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RELATOS DO GRISALHO GENTIL

JADE - Méier - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99140-4615
JADE
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$200.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI NãO R$0.00 SIM

26 de Setembro de 2023 às 12:09


JADE - https://www.photoacompanhantes.com/acompanhantes/rio-de-janeiro/meier/namoradinha-morena-clara-fotos-reais-e-com-local-id-dfksj

Queridíssimos amigos do GPzismo, como estão todos? Espero que bem!

Hoje venho escrever sobre uma das cheirosas com quem mais conferenciei nesse universo do GPzismo: A carinhosa e gentil JADE!

Ao contrário do que fiz em todas as postagens que antecederam a essa, não vou fazer um relato específico sobre um encontro que tive com essa linda mulher, mas farei um testemunho sobre ela, além de usar tais experiências para abordar um assunto que acho necessário.

Eu tive o privilégio de ter comércio com a Jade, não uma vez apenas, mas SETE (7). O último desses encontros ocorreu em maio desse ano, pouco antes dela começar começar a fazer atendimento no Méier, mais especificamente, num local próprio na Dias da Cruz. Nossos encontros ocorreram quando ela fazia atendimento numa casa de massagem, mas em outro bairro da zona norte.

Dois motivos me estimularam a fazer essa postagem a respeito da Jade: O primeiro deles, é que li em algum lugar aqui, que ela seria econômica nos beijos. Uma brutal injustiça! Pois em todos os nossos encontros, ela me beijava com volúpia, no início, durante, e depois da cópula. Ou ela mudou os parâmetros do seu atendimento, ou então, está faltando aos amigos serem mais explícitos ao comunicarem suas vontades. Jade é uma mulher muito meiga e afável, portanto, entendo ser o caso de conversar. Agora, pode ser que na conversa, ela deixe claro que realmente tenha passado a ser mais pragmática em seus atendimentos, o que seria uma pena, pois seus beijos são gostosos, e seus lábios macios como se fossem feitos de cereja.

Aliás, não só seus beijos que são gostosos. Ela sempre mamou minha pica com vontade, e sua boca deslizava pelo meu pau com uma maciez, cuja sensação me lembrava uma donzela me tocando gentilmente. Além dela gostar muito de levar pica em várias posições, de ladinho, de quatro, ppmm, etc. Como sinto saudades de quando ela empinava sua bunda morena arredondada, para que eu degustasse sua bucetinha com a minha boca, antes de meter-lhe vara. Enfim, tive com a Jade momentos que considero terem sido de eterna felicidade.

Agora chego ao segundo ponto que me motivou fazer esse relato, que são as fotos. Sim, elas são reais, ela é essa morena linda, de rosto formoso, sorriso cativante, coxas fortes e bunda gostosa, ou seja, ela reúne todas as qualidades necessárias para aplacar os anseios daqueles que querem extravasar suas necessidades biológicas sexuais. Porém, as fotos necessitam de atualização, pois ela não está tão delgada, como nos tempos em que posou para o registro dessas imagens. E aí, uso a Jade como fio condutor para comentar algo que me causa certo incômodo, que é o fato das acompanhantes serem muitíssima rigorosas no que tange a certos protocolos a serem seguidos nos atendimentos (não pode atrasar, não pode regatear valor, não pode estar nada suado, enfim, todas demandas justíssimas), mas que ao divulgarem seu serviço, usam imagens que não são condizentes com sua realidade física atual, utilizando fotos já antigas, ou "photoshopando" imagens recentes. E aí se o cliente reclama, algumas acompanhantes dão verdadeiros ataques de pelanca.

Quero dizer que há para todas as moças um lugar ao Sol. Existe demanda para mulheres de todas as raças, todos as alturas e todos os pesos. Mas o mais importante, é divulgar aquilo que vai realmente oferecer e como realmente está. É de muito bom tom atualizar as fotos, ao menos anualmente, pois é decepcionante para nós clientes termos nossas expectativas frustradas, já que isso afeta nosso psicológico, e é de conhecimento de todos o quão o psicológico é necessário para que nós homens consigamos ter um ato sexual satisfatório.

Com a Jade nunca tive problemas. Apesar dela não estar com aquele corpinho delgado das fotos, adorei todas as vezes que transamos (ninguém repeteca 7 vezes com uma acompanhante se não estiver achando bom), pois ela é linda, solícita, e fode bem. Mas esse sou eu que não ligo para detalhes menores quando estou com uma fêmea, mas entendo os amigos que porventura, reclamem de situação semelhante.

Encerro esse relato deixando registrado que anseio fortemente ter nova sessão com a bela Jade. Só não o fiz ainda, pois o Méier não se encontra em meu itinerário cotidiano. São raras às vezes em que tenho ido a esse agradável bairro nos últimos anos.

Abraços cordiais para todos! Abraço Amor

P.S.: O valor/tempo que utilizei para preencher os campos, foram passados por ela, quando entrei em contato com a musa via Zap, assim que tomei conhecimento do seu novo local de atendimento. Essa conversa ocorreu há poucas semanas, então, duvido que tenha havido alguma alteração.

vadeR, Saulo Top, Degrov Morgan, Rai, LNzao, Sueco, Papai Noel, Oscar, The Shy, Ikki RJ, Sued, Michael Corleone, Gatitus, Josh, Thor de Copacabana, curtiram esse TD.
ALICE MARTINS - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 98269-0471
ALICE MARTINS
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$200.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI SIM R$50.00 SIM

25 de Setembro de 2023 às 09:09


ALICE MARTINS - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=17224

Queridíssimos amigos do GPzismo!

Venho mais um vez, usar esse nobre espaço, para trazer outro relato das minhas incursões nesse universo tão prazeroso e especial. A dama da vez é a lindíssima e delicada ALICE MARTINS.

Nosso encontro deu-se há 6 dias. Ela já estava no meu radar, mas o impulso definitivo que levou-me a procurá-la, foi quando tive a oportunidade de interagir com ela aqui no chat do ARENA. Alice mostrou-se uma pessoa muito meiga e gentil, então, após passar pelo seu feed, resolvi contatá-la. Fomos ao Zap, sendo Alice muito objetiva nas tratativas, mandou-me um texto pronto, texto esse que continha todas ás condições para a realização de uma sessão com ela. Tudo foi devidamente esclarecido e acordado, logo, encontro marcado.

