01 de Junho de 2024 às 23:01
LIS MULATA
https://gparena.net/social-feed-user.php?id=6854
VENDENDO GARRAFAS VAZIAS NA VENDA DA ESQUINA
A ocasião faz o ladrão. Não estava nos meus planos mais um enrosco dentro desse último mês, que para mim pareceu ser o mais novo Agosto. Vagaroso, desconfiei que acordaríamos hoje descobrindo que Maio agora tem 32 dias. O bug da década.
Observava Lis há um tempo, lia os relatos dos confrades e seu nome subia a cada dia na lista deste pobre, infeliz e devedor de 14 meses de aluguel. A exibição do seu rosto nos últimos dias catapultou sua condição e o aviso de encerramento da promoção praticamente convocou-me aos seus aposentos.
É difícil, independente do mês, ter um qualquer no bolso pra gastar na putaria em pleno dia 28. Não vou pedir perdão pelo trocadilho. Sou fã confesso deles. Nessa altura do campeonato, nem mais Lis disponível eu tinha pra pegar essa mulata. O jeito foi vender garrafas vazias na venda da esquina pra conseguir juntar a importância.
Enviei mensagem no WhatsApp dela na segunda, perguntando sobre a sua disponibilidade dentro da semana, e por sorte consegui um horário no dia seguinte. Ela usa mensagens automáticas pra responder a primeira abordagem, mas não demorou a preencher o questionário assim que tomou a frente do celular. Confirmados o preço, tempo e local da sacanagem, restava aguardar o momento.
Seu território sexual atual localiza-se na RB156, Edifício Central que é apelidado por vós de Matrix. Estreante, agora sei o porquê da alcunha. Feito o caminho pela estrada de ferro, cheguei inclusive adiantado ao seu endereço. No aludido dia, não foi preciso identificação e tão pouco cadastro. Já iniciara bem o tour pelo prédio. O elevador estava vazio e subiu com uma velocidade impressionante, praticamente um trem bala vertical. Recebo o número do seu apartamento, toco a campainha e sou recebido por uma das outras meninas do local, dizendo que a Lis já vem me atender. A garota direciona-me à uma das clausuras do recinto, até que sou surpreendido com a porta se abrindo e revelando uma mulata mais do que bonita, bem feita e formosa.
Lis é um altar que converte qualquer ateu, agnóstico ou pessoa descrente. A mais bela foto tirada, o melhor ensaio, não chega perto de exprimir sua divindade presencial. De jaleco semiaberto, tranças amarradas e um sorriso no rosto, recebeu-me com um beijo na bochecha e fez as honras da casa, realizando as perguntas protocolares sobre água e banho, no qual ambos foram aceitos. Tudo bem limpo e organizado, a toalha é ensacada, tem sandálias à disposição, possui sabonete líquido e há todo o cuidado com a privacidade do cliente no caminho entre os cômodos.
Asseado, retornei ao quarto acompanhado da moça, que na sequência me deixou só, a fim de se preparar no "dormitório" ao lado. Passados alguns minutos, retornou e já veio se inclinando pra me entregar maravilhosos beijos de língua. Donzela apressada, não havia nem dado tempo ainda pra desligar o celular e ficar longe por um tempo das ligações dos credores. Percebendo que já havia "me dado bem", pedi licença para tal coisa, como também para entregar seu cachê, explicando que era necessário, pois devia vários meses de aluguel e o toque do aparelho poderia atrapalhar a gente.
— Ah, seu caloteiro! Eu não ia te cobrar o programa adiantado não, mas acho melhor me pagar agora mesmo! Safado! — Lis pronunciou aos risos e ali já estabelecemos um clima pra lá de descontraído.
Com a grana da venda das garrafas vazias na mão, a dama insistiu dizendo que não era preciso, mas fiz questão de entregá-la, ainda que ela argumentasse que era besteira da minha parte e brincadeira da dela. Ultimamente tenho preferido assim. Lis finalmente se libertou do jaleco e também da parte de cima da lingerie preta que usava. Seios médios e firmes, com auréolas que aguçam a vontade de chupar, cabendo na boca com perfeição. Fogosa, pareceu querer me nocautear no soar do sino.
Lis não sabia quem eu era, mas dado o seu primeiro ataque, manipulando e lambendo meus mamilos, desconfiei que ela havia lido o meu
último relato. Acoado, comecei a xingá-la com esses palavrões que as vezes proferimos na cama, e ela, entrando no jogo e xingando de volta, revelou sentir tesão e curtir aquilo. Na sequência recebi sinal verde para, além de xingar, desferir tapas e apertões naquele corpo que é quase um templo.
Virei o jogo e passei a me fartar de mamar naqueles peitos. Gemidos e palavrões eram proferidos a quem quisesse ouvir. Lis se entregou àquilo roçando suas coxas nas minhas, apertando minhas costas e devolvendo os tapas que recebia. Guiei minha boca e nariz por pescoço, sovaco, orelhas, braços e barriga da safada, que fechava os olhos e mordia o beiço como se sentisse tesão com aquele passear. Foi então que, vivo na beleza quente da Mulata, tirei a última parte da lingerie e passei a contemplar e degustar sua Flor de Lis.
Uma flor formosa, cheirosa e vaidosa, pra não dizer impecável. Grelinho saltitante e alguns pelos em volta bem aparados; uma xereca que te faz perder a noção do tempo enquanto a observa e a prova. Trabalhei a língua e Lis não demorou a entrar em processo de derretimento na minha boca.
"Que língua desgraçada de gostosa!";
"Vai, caralho! Continua!"
