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RELATOS DO ENLEVO

THAISA PRETA - Niterói - RJ - (21) 95928-6001
THAISA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$150.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM NãO SEI R$0.00 SIM

04 de Dezembro de 2025 às 10:12



Thaisa não entra num recinto; ela o anexa. É uma questão de física, não de etiqueta. Quando aquela monumentalidade de ébano cruzou o umbral, trazendo consigo o perfume de uma tempestade tropical prestes a desabar, senti meu cinismo habitual recuar para dar lugar a uma reverência quase religiosa.

Ela é grande, sim, mas "grande" é um adjetivo pífio, uma etiqueta de supermercado para algo que exige a terminologia das catedrais ou das cordilheiras. Há uma nobreza na sua estrutura, uma solidez que faz um homem sentir-se, paradoxalmente, protegido e dominado. E então, o ponto de fuga de toda a perspectiva, o centro gravitacional daquele quarto transformado em templo: a sua retaguarda.

Não sou dado a vulgaridades quando a estética se impõe com tanta força. Ver Thaisa, naquela geometria sagrada que os puritanos condenam e nós, devotos do prazer, celebramos de joelhos (ou quase isso), é testemunhar a suspensão da lógica. Aquilo não é anatomia; é topografia. Um relevo acidentado e perfeito onde meus olhos — cansados de tanta mediocridade magra e insossa — puderam finalmente descansar. A curvatura ali desafiava a gravidade, uma escultura viva que parecia zombar da minha idade e renovar meu fôlego com a promessa de um vigor que eu julgava perdido em algum arquivo morto dos anos 90.

Ela avançou e o quarto encolheu. Não eram apenas curvas movendo-se como ondas; era uma maré alta, oceânica, reivindicando cada centímetro de espaço aéreo. Aquela fartura desafiava a gravidade e zombava da minha compostura, reduzindo-me à escala de um menino deslumbrado diante de uma divindade pagã. A minha pequenez diante dela, contudo, não era humilhação; era o gatilho de uma fome atávica, a urgência de quem precisa beber direto da fonte para sobreviver à aridez da rotina.

Dobrei os joelhos não por fraqueza, mas por liturgia. O tapete barato tornou-se o chão de uma catedral. Beijei-lhe o ventre, sentindo a pele macia ceder sob meus lábios, uma seda quente que antecedia o mistério maior. Desci como quem mergulha em águas profundas, buscando o epicentro daquele terremoto. Ali, naquela geografia íntima, encontrei um cálice vivo. Não houve hesitação, apenas a entrega de um sedento ao oásis. O sabor era o da própria vida — sal, doce, ferro e abismo — e a minha devoção foi retribuída com o som gutural de quem se desfaz em prazer, enquanto seus dedos se perdiam tentando buscar meus cabelos, regendo a síncopa da minha respiração contra a sua pele.

Mas Thaisa não é mulher de ser apenas adorada; ela exige o comando. Ergueu-me do chão e reivindicou o colchão como seu trono. Quando ela se impôs sobre mim, com aquela abundância pairando sobre meu rosto, entendi o doce peso da rendição.

O encaixe foi o encontro de duas fomes. Senti a pressão firme, o calor que envelopa e a certeza de que eu era, naquele instante, o território conquistado. Ela ditou o ritmo, uma cadência antiga e visceral. A cada movimento daquela retaguarda monumental — uma paisagem que eclipsava todo o resto do mundo —, eu me perdia um pouco mais. O som dos nossos corpos colidindo tornou-se o único idioma possível, pontuado por gemidos e respirações entrecortadas, num duelo onde ninguém sai ileso, mas ambos saem vitoriosos, ainda que apenas por uma hora.

Dizem que o Natal é uma data, mas eu discordo. O Natal é um estado de espírito, e diante daquela abundância, daquela generosidade de carne firme e pele que parecia ter sido polida por um artesão obsessivo, senti a euforia pueril de quem rasga o papel de presente. Havia ali a promessa do brinquedo definitivo, aquele que não enjoa, que não quebra, que devolve ao cansado e insone a capacidade de rir à toa.

