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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$50.00
REPETECO
SIM
Karen é alta e encorpada, uma mulher para grandes fomes. Tem a pele clara, os cabelos aloirados. Ostentava um sorriso aberto, sempre comunicativa. Perguntou se eu queria fazer anal, quis a grana e a taxa antecipadamente. Sem restrições?, perguntei. Como assim? Quero saber se posso brincar a vontade. Claro que pode, só começa devagar.
Os beijos da Karen não são nada econômicos. É daquelas mulheres que gostam de devorar a presa (ou atua muito bem nesta direção). O boquete dela é na mesma intensidade, sem qualquer parcimônia. Faz com apetite e gosta de observar o parceiro. Quero te chupar, eu disse depois de ter meu pau debulhado em sua boca. Ela se deitou, abriu as pernas sem o menor pudor, ainda de salto, e ficou me olhando como quem já esperava por aquele momento. Sorriu, gemeu e se esfregou em mim. Não se contentava em receber, queria participar. Puxava meus cabelos e acariciava minhas orelhas. Depois que gozou veio pra cima de mim, se encaixou em meu pau e passou a rebolar com empolgação. Esta cama não vai aguentar nós dois, pensei ao vê-la se mover daquela maneira, mas logo fui transportado a outro plano. Esqueci da cama, dos problemas, de quanto tempo estava ali.
Deixa eu te comer de quatro. Mal as palavras saíram da minha boca, ela já estava posicionada, o pescoço torcido na minha direção, os olhos de loba. Penetrei-a vigorosamente e tomei o controle da foda com uma volta dos seus cabelos na minha mão. Depois larguei os fios, umedeci o polegar e massageei a entrada do seu ânus. Logo ele escorregou, um quarto da medida dentro da Karen. Safado, ela gemeu. Sentia o ir e vir do meu pau contra a parede da vagina enquanto aprofundava meu polegar. Não durou muito, pedi: deixa eu comer esse teu rabo.
Não teve lubrificante, nem anestésico. O único artifício foi o cuspe. O pau entrou devagar, o corpo da Karen de costas pra mim, ambos deitados lateralmente na cama. O tesão era tanto que eu quis mais. Ainda com ela de lado, subi em uma de suas coxas, empurrei a outra perna para cima, perpendicular ao corpo, estoquei mais fundo. Seus olhos fixaram em minha arregalados, um sinal para que eu fosse com mais calma. Diminuí o ritmo e em pouco tempo ela estava pronta para algo mais intenso. Alternamos algumas posições e depois que gozei, deitei na cama ao seu lado: faltou ar. Não morre, menino, ela me pediu. Senão vai me dar trabalho. Achei fôlego para rir. Nos abraçamos. Tempo, banho, despedida na porta. Estava pronto para um dia duro de trabalho. A Karen foi parte da fórmula.