"Puta que pariu, seu filho da puta! Não pare!";
"Cachorro, safado! Você tem que vir aqui todo dia pra me chupar assim." — eram algumas das frases ditas por ela.
A gostosa remexia o quadril e buscava algo que se agarrasse em meio àquele oral. Senti sua voz embargando como quem estava prestes a chorar, o ventre dilatando e a respiração cada vez mais ofegante. Eu não estava ali pra desobecer e continuei minha função até ter a boca inundada pelo seu gozo. Recebo alguns elogios que afagam a alma do iludido forista, e logo voltamos aos beijos que novamente destaco como maravilhosos.
Após, tenho a cueca arrancada e uma garganta profunda é iniciada. Prendo sua cabeça e faço sua boca de xota no movimento de vai e vem. Recebo breves linguadas nas laterais do membro, acarretando choques leves na região, o que me faz pressentir o perigo e o caos de gozar naquela boca precocemente. Sugiro que a safada vista meu cacete com a "camisinha de retardado" - como ela bem classificou - e é hora do combate mais intenso.
Deitado na cama, observei a devassa se posicionar na cavalgada invertida, forneando o vulgar na fogueira que tem entre as pernas. Quente, caso não existisse a química no apetrecho, duvido que eu suportaria três sentadas da bandida. Aquele traseiro voluptuoso, subindo e descendo com aquela marquinha de biquini, nos chama a um verdadeiro desafio. Lis quicava e pedia mais e mais tapas. Aguentei com estoicismo por quase um minuto, que mais pareceu uma eternidade. Peço pra lamber o cu dela num misto de prazer e sobrevivência, e a vadia não se fez de difícil. Apontou o traseiro, sentou na minha cara e aproveitou pra descer num 69 que não durou muito, pois logo rechacei. Queria linguar aquele cu numa posição mais confortável e assim o fiz. Apliquei um beijo grego com ela de 4 até sentir vontade de possuí-la novamente.
O ato seguiu e alternamos várias posições. Comi Lis no ppmm, de lado, frango assado, quatro e até uma posição que eu desconhecia... Em todas elas rolavam tapas, "ofensas" e pedidos por mais, sem faltar risadas e disposição de ambas as partes. Julgando que o relato já está longo, não me estenderei detalhando cada parte, a fim de não deixá-lo quilométrico e ainda mais tedioso. Em suma, o que posso dizer é que nunca havia feito um sexo tão duradouro, e o principal, sem deixar de ser prazeroso, como foi com a Lis. A pica não desceu nem nos inúmeros momentos de descontração e piadas feitas durante as mudanças de posição ou recuperação de fôlego. Transamos rindo, rolavam provocações mútuas e também era nítida a vontade entre a gente de satisfazer o parceiro.
Aproximando-se o fim do tempo contratado, notando a minha dificuldade de finalizar, sugeri fazê-la gozar de novo no oral, mas ela preferiu não deixar acontecer. Admitiu que isso poderia "acabar" com a noite e o dia seguinte dela e a contra gosto precisei cessar o que havia começado. Nisto, começamos a pensar em conjunto numa maneira de me fazer jogar o leite fora. Como não sou adepto da prática de gozar na punheta, perguntei-a se havia restrição de lugar, tendo como resposta a seguinte: "Só não goza no meu olho, porra Kkk!". Agora mais ciente, pedi pra despejar o elixir da vida na sua boquinha, iniciando uma bronha com o pau já bem próximo dela.
Seu lábio macio as vezes vinha de encontro e auxiliava na técnica. Quando sinto o gozo chegando, Lis prontamente abre a mandíbula pra receber tudo, não deixando uma gota sequer cair no colchão. Tiro meu pênis praticamente limpo de dentro daquela urna e assisto ela produzir uma espécie de bochecho com meus herdeiros. Termina mostrando todo o conteúdo a mim e conferindo a quantidade no reflexo do espelho ao lado da cama, antes de ir descartar.
Extasiado, limpo qualquer resquício possível com lenço umedecido e inicio os preparativos para a hora mais triste do enrosco. Lis volta do descarte e pergunta o porquê de tanta pressa enquanto eu me arrumava. Encontrando abertura após ela ter confidenciado que aquele seria seu último programa no dia, emendamos um papo bacana (sem abusar do tempo), que com certeza não terminou ali.
Prestes a sair, ofereceu-me um golinho de café que, sem necessidade alguma de acompanhamento, foi aceito. Há quem goste dele com bolo, mas meu paladar sempre teve predileção pelo acre. Ex diabético, além de me fazer mal, muito açúcar me enjoa. Fora que bolo de GP é outra coisa que não me agrada. Por fim, aproveito pra manifestar meu desejo de levá-la pra casa e comê-la todos os dias, antes de mais beijos e amassos na saída.
Já escureceu e parece que todos os labutadores do prédio combinaram de sair no mesmo horário. A espera pelo elevador foi leve, graças ao que havia acontecido há pouco. Passados alguns minutos, tomo o meu espaço no elevador, desço os andares do portentoso edifício e ganho as ruas do centro até a estação mais próxima. Impactado, volto pra casa com a certeza que a venda das garrafas vazias havia me proporcionado um negócião.
Obrigado pelo atendimento singular, Lis. Espero não precisar empenhar minha espingarda pra te ver outra vez.
Obrigado aos confrades e damas que leram até aqui mais um alongado relato, que inclusive marca a inauguração de um selo.
Até a próxima, abraço!
“Posso não ter um centavo no bolso, mas tenho um sorriso no rosto e isso vale mais que todo dinheiro do mundo.”