BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
NãO
Mantive um caso com uma garota que ficou muito famosa nos fóruns entre 2018 e 2019. Eu a conheci em uma Termas e, por perceber a sua extrema beleza, sugeri que buscasse caminhos mais independentes, onde não a explorassem. Ela aceitou, se tornou Freelancer e faturou tanto que conseguiu montar um negócio e encerrar as atividades como garota de programa. Vou chamá-la somente de Lu, uma redução do nome que ela usava como profissional.
Lu é uma morena clara, alta, corpo suculento de falsa magra com curvas definidas, cabelos negros e compridos, um rosto belíssimo. Seu desempenho na cama refletia algo fora de série. Entregava-se como poucas, gozava sem pudores, fazia um anal que me deixou lembranças eternas. Nova, devia ter na época uns 25 anos. Negar para quê? Acredito que eu tenha me apaixonado por Lu nesse período, tivemos uma convivência visceral e descobrimos um forte interesse em comum: os swings.
Lu adorava clubes de swing e eu partilho do mesmo gosto. Talvez, porque adorasse sexo e cultivasse predileção por orgias. Imaginem o sucesso que eu fazia quando entrava num clube de swing de mãos dadas com uma mulher lindíssima e de voltagem sensual elevadíssima... Lu era um espetáculo à parte em qualquer swing. Juntos, visitamos vários.
Certa vez, o 2a2 marcou uma festa a fantasia e Lu se entusiasmou. Passou alguns dias falando disso e preparando o seu projeto. Decidiu que iria de Malévola, uma Malévola intensamente sexy. Obrigou-me a ir como Zorro, que não tinha nada a ver com Malévola e é provável que eu tenha sido o primeiro Zorro barrigudo da biografia do personagem. O que eu não fazia por Lu? Fui de Zorro, numa fantasia comprada na Rua da Alfândega.
O 2a2 nasceu em Copacabana, num pequeno espaço ao lado do Copa D'Or. Fez fama, foi pioneiro. Quando se mudou para Botafogo, na casa ampla onde está instalado atualmente, quis se sofisticar e não encontrei mais a mesma aura mundana que existia em Copa, mas é uma ótima opção para quem curte a modalidade de lazer que oferecem.
O manobrista se apressou para abrir a porta do meu carro. Lu desceu do veículo e despertou suspiros e aplausos dos taxistas parados no ponto. Quando saí do carro, foi um festival de gargalhadas. Relevei, pois sei que para mim teria sido melhor uma fantasia do Sargento Garcia. Entramos no 2a2.
Casa cheia e poucos fantasiados, o que acentuou ainda mais o meu vexame. Lu, deliciosíssima como Malévola, saboreava a sua glória. A boate possui dois andares, é feita de penumbras e sofás, sendo que a parte de cima é reservada para o pecado. Espaçosa, se torna claustrofóbica em dias de grande público. Lu queria beber e sabendo dos preços do 2a2, previ que a minha conta bancária cairia para metade do saldo corrente. Eu gostava de vê-la alegre, eufórica com a sua tara por sexo coletivo. Em certo momento, ela veio cochichar ao meu ouvido.
— Amo este ambiente.
Não precisava nem ter me confessado, eu via em seus olhos a manifestação selvagem da Pombajira. Dançamos, bebemos, brindamos à vida. Um casal feliz e desajustado. Hora de subir, Lu queria o sabor da aventura, do sexo livre.
A parte superior é, de certa forma, dividida em três áreas: uma dark room, uma passagem e o recinto do sexo visível. No quarto escuro, eu a minha parceira fomos abordados por um casal, um gringo acompanhado de uma mulata que consegui identificar através de um miserável facho de luz que penetrava no aposento. Sinto imensa dificuldade para enxergar no breu, minha visão não se acostuma, foi pelo tato que constatei o corpo mole e flácido da mulata. Perdi o tesão. Lu também encontrou problemas com a ereção do gringo e desistiu. Rumamos para a área do bacanal exposto.
Lu se interessou por um rapaz e ele demonstrou reciprocidade. O jovem estava acompanhado de uma loira que não me merecia, coitada. Se aproximaram, começa a sarração, Lu puxa o cara para a cama coletiva, tira a roupa e o sexo tem início. Subitamente, a loira arreia a minha calça, sabota a minha fantasia e exibe Pikachu para o mundo. Pikachu, por sinal, estava revoltado comigo por obrigá-lo a viver o papel de “espada do Zorro”. A loira mergulha em Pikachu num dos boquetes mais extraordinários que me fizeram até hoje. Em transe, avisei que ia gozar, a loira tira a boca e me masturba. Acho que meu esperma se aninhou na metade das pessoas que estavam no salão. Foi esperma para tudo quanto é lado. A loira ri e Pikachu se encolhe como um caramujo tímido.
Quando consegui reabrir os olhos, me deparei com a maquete do Inferno. Lu rodeada de casais, distribuindo boquetes, beijos lésbicos e uma fila de maníacos se formava em busca de penetração. Corri para resgatá-la, mas não pensem que foi fácil tirá-la de lá. Ela não queria sair. O problema do swing para mim é que dificilmente aguento mais de uma ejaculação. Gozo e me entedio. Dançamos mais um pouco e nos despedimos do lugar.
Desgrenhado e com a calça torta na cintura, esperei o manobrista trazer o Sucatão. Olhei para Lu e ela parecia ainda com fome de sexo. Como consolo sugeri irmos a um Mc Donald’s, sua segunda paixão, ela topou. Saciados, retornamos para um epílogo ardente em minha cama na bucólica Tijuca.