BRAND escreveu: ↑05 Abr 2024, 00:42
Já vi muitos caras que fizeram isso ("ah parei, evoluí, sou melhor que eles que seguem atrás de puta, etc"). Param de postar para manter a postura de fodão, e quando sei... seguem na putaria do mesmo jeito kkkkkkkkk. Não enganam ninguem.
Quem quer parar, para. Só não se ache melhor do que ninguem
MuriloRJ escreveu: ↑05 Abr 2024, 09:09
Então eu acredito quer a maioria tanto dos solteiros como dos casados enxerguem o mundo putanheiro como algo necessário mas como algo errado a ser superado, tendo algumas recaídas e seguindo em frente.
Bancar a postura de fodão que evoluiu e não vai mais em GP, é hipócrita mesmo.
Mas talvez seja a
mentira necessária para que ele consiga conviver consigo mesmo, visto que ainda enxerga como algo errado que ele fazia ou ainda faz.
Deixar claro aqui que não é isso que estou defendendo.
Se um dia voltar a namorar de forma monogâmica, vou parar de ir em GP por princípio, mas longe de mim me achar melhor que alguém por isso. Pelo contrário, o mundo do GPzismo salvou minha vida, ou pelo menos minha sanidade mental.
gargamel escreveu: ↑05 Abr 2024, 13:25
Porque quem atribui isso é quem foi traído, não quem traiu. Quem sangra é quem leva a facada. Se não houvesse traição, não haveria tabu, não haveria necessidade do sigilo com a pessoa que teoricamente é a com quem você tem mais intimidade.
Exatamente o meu ponto. A questão de ter que fazer pelas costas já é prova cabal de que é traição.
Brutus escreveu: ↑05 Abr 2024, 13:44
Acho que ele quis dizer que o sentimento pela pessoa que escolheu (namoro, casamento) não se abala mesmo fazendo sexo com outras pessoas. Em especial uma profissional que em teoria não cria vínculo emotivo.
É diferente do exercício, onde o princípio traidor é a relação carnal, mesmo não flagrada (O impacto fatalmente deve ser diferente).
[...]
Agora se tomar o 'flagrante' como exercício, aí é diferente na minha opinião.
Mas aí, caro Brutus, entramos na velha discussão de "se uma árvore cai numa floresta sem ninguém para ouvir, ela fez barulho ao cair?".
O ponto é que não importa se o barulho aconteceu ou não, o fato é que a árvore caiu. Da mesma forma, a traição aconteceu. Se isso vai ajudar a manter o relacionamento (caso nunca seja descoberto) ou acabar de vez com ele (caso seja), é irrelevante para a discussão do fato concreto.
Pessoalmente, eu acho que se a relação tá num ponto onde você está precisando fazer sexo com outras pessoas para não acabar de vez, já passou do tempo de ter uma conversa séria com o parceiro sobre qual o melhor caminho tomar: abrir a relação, procurar um psicólogo, separar de vez. Ainda que improvável, a possibilidade do parceiro permitir essas aventuras sem envolvimento é maior que zero. Por outro lado, a chance de não dar merda caso a traição seja descoberta é infinitamente menor.
gargamel escreveu: ↑05 Abr 2024, 13:25
Acho que o que acontece na verdade é uma busca por justificativa pra continuar casados sem admitir pra si mesmos o comodismo, ou medo do impacto financeiro da divisão de bens (que se não me engano, todo casado concordou e assinou na hora de registrar o casamento, ninguém colocou cláusula surpresa). Até entendo um pouco mais quem tem filhos querer preservar relações já passadas da validade, porque impacta um terceiro que você quer bem, mas a meu ver não é amor o que tá segurando esses casamentos aí não.
A verdade é que falta pra grande maioria das pessoas um senso de responsabilidade afetiva. É muito melhor (até pro possível âmbito financeiro) terminar geral de boa, sem sentir raiva ou decepção com o outro.
BRAND escreveu: ↑05 Abr 2024, 09:17
Discordâncias são mais que normais, mas nao é pq o outro discorda de algo que podemos chama-lo de sem caráter, isso e aquilo. Inclusive editei algumas coisas aqui, e vamos pensar nisso, pq ai a coisa desanda e teremos que tomar outras atitudes, ok?
gargamel escreveu: ↑05 Abr 2024, 17:40
Não estou fazendo juízo de valor no texto (mas estou na minha cabeça, claro). Tentei me manter na dinâmica do título. É chifrar ou não é? Na minha opinião os argumentos que defendem que é chifre são muito mais sólidos do que os que defendem que não é chifre. Não estou argumentando aqui o caráter, se é evitável, se há soluções fáceis para evitar, se é coisa de gente ruim.
Por fim, desculpa Brand se pareceu que eu estava atacando o caráter dele. Novamente, não estava fazendo julgamento direto de valor (até o faço na minha cabeça, mas o ponto da discussão na era esse), apenas pedi pra ele não imputar os parâmetros dele em mim.
Meu posicionamento é parecido com o do Gargamel, mas ele soube se expressar melhor que eu.