02 de Novembro de 2023 às 11:17
LUNA SOARES
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

NãO SEI

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Namorava as fotos da Luna desde sua passagem pela Ônix. No terceiro encontro do Arena, tive a oportunidade de vê-la de perto. Estava vestida discretamente: calça jeans, uma camiseta branca e salto. Chegou com as amigas, me cumprimentou e parou ao meu lado no mezanino, observando as pessoas lá embaixo. Aproveitei para contemplar sua beleza. As tranças em seu cabelo desciam pelas suas costas e chegavam até o bumbum, que é sem dúvidas, uma das partes mais bonitas do seu corpo: volumoso, convidativo, protuberante, firme, chamativo, ... Perdi meus olhos nela sem pudor, levemente alcoolizado, e demorei tanto tempo que ela acabou notando minha fixação. Olhou pra mim e sorriu um convite. Não tinha jeito, em algum momento a gente ia ter que se encontrar com menos roupa.

Meses depois revi a Luna em uma resenha informal no Zezé. Apenas nos cumprimentamos pois ela estava conversando com um camarada e não quis atrapalhar. Semanas depois em nova resenha, tivemos a oportunidade de bater um papo. Impressionou-me sua voz delicada e o jeito de menina. Pude finalmente notar seus olhos que eu julgava castanhos, mas que naquela noite se apresentaram para mim num mel profundo. Luna se expressa bem, é falante e alterna entre uma personalidade agitada e tímida. Surpreendeu-me ao tomar a iniciativa da conversa em diversos momentos. Achou que eu tinha cara de advogado e quis tirar umas dúvidas sobre contratos de aluguel. Depois quis saber o que eu fazia da vida e ao perceber que meu trabalho não era nada interessante, me perguntou sobre meus hobbies. Descobrimos algumas afinidades e apesar do jeito gentil com que se expressa, ela aproveitava qualquer oportunidade para emendar assuntos mais indecorosos na conversa. Se havia dúvida em relação a um encontro, estas desapareceram.

No dia do encontro mandei uma mensagem para ela e perguntei se beberia umas cervejas comigo, se havia geladeira em seu local. Eu vou adorar, ela respondeu quase que imediatamente. Passei em uma mercado na esquina da Álvaro Alvim, peguei 4 latões, 2 Brahmas que ela estava bebendo no dia que conversamos e 2 Heinekens pra mim. Subi em um dos elevadores de AA37 e fui recebido por ela na porta em uma lingerie preta transparente. Fomos para o quarto, que é bem pequeno, mas atende ao propósito do encontro, entreguei as bebidas e fui tomar banho enquanto ela guardava as latas na geladeira. Voltei do banho apenas de cueca e abrimos a primeira lata para quebrar o gelo. Poxa, Cervejeiro, achei que ia trazer umas cervejas diferentes, ela comentou. Não deu para trazer nada do meu estoque pessoal, respondi, patroa tá me vigiando. Prometi que traria na próxima.

Não chegamos a beber muita coisa. Os copos ficaram esquentando no chão enquanto nossas bocas se reconheciam. Luna tem um beijo muito carinhoso e  insistente. Passava a mão em seus cabelos, agora sem as tranças e quando nossas bocas se afastavam, aproveitava para observar seus olhos tão expressivos. Achei Luna uma mulher muito bonita: boca, nariz, olhos, queixo, tudo em harmonia.

