BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
DISSE QUE FAZ
TAXA ANAL
R$50.00
REPETECO
SIM
TRILOGIA Y@N: PARTE 2 - A DÁDIVA
Veja aqui a parte 1 (https://gparena.net/tdfull.php?td=53553) para entender que história é essa e depois vá para a parte 3 (https://gparena.net/tdfull.php?td=53555).
Depois do encontro com Lunna, perambulei um pouco pelo Centro, em busca de lugares com clima de montanha, fugindo dos 5 sóis que torravam no céu carioca enquanto esperava o encontro com Bruna, a segunda indicação do colega Yan.
Enquanto esperava, ia trocando mensagens com Bruna. Em determinado momento, ela me perguntou se havia problema caso ela se atrasasse 15 minutos. Respondi que não tinha problema, desde que eu ganhasse um beijo, ao que ela retrucou dizendo que eu ganharia um caldo. Adoro caldo de feijão, fiquei com vontade de tomar um, mas não entendi como isso se encaixava naquele contexto. Mas divago, divago...
Quando Bruna chegou ao Centro, me chamou para ir encontrá-la, até mais cedo do que o horário previamente marcado. Rápido e serelepe, rumei para seu local.
Aqui cabe um parêntese: Bruna atende numa sala enorme, onde há pelo menos umas 3 cabines, e aquilo lá é um labirinto. Quando ela me levou até o banheiro, para eu tomar o meu banho, tive que decorar com calma o caminho para voltar até a cabine correta. Fecha parêntese.
Outro parêntese: por que "a dádiva"? Porque Bruna é simplesmente linda, gostosa e participativa, uma dádiva dos deuses. Fecha parêntese.
No quarto... Bruna, linda, me perguntou se eu gostava de beijos. Respondi que isso era primordial para mim, e ela retrucou me atacando. Ao tirar a minha toalha, elogiou as minhas pernas – pelo menos algo de bom eu herdei do meu pai –, minhas tatuagens e seguiu me beijando. Mas, como eu tinha dito, ela viria em primeiro lugar. Deitei-a, vendei-a, amarrei-a e explorei-a. Elogiei suas pernocas torneadas e durinhas, não deviam nada às minhas. Caí de boca em sua ppk, deliciosa de chupar. Bruna gemia cada vez mais.
– Ai... Assim eu vou gozar...
– Pode gozar, uai – eu respondo, levantando rapidamente a cabeça no meio de suas pernas.
– Você vai querer anal?
– Não sei, por que?
– Se eu gozar, não vou conseguir fazer anal...
– Foda-se! Pode gozar à vontade!
E trabalhei então com mais afinco nessa missão. Bruna se soltou, agarrou minhas mãos e gozou gostoso, me afastando após ficar sensível. Enquanto ela se recuperava, massageei seus pés, para ajudá-la no seu relaxamento.
Mais um parêntese: Lessa também é assim, se goza não consegue fazer anal na sequência. Fecha parêntese. O último, prometo.
Quando sua respiração se estabilizou, ofereci minha pica a ela, como quem não quer nada. Ela se entregou com dedicação à tarefa. Deitada entre as minhas pernas, ia me chupando enquanto me encarava com aqueles olhos lindos. Era incrível como ela me chupava e ao mesmo tempo brincava com a língua em meu pau, dentro de sua boca. Tenho que parar com calma para tentar entender a física disso.
Mas... acho que me planejei mal, além dos remédios para ansiedade. Meu amigo de trabalho, que tem vida e opiniões próprias, resolveu que iria ficar apenas meia bomba. Não liguei, e Bruna, que foi um amorzinho durante todo o encontro, começou a me beijar e me encher de carinhos, e também a se masturbar ao meu lado (cena linda), até que eu estava prestes a gozar me masturbando e pedi para largar tudo em sua boquinha, no que fui atendido com presteza. Gozada deliciosa.
Conversamos amenidades até chegar na hora de partir. Me arrumei, fizemos os acertos devidos e parti para almoçar.
Vai ter repeteco? Com certeza! Eu preciso me redimir, não posso permitir que uma gostosa dessas passe em branco de novo!