Foi um daqueles momentos raros em que a transação financeira se dissolve na névoa do deleite. Por uma hora, a vida deixou de ser um boleto vencido e tornou-se uma festa pagã. Thaisa, com seu sorriso que sabe tudo e seu corpo que promete o resto, fez-me acreditar que Mamãe Noel existe.

Ela só mudou de endereço, atende no Centro de Niterói e, graças aos deuses do hedonismo, aceita Pix.

Kylz, Jonas, The Creator, Josh, Andrews, Eddie Adams, Raf, Homer, Corcel, Yami Mysterio, Oscar, The Shy, Thor de Copacabana, Adonis90, curtiram esse TD.
LORENA - Itaboraí - RJ - (21) 97963-3826
LORENA
PISADA DE BOLA
TEMPO: 0 MINUTOS VALOR: R$0.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
NãO SEI NãO SEI NãO SEI NãO SEI R$0.00 PISADA DE BOLA

19 de Julho de 2025 às 12:07



Há dias em que o ofício nos esgota a alma. A sexta-feira no Fórum de Itaboraí foi um desses.
Horas a fio imerso naquele aquário de misérias humanas, assistindo ao desfile de hipocrisias e testemunhando a justiça, essa senhora cega, tatear em meio a um labirinto de processos mal costurados. Ao final do expediente, eu não era um homem, era um farrapo, com a poeira da mediocridade alheia impregnada na pele.

O ritual de purificação era mandatório: um bar de beira de estrada, um copo de bebida honesta e, quem sabe, uma companhia que me fizesse esquecer que a humanidade, por vezes, é um projeto que deu terrivelmente errado.

Foi nesse estado de espírito que, no cardápio digital de prazeres avulsos, meus olhos pousaram em Lorena. A descrição era uma ode à abundância: uma novinha cheia de carnes, uma promessa de refúgio macio e acolhedor. O telefonema que se seguiu foi a isca perfeita. A voz dela era um veludo, um bálsamo de simpatia e calor que me fez acreditar que, sim, o universo me devia aquela recompensa. Cada palavra era um convite, uma garantia de que a noite terminaria em uma celebração hedonista, e não em mais um capítulo da minha já extensa antologia de decepções.

A realidade, contudo, é uma dama cruel que se delicia em rasgar nossas fantasias mais bem tecidas. O encontro foi marcado num motel barato, cujo nome piscava como um doente em fase terminal. E lá estava ela. A voz de veludo pertencia a uma figura cuja frieza faria um iceberg sentir-se uma estufa.

A novinha carnuda estava lá, ainda que pouco diferente das fotos, mas habitada por uma alma ríspida e um olhar de peixe morto. O "acolhimento" do telefone se transmutou em uma sequência de monossílabos grosseiros e uma postura de quem me fazia um enorme favor. A mentira se revelou quando ela tentou, com a sutileza de um trator, alterar o valor combinado, e a canalhice se manifestou em seu desdém absoluto por qualquer coisa que não fosse o dinheiro em sua mão.

Ela não era uma profissional, era uma fraude. Uma amadora no grande palco do desejo, desprovida de qualquer arte, de qualquer lampejo de autenticidade. E ali, de pé naquele quarto fétido, a decepção se converteu em uma fúria gelada. A ofensa não era pela tentativa de golpe, mas pela quebra da liturgia, pela profanação de um ritual que, para mim, é sagrado. Por um instante, uma violência primitiva, o desejo de apagar aquele sorriso cínico com um soco, borbulhou dentro de mim.

Mas eu, um veterano da vida, respirei fundo. Afogar-me em sua mediocridade seria a derrota final. Ajeitei a roupa, dei-lhe as costas sem uma palavra e fui embora, deixando-a com sua própria insignificância. A noite foi um fracasso, um prejuízo no livro-caixa do prazer.

