QUANDO O SEXO PAGO PERDE A GRAÇA...

Espaço para os mais variados temas relacionados ao mundo da putaria, atendimentos das casas e das meninas, etc...
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MuriloRJ
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Re: O RANÇO PELO SEXO PAGO — QUANDO ACONTECE?

Mensagem por MuriloRJ »

Sempre tive a impressão que eu não funcionava com sexo pago.
Pois meu contato inicial foi com meninas que deixavam claro o que queriam: Apenas dinheiro.
Em termas e boates, o tratamento era basicamente igual. Chegam simpáticas e sorridentes, pedem bebida, e insistem para subir para um dos quartos.
O comportamento carinhoso, só durava até a fila do caixa. Uma vez que pegavam a chave e acertavam o programa.
Mudavam de atitude. Otário conquistado.
Agora o papo era curto e grosso. O carinho ia embora. Sexo mecânico para acabar rápido.
Eu simplesmente broxava e desistia.
E assim fui vivendo e todas as experiências com GPs eram iguais (e não foram poucas). Coloquei na cabeça que GP não era mesmo a minha praia.
Mas acontece que eu estava vivendo apenas um lado do mundo libertino, o de termas/boates.
Dante escreveu: 28 Fev 2024, 12:15É o que me anima hoje na busca pelo orgasmo, viver experiências que efetivamente me excitem, ou pela adrenalina, ou pela descoberta ou pela sedução.
Após casado, minha busca pela adrenalina me levou à amantes e contatinhos. O risco era enorme.
E quando os contatos foram ficando mais difíceis entrei no universo de SugarBabies.
Contatos renovados, rolava uma "conquista". Era puro interesse, mas tinha muito bate papo.
Então era uma ajuda financeira por alguns encontros de prazer carnal. Tudo tão sutil e bem conversado que nem parecia sexo pago (mas lógicamente era)
O sexo era ótimo. E ainda dava a impressão de ter tido uma conquista e arrumar uma namoradinha. Perfeito! O problema é que era o mesmo alto risco dos contatinhos.

Resolvi buscar GPs novamente. Mas eu sabia que o procedimento das meninas em boates não funcionariam comigo. Daí pensei em partir para as independentes.
O Arena além de um ótimo filtro, ainda te leva a fantasiar as situações lendo os relatos dos outros.
Não demorou muito até eu passear pelos privês, nas meninas e VIPs também. E aí sim tudo funcionou perfeitamente.
Meu problema era com a frieza e mecanização de GPs de termas/boates.

Qdo eu vou para um atendimento eu crio a minha fantasia e vivencio ela.
A vida é feita de ilusões, basta escolher a sua e seguir em frente, certo?
Saio "apaixonado" 80% das vezes. (Juro que dura apenas algumas horas ou minutos)
O vazio aparece geralmente dias depois. Também por pouco tempo, pois geralmente aparece também a vontade de marcar com a próxima.
Portanto essa eterna busca pela adrenalina ainda me manteve longe da sensação de "ranço".

Prefiro, lógico, a conquista de uma civil. Mesmo gastando o dobro se for necessário.
Tem muito mais a ver com a conquista e satisfação de ter conseguido convencê-la que darei a ela uma boa noite de sexo.
Afinal, o que ela tem a ganhar além disso? O jantar com drinks antes do motel? Tomar banho de banheira? kkkkk
Não escondo que sou casado, portanto ela sabe q não tem como criar expectativas de namoro.
Se mesmo assim ela ainda topar, é pq fui bem sucedido na minha investida. E isso senhores, é sem preço pra mim.
“A vantagem do amor sobre a libertinagem é a multiplicação dos prazeres.”
Charles de Secondat Montesquieu (1689-1755), filósofo francês.
Fight
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Re: O RANÇO PELO SEXO PAGO — QUANDO ACONTECE?

