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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
. Vergonha eu passo de graça mesmo.
. Também passei um tempo trabalhando fora do RJ.Alguns dias após meu retorno ao estado do RJ, tive um compromisso de última hora no Centro. Olho o status do Wpp e vejo que uma menina foi “sequestrada” por um cliente, outras não tinham mais horários. Então, dei um tiro certeiro: Onix. Essa nunca decepciona.
Pergunto quem estava livre e escolhi a Karen. Sei que alguns confrades gostam das apresentações, mas eu sou muito indeciso e se mais de uma forem simpáticas, demoraria mais tempo para escolher do que transando.
Ao chegar, a Júlia me encaminha para um quarto e disse que a Karen brevemente viria. Ela chegou num vestidinho preto. Cumprimentou-me com dois beijos e perguntou se eu queria ficar ali mesmo ou ir para um quarto maior. Indeciso, passo a bola pra ela que diz que o outro era mais espaçoso e melhor. Tinha razão. Ela me deu uma toalha e fui tomar meu banho. Ela voltou e arrumou a cama.
A Karen possui a tez morena, suave e macia; cabelos pretos e longos, com bastante volume; sorriso suave e de aparelho que confere um ar juvenil; olhos pequenos, mas vivos e maliciosos.
Depois de arrumar a cama, volta-se para mim e pergunta qual música eu gostaria de ouvir. Mais uma vez passo a bola pra ela. Ela escolhe Alok. Pergunta se pode tirar o vestido . Lógico que consenti. Um espetáculo! Marquinha de biquíni em dia. Estar com a marquinha em dia é um pré-requisito para trabalhar na Onix?
. A dama pôs seus braços em meus ombros e começamos a nos beijar em pé. Ficamos assim um bom tempo. Em determinado momento, fiquei beijando e olhando a imagem da bunda da Karen no espelho. Que simetria! Que bunda espetacular! Minha mão escorregava por aquela pele macia e ao mesmo tempo beijava aqueles seios pequenos e gostosos e subia para o pescoço. Nesse momento ela segurava e apertava meu pequeno amigo. Quase queimei a largada ali mesmo. Eu estava com tesão de adolescente.
Em determinado momento, ela faz menção de abaixar e brincar com meu Pequeno Amigo. Não deixei. Coloquei a menina sentada e me perdi ali. Buceta pequena e delicada. Fiquei um bom tempo degustando. Pedi que ficasse de quatro e continuei chupando a menina. Dei um trato no cuzinho dela. Percebi que ela gostava de ser chupada ali.
Após algum tempo, ela pede para me chupar e manda eu deitar. Como mama gostoso! Em vários momentos, ela engolia meu pau até bater em sua garganta. Tive que pedir pra parar, pois pela segunda vez quase queimo a largada. Ela pega a camisinha e coloca no meu pau. Vem por cima, olha pra mim com cara de safada. Vira para o espelho e fica me encarando enquanto admiro aquela imagem dela por cima de mim.
Elogio sua bunda. Aí ela me diz: “Então vem e me come de quatro, porque aí você vai meter olhando para ela”. Nesse momento eu já estava igual o Vasco da Gama jogando fora de casa: dominado pelo adversário. Sabendo que eu ia gozar rápido e que o tempo passava, pedi pra ela quicar de costas. Meus amigos, que visão! Ela levanta o quadril e diz: “Põe seu pau dentro da minha buceta”. Quicou demais. Tive que pensar nos preços do supermercado para não perecer ali mesmo.
Coloquei ela de quatro, segurei em seus cabelos longos e volumosos com uma mão e com outra segurava a cintura e dava tapas em sua bunda. Não aguentei muito tempo. Disse a ela que já estava quase gozando e não ia segurar. Aí ela diz: “Então dá leitinho pra mim”. Essa foi a senha pra estourar o champanhe.
Depois disso, deitamos e ficamos conversando. Falamos sobre relatos e ela disse que lê todos. Comentei sobre alguns, mas ela não tinha lido. Então lemos e ela ria muito. Ela ficou impressionada com a riqueza de detalhes das descrições das fodas.
. Ela disse que a gente fazia as posições já pensando em como descrever.
. Perguntou se eu postava. Eu disse que fazia tempo que não.Depois disso, banho e rua. Impressionante a discrição da casa. Não vi nenhum confrade, apesar da casa cheia. Só vi algumas meninas numa sala – o que é ótimo.
. Na verdade, só vi alma masculina nos corredores do térreo.
Até a próxima.
