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RELATOS DO CHINASKI

KARINA DO UBER - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 98230-4803
KARINA DO UB
POSITIVO
TEMPO: 120 MINUTOS VALOR: R$300.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI SIM R$0.00 SIM

13 de Dezembro de 2024 às 13:12



Recebo no whatsapp uma mensagem da Karina, parabenizando pelo Botafogo, campeão da Libertadores. E me convidando para uma comemoração a dois, na sala dela, regada a um bom vinho.
Ela é incrível! Gentil, elegante... tem sempre uma carta que tira da manga (ou da cinta-liga), em forma de gesto amoroso, pra oferecer.

Aceitei de bate-pronto, é claro!

Detalhe: por feliz coincidência, ainda seria nesta ocasião que o meu "cartão de fidelidade" (aquele do açaí, vocês sabem), seria completado. Ô sorte! Assim, combinamos uma data em que fosse possível reservar duas horas para nós, entre o meio e o final da tarde, para esta celebração tão especial.

---- o0o ----


Karina me recebeu com seu sorriso alvo e uma negra lingerie.
Estava lindíssima!


Nos beijamos ainda junto à porta, no hall.
Uma chegada triunfal, de alterar a respiração e acelerar as veias...
fico de pau duro imediatamente, minha pica campeã da América
mal cabe dentro da calça!

Beijos e mais beijos se buscam numa torrente, para alegria
do meu coração botafoguense (aos pulos!)...

Estávamos com saudade...

Nos recompomos, brevemente: ainda há muito o que aproveitar, nessa tarde.
Karina sorri, olhos nos olhos comigo; me puxa pela mão, "Vem", ela diz, e, como
dois namorados, avançamos ao quarto.


"Trouxe uns petiscos", digo, passando às mãos dela uma sacola.

"Ah, legal... Também tenho uma surpresa pra você!"
Karina, então, me entrega algo que ela preparou especialmente para o nosso desfrute,
naquele encontro. (Que garota ousada!.. Muito criativa!)
– mas não vou revelar pra vocês que surpresa foi essa... he hehe..

Fui tomar uma ducha, enquanto ela desembrulhava os acepipes.

Na minha volta ao quarto, a mesa estava servida. Erguemos um brinde à arte dos bons encontros pela vida.
E nos sentamos para beber um pouco, beliscar uns pasteizinhos de queijo... colocar o papo em dia.
Momento de grande prazer!

Sorrisos e mais sorrisos, Karina é adorável!

Aos poucos, ela se achega... Puxa a cadeira e entrelaça as pernas comigo... Inclina o corpo pra frente e me alcança, num beijo intenso... Afaga meus cabelos, desalinhando-os docemente... ato contínuo, flui o gesto, descendo pela minha nuca, ombros, peito... Inebriado, retribuo – percorrendo o sentido inverso ao tomado por ela: passeio as mãos por suas coxas, ancas... sempre aos beijos... e vou subindo por sua cintura, pelo dorso... busco o fecho do soutien, para abri-lo (sou bom nisso), mas não acho. Ela mesma, então, se livra da peça (era um top, na verdade, não tinha fecho), pondo à mostra os seios... beijo, sugo, brinco em seus mamilos.

Karina se entrega... e evoluímos, como num passo coreografado, para a cama.

Me lanço ao jardim das delícias, juntando com muito carinho as flores que vou encontrando: uma mordidinha aqui, outra acolá, nos pontos certos (navegar é preciso), beijinhos, lambidinhas (nos pontos certos) - ela se contorce... Sigo atento aos sinais... Obstinado em levá-la ao ápice, vou abrindo caminho com a boca...

... até atingir sua boceta, magna flor desse jardim.

Alterno movimentos com a língua, sugo seu grelinho... Sinto na boca toda a potência do seu sexo!
A pele dela se arrepia... Karina fica molhada!.. Me dedico com afinco, me delicio, não dou trégua...
Sua respiração muda e ela começa a dizer coisas... Me segura pelos cabelos, ali, mergulhado entre suas coxas...

"AIÊÊ!!.. ASSIM... QUE CHUPADA!!.."

Seu quadril se ergue, levemente... e então ela vem com tudo! Vem com tudo pra mim: colho na boca, numa longa chupada, forte, todas aquelas ondas de prazer que perpassavam seu corpo. Karina dá-me de beber em êxtase o seu néctar.

Me deito ao lado dela. Feliz, lambuzado!..
Ela vem, sem descanso: quer mais, quer agora.
Karina é elétrica!

Eu, pobre escriba precário... Mas tenho o pau em riste!
E ela, então, se diverte! Segura ele, me olhando de um jeitinho sacana... e começa a me chupar com uma sutileza de endoidecer! Fecho os olhos, capturado por aquela língua que percorre TODO o meu caralho!.. gira na glande e escorre lânguida, num carinho de nuvem até a base... depois retorna... Indo e vindo, indefinidamente... Entre chupadas e lambidas, numa dessas descidas, ela vai um pouco além e começa a me lamber as bolas, enquanto me punheta; sutil, lentamente... cada movimento se faz sentir ao máximo...

Karina desbrava meu corpo com sua boca... Encontra meu ponto fraco, sou atravessado por um frisson, deliro de prazer! Ela se excita... fica louca de tesão...

Deixo-a se esbaldar!... Quando estou a ponto de atingir o clímax, entro em luta comigo mesmo para me desvencilhar dali: é difícil querer abrir mão de tanto prazer. Ela também deseja continuar, se empenha em manter a posição. Quase me deixei finalizar... mas o desejo de penetrá-la prevaleceu.

"Da próxima vez eu te algemo", diz ela, rindo...

Peço a camisinha.


Ela se deita de ladinho. Abraço-a, me encaixando; meu pau encontra o caminho entre as veredas do seu corpo e se enfia naquela boceta...

Estava bom o entra-e-sai, mas sou meio desajeitado nessa posição... logo ela me diz: "Peraí, meu bem". Me detenho por um instante, obediente. Ela então, num movimento só, faz um rebolado que arruma meu pau lá dentro e deixa o engate perfeito! Incrível!
Karina é mágica!

Aí, puro deleite, ficamos nessa, de ladinho, por um bom tempo!.. Achei que íamos assim até o final (que não parecia estar tão distante). Ledo engano... ela quer mais, e quer agora... "Me pega por trás, amor", diz, me olhando de soslaio.

Me desprendo, então, de seu quadril...
Ela se ajeita de bruços e empina a bundinha... Minha pica, dura como pedra, lateja... Um pouco de gel e, uma vez mais, encontro o caminho. Dessa vez, deslizo o caralho pra dentro daquele cuzinho... enterro tudo, até o talo.

Pelo espelho, vejo a cara de tesão que ela faz ao ser penetrada... fico transtornado com aquilo! Louco!
Falo absurdos sem sentido... Karina de olhos fechados, gostando, o meu caralho todo enfiado... Safada! Toda empinada pra mim, com aquela cara de tesão no espelho... Tento dizer como está linda, mas nem sei se consigo, já não sei mais nada que estou dizendo... não sou mais senhor de mim... Sou uma acha ardente, todo o meu corpo vibra num enlevo insano! Sou a Ascensão pintada por Dalí, sou um pássaro de fogo no arrebol... sou um bicho fodendo a fêmea no cio.


---- o0o ----



No silêncio de depois, ainda na cama, recostado, contemplo a atmosfera do quarto.
Partículas quânticas do sexo consumado flutuam dispersas, no ar...? Divago.

Karina, olhos fechados, enroscada comigo.
Aos poucos, desperta...

Sorri (que linda!), me beija... e se levanta para ir até a geladeira e nos servir de mais bebida. Aproveito a deixa pra me levantar também, tirar a camisinha... Quero ir até o banheiro e me lavar. Ainda temos um tempo, um fim de tarde para curtir juntos.

Mas eis que algo INSÓLITO acontece!!...

Havia um objeto perto da geladeira, junto à janela - e o lugar tem uma baita janelona, de cinema. O troço estava embalado, não sei o que era. Algo grande como um par de esquis. Não sei se estava em falso... mas o fato é que, quando a Karina abriu a geladeira, aquilo se desequilibrou e caiu, levando consigo de arrasto a cortina.

Ficamos expostos, nus!
Largados & pelados na selva urbana do Rio de Janeiro!

Karina, num ato reflexo, se joga no chão como se estivéssemos sob um ataque aéreo! E estávamos mesmo à mercê do bombardeio de sabe-se lá quantos olhinhos e câmeras de celular por detrás das janelas dos edifícios em frente! Ela rasteja pelo quarto - agente do FBI - em busca de algo pra vestir...

