Resumiu minha experiência de putanheiro iniciante, lá pelos idos de 2017, 2018.
Pra quem não tem costume dessa vida, é natural equiparar preço à qualidade do serviço, já que esse costuma ser a relação nos outros serviços.
Contudo, a prostituição tem seus pontos específicos no quesito de que são duas as avaliações: imagética e qualitativa.
Ninguém escolhe pagar por uma GP pela qual não se sente atraído. Ao mesmo tempo, ser bonita não significa que ela promove um bom atendimento. De forma que o cálculo do serviço deve levar em conta ambos os fatores.
Além disso, há questões como a fama da menina (fama aqui para o grande público, se você quiser um programa com a Andressa Urach, vai pagar caro apenas por ser uma famosa), tipo de público que ela busca (maior ou menor renda, no caso de meninas da ZS se focam em gringo ou não), o quanto ela está disposta a trabalhar no dia (uma menina que cobre 450 precisa atender três vezes menos do que uma que cobra 150 pra conseguir o mesmo valor no dia), etc.
No fim das contas, é sempre o maldito mercado que vai dizer se o preço cobrado pela menina está além do que deve.
Eu, pessoalmente, não faço questão de desbravar e avalio muito bem se a menina vale o meu investimento levando tanto a aparência quanto (e principalmente) a qualidade entregue no serviço, o que descubro através dos TDs aqui postados pelos confrades.
Se todas as GPs que aqui anunciam resolverem levar seu valor pra casa dos 400, 500 reais ou mais, vou ter que esperar a nova leva dentro dos 150 a 200 que costumo pagar aparecer, porque elas com certeza irão surgir.



