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05 de Dezembro de 2020 às 00:12
ALICIA - http://gparena.net/social-feed-user.php?id=8923
A Cobiça por Alícia
Olá confrades, venho relatar mais uma aventura mensal. Sabia desde o mês passado que os planetas se alinhariam e teria que ir ao Centro em determinado dia dessa semana. Bem, desde o começo da flexibilização tenho que ir lá, uma vez ao mês, mas sempre em dia incerto que não permite que eu trace qualquer plano antecipado para relaxamento. Por isso, os TDs que fiz foram marcados de supetão, na sorte. Contudo, dessa vez foi diferente, eu sabia o dia que deveria ir ao Centro.
Então, como desde o mês passado eu tinha tentado marcar um atendimento com a Alícia, não tive dúvidas de quem seria a “vítima”. Bem, há algum tempo a dama me instiga, mesmo sem ela saber, é claro.
Não só os TDs dos confrades, mas sua ativa participação nos tópicos do fórum e desenvoltura nos comentários criaram em mim uma curiosidade (e muito tesão) de como seria um encontro com a menina. Então, num domingo ela postou que a agenda da semana estava aberta. Mandei uma mensagem e perguntei se poderia marcar uma data que extrapolasse a referida semana. Ela gentilmente aceitou e trocamos uma ideia maneira. Uma semana depois mandei outra mensagem perguntando se ela não havia esquecido de minha marcação. Ela disse que não e batemos mais um papo.
Pois bem, no dia anterior ao encontro, mando outra mensagem confirmando. Ela respondeu e conversamos longamente. Sou muito ansioso. Hehehe.
Prólogo
Tinha planejado tudo no dia anterior, especialmente o melhor horário para sair de casa, pois encararia uma longa viagem pelos trilhos da Supervia. Pois bem, como estou trabalhando em home office, recebo bem cedo um e-mail para uma reunião virtual. Bem, como esperava a reunião demorou mais do que eu estimava e perdi minutos preciosos. Moro perto de uma estação, mas como estava uma temperatura de 573 °C à sombra, chamo um UBER. Quando chego à estação, um trem estava acabando de sair. Pensei: me lasquei. Espero um longo tempo até a vinda de outro. A fim de ganhar tempo, desembarco na estação São Cristóvão para que pudesse ganhar tempo embarcando no metrô. Engano meu, amigos. Quando estou descendo as escadas, a composição parte. Esperei mais alguns minutos que pareciam uma eternidade. Eu sempre comunicando à menina minha localização para ela não achar que era um bolo.
Quando o metrô chega à estação Uruguaiana, mando uma mensagem dizendo onde estava e ela me passa a sala. Engraçado que ela achou que eu tinha descido na Uruguaiana. Cheguei ao seu apartamento faltando dois minutos para o fim do intervalo de tempo que disse que chegaria, mas atrasado em relação ao horário anteriormente ajustado. Ufa!
O Encontro
Chego ao andar e percorro parte do longo corredor procurando o número, mas nem precisava, estava na minha cara. Toco a campainha e a Alícia me recepciona com um lindo sorriso, de salto alto, um short minúsculo e um sutiã preto. Peço desculpa e digo que sempre sou pontual. Ela disse para relaxar. Sentei-me, ela ofereceu um copo de água. Neste momento, enquanto ela abria a geladeira aproveitei para comê-la com os olhos. Aquela poupa da bunda de fora começou a me acender. Como bom brasileiro, aprecio uma bela bunda...rsrsrsrsrs. Tomei um copo de água e ofereci um chocolate que tinha comprado para ela. Ela agradeceu. Perguntou que tipo de música eu queria que tocasse. Disse que qualquer um. Pediu que eu ficasse à vontade, desensacou uma toalha e disse bem-humorada: “Pode ir tirando a roupa aí mesmo, porque daqui a pouco eu já vou te ver pelado mesmo”. Kkkkkkkkkkkkkkk.
Entro no banheiro, ducha quente pra quem gosta e tomo um banho. Nos outros banhos perguntei a ela se eu poderia tirar da opção “Inverno” para tomar uma ducha fria. Ela concordou. Digo isso, pois tenho trauma desses chuveiros. Morei numa casa onde a cada semana eu tinha que trocar a resistência do chuveiro, pois os moradores usavam de forma errada, mas eu mesmo nunca gostei de banho quente... hehehehehe.
Primeiro Ato
Quando saio do banho, ela está deitada na cama de fio dental rosa e sutiã. Batemos um breve papo e ela me chama para a cama. Mal sentei na cama e ela parte pra cima de mim na montada me beijando vorazmente. Tirou o sutiã, aproveitei e já mamei aqueles seios naturais. Aliás, o corpo é todo natural! Adoro! Do jeito que imaginei. Perfeito! Mordiscou minhas orelhas, beijou meu peito. Tirou a calcinha e desceu no meu amiguinho. Que mamada frenética, parecia que não parava para respirar! Mamou por muito tempo. Eu já queria estourar o champagne, mas eu ainda estava tenso por conta da correria e não estava conseguindo. Ela disse sem eu falar nada: “Eu sei o que você quer. Você quer gozar na minha boquinha e ver seu gozo dentro dela. Depois quer ver ela sequinha”. Pensei: essa garota lê pensamentos...kkkkkkkkk. Safada do jeito que eu gosto!
