https://gparena.net/social-feed-user.php?id=15023
BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
HO HO HO
Só pra constar, esse relato, assim como o anterior, é do ano passado. Afinal, atrasado sim, sonegado só se fizer jus (o que não é o caso aqui).
Numa terça dessas da vida resolvi dar uma escapulida e tentar a sorte pra conseguir um enrosco. Enquanto me deslocava, dei uma checada na Lista de Presentes para escolher um nome e traçar a rota. Feito isso, na primeira tentativa já sou respondido quase que prontamente. Pergunto se teria um horário disponível para este gélido idoso e, para minha alegria, disse que sim. Tudo confirmado, fico mais tranquilo.
Bom, nem tanto. Era minha primeira vez no Largo do Machado. Então aproveitei que tinha tempo sobrando pra fazer duas coisas: fazer o reconhecimento da área pra saber onde fica o prédio onde ela atende e garantir um presentinho pra não chegar de mãos abanando.
Essa última parte eu tirei de letra. Não que a primeira tenha sido difícil (muito pelo contrário, é um lugar tranquilo e fácil de achar), mas o burrinho aqui ficou meio perdido quanto à entrada. Mas logo foi resolvido.
Enquanto aguardava a confirmação para subir, parei na lanchonete que fica logo ao lado e pedi um suco de laranja. Fidelidade à cerveja do Zezé é foda.
Cinco minutos antes do combinado, olho pro alto e avisto um sapatinho na janela. Era o sinal de que a chaminé estava preparada para receber o Mau Velhinho.
Ao chegar em seu apê, sou recebido por essa maravilhosa morena numa lingerie branca. Nos cumprimentamos verbalmente e ela me pergunta como estou. Quando ia lhe responder, minha boca é tomada de assalto pelos seus beijos. Achei uma falta de educação deliciosa me interromper desse jeito. Adorei! Após os beijos já tinha esquecido o que ia falar. Sou conduzido até o seu quarto, que conta com uma decoração discreta e bem bonita. Ela me pergunta se vou tomar banho, óbvio que concordo e vou lavar meu corpo roliço. Quando saio, a encontro numa pequena copa que fica ao lado do banheiro. Mal me viu, já me agarra aos beijos novamente. À essa altura do campeonato, eu já sabia que ia dar ótimo. E nem tínhamos feito nada ainda.
Sou guinchado de volta até o seu quarto, nos sentamos na cama e, antes que viesse uma nova investida de beijos, pedi para que se contivesse e então batemos um Papo Noel. Feitos os devidos esclarecimentos, Loren literalmente pula em cima de mim e milésimos de segundos depois nossas línguas estavam se digladiando mais uma vez. Ela me apertava junto a si enquanto eu apalpava as coxas, sua bunda, acariciava suas costas e a pegava pelos cabelos alternadamente. Quem dera ser cheio de braços como um deus hindu pra fazer tudo isso ao mesmo tempo.
Tiramos as peças de roupa faltantes e ficamos nus nos entregando ao calor do corpo do outro. Com ela sentada por cima de mim, beijo seu pescoço e vou aos seus seios, uma degustação maravilhosa e irresistível. Fiquei tempo suficiente pra ouvir um ou outro gemido e ser chamado de safado. Já deitado, me beija mais, vai descendo e agarra Rudolph num oral tão gostoso, quente e prazeroso quanto seus beijos. De vez em quando dava umas engolidas que eu ia ao céu, dava "Boa tarde!" pro Chefe e voltava. Misericórdia, Senhor! Lembrando agora do ocorrido me pergunto como resisti tanto tempo.
Quando ela deu uma pausa, disse que queria lhe dar o troco. "É pra já!", foi a resposta dela. Me manteve deitado e montou na minha cara. Que maravilha! Uma ppk gostosa de chupar, com um grelo suculento ... agarrado às suas coxas grossas, me fartei ali enquanto ela gemia e rebolava. Na hora que apertou minha cabeça contra suas virilhas, era hora do gozo. Delicioso (literalmente) e intenso. Ela gira as pernas e eu achei que ia desmontar. Achei errado.
Emendou num 69 alucinante. Ambos se chupando, lambendo, trabalhando a boca no sexo do outro. A coisa pegou fogo de um jeito que eu achei que iríamos acabar gozando juntos nessa posição, algo inédito pra mim até então. Achei errado de novo. Achei errado de novo. Loren salta de acima de mim, encapa o Pequeno Rudolph e começa a me cavalgar de frente pra mim. O tesão entrou em órbita alavancado pelo movimento do seu quadril junto com seu beijos, um combustível capaz de mover montanhas. Antevendo o estouro da champanhe, peço para trocar de posição.
Ela se posiciona de quatro na beira da cama. Mal me ponho dentro dela, Loren empina a bunda pra cima. Já tinham me alertado quanto à essa visão irresistível. Pensei: "Dois toques no berimbau e a capoeira termina!". Pra variar, achei errado de novo. Rudolph chamou a responsa pra si e disse "É só não olhar pra bunda dela que eu seguro um tempo!". Dito e feito. Aguentei mais do que imaginei que fosse aguentar. Mas uma rápida olhadinha naquele monumento à minha frente fez com que o esforço do meu companheiro de aventuras chegasse ao fim. Anuncio que vou gozar e o faço em sua boca.
Ela se retira pra jogar fora os projetos de duendes. Na volta, batemos um papo bem bacana e descontraído. Claro, regado com muitos beijos. A fatídica hora chega. Banho rápido, roupa de volta e sou levado até a porta. Nos beijamos mais uma vez e tive que partir.
Depois de recalcular a rota rumo à Cinelândia, incluí a Loren na lista de repetecos mais do que certos. Gostei tanto que até indiquei, ou melhor, referendei a um pequeno confrade.