Aqui peço licença aos amigos para abordar assunto já um tanto surrado, mas que considero importante deixar registrada a minha experiência. Refiro-me a política de identificação adotada pelo síndico do 117 SD. Todos aqui sabem bem do que se trata, portanto, não irei explicar. Chego ao referido edifício, e entro sem sequer ter tido solicitada a minha identificação na portaria. Dirijo-me ao elevador, e vou até a porta da Alice. Quando toco a campainha, um segurança do prédio, devidamente uniformizado, corre em minha direção. Vou até ele (já sabendo do que se tratava), e o tal pede meu documento de identificação para anotar meus dados. Deixo claro que o segurança foi gentil e cordial em sua abordagem, apesar de tal prática se dar no meio do corredor ser bem sui generis. Percebo também que ele está tomando tal atitude totalmente contrariado. Como não sou casado, portanto, não me se senti constrangido nem melindrado, resolvo não protestar. Pelo que conversei com a Alice pouco depois, essa situação já está em vias de ser contornada, então, não se preocupem amigos, é tudo questão de tempo mesmo.

Voltemos ao encontro.

Toco a campainha mais uma vez, quando a Alice abre a porta. Ela pergunta se havia acontecido alguma coisa, e eu lhe explico o ocorrido. Ela então me convida a entrar, me pegando por uma das mãos. Eu não poderia ter tido melhor impressão nessa vida. Pois Alice é um desaforo de tão linda. Ela estava usando um roupão transparente, e uma lingerie pequena e sensual. Seu espaço é muito arrumadinho, organizado, limpo e com um tipo de iluminação que tende para o rosa, o que nos passa uma sensação de extrema serenidade.

Conversamos um pouco, para quebrar aquele típico gelo pré coito, bem conhecido por todos que praticam o GPzismo. Nessa conversa, no momento em que lhe entrego o "envelopinho do amor", Alice pergunta se vou querer sexo anal. Respondo que não gostaria de predeterminar tal coisa, que deixássemos nos levar pela dialética sexual, e que se ocorresse de ter sexo anal, eu iria dar o adicional no fim da sessão (então o pacote é 200 Reais + 50 Reais com anal, perfazendo o total de 250 Reais descrito no campo "Valor"). Ela mostra sua total concordância, aproximando-se de mim e me beijando calidamente. Eu pergunto se ela não gostaria que eu tomasse banho, ela percorre meu corpo enquanto me despia, e disse que por ela não havia necessidade, pois eu estava devidamente asseado.

Enquanto Alice me beijava, e me despia, confesso que fiquei um pouco fora de mim, inebriado pelo agradável aroma da sua pele macia e perfumada. A safada me envolveu completamente com o seu jeito fescenino. Quando dei por mim, já estávamos nus, em sua cama. Ela me beijava com ternura, primeiro na boca, depois em meu pescoço, daí ela foi descendo pelo meu peito hirsuto, até chegar na minha rola, que nesse momento, já estava bem rígida. Senhores, nesse instante, Alice mudou totalmente. Parecia que uma outra alma havia se apossado de seu corpo, pois ela boqueteava a minha pica como se estivesse faminta. Eu levei um susto com tamanha impetuosidade. Pensei que a Alice iria tragar a minha rola, de tão intensa ter sido a sua mamada. Lembro de ter dito a ela, "menina, você tem alguma coisa de anja/demônia, sabia?". Ela me responde com um sorrisinho amoroso e singelo.

Para tornar o prazer do seu boquete ainda mais veemente, Alice envolve minha pica com os seus seios, fazendo uma gostosa espanhola. Que seios a Alice possui, meu amigos!!! Eles são alvos como a neve, fartíssimos e levemente nacarados. Quando penso que já vi todos os tipos de seios, vem um novo e me surpreende... Com receio de queimar a largada, Puxo Alice para beijá-la, e digo que quero possui-la. Ela pega o preservativo, e pergunta como quero comê-la. Digo, "fique de quatro". Então ela vira aquele rabão branco gostoso para mim. Antes de penetrá-la, percorro sua xota e seu botãozinho com a língua. Como a safada estava melada!!! Pego seus quadris muito gentilmente, e começo a penetrá-la. Depois de torar a bucetinha gostosa dela por bons vários minutos, ela começa a contorcer-se e a urrar de prazer, dizendo que havia gozado... Inspirado nessa imagem edificante, e ainda não estando devidamente satisfeito, aviso que vou comer o cuzinho dela.

Ela pega um gel, passa um pouco no seu botãozinho, passa um pouco também na minha pica, e diz, "por favor, me coma com vontade, seu puto safado!". E toma pica naquele cuzinho gostoso dela. Alice tem um cuzinho apertadinho, e macio, que provoca em mim tamanha excitação, que é difícil até de descrever. Enquanto eu maceto o cuzinho da Alice, ela ora se masturba, ora massageia o meu saco. Depois de muito bombar seu rabinho, pergunto se algum outro cliente havia comido seu cuzinho naquele dia. Ela responde "não, que não tinha dado sorte até aquele momento", então eu complemento, "ah, então eu estou aqui justamente para reparar tamanha injustiça, pois não vou parar de torar esse seu cuzinho guloso tão cedo". Pirocada vai, pirocada vem, ela avisa que ia gozar mais uma vez. Eu disse a ela, "então amor, segura essa rajada, para você gozar gostoso!", e começo a penetrar com muito mais intensidade, até ela gozar mais uma vez. Eu ainda me inclino sobre ela, tal como os cavalos fazem sobre as éguas, para torar de cima para baixo. Ela diz que não aguenta mais, e se derrete esfalfada sobre a cama.

Em seguida viro-a de frente pra mim, arreganho bem suas pernas, e caio de boca na buceta deleitosa da Alice. Que bucetinha macia e perfumada ela tem. A xotinha dela estava totalmente encharcada. Depois de vários minutos me labuzando no mel daquela bucetinha, Alice goza outra vez.

Eu, já suado como um porco, e sentindo que o tempo de nossa sessão estava prestes a exaurir, aviso que iria tentar gozar na punheta. Depois que me deito, Alice passa a mamar meu pau e também a mascar o meu saco. Quando senti que já estava prestes a gozar, puxo-a para perto do meu rosto, e digo que quero que ela me beije até que eu gozasse. Uns três minutos depois, já exausto, eu gozo.

