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06 de Março de 2023 às 00:03
BARBIE SEREIA - https://www.photoacompanhantes.com/acompanhantes/rio-de-janeiro/totalmente-sem-frescuras-toda-natural-extremamente-carinhosa-e-com-local-id-evgds
Saudações, confraria!
Recém-chegado nesse mundo maravilhoso de luxúria, surpresas e histórias, passei a frequentar o GP Arena também recentemente. Apesar de nunca ter escrito nada aqui, já li uns bons relatos e resolvi, enfim, publicar o primeiro. O primeiro de alguns, eu diria. Não quis começar, porém, com os encontros mais ou menos. Não, de forma alguma. Queria algo que fosse para estabelecer o padrão alto, de conhecer, avaliar e entender o que de fato transpira excelência! Dito isso, através dos relatos lidos, marquei e fui ao encontro de uma das damas que de forma praticamente unânime neste fórum coleciona somente elogios e recomendações e pessoalmente se assemelha a uma semideusa.
Eu visitei a Barbie Sereia.
PRÓLOGO
No dia 28 de fevereiro, uma terça-feira, entrei em contato. Não demorou muito e logo tive o retorno, de forma direta e objetiva. Com sorte, no dia e no horário escolhidos ficou tudo certo. Havia disponibilidade para o fim de semana, enfim poderia visitar pela primeira vez o AA37.
Ler o “Ok. Marcado”, me deixou em alerta! Eu ainda precisava dar um duplo check. Tomei um bolo anteriormente em Niterói - aliás, é até bem avaliada aqui também, mas deixo para uma outra oportunidade - que me deixou na defensiva. E, na verdade, até ter permissão para subir, nada está garantido. Na sexta-feira retorno o contato, novamente de forma breve, tanto do lado de cá, quanto de lá. Mas dessa vez um retorno um pouco mais “relaxado” vindo da Barbie. A segurança aumentou com a confirmação. Porém, veremos.
O DIA - Chegando ao local
Pouco tempo depois de chegar ao Amarelinho da Cinelândia, ainda tinha um tempo sobrando. Mandei uma mensagem avisando que estava no local que ficou no limbo do WhatsApp, com apenas um "tique" enviado, mas não recebido. O sinal da Vivo não é grande coisa, mas a internet estava funcionando. Algo estava errado.
Deu o nosso horário e nada. Já pensei, só podia ser uma peça criada por um Demiurgo sacana onde o protagonista amaldiçoado fica sempre no quase! Fui até ao prédio e liguei para a Barbie. Ela atende um pouco esbaforida, mas autoriza a subida!
Nossa!!
Foi uma dose industrial de sentimentos ali. Da apreensão, veio o alívio. Do alívio, veio o nervosismo. Do nervosismo, veio a ansiedade. Da ansiedade veio a dúvida se tinha entendido o apartamento correto. E de repente tudo isso virou fumaça quando Bárbara abre a porta usando um vestido preto de renda, que só com muita dificuldade consegue segurar dentro o par de seios maravilhosos que ela tem.
Vale um ponto aqui!
O que mais temos nesse tópico da Barbie são relatos e elogios honestos sobre a simpatia, a voz encantadora e o sorriso que derruba qualquer um, tudo isso unido ao corpo inacreditável. E, honestamente, preciso repetir e reforçar todos eles!
O jeito que a Barbie começa o bate-papo parece que já nos conhecemos há tempos! Ela me explica o que houve com o celular, o jeito sorridente, a voz que te enfeitiça, o modo como te deixa completamente à vontade é apenas o detalhe do todo que há ali naquele apartamento.
Ela me apresentou o local, chegamos ao quarto e continuamos conversando. Uma quebra de gelo muito saudável de um primeiro encontro. Se provou necessário, foi um ótimo bate papo. Enfim, depois de ver seus livros, conversar sobre as minhas tatuagens e conhecê-la um pouco mais, é entregue a toalha e os chinelos. Vou para o banho. Hora do sexo.