Pedi a camisinha. Ela colocou e veio por cima como uma amazona em seu cavalo. A partir daí comecei a entender a Alícia. Eu achando que eu ia ser o maior beneficiário da montada, mas não, ela se aproveitava de mim também. Roçava e quicava cada vez mais, fazia caras e bocas. Os quadris iam para um lado e os ombros para o outro, numa sinuosidade e sincronia perfeita. Em alguns momentos achei que ela não possuía coluna...rsrsrsrsrsrs. Comecei a xingá-la e ela pedia mais.
Depois de um tempo ela se coloca virada para a parede de ladinho e diz: vem, soca! Como um bom cavalheiro, obedeci. Soquei muito! Ela ia acompanhando meus movimentos e rebolando. Nossa, como rebola! Essa garota se for numa festa de casamento que tenha pista de dança, faz a noiva pedir o divórcio no mesmo instante. Ela geme, xinga e pede pra puxar os seus cabelos. Quando dei por mim, estava metendo para satisfazê-la. A safada tem o dom de te envolver. Senti que estava chegando o momento e peço para que receba meus herdeiros com a boquinha. Não deu outra, ela desceu, tirou a camisinha e deixou o meu amiguinho bem limpinho. Para minha surpresa, ela cumpriu o que disse... abriu a boca e mostrou todo o meu gozo lá, fechou a boca e abriu de novo e estava sem nenhum vestígio. Sem que eu a pedisse, engoliu tudinho. Demos uma pausa.
Conversamos sobre a sua participação no Gparena. Ela disse que adora o fórum. Nem precisava falar, ne? Conversamos sobre causos da vida cotidiana, da putanhística (ela não falou especificamente sobre ninguém, calma! Rsrsrs).
Segundo Ato
A conversa estava boa, mas o tesão começou a bater com mais intensidade, então não conseguia manter a concentração na conversa e fui me calando. Ela percebeu e foi se chegando a mim. Colocou os pés sobre mim, encostando a bunda na minha barriga. Comecei a mamar seus seios. Ela ia pegar outra camisinha, mas mandei ela parar. Como ela se atreve a querer meter comigo e não deixar eu fazer um oral nela? Ela riu, deitou e se arreganhou. Passei minutos preciosos deliciando-me com aquela buceta linda, depilada e cheirosa. Em certo momento ela pede para não parar e goza. Delícia em satisfazê-la. Rapidamente, a dama me jogou na cama, colocou a camisinha. Contudo, meu guerreirinho ficou um pouco tímido. Essas camisinhas tradicionais apertam muito ele e tiram muito do seu poder de fogo. Ela rapidamente aplicou um oral que o revigorou, mesmo com a circulação de sangue nele prejudicada, devido ao aperto. Ela vem por cima, de frente, e aplica uma montada misturada com rebolado. Depois de alguns minutos, leite na borracha!
Mais uma pausa e muita conversa sobre tudo. A conversa com ela flui, talvez por eu ser um apreciador de uma boa prosa. Ela parece aquela sua amiga gostosa que você sempre quis pegar, aquela colega de trabalho gente fina que você tem o maior tesão. Até mesmo uma prima gostosa que você tanto deseja.
Depois de alguns minutos, o tesão bate à porta...
Terceiro Ato
Pedi para pegá-la de quatro, mas antes pedi para lamber seu cuzinho. Ela me olhou de rabo de olho e disse desconfiada: “Você quer lamber meu cuzinho, né?”. Eu disse, claro.
Antes de iniciarmos mais uma sessão de sexo, abri minha mochila e tirei um pacote de camisinhas que tinha comprado no dia anterior. Ela é extra grande (diâmetro de 56mm) as normais têm 52mm. Já sabia que teria problemas com as camisinhas padrão. Perguntei se ela toparia usar. Ela aceitou. Já li relatos, não lembro onde, de meninas que só usavam camisinhas que elas forneciam. As que eu trouxe ainda estavam embaladas no pacote. Cito esse fato não para vangloriar-me, porque não faria sentido. Até porque meu amiguinho não é grande. Ele parece aqueles caras relativamente baixos, mas parrudos...kkkkkkkkkkkk.
Alícia posicionada de quatro e toma-lhe madeirada e ela começa a rebolar, xingar, coloca um braço para trás para eu segurar. Ao mesmo tempo fico louco e quero puxar os cabelos, dou tapas na bunda...ela gosta, xinga e rebola ainda mais. Vendo aquela bunda toda empinada e rebolativa para mim, comecei a elogiar e arreganhá-la. Do nada a Alícia olha para trás e pergunta: “Você não está pensando em comer meu cuzinho com essa pica grossa não, né?”. Não aguentei...por um instante eu parei com os movimentos de quadril e desandei a rir. Disse que não, só estava admirando. Mesmo rindo, voltei à meteção.