Mensagem por Fight »

Lobo solitário escreveu: 27 Mar 2024, 20:10
Fight escreveu: 27 Mar 2024, 02:51
Lobo solitário escreveu: 26 Mar 2024, 19:25
Fight escreveu: 26 Mar 2024, 16:44 O meu ranço começou depois de broxar mais de 60 vezes...e me dar conta de todo o dinheiro jogado na lata do lixo...
Procure por ajuda médica ou psicológica, e não por GPs
Acredito que esses médicos não ajudem em nada.

O jeito é empurrar com a barriga...tente 10 programas. 8 vão falhar. 2 vão ser uma foda medíocre.

E vida que segue...eu duvido que 30% desses "foristas" conseguem manter o pau duro por tempo suficiente ou gozar sem ter ejaculação precoce.

Pagar de fudidão na rede mundial de computadores é fácil...até eu posso escrever um TD 100% falso. Tem como provar?

Claro que não...
Estou com sorte, então kkkkk Nesses quase 30 anos de putaria, devo ter broxado umas 2 ou 3 vezes, que eu me lembre.
Uffa!!! Que alívio!
Sem dúvida tu és um ser de sorte.

Eu tenho 29 anos, quase 11 anos de putaria (comecei com 18) e já nas 5 primeiras vezes, broxei em 4 (só não broxei na primeira mesmo, e mesmo assim não gozei).
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Re: O RANÇO PELO SEXO PAGO — QUANDO ACONTECE?

Mensagem por Jucabar »

Manda Chuva escreveu: 28 Mar 2024, 11:18 Ranço por sexo pago....? :nooo:
"A prostituição atrofia o predador"? :negativo:

Cheguei a um patamar de vida em que não vejo mais quanto custa algo.
Se páro pra abastecer, é porque o ponteiro tá quase na reserva, mando
encher o tanque dou aquela conferida de praxe pago com cartão e sigo
viagem..

Motel, só vou no VIPs...é o melhor, com uma vista indevassável e, nesse
meio putanhístico ou em qualquer outro, uma coisa que aprendi é que
a assiduidade gera privilégios, seja com quem ou por onde for.

As vezes fico imaginando se o sexo pago e as GPs não existissem, seria
uma merda isso tudo aqui

(Ranço pelo sexo pago / A prostituição atrofia o predador)
- Se existe uma coisa que pago com satisfação é o rolê com uma Garota
de Programa, até porque foi com 23 anos de idade que conheci uma GP
que me ensinou como as mulheres pensam, o que mais curtem ouvir e
sentir e de lá em diante só melhorou, a prostituição me abasteceu de
informações, me fez melhorar na cama, atrofiou zero!

Ranço tenho por gente que "come robalo e arrota camarão", por sexo
com GPs esse tal "Ranço" nunca será!

PS: Opinião pessoal.
Aulas :palmas: :palmas: :palmas: :reverencia: :reverencia: :reverencia:
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gargamel
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Re: O RANÇO PELO SEXO PAGO — QUANDO ACONTECE?

Mensagem por gargamel »

Manda Chuva escreveu: 28 Mar 2024, 11:18 Ranço por sexo pago....? :nooo:
"A prostituição atrofia o predador"? :negativo:
A galera tá tomando o corante errado. Deficiência de azul e excesso de vermelho
Lá, lá, lálá lá lá, lá, lálá, lá lá
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Re: O RANÇO PELO SEXO PAGO — QUANDO ACONTECE?

Mensagem por Shadz22 »

Fight escreveu: 26 Mar 2024, 16:44 O meu ranço começou depois de broxar mais de 60 vezes...e me dar conta de todo o dinheiro jogado na lata do lixo...
Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
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Fulgore
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Re: O RANÇO PELO SEXO PAGO — QUANDO ACONTECE?

