas esposas. "Ah, mas ninguém seria besta ou tonto a tal ponto..." – Vocês dirão e eu concordarei exclamando um "Ainda bem!". Mas calma que os explico. Engana-se quem imagina que vossos casamentos poderiam ser desfeitos por meio dessa prova cabal de infidelidade. Todavia, podem gloriar-se os que, assim como eu, supõem que Luna, com o exercício de apenas duas ou três frases, teria predicados suficientes para encantar e fisgar o coração de suas nobres companheiras. A covarde é dona de uma voz extremamente sedutora, e eu, no lugar de vós, não pagaria pra ver. Atenciosa, doce e gentil, Luna responde todas as minhas questões e no fim tudo fica alinhavado para dali dois dias.


Preparação. (Check in)

Antes de entrar no hotel, aquela passada básica no Zezé, mensagem no celular da moça e o aval para se dirigir ao local e escolher o terreno. Em poucos minutos ela chegaria. Número do quarto enviado, campanhia tocada e eis que a donzela surge. Com a luz que lhe é característica, a bela traja um micro vestido colorido que em pouco tempo revelaria a não utilização de peças por baixo, carrega uma bolsa discreta a tira colo e pisa em sandálias Melissa. Pondero que Luna não conseguiria ser imperceptível nem diante de todo o breu da face do abismo; alego que não conseguiria ser indesejável nem se usasse todo o esmero de um gladiador em um campo de batalha para tal, tamanha é a sua formosura. Como da última vez, apresenta um penteado black impecável, estampa um bronzeado em dia e exala um cheiro agradabilíssimo. Recebo a gostosa com um afago, dou boas vindas e pergunto-a como se sentia. Ela diz que tudo bem, mas me pareceu um pouco exausta, pareceu...


Coordenadas.

Realizamos um pequeno tour pela suíte, onde sugiro ligar a hidromassagem e recebo uma resposta positiva e entusiasmada. Em seguida, adentramos o ambiente da sauna/chuveiro, onde tiramos nossas vestes e nos lavamos enquanto iniciamos uma breve e tímida pegação. A timidez partia muito mais da minha parte do que da dela. Luna pede desculpas assumindo ser uma beijoqueira e eu respondo dizendo que não tem por onde e que inclusive adorava seus beijos. Os lábios dela são macios, o hálito é bem cuidado e a forma como os entrega é no melhor estilo namoradinha. Não tardou pra notar que o simples contato dos nossos corpos e bocas deixava-me ereto com uma facilidade e velocidade absurda. Nos secamos e retornamos ao quarto para testar a cama.

Quem já teve o prazer de estar com ela ou quem já interagiu com a mesma dentro do site, sabe que uma das brincadeiras preferidas dela no sexo atende pelo nome de "boquete". Entretanto, nos últimos tempos não tenho conseguido aproveitar bem essa modalidade se já a iniciam com a minha pistolinha em ponto de bala. Luna se põe de joelhos ao lado do meu corpo e desce beijando meu tórax e barriga antes de levar sua boa quente ao madruguinha. O flauteado não é voraz, cuidadoso até, mas suficiente pra ativar a hipersensibilidade nele. Como um guerreiro valente, fecho os olhos e me concentro permitindo uma chance para o desenrolar do oral, quando sou surpreendido por uma pausa repentina seguida de uma fala:

"Agora vou fazer uma coisa que você vai adorar." – Luna disse.
Beijo grego? O que essa moça pretende fazer com esse pobre indefeso? – Confabulo sozinho em milésimos de segundos.
Na sequência a gata lança cu e buceta na minha face, entregando-me o passaporte para o 69.


Serviço de bordo.