Ficamos mais alguns minutos, nus na cama. Ela fazendo um cafuné em mim e me beijando com ternura, eu, passando um dedinho libertino em seu cuzinho, enquanto admirava sua linda bunda branca pelo pelo espelho que estava bem na nossa frente. Ainda tive tempo de lhe dizer que Deus estava muito feliz e inspirado quando fez uma pele tão macia e gostosa como a dela.

Por fim, me levanto, para por minha roupa e partir. Enquanto isso, Alice vai preparar um café que havia me oferecido. Nos momentos em que sorvia o saboroso café que Alice havia preparado, pago-lhe a taxa extra do anal, e conversamos um pouco mais. Ela pergunta se havia tido algum motivo específico para tê-la procurado, eu digo que sim: "Que eu havia me apaixonado pela linda bunda branca dela que estava destacada em seu anúncio, pois ela era tão redonda e branquinha, que mais parecia ser feita de marshmallow". Ela solta um sorriso alegre e simpático.

Alice me leva até a porta, e nos despedimos. De minha parte, vou embora feliz como se fosse um garoto.

Encerro por aqui o relato. Quero dizer que por mais que eu ponha meu cérebro para trabalhar, não consigo encontrar elogios que descrevam com a devida justiça, o quão maravilhosa e agradável, Alice é. Ela é adorável de todas as formas, e te faz se sentir a pessoa mais especial do mundo. Espero repetecar com essa princesa brevemente.

É isso aí, meus amigos. Abraços fraternos para todos! Abraço

P.S.: Sempre gosto de deixar essa mensagem quando meu relato tem sexo anal. É bom deixar avisado aos amigos, que sexo anal não é obrigação, mas é um estado de espírito das nossas princesas. Portanto, aos que tem interesse central na prática, conversem antes de fechar o encontro, para não fazerem exigências descabidas não acordadas, depois.

Mr69, Brand, Eva Sanchez, LNzao, Conde Da Valáquia, Julio Cesar 34, Novaes87, Saulo Top, Paulista88, Café, Helena Esparta, Rai, AventureiroBXD, Gatitus, 90loiro90, Degrov Morgan, Digboy, Fatblack, Tyrion, Dionizio_RJ, Ikki RJ, Barbosa82, Sued, Lorena Rabello, Oscar, The Shy, The Witcher, Michael Corleone, curtiram esse TD.
LUANA MARCHES - Copacabana - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99886-6813
LUANA MARCHES
POSITIVO
TEMPO: 90 MINUTOS VALOR: R$450.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI SIM R$0.00 TALVEZ

20 de Setembro de 2023 às 14:09


LUANA MARCHES - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=17069

Caríssimos amigos do GPzismo, como estão todos? Espero que bem. Venho aqui trazer mais um relato a respeito de mais uma das aventuras que tive com alguma bela dama. Hoje falarei de meu encontro com a Luana Marches.

Antes de abordar o encontro em si, já deixo claro que o encontro deve ter ocorrido há pouco mais de 1 mês. Ela é profissional já bem conhecida, e sua fama lhe precede, portanto, ela sempre esteve em meu radar. Mas meu interesse aguçou-se de fato, quando tive a oportunidade de conversar um pouco com ela aqui no chat desse prestigiado site. Seu jeito leve e descontraído ao conversar no chat, chamou minha atenção. Disse-lhe que pegaria seu contato para conversamos, ela assentiu, e assim foi feito. Conversa realizada, dúvidas tiradas, marcamos o encontro para alguns dias depois.

Chegado o dia, parto para o encontro. Eis que ocorre um pequeno contratempo, pois a Luana teve algum imprevisto, que gerou um bom atraso. Não que isso tenha me causado algum problema existencial, mas acho interessante citar, pois quando clientes por motivos sérios se atrasam, algumas acompanhantes dão verdadeiros chiliques. E tal incidente mostra que ambas às partes estão sujeitas a tais imprevistos, e que não havendo abuso, claro, é de bom tom que os atores do encontro tenham sempre um pouco de compreensão.

Para os que não sabem, o local de atendimento da Luana é em Copa, num apart-hotel de tipo antigo, mas que é digno e bem organizado. E seu apartamento, em específico, também oferece tudo o que é necessário para encontros dessa natureza. Trago tais informações para que os que lerem esse relato, se sintam tranquilos quanto a estrutura oferecida pela Luana, quando quiserem marcar encontro com ela futuramente.

Toco a campainha, e a Luana já me recebe usando um minúsculo e revelador baby doll transparente, sem nada por baixo. Muito simpática e receptiva, Luana me recepciona com um farto sorriso em seu belo rosto (e o bom Deus bem sabe que assim como as plantas necessitam de água, eu necessito de sorrisos)... Eu ali, um pouco acanhando, intimidado pela voluptuosidade dela, já sou surpreendido por um beijo, cuja intensidade me deixou um pouco arfante. Ao perceber que eu estava atônito com essa receptividade um tanto eufórica, Luana me pega pela mão e me leva para o seu matadouro do amor.

O beijo que ela me deu na cozinha, repete-se várias vezes em seu quarto. Ela faz uma pequena pausa, perguntando se eu necessitaria banhar-me. Digo que havia me banhado há pouco, mas que ela ficasse a vontade para me inspecionar, e se houvesse necessidade, eu me banharia. Ela começa sua inspeção, ao mesmo tempo em que vai me despindo. Ela conclui que além de não necessitar de banho, que meu perfume era gostoso. Quando humildemente eu iria agradecer o seu elogio, ela já abocanha a minha pica como uma verdadeira faminta. Porra, depois de uns 3 ou 4 minutos recebendo uma mamada que estava me levando ao êxtase, peço para que ela se levante e vá para cama, pois se a coisa continuasse naquele ritmo, eu iria gozar ali mesmo. Ela toca levemente em uma das alças do seu baby doll, o que bastou para que ele deslizasse sob seu corpo, e a deixasse inteiramente nua. Nessa condição, ela parte para a cama, já se posicionando de quatro, e dizendo que eu ficasse a vontade para trabalhar ela.