Eu, pego de surpresa, em pé no meio do aposento, caralho pendurado à mostra, encaro o imponente paredão de vidro... Sem saber o que fazer, abro os braços e grito aos arranha-céus diante de mim: "ALÔ, RIO BRANCO!!" ... "SALVE O CENTRO DA CIDADE!!".
E rebolo, dou uma dançadinha, fazendo girar o pinto feito uma hélice: É O PASSO DO PIRUCÓPTERO!

Karina ressurge na cena, rindo... divertida e meio aflita. Está de pé, vestiu-se... (mas é uma pecinha de roupa que vai só até a cintura... aberta e transparente). Continua portanto, nua – e linda!

Ela vem carregando uma cadeira para perto do janelão.

Me adianto para ajudá-la, pergunto se tem uma escada... Não tem. Ela, então, apóia um pé na cadeira e, agilmente, salta para a janela (!!!)... Pego do chão o varão da cortina e entrego a ela.

Karina caminha de lado, equilibrando-se no peitoril... Na ponta do pé, ergue a extremidade do varão até o suporte e a encaixa. Aí, mais cinco passinhos de lado, vai pelo peitoril até o outro lado da janela... e fica na pontinha do pé outra vez, para ajustar a outra extremidade do varão.

Só que, quando uma ponta encaixa, a outra solta!...

Isso segue, num balé sem fim:
plié, elevé... plié, elevé... cinco passos pra cá, cinco passos pra lá, prende uma ponta do varão e a outra solta... Karina fica indo e vindo de lado pelo peitoril, nua na janela: é a dança do siri!

Faço menção de subir na janela também, segurar uma ponta no suporte enquanto ela encaixa a outra, mas ela não deixa (graças a Deus).

Então, se lembra que tem um rolo de fita adesiva.
Vou buscar!

Começo a cortar, tiras longas, orientado por ela.
Karina dá voltas com a fita para atar uma ponta do varão, depois a outra, nos suportes...

– Fim do espetáculo!


Ainda deu tempo de beber mais um pouquinho...

Fico olhando, admirado, aquela gambiarra que ela, não sem esforço, conseguiu habilmente criar...

"Isso dava um relato, hein, meu bem!", ela diz,
e caímos na gargalhada.






P.S. - Prometi a ela que se o Botafogo fosse campeão de novo, isto é, se conquistasse também o Brasileirão, eu escreveria esse relato. Então, aí está, honrei minha palavra.

O Botafogo ergueu suas taças... e nós também: Saúde!!


A felicidade é um açaí estampado num cartãozinho.
E a estrela solitária pulsando no meu peito.

predador69, Eddie Adams, ronondex, Conde Da Valáquia, Lipe, Y@N, Possuído, Yami Mysterio, Getúlio, Sueco, LP come queto, Detonador, Tyrion, BombeiroRj, Karina do Uber, VPN, Oscar, The Shy, Thor de Copacabana, curtiram esse TD.
MAYA GUEIXA - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 97525-7188
MAYA GUEIXA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$200.00
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10 de Setembro de 2022 às 01:09



Devassa confraria, Salve!


/ Viver tão só de momentos
como estas nuvens no céu /

- versos da "canção do dia de sempre",
de Mario Quintana.

Pois hoje eu vivi um idílio assim: Maya adormeceu abraçada a mim, depois do Amor, deitada em meu peito; a mão pousada sobre o meu caralho nu.


Fiquei o mais que pude, ali, intuindo seus sonhos de Gueixa... O tempo correu solto... até o instante (mais que adiado) de despertá-la com um leve carinho no rosto: eu precisava ir embora.


Momento-céu, de profunda intimidade; uma das coisas mais bonitas que já me aconteceu.


Passei pra contar.


https://youtu.be/7xMydSJy4zI

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
Don Santão, rpf, LP come queto, Bart, Sueco, Marcela Leal, Curumim, curtiram esse TD.
LISBELA VARELA - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 98886-7953
LISBELA VARELA
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TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$250.00
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03 de Setembro de 2022 às 01:09



Lisbela


Há tempos que eu sabia da sua existência... Sabia assim, de ouvir falar: relatos, fotografias...
Mas naquele dia, última sexta-feira de agosto, tive a sorte de vê-la vivamente!... Pude lê-la, colher seu sorriso e o sabor dos lábios... sentir nas mãos a temperatura da sua pele nua.
Sorver a magrelícia pluma lânguida - ah, como oscilou, belamente anarquista, os seus quadris, quando se abriu a mim o navegar entre suas pernas!.. Como ofegou, tremeluzente, quando bebi na fonte os versos incendiários do seu corpo!...


Fizemos amor duas vezes naquela tarde.

A primeira sobre o colchão. Corpos unidos,
eu desejando o risco de me apaixonar, enredado aos seus cabelos ruivos...
Meu caralho, um mastro erguido à feição
de sua nave, totem dedicado aos seus impulsos lascivos, deliciosamente acolhido em sua boca... e depois no delicado encaixe daquela boceta magnífica!..
A segunda vez, de penetração ainda mais profunda, suprafísica - direto ao coração:
atingimos o cerne do afeto sob calor das palavras de
um Amor libertário!


(livro aberto em pétalas, poema de asa, voo de libélula, espanto carmesim da tarde: metáforas que giram na minha cabeça, agora, enquanto escrevo essas linhas dedicadas a ela...)


Uma descoberta para quem tiver sensibilidade:
a mais recôndita e rara flor dentre as bacantes,
no castelo mágico-jardim das princesas, chama-se
Lisbela. E é vermelha.

https://youtu.be/rsituWsgtOA

Oscar, The Shy, LP come queto, Sueco, Digboy, Cabra da Peste, Bart, Dionizio_RJ, Velhin Tarado, Lisbela Varela, ronondex, curtiram esse TD.
GIOVANA BRANCA - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99021-1397
GIOVANA BRANCA
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23 de Agosto de 2022 às 09:08



Giovana Branca


Fui conhecer a Giovana levado, digamos assim, por um relato do confrade LP Come Queto (sou seu leitor, me divirto muito com suas histórias).

Ele a comparou a Cleópatra, rainha do Egito!

Instigante, não é mesmo?

Não tenho inclinação para ser súdito lambe-botas de ninguém, esse papo de veneração às potestades não faz minha cabeça. Minhas referências e reverências são outras! Aliás, quando penso em majestades a primeira coisa que me ocorre é a Rainha de Copas (de Alice no país das maravilhas), gritando "corte-lhe a cabeça!", "corte-lhe a cabeça!"... O autoritarismo é uma coisa triste.

Mas acontece que Cleópatra é um tanto diferente, muito mais sedutora!.. personifica os mistérios do Esfinge... ao menos no meu imaginário. Deixou perdido de amores o imperador Julio Cesar... Ave! Vixe Maria!

Assim, quis vê-la com meus próprios olhos, sondar de perto seus enigmas, as cores, gostos e fragrâncias de Giovana Branca...

Marcamos em seu privê, no edifício Avenida Central.
O lance atrasou... quase foi pelo Nilo abaixo nosso encontro. No horário combinado, ela me passou um ZAP: estava vindo de um atendimento externo, e, quando chegou de volta ao seu local (dividido com outras garotas), não havia uma cama à nossa disposição. Por sorte, eu estava com tempo e pude aguardar um pouco.

Valeu a espera: Giovana é uma graça!
Tem um jeito sincero, conversa bem agradável.
Riso fácil... Muito simpática.
E é dona de uns olhos verdes de levar o coração da gente a nocaute.

Recebi uma toalha limpa para ir à ducha, preparar-me.

O banheiro estava ok.


Na volta do banho para o quarto, ainda de pé nos beijamos. Ela vai aos poucos se entregando (e eu também). Desfaço-me da toalha... Ela pega no
meu pau, muito carinhosa, e vai nos conduzindo
para a cama. Caminho de costas, sendo gentilmente empurrado: mais um passinho para trás e
eu me deito.

E aí...

Bem, aí... eu descobri que aquele lugar tem um problema grave.


DERMATOPHAGOIDES farinae!! BLOMIAS tropicalis!!
Lepidoglyphus destructor!!!

Quando meu corpo bateu na cama, foi como mergulhar numa piscina de ÁCAROS!.. Acusei o golpe na hora, senti FECHAR TUDO - nariz, garganta...
De repente, lá estava eu, imerso em fungos, sob o ataque inclemente daquelas HORDAS selvagens!!
Mas feliz da vida, tanto quanto se pode estar - dadas as circunstâncias: ganhando um boquete sobre o lençol embolorado!

Giovana, infensa àqueles pequenos aracnídeos, me chupava deliciosamente!

Slurp flaarrrh flugh flughslurp shflurghSlurp flaarrrh flugh flughslurp shflurgh
Slurp flaarrrh flugh flughslurp shflurgh....

"Buda gui bariu!.. GA- RA- LHO...", saudei, todo entupido e cheio de tesão!

