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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
O primeiro encontro com a Bruna Reis superou as minhas expectativas o que ocasionou um repeteco quase imediato com a moça.
Então na semana seguinte, lá estou eu novamente no AA-37, para reencontrá-la e concluir alguns temas, digamos, não finalizados. Ela abre a porta vestida de um jeito que parece que foi cuidadosamente pensado pra ferrar meu juízo. Conjunto de lingerie preta, calcinha minúscula que mal cobria a fenda da buceta e um sutiã que mal consegue conter aqueles seios siliconados, empinados, quase pulando pra cima de mim a cada respiração dela. Loucura, loucura, loucura...
A verdade é que Bruna me instiga naturalmente. Aquelas coxas grossas, firmes que parecem feitas pra apertar minha cintura, a bunda perfeitamente arredondada, empinada e com aquela pele lisinha que brilha sob a luz baixa do quarto. Os seios turbinados na medida certa, durinhos, com bicos que já estão marcando o tecido. O rosto bonito, com aquele olhar de safada que sabe exatamente o que faz. E ainda embrulha tudo isso em trajes que realçam cada curva, cada volume, é covardia muita com o caboclo. O cheiro dela sobe o quarto: um misto de perfume doce com aquele cheiro de mulher, pronta pra foder.
Beijo de boas-vindas lento e demorado, daqueles que começam com lábios roçando e viram uma pegação naturalmente, a mão dela já descendo pela minha pica e a minha apertando aquela bunda gostosa. Repeteco é vida por essas e outras, você vai criando conexão com a garota e tudo flui normalmente.
Pausa rápida pra higiene, água quente, toalha limpa, e seguimos pro enrosco. Começamos a nos beijar na beirada da cama, corpos colados. Bruna, ainda de lingerie, vem montando em cima de mim, o calor da buceta dela já roçando no meu pau. Tiro o sutiã dela devagar, os seios saltam, chupo, lambo, mordo de leve os bicos duros, sentindo o gosto da pele dela e o jeito que ela arqueia as costas, gemendo baixinho no meu ouvido. Deito ela na cama, vou beijando cada pedacinho daquele corpo perfeito — pescoço, clavícula, barriga lisa, descendo devagar até a virilha. Tiro a calcinha minúscula, o tecido já levemente melado e abro aquelas coxas grossas. A buceta dela tá brilhando, cheirando a tesão. Começo a chupar devagar, língua circulando o clitóris, sentindo o gosto quente e melado escorrendo pela minha boca. Bruna geme alto, segura minha cabeça com as duas mãos, mexe os quadris esfregando a buceta na minha cara, prende minha cabeça entre as coxas macias e grossas, se treme. Mas não goza. “Ainda não, safado”, sussurra com a voz baixa, me puxando pra cima dela.
Me coloca deitado na cama e começa um oral de deixar qualquer um maluco. A boca quente envolve a cabeça do pau, língua gira devagar, depois desce chupando forte, engolindo até o fundo, garganta apertando. Cospe na cabeça, lambe toda a extensão da pica, punheta, enquanto me encara com aqueles olhos safada, coloca meu pau inteiro na boca. Chupa, lambe as bolas, volta a me encarar, engole de novo. Ela sabe exatamente como me tirar do eixo.
Camisinha colocada, Bruna vem na montada. Senta devagar, a buceta quente e apertada engolindo minha pica centímetro por centímetro, toda melada. Se encaixa , começa a quicar freneticamente, os seios pulando, o som da pele batendo ecoando no quarto. Diminui o ritmo, rebola, a buceta apertando e soltando, depois acelera de novo, quicando rápido até o talo. Desacelera, cola o corpo no meu, peito contra peito, me beija devagar enquanto continua o sobe e desce com a buceta melada no meu pau. O cheiro de sexo já toma conta do ambiente. Ela para de repente, fica em pé na cama, vira de costas pra mim e vem descendo devagar, a bunda empinada. Vejo minha rola sumindo inteira dentro dela, a visão da buceta engolindo tudo enquanto enfio um polegar no cuzinho apertado é uma perdição. Ela senta com a bunda virada pra mim, rebolando, e eu seguro aquelas nádegas macias, abro, puxo pela cintura, estoco por baixo com força. Tesão insano.
Depois dessa sessão de sentada, ela troca de posição e pede pra eu ir por cima. Iniciamos o papai e mamãe, corpos colados novamente, e logo estamos aos beijos intensos, deixando a transa mais íntima. Bruna geme no meu ouvido, me abraça forte, me puxa pra dentro com as pernas enroladas na minha cintura. Seguro aquelas coxas grossas, meto forte, acelero o ritmo, o barulho molhado da buceta ecoando. O clima fica intenso. Chego no meu limite nessa posição e peço de quatro. Ela obedece, se posiciona, empina aquela bunda perfeita. Eu contemplo a vista: cintura fina, as coxas grossas, a bunda gostosa aberta, os cabelos negros caindo pelas costas e, sobretudo, aquela cara de safada virada pra mim pedindo pica.
Me encaixo por trás, começo os movimentos em ritmo moderado, sentindo a buceta quente e molhada apertando. Seguro pela cintura e pelo pescoço. Ela vira o rosto e fala com a voz baixinha: “Isso, mete, me fode vai”. É a senha pra subir o ritmo. Acelero as metidas, socando com força naquela buceta, o som de pele contra pele ficando alto e obsceno. Bruna é dessas garotas que quanto mais forte você mete, mais ela gosta — geme alto, empina mais, pede sem vergonha. Soco por mais alguns minutos...
Mas ainda faltava o cuzinho, temas não finalizados confrades. Aviso que quero ela por trás. Ela assente, aquele sorriso safado. Passo lubrificante na entradinha apertada, pressiono devagar. A expressão no rosto dela muda enquanto meu pau vai entrando centímetro por centímetro, o cuzinho quente e apertado vai se abrindo aos poucos. Quando estou todo dentro, começo os movimentos devagar, sentindo a pressão insana. Ela olha pra trás com a cara mais descarada do mundo e fala: “Isso, safado, fode meu cu vai”. Volto a socar mais rápido, ela instiga, pede mais, se inclina sobre a cama, empina a bunda ainda mais. Seguro firme pela cintura e soco sem dó, o cu dela apertando minha rola, o barulho e os gemidos dela me deixando alucinado.
A vontade de gozar fica incontrolável. Aviso ela. Bruna responde com a voz entrecortada: “Isso, goza no meu cu, filho da puta!”. Não há mais como resistir. Gozo intensamente dentro do cuzinho dela, jatos de porra enchendo tudo, o corpo dela relaxando junto com o meu. Um gran finale digno de Oscar numa foda de cinema.
Desfaleço ao seu lado na cama por alguns instantes, pergunto pq ela segurou a gozada no início e ela responde que se gozar no começo não consegue fazer anal. Portanto confrades ficam as dicas, ela pede que avise sobre o anal na hora da marcação e se ela gozar antes, nada de porta dos fundos. Aproveito os minutos finais para concluir o oral que ela se conteve, começo a chupar a buceta de Bruna outra vez, dessa vez sem se segurar, a buceta vai umedecendo novamente, chupo, sugo o clitóris enquanto o mel escorre pelo meu queixo. Ela guia minha cabeça, rebola safada, esfregando a xota na minha boca, prende minha cabeça com aquelas pernas grossas, o corpo treme levemente e ela goza...
Relaxamos, conversamos mais um pouco, o tempo chega ao final pagamento feito e rua. Mais um encontro com uma entrega excepcional de Bruna, com certeza, vai virar repeteco recorrente por aqui.
THUG LIFE BABY!
