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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Minha curiosidade em marcar este encontro com a Luana surgiu no dia em que a conheci pessoalmente em um dos encontros informais no Zezé. Ela chegou sozinha, depois que alguns grupos já estavam espalhados pelas calçadas. Chegou como quem passava por um tapete vermelho, capturando os olhares ansiosos por sua chegada. Eu estava de longe, mas a vi caminhando elegantemente sobre os saltos, o cabelo muito bem penteado na altura dos ombros e o vento acariciando seu rosto. Entendi que Luana era conhecida, quase uma celebridade. Cumprimentou a todos – ou a quase todos – com uma sensualidade notória e um charme difícil de ignorar. Em algum momento parou ao meu lado. Você eu não conheço, disse apontando pra mim, as unhas vermelhas marcando o fim dos dedos. Sou o Cervejeiro, respondi. Huuuuum, Cervejeiro, prazer, disse com a voz melosa, os olhos espetaculares vidrados em mim. Tive certeza que ela poderia me devorar ali mesmo e eu seria incapaz de qualquer reação.
Marquei com a Luana algumas semanas depois através do WhatsApp, mas tive um compromisso de última hora e avisei que não poderia comparecer. A Luana ficou na minha mente por alguns meses, mas acabei não marcando novamente com ela. Não sei dizer o motivo. Só não aconteceu. Um equívoco irreparável.
Depois nos esbarramos novamente nas festas do Arena e sempre que a via, comentava com os companheiros mais íntimos: eu não sei o que essa menina tem, mas alguma coisa nela me captura, é quase sobrenatural. Todos concordaram. Alguém levantou a hipótese de serem feromônios. Não consegui discordar.
Finalmente as agendas bateram. Encontrei Luana em seu apartamento, em Copacabana. Ela usava um vestido do tipo fishnet, sem nada por baixo. Me recebeu com um beijo macio, invadindo minha boca com um língua atrevida, sinais de uma promessa. Finalmente veio me ver, falou. Finalmente, concordei. A lista é grande, né?, provocou. Quase infinita, brinquei. Safado, piscou os olhos e me beijou novamente. Depois me mostrou o local, pediu para não reparar a bagunça e me levou para o quarto. Deixei minha mochila no chão enquanto ela mexia no armário.
Voltamos a nos beijar quando ela entregou uma toalha. A intenção era tomar banho logo para aproveitar o tempo, mas nossos corpos colaram e estavam difíceis de desgrudar. Beijei seu pescoço, uma leve mordida. Seu perfume ficou impregnado na minha barba. Ela agarrou meus cabelos, afastou minha boca e falou: já achou meu ponto fraco. Voltei a atacar seu pescoço e desci para os seios. Chupa, ordenou, mas nem precisava. Os sinais eram claros de que era mais uma zona de seu corpo a ser explorada no detalhe. Mais beijos e ela arrancou minha blusa. Acariciou meu pau sobre a calça e se enrolou para tirar meu cinto. Tem uma pegadinha, falei, auxiliando com as minhas mãos. É para evitar que eu seja estuprado. Luana me olhou com aqueles olhos irreparáveis e eu entendi: não tinha jeito, eu ia ser devorado.
Minhas calças ficaram no meio das pernas. A cueca foi junto. Luana me beijava e me masturbava ao mesmo tempo. Empurrei seu corpo e me livrei das peças de roupa que atrapalhavam. Coloquei ela de costas, ainda de pé. Mordi sua nuca e passei com a minha língua pelas suas costas. Tirei a pouca roupa que ainda persistia em seu corpo e descartei a toalha. Não ia rolar banho, a gente não ia desgrudar.
Ela se ajeitou de quatro da cama e abocanhou meu pau. Se há definição para o que é um boquete, o parâmetro era aquele. Aproveitei o que pude. Ela parava, olhava em meus olhos, e voltava a chupar. Alternava com punheta, explorava o saco e retornava para me engolir. Vai, deita na cama. Obedeci e ela me mostrou que mal havia começado. Desceu além do meu saco e lambeu meu períneo. Ergueu a cabeça e perguntou se eu gostava. Respondi que sim. Houve então uma falha de comunicação que foi engraçada. Luana colocou os braços por debaixo das minhas pernas e me aplicou um beijo grego. Levantei, peguei ela pelos cabelos e falei: prefiro sua boca no meu pau. Ela obedeceu e, Leoa, continuou a me devorar.