Giovana, animadíssima, prosseguia...
"Slurp flaarrrh flugh flughslurp shflurgh", fazia ela com a boca no meu pau - e eu acompanhava fazendo também sons estranhíssimos (tentando respirar)...


"Tá gostando, né?... safado!.."

"Ah... flughslurp flaarrrh... Binha Dossa Zinhora!
Bom dibais! Buda berda!" - respondi.


Ela sorriu com malícia... e retomou-o à boca com uma dedicação bonita de se ver!..

Slurp flaarrrh flugh flughslurp shflurghSlurp flaarrrh flugh flughslurp shflurgh
Slurp flaarrrh flugh flughslurp shflurgh....


"Gui jupada!! BUDA GUI BARIU!!.. garalho!"
flllluuurrp!


"Gostoso!"

Slurp flaarrrhssp flllluuurrp flugh flugh flughslurp shflurghss slurp flaarrrsh flugh flughslurp shflurgh
slurp flaarrrsh flugh flugh flughslurp shflurgh flllluuurrp flugh flush....

slurp slurp slurp slurp


"A gamisinha, abôr! Bega a gamisinha!"

Ela saltou sobre mim, num longo beijo que me deixou sem ar - literalmente. Ouvi anjos cantarem, vi aquela luz brilhando ao fim de um túnel... quase fui.

Quando minha'lma retornou ao corpo, em absence, percebi que a Giovana já tinha colocado em mim a camisinha e se esbaldava sobre o meu caralho:
que sentada! (Sim, eu continuava deitado!)...

Do quarto ao lado, antes silencioso, agora chegavam brados desesperados -AAAAHH!!!.. AAAH.. AAIIIII... AAAAAAHAAHH!!!... AAAAAIII CARALHO!! AAAIIIIIIII... AAAAAAAHH... AAAAIIIII!!!.. -
a menina se esgoelava, meio grito meio choro de felicidade... uma beleza! Acho que o prédio inteiro escutava... E o cara fodendo com tudo, aquele barulhão martelado de bate-virilha PLÁÁ PLÁÁ PLÁÁ PLÁÁ...

Seguíamos firmes também do lado de cá, Giovana e eu, embora mais discretamente...

"Bôhhrra!.. gostosa bá garalho!",
eu disse, passando as mãos pelo seu corpo cinturado, sentindo meu pau muito duro dentro dela.

Estimulada pelos meus carinhos (e pelos gritos e barulhos do vizinho), Giovana cavalgava meu caralho, enlouquecida!

E foi assim que fluímos até verter na foz do gozo, irrigando o delta da tarde.

--- / --





Valeu a aventura, a Giovana é legal, mas... Fica a dica: quem quiser conhecer a Cleópatra, melhor combinar com ela num hotel... Qualquer lugar onde passem um aspirador de pó de vez em quando, e que não esperem a visita de um imperador para trocar os lençóis.

Digboy, Barbosa82, Bart, LP come queto, Papai Noel, Oscar, The Shy, Dionizio_RJ, Alain Scorpio, Brand, curtiram esse TD.
MAYA GUEIXA - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 97525-7188
MAYA GUEIXA
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20 de Agosto de 2022 às 01:08





Demorei a conhecê-la.
Há muito que ansiava por isso, fantasiava...

Certa época, houve uma promessa de que seria apresentado a ela num encontro a três... Mas acabou não rolando, algo deu muito errado, sabe-se lá por que razão - urdiduras de algum demônio infiltrado no castelo das princesas (sim, eles existem).

Daí... bem, o tempo correu e aquele momento passou.

Mas continuei, durante meses, a olhar o perfil da Gueixa no site (sou um homem tocado pela beleza).
Ficava só admirando...

Um dia, percebi que olhava as fotos da Maya com um estranho sentimento de "não foi pra mim"...

Que louco!... ...Por quê??
... Era uma autotraição agir assim!..
Esse saudosismo do não vivido, definitivamente,
não tem nada a ver comigo.

Decidi, então, me aventurar ao encontro dela..


--- °/ --


Inesquecível a primeira vez que aquela porta do castelo das princesas se abriu pra mim! Toda a beleza da Maya, vista em fotos, ganhou aura e presença, me invadiu feito um vento!..

Estro inspirado, poesia viva!

Quanto enlevo!... Como se a própria Afrodite tomasse forma na espuma do dia, ante os meus olhos...

Fui imediatamente capturado pelo seu sorriso!


Seu local é belo e tranquilo. Harmonioso, espelha e celebra a Deusa pagã que o habita. Mantras benditos, signos do Amor, forram as paredes do lugar... Reina uma sensação de paz... é como estar entre árvores e águas cristalinas de Aokigahara, aos pés do Fuji.


"Vou colocar uma música pra gente", ela diz, me entregando uma toalha limpa, ensacada.

No banheiro, há toda a sorte de cremes e sabonetes e mimos à disposição. Não me sirvo deles, pois levo comigo os que uso habitualmente... Mas observo que tal fartura deixa entrever algo da personalidade de Maya - e creio que combinamos nesse aspecto: do zelo por detalhes e delicadezas.


À saída do banho, enquanto me enxugo, observo a linda Gueixa deitada na cama, à minha espera.
Naquele momento (como agora), fico um pouco disperso... Ondas se levantam e se desfazem no litoral do pensamento - e não sei bem o que falar...
Afinal, que palavras expressam as estrelas da Via Láctea? Como dizer o brilho de Maia na constelação de Touro? Com que palavras se pode traduzir essa teofania?
Não sei...


Deixo fluir o momento...

"O que foi?", pergunta ela, sorrindo pra mim, novamente...

"Não sei... Nada...", respondo, tonto
diante da visão dela nua.
Sua beleza é tamanha e se instala tão prontamente!


"Está me olhando assim... rss..",

"Inebriado".



E foi tomado desse alumbramento que me entreguei a ela num beijo ávido, apaixonado...


Maya, corpo que move o Sol!..
Com que prazer trilhei cada marquinha branca desenhada em sua pele morena... e desbravei seus caminhos insabidos, decifrei sua escrita, escalei os relevos do seu gozo...

A vida passou pra me carregar naquela tarde!


Para sempre.



https://youtu.be/-NyxF_bm6oM

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
Oscar, The Shy, Don Santão, Rai, LP come queto, pauloeduardo, Sueco, Digboy, MRio, Barbosa82, Just do it, Beterraba, Moreno 183, Julio Cesar 34, membro, Dionizio_RJ, Saulo Top, Chinaski, Giovanna Vitale, Senior69, Chapéu de Palha, Maya Gueixa, Curumim, curtiram esse TD.
EROS MASSAGENS - Shopping Downtown - Bloco 23 - sala 118 , Barra da Tijuca - Rio de Janeiro - RJ - (21) 3253-9006 / (21) 99454-6606
ESTHER
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TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$250.00
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13 de Agosto de 2022 às 10:08



ESTHER



Fora um dia difícil no trabalho. Por uma série de razões. O mundo tem se mostrado cada vez mais cruel, as pessoas se parecem cada vez mais com rinocerontes.

De modo que, quando peguei o caminho para casa, havia um certo alívio nisso.
Ia deixando cada vez mais longe o Centro e a dita civilização. No trânsito, costurando aleatoriamente, buscava no DIAL apaziguar o coração. Mas não conseguia, aquele mal-estar persistia em mim. Então, embiquei o carro no Downtown, o único shopping da cidade (creio) que tem dentre suas lojas um puteiro.

A fachada, outrora toda pintada de negro, agora também ostentava uma placa onde se lia
"EROS Barber Shop". Toquei a campainha.
A recepcionista abriu a porta, franqueando-me a entrada. "Oi! Há quanto tempo!", disse. Uma velha conhecida, e se lembrou de mim.
Me ofereceu café, água... Eles têm suas cortesias.

Para quem não conhece, a Eros é uma Casa que se assemelha à Ônix - embora seja mais bonita, mais sofisticada, e com boa música ambiente (nesse dia tocava um blues, Robert Cray, quando cheguei).Trabalham com toalhas ensacadas e lençóis trocados a cada atendimento.

"Poderia transformá-la em vinho, por favor?", disse eu, fazendo graça, quando ela me entregou a taça com água gelada. Ela riu, divertida com o chiste, e me lançou a pergunta, de praxe: "Marcou com alguém?"... "Não"... "Meninas!! Apresentação!"...

No cânter, poucas moças - Felizmente, porque sempre me enrolo nessas apresentações: troco/esqueço os nomes, embaralho as respostas de umas com as outras... De modo que, frequentemente, acabo escolhendo mal.

Dessa vez foi mais fácil.

Fiquei interessado numa louraça, Monique, que me olhou de um jeito aceso, promissor... Mexeu comigo. Mas apostei na ESTHER, uma morena muito sexy, de seios turbinados e com um sorriso de matar. Belíssima! Arrebatadora!

