17 de Abril de 2021 às 16:52
VIVI
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BEIJO

SIM - NãO GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO

ANAL

NãO SEI

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

NãO

E aí, confrades! Segue mais um relato.

Encontro realizado no início desse mês (abril/2021).

Entro em contato com a dama que diz que está com o horário livre. Então, caminho em direção ao AA37. Lugar que me deixa muito feliz! Ela passa o número do apartamento.

Chegando lá, toco a campainha e a Vivi me recebe com uma lingerie vermelha. Nos cumprimentamos à distância. Ela deu um sorriso tímido. Estava com semblante cansado. Estranhei isso, mas relevei. Puxei assunto e ela era bem econômica com as palavras. Quem me conhece sabe que passo longe de ser monossilábico, embora eu seja um pouco tímido, confesso. A maioria das meninas dizem que não sou tímido, por eu ser bem comunicativo, mas eu sou.

Estando diante dela e lembrando das fotos do anúncio, vejo que há um lapso temporal considerável entre os dias atuais e o momento em que as fotos foram tiradas. É a mesma menina, reconheci pela boca e pelo sorriso. Ela tem o corpo todo torneado, é definida, mas não é “grande”. Bem, isso para mim não faz diferença alguma. Só ressalto as diferenças que percebi.

Tomo meu banho e a encontro deitada no sofá-cama. Deito-me também e começo a tentar quebrar o gelo. Converso e a menina responde quase que monossilabicamente. Enquanto isso passo as mãos em seu corpo. Ela em retribuição segura meu amiguinho. Pensei que ia começar a esquentar. Beijo seu rosto, sua testa e parto para sua boca. E adivinhem...beijo sem língua! É isso mesmo! Como não costumo dar vida fácil, busquei incessantemente sua língua, enfiando a minha até sua garganta, até que ela cedeu uns 03 milímetros. Ela continuava com o semblante e a postura corporal de cansada.

Diante disso, pensei: irei dar uma animada nela. Mandei que ela se deitasse de pernas abertas e iniciei um oral e beijando aqueles lábios inferiores. Eu perco a noção do tempo fazendo um oral, adoro. Depois de alguns minutos, volto do transe e percebo que a menina está imóvel, nenhuma contração. Penso: será que ela está morta? Olho para cima e a vejo de olhos fechados. Ao perceber que eu a olhei, soltou uns três gemidinhos de gente que está cansada. Sei que estou sendo repetitivo com a utilização do adjetivo “cansada”, mas essa é a palavra que melhor define esse encontro.

Ao analisar tal cena e lembrar que quem pagou para ter momentos felizes foi eu, deitei e a botei para mamar. Ora, não me desloquei até a Cinelândia e paguei para fazer a garota dormir. Devo confessar que o oral foi gostoso, muito bom mesmo. Quase queimei a largada. Achei que a coisa ia engrenar e mandei colocar a capa. Fui no papai e mamãe e soquei alguns minutos. Ela gemia baixinho. Não ligo se a garota geme ou deixa de gemer, mas parecia que ela estava em outra dimensão. Dessa forma, soquei o mais forte e rápido que consegui. Cansei. Ela pede para vir por cima. Fiquei animado, pois por ela ser frequentadora de academia, deveria ser uma campeã na arte do agachamento. Enganei-me novamente confrades, não completou 2 minutos e disse que estava cansada e queria que eu a comesse de quatro. Atendi o seu pedido e soquei uns minutos até encher a borracha. Ela se deita novamente, retiro a camisinha e fico com ela nas mãos procurando onde descartá-la. Depois de algum tempo, ela diz que era para jogar na lixeira do banheiro. Ainda faltavam uns 15 – 20 minutos, mas fui direto para o banho.

Enquanto me arrumava, conversávamos e ela se soltou mais. Conversamos sobre amenidades. Acabei de vestir-me e fui acompanhado até a porta e recebi um abraço de despedida.

Classificarei como neutro esse relato, embora outros mais criteriosos dariam um negativo. Entre transas e pausas ela até conversava um pouco, mas nitidamente estava cansada. Não me tratou mal e fez o que eu queria, embora as minhas vontades estivessem reduzidas pelo seu estado de espírito. Por isso, darei um neutro, embora tendesse para um neutro-negativo, caso essa classificação existisse. Resumindo: esforcei-me para não dar um negativo.