Mas, ao sair, eu não estava derrotado. Estava apenas com mais uma história para contar, uma cicatriz amarga que serviria de lembrete: no teatro da vida, até a mais promissora das peças pode ser arruinada por uma péssima atriz.

Brand, gargamel, Eddie Adams, Yami Mysterio, Jonas, The Creator, leander, D3v1l, onlyhaters, Oscar, The Shy, Thor de Copacabana, curtiram esse TD.
CLUB 177 - R. Marechal Deodoro da Fonseca, 177 , Niterói - Niterói - RJ
PéROLA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$250.00
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18 de Julho de 2025 às 00:07



A madrugada de quarta-feira em Niterói se arrastava com a umidade e o tédio de sempre, uma combinação que invariavelmente me empurra para os santuários do previsível, os museus de esperanças vencidas. E nenhum lugar encarna melhor essa alma suburbana do desejo do que o Club 177, um puteiro cuja decadência é tão autêntica que chega a ser poética. Atravessei suas portas, recebido pela conhecida sinfonia desafinada de uma jukebox asmática, risadas ensaiadas e o cheiro agridoce de cerveja barata misturado a perfume de segunda linha.

Apesar dos pesares, havia uma busca específica naquela noite, uma palavra-chave que meu tédio sussurrava como um mantra para os algoritmos do acaso: monumentalidade. Eu não procurava apenas um corpo, mas uma topografia, uma paisagem que me fizesse sentir como um explorador diante do desconhecido. E o universo, esse velho cúmplice dos meus caprichos, atendeu. O nome dela era Pérola.

Sua monumentalidade parecia zombar da pequenez do ambiente, uma obra de arte renascentista esquecida no porão de uma loja de penhores, e eu soube, com a certeza de um caçador que reencontra sua presa mais magnífica, que aquela noite ordinária acabava de ganhar o potencial de uma crônica memorável.

Pérola não andava, ela desfilava uma geografia própria. Uma preta colossalmente grande e gostosa, esculpida em ébano e autoconfiança, uma rainha que não precisava de trono porque o mundo se curvava à sua passagem. E a sua bunda... ah, aquilo não era um atributo físico, era um evento. Uma obra de arquitetura barroca, uma hipérbole de carne que fazia meu temperamento romântico e meu desejo mais primitivo entrarem em um raro acordo. A negociação foi breve, quase um detalhe burocrático, pois a verdadeira conversa acontecia no campo magnético que emanava dela.

No quarto, a luz barata parecia se esforçar para contornar suas formas, e falhava. Ela era grande demais para o enquadramento, uma força da natureza que não cabia em quatro paredes. Eu, um veterano de incontáveis batalhas carnais, me senti um noviço. A excitação era a força motriz, a recompensa imediata de uma vida vivida sem freios.

Pedi a ela que se esquecesse do roteiro. Eu não queria o trivial, queria a vertigem. E com um sorriso que revelava uma cumplicidade antiga, como se conhecesse a fundo a fome dos homens, ela entendeu.

Deitei-me, e ela se posicionou sobre mim. O que veio a seguir não foi um movimento, foi um eclipse. Quando aquele rabo gigantesco desceu sobre minha boca, o mundo se apagou. O ar, esse luxo que tomamos como garantido, foi sumariamente confiscado. O primeiro instante foi o pânico do animal acuado, o grito silencioso dos meus pulmões implorando por uma trégua. Mas então, a lucidez afiada sobre a natureza das transações me lembrou que eu havia pago por aquilo. Eu havia desejado aquilo.

E eu me rendi.