Esther é tímida com os beijos na boca. Não faz o tipo namoradinha (minha preferência). Mas nos entendemos bem. Ela é sensível às preliminares: a pele se arrepia e ela vai se tornando ofegante, se entregando... Ela gosta!.. Basta avançar com jeito... Fica louca! Sob o domínio da minha boca, meneou os quadris e gozou fartamente - o corpo todo se tremia na cama!... Uma beleza! Ficou encharcada!...
Esther também foi muito carinhosa comigo.
Chupou meu pau como se não houvesse amanhã. "Que caralho lindo!", ela dizia, empunhando meu membro e se deliciando. Engolia, punha de lado na bochecha, indo e vindo, girava a língua pela glande... Dava umas paradinhas e olhava pra ele embevecida, punhetando devagar - uma cena belíssima (ela tem mãos bonitas). E batia de leve com ele contra o seu rosto, esfregava um seio... Depois cuspia e abocanhava de novo, acolhendo-o por inteiro... Ensandecida!

Passamos um bom tempo assim... eu deitado, à sua mercê... Sua língua provocando ondas de lubricidade no meu corpo... (em desatino, à beira do orgasmo, clamei pela camisinha...)

Deu trabalho para conseguir me apartar daquela boca, porque Esther queria continuar a me chupar (e eu queria também: não é fácil abrir mão de tanto prazer...). Mas consegui, determinado que estava a entrar naquela boceta. Pedi que ela ficasse de quatro. Contemplei por um instante sua beleza, assim (uma imagem para sempre inscrita na memória). E então, me aprumei por trás, segurando-a pelas ancas, e meti devagar... enfiei tudo. Ela deu um gritinho abafado e seu corpo tombou sobre o lençol, deixando erguido apenas aquele rabo magnífico.
Que mulher deliciosa! Uma sensação indescritível...
Meti com afinco, alternando movimentos - bombava forte, ia fundo... cadenciado, curtindo cada instante; mexia o quadril puxando-a pra mim com o pau TODO enterrado naquela boceta!..
Ela se masturbando enquanto eu a penetrava, olhos fechados, gemia baixinho "Me fode!.. Fode.. ai..aaah.."
Esther fruía o momento num orgasmo inesgotável, múltiplo... Embarquei naquele fluxo... E sentindo-a cada vez mais molhada, desaguei imenso num gozo aflito e redentor.

Lá fora, Vênus despontava no céu.
Anoitecia.

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
EXCELENTE EXCELENTE
MRio, Just do it, Sueco, membro, Dionizio_RJ, Oscar, The Shy, PrefeitoComeCu, LP come queto, Digboy, Chapéu de Palha, curtiram esse TD.
RAYANE COIMBRA - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99384-8126
RAYANE COIMBRA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$200.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
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10 de Agosto de 2022 às 10:08



Rayane


"MINHA NOSSA!", eu disse..
Passando os olhos no GPARENA, me deparei com um vídeo caseiro dela... a imagem desfilava pelo seu corpo... Há tempos que eu admirava sua beleza, mas ali, pela primeira vez, meu alumbramento se expressou na forma de palavras.
Era final de junho.

Tentei marcar um encontro, à época, mas
nossos horários não convergiram.

E veio o mês de julho, me retirei do burburinho da cidade
por uns dias...

Mas me animei a fazer graça vez por outra, comentando suas postagens - à espera de agosto chegar...
No dia, por exemplo, em que ela publicou uma foto de costas (mostrando aquela bunda linda!), na entrada do seu apartamento, arrisquei: "olhando pra porta e se perguntando - será que o Chinaski vem?"


Bem, deu-se o ensejo de agosto... E eu fui encontrá-la.

E nunca vi nada parecido!


Rayane é uma força da natureza!..
Avassaladora!

Durante uma hora
fui deliciosamente devastado!...
me laçou beijou tragou prendeu soltou lambeu
me apertou arranhou cuspiu chupou enlouqueceu
me caçou
me engoliu
me comeu.

Fez comigo o impossível...
Explorou meu corpo, meus versos, meus afetos.
Revirou todos os meus avessos... com muito carinho
(todos, absolutamente todos): nada escapa àquela boca, àquela língua.

... Ela também se entregava, em desatino, na medida em que avançava. Permitiu-se levar em perfeita sintonia comigo... qual fosse uma bailarina, ao sabor da vertigem, numa caixinha de música (meu coração percurtindo no peito) a rodopiar - querendo mais e mais e mais...

Docemente sacana, se deitou sobre mim num 69,
oferecendo aquela boceta linda à minha boca
enquanto me chupava... Pura voragem!

Depois sentou, potranca maravilhosa sobre o meu caralho, num galope solto, libertário...
"AH! QUE TESÃO!!", gritou...
E se esfregou em mim, abriu-se num beijo insano, a minha língua enfiada entre seus dentes tomando toda sua boca!
Ela quicava no meu pau e ondulava as cadeiras numa dança louca, gemia de prazer! Nossos corpos ardiam de desejo, perfeitamente aderidos um no outro: meu pênis rijo, devorado naquela boceta, latejava, abrindo caminho para o gozo...


Depois do ato consumado, mais carinhos, muitos carinhos... Ela retirou a camisinha e limpou meu pau com grande esmero. Deitou-se, enroscada em meu corpo e ficamos conversando. Beijinhos... brincadeiras... risos.. (que sorriso lindo ela tem!).

Ah, Rayane... Um rio ingovernável!..

Minha nossa!..



https://youtu.be/TD9hEF7lbeM



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ONIX TERAPIAS - Av. Rio Branco, 156 - sala 2235 , Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99996-7435 / (21) 3173-3800
MARCELA
NEUTRO
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31 de Março de 2022 às 09:03



Era 21 de março, Dia Mundial da Poesia.
Bem, já que tivemos a capacidade de fingir uma data assim, deveria ao menos ser feriado (como é o Dia Mundial da Paz): um convite ao ócio contemplativo - e criativo até, quem sabe - para o bem da humanidade. Mas não, era mais uma segunda-feira NORMAL, o mesmo tráfego de homens engravatados e mulheres de scarpin pelo centro do Rio, esquivos à cantilena dos miseráveis, por uns níqueis...
Poc poc poc poc, os sapatinhos estalando nas calçadas de pedra portuguesa.


Dia árduo no trabalho, hardcore.
Os dedos malhando o teclado do computador, horas a fio, palavras voando no ecrã, folhas e mais folhas de papel sendo impressas, velozmente... Quase ao fim da tarde, vencido o leão, jaz um calhamaço em minha mesa. Sorrio: sobrevivi ao circo, a mais um dia de jogos no Coliseu.

Restou, de surpresa um finzinho de tarde à toa, para flanar... O que fazer? Me embebedar um pouco?... Dar um bordejo na livraria...? Mas aí, estava sujeito a me distrair e perder a hora... Fico num certo dilema, pois estou com o horário apertado, tenho compromisso logo mais,
(uma entrevista), e o trânsito desta cidade é uma merda. Eis que me vem à mente uma outra Arena, e decido dar curso àquele desejo. Como eu não tinha marcado nada com ninguém (e agora não ia dar tempo pra isso), arrisco uma ida à Ônix, torcendo para não haver fila que me atrase na recepção do prédio, onde se pega o cartão de embarque pros elevadores.

Felizmente não tinha fila alguma - me identifiquei e a recepcionista estendeu prontamente o card de acesso.
(quantas barreiras nos colocamos em nome de um mundo mais seguro, meu deus! ...e a coisa cada vez mais a pior!...
São Ginsberg nos acuda!!).

Subo ao 22° mentalizando a Bruna ou a Alice. Deu Marcela. Resolvo tentar a sorte. Peço para conhecer a moça, nova por lá, e a única que estava ociosa naquele momento: quem sabe tal exceção fosse um sinal, um aceno da poesia, naquele dia, a se comemorar?


Marcela é loira e baixinha.
Tem um certo encanto suburbano, um jeitinho sestroso quando sorri... e, bem, foi isso que me pegou, enganou direitinho esse velho safado.
Phoda, as artimanhas do feminino...
(afinal... o que quer uma mulher?
- intrincada questão freudiana)

Combinamos o período de meia hora. Adianto o pagamento, como é de praxe naquela casa. O tal "padrão Ônix" continua lá: toalhas ensacadas, lençol trocado a cada atendimento - e paredes pintadas em tom de gosto duvidoso.

Marcela vai deixar a grana no caixa; retorna à suíte no instante em que eu, ducha tomada, me enxugo. Mas volta de semblante fechado e sequer me olha mais.
("por quê?... "o que será que houve?", conjecturo - sem card de acesso ao vazio desse enigma)
Um baixo astral nos ronda, estranhamente...