Eu já caio de boca naquele bucetão gostoso dela, que mais parece um salmãozinho, de tão macio que é. Depois de degustar sua buceta e seu botãozinho com a língua, peço a camisinha, pois iria penetrá-la. Camisinha posta, começo a penetrá-la com gosto. Apesar de prazerosa a meteção, confesso que senti certa dificuldade, pois sou baixinho, e a Luana tem uma rabeta por demais projetada, e dado que ela invadida pelo prazer das pirocadas, rebolava sua bunda freneticamente, eu tive de ter controle e habilidade pouco usual para mim, para que a minha pica não ficasse escapando. Me sentindo já um tanto exaurido, peço para mudar de posição, quando ela se vira e me puxa para um PPMM. Continuo a meteção sentindo a maciez da sua pele tocando meu rosto, e com ela ali gemendo e falando umas putarias gostosas, o que me leva gozar e cair suado em sua cama. Ela deita-se ao meu lado, começa a me fazer carícias, e como todas as filhas de Eva costumam ser, mostra-se bem conversadeira.

Conversa vai, conversa bem, sinto meu membro viril dar novo sinal de vida. Luana começa a tocar uma bronha de leve em mim, e pergunta se quero trepar mais. Aceito, e vamos para o embate. Enquanto ela fica me punhetando, eu fico a sugar seus seios, até que me sentisse mais uma vez em ponto de bala. Pica ereta, ela põem nova capa em meu membro, então peço para que ela mais uma vez ficasse de quatro. Só que dessa vez, Luana de modo muito gentil e singelo, apresenta a seguinte sugestão: "Você quer comer o meu cu agora?". Como não sou homem de me fazer de rogado, aceito!

Começo a brocar seu cuzinho guloso, e fico ali na brocação por alguns minutos. Só que a rebolada nervosa da Luana (que também estava se masturbando enquanto eu comia seu cu) começou a impor-me certa dificuldade (tive de me concentrar muito para que minha pica não perdesse a rigidez. Eu chegava a repetir um mantra, silenciosamente, em minha cabeça: "Calma grisalho, sustenta, sustenta que foguete não tem ré"). E justamente no momento em que ela ia gozar, a minha vara escapa do seu cuzinho. Para que não corresse o risco de que ela perdesse o clímax que a levaria ao gozo, eu volto a cair de boca na sua buceta (que estava encharcada de modo que eu nunca havia visto em outras mulheres), enquanto penetrava seu botãozinho com um dedo. Fico ali linguando e dedando até a Luana gozar, quando ela se estica na cama, ficando de bruços, um tanto esfalfada após o esforço sexual.

Após descansar 1 minuto ou 2, Luana diz que eu deveria gozar mais uma vez. Ela pede para que eu vá para o pé da cama, e ela fica ali de joelhos no chão, mamando meu saco, minha pica, fazendo uma prostática, tocando punheta, até que eu aviso que já estava prestes a gozar de novo. Ela tira minha camisinha, e começa a fazer uma verdadeira sucção no meu pau, mas com tal voracidade, que eu já de olhos fechado nem vi a hora em que gozei. Quando a minha pica amolece, e eu me sento para falar com a Luana, ela não consegue me responder, pois sua boca estava cheia da minha seiva.

Enquanto a Luana vai ao banheiro fazer sua higiene, eu vou colocar minha roupa. Ela volta, e me oferece um mate diet, que eu aceito com muito gosto. Já vestido, e tomando o mate diet, fico ao lado da Luana que estava em seu laptop conversando com os amigos do ARENA GP que estavam no chat. Achei certa graça, quando ela respondia as pessoas do chat com uma das mãos, enquanto com a outra ela massageava meu pau por cima da calça. Conversamos mais um pouco, me despeço da princesa, e rua.

Luana é uma mulher intensa que se entrega no programa. Para os que são um pouco mais velhos como eu, sugiro que marquem o encontro com ela com certa antecedência, e que nesse interregno deem umas boas voltas no quarteirão correndo, para adquirirem certo fôlego... Pois vão precisar.

Então é isso amigos. Até a um próximo relato! Positivo

P.S.: O "Talvez" que coloquei no campo "Repeteco", refere-se não a qualidade do atendimento, mas a distância em relação ao local que moro. Só marco sessões na Zona Sul, quando vou fazer alguma coisa lá. Dado que nem sempre isso acontece, a probabilidade de eu fazer repeteco com qualquer moça que faça atendimento na Zona Sul, é remota.

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
Gatitus, Julio Cesar 34, Nanda Facefuck, Saulo Top, M21, pgggato45, Café, Luana Marches, Novaes87, gargamel, Lyon, Dionizio_RJ, Ikki RJ, Digboy, Fatblack, Oscar, The Shy, Degrov Morgan, Conde Da Valáquia, Sued, Barbosa82, Mítico, Sueco, PrefeitoComeCu, Tyrion, Negão_01, The Witcher, Michael Corleone, Thor de Copacabana, curtiram esse TD.
SOPHIA CACCINI - Botafogo - Rio de Janeiro - RJ - (21) 97521-1122
SOPHIA CACCINI
NEUTRO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$400.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI SIM R$100.00 NãO

06 de Setembro de 2023 às 02:09



Queridíssimos amigos do GPzismo!

Volto mais uma vez a esse gratíssimo espaço, para trazer mais um relato a respeito de minhas andanças, nesse âmbito do prazer que tanto apreciamos.

O relato de agora aborda mais uma das várias incursões que fiz no Edifício Coral, em Botafogo (sobre o local, procurem meu relato sobre MAY JAPINHA). A protagonista desse episódio, anuncia seus serviços como a ruivinha SOPHIA CACCINI.

Nosso encontro deu-se, mais ou menos, uns 10 dias após meu encontro com a May Japinha. Na verdade, eu estava já interessado em encontrá-la antes de ter encontrado a May, mas como nossas agendas não batiam (num momento eu marquei num dia em que ela já tinha compromisso, e dias depois ela entra em contato comigo avisando ter disponibilidade na agenda, mas nesse momento quem não tinha disponibilidade era eu. Nesse interregno, encontrei a May).