Foi uma asfixia gloriosa, um batismo profano. Cada segundo sem respirar era uma eternidade de pressão, calor e do cheiro único de sua pele. O mundo se reduziu a uma escuridão pulsante, onde a única realidade era o peso daquela carne magnífica me selando, me possuindo, me anulando. Não havia eu, não havia ela; havia apenas a intensidade pura, a celebração do excesso. Naquele afogamento, encontrei a plenitude do agora que tanto busco.

Quando ela finalmente se ergueu, o ar que invadiu meus pulmões teve o sabor de uma ressurreição. Eu ri, uma risada rouca, de quem voltou de uma viagem a outra dimensão. Pérola me olhava de cima, não com a frieza de uma profissional, mas com o orgulho de uma artista que acabara de executar sua obra-prima.

Quando desceu e começou a me cavalgar, ela me olhava nos olhos. Não com ternura. Com posse. Com a certeza de quem está no controle e não tem a menor intenção de devolvê-lo. Eu respirava com dificuldade, mas já não por falta de ar — era o peso daquela presença, daquela mulher, daquela energia. Ela não me sufocava apenas fisicamente. Ela me anulava como pessoa. E, de alguma forma, isso era o que eu mais desejava.

— Tá apertadinha? — ela perguntou, com um sorriso malicioso.

Não respondi. Não podia, estava imerso tão profundamente em sua buceta, que fiquei silente.

Ela riu. Um riso grave, quase ameaçador. Depois, começou a se mover. Devagar. Como se cada movimento fosse uma escolha consciente. Cada descida era um ato de poder. Cada subida, uma promessa de volta. Eu não estava fodendo. Eu estava sendo fodido. E havia uma beleza nisso. Uma beleza que eu não sabia que podia sentir.

Naquele momento, eu não era um homem. Eu era um canal. Uma passagem. Uma oferenda. E ela era a deusa, o altar e o sacrifício. Pérola não me dava prazer — ela me roubava. E eu entregava tudo com um sorriso nos lábios e os olhos fechados, como quem reza sem saber rezar.

E foi ali, naquele cenário de fim de festa, no epicentro da decadência, que encontrei a mais pura e honesta manifestação do sublime. Pérola, indiferente à sordidez do ambiente, transformou aquele metro quadrado de abandono em um palácio, provando que a verdadeira intensidade não precisa de luxo, apenas de verdade.

Quando terminou, ela se levantou com a elegância de uma rainha que abandona o trono por um instante. Eu fiquei ali, deitado, olhando para o teto como se ele tivesse a resposta para o que acabara de acontecer.

Ela se virou para mim, ainda nua, ainda imensa, ainda tudo.

— Foi bom pra você?

E eu, com a dignidade que me restava, respondi:

— Foi como se eu tivesse sido abduzido por uma civilização superior. Eles me devolveram, mas não me devolveram inteiro.

Ela riu de novo. E eu soube que, mesmo que eu vivesse mil vidas, nenhuma delas seria capaz de me preparar para a próxima vez com Pérola.

Pérola me deu o que eu buscava: não um orgasmo, mas uma história. Uma cicatriz deliciosa na memória. Alguns buscam a salvação; eu me contento com a intensidade de cada vivência. E naquela noite, sob o peso monumental de Pérola, eu fui salvo da banalidade mais uma vez.

A paixão vivida, mesmo que paga, é uma vitória. E aquela, meus amigos, foi uma vitória esmagadora.

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
RUIM RAZOáVEL
Aiatolavo, Josh, Brand, Eddie Adams, Yami Mysterio, _riquinho_, onlyhaters, Oscar, The Shy, Vivendo, Diazepan, curtiram esse TD.
LUÍSA MENDES - Niterói - RJ - (21) 96914-1190
LUIZA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$100.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM NãO SEI R$0.00 SIM

12 de Julho de 2025 às 03:07



Noite fria em Niterói. Eu monto na minha Virago com a pose de um Dom Quixote moderno, pronto para guerrear contra moinhos de vento que fedem a sexo e promessa.
O escapamento cospe um bafo quente na madrugada enquanto eu deslizo pelas avenidas vazias, meio cavaleiro, meio vadio — e eis que vejo.