Ela começa a se despir. Contemplo a cena buscando um pouco de beleza e poesia, mas ela tira a roupa com a emoção de quem fosse passar por uma cirurgia.
"Puta que pariu", penso...
"será que entrei
numa fria?"...

Há uma boa música ambiente rolando, mas é o silêncio que faz eco do negrume circundante do mundo.
(minha mente, buscando um respiro - ou por traquinagem do superego - lembra que havia um bar e uma livraria, lá embaixo...)
"puta que pariu"...

Marcela, de costas pra mim, determinada a não me dirigir o olhar (que coisa!), propõe:
- Deita, pra eu te fazer um oral. Ou você quer uma massagem?
(seu tom exprime aquela linguagem
sexy ice dos teleatendimentos: "em que posso ajudar, senhor?")

Vou à luta por algo mais caloroso...
Colo meu corpo às suas costas, puxo-a pra mim pela cintura, carinhosamente; acaricio sua pele, beijo o pescoço, seu ombro, mordisco... Nada. Nada, nada.
Estou entre cinco paredes.

Giro-a de frente pra mim, nem assim ela me olha. Tento um beijo, mas ela não corresponde: os lábios cerrados. Forço um pouco a barra, por um beijo roubado (será esse um fetiche da moça?)... Nada.

Noto o piercing no bico do seio e brinco um pouco por ali, mas ela é infensa, de ferro.
Phoda. O pau, claro, não sobe.

- Vou aceitar o oral, digo enfim, resignado e aflito. E me deito. Ela, uma vez mais voltando-me as costas, se inclina sobre o meu pau e começa a chupar... É bom!
Ah, é muito bom! Sua cabeça vai e vem, freneticamente, fico olhando o balanço dos cabelos loiros..
Meu pau fica duro; peço pela camisinha, ela se levanta pra pegar.

Nos reposicionamos. Fico de pé, ao lado da cama. Ela, então, me veste com a boca... e chupa mais um pouco, deixando a pica embalada a vácuo de um jeito extraordinário! Aquilo foi incrível!

Marcela, então, se põe de quatro sobre o colchão. Na hora de meter, contudo, não consigo: sua boceta parece um cofre fechado a sete chaves! Impenetrável!
O pau, simplesmente, não entra!.. ("ABRE-TE SÉSAMO!", penso eu, às cabeçadas)...

- Espera, ela diz.
Marcela pega na nécessaire um tubo de lubrificante e lambuza meu pau (muito!). Aplica em si também, só um pouco, de leve, na portinha, e fica de quatro novamente. Tiro de mim o excesso de gel com a mão e aponto meu pau contra seu sexo. Dessa vez, ingresso... o membro todo.

Enterro fundo nela e começo a bombar.
Marcela, hirta. É como foder um boneco de cera. Insisto... sob um leve desespero,
meto forte. Apesar de Marcela não demonstrar nada, sinto-a ficando levemente molhada... ("está gostando?").. Ela nada diz; não mexe um músculo.
Minha ereção ameaça ceder diante daquela inércia... ("Aaah, isso não!", penso) - e acelero os movimentos, vou com tudo; digo uns palavrões pra me animar.
Pinta um cheiro estranho no ar, cheiro de água salobra... Nem sei mais se está bom ali ou não (o que significa que não está, é claro), mas continuo, caralho adentro, como se a paz mundial dependesse daquilo. Ou pelo menos em busca de um fim menos triste e cabisbaixo.


No banho de depois, sou um herói de mim mesmo. Glorioso, cantarolo baixinho um riff alvinegro, ouvindo dentro da minha cabeça a vibração da torcida, enquanto lavo o caralho... ("e ninguém cala/ esse nosso amor...")

Tocado por tão sublime emoção, puxo assunto ao sair do chuveiro, enquanto vou me vestindo...

- Hei, Marcela... Queria saber uma coisa de ti. Numa boa, desculpe perguntar, mas...
- Era lidocaína.
- Hã? O quê?
- O cheiro ruim que você sentiu... era
da lidocaína.
- O anestésico??..
- Sim. É que eu misturo no lubrificante.
É bom para o cliente porque retarda a ejaculação - tenta se justificar.

Pô, sacanagem! Sei que se trata de algo pouco tóxico, mas acontece que não uso nenhuma substância pra ficar de pau duro, aumentar ou diminuir a sensibilidade, nada disso. Então, não tem nada a ver me aplicar lidocaína nem coisa alguma, principalmente SEM meu consentimento.
(fiquei puto, mas não disse palavra; só agora, escrevendo, é que desabafo)

- Não, não é isso que eu ia perguntar, Marcela. O que eu queria saber é... qual
o seu lance contra o beijo?
(pergunto sinceramente, quero entender. porque, pra mim, tudo se fundamenta no beijo; tudo começa e termina com um beijo)

Então, pela primeira vez depois de tudo isso,
ela volta a olhar pra mim.
Com um esgar (quase riso) nos lábios, e um charme perverso made in big field, me diz:

- Mas eu beijei você.

Aí eu saquei. Compreendi tudo, num insight:
Freud explica! - mas não é hora nem lugar para falar sobre isso, e eu guardo silêncio da luz (intimamente, um verso de Drummond me ocorre e salva:
"o mundo não vale o mundo,
meu bem").

Termino de me vestir
e me mando dali.

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
BOA BOA
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16 de Março de 2022 às 09:03



- "Amor, você quer alguma coisa da rua? Uma bebida...?"

Victoria aceita. Encomenda um mamão com laranja, sem açúcar.

- "Beleza, vou levar."

'Nos afinamos também no paladar' - penso; pois nunca fui de colocar açúcar em nada, nem mesmo no café. Mesmo assim me fodi,
soçobrado em mares de Cutty Sark.
Tudo bem, foi uma boa jornada. Ainda é.

Enquanto o cara prepara o suco, vago o olhar na rua à procura de um mendigo que anda por ali, na Cinelândia... é um sujeito diferente, tem um olho só (feito Camões), e não pede dinheiro, cigarros, nem comida - pede água! Água mineral, bem gelada. Interessantes os rastros que a poesia deixa no cotidiano...

Contudo, o suco fica pronto, envasado pra viagem, e o mendigo da água bem gelada não emerge na cena. Paciência, fica pra outra vez.


Sigo meu caminho, e uns poucos metros adiante conquisto a entrada do AA37, licencioso paço da cidade.

- "17", peço à ascensorista, e subimos àquele patamar, 51 metros acima das lojas de suco da cidade.

Chego à porta, toco o interfone.
Uma voz metálica me atende. Séria.
- "Alô... pois não.."
- "Oi!", digo
- "Quem é?"
- "Chinaski"
- "Quer falar com quem?"
- "Ééé... humm...", balbucio, meio sem jeito (conferindo o número na porta pra ver se estou no lugar certo).
- "A Victoria está?"
- "..."
(A voz metálica some... O corredor rapidamente fica mergulhado em silêncio).
Então, instantes depois, num clique, a voz ressurge:
- "A Victoria não está. Saiu."
- "Não? Hã? Ah... humm..."

Tento arrumar as ideias, entender a situação, mas estou atônito.

... .. De repente, a porta se abre.
Vicky, mal conseguindo conter o riso, me olha tête-à-tête (flagra o espanto abobalhado em minha cara, minha expressão de 'puuutz! ha haha').

- "Aaaahh! Você, hein...", digo, bestamente.
E explodimos numa gargalhada.
Adoro essa intimidade que temos! É algo que germinou desde a primeira vez em que nos vimos, e floresce a cada encontro.

- "Vem, vem."
Vicky me puxa para dentro da sala. No pequeno hall, nos beijamos, ainda rindo do trote improvisado por ela.


Depois, já no quarto, lhe entrego a bebida e mais um presente, que tiro da mochila - levei de surpresa: um livro. Ela retira o papel do embrulho, delicadamente.
Começo a me despir.
De soslaio, observo-a olhando a capa, curiosa (queria saber se faz tempo que ela não ganha um livro de presente... mas, não pergunto). Vou ajeitando a roupa no cabide pendurado à porta, enquanto conversamos um pouco sobre aquele romance, do qual me fiz personagem.

Ela me dá uma toalha e se certifica que o banheiro está livre pra mim.



- "Só um instante, amor, vou guardar o suco e já volto", ela me diz, quando retorno ao quarto, de banho tomado.
- "Ok".

Penduro a toalha junto às minhas roupas, e aguardo: espera breve. Ainda bem, pois além da saudade e desejo (que só começamos a extravasar), a urgência do tempo exíguo tem sido bastante presente pra mim, demasiadamente real, na vida a fruir.

Mas Vicky retorna... sempre com aquele sorriso lindo, um bálsamo de luz.
E nos atamos, num beijo.
Estou pronto pra ela.

