03 de Junho de 2021 às 12:28
NANDA MARTINS
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

NãO

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Confrades, esse encontro aconteceu anteontem também. Tinha deixado esse encontro pré-agendado e confirmei pela manhã. Esse também era um encontro para ter acontecido em março, mas como disse no relato anterior, o coronavírus não permitiu.

Como minhas idas ao Centro são cada vez mais esporádicas, tenho que aproveitar essas janelas de oportunidade que surgem.

Chego ao local da Nanda e após um tempinho ela autoriza minha subida. Conheci um novo andar do prédio. Ela me enviou o número da sala por áudio, mas por algum motivo, talvez velhice, adicionei um número a mais e ia tocar a campainha do apartamento ao lado. Sorte que ao chegar à porta, decidi ouvir novamente o áudio. Bem, passada essa minha encheção de linguiça, vamos aos fatos.

Toco a campainha e após poucos segundos, uma bela mulher loura abre a porta e me recebe com um sorriso radiante e um abraço apertado. Eu, devagar como sou, ainda estava de máscara e nem pude beijá-la. Só percebi depois que o abraço cessou e meus óculos estavam embaçados pela minha transpiração. Lamentável de minha parte! : Puto

Nanda com um corte/penteado muito bonito. Olhar marcante. Lábios com batom de tom escuro (não me perguntem a cor, não enxergo muito bem). Estava com uma lingerie preta muito sexy: calcinha preta e outra peça transparente que parecia que era unida ao sutiã. Gente, perdoem-me, mas não sei nome de peças de roupas e lingeries femininas. Neste caso, sou um fracasso.

Nanda estava radiante e muito alegre, enquanto ela degustava um capuccino, conversávamos. Local muito agradável e aconchegante. Parece que você está indo visitar uma namorada que mora sozinha, ou para os adeptos, visitando uma amante. Fui tomar uma ducha gelada e quando volto, conversamos bastante tempo. Conversar com a Nanda é entretenimento certo, principalmente para um cara como eu que adora uma prosa. Ela tem histórias demais para contar. Calma, ela não falou de ninguém em específico. Sacárstico

Vamos aos atos. Teve um momento em que não me contive e disse pra ela que estava há meia hora com vontade de agarrá-la. Ela sorriu, ficou de quatro, empinou-se e disse: “Vem, me agarra!”. Bem, missão dada, missão cumprida. Começamos a nos beijar. Ela com beijos suaves e eu com a afobação que me é característica. Evil Ainda bem que ela não leva a mal. Risada Quando dei conta, a peça transparente unida ao sutiã tinha desaparecido. Ela ia tirando a calcinha...levou um puxão de orelhas. Ela deita e se empina para que eu retire sua peça. Aproveito e já caio de boca naquele rabo lindo com marquinha matadora. Pqp! Deito por cima e vou beijando sua nuca e seu rosto.



Ela me joga na cama e vem torturar-me com sua marca registrada/patenteada: o oral. Confrade, se você ainda não experimentou, se dê esse presente. Praticou o ato por muito tempo, nem consigo mensurar. Confesso que tive que segurar para não queimar a largada. Só pude segurar, pois tinha praticamente acabado de vir de um outro “duelo”, como diz o confrade Yojiro. Depois foi minha vez. Nanda tem um ponto fraco que é o oral. Fica molinha. Investi bastante tempo na xoxota da dama. Questão de honra fazê-la gozar. Até que finalmente consegui. Mais uma vez saio com a língua dormente de tanto usar. Evil

Encapo meu amiguinho e vamos para mais uma alegria. Ela pergunta como queria. Quis papai e mamãe pra iniciar. Na última vez não tinha feito essa posição. Em determinado momento empolguei-me e fiz um movimento como se estivesse mergulhando de barriga em uma piscina. Fez maior barulhão. Perguntei à Nanda se estava bem. Ela disse que sim, acho que ficou com pena de minha cara de assustado. Risada Lamentável!