Ali, encostada num poste que parecia mais seu trono improvisado do que parte da calçada, estava ela. Magrinha como um devaneio, cor de café com leite, olhar grande demais para ser só olhar — aquilo era convite, era isca. Tive a impressão ridícula de que ela piscou só para mim, como se pressentisse que eu vinha naquela moto movido por tesão e uma curiosidade perigosa.

O Dom Quixote desceu do cavalo de ferro. E soube, no exato segundo em que ela sorriu, que aquela batalha eu ia perder com gosto.

Luiza. Só de escrever o nome já sinto aquele arrepio específico que denuncia quando a carne e o acaso conspiram para te arrancar do tédio. Magrinha — mas não se engane pela carcaça de fragilidade.
A novinha tinha a fome de uma mulher que parece ter nascido para desmentir qualquer estatística de que experiência só vem com idade. Pele da cor perfeita de um café com leite cremoso, que dava vontade de passar a língua só para conferir se o sabor combinava com o tom.

Os olhos eram grandes demais pro meu próprio bem. Tinha aquela maldita expressão de curiosidade misturada com ternura, como quem pergunta silenciosamente se você vai mesmo ter coragem de estragar a inocência que ela finge ostentar. Finge — porque bastou o primeiro toque para perceber que ali não havia ingenuidade nenhuma. Havia perícia.

Apertada como um segredo sujo, quente como uma maldição boa. Me senti, por um instante glorioso, o primeiro homem que ela decidira devorar. Tudo nela era um convite — a boca carnuda, o quadril estreito que ainda assim encaixava como se meu corpo fosse uma peça de reposição fabricada sob medida.
E se eu fosse um pouco menos lúcido — se não tivesse aprendido que paixão em alcova alugada é truque barato de sobrevivência — teria me apaixonado sem cerimônia.

Mas não sou cínico o bastante para fingir que não me abalou. Luiza foi a foda mais saborosa de um calendário inteiro de aventuras que eu julgava previsíveis. Aquela novinha me fez redescobrir o prazer de se perder na ilusão, mesmo sabendo que, na saída, a rua fria e as demais moças nas calçadas, esperam para lembrar que nada daquilo é meu.

E, honestamente, tudo bem. Porque se a vida é feita de momentos que justificam a existência, Luiza foi o meu ponto alto em muito tempo — a prova de que a luxúria, às vezes, vem embrulhada num corpo pequeno com olhar de menina e talento de mulher que não tem piedade de quem cruza seu caminho.

Gojira, Vivendo, El Zorro, ORaiva, Josh, Sergio Perez, peixotarado, Jucabar, Gorila, Master, Peter White, predador69, Mítico, Kakinho, FGFR, Yami Mysterio, Sr. Popo, Eddie Adams, Sazonal, Oscar, The Shy, Thor de Copacabana, curtiram esse TD.
NINA - Niterói - RJ - (21) 99031-3914
NINA
NEGATIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$200.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
NãO SIM - COM CAMISINHA NãO SEI NãO SEI R$0.00 NãO

06 de Julho de 2025 às 15:07


NINA - https://www.photoacompanhantes.com/acompanhantes/niteroi/rainha-do-boquete-com-uma-boca-de-veludo-id-4nxh9

É curioso como, mesmo depois de tanto tempo percorrendo os bastidores do prazer pago, ainda me surpreendo com a potência de certas ausências. Nina foi a materialização perfeita desse fenômeno: a epifania gelada de um encontro que não aconteceu, embora ambos estivéssemos lá.

Ela tinha uma brancura quase cenográfica — uma alvura translúcida, como se tivesse sido talhada em gesso por um escultor apressado. Branca como a neve, fria como o mármore, e — talvez o mais perturbador — sem uma única rachadura por onde se pudesse espiar qualquer resquício de calor humano. Havia algo de inumano naquela pele lisa, como se fosse uma embalagem sofisticada para nada.

