04 de Abril de 2025 às 14:29
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO

ANAL

NãO

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

A segunda vez costuma ser melhor que a primeira. Não há necessidade de apresentação e a intimidade do encontro anterior dá espaço para maior espontaneidade. Demorou muito pra vir me ver de novo, ela diz, achei que não tinha gostado. Se dependesse de mim, respondi, este não seria o segundo encontro, estaríamos no décimo. Ah, então tá, ela riu e me levou pro quarto. Vai querer um banho?, perguntou me analisando, tá com jeito de que tá limpo. Vim de casa, respondi, mas não custa. Isso, ela me entrega a toalha, o que já é gostoso fica ainda melhor. Fui pro banho e de novo me divirto com a plaquinha sobre o sanitário com advertências e recomendações sobre como limpar o pau.

Quando retorno, a Anitta está deitada sobre a cama, os cabelos loiros espalhados pelas as costas e aquela bunda inconfundível exposta como um presente. Ela larga o telefone sobre a mesinha de canto e vem me beijar. Brinca com nossa diferença de altura enquanto se estica na ponta dos pés para alcançar minha boca. O acetinado daqueles lábios contra os meus me relembra um dos motivos para estar com ela novamente. O mesmo posso dizer da pele da Anita, de uma maciez incomparável. Abro seu sutiã e mergulho o rosto entre seus seios. Verbalizo pra ela o que sinto enquanto aperto sua bunda: caralho, como você é macia. Não me chama de gorda, ela brinca. Sim, brinca porque sabe que não foi o que eu quis dizer, sabe a verdade. Seu corpo apresenta um contraste muito interessante: se aos olhos ela parece a típica frequentadora de academias, no toque sua pele possui uma ternura que escapa de qualquer padrão. Aperto todo seu corpo e me deixo levar pelo tato. Beijo seus seios, afago os cabelos e mordo seu pescoço. Ela se derrete nas minhas mão, se arrepia na minha boca. Tira essa cueca, ela ordena, parece mais um short, sabia? Removo a roupa que faltava e ela se ajeita na cama para me chupar. Boquete magistral, com vontade, troca de olhares e bastante interação. A desenvoltura da Anita com o pau na boca e nas mãos vai ficar na minha cabeça por um bom tempo. Acho que só irá desvanecer para dar lugar a um novo registro ainda mais espetacular.

A boceta da Anita é outro atributo que merece ser destacado. Mais uma vez lembranças do primeiro encontro vêm à cabeça. O gosto. O gosto dela é o diferencial. Acostumado a descrever com alguma facilidade os aromas e paladares das cervejas (frutado, amargo, cítrico, resinoso, ácido e etc.), aqui eu hesito. Algumas coisas na vida precisam ser experimentadas. Qualquer tentativa de retratar ou explicar o que o sexo da Anita causou na minha boca vai ser impreciso e reducionista. Qualquer apreciador da anatomia feminina vai se deleitar com a experiência entre suas coxas.

No sexo, não fizemos nada muito diferente da primeira vez, mas minha vontade era exatamente esta: repetir tudo que já havíamos praticado, desta vez com mais intimidade e ardor. A única exceção foi a trepada de pé. Eu adoro, ela me confessou. Apoiou as mãos na parede, empinou a bunda e recebeu minhas estocadas aos sussurros enquanto eu puxava de leve seus cabelos. Ficamos ali engatados naquele tesão desmedido até que gozei efusivamente entre suas pernas. Encostei a cabeça em seu ombro, mordi de leve, cheirei seus cabelos e só depois me desfiz daquele abraço.

Corro o risco de ficar me repetindo aqui com a Anita, mas ela é daquelas mulheres de retorno fácil. Atenciosa, bonita e muito agradável, ela sabe provocar e na cama tem uma desempenho fora do normal. O encontro foi tão bom que esqueci de tirar fotos, mas ela fez a gentileza de me enviar algumas que, faço questão de adicionar ao relato.