Colho no tato das mãos suas costas macias... Lábios e línguas se passeiam, nossas bocas se abrem à fome e sede um do outro, insaciáveis.
Ela se deita... Os cabelos em desalinho desenham arabescos no travesseiro...
Debruçado sobre ela, sigo beijando e acariciando seu corpo... Ela puxa a lingerie preta, desnudando um seio, e brinco com o biquinho rosado... (Victoria é toda branca e cor-de-rosa e linda. Incrível como Deus em sua graça cósmica é capaz de criar uma mulher assim, enquanto a grande maioria não tem nada, ou quase nada). Ela então retira de vez o soutien, e chupo também seu outro seio...
Tomo a iniciativa, vou envolvendo todo seu corpo, beijos e mais beijos... baixo sua calcinha, e Victoria se revela em plena nudez, liberta e bela sobre o lençol. Faço uma pausa para olhá-la, fascinado!..

Ato contínuo, ainda em pé ao lado da cama, me adianto em direção ao seu rosto e ofereço o pau à sua boca. Ela o acomoda, deliciosamente... da glande até a base, me suga, lambe... se esbalda e me leva à loucura! Me ofereço mais, apoiando um pé no colchão; Vicky corresponde, vem por baixo e chupa meu saco, girando a língua nas bolas... Urro de prazer!
Fico por ali um tempo, curtindo...
Pelo pequeno espelho junto à cabeceira assisto sua boca fazendo maravilhas em mim: Victoria é mágica!


Depois, me deito sobre ela para sentir os nossos corpos aderidos, nus... e assim nos beijamos, ardentemente, uma vez mais.
Inicio uma descida, sempre aos beijos, devagar, percorrendo seu corpo
- caminho traçado no sal da pele -
até roçar a boca no seu sexo.
Linda, rosa e deliciosamente molhada: é de enlouquecer!

Dou uma lambida, de leve, sobre o grelinho.
- "aaahh... que boca!", ela exulta.
Entre suas coxas, bebo da régia flor a seiva, entregue à correnteza ígnea do seu corpo.

Ainda ofegante, Vicky se apruma de quatro, na cama, pra me receber... Camisinha posta, me encaixo naquela maravilha rosa e linda, meto tudo; deslizo carinhosamente por dentro daquela boceta, até o fundo.
É o nirvana!.. Seguro em seus cabelos e nas ancas para não cair daquele sonho bom...
Ela meneia os quadris - e o mundo, então, se torna um imenso caleidoscópio delirante, flores psicodélicas giram na atmosfera do quarto enquanto Victoria rebola com meu caralho todo enfiado nela.


Somos dois vadios enamorados, 17 andares, 51 metros acima do burburinho da cidade, no enlevo de uma tarde breve de Amor.

LP come queto, Wolfgang, Papai Noel, Bart, Senior69, Lunna Aguiar, Oscar, The Shy, Fazzo Casanova, Victoria Jordão, Deco1272, Dionizio_RJ, O foda, Ninho, Sueco, Thor de Copacabana, curtiram esse TD.
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08 de Dezembro de 2021 às 08:12



"Ora (direis) ouvir estrelas! Certo
Perdeste o senso!..."
Olavo Bilac

- "Chinaski, faz um tedêzinho pra mim?"
Vicky J.



Quinta, 2/ Sexta-feira, 3. XII. 2021

Tarde de quinta... em casa.

Deixo de lado o laptop, um instante, e recosto no sofá. Deito no copo um gole:
pausa breve.

Avancei bastante no trabalho hoje, o dia todo dissertando páginas e mais páginas no computador. Estou de boa.
Sorvo devagar o whisky, e penso:
"ser alguém comum é um esforço fácil, mas ser bebum requer talento".

Ponho um jazz pra rolar no Spotify. Aproveito o celular em mãos e flano o olhar nos entremontes do gparena - é quando vislumbro algo novo na paisagem: Victoria se mudou para o castelo das princesas, licencioso endereço da Cinelândia. Curioso em saber mais de sua nova alcova, improviso um ZAP... Ela responde, prontamente.

E assim começa esse nosso reencontro, um dia antes, num enlace de palavras - uma excitante troca de mensagens recordando as horas vividas a dois, coisas que fizemos... (e as imagens passando na minha cabeça, como um filme). Nos atiçamos dizendo obscenidades... ...
... ... ...
... .. .... ...
A certa altura da conversa, cheia de tesão, ela confessa:

- "Que vontade de te dar!"
"Estou molhada, aqui..."

- "Ah, Victoria!!.."
... .. ....
... ...
(putaquiupariu! sinto minha lucidez declinar rapidamente; o corpo fervilha, percorrido por ondas de lubricidade)

Puxo pra fora o pau: duro, em riste! Aproximo o celular... tiro uma foto, envio pra ela.

- "Quê isso!!!.."

- "Isso é só de pensar em você", respondo.

Seguimos um tempo ainda nesse enrosco safado pelo whatsapp. Pornográficos, docemente pornográficos.
Ao final, acertamos um encontro presencial para o dia seguinte e nos despedimos.

Retomo o trabalho com certa dificuldade, o pau ainda muito duro, estourando a calça. Demorou quase meia hora pra baixar.

--- •/ ---


Sexta-feira. Centro da cidade.

Também estou de endereço novo, no trabalho. Prédio inteligente (dizem) - é impressionante as mentiras que contam pra capturar e espremer as pessoas.
Dei sorte: me pagam bem para escrever. Por isso, venho. Mas não me pegam. Eu sei que essa pompa deles é uma merda, um mero disfarce; e que tanta tecnologia e modernidade não passam de um visgo de planta carnívora.

O relógio gira seus ponteiros, lentamente, contando o passar de nuvens e areias intermináveis... Náufrago, ilhado em meu desejo, cercado pelo MARasmo daquele escritório, engarrafo um ZAP de voz e lanço pra ela, perguntando se posso aparecer antes por lá...
Ela consente, e dou por colhido o dia de trabalho: sumo dali.

Num zás, surjo à porta do aposento, daquele mais gentil alcácer da cidade. Detalhe interessante: é o mesmo número da lei da união estável, exceto por aquele "b".
___('o lado B da lei', penso;
'o lado B da minha vida')___

Régia-flor, Victoria me recebe com beijo de namorada.
- "Entra", ela diz, conduzindo-me ao quarto.
Penduro a mochila, começo a me despir.
Ela traz uma toalha.
- "Aqui, cada uma cuida de suas próprias coisas", me esclarece. "Não é ensacada, mas fui eu mesma que lavei".
Cuidada pessoalmente por ela - melhor assim: está perfeita, a toalha.

Victoria fica me olhando tirar a roupa...

Tomo uma bela ducha e retorno ao quarto exíguo - não sei por que razão, me lembra o módulo lunar da Apollo, uma cápsula espacial. Bem, estou pronto à viagem.
Victoria estende um lençol azul sobre o colchão como quem descortina o céu.
Então, se vira e vem bem de pertinho... (posso sentir sua respiração)... Olha-me docemente nos olhos...
- "Está com saudades mesmo de mim, Chinaski?"

Sua boca adere à minha, ígnea fonte de beijos. Sugo sua língua... Vou tirando sua roupa com urgência, mas curtindo... a cada peça que se evola no espaço, mais se revela sua nudez: a linha dos ombros, os seios, suas costas... a carne rosa do seu sexo... Nos agarramos, vorazes... Trilhas insabidas da Via Láctea se abrem ao nosso avanço... Vou deitando-a, entre beijos apaixonados...
Apoio um joelho na beira da cama e projeto o quadril em direção ao seu rosto, oferecendo o pau à sua boca. Ela aceita...pega meu membro, me chupa... AHH!!.. Flutuo inebriado!... Estendo a mão para acariciá-la e ela me enlaça pela cintura, puxando ainda mais para si, para dentro da sua boca o meu caralho. Victoria me engole, devora. Urro de prazer!... ...
... Esqueço-me ali, maravilhado, simplesmente sentindo-a, olhando pra ela, até não poder mais... Retiro-me num passo pra trás, suavemente, quase no ápice...
Então, me inclino e nossas línguas se buscam intensamente num beijo, outra vez.

Devagar, começo a descer... de levinho pelo seu pescoço, seios (ela se arrepia)... muitos carinhos, cheiros.. perfaço um rastro de beijos vadios, aluados, no seu corpo...
Pouso os lábios em sua boceta, e a esse toque sutil de minha boca seu corpo todo reage, num impulso!
Começo a chupá-la.
Louca de tesão, ela se entrega, em êxtase... as costas se retesam num suave arco, levemente desprendidas do lençol; a cabeça lançada para trás, cabelos em desalinho sobre o travesseiro. Victoria geme baixinho, se retorce, tomada de volúpia... até que anuncia..
- "vou gozar..." ...
Um mel delicioso se desprende dela, olor mesclado de flores e frutas amarelas...
Escorre, delicado. Desço um pouco do grelo para lamber por dentro sua boceta, recolhendo na língua toda a complexidade daquela seiva. Da boca à alma: fluo Victoria para dentro de mim, sentindo-a irrigar meus desertos.