Foi num desses dias em que eu, em minha obstinada recusa ao tédio, decidi experimentar o improvável. Entrei no quarto com a disposição gentil de sempre: aquela curiosidade genuína que me faz perguntar sobre a cidade natal, o motivo de estar ali, qualquer faísca que possa acender uma conversa. Nina, no entanto, parecia ter sido treinada para conter incêndios — não para provocá-los.

Ela respondia com monossílabos que soavam como notas fiscais: úteis, protocolares e rigorosamente sem afeto. Não havia ódio naquilo — pior, havia nada. Um nada sólido, uma muralha invisível erguida ao redor de uma presença meramente física. Às vezes penso que a indiferença é mais violenta que o desprezo.

Quando tirou a roupa, sua nudez teve a mesma vibração emocional de uma lâmpada acesa num cômodo vazio. Bonita, sim — seria desonesto negar. Mas havia ali um tipo peculiar de beleza que não convida: apenas informa. Ela parecia ter sido criada para ilustrar um catálogo, não para dividir um momento com alguém.

Deitei ao lado dela e, num reflexo insistente, ainda tentei me enganar. Pensei: “Talvez depois, talvez durante, alguma coisa se revele. Um gesto, um tremor, qualquer mínima fagulha.” Mas o que aconteceu foi exatamente o oposto. A frieza dela era contagiosa, como um inverno que se infiltra nos ossos. Em poucos minutos, percebi que eu mesmo começava a me tornar uma versão pálida de mim — uma estátua disfarçada de homem.

O toque dela — se é que posso chamar assim — tinha a energia de um trapo molhado esquecido sobre uma cadeira. Não havia pressão, nem intenção. Era apenas contato. Aquela pele branca, tão sem temperatura, parecia querer me lembrar que eu era só um corpo. E que, naqueles minutos, não importava se eu tinha sido — ou ainda era — um homem que amava a vida com furor.

Costumo dizer que o prazer pago, quando bem vivido, pode ser tão legítimo quanto qualquer paixão. Mas ali, naquela cama fria, entendi que o oposto também é verdadeiro: há mulheres que, mesmo sendo belas, transformam tudo em burocracia. E eu, que sou um hedonista de alma, um flâneur da pele alheia, não estou equipado para celebrar o nada.

Quando terminou — e aqui uso o verbo com generosidade, pois nada de fato aconteceu —, vesti-me num silêncio que não era constrangimento, mas respeito. Respeito ao abismo que se instalara entre nós, tão extenso que nem minha curiosidade nem minha vaidade ousaram cruzar.

Nina me acompanhou até a porta com o mesmo semblante clínico. Antes de sair, ainda tentei um último contato — um comentário qualquer, uma piada improvisada, qualquer microgesto que quebrasse a monotonia. O sorriso dela foi tão gelado que me deu vontade de rir sozinho.

Enquanto descia as escadas, senti aquela estranha mistura de alívio e frustração que só ocorre quando se é testemunha de um encontro que nunca aconteceu. Lá fora, o calor da rua me pareceu um presente — a prova de que o mundo ainda pulsa, apesar de algumas pessoas escolherem não pulsar.

E assim fui embora: não exatamente arrependido, mas intrigado. Porque, se é verdade que cada mulher deixa uma marca, Nina deixou a ausência mais eloquente que já experimentei. Um vazio tão puro que quase tive vontade de agradecer.

Talvez seja isso, afinal: cada experiência é uma aula. E com ela aprendi que há formas de beleza que, quando se tocam, não dizem absolutamente nada.

