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08 de Novembro de 2022 às 20:11
Fui na Copa na Copa Stetic Club para encontrar alguns amigos para uma resenha. A casa fica na cobertura de um prédio na Figueiredo de Magalhães. O espaço é amplo, com uma área destinada às cabines de atendimento, um bar e uma área externa com churrasqueira, mesas e uma bela vista de Copacabana. As cabines são simples e funcionais, com cama de casal e ar-condicionado. O banheiro fica fora da cabine, com chuveiro sem box, sendo o ponto fraco do local.
Nesse dia, a casa estava cheia. Ao chegar, dirigi-me à área externa, algumas garotas se apresentaram, mas confesso que eu estava mais interesso em conversar com os amigos. Uma garota chamada Mia (seu nome eu só descobriria depois) conversou rapidamente com os amigos, mas não se apresentou nem falou comigo. Começou a chover, então entramos na área fechada do bar e nos sentamos num dos cantos. E no salão lotado e abafado, o canto das sereias se intensificou. Na Odisseia, de Homero, as sereias são vistas como seres perigosos, cujo exuberante canto atraía e levava à morte os marinheiros que passavam nas proximidades, tragados pelo tempestuoso mar local.
A Mia se sentou conosco e começou a conversar, menos comigo. Em determinando momento, notei que ela estava me olhando e cruzamos os olhares algumas vezes. E o silêncio de um olhar diz muito. Em seguida, ela saiu de perto e foi conversar com outra pessoa. Nesse meio tempo, mudei de lugar, uma garota começou a conversar comigo e descobrimos que tínhamos um gosto musical em comum. Enquanto conversávamos, a Mia retornou, sentou-se ao meu lado e ambas começaram a conversar sobre quem eu parecia: o personagem de um filme ou o personagem de uma série. Novamente, ela saiu de perto e foi conversar com outra pessoa.
Parou de chover e retornei com meus amigos para a área externa. Passado algum tempo, a Mia retorna, começa a conversar comigo a sós e a troca de olhares se aprofunda. Na mitologia grega, o herói Odisseu, na sua viagem de volta ao reino de Ítaca, após ter vencido a longa Guerra de Troia, conhecendo o perigo mortal do canto das sereias, colocou cera nos ouvidos dos tripulantes e ordenou que ele fosse amarrado ao mastro do navio, podendo, dessa forma, navegar próximo à ilha e apreciar incólume o canto das sereias. Eu havia adotado estratégia semelhante à do herói grego para evitar cair na armadilha do canto das sereias: bastaria manter o foco.
Fui ao banheiro e, quando retornei, a Mia atacou meu ponto fraco, dando um cheiro no meu pescoço e me beijando lascivamente. Descobri depois que o amigo Rockflu, na ânsia de voltar para sua casa, havia me oferecido como sacrifício para a sereia Mia. A Mia disse que gostaria de namorar comigo, mas entenderia se eu tivesse que ir embora. Então combinamos um atendimento de 30 minutos, porém, na hora de pagar o programa no caixa, tive um pressentimento de que deveria fechar 1 hora. E assim o fiz.
Ela é negra, cabelo alisado com um alongamento nas pontas, olhos castanhos, bonita de rosto e com um corpo curvilíneo (tipo violão), com seios médios, bunda grande e coxas grossas. Ela não é magra, ela faz mais o gênero gostosa, carnuda, daquelas que arranca olhares e assobios na rua. Ela é simpática, conversa bem, é divertida e uma boa companhia.
Fomos para a cabine. A Mia chega de toalha e, quando a tira, revela um corpo gostoso adornado com uma bela lingerie branca. Fomos para a cama e começamos a nos beijar. Ela retira o sutiã e eu me deito em cima dela, beijando seu corpo. Ela me diz que eu não iria dominar as ações e rapidamente inverte as posições, ficando em cima de mim. Beija o meu corpo e começa um oral. Pouco tempo depois, ela pergunta se quero colocar a camisinha, mas eu a puxo e inverto novamente a posição, beijando todo o seu corpo, da cabeça aos pés. Depois começo a chupá-la, alternando com beijo grego, até ela gozar. Mal ela se recupera, ela me chupa novamente, coloca a camisinha e se senta em mim. Cavalga e quando cansa eu meto por baixo. Ela intensifica os gemidos e diz que vai gozar novamente. Mudamos para o papai-mamãe. Eu coloco a mão em sua buceta, que estava encharcada, e começo a estimulá-la e beijá-la. Parto para outro oral e ela goza novamente. Ela me ajuda a colocar outra camisinha e eu a pego de quatro, posição em que ela goza novamente. Caímos na cama extasiados. Ao ver aquela mulher deitada e a visão daquelas curvas que lembram o Pão de Açúcar, fiquei instigado e comecei a me masturbar. Ela me ajuda, alternando com oral, até eu gozar. Poucos minutos depois o telefone toca anunciando o fim do período. Adorei a companhia da Mia.
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