Visto a camisinha, na ânsia de penetrá-la. (Detenho-me ainda um instante, brinco, esfregando a cabeça do pau em seu grelinho; ela goza um sem-número de vezes). Como é bonita...
Victoria me acolhe entre suas coxas.
Deslizo para dentro de sua boceta o meu caralho...Deliciosa!.. Muito molhada!... Enterro tudo, profundamente; sinto-o todo envolvido, integrado àquela boceta quente.
Deixo-me levar, assim...
-e desatino: lançado ao empuxo veloz, curso sinuoso do seu gozo múltiplo, fodo de uma forma insana!... Ela me abraça... Deitado sobre seu corpo, atado por seus braços e pernas, sou tragado - todo o meu ser - naquele turbilhão de sensações, e atinjo um dos orgasmos mais intensos que experimentei na vida.



(O ar condicionado sopra pleno. Na réstia azul do lençol nossos corpos nus em repouso, deitados no braço um do outro. Quanto tempo ficamos ali, nesse depois, não sei dizer - perdi a noção. Conversamos.. a partilha da vida, histórias bonitas e outras, difíceis de dizer, vêm à tona, evidenciando o quão precioso é aquele momento, presente: somos dois sobreviventes, acolhidos à sombra do altíssimo Amor)


---•/---

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07 de Novembro de 2021 às 18:11




RJ, 5. Nov. 2021
Edifício Marquês do Herval, 185.
_____________


Às três e meia da tarde estou nu em pleno
centro da cidade. A salvo, contudo,
sete andares acima
do olhar impessoal e vazio da multidão ensimesmada no tráfego.

Sou um vulto
legado à espuma e olor da Romã
sob uma ducha quente.

- sob a pele selvagem da urbe
há um rio que aflui dos chuveiros
dessas salas, uma avenida líquida
que corta e fecunda secretamente
a cidade.

E às margens desse rio inexprimível, flores
dissipadas, nomes inventados à ocasião
de quem vier colhê-las...
Tão belas!..

(Metáforas, coisas que fantasio no banho enquanto lavo o caralho)

***

Na cabine com Victoria, beijos
incandescentes... Namoramos
com a ânsia dos adolescentes,
sua boca me faz levitar... Na atmosfera
transcendente ao pequeno aposento, fractal,
sua nudez se revela flor lunar
em meio à tarde. Contraste surreal...
Levada ao céu por minha língua e depois com os quadris orbitando meu pau, de quatro,
ela goza como quem derrama pó de estrelas
no lençol.

***

À noite, em casa,
me sirvo de um whisky.
(Fígado, pâncreas... tudo fodido.
- Navegar é preciso, viver... é impreciso...)..
Devaneio... o pensamento imerso na pétala macia, branquinha, daquela que se anuncia Victoria Jordão - mas podem chamá-la "Enleio" ou "Alunissagem":
preciso rever aquele sorriso, outra tarde dessas, tanto quanto preciso de mais esse gole
pra viver.

Saúde!
____________



Dionizio_RJ, Predator, Brand, Fazzo Casanova, Deco1272, alan26272829, Wolfgang, curtiram esse TD.
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21 de Outubro de 2021 às 11:10



(TD ocorrido em 15. Out. 2021)


n A nd A 37

Caminho pelo centro da cidade, a barlavento...

/Sob as marquises, grassam sombras que a iniquidade esboça (dói ver tanta gente deixada para morrer, pelas calçadas... vultos, garatujas)/

Me esgueiro, ao sol.
Pelo meio da tarde chego à Cinelândia, ao mítico AA37, endereço já inscrito na história do Rio de Janeiro. É a primeira vez que ali aporto... vindo conhecer Nanda Martins.

Mais alguns passos e adentro o célebre edifício. Aceno um cordial boa tarde ao porteiro e me adianto para subir ao apartamento, livremente.
- "dez", peço ao enfadado ascensorista.

Minutos depois, estou diante da porta da Nanda. Pressiono a campainha; ela vem abrir sem demora.
- "oi..."
- "oi!", Nanda me diz, convidando a entrar...
- "quase passei teu horário pra outra pessoa... te mandei um Zap mais cedo e você não respondeu, confirmando..."
Graciosa, simpática... sua fala é tranquila, sem tom de reprimenda. Pelo contrário, demonstra estar contente porque apareci.
- "é mesmo?", digo sorrindo.. "ficou com medo de levar um bolo?"...
Ela assente. Me olha nos olhos de um jeito franco.
- "mas, que bom, resolveu manter o horário assim mesmo..."
- "sim!", ela responde, e recebo um sorriso aberto a todo lume!
('Ô sorte!.')

- "como você chegou até mim?"
- "pelo gparena"
- "humm... mas você escreve ou é apenas um voyeur?"...
- "ah, quer descobrir minha identidade secreta?", brinco.
Ela dá de ombros..
- "vou descobrir seus segredos mesmo, daqui a pouco...rs"
('garota inteligente!..', penso)

Seguimos conversando amenidades, à medida que me dispo.

Há um pequeno sofá, na entrada, onde deixei minha mochila, e um mancebo onde vou pendurando a roupa. Seu privê tem estilo. Um certo charme underground (ao meu feitio, modestamente), de filme cult ou tela de Lautrec; o esmero na limpeza, a arrumação dos objetos, seus detalhes e a maneira como estão dispostos, dão ao lugar uma atmosfera ímpar. Me sinto bem de estar ali. Outra virtude: tudo ali é o que é, não tenta dissimular um luxo que não tem... um alento ao espírito, nesses tempos fakes.

Ela se move pelo lugar de um jeito... irresistível! - nem sei bem como traduzir isso em palavras; é algo que se pode mais sentir do que descrever - Nanda tem muita presença, há nela qualquer coisa de Natasha Kinski: uma pantera pronta para devorar.

Ela me traz uma toalha limpa, ensacada.
Nanda é bonita - reparo nela ainda melhor, agora: está usando uma lingerie negra...
('caralho, que vontade de comê-la aqui mesmo, nesse sofá!')

- "Ó", diz ela, deixando gentilmente a toalha ao meu alcance.
- "Obrigado, querida!"

Parto para a ducha.
O banheiro é mínimo, mas está perfeito. Tudo lá, reitero, é bem cuidado. Me atrapalhei um pouco com a cortina do box porque sou um cara grande, mas nada demais.

Me seco. Estendo a toalha no encosto de uma cadeira, na sala. Nanda me observa; estou inteiramente à vontade.

Nos beijamos.
Deslizo as mãos pelo seu corpo, por suas costas... Longamente... Roço nela o dorso das unhas, com sutileza...
...Nossos beijos se intensificam ... Aperto sua bunda - Nanda geme, se arrepia, a boca grudada à minha... sua respiração se altera... (pantera desperta..)...

- "Deita", ela diz,apontando a cama.. Obedeço.
Ainda de calcinha e sutiã, começa a chupar meu pau... vem e vai e... por diversos momentos se detém, girando a língua pela glande. Em êxtase, peço mais... Pantera sedenta, ela me lambe o saco, explora... Sabe bem o que faz. E gosta.
Nanda se diverte com meu caralho na boca. Que coisa maravilhosa!..

A tempo, me salvo de um final fulminante: encontro forças para soerguer o tronco e alcançá-la, chamá-la outra vez num beijo. Ela vem, se esfrega, devagarinho, debruçada de quatro sobre mim... (um tesão filha da puta! meu pau em riste!..)
Habilmente, abro o seu sutiã e os seios vêm à mostra... ela sorri; num gesto felino de corpo, se estica e os oferece ao meu rosto... Vou ao encontro deles: que peitos lindos, puta que pariu!... chupo, ponho e tiro-os da boca, brinco com a ponta da língua nos mamilos... Nanda ronrona, semicerra os olhos... (belíssima!)...

Deixo-me estar um tempo por ali...

Depois, num giro de improviso, fico sobre ela. Curto ainda seus seios, por mais um delicioso momento.. Em seguida, desço, beijando seu corpo, sentindo sua pele... Puxo a calcinha com delicadeza, fazendo surgir sua boceta... (Paro um pouco para vislumbrá-la nua, na cama... Nanda... apolínea, uma visão estonteante!..)..
Ao toque das minhas mãos, ela afasta as pernas... e no vão criado entre seus joelhos, levemente erguidos, eu mergulho para encontrar seu sexo, com a boca. Nanda se entrega... Ávido, passo a ponta da língua, umedecendo sua fenda.. passo... paaaaasso... ,passeio a ponta da língua demoradamente no seu grelo.. alterno movimentos, circulo, chupo... e para cima e para baixo e outra vez orbito no clitóris minha língua... (que boceta deliciosa!) - Nanda, pernas abertas, braços lançados para trás, sobre a cabeça, retorce o corpo ao sabor da vertigem, solta nas torrentes de gozo que a percorrem sob a pele - Possuída pela minha boca!