Mensagem por Fulgore »

Dante escreveu: 28 Fev 2024, 12:15 Imagem
Imagem gerada em IA


Quando surgiu o primeiro fórum carioca, eu preferi observar a dinâmica por algum tempo. Tenho preferência por gostar de aprender e geralmente busco acompanhar os melhores exemplos para entender a maneira mais eficiente de me situar.

O HF, este primeiro fórum, tinha um clima bem diferente dos fóruns que vemos hoje. Mulheres não participavam, havia o conceito de que o fórum era um Procon para os foristas, as áreas mais animadas se concentravam nos tópicos de termas, pois existiam muitos boêmios na época.

Fiquei fascinado ao testemunhar aquela integração entre as pessoas, os encontros semanais nos bordeis. Usavam muito o epíteto “noiva”, fulano era noivo de fulana, fulana era noiva de beltrano. Alguns dos personagens antigos eram realmente carismáticos, me vi atraído para postar e me infiltrar naquele universo. Não predominava a vontade de aparecer como hoje, era mais a vontade de conhecer.

Eu me destaquei, não tanto entre os habitués do fórum, que se fechavam numa panela onde seus integrantes tentavam o destaque se retroalimentando, quase uma masturbação mútua entre brothers, história que se repete em períodos diferentes.

No meu caso, creio que alcancei destaque durante anos porque demonstrei a individualidade dos meus relatos e do meu personagem e porque tenho alguma familiaridade com a escrita. Acredito que esse quadro nunca se alterou para mim, pois atravessei gerações de foristas e continuo ecoando o Dante, amado e odiado, mas nunca vítima da indiferença. Atualmente, percebo que os noviços não entram com aquela minha mesma vontade de aprender, de assimilar um estilo, eles entram como se já fossem professores. Uma pena.

Por que dessa introdução? Porque nesse longo percurso nos fóruns, logo notei algo que me diferenciava daqueles outros participantes regulares: ou seja, nunca fui regular no meu interesse pelo sexo pago, por incrível que pareça. Pausei a minha presença algumas vezes, nunca tive dificuldade para namorar moças de família e encontrar um sexo mais espontâneo do que este sexo pasteurizado da prostituição. Ao contrário da filosofia de uma parcela daqui, considero muito mais excitante conquistarmos uma mulher fora do ramo do meretrício, além de considerar o custo versus o benefício muito mais lucrativo também. A prostituição atrofia o predador.

Por várias vezes entrei na fase do ranço pelo sexo pago. Não nego que vivi períodos de intenso fanatismo pelo sexo fácil. Épocas em que eu ia quase todos os dias para a Vila Mimosa, no seu auge, com outros foristas que também apreciavam a Zona Boêmia; frequentei à exaustão as melhores termas; provei das melhores freelancers. Foi bom, mas o sexo pago satura, nos conduz a uma encruzilhada vazia por ser um ato de essência mecânica, tanto naquelas que nos oferecem o serviço quanto no descontrole que deixa de nos proporcionar prazer satisfatório. Viramos replicantes sexuais se não compreendemos que todo vício é uma foto em preto e branco.

O RANÇO

Tive uma evolução peculiar, superei o estágio do trivial consumidor de profissionais do sexo. Envelhecendo, poucas vezes me emociono transando com garotas de programa, raríssimas me encantam pela personalidade, mais raras ainda são as que me encantam pela entrega. Nessas ocasiões rarefeitas, quando alguma moça me surpreende, não é incomum que eu me empolgue mais do que devia. Infelizmente, se tornou um acontecimento para lá de esporádico e a cada dia se torna mais incerto.

A idade avançou e comecei a querer resgatar as melhores emoções que vivi como ator sexual. O melhor do sexo existiu no tempo em que ele guardava algum mistério e muita adrenalina. É o que me anima hoje na busca pelo orgasmo, viver experiências que efetivamente me excitem, ou pela adrenalina, ou pela descoberta ou pela sedução. Essa busca por antigos desejos, volta e meia me afastam do cenário convencional, dessa paisagem entediante das dissimulações óbvias.

