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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
DISSE QUE FAZ
ANAL
NãO
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Era um dia de merda no escritório, daqueles em que a pena de seis a vinte por homicídio simples parece um preço razoável. Encarceramento, teto, comida e afastamento do convívio social soavam como férias. Entrei no elevador com a desculpa de fumar um cigarro. No caminho lembrei que não fumava. Parei para um café. Escolhi um lugar mais isolado da cafeteira. Abri o GPArena. Vi o anuncio da Tainá. Largo do Machado, cerca de 5 minutos de metrô. Mando msg e ela responde de imediato. O cigarro – o café – iam se estender um pouco além do normal.
Ela atende no lugar que tem mais gostosa por metro quadrado no Largo do Machado, local de musas como Monique Moura e Loren Andrade. Passada a porta, uma belíssima surpresa me aguarda: além de muito bonita, a Tainá tem um sorriso encantador. E mais: é extremamente simpática. Baixinha, ela fica na ponta dos pés de me dá um selinho. Beleza me derruba, faz meus lábios se moverem por conta própria: tu é muito bonita, confesso que não esperava. Ela inclina a cabeça pro lado, abre ainda mais o sorriso e diz: ah, obrigada. Pega na minha mão e me conduz ao quarto. Chegando, pergunta se quero água. Um banho, digo, desde cedo no trabalho, tô precisando. Ela pega uma tolha e me mostra o local, sempre sorrindo. Já volto, digo. Tudo bem se te esperar no quarto?, ela pergunta. Claro, não demoro.
Ela salta da cama, enlaça meu pescoço e me beija quando volto de cueca e toalha na mão. Penduro a toalha no acessório pregado à parede e a beijo. Nosso beijo não encaixa de primeira, mas depois de nos reconhecermos, a coisa flui. Em pouco tempo, estou sem cueca. Tainá ajoelha no chão e me devora. Em pouquíssimo tempo a vontade de gozar aparece. Ela bate com meu pau em seu rosto e isso mexe comigo. Mulheres que batem com o pau na própria cara merecem uma medalha. Fico tentando me lembrar se ela tem alguma restrição quanto a gozar em sua boca. A vontade foi entregar o combate ali mesmo. Coloco-a de pé, tiro seu sutiã e vou beijar seus seios. Pequenos, firmes, deliciosos. Tenho 26, ela disse no pós-coito. Passaria fácil por 19 ou 20. Digo isso pra ela, novamente aquele sorriso que derruba vagabundo. Enquanto beijo seu corpo, ela me masturba. Cuspo nos dedos, levo ao clitóris e ficamos ali de putaria. Logo ela volta a me chupar. Aproveito, deito na cama e ela me castiga daquele jeito bom, do jeito certo. Depois trocamos e eu chupo aquela bucetinha gostosa. No início ela resiste um pouco, está desconfiada, mas logo cede, esquece de alguma trava e se deixa levar. Sussurros, gemidos, a pelvis em movimento e, num salto, ela segura minha cabeça, sobe em cima de mim e volta a me chupar. Tenho certeza de que estava perto do gozo, mas algo a interrompeu. Tesão no talo, a mudança repentina não é uma questão pra mim. Mais boquete, camisinha e ela passa a cavalgar com a aptidão de uma boiadeira. Depois peço que fique de quatro, nós dois em cima da cama, que, frágil, range e estala sob meus joelhos. Fico com receio de movimentos mais bruscos. Não vale o risco de uma tala de madeira atravessar meu fêmur ou de ter o pau dilacerado por uma lasca. Trocamos para um papai-mamãe. A cama parece aguentar melhor nesta posição. Coloco uma das pernas da Tainá em meu ombro e a estocada vai fundo. Controlo a emoção pra não gozar. Quando estou satisfeito, peço pra ela ficar de bruços. É o arremate, a posição fatal pra mim (se fosse anal, era perfeito). Mordo sua nuca, puxa seus cabelos. Não demora muito e eu gozo.
Tomado pelo orgasmo, saio de cima da Tainá e fico sentado da cama, a mente longe, o corpo em torpor. Ela me puxa para seu lado. Deita aqui, relaxa um pouco. Me aconchego e ficamos trocando carícias. Gostei do seu cabelo, digo, adoro cabelos cacheados. Obrigada ela responde, arruma os cabelos e verifica no espelho como está o visual. Que bom que gostou, dá maior trabalho. É todo um processo, sabe? Tenho que lavar, passar creme, deixar secar amassando e etc. É bonito, mas dá trabalho.
Depois de uma pausa, digo que vou tomar um banho. Ela me pergunta se não quero que ela me acompanhe. Acho a proposta interessante, divertida, poucas meninas propõem o mesmo. Tenho ideias, ela é uma companhia adorável, mas digo que não precisa, que pode ficar a vontade e descansando. Tem certeza? Digo que sim, a não ser que ela queira muito me fazer companhia. Então vou ficar no quarto, tá? Ok, sem problemas.
Ficamos conversando um pouco quando retorno Minha imaginação e o corpo atrativo da Tainá me atiçam para uma segunda rodada. Olho para seu rosto e está lá aquele sorriso lindo. Acho melhor passar o restante do tempo admirando a menina à minha frente. Um pouco de resenha, confiro a hora e vejo que é o momento de partir. Agora você vai pra casa?, ela pergunta. Nada, ainda volto pro trabalho. Ah, pelo menos agora você vai trabalhar relaxado, né? Com certeza. Talvez fique até mais tarde, brinco. Levinho, diria Dadá Maravilha. Na porta, ela sorri novamente. Espero que tenha gostado e que volte logo, diz enquanto se despede. Suspeito de quem é muito simpático, é verdade, mas a Tainá me fez esquecer completamente disso durante aquela hora inteira. Algumas meninas esquecem que estão prestando um serviço. A Tainá me fez esquecer de que era um serviço prestado.