Trocamos de posição quando eu estava prestes a explodir em sua boca. Pedi que se deitasse e fui explorar seu corpo. Você é muito bonito, me disse enquanto eu chupava um de seus seios. Soltei uma gargalhada, surpreso e desci por sua barriga até chegar na virilha. Me detive ali antes de atacar seu clitóris. Passei a língua pela lateral externa da pélvis, quase chegando em sua buceta, mas desviei para suas coxas. Depois retornei pela outra extremidade e me detive mais uma vez. Luana me olhava, sua expressão dizia: vai caralho, me chupa logo, mas eu me detivr mais um pouco para provocar. Quando ataquei seu ponto mais sensível, seus olhos se fecharam e o pescoço forçou o travesseiro. Lambi, chupei, mordisquei. Chupada gostosa, exclamou. Apertava minha cabeca, puxava meus cabelos, apertava os seios com as mãos, mas também usava as minhas para isso. Não demorou muito. O orgasmo veio intenso, espasmódico, delicioso.
Luana voltou a me chupar, mas eu queria a camisinha. Sentou sobre mim e abusou do meu pau. Se esfregava, ávida, e lambuzada minha virilha com seu prazer. Lambi um de meus dedos, lubrificando-o e coloquei em seu clitóris enquanto ela se retorcia. Revirou os olhos e me disse sem uma única palavra: isso é maldade.
Quase gozei com ela por cima de mim, mas eu precisava comer ela de quatro. Ela se posicionou e eu aproveitei para gastar todas as minhas energias. Não satisfeita, ela jogava seu corpo contra o meu para ajudar no movimento. Rebolava, se mexia e olhava para trás o tempo todo. Uma beleza selvagem que me instigava. Era tudo tão intenso que a camisinha secou. Posso beber um pouco de água?, ela perguntou enquanto procurava outra camisinha. Claro, respondi, e me aconcheguei na cama, exausto.
Luana retornou, bebemos água e logo ela veio me atacar. Mais um boquete sensacional e eu estava pronto novamente. Pedi que deitasse no PPMM e a penetrei com toda a vontade que havia em meu corpo. Apertava o rosto da Luana, fitando aqueles olhos incríveis e tomei a ousadia de enforcá-la levemente. Me enforca, safado, eu gosto. Pode fazer o que você quiser. Apertei seu pescoço enquanto tentava ir o mais fundo que podia. Ameacei um tapa em seu rosto, mas controlei o impulso. Ela percebeu. Você gosta de bater?, perguntou. Confirmei com a cabeça. Bate! Dei um tapa de leve, com receio de machucá-la. Ela gostou. Ensaiei outro, também moderado. Seus olhos diziam que estava gostando. Posso?, perguntou. Assenti. Ela de meu dois tapas. O primeiro de leve. O segundo mãos forte. Foi o combustível que me incendiou. Acelerei ainda mais.
O suor corria pela minha testa e descia pelo meu nariz. Pingou próximo à boca da Luana. Ela recolheu com a língua. Tanta intensidade e aconteceu o óbvio: eu cansei. Deitei e ela veio novamente chupar. Dá leitinho na minha boca?, pediu. Me ajeitei e fiquei admirando seu empenho para me finalizar. Para observar melhor, fui até a ponta da cama e ela ficou de joelhos. Dá na minha boca, pediu novamente. Eu juro que queria, tenho uma puta satisfação em gozar durante o boquete, mas, não sei o que houve, não consegui. Teu pau tá muito duro, ela comentou ao tirá-lo da boca. Tô morrendo tesão, confessei, mas acho que não vou gozar assim. Cheguei a tentar me masturbar, mas também não deu em nada. Era provável que o cansaço estivesse me atrapalhando.
Pega outra camisinha, ordenei. Como você quer?, ela perguntou Deita de frente, vou gozar olhado nos teus olhos. Penetrei com toda energia que me restava e finalmente surgiu a explosão tão aguardada. Deitei na cama, estafado. Luana deitou ao meu lado e ficou me acariciando. Sabe que vai ter que voltar pra me dar leitinho, né? Concordei enquanto tentava respirar.
Não posso dizer que a Luana foi uma surpresa. Eu já imaginava que ela fosse um furacão, mas nosso encontro superou minhas expectativas. Fui devorado, sugado, apertado e agredido. O corpo dela é um parque de diversões que reage a tudo que você faz. Luana é energia pura. Vou ter que aceitar o convite e retornar o mais breve possível. Não sou de rejeitar um pedido deste tipo. Luana é mulher, fêmea, leoa. Transpira sexualidade, inspira putaria, intensidade pura. Um conjunto difícil de resistir.