Vencido tais obstáculos, sessão marcada, e lá vou eu encontrar com essa ruiva, cuja imagem vinha ocupando meus pensamentos há tempos... Chegando num dos apartamentos disponibilizados pelo esquema ali no Coral (no caso, o mesmo apê em que eu encontrei a May), lá está a ruivinha, usando um belo e curto roupão preto, cujo material fazia um tipo parecido como se fosse de seda. Ela me aborda gentilmente, e pede que eu entre.

Chegando próximo a cama, ela pergunta se quero me banhar. Digo que já estou banhado, mas que ela ficasse a vontade para dizer se eu deveria tomar outro banho, caso achasse necessário. Ato contínuo, começo a me despir, e ao mesmo tempo, ela tira o seu roupão, revelando uma minúscula lingerie preta/transparente. Junto-me a ela na cama, para poder analisar com calma a beleza da moça, enquanto fazemos aquela conhecida conversação inicial, feita entre GPs e clientes que acabaram de se conhecer, para quebrar o gelo.

Confesso que nesse momento, sinto um certo desânimo. Porque as fotos do seu anúncio geraram em mim uma certa expectativa, que não foi correspondida. Eu pensava que ela tinha um rostinho com um jeito diferente, mas ao vivo e a cores, seu semblante ficou um pouco aquém do conceito que eu tinha de sua provável beleza. O mesmo digo em relação ao seu corpo. Longe de ser feio, mas também não é aquilo que as fotos do seu anúncio fazem menção de ser. Parece-me que ou a foto é antiga e necessitaria de alguma atualização, ou que talvez tivessem sido tiradas de um ângulo que lhe favorecessem suas curvas, que não são tão voluptuosas como parecem ser nas fotos. Não sou cliente muito exigente, mas dado que foi difícil encontrar uma data em que ambos estivéssemos livres, e o valor da sessão não era barato diante do meu enxuto orçamento, então me vi numa situação em que não pude conter essa certa decepção.

Apresentações feitas, gelo quebrado, pagamento realizado, começamos o fight. Fosse eu um forista mais preciso, não deveria usar a palavra "começamos", mas o mais correto seriam "ela começou", pois ela se lançou sobre mim, e ao mesmo tempo em que começou a me beijar, colocou a mão por dentro da minha sunga box, e começou a me punhetar. Em seguida, começou a correr meu pescoço, e meu peito hirsuto com sua boca, até chegar abaixo da minha cintura, quando tirou minha sunga, e começou a mamar minha pica com vontade.

Nesse momento, esqueci os fatos que me causaram as tais decepções, e fico ali aproveitando mamada gulosa que a ruiva fazia na meu membro fálico. Foi deveras bonito ver ela pagando um guloso, estando ela de quatro, de modo que eu tinha a possibilidade de ver sua bunda branca no reflexo do espelho que estava na frente da cama. Depois de alguns bons minutos dessa mamada delirante, levanto, e aviso que vou querer penetrá-la. Ela pega a camisinha, encapa o meu Highlander e fica de frango assado na beira da cama. De pé, começo a comer sua bucetinha melada. Passado alguns minutos, e mais uma vez com receio de gozar antes do que gostaria, tiro a pica da sua buceta, e solicito que a dama fique de quatro. Passo então a brocar a sua buceta mais uma vez.

Depois de alguns minutos brocando a xotinha da ruiva, e dado que algumas vezes em que eu fazia essa manobra eu abria as bandas da sua bunda, a ruiva pergunta se quero comer o cuzinho dela. Digo que sim, obviamente. Ela então alerta que para isso, eu deveria pagar uma "módica taxa de 100 Reais". Eu costumo ser um cara centrado na minha vida, mas quando estou no GPzismo, parece que uma outra alma se apossa do meu corpo, fazendo com que eu só pense com a cabeça de baixo. Aceito então a sugestão da moça, e digo que pagarei os tais 100 Reais a mais (ou seja amigos, o programa foi 300 Reais + 100 Reais do anal = Perfazendo o total de 400 Reais descritos no campo "Valor R$").

A Ruiva então se desacopla da minha piroca, indo até a um movelzinho ao lado da cama, para pegar outro preservativo e um gel para passar no cuzão. Antes que ela passasse o gel, peço que ela se incline, pois queria dar umas linguadas naquele rabinho que eu iria penetrar. Aí veio mais uma decepção: Seu cu estava excessivamente peludo, de um modo que me causou certo desconforto, e minou boa parte do meu tesão. Tive de me concentrar brutalmente, para que a minha ereção não sucumbisse. Vencido tal óbice, lá vou eu brocar o cuzinho da Ruiva.

Meto a rola no cu da Ruiva com garra. Ela por sua vez, também não regateia o cu, e parece oferecer o seu lombo para penetração com muito gosto. O tesão dela era tal, que sendo ela bem mais alta que eu, suas pernas se enroscavam como se fossem tentáculos de um polvo, dentro das minhas coxas. Passado vários minutos de brocação, jogo o leite na capa, e encerro a sessão.

Conversamos um pouco mais enquanto eu vestia minha roupa. A moça é simpática e de muito bom papo. Daí me despeço dela, e parto rumo a estação Botafogo.

Quero deixar bem claro, que esse fato não se deu recentemente. Portanto, não sei se os valores cobrados mudaram e se o local de atendimento ainda é o mesmo. Nem sei o que me decepcionou em termos físicos, estão iguais. Digo isso, pois algum GPzista amigo pode ir lá ter comércio com ela amanhã, e ter uma percepção completamente diferente da que eu tive tempos atrás. Para mim, a sessão não foi das piores, mas também não tenho nenhum interesse em ter uma nova cópula com ela no futuro.

É isso amigos. Até a um próximo relato. Abraços fraternos a todos! Abraço

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
petropolitano, LP come queto, Paulista88, Oscar, The Shy, Gatitus, Saulo Top, Digboy, PauloCesar, Thor de Copacabana, Ikki RJ, Michael Corleone, curtiram esse TD.
MAYY - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 98328-9053
MAY JAPINHA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$300.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI NãO R$0.00 TALVEZ

04 de Setembro de 2023 às 00:09



Queridíssimos amigos do GPzismo,

Trago a luz uma vez mais, a esse prestigiado espaço, outra experiência que tive nesse âmbito do prazer. Dessa vez com a dama que se anuncia como May, "uma autêntica garota de programa nissei de beleza exótica, e olhos puxadinhos".