...Experimento acariciá-la... e para meu deleite, sua respiração se intensifica ainda mais... ela geme... geme alto.. Vou masturbando Nanda... Ela fica louca!.. corresponde totalmente àquele carinho - seu corpo, seu ser inteiro dança no lençol. Deslizo o dedo para dentro de sua boceta: molhada! Me sirvo do seu mel... (cheiro, lambo, me esbaldo)... Sigo entre suas pernas, vadiando.. massageio seu ponto G por um instante e retorno ao grelo, alternando movimentos - dedo e língua... Até que ela explode numa onda de prazer, num grito curto que sacode todo o seu corpo- "AAAH!!".....

Rolo de lado no colchão, feliz. Meu caralho duro: um totem (por pouco não gozei junto com ela, há instantes). Nanda retoma fôlego aos poucos, deitada junto a mim... Pouso a mão em sua coxa; sinto os afluxos elétricos que ainda dardejam seu corpo.

De repente, ela vem... (a pantera..). Agarra meu pau e começa outra vez a chupar... (agora sou eu quem geme alto)
... peço pela camisinha... imploro!..
Nanda me atende; traz, envelopa meu pau. Pergunto a ela como gosta mais...
- "de quatro... mas agora eu quero assim", responde... E escala meu mastro, senta, enterrando-o todo na boceta.
Que delícia!
Nanda quica, cavalga a vara... Eu a seguro pela cintura, limitando um pouco seus movimentos (tenho receio de me machucar, nessa posição)... eis que então, todo aquele seu ímpeto se desloca para um jogo de quadril inacreditável! Ela se lança!... assume a posição dominante. ....meu pau totalmente envolvido em sua carne, enfiado fundo em sua boceta!... Nanda rebola indo e vindo, COLADA ao meu corpo! Só seu quadril ondula... um dínamo!.. (todas as forças da natureza agora se reúnem ali). Pantera voraz, Nanda me come...
Nanda ME FODE sentada em meu caralho! (Minha nossa, como fode!)...

... E é assim, capturado em seus movimentos, submerso em sua boceta quente, que JORRO num gozo interminável!...

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P.S. - Eu tinha decidido não escrever mais relatos. Encorajado pela Nanda, contudo, reconsiderei. Ela me pediu que escrevesse algo bem-humorado... Bem, não saiu conforme a encomenda, mas espero que ela goste. Um beijo, Nanda.

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
Dionizio_RJ, Wolfgang, ronondex, Senior69, Fazzo Casanova, lord_omagnifico, Ale_Parker, Nanda Martins, alan26272829, Brand, LP come queto, Deco1272, curtiram esse TD.
MIRELLA MORENO - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 96742-2220
MIRELLA MORENO
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$200.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI NãO R$0.00 NãO

31 de Maio de 2021 às 22:05



21 de maio de 2021, fim da tarde.
Terminado o expediente, vou pelas ruas do Centro... O coração alvoroçado...
Sim, a vida me fez um homem experiente, mas o espírito do adolescente que fui
é a emoção que me leva. Vou ao encontro da Mirella, conhecê-la.
No horário combinado chego ao Avenida Central, onde ela atende.
Devidamente identificado, subo ao 11º e me anuncio à porta.
Aí, um revés: ela me passa um zap
avisando que ainda está com um cliente e pede pra aguardar.
- "Vai sair já!.."
Pensei em voar dali imediatamente, mas decidi esperar.
Uns 5 minutos depois o sujeito saiu. Coroa, bermudinha... passeando, o sacana.
Junto à janela no fim do corredor, fico
olhando a nuca dele se afastar até os elevadores.
Então, toco a campainha novamente, e desta vez a porta se abre pra mim.
Lá dentro, uma luz mortiça azul.
Tapumes pintados de branco criam um hall de entrada e, por detrás, o ambiente do quarto.
Troço meio improvisado, bambeia, ameaça cair... Mirella diz "Ai, meu deus!", e sorri.
(não se apóiem naquelas "paredes!").
Mirella é bonita e simpática. Me oferece uma toalha branca, limpa, ensacada. Ponto positivo a se destacar.
O chinelo ofertado, no entanto, é horroroso. Feito do plástico mais vagabundo,
é daqueles que deixam os dedos sobrando na frente, com uma tira larga de pano pegando no peito do pé.
Está encharcado... troço nojento.
Já despido, indo tomar uma ducha, acerto com a canela
na ponta da cama improvisada. Abre-se um pequeno talho.
- "Muita gente se machuca aí", ele me diz.
O banheiro é limpo. Velhusco, mas decente.
Banho tomado, "esqueço" por lá mesmo o tal chinelo
e vou descalço pelo corredor. Foda-se.
De volta ao quarto, muitos beijos na boca, com vontade, línguas em profusão... Mirella se entrega.
Carícias de parte a parte acendem nossos corpos para o amor. Mirella é cheirosa sem ser perfumada, rescende a sabonete (ponto positivíssimo!),
e deslizar as mãos por sua pele e o rosto me excita.
Deito-a na cama e começo a lamber o grelinho. Ela geme, baixinho. Tesão...
Então, percebo que não estamos a sós, embora o anúncio dela dê a entender que seria assim...
Sons de outros gemidos surgem no ar...
O fato é que há um quarto contíguo (eu devia ter suspeitado, pela falta de janela onde estamos!)
e uma outra garota em atendimento - eu soube depois, pela Mirella, quem é, mas não vou contar.
Segui no minete... Gentilmente, insinuo colocar o dedo no cuzinho, mas ela refuga. Revela que não gosta
e que NÃO FAZ ANAL "em hipótese nenhuma". Tudo bem.
Na bocetinha ela deixa eu enfiar o dedo... massageio o ponto G enquanto chupo o grelinho, ela arfa, se contorce um pouco......
geme, me pega pelo cabelo e força docemente minha cabeça contra sua boceta.
Aí, o casal do lado começa a conversar. E como não há nenhuma música rolando, pra atenuar aquela proximidade, estamos como que no mesmo ambiente, separados apenas pelo tal tapume branco. O papo ao lado é sobre faculdade de medicina.
Continuei chupando, a Mirella gemendo, molhada, mas nada de gozar...
- "E as matérias do 3º período", e não sei mais o quê... "fisiologia"...
(puta que pariu, FISIOLOGIA!?!!... - eu penso)
O cara no cômodo ao lado tem um probleminha na fala, ainda por cima.
O jeito como ele diz fisiologia ("fissioloxia") dá uma vontade do caralho de rir! Tento me concentrar.
Chupo, circulo com a língua o grelo... Mirella curtindo, mas gozar que é bom... nada. Meu pau começa a desanimar...
Ela então pede pra trocarmos; eu deito e ela vem por cima. Pega meu pau, coloca na boca e começa a chupar.
O boquete dela é molhado, mas sem nada de cuspe e babação. Boquete gostoso, no jeito, clássico. Faltou lamber as bolas... Tudo bem.
O pau sobe e eu peço a camisinha. Boto ela de quatro, pra aproveitar o fluxo (que ele ainda não está duro, duro mesmo como é - mas tá ficando) e vou com tudo naquela buceta. Puxo ela pelas ancas com carinho, mas firme. Indo e vindo, fico rijo... Meto-lhe a piroca! Ela começa a gritar "COME MINHA BUCETA, COME!!! ISSO!!!! AAAHHHHH!! COME MINHA BUCETA!!! MEETE!!!!! METEEE!!! ASSIM!! AAAAAHH!..."
O quanto foi sincero, aquilo, pouco importa... A Mirella gritando daquela maneira me deixou louco de tesão,
e segui metendo firme até gozar!

Ela é bonita, como eu já disse - e a bocetinha é quente e apertada.
Talvez um dia eu volte por lá... Mas acho improvável.
E não digo isso por ela não fazer anal. Eu gosto (risos),
mas pra mim um beijo na boca como o da Mirella vale muito, muito mais que um cu.

O programa, como um todo, é que não vale as 200 pratas.
É que por esse preço, portas melhores se abrem pra você, de lugares
com uma iluminação mais interessante, som ambiente...
E há muitas garotas por aí que... Bem, vocês sabem.

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
RAZOáVEL RUIM
Licantropo, Senior69, Dionizio_RJ, Frederico Cotrim, membro, ronondex, melzas, Araujo, Júlia Ferraz, Deco1272, Ciclope, curtiram esse TD.
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