Num instante de loucura digo pra ela que quero fazer o tradicional papai e mamãe. Pensei: irei passar vergonha, pois estou acima do peso, sem condicionamento adequado. Mais uma vez enganei-me, começo a socação e a Alícia começa a gemer, gritar, xingar, se arreganhar. Ela começou a ajeitar o seu corpo e o meu. Colocou meus braços apoiados na cama, na altura de seus seios, como se quisesse que eu a prendesse. Assim o fiz!
Achei que iria ceder ao cansaço, mas ele nem apareceu. Ela pedia mais, para não parar que queria gozar nessa posição. Quando vi, estava tão focado nela, em fazê-la gozar que eu parecia um bate-estaca e sem estar cansado. O tesão nela afastou toda fadiga. Enfim, gozamos juntos.
Tomamos banho e fomos conversar novamente. Ela ficou sentida por achar que eu fiquei chateado por não ter me dado o bumbum. Eu, na verdade, achei muito engraçado o jeito que ela falou e não fiquei nenhum pouco chateado. Ela disse: “É importante pra você? Eu faço!”. Ela me olhou nos olhos e me chamou para o combate/sacrifício. A menina é show! Queria me satisfazer de qualquer jeito. Se eu pedisse pra ela transar comigo plantando bananeira, acho que ela toparia. Prontamente disse que não fazia questão do anal... kkkkkkkkkkkk.
Confrades, a última vez que degustei um “derrière”, muitos dos amigos ainda jogavam Winning Eleven no PS2 ou até mesmo no PS1 (maceteando, colocando Ronaldo e Roberto Carlos como dupla de ataque...hehehehehe). Eu era bem novo. Bem, não me considero velho. Tenho um pouco mais de três décadas e meia... Kkkkkkkkkkkkkkk.
Jurei mais de uma dezena de vezes que não estava chateado, ela disse que me daria. Custou até ela acreditar em mim. Para mim, estar ali estava sendo uma grande diversão. Estava apreciando muito.
Quarto Ato
Estávamos num maior bate-papo, já tinha visto em meu celular a hora, pois tinha um compromisso em instantes. Do nada, mudo de assunto e digo que só faltou uma coisa. Ela perguntou o que era. Eu disse que era a quicada de costas. Já estava no fim do atendimento, ela já estava naquele processo higienização mental para o recebimento de um outro sortudo confrade, mesmo assim não negou. Pediu a minha camisinha, me jogou na cama e toma-lhe quicada, rebolada...os ombros vão para um lado, os quadris para o outro. Parece que não tem coluna. Enquanto delirava pensei: essa menina deve ser praticante da dança do ventre, só pode! Kkkkkkkkkkkk.
Como cavalga! Em poucos minutos leite na borracha!
A Despedida
Tomo outro banho e ela também!
Começo a colocar minha roupa, retiro o pagamento e coloco “discretamente” sobre a mesa, assim como ela ensinou em um dos tópicos desse fórum. Ela disse que eu não estava sendo discreto, mas eu quis mostrar que li e aprendi com suas dicas. Na próxima, prometo ser mais discreto...kkkkkkkkkkkk.
Antes de ir, ainda pedi para ver aquela bunda com a calcinha cravada. A safada virou, empinou, rebolou e ainda ficou de quatro na cama para que eu a apreciasse!
Elogiei sua interação e a afinidade que tivemos. Devo destacar seu jeito descontraído para conversar. Disse que se ela fosse homem, pegaria muitas mulheres. Ela riu e disse que gostou da frase. Bem, mas depois para retratar-me, disse que mulher também pega mulher. Nos dias atuais, isso é muito comum. Não conheço a vida pessoal da menina e fiquei com medo de ter dado bola fora. Contudo, ela disse que gosta de homem! Rsrsrs. Ufa, não falei besteira!
Bem, chegou a hora de ir embora. Olhamos pela porta, se tinha alguém no corredor, não tinha ninguém, beijo e rua!
A Alícia é um amor de pessoa! Linda, cheirosa, gostosa, simpática. Durante todo o atendimento me fez sentir um rei! Recomendo e o repeteco é garantido!
Peço desculpas pelo relato gigantesco. Muitos acham desnecessário um relato tão grande, outros que eu sou puxa-saco da menina, mas é que não consigo descrever um encontro de duas horas e tão bom com poucas palavras. Admiro quem tem o poder de resumir o atendimento em poucas palavras de forma coerente. Esse talento eu não possuo.
Bem, provavelmente, uma próxima aventura só mês que vêm. Tomara que novamente os planetas se alinhem e eu saiba com antecedência o dia que retornarei ao Centro para agendar um repeteco.
Confrades, um abraço!
Alícia, um abraço e um beijo na sua boca!
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