https://www.photoacompanhantes.com/acompanhantes/rio-de-janeiro/centro/massagista-profissional-discreta-e-educada-a-namoradinha-que-voce-precisa-conhecer-id-zpvkk
BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Olá confrades! Eu que achei que o último TD tinha sido a saideira de 2020...estava enganado. A essa altura do mês, meu orçamento para diversões está curtíssimo, assim como estava o do confrade do relato abaixo. Então juntei minhas últimas Dilmas ($). Li um TD de um confrade, que não me lembro quem foi, utilizando esse termo e achei engraçado.
A Aflição da Espera
Esse encontro aconteceu essa semana. Entrei em contato com a Giovanna. Ela foi a primeira GP que entrei em contato quando decidi entrar nessa vida pra valer, mas por algum motivo que não lembro, ela não foi a primeira. Muito educada, passou-me as informações. Marcamos um horário e ela, bem antes do horário do encontro, me disse que estava resolvendo uns probleminhas na rua. Disse que tudo bem. Cheguei à rua e ela pede desculpas, pois ainda estava resolvendo as coisas dela. Explicou-me o que era e esperei de boa.
Esperei cerca de 20 minutos. Esperei embaixo da marquise de um prédio próximo ao Amarelinho. Parece paranoia, mas tinha a sensação de que todos sabiam o porquê de eu estar ali. Hehehehe. Decidi sair dali e ir em direção à entrada do metrô, no(a) final/início da rua Álvaro Alvim. Estava decidido a abortar a missão. Eu estava caminhando no meio da rua e decidi ir para a calçada. Passo espremido pelos carros e não percebi que vinha uma menina baixinha de short preto (coxuda e popozuda. Rsrsrsrs) por ela. Alguma coisa me disse que seria a Vitale. Fiquei parado olhando para onde essa menina ia. Não deu outra, entrou no prédio.
Diante disso, resolvi esperar mais alguns minutos. Logo depois ela me passa o número do apartamento. Acertei, era ela. Confirmei depois.
O Pintor Curioso
Entrei no elevador e desci no andar. Foi o terceiro andar diferente que conheci desse prédio. O que acho engraçado é que eles não seguem um padrão. Sei que é um prédio misto, mas os andares que visitei são completamente diferentes uns dos outros. Bem, encerrando essa curiosidade inútil, vamos ao relato.
Nos corredores do andar estava uma equipe de pintores trabalhando. Cumprimentei-os. Chego no apartamento da dama e toco a campainha. Enquanto isso, olho para trás e vejo um coroa da equipe de pintura no corredor do outro lado olhando para onde eu estava. Acho que ele já desconfiava dos motivos de minha visita. Hehehehe. Depois de quase dois minutos ela abre a porta e me recebe com um vestido vermelho de renda, transparente e sem calcinha. Ela abriu um pouco demais a porta e quando olhei para trás, o tiozinho estava boquiaberto, mas sem se mexer, parecendo uma estátua. Sorri e entrei.
A Massagem
Quando entrei, a Giovanna me explicou o que ocorreu e pediu desculpas. Não estava chateado. Levou-me para o quarto e perguntou se eu queria tomar banho. Logicamente aceitei. Quando volto ela está sentada na cama e me pergunta se eu gosto de massagem e se queria. Decidi aceitar. Geralmente, quando tenho opção, pulo a massagem. Contudo, eu estava bem moído. Fez uma boa massagem. Não me perguntem o nome, pois não entendo nada de massagens!
Enquanto me massageava, minhas mãos iam percorrendo suas coxas grossas, bunda, cabelo bem cuidado (que é na altura da cintura) e na própria cintura.
Ela pede que eu vire de frente, fez mais um pouquinho de massagem e já caiu de boca no meu amiguinho. Pqp, que boquete!
O Namoro
Subiu na cama, se posicionou entre minhas pernas e ia tirando o vestido. Imediatamente, mandei que parasse. Ora, eu é que queria ter o privilégio de tirar aquele vestido. Passo as mãos em seu corpo. Seios bonitos, pele macia. Ela sobe em cima de mim e começa a morder meus lábios que logo evoluíram para beijos gostosos, cadenciados. Ela avança, mordisca minhas orelhas e desce para o meu pescoço. Lambe, chupa e morde o meu pescoço. Parecia uma namoradinha. Nisso, eu já estava parecendo um cachorro oferecendo o pescoço para ser acariciado pela dona. Lembrei de um vídeo que ela tem no anúncio dela onde ela come um morango e lambe os lábios. Senti como se eu fosse aquele morango.
Ela vai progredindo, desce e beija meus peitos, barriga e chega novamente ao meu amiguinho. Chupa a cabecinha, passa a língua na parte de trás da glande. Ficava me encarando. Eu segurava seus cabelos. Passou a engoli-lo completamente, em movimento cadenciados. Fez a famosa garganta profunda. Eu queria gozar, mas ao mesmo tempo não queria.
Passou um bom tempo ali, mamando. Reparei que ao lado da cama tinha um guarda-roupa com um espelho, grande até. Não ia perder a oportunidade. Mandei que parasse e perguntei se ela poderia continuar o oral numa posição que eu pudesse admirá-la no espelho. Ela perguntou: “Como você quer, que eu fique de lado ou de costas”. Bem, a visão de frente eu já possuía, pedi que ela ficasse de costas para eu apreciar o conjunto bunda-pernas-cabelão. Como não havia muito espeço entre a cama e o guarda-roupa, ela disse: “Já sei o que farei”. Pegou dois travesseiros e os colocou encostados na parede, na lateral da cama. Mandou que eu me sentasse.