FGFR, Brand, Pirubaby, onlyhaters, Josh, Predator, Corcel, Bento27, Apolo, Yami Mysterio, Oscar, The Shy, Thor de Copacabana, curtiram esse TD.
JUHLY ZOMBIE - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 98271-2817
JUHLY ZOMBIE
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$300.00
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05 de Julho de 2025 às 20:07



Aconteceu no início do ano, mas só agora — meses depois — eu consegui juntar coragem (ou fraqueza) pra escrever. Não foi por falta de memória, ao contrário: cada detalhe daquela noite grudou na minha pele como um cheiro que não sai, por mais que a gente esfregue.

Eu demorei a relatar porque sabia que, ao fazer isso, ia ter que admitir coisas que preferia fingir que não eram minhas. Ia ter que dar nome ao vexame. Ia ter que aceitar que, de todas as transações que já paguei na vida, essa foi a única que me custou algo que não tem volta.

Eu sabia que estava fodido antes mesmo de ler o nome dela na tela. Bastaram duas fotos — aquele sorriso que parece brincadeira e sentença ao mesmo tempo — pra eu entender que não haveria fuga. Passei semanas tentando racionalizar o desejo, ensaiando justificativas ridículas pra mim mesmo: é só curiosidade, é só carência, é só sexo. Mentiras frágeis como papel molhado.
Quando finalmente marquei, foi como assinar um atestado público de rendição. Eu sabia que, ao atravessar aquela porta, não voltaria inteiro. Talvez nunca mais voltasse.

O corredor até o quarto parecia longo de propósito, como se tudo ali quisesse que eu desistisse. Mas eu não desisti. Quando ela surgiu, foi como se o resto do mundo tivesse ficado mudo. O sorriso que me recebeu não era convite — era epitáfio. Ali estava ela: tatuagens que pareciam recados secretos, cabelo negro como um presságio ruim, o figurino de anti-heroína saída de um delírio nerd. Juhly Zombie. O nome soava como uma piada privada que só ela entendia — e que eu jamais decifraria.

O apartamento era um refúgio de outro planeta. Um santuário nerd cheio de referências que eu não ouso descrever, porque seria como invadir a infância de alguém que envelheceu depressa demais. Tudo ali dizia que ela era maior do que qualquer história que eu pudesse inventar sobre nós dois.
A primeira coisa que me atingiu foi o cheiro — perfume doce e qualquer coisa íntima que me desmontou. Ela fechou a porta devagar, como se soubesse que ali dentro eu perderia qualquer defesa.
Ela não teve pressa. Tocou meu rosto como quem confere se o outro é real, e disse meu nome num tom que não combinava com aquele cenário. Não era o afeto automático que tantas vezes comprei. Era cuidado. Ou a ilusão perfeita dele.

Conversamos sobre filmes B, sobre mangás, sobre como é ser “diferente” num mundo que só tolera quem se conforma. Eu ouvi tudo como quem ouve um presságio ruim. Me senti ridículo de tão vulnerável. Me senti — e esse foi o problema — vivo.
O beijo foi lento. Longo. E por uns segundos eu me permiti acreditar que não era só programa. O corpo dela se encaixava no meu com uma naturalidade obscena. Como se tivesse me esperado a vida inteira só pra provar que eu não tinha saída.

Quando ela tirou a blusa, revelando o peito coberto de tinta e história, eu entendi que nunca teria aquilo. Aquela liberdade desenhada na pele. Aquele jeito de quem é inteira mesmo quando finge não ser.
O sexo aconteceu como acontece quando dois estranhos decidem fingir pertencimento por uma hora. Foi intenso, foi sujo, foi bonito. Mas o que ficou não foi isso. Foi o silêncio depois. Ela deitou no meu peito, os cabelos negros espalhados, e ficou passando o dedo nas linhas da minha mão como se buscasse uma promessa que eu nunca poderia cumprir.

Ali eu soube que estava condenado. Não por ela. Mas por tudo que ela representava: a fantasia, o afeto comprado, a miragem de ser desejado por quem jamais vai te desejar de volta.
Antes de sair, ela me abraçou com força — e foi esse abraço, e não o sexo, que me custou tão caro. Sussurrou que eu podia voltar quando quisesse. Eu agradeci, fingindo calma. Mas por dentro, eu já era só ruína.