Ela se deitou eu fui explorar seu corpo. Ela respondia as carícias e gemia baixinho, um gemido fininho, bastante provocante. Passei por seus seios, barriga e dei leves mordidas em suas coxas. Luna é uma mulher de substância, carnuda, uma delícia de apertar e morder. Abusei de suas pernas e panturrilha, mas logo fui aonde mais me interessava. Ela correspondeu ao carinhos, continuava gemendo baixinho enquanto eu brincava com ela em minha boca. Chegou a quase gozar umas três ou quatro vezes. Passou a mover o quadril e me auxiliar no movimento. Não se entregou fácil, me deu trabalho, mas quando cedeu, culminou numa explosão que a fez elevar sua voz e gemidos. Ali eu vi a verdadeira Luna, sem qualquer contenção, entregue ao prazer, sonora, sem amarras, ressonante. Chegou a colocar as palmas das mãos sobre a boca para se conter,  tímida, tamanho seu descontrole diante do orgasmo que demorou a chegar. Deitei ao seu lado e ela me pediu um minuto para para se recompor. Sei que não se deve perguntar, basta ler os sinais, mas não resisti: foi gostoso? Gostoso, ela respondeu. Quer dizer, foi mais que gostoso, foi maravilhoso. Rimos e ficamos trocando carícias.

Quando se recompôs, disse que era sua vez. Deitei no centro da cama e ela voltou a me beijar. Passou boca e língua no meu corpo delicadamente até chegar aonde eu queria. Mostrou seu talento e atendeu minhas expectativas: quando conversávamos na semana seguinte, eu olhava sua boca bem delineada e me projetava entre seus lábios. O boquete foi espetacular, aplicado de 4 em frente a um pequeno espelho na parede que me permitiu observar em detalhes seu corpo através do reflexo. Não demorei muito para pedir a camisinha e estar no lugar que meu olhos fitvam.

Primeiro ela veio por cima e eu só curti a vista e seus movimentos alternados. Depois pedi que ficasse de 4, a posição mais espetacular e que favorece seu corpo e aquelas curvas tão formidáveis. Durante todo o ato ela virava o rosto para trás, me olhava e gemia, aumentado minha vontade de continuar ali e avançar cada vez mais forte contra ela. Coloquei meu indicador em seu cuzinho e fiquei sentido meu pau passar lentamente, uma parede tão fina separava as duas coisas. Um tesão absurdo, eu suava de gotejar sobre a Luna. Trocamos para o PPMM e ali acabaram minhas forças. Pedi um tempo e deitei ao seu lado. Ela tentou aumentar a potência do ar condicionado, em vão. Acho que a gente tá muito quente, comentou. Só vai melhorar se a gente sossegar um pouco. Concordei e ela foi pegar uma das cervejas na geladeira.

Bebemos mais uma latinha e voltamos a nos pegar. Percebi que ela estava bem excitada novamente e perguntei: quer que eu te chupe mais uma vez? Ela mordeu os lábios e balançou a cabeça. Nova sessão e mais uma vez, após alguma insistência, ela explodiu em descontrole. Desta vez não levou as mãos à boca. Não havia mais o que esconder. Recostei na cama e ela veio me chupar, um tesão absurdo. Avisei depois de um tempo que se ela continuasse daquele jeito eu iria gozar ali mesmo. Então ela aumentou a pressão e eu me entreguei a um orgasmo extremo e longevo. Não tenho certeza, pois ela não me deixou ver nada do que extraiu de mim, mas acredito ter ejaculado um volume fora do normal. Não esqueço a expressão no rosto dela ao descolar do meu corpo,  travar os lábios e ir cuspir o produto daquela pegação na lixeira.

Depois que gozei, ela se deitou ao meu lado, pegou um dos meus braços e se aninhou, de olhos fechados. Fechei também os meus enquanto sentia o calor de seu corpo e, de tão relaxado, acabei adormecendo. Acordei num susto, acredito que uns 5 minutos depois. Era a realidade me chamando. Perguntei como estava nosso tempo e, ao olhar o relógio, vi que já estávamos estourados. Ela voltou a me abraçar e fechou novamente os olhos. Relaxei e também me entreguei por mais alguns momentos.

Foi um primeiro encontro de alto nível que já está pedindo por mais uma sessão. Creio que a segunda vez será ainda melhor, pois há algumas coisas que não exploramos naquelas duas horas intensas.