Tal encontro deu-se, aproximadamente, há 60 dias. Eu já vinha namorando seu anúncio, mas como seu atendimento ocorre na Zona Sul, eu só marco sessões para aquelas bandas, quando tenho alguma outra coisa a fazer lá, sendo assim, deixei essa gueixa tropical em stand-by.

Finalmente, a oportunidade aparece, quando uma encomenda que eu havia solicitado na Livraria da Travessa Botafogo chega, e sou avisado para ir lá pegar. No caminho, com certa antecedência, entro em contato com quem é a responsável por marcar os encontros, que finge ser a própria acompanhante, e eu de minha parte, finjo também estar conversando com a própria GP. Horário fechado, lá vamos nós!

A May atende num conhecido edifício residencial nesse bairro, chamado Edifício Coral, que fica na Praia de Botafogo, ao lado do Centro Cultural Itaú. Para quem se preocupa com burocracia de acesso para entrar nos locais, ali o entrave é zero. É subir direto, via elevador, sem nem precisar olhar para a cara do porteiro. Nesse esquema do Coral, os atendimentos ocorrem em dois apartamentos que ficam localizados no mesmo andar. Um deles parece um muquifo, já o outro, é muito bem arrumado, com bom ar-condicionado e vista para o Cristo Redentor (atentai bem para esse detalhe, que voltarei a citá-lo no momento da cópula). Como já sou habitué do local, peço para quem marca, que me aloque no melhor apartamento, pois o considero mais condizente para um cliente da minha idade que não está pagando barato não. Cafezinho e quitutes que geralmente nossas lindas GPs oferecem, não estão a disposição no local. Ao menos, ainda não estão cobrando taxa para banho por ali.

Chegando a porta do encontro, a linda moça me recebe num lindo roupão transparente, que já deixava a mostra sua lingerie vermelha. Pergunto se posso entrar, e ela diz "que sim, por favor". Chego próximo a cama, tiro a mochila e parte da roupa, enquanto aprecio a beleza da moça. Amigos, ela é lindinha. Corpo bem alvo como se fosse uma pérola, cabelos negros, lisos e longos, seios médios para pequenos, bem rijos e nacarados. Corpinho todo no lugar, e uma bundinha média e bem empinadinha. Ela perguntou se quero me banhar. Digo que não gostaria, mas que ela ficasse a vontade para me vistoriar, e se que se houvesse necessidade, eu iria tomar tranquilamente. Ela me cheira, e em seguida me joga na cama. Continua a então a cheirar o meu corpo, enquanto apalpa a minha pica por cima da sunga, que nesse momento começava a dar sinais de vida.

Ela tira a única peça de roupa que ainda estava em corpo (a calcinha), sobe sobre a minha cintura e diz, "só não faço três coisas: Não bebo leitinho, não faço anal, e não deixo que me penetre com os dedos. Tudo ok?". Como se num momento desse, eu tivesse alguma possibilidade de negar tais condições... Eu apenas respondi, gaguejando como um apoplético, "sim, sim, sim, tudo ok...".

Acordo estabelecido, ela sai da minha cintura, e desce com a boquinha rumo a minha pica. Ela mama minha rola como se fosse uma bezerrinha faminta. Ela fica por ali mamando, e me punhetando, acho que por uns 10 minutos. Em seguida, pergunta se não quero fazer um oral nela. Quando digo que sim, ela deita do meu lado e abre bem as perninhas, de modo a ficar bem arreganhada. Minhas mãos ora vão percorrendo suas nádegas, ora alcançam seus seios, enquanto vou chupando sua buceta, que mais parece um moranguinho, de tão macia.

Eis que nesse momento, sou tomado por uma inspiração que entendo vir de um outro plano, pego ela pela mão, e a coloco contra a janela (aquela que dá vista para o Cristo) e que estava aberta. Vou beijando sua nuca, seu pescoço, suas costas, até chegar em suas nádegas, para que minha língua volte a alcançar sua bucetinha suculenta, e o seu botãozinho quente. Gemendo, ela pergunta por qual motivo eu havia colocado ela ali. Eu então respondo, "que era para que o próprio Cristo abençoasse esse nosso tórrido momento de conjunção sexual.". Depois de mais linguadas na sua bucetinha e no seu botãozinho, coloco ela de volta na cama, na beira dela, em posição de frango assado para fazermos um ppmm. Ela pega o preservativo que já estava na cama, encapa meu guerreiro, para começarmos a penetração.

Conforme a pica vai entrando, vou inclinando sua perna em direção a sua cabeça, quando um imprevisto ocorre: Ela tem câimbra, e começa a gritar. Peço para que ela se acalme. Estico e inclino sua perna na posição exata para arrefecer a sua dor. Ela se surpreende com minha perícia, e eu lhe digo que joguei futebol desde novo, e que quem pratica tal esporte, lida com câimbras desde sempre. Acho que o alívio da dor provocou-lhe um entusiasmo tão grande, que ela pede para que eu a penetre de quatro, quando aí ela vira sua linda bunda branca para a minha degustação.

Cuspo na minha pica, cuspo na sua bucetinha, e volto a penetrá-la uma vez mais. Fico ali metendo por mais alguns minutos, quando o prazer de meter a pica naquela xotinha gostosa, somado ao gemidinho suave da May, faz com que eu jorre leite na capa, e desabe na cama quase morto.

Comigo deitado, a May fica ali do meu lado, fazendo cafuné, e beijando meu pescoço. Conversamos sobre alguns assuntos, inclusive sobre a sua "ascendência nipônica".

Assim que me refaço, começo a me arrumar. Ao lado da cama tem um espelho, e a May fica ali me abraçando e me fazendo carícias, nesse momento que antecede a despedida. Quando vejo sua imagem refletida ao meu lado nesse espelho, comento com ela que a formosura e graça da sua juventude (ela tem uns 23 anos), combinam bem com a maturidade dos meus vetustos 45 anos. Ela ri, e pergunta se eu andaria de mãos dadas com ela num shopping, e eu respondo "que com muito orgulho.". Em seguida entrego o envelopinho do amor (que contém o seu cachê), trocamos alguns beijos, e rua. E lá vou eu aliviado, com um sorriso nos lábios, rumo a estação do metrô.