Depois de um tempo ela se coloca de quatro. Que tentação. Marquinha linda, pelinhos descoloridos, pele macia e cheirosa...difícil esquecer. Que bom! Soco por um bom tempo, intercalando com pequenas pausas para admirar o corpo da dama. Confesso, pra respirar também. Risada

Depois, ela me jogou na cama e veio por cima numa quicada insinuante, combinada com um olhar e sorrisos sedutores. Ela estava bem risonha, acho que o capuccino estava “batizado”. Sacárstico Yes Bem safada. Ficaria horas assim, sentido sua ppka quente e molhada, mas já era final do dia e ela devia estar cansada, mas em nenhum momento refugou ou reclamou. Pra me matar, ela vira de costas e dá-lhe quicadas. Pqp! Achei que gozaria fácil, mas aí que fiquei com mais fogo. Contudo, sabia que o tempo estava correndo e precisava gozar. Destaco que em nenhum momento a Nanda fica controlando o tempo. Então, para realizar meu intento, a coloquei de quatro apoios e soquei até a iminência de gozar. Quando estava próximo ao ápice, retirei a camisinha e pedi para despejar os meus herdeiros na boquinha da Nanda. Coisa que não tinha feito no outro encontro. Caio desidratado e sonolento em sua confortável cama enquanto ela foi fazer sua higiene.

Tomo meu banho, pago e me visto. Para minha alegria, Nanda disse que desceria comigo. Iria embora também. Então como um bom admirador, observo Nanda se transformar em “Civil”. Desde a calcinha que era tão provocativa quanto a que ela me recebeu, até o seu vestido jeans (Aquela roupa era um vestido, né, Nanda? Risada ). O TD já tinha acabado, mas não me contive e mesmo com a Nanda vestida, quando ela se inclinou para pegar algo no armário, passei a mão, dei um tapa e apertei seu bumbum. Na hora me toquei e percebi que estava cometendo um assédio. Desculpei-me. Ela riu e disse que sou bobo.

Contudo, ontem e hoje acordei às 05h30 e arrumei-me esperando a chegada, às 06h00, de um oficial de justiça e policiais civis com um mandado de prisão por assédio/estupro. Bem, não sei qual é a tipificação penal nesse caso. Sacárstico Após mais esse ato lamentável, descemos. Chegando ao térreo, ela conversa com o tiozinho da manutenção enquanto a espero na saída. Ao virar-se, o tiozinho da manutenção, o porteiro e um entregador que lá estavam, curvam a cabeça e admiram aquele bumbum rebolativo, agora coberto com uma camada de jeans.

Fomos juntos em direção à Uruguaiana conversando. Enquanto conversávamos sobre assuntos variados, admirava a Nanda com suas roupas “civis”. Confesso que deu vontade de encostá-la em uma das inúmeras paredes e dar uns amassos nela. Girl9 Mas aí já é caso de castração química. Risada Contive-me. Chegando à estação de metrô, nos despedimos com um tchauzinho em meio à aglomeração da Uruguaiana.

Bem, sou suspeito pra falar da Nanda. Apesar de só termos realizados dois TDs, gosto muito dela. Bonita, simpática e cativante. Se você a tratar como uma princesa, ela não te tratará como um príncipe, mas como um rei. Sei que há uma corrente entre confrades que não curtem quando um forista elogia a GP. Mas como não elogiar quem te atende bem? Eu elogio atendimentos bem feitos, mesmo quando não há nenhum tipo de envolvimento como por exemplo, o motorista do UBER, um atendimento telefônico, um aplicativo baixado no celular. Por que não elogiaria quem realizou um serviço muito bem prestado em que houve “altas doses” de intimidade? Provavelmente com este relato serei chamado de BOP. Não me considero, mas aceito o título. Podem chamar-me de BOP, BOPE, CORE, DRACO, DEAC, Ddef, DECRADI, DELFAZ, DRFC, DRFA, DEAM etc. Fiquem à vontade!

Confrades, até a próxima! Pode ser semana que vem ou mês que vem. Quem sabe?