A xaninha de Luna é um prato que só de lembrar o estômago ronca. Sabe aquele prato predilecto que você fica indeciso se o devora com a ganância que a espera propícia ou se o degusta aos poucos para que as sensações se estendam por mais tempo? É assim que a sinto, percebo, reputo. A transa, diferente da primeira vez, ocorre com as luzes totalmente acesas, destacando seu maravilhoso corpo com maior nitidez. O teto do recinto é outro aliado. Sem medo de errar, classifico-a como uma das GPs mais privilegiadas de beleza. O desenho de sua bunda refletida no espelho é pura contemplação. Posicionados, chupo seu sexo no 69, extraindo a deliciosa seiva que sai dela enquanto me punheta e tenta novamente agradar-me no oral. Prossigo dando dedilhadas na porta do cuzinho que pisca e linguadas que alternam entre os dois orifícios. O pau enrijecido e sensível, como eu suspeitava desde o princípio, não aguenta muito sua boca macia e carinhosa até que pede clemência. Então, o que era um 69 passa a ser só um "6" ou só um "9", dependendo do ponto de vista. A posição continua a mesma, mas somente eu me alimento. Fico bons minutos ali provando do seu fruto permitido enquanto a garota rebola na minha língua e se empina provocante à medida que me sirvo. Seu gosto é marcante e viciante. Entendem agora o porquê do retorno tão rápido?







Mudança de órbita.

Mesmo ainda com fome, dou-lhe uma pausa para se recompor. Depois de mordiscar sua bunda, saio debaixo dela e a abraço para conversarmos um misto de coisas interessantes e outras banais, afinal ninguém é de ferro. Quando contrato os serviços de uma garota, particularmente não vislumbro apenas invadir a dama com as minhas ereções e suportar meter o máximo de tempo que puder para depois arrumar minhas coisas e ir embora (tenho nem saúde e virilidade pra isso kkk). Busco um detalhe, uma confissão, um pedacinho de algo que me faça lembrar da pessoa, mesmo que nunca mais dividamos o mesmo cômodo. Luna, além de simpática e divertida, tem assunto e abertura. Foi bem legal observar que nessa conversa ela deixara escapar lembranças do papo que tivemos após nosso primeiro enrosco. Curtindo aquilo e sentindo-me meio que transportado para o "Mundo da Luna", desperto somente quando a beldade volta a me beijar e aninhar seu corpo quente sobre o meu. Acho que as garotas as vezes me acham tímido (o que concordo) ou um inteirinho moleirão na cama. Se o enrosco estivesse sendo transmitido em tevelisão, talvez a impressão dos espectadores seria a de que a doce menina estava mais sedenta por sexo do que eu, tamanha era a sua iniciativa. Eu acabo me aproveitando e, evitando a fadiga, topo as manobras propostas para vez ou outra deixar uns pitacos quando julgo oportuno. Luna me enxerga pronto, veste o capacete retardatário no meu membro e o abocanha maravilhosamente. Até brincamos que no meu filtro de busca não existe a obstinação de encontrar quem faça oral sem capa, pois ultimamente tenho conseguindo desfrutar mais dessa prática quando estou envelopado.

Foguete posicionado e a delícia vem na cavalgada invertida com impressionante molejo e pressão. Enquanto ela pratica a montaria, distribuo beijos, apertos e chupões em toda a região das costas, braço e pescoço, voltando a ouvir seu peculiar gemido baixinho e sexy. Em movimentos pélvicos de baixo para cima, estoco sua xotinha visualizando o movimentar do seu corpo moreno, cheiroso e gostoso pela ótica do teto espelhado. Ouço a banheira de hidromassagem já quase escapando pelo ladrão e viro seu pescoço para beija-la pela última vez antes de anunciar a intenção de uma mudança de órbita.

"Quer namorar um pouco ali, meu bem?" – Pergunto-a apontando para a banheira.
"Mas é claro!" – Ela responde.


Lua Minguante e Lua Crescente.

Aquele barulhinho de água enchendo a banheira acabou me acarretando uma vontade grande de urinar. Senti a minha bexiga encher ao sair da cama e um problema se configurava. Não dava pra urinar com a pica apontada pro céu. Comentei da vontade, mostrei a situação e a culpei chamando-a de "gostosa, cachorra e bandida", enquanto ela ria e entrava na banheira a fim de me esperar. Nesse ínterim, meu inconsciente numa espécie de autodefesa fez-me "viajar", comparando aquele agradável momento com terríveis atendimentos que tive no passado. Foi suficiente pra deixar madruguinha instantaneamente mais sereno e em condições de realizar a necessidade fisiológica. Obrigação feita e a comandante da corporação me aguardava já molhadinha. Moreno, cheiroso, gostoso e molhado. O que vem a seguir é Luna em sua melhor fase.


Lua Nova e Lua Cheia.