Bem, a partir daí, recebi um dos orais mais longos e melhores de minha vida. Enquanto ela mamava como se não houvesse amanhã, eu a admirava de quatro pelo espelho. Sua bunda, sua marquinha de biquíni. Eu estava louco de tesão com aquela cena.
Eu sempre gosto de dar a primeira no oral, porque, dessa forma, meu amiguinho não amolece. Se eu der a primeira metendo, ele desfalece e demora um pouco para reagir. Ele chupava de tudo quanto era jeito. Tinha momentos em que ela coloca meu pau em suas bochechas e mamava maravilhosamente.
Se houvesse graduação para boquete, ela com certeza seria faixa preta! Não, se fosse como no jiu Jitsu, seria faixa vermelha!
Chegou no momento que estava tão intenso que disse: vou gozar. Ela tirou um pouco antes. Vi meu pau jatear meus herdeiros para o mundo exterior, enquanto ela o segurava. Cena parecida com as de filmes pornôs. Ela me limpou com lenço umedecido. Ela disse pra mim que quando os caras dizem que vão gozar, ela para porque eles querem, na maioria das vezes, gozar depois de meter. Se soubesse que eu iria/queria gozar, tinha deixado na boquinha.
Apesar disso, meu pau continuou bem vivo. Contudo, quis conversar com ela. Ficamos abraçadinhos, mamei aqueles lindos seios. Conversamos de tudo, desde transporte público a tipos de curativos. Como o confrade disse abaixo, ela tem formação em enfermagem. Ela tem um papo muito bom, interessante. Gosto de conversar com as meninas.
Decidimos ir para o segundo tempo. Ela toma a iniciativa novamente. Sobe em mim e me enche de beijos. Lábios molhados e sensuais. Beijos, lambidas e mordidinhas de leve no pescoço. Ela pega uma camisinha e coloca no meu amiguinho. Aí tive um probleminha. Esqueci de comprar as camisinhas um pouco mais largas que gosto de usar. Meu pau ficou meio barro, meio tijolo. Entretanto, a vontade de comê-la era maior. Pedi ajuda. Ela começou mais uma sessão de oral que fez com que meu amigo, mesmo com a circulação sanguínea prejudicada e apertado, ficasse duro como uma rocha. Ela vem por cima cavalgando e me beijando. Ela descobriu meu ponto fraco: pescoço. Então era beijo na boca e pescoço. Parecíamos um casal em início de namoro.
Chegou o momento que decidi me entregar e disse que ia gozar. Então ela diz: “Goza na minha boquinha” e riu, maliciosamente. Que boca gostosa! Entrei no clima. Disse para ela que como castigo por ter me deixado esperando mais de 20 minutos por ela, teria que deixar meu pau limpinho. Ela mordeu os lábios, sorriu e disse: “Vem então, me castiga. Goza tudinho na minha boquinha”. Ela desceu e pedia: “Vem, me castiga pelo meu atraso!”. Segurei-me para apreciar mais a mamada. Ela me encarava, sorria e mordia os lábios. Essa menina sabe usar aquela boca de forma bem sedutora, confesso. Não demorou muito e eu despejei minha porra em sua boca. Meu pau já tinha dado a última latejada, mas ela continuava mamando e sugando, até ter a certeza de que estava limpinho. Levantou e foi fazer sua higiene. Enquanto isso, fiquei esparramado na cama, confortavelmente.
Ela voltou e conversamos mais um pouco. Ela tem um excelente papo. É carinhosa! Deu até um apelido para o meu amiguinho. Disse que falaria aqui no GPARENA, ela riu e disse para não falar. Kkkkkkkkkkkk.
Faltavam poucos minutos, levantei e tomei mais um banho. Para quem gosta, a ducha é quente, mas como sempre digo, prefiro banho gelado. Rsrsrs.
Despedi-me dela com um abraço e um beijo gostoso. Antes de ir, peço auxílio para sair do labirinto e achar o corredor (hahahahahaha). Ela me explica e foi bem fácil. Na porta do elevador dou de cara com o tiozinho pintor voyeur e seus ajudantes. Tinha também duas outras pessoas que trabalhavam no prédio. Dei boa tarde para a ascensorista, que já estava no andar, e nada responde. Ela deve pensar: “Devo ser mais um putanheiro da vida!”. Descobri através de um advogado (que estava acompanhado de uma linda coroa) que insistia em brincar com a profissional, que ela já trabalhava há 40 anos naquele prédio. Deve estar cansada de subir e descer com putanheiros o dia todo...rsrsrsrsrsrs.
Saí do prédio rumo a um compromisso que tinha.
Considerações Finais
A menina me tratou como um namoradinho dela, super carinhosa e boa foda. Não sei se ela é sempre assim ou gosta de algo mais hard;
Não sei se faz anal. No anúncio diz que sim, mas nem perguntei para não levar um retumbante não! Kkkkkkkkkkkkkkk. Contudo, não fez falta!;
O tempo passou tão rápido que não fiz oral nela. Inacreditável isso acontecer! Contudo, ela teve culpa por querer me proporcionar prazer o tempo inteiro...rsrsrsrsrs;
Ela me deixou bem à vontade num ambiente muito bom;
Fui tratado como um rei!;
A vista do apartamento é bonita. Isso é o de menos...rsrsrsrsrs;
Ah, o repeteco é garantido. Fiquei com vontade de quero mais.
Agora sim, creio que esse seja o último encontro do ano. Até a próxima, confrades.