Meu pênis não gosta de pijama, ele gosta do feitiço da perversão. Meu sangue de predador se enfastia com a paisagem repetitiva dos replicantes de boceta. Aprendi a fazer sexo a partir do jogo da sedução, sem comprar. Não que eu ainda não compre sexo, mas necessito que venha com o bônus de alguma emoção ou acabo entediado.

Invejo os personagens que todas as semanas saem com meninas que, provavelmente, não sentem absolutamente nada por eles que ultrapasse a breve simpatia, gurias que se oferecem sem envolvimento e que conseguem fazer feliz aquele peru de pijama com baixas expectativas, cuja maior comoção é saborear uma tortilha depois do gozo. Já não consigo me iludir. Invadiu-me outra vez o cansaço pelo mero fingimento sem tempero. Talvez eles tenham envelhecidos bem e eu mal. Quem vai saber? Os mais jovens também não escapam, muitos preferem a preguiça da libido à ação da luxúria. Fica até difícil para alguns deles acreditarem que o sexo, inclusive o sexo pago, pode ter enredo, não somente ladainha.

A conclusão é que entrei novamente no ciclo do ranço por putas de cativeiro, o que torna a minha vida mais cansativa, me exige mais disposição e exposição aos perigos do imprevisível. O bom é que cada orgasmo conquistado pelo esforço explode mais intenso, volta-se a sentir que a vida pulsa e que o libertino foi feito para viver, mais do que para pagar e fazer selfies de glutão sofisticado. :piscada:
Salve Dante e pessoal, de fato, devo concordar que vc tem o dom da boa escrita. Por mais que pareça cansativo aos olhos de quem só vê o tamanho da texto, ao começar a ler, é como um bom livro. Deveria escrever um livro!

Acerca do tema, eu não tenho embasamento prático pra relatar aqui mas, de maneira oposta e curiosa, venho compartilhar justamente um dos receios que tenho sobre mergulhar nessa vida. Confesso que venho preparando meu psicológico pra não me permitir envolver e entender que é só sexo (o que pra mim nunca foi - mesmo com uma “civil”). Acho que tenho algum certo receio de ou viciar nessa vida ou me afastar mais ainda da civil e ficar nesse mundo “solitário” do sexo pago. Esse ponto de reflexão que vc apresentou aqui é mt interessante pois adiciona mais uma variável na minha reflexão. Certa vez eu fui numa casa que tem ali na Alfândega com Rio Branco (meus amigos chamam de Blue Thunder - não sei o motivo) e nesse dia tinha uma morena maravilhosa. E fui sorteado pelos meus amigos pra subir (todos eram casados e não queriam kkkk olha lado bom de ser solteiro aí). Então fui. Minha primeira vez, sem agendar (isso eu nunca fiz), eu já tinha tomado algumas poucas cervejas e vendo aquele monumento foi mais tranquilo. Sendo sincero, me senti num filme porno onde vc vê a companheira de todos os jeitos, consuma o ato da forma que bem entender (como pular pras partes que te interessam do filme), obviamente a maior diferença é que o ator era eu (e nem sou lá essas coisas, obviamente). Não me senti mal mas tb não me senti mt bem. So me senti, diferente, em me relacionar com alguém que eu nunca vi na vida e não sei nem o nome! Ate a forma de lidar com o sexo é diferente. É algo mais frio. Um orgasmo mais intenso com a presença de um monumento que se tu fosse desenrolar na vida civil teria que investir mt mais (não falo só de grana) e a chance de não ter sucesso é mt maior.

Enfim, acho que esse ranço, caros colegas, pode ser justamente esse certo enjôo de lidar só com o sexo.

Abs!
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ruther554
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Re: O RANÇO PELO SEXO PAGO — QUANDO ACONTECE?

