29 de Janeiro de 2024 às 22:45
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

SIM

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Gosto dos encontros com a Lunna porque eles misturam sensualidade e galhofa, um ar de pornochanchada com diálogos absurdos e uma putaria provocante. Abriu a porta, me recebeu com um beijo e enquanto caminhávamos pelo corredor, disparou: veio comer meu cu, né? Vim só pra isso, respondi, se tu não tivesse, nem sairia de casar. Gargalhamos e logo depois a flagrei se olhando no espelho. Tu não perde essa mania, né? Porra, tô com maior rabão, respondeu analisando o traseiro lateralmente. Já já tô aí dentro, comentei. Cadê a toalha?

Voltei do banho e ela já veio para o boquete. O pau desliza por inteiro, vai até a garganta e volta. Ela dá uma leve engasgada. Aproveita a saliva e punheta com vontade. Depois volta a me engolir. Coloco as mãos para trás e fico ali contemplando aquele rosto de moleca, os olhos emoldurados pelos óculos e a rola na boca. Um parque de diversões completo.

Você é um escroto, sempre me faz gozar assim, ela diz depois que os espasmos deixam de controlar seu corpo. Limpo minha boca com as costas de uma das mãos e vou beija-la. Visto a camisinha enquanto ela se posiciona de quatro, de frente para um espelho na cabeceira da cama. Ela quer se olhar, obviamemente. Ficamos naquela posição até o suor começar a atrapalhar. Mudamos de posição e ela vem cavalgar, uma amazona míope e narcisista. O espelho é protagonista e ela é coadjuvante. Eu sou só um acessório.

O anal começa devagar, mas em uma posição inusitada pra quem diz não estar acostumada. Ela controla a sentada e pede pra eu não me mexer. Digo que meu pau é pequeno, que ela tá de frescura. Ela perde a concentração e começa a rir. Se recupera e diz que precisa se acostumar. Qual maluco que vem aqui e não come teu rabo?, pergunto ante a dificuldade encontrada. A maioria, ela responde, as mãos apoiadas em meu peito, aumentando a velocidade do vai-e-vem. Logo está habituada e relaxa nos movimentos. Depois trocamos para ela de quatro e mais tarde, de bruços. Quer gozar na minha boca?, ela pergunta. Quase uma ordem.

Fico de pé e ela me engole. Ajeita os óculos, arruma o cabelo, mas não cessa os movimentos. De vez em quando cede ao impulso e olha para o espelho ainda com a rola na boca. Os movimentos são intensos, a pressão na medida. Gozo tudo dentro dela. Não escapa uma gota. Ela ainda espreme a ponta do pau para tirar o último sumo. Depois mostra a língua e faz uma careta. Ensaia que vai me beijar eu eu fujo. Rimos da situação e depois vou tomar um banho. Na volta, um pouco de papo, novas zoeiras, gargalhadas e ela se despede de mim me batendo por conta da história do pau pequeno.