Meu veredito sobre o encontro é que se o GPzista está disposto a pagar 300 Reais numa sessão com uma dama que não vai te oferecer tudo o que a maioria de nós gostamos (anal, gozar na boquinha ou no rostinho), vale muito a pena, pois naquilo que a May se propõem a fazer, ela faz com gosto e dedicação. Mas se você faz questão do famoso "barba, cabelo e bigode", aí vocês podem se decepcionar. Cada qual com suas escolhas e suas sentenças.

Valeu amigos GPzistas, até a um próximo relato! Abraço

Tyrion, Az,, petropolitano, Saulo Top, Café, Oscar, The Shy, Gatitus, Zigoto, gargamel, Dionizio_RJ, Papa99, Digboy, vadeR, M21, Tronche63, PauloCesar, Thor de Copacabana, Ikki RJ, man_of_business, Michael Corleone, Brand, HC, Joey Tribbiani, Rumi, Apolo, 90loiro90, curtiram esse TD.
ANNA TRINITY - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99603-3714
ANNA TRINITY
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$250.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
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01 de Setembro de 2023 às 17:09


ANNA TRINITY - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=18918

Queridíssimos amigos do GPzismo! Sintam-se todos cumprimentados.

Venho trazer mais um relato. Não um relato qualquer, mais um relato especial, pois que a protagonista, é uma das mulheres mais lindas e charmosas que tive em meus braços cansados, em toda minha vida: ANNA TRINITY.

Tenho como hábito em minhas narrativas sexuais começar com os momentos que antecederam o encontro com as musas, porém nesse caso específico, não se trata de uma opção, mas de um ato imperativo. Vamos ao Fiat lux!

Estava eu num desses dias frios e penosos, já me preparando para ir dormir, quando que tomado por um impulso, sinto-me compelido a ir ver algumas cheirosas desse prestigiado site, para adicionar alguma que me despertasse interesse, mas para um contato futuro. Não estava muito animado, pensando até em não adicionar ninguém, quando passam pelos meus olhos essa mulher encantadora, a beleza em forma de mulher.

Anoto seu número, e adiciono em minha lista do Zap, desligo computador e me encaminho em direção a minha cama, pois raramente as moças respondem o add de imediato. Quando encosto minhas costas doloridas na cama, escuto aquele conhecido barulho de mensagem do Zap. Fico indeciso, pois o cansaço me induzia ao sono, porém a curiosidade, ao celular. Venceu a curiosidade.

Era justamente a linda Anna, que respondeu de chofre ao meu adicionamento. Isso nunca havia ocorrido, uma acompanhante responder-me fora de seu horário comercial. Para aqueles que não possuem as sutilezas da alma, vão dizer que se trata de algo banal que poderia acontecer com qualquer um. Já eu que sou homem espiritualizado quando o assunto versa sobre sexo, interpretei esse chamado fora de hora como um sinal da Divina Providência, querendo unir duas pessoas.

Já começo pedindo desculpas pela impertinência do horário, ela me responde delicadamente, dizendo não ter tido problema algum. Faço aquelas perguntas básicas que todo GPzista inveterado faz (valor sessão hora/horário de expediente/espaço na agenda), e a Anna responde a tudo de maneira objetiva e cordial. Marcamos o encontro para o dia seguinte, a noite.

Seu atendimento é num dos celebrados endereços do “Triangulo das Bermudas do suado dinheirinho dos GPzistas”, especificamente no 13/05-47. Chego pontualmente no horário combinado, e a dama abre a porta já me recebendo de lingerie preta, que fazia uma belo contraste com a alvura da sua pele. Ela beija meu rosto, me toma por uma das suas mãos, e faz um comentário curioso: “Nossa, você é exatamente igual, ao avatar que você em seu Zap.”. E eu repondo, “que o objetivo era esse mesmo.”.

Peço licença aos amigos para fazer uma rápida digressão, a respeito do local em que o atendimento é feito. A Anna não atende num prive com os quais estamos habituados. Ela atende num estabelecimento para mensagens. Os leitores mais atentos perceberão que usei a preposição “para” e não “de” massagens. Pois o local não é daquele tipo de ambiente em que tem apenas paredes brancas e macas duras, onde acompanhantes usam a desculpa de serem massoterapeutas só para fazerem programas. Trata-se de um ambiente realmente organizado, limpo, equipado e muito bem decorado para esse fim, e complementado com finalização íntima, para aqueles que buscam esse objetivo. O lado negativo é que o ambiente é compartilhado com outras moças, daí decorre que ouvimos vozes conversando quando estamos no momento da cópula. Trata-se de um pequeno incômodo, mas nada intransponível. Voltemos ao encontro.

Chegando ao quarto, essa bela princesa fica parada bem de frente para mim. Ela tem um biotipo e um corte de cabelo que lembram muito a famosa jornalista global, Sandra Annenberg, só que trinta anos mais jovem. Suas sobrancelhas e cabelos negros realçavam a beleza singela de seu rosto, a alvura do seu pescoço e a justeza das suas formas. Acho que ela percebe a alegria que havia tomado conta de mim, e pergunta se ela havia superado minhas expectativas. Eu respondi que ela era muito mais do que um pobre diabo, desprovido de beleza como eu, poderia querer na vida. Ela sorri, e pergunta se eu gostaria de tomar um banho. Disse que não achava ser necessário, mas que ela me inspecionasse e se entendesse ser necessário, que eu tomaria sem problema algum. Ela vai tirando minha roupa e me deixa apenas de sunga, e então constata que não só não havia necessidade de banho, como elogia meu cheiro. Ela então se aproxima mais, e me beija. Chegamos ao momento que antecede ao coito.

Anna me beija tão delicadamente, que esse momento bem que poderia ser ornamentado com aquelas músicas sensuais que chamamos de músicas de motéis - “Love Is Love” (Culture Club); “Let's Get It On” (Marvin Gaye); “One Year of Love” (Queen), “Your Latest Trick” (Dire Straits) -. Eu então a tomo em meus braços, e começo a percorrer todo seu lindo corpo branco, que lhe dá um lindo aspecto de bonequinha de porcelana, com as minhas mãos ásperas e hirsutas. Começo pelas costas, passo pela cintura, até chegar em sua rija bundinha branca, que eu aperto com imenso prazer.