Mensagem por ruther554 »

Desculpe-me pela comparação, mas parece semelhante quando o viciado não sente mais prazer na droga e procura algo mais forte. Só posso fazer suposições, pois dificilmente terei conhecimento sobre o todo. Acredito que todos passem por isso na vida em diferentes aspectos, seja o jogo que jogavam na infância não tendo mais graça atualmente, antigas paixões ardentes hoje em dia sendo vistas apenas como perda de tempo, ou como fui idiota de fazer isso ou aquilo. Mas, chutando, acredito que o seu problema seja mais emocional e mental do que propriamente um ranço ao sexo pago.Talvez você queira demonstrar algo semelhante ao pobre que fica rico, mas quando atinge o objetivo vê que aquilo que tanto desejou não era de fato tão importante assim. Sei lá, pode ser uma infinidade de coisas, só muita conversa para resolver isso. No fim, sempre vamos desejar algo, pois os olhos nunca se saciam de ver.
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ruther554
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Re: O RANÇO PELO SEXO PAGO — QUANDO ACONTECE?

Mensagem por ruther554 »

Não necessariamente está mais para quando se assiste um trailer de um filme e se vai ao shopping para assistir. Ao assistir, você pensa: "Como me empolguei para ver isso! Cara, comprei até pipoca e agora vou ter que gastar mais comprando um sorvete para compensar toda a dinâmica."
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Jucabar
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Re: O RANÇO PELO SEXO PAGO — QUANDO ACONTECE?

Mensagem por Jucabar »

Manda Chuva escreveu: 29 Abr 2024, 10:36
Jucabar escreveu: 28 Mar 2024, 14:07
Manda Chuva escreveu: 28 Mar 2024, 11:18 Ranço por sexo pago....? :nooo:
"A prostituição atrofia o predador"? :negativo:

Cheguei a um patamar de vida em que não vejo mais quanto custa algo.
Se páro pra abastecer, é porque o ponteiro tá quase na reserva, mando
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viagem..

Motel, só vou no VIPs...é o melhor, com uma vista indevassável e, nesse
meio putanhístico ou em qualquer outro, uma coisa que aprendi é que
a assiduidade gera privilégios, seja com quem ou por onde for.

As vezes fico imaginando se o sexo pago e as GPs não existissem, seria
uma merda isso tudo aqui

(Ranço pelo sexo pago / A prostituição atrofia o predador)
- Se existe uma coisa que pago com satisfação é o rolê com uma Garota
de Programa, até porque foi com 23 anos de idade que conheci uma GP
que me ensinou como as mulheres pensam, o que mais curtem ouvir e
sentir e de lá em diante só melhorou, a prostituição me abasteceu de
informações, me fez melhorar na cama, atrofiou zero!

Ranço tenho por gente que "come robalo e arrota camarão", por sexo
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PS: Opinião pessoal.
Aulas :palmas: :palmas: :palmas: :reverencia: :reverencia: :reverencia:

Aulas de alguém que aprende muito com o nobre Confrade! :reverencia:
:palmas: :palmas: :palmas: :reverencia: :reverencia: :reverencia:
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Pinstripe Paulistano
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ISSO É NORMAL

Mensagem por Pinstripe Paulistano »

Mesmo que a vontade de catracar não suma enquanto ainda existir libido, é possível que todo mundo passe por um período de pé no freio. É algo normal quando você se esbalda com a mesma coisa por muito tempo seguido. Por mais que a vida de putanheiro seja excitante, se ela se tornar uma rotina, há uma boa chance das noites de libertinagem irem perdendo um pouco do seu brilho com o tempo.

Por isso, é bom sempre dar uma variada. Não apenas variar as garotas, mas conhecer outros locais para ser atendido, propôr alguns fetiches que você ainda não realizou, etc.. Isso ajuda a renovar a empolgação.

E claro, ter sabedoria para admitir quando a putaria se tornou um vício; pois tudo o que se torna vício perde a graça.
:welcome: Relatos e novidades sobre garotas da capital de São Paulo e adjacências :piscada:

Lista de TDs: https://gparena.net/td-user.php?u=24964
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Seu Barriga
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Re: QUANDO O SEXO PAGO PERDE A GRAÇA...

