Preço: depende, mas tem épocas fora do pequeno período de "Operação Papa-Tudo" que tenho um budget. Conforto: com cama ou colchão é sempre melhor, mas se tiver com muita vontade vai na maca ou até em pé. De preferência, um local que tenha luz.
Tempo: vai dá disponibilidade das reservas para diversões adultas e do preço da profissional.
Preço: cada um sabe onde o seu bolso alcança. Eu não peço desconto, nem questiono o valor do cachê da menina. Eu analiso os relatos da menina, os serviços oferecidos e se eu achar que vale a pena pagar o valor cobrado e eu tiver condições, eu pago.
Conforto: eu estou numa fase da vida que eu prezo muito um conforto, mas não é um fator determinante. Se o local for limpo e tiver uma boa cama já me satisfaz. Transar em maca e no tatame não curto muito.
Tempo: Eu prefiro no mínimo o período de uma hora para curtir o momento com calma, sem pressa e sem atropelos.
Eu tive fases. Fase dos trash de madureira, do centro, depois busquei mais privacidade e "conforto". Na maior parte dos prives que fui a estrutura sempre foi fraca. Uns dois que tinham uma estrutura muito acima.
Hoje com esses valores de capa de revista, não tem desculpa para não ter um ar no talo, uma cerveja ou destilado de brinde e um bom banheiro.
Acho que todo putanheiro faz uma análise de custo-benefício envolvendo preço, conforto, tempo, serviços oferecidos, perfil da garota (tipo físico, beleza, etc). Mas o tópico cita apenas três variáveis: preço, tempo e conforto. Acredito que o preço sempre será o parâmetro mestre da análise que guiará a avaliação final do cliente.