Não tardou para que a minha ereção retornasse. Tão logo me senti envolto por seus braços e as turbinas ligaram novamente. Sua pele é fogo puro e acho que na minha tem querosene. Combustão máxima até embaixo d'água. Não dava vontade de desgrudar daquela boca por um segundo. Beijos e amassos se aprofundam, os corpos começam a querer se encaixarem, mas naquelas condições era preciso ter talento e habilidade. Nunca pensei que viveria uma sacanagem maior e melhor do que as assistidas na Banheira do Gugu. Tão pouco estar ao lado de uma princesa que, sem exagero, coloca a Luiza Ambiel dos anos 90 no chinelo.

"Já não tô aguentando mais, põe a camisinha nele, vai." – pedi.
"Só se você me pegar de quatro." – A safada respondeu.







Decolando.

No outro relato já havia comentado o quanto essa posição com a Luna pode te levar às nuvens. O traseiro ditoso, o gosto que ela tem por ser preenchida assim, a volúpia, o preparo. Tudo coopera pra que você se sinta como um garoto num animado parque de diversões. Acoplei meu membro na sua xaninha apertada e quente, quando ela, com as duas mãos espalmadas na beira, decolava seu rabetão. Entrava e saia de Luna com força e intrepidez e os gemidos gostosos de prazer regressavam ao ambiente. Minhas pernas tremiam e buscavam heroicamente uma maior aderência e altura para continuar naquele voô. Talvez apenas a astronomia ou a astrologia sejam capazes de explicar como não gozei ali, e creio que só não fui acometido por dolorosas cãibras graças à água quente e massageadora da banheira.

Luna é generosa e sugere um realinhar dos astros. Atendo seu pedido e me sento na borda da banheira, para ela, de costas, escorregar seu sexo no meu humilde membro e rebolar aquele fantástico traseiro no meu colo. Tendo Luna assim, tão entregue, aproveito pra masturbar seu grelinho e mamilos enquanto aplico beijos que tocam nuca, pescoço e costas. Praticamente secos, com exceção das pernas, concordamos que o desenvolvimento e aterrissagem seriam na cama. De joelhos e ainda fora dela, puxo aquele tesão de mulher para o final do colchão a fim de novamente provar o sabor de sua superfície lunar. Em alguns momentos a sinto apertar minha cabeça com as pernas e em outros a vejo manipular os seios, mas nem usando todas as minhas míseras forças e habilidades consegui ganhar seu gozo no oral. Chupo mais uma vez o cuzinho dela e, com o tesão nas alturas, lembro que tinha trazido na mochila um preservativo extra fino para experimentar com ela. Uma pilotagem de mestre.


O Desembarque (Check Out).

Já são quase dois relatos prontos e dedicados à dama, e nesses pés de altitude, falar da temperatura dela é como chover no molhado. Acontece que com esse novo capacete, Luna parecia um verdadeiro Mercúrio em quentura. Aproveitando que já estávamos na ponta da cama, peguei ela num frango assado que na realidade quem sofria a cocção era meu pinto. Seu interior ardia em chamas e sufocava minha rola com um calor aprazível e digno de despertar fanatismo. Nossos suores se misturavam e os minutos infelizmente voavam na velocidade da luz. Tudo que é bom "dura pouco", não tem jeito. Uma hora fora pouco, uma hora e meia também. Na dedução, nem precisamos controlar o relógio para finalizarmos a transa no tempo correto. Como uma engenharia espacial bem programada e executada, subimos ao centro da nave e nos pegamos na mais tradicional e conservadora das posições, na que me é mais fatal, a que me faz alcançar o sétimo céu sem muita cerimônia. Aos beijos e já ofegante, lancei o peso do meu corpo sobre a dama e gozei incontáveis passageiros do prazer dentro de Luna.


O reconhecimento.

Chegava ao fim mais um serviço louvável de Luna. Um novo papo descontraído pós coito, pagamento realizado e uma despedida com ar de até breve. Sexo de primeira qualidade e companhia de igual modo, estar com ela foi como sentir-se em um universo paralelo.

Obrigado pela disposição, pelo astral e pela simpatia, Luna. Foi celestial estar com você novamente.

Obrigado aos que leram até aqui e perdão por tomar um bocado dos vossos tempos. No dia que o relato for positivo e curto, não estarei sendo sincero na avaliação ou na escrita. Um abraço e até a próxima!


Quando a fome aperta, a vergonha afrouxa.