Mensagem por Seu Barriga »

Dante escreveu: 02 Mar 2022, 21:39 QUANDO O SEXO PAGO PERDE A GRAÇA

Quando jovem, vivi muitos conflitos sobre a prática de sair com prostitutas, isso em um tempo em que minha libido era elevada e que Pikachu ficava ereto até com a visão de um semáforo piscando. Foram idas e vindas no sexo com garotas de programas. Invariavelmente, eu percebia que, em alguns momentos, aqueles encontros me causavam um vazio existencial, não por resquícios de romantismo, mas porque sempre me foi uma experiência insatisfatória na grande maioria dos casos. Meu sentimento era de dinheiro jogado fora e muitas vezes ainda é assim.

Digo a você, afeiçoado forista, que nunca tive problemas para me relacionar com mulheres de família, que não fazem parte do mercado da prostituição. Namorei, fiz sexo com muitas garotas fora desse circuito remunerado, conheci uma infinidade de mulheres pela Internet etc. Nunca me casei ou tive filhos, mas exercitei uma vida normal (ou quase) na prática de relacionamentos amorosos. Acontece que o sexo pago também exerce um fascínio no homem libertino, principalmente os ambientes onde ele reside, como boates, cabarés e as termas cariocas. Eu, como disse em texto recente, sou um diletante de ambientes, adoro locais onde o sexo impera, a promiscuidade me atrai, as casas de swing, por exemplo, são polos magnéticos para mim.

A questão do sexo pago é que, em algum momento, ele se torna mecânico, não é mais uma vontade, parece uma obrigação a que você se impõe, torna-se um vício que não se faz mais sentido pelo prazer, mas por um impulso oco e repetitivo. Houve um tempo em que eu ia todos os dias à famigerada Vila Mimosa (na sua apoteose), até que um amigo me disse: “cara, você já não faz sexo por prazer, faz por impulso, você abdicou do prazer pelo vício.” Era a mais absoluta verdade que o meu amigo me dizia, foi um toque que me fez pensar.

Desde o ano passado, retornei ao vício, em parte por fuga de uma dor emocional que a vida me impôs, mas também porque vício é sempre vício. A gente se afasta um tempo, mas se provar daquilo que nos viciou, se as circunstâncias financeiras permitirem, a tendência é mergulhar novamente no vício. A sorte é que a idade nos faz mais conscientes (ou deveria fazer), hoje não sigo no vício porque alcanço um ponto em que a repetição me satura, me enjoa, retira a alma do prazer. Chamem de maturidade, mas é o que ocorre. Entrei nesse estágio agora, estou saturado do contato com garotas de programa.

Essa prática mecânica do sexo que observo em mim, também vejo em outros colegas daqui, não citarei nicks ou farei referências, mas é o mesmo vício do sexo sem prazer, que segue apenas uma trilha de repetições, onde a compulsão é mais visível do que o desejo. Não sou psicólogo, mas sempre me parece que a dependência irracional surge de um desequilíbrio do espírito. Apenas uma reflexão.

O velho Dante escreve muitas bobagens? Talvez. Seria bacana conhecer a opinião de outros camaradas. :hum:
Identifiquei-me com seu texto. Eu ia em GPS por impulso, por vício e não por prazer. Sou casado e estou nesse relacionamento há quase 20 anos. No começo era pq não queria me envolver com outra pessoa, queria apenas um sexo casual e sem nenhum tipo de contato posterior. Com a idade esse tipo de necessidade foi passando e ficou o vício de ter que ir em uma GP.

