BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
NãO
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Victoria aceita. Encomenda um mamão com laranja, sem açúcar.
- "Beleza, vou levar."
'Nos afinamos também no paladar' - penso; pois nunca fui de colocar açúcar em nada, nem mesmo no café. Mesmo assim me fodi,
soçobrado em mares de Cutty Sark.
Tudo bem, foi uma boa jornada. Ainda é.
Enquanto o cara prepara o suco, vago o olhar na rua à procura de um mendigo que anda por ali, na Cinelândia... é um sujeito diferente, tem um olho só (feito Camões), e não pede dinheiro, cigarros, nem comida - pede água! Água mineral, bem gelada. Interessantes os rastros que a poesia deixa no cotidiano...
Contudo, o suco fica pronto, envasado pra viagem, e o mendigo da água bem gelada não emerge na cena. Paciência, fica pra outra vez.
Sigo meu caminho, e uns poucos metros adiante conquisto a entrada do AA37, licencioso paço da cidade.
- "17", peço à ascensorista, e subimos àquele patamar, 51 metros acima das lojas de suco da cidade.
Chego à porta, toco o interfone.
Uma voz metálica me atende. Séria.
- "Alô... pois não.."
- "Oi!", digo
- "Quem é?"
- "Chinaski"
- "Quer falar com quem?"
- "Ééé... humm...", balbucio, meio sem jeito (conferindo o número na porta pra ver se estou no lugar certo).
- "A Victoria está?"
- "..."
(A voz metálica some... O corredor rapidamente fica mergulhado em silêncio).
Então, instantes depois, num clique, a voz ressurge:
- "A Victoria não está. Saiu."
- "Não? Hã? Ah... humm..."
Tento arrumar as ideias, entender a situação, mas estou atônito.
... .. De repente, a porta se abre.
Vicky, mal conseguindo conter o riso, me olha tête-à-tête (flagra o espanto abobalhado em minha cara, minha expressão de 'puuutz! ha haha').
- "Aaaahh! Você, hein...", digo, bestamente.
E explodimos numa gargalhada.
Adoro essa intimidade que temos! É algo que germinou desde a primeira vez em que nos vimos, e floresce a cada encontro.
- "Vem, vem."
Vicky me puxa para dentro da sala. No pequeno hall, nos beijamos, ainda rindo do trote improvisado por ela.
Depois, já no quarto, lhe entrego a bebida e mais um presente, que tiro da mochila - levei de surpresa: um livro. Ela retira o papel do embrulho, delicadamente.
Começo a me despir.
De soslaio, observo-a olhando a capa, curiosa (queria saber se faz tempo que ela não ganha um livro de presente... mas, não pergunto). Vou ajeitando a roupa no cabide pendurado à porta, enquanto conversamos um pouco sobre aquele romance, do qual me fiz personagem.
Ela me dá uma toalha e se certifica que o banheiro está livre pra mim.
- "Só um instante, amor, vou guardar o suco e já volto", ela me diz, quando retorno ao quarto, de banho tomado.
- "Ok".
Penduro a toalha junto às minhas roupas, e aguardo: espera breve. Ainda bem, pois além da saudade e desejo (que só começamos a extravasar), a urgência do tempo exíguo tem sido bastante presente pra mim, demasiadamente real, na vida a fruir.
Mas Vicky retorna... sempre com aquele sorriso lindo, um bálsamo de luz.
E nos atamos, num beijo.
Estou pronto pra ela.
Colho no tato das mãos suas costas macias... Lábios e línguas se passeiam, nossas bocas se abrem à fome e sede um do outro, insaciáveis.
Ela se deita... Os cabelos em desalinho desenham arabescos no travesseiro...
Debruçado sobre ela, sigo beijando e acariciando seu corpo... Ela puxa a lingerie preta, desnudando um seio, e brinco com o biquinho rosado... (Victoria é toda branca e cor-de-rosa e linda. Incrível como Deus em sua graça cósmica é capaz de criar uma mulher assim, enquanto a grande maioria não tem nada, ou quase nada). Ela então retira de vez o soutien, e chupo também seu outro seio...
Tomo a iniciativa, vou envolvendo todo seu corpo, beijos e mais beijos... baixo sua calcinha, e Victoria se revela em plena nudez, liberta e bela sobre o lençol. Faço uma pausa para olhá-la, fascinado!..
Ato contínuo, ainda em pé ao lado da cama, me adianto em direção ao seu rosto e ofereço o pau à sua boca. Ela o acomoda, deliciosamente... da glande até a base, me suga, lambe... se esbalda e me leva à loucura! Me ofereço mais, apoiando um pé no colchão; Vicky corresponde, vem por baixo e chupa meu saco, girando a língua nas bolas... Urro de prazer!
Fico por ali um tempo, curtindo...
Pelo pequeno espelho junto à cabeceira assisto sua boca fazendo maravilhas em mim: Victoria é mágica!
Depois, me deito sobre ela para sentir os nossos corpos aderidos, nus... e assim nos beijamos, ardentemente, uma vez mais.
Inicio uma descida, sempre aos beijos, devagar, percorrendo seu corpo
- caminho traçado no sal da pele -
até roçar a boca no seu sexo.
Linda, rosa e deliciosamente molhada: é de enlouquecer!
Dou uma lambida, de leve, sobre o grelinho.
- "aaahh... que boca!", ela exulta.
Entre suas coxas, bebo da régia flor a seiva, entregue à correnteza ígnea do seu corpo.
Ainda ofegante, Vicky se apruma de quatro, na cama, pra me receber... Camisinha posta, me encaixo naquela maravilha rosa e linda, meto tudo; deslizo carinhosamente por dentro daquela boceta, até o fundo.
É o nirvana!.. Seguro em seus cabelos e nas ancas para não cair daquele sonho bom...
Ela meneia os quadris - e o mundo, então, se torna um imenso caleidoscópio delirante, flores psicodélicas giram na atmosfera do quarto enquanto Victoria rebola com meu caralho todo enfiado nela.
Somos dois vadios enamorados, 17 andares, 51 metros acima do burburinho da cidade, no enlevo de uma tarde breve de Amor.