Demorei todos esses meses pra escrever porque não queria admitir que nenhuma outra mulher cabe agora na minha fantasia sem que o fantasma dela me encare da beira da cama.
Talvez seja só carência. Talvez seja só mais um delírio de um homem gasto. Mas é o que sobrou. E eu não tenho mais energia pra fingir que não importa.

Porque algumas mulheres não são passagem. São cicatriz.

https://youtu.be/blQIE1E8emk

E como diz a música...

"Forever falling in
Forever falling out
Love is just a drug
That I can't live without
Forever falling I'm
In and out of love
You are just a drug
And I can't get enough".


Jonas, The Creator, Big Boss, Makaveli, MatSea92, De Ladinho, Paulista88, onlyhaters, Conde Da Valáquia, Armenio, Juhly Zombie, Andrews, Peter White, joseph1973, Enlevo, Comedor Oculto., Getúlio, membro, Brand, 90loiro90, HC, Oscar, The Shy, galtran, DNFawkes, Guib, Resolvo, Toalhinha, Thor de Copacabana, Y@N, curtiram esse TD.
SIRIUS 315 - R. Barão do Amazonas, 315 , Niterói - Niterói - RJ
BOMBOM
NEUTRO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$200.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
NãO SIM - COM CAMISINHA SIM SIM R$0.00 TALVEZ

05 de Julho de 2025 às 19:07



Ela atendia pelo nome que só poderia ter saído de um deboche: Bombom.
No 315, ninguém se iludia que houvesse doçura.
Era apenas convenção de catálogo, como se a palavra bastasse para dourar a crueldade de saber que, entre aquelas paredes descascadas, a ternura era um luxo extinto.

Não havia nada de doce naquela mulher.
Ela era um monumento de indiferença, esculpido na forma de um corpo que parecia ter sido desenhado exclusivamente para humilhar quem ousasse desejar.

Eu a vi antes de qualquer palavra.
Ela estava recostada no sofá, as pernas cruzadas num ângulo que tornava inevitável pensar em rendição.
Quando levantou o rosto, percebi de imediato que não haveria lugar nenhum ali para me abrigar.
Sequer curiosidade.
Apenas aquele olhar inerte, treinado para atravessar homens até que se cansassem de existir.

No quarto, tudo nela funcionava com uma precisão quase científica.
Cada gesto tinha a frieza de quem sabe exatamente quanto vale cada minuto de performance.
Ela me despiu sem cerimônia e começou a me conduzir como se eu fosse só mais um corpo anônimo no inventário dela — e, de fato, eu era.
Enquanto me movia, sua expressão não se alterava.
Nem prazer, nem tédio, apenas nada.

Talvez seja isso que tenha me desarmado:
a evidência nua de que eu não tinha qualquer importância.
De que todo o enredo sentimental que eu carregava nos ombros — essa ânsia por significado, por algum brilho de humanidade — era só uma superstição particular.
Ela não precisava acreditar nisso para continuar sendo a criatura mais fascinante que já vi.

Quando terminou, recolheu a camisinha e estendeu um lenço de papel com o mesmo cuidado impessoal que se tem ao fechar uma embalagem.
O gesto foi tão limpo que quase me pareceu respeitoso.
Era como se dissesse:
“Está acabado. Você pagou pelo seu instante. Agora vá.”

Eu fui.
Nunca mais voltei.
Mas desde então carrego a impressão incômoda de que Bombom talvez seja a forma final da liberdade:
não sentir nada.
Nem por si, nem por ninguém.

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
RAZOáVEL RAZOáVEL
Eddie Adams, Jonas, The Creator, Brand, Yami Mysterio, Oscar, The Shy, Thor de Copacabana, _riquinho_, curtiram esse TD.
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