Hoje sou grato pelo que aconteceu na minha vida em 2021. Fiquei separado por 7 meses e em 2022 voltei. Nesse tempo sai com uma menina do fórum. Eu fiquei encantado, babava ovo, criei um sentimento de carinho muito rápido, algo que nunca havia acontecido antes pois sou muito desligado de pessoas. Gosto de uma boa companhia mas não faço questão. E nesse "relacionamento" que eu criei para mim descobri o outro lado da mulher que eu nunca tinha visto antes. Aquilo me fez pensar que precisamos dar valor a mulher que temos em casa, é ela que está no momento difícil. Essa curta convivência me fez cair na real de que eu não precisava de ver GP, que tenho uma vida real e gosto dela. Hoje sou grato pelo que vivi nesses 7 meses, pois trouxe uma maturidade e consciência que eu não tinha antes. Eu só saia com GP por vício.

Abraço em todos
Não caia na promessa de um paraíso.
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Re: QUANDO O SEXO PAGO PERDE A GRAÇA...

Mensagem por Yami Mysterio »

Alho33 escreveu: 22 Nov 2022, 12:06 A vantagem de sair com gps é justamente essa , ela não te ligar , não te procurar , não saber da tua vida particular e intimidade . Sexo sem compromisso . É justamente isso que a maioria procura . Mas se o cara sente falta de envolvimento acha uma civil carente pra tacar o pau de vez em quando , mas não deixe de sair com gps kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Eu sou assim, cíclico. E, por enquanto, comigo, não perdeu a graça pois respeito meus ciclos, mesmo sabendo que eles vão me levar pro fundo do poço.

No momento, eu estou saturado de civis por causa disso mesmo: não quero ninguém me ligando, me procurando, querendo saber da minha vida, mandando o dia todo mensagens de carência ou ficando dias sem falar suspeitando de uma traição que nunca aconteceu. Estou ferido, empilhei relacionamentos que ferraram com meu psicológico. Então, por ora, as GP's representam tudo o quero, o sexo pelo sexo, o momento pelo momento, o prazer pelo prazer, sem vínculos duradouros.

Mas eu me conheço, em algum momento, a chave vira e vou querer me envolver denovo, engatar mais um relacionamento com civil.

Depois, meu psicológico grita, jogo tudo pro alto e volto pra putaria.

Um ciclo sem fim, que nos guiará 🎶
Ninguém nunca vai saber o seu valor, até você começar a fazer programa.
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Re: QUANDO O SEXO PAGO PERDE A GRAÇA...

Mensagem por Novaes87 »

Perde graça quando você não tem mais prazer, pode ter 5 mulheres na cama , e ainda sim se precisa criar ou inventar algo a mais na foda.

Nada melhor que querer transar com a mina apenas pelo sexo quando se precisa de algo a mais que apenas fuder tá na hora de arrumar civil.

Inclusive tô nessa fase
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gargamel
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Re: QUANDO O SEXO PAGO PERDE A GRAÇA...

Mensagem por gargamel »

Manda Chuva escreveu: 15 Mai 2024, 21:35 Só para quem tem ranço e desse mal eu não sofro (graças a Deus! 🙏)
Achei até que era o mesmo tópico, depois vi que esse tem 2 anos já
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Re: QUANDO O SEXO PAGO PERDE A GRAÇA...

Mensagem por Ken Masters »

Novaes87 escreveu: 15 Mai 2024, 20:21 Perde graça quando você não tem mais prazer, pode ter 5 mulheres na cama , e ainda sim se precisa criar ou inventar algo a mais na foda.

Nada melhor que querer transar com a mina apenas pelo sexo quando se precisa de algo a mais que apenas fuder tá na hora de arrumar civil.

Inclusive tô nessa fase
Coisa fácil de resolver, basta sair com a sua GP favorita como se ela fosse civil, vai ver que funciona tão bem quanto aplicativo de encontros adultos.
"A. Lincoln tornou os homens livres e S. Colt os tornou iguais."

"Cazuza teve seus heróis morrendo de overdose, os meus heróis sobreviveram ao divórcio."
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