O ENCONTRO
Os seios da Barbie são grandes, firmes e acompanham toda proporção do corpo violão dela. Aliás, as fotos entregam pouco do que se vê ao vivo. Ela é linda nas fotos, mas presencialmente é arrebatadora. Pedi para apenas vê-la algumas vezes.
Ali com ela ainda vestida, me perguntou se eu tinha algum desejo específico, se tinha algo que gostaria de pedir. E isso é feito de uma forma tão cativante e natural que não passa a mensagem de algo programado, mas sim de um cuidado em querer agradar ao máximo quem está ali com ela. Digo que eu funciono melhor com o beijo verdadeiro, com a entrega. Ela sorri quase maliciosa e me direciona para o quarto.
Assim, com ela completamente nua, que visão paradisíaca, pergunto se ela se sente confortável para um 69. Ela responde, “Sim, inclusive eu gosto!” Ela senta no meu rosto com a pepeca do jeito que eu sou maluco! Depilada, PORÉM, com bem poucos pêlos ainda apreciáveis. Eu fiquei um bom tempo no 69 com a Barbie. Que mulher cheirosa, gostosa de beijar. Uma bunda firme de segurar. Uma cintura fina desenhada! Um corpo leve e uma boca de veludo que me chupava inteiro.
Eu queria morar ali! Os gemidos pontuais que ela dava, junto com o oral que eu recebia - este variando de formas e de pressão, nunca afobado, sempre extremamente sexy, ia me deixando em um estado de torpor que o mundo lá fora podia terminar em fogo que naquele quarto uma bolha dimensional prenderia nós dois ali apenas com a força de vontade!
Por muito tempo ficamos naquela posição, até que ela se levantou para subir em mim. Eu estava desnorteado com a surra de pepeca que tomei. A boca com o gosto dela que só de lembrar, volta toda a vontade, endurecendo tudo. Ela colocou a camisinha que eu trouxe, a mais fina que gosto, sentou em mim e trocamos beijos, a língua da Barbie lutando contra a minha, meu pau dentro dela e ela subindo e descendo. Quase me arrependo de ter mudado aquela posição, gostaria de ter continuado ali. Mas mudei para poder vê-la melhor! A visão do corpo da Barbie enfeitiça com facilidade.
Adiantando, assumo que durante o encontro não consegui finalizar. Era uma mistura de vontade e ansiedade e temor que o tempo não acabasse - aliás, perde-se completamente a noção ali de que existe relógio/tempo. Logo que idealizei que o tempo poderia estar acabando, voltei pra onde estava, pedi novamente um 69. E ficamos ali até meu temor se tornar real. Ela me avisou, carinhosa e doce, do maldito do tempo. Ficamos um pouco ali ainda deitados, ela me beijando várias vezes, eu retribuindo. A minha vontade era de perder a cabeça, pegar o celular e fazer outro Pix por mais tempo. E depois, mais e mais e mais até perder os joelhos na marreta de um agiota insensível.
Levantamos, fui até o banheiro tomar meu banho rápido e retorno, ela estava ainda nua, mas com um robe cinza, conversamos um pouco mais, principalmente sobre a história do prédio. Sobre o local, sobre relacionamentos e sobre ela mesma. Uma conversa divertida e gostosa que vale ouro! Coisa que já reparei que não é o padrão, é coisa de quem é diferenciada realmente.
Já disse como admirei o corpo da Bárbara! Possivelmente será um ponto recorrente nos nossos encontros. O destaque, contudo, foi como ela detalhou como o mantém desenhado dessa forma. À base de muito bacon, e uma ou outra pedalada de bicicleta. Duvidei, claro! Impossível. Mas depois entendi. Certeza que vai de bike subir o Monte Olimpo, trocar com Afrodite e pegar os genes infinitos de Perfeição. E, assim, voltar depois para onde nós mortais estaremos lá para adorá-la novamente no AA37. Eu vou voltar com toda certeza.
ADM, peço desculpas se ficou um relato muito longo, é o primeiro. Estava empolgado!
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