Daí começo beijar seu pescoço, seu colo, seu abdômen, até chegar em sua linda bucetinha. Chego a sentir o perfume afrodisíaco da sua xotinha. Peço para ela virar de costas, para tirar seu sutiã. Seus seios são lindos, tais como Goya pintou. Depois de mais beijos, é ela quem passa a percorrer meu corpo, até chegar na minha pica (que já estava latejando), quando ela baixa a minha sunga e começar a sugá-la com afinco. Depois de uns dois minutos de mamada, ela pede para que eu deite no colchão, pois queria mamar minha rôla com mais conforto e de modo mais pormenorizado. Entendam “pormenorizado” com lamber a pica, o saco e até e a região prostática. Senhores, eu me contorci como uma cobra, e suei muito de prazer. Depois de uns 10 minutos assim, ela pergunta se quero chupá-la. E por um acaso alguém de sã consciência recusaria essa sugestão? Caio de boca...

Senhores, mas que bucetinha a Anna tem. Lisinha, perfumada e melada. Sua bucetinha é um verdadeiro elixir sexual. Lambi aquela xotinha até minha língua ficar dormente. O gosto e o aroma do melado da bucetinha da Anna, me deixaram inebriado. Em seguida, viro-a abruptamente, e coloco-a de quatro. Minhas mãos chegam a tremer enquanto escrevo esse relato, ao lembrar-me daquela imagem esplendorosa e resplandecente. É como se eu estivesse ficado diante da própria Lua cheia, mas em formato de coração. Abro vagarosamente as duas bandas da sua raba, e penetro seu cuzinho apertado com a língua. Mas seu botãozinho é tão apertadinho que cheguei a sentir certa pressão em minha língua. Enquanto trabalho seu cuzinho com linguadas, ela se contrai, morde a fronha que cobria o colchão, e proferia palavras de baixo calão como, “filho da puta gostoso, arromba o cuzinho dessa puta com essa língua quente que eu gosto, anda seu puto safado”. Quando cheguei num momento em que eu já não estava mais sentindo a minha língua, peço para ela pegar a camisinha, pois queria comê-la.

Nesse momento senhores, é que damos conta de que estamos tratando como uma profissional diferenciada: Ela põe a camisinha em meu membro com a boca, mas com uma facilidade, que poucas vezes vi na vida. É realmente gratificante vermos uma profissional exercer seu ofício com tanta eficácia!

Peço que fique de quatro. Ela obedece, e aponta a raba para mim. Eu coloco a pica bem devagar, e com as mãos em sua cinturinha, passo a possuí-la. Vou brocando a gostosa, e ela gemendo gostoso, até que ela me surpreende num movimento inesperado. Ela fecha as próprias pernas e inclina ainda mais a bunda, de modo que eu fique encaixado como um cavaleiro fica em cima de uma égua, me obrigando a estocá-la de cima para baixo. Ela diz que gozará mais rápido assim. Começo então a trabalhar aquela bucetinha, e a Anna se contorcendo, ora colocando a cabeça debaixo do travesseiro, ora me chamando de nomes poucos lisonjeiros (“filho da puta”, “safado”, “puto”, etc.). Ela então goza, e fica deitada como que para tomar certo fôlego. Eu então tiro a camisinha e coloco a pica em sua boca, aproveitando esse momento de ápice na sua excitação. Enquanto ela mama, vou apertando sua bunda gostosa, e massageando seu cuzinho com o dedo.

Ela agora preocupa-se em me fazer gozar. Ela pega outro preservativo, encapa minha pica, e começa a cavalgar de costas para mim. Ela tenta resistir, mas está cansada e sai da pica. Eu então retiro a camisinha, e digo que vou gozar na punheta. Que ela apenas me auxiliasse nesse intento com a sua boquinha. Enquanto toco punheta, Anna percorre minha pica, meu saco e minha próstata, com tanto empenho, que ela babava fartamente a minha rôla. Calculo que 5 minutos depois, eu não aguento, e gozo. Ela deita ao meu lado, e passa a fazer carinho em meu torso hirsuto e suado.

Assim que recobro um pouco das minhas forças, e começo a me vestir, conversamos um pouco. A Anna é uma mulher muito delicada, adorável e doce. Ela é muito encantadora, do tipo que arrebata com facilidade o coração de GPzistas mais incautos. Assim que me visto, ela vem se despedir de mim com um cálido beijo. Agradeço pelos momentos prazerosos que ela havia me ensejado, e vou embora.

Findo aqui esse relato, com coração apertado, ansiando avidamente um novo encontro com essa essa linda dama.

É isso aí amigos. Um abraço cordial para todos! Reverência




Café, PauloCesar, Nego Dengo, M21, Luana Marches, Y@N, Dionizio_RJ, Barba(TheHug), petropolitano, Russo, Zigoto, Lucifer, Eva Sanchez, Conde Da Valáquia, Saulo Top, Fatblack, The Witcher, Horus, Gatitus, Digboy, Tyrion, Sued, Mítico, Mave, Ikki RJ, Oscar, The Shy, ronondex, Mr69, Anna Trinity, Apolo, curtiram esse TD.
BRUNINHA - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 98578-0791
BRUNINHA - RJ
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TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$250.00
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31 de Agosto de 2023 às 17:08


BRUNINHA - RJ - https://gparena.net/social-feed-post.php?id=53103

Prezados amigos GPzistas, um salve para todos.

Volto a esse prestigiado espaço para relatar aos amigos de GPzismo mais uma gratíssima experiência que tive. Dessa vez com a celebradíssima BRUNINHA. Sei que sua fama já foi decantada em verso e prosa por muitos foristas, diga-se de passagem, com toda justeza que existir nesse mundo. Venho apenas me somar a essa legião de afortunados.

Antes do ato em si, quero narrar como essa deusa de pele cor de canela, e sexo sabor de mel, entrou no meu radar.
Estava eu num dia como outro qualquer, enfrentando a modorrenta rotina que se abate sobre 99% dos homens brasileiros, quando resolvo dar uma olhadela na parte da postagens de stories do meu Zap. Eis que me deparo abruptamente com uma bundinha, cujas formas estavam artisticamente realçadas, pois que ela se encontrava contra a luz de uma janela, o que fazia com que a silhueta de sua belíssima anca ficasse mais ressaltada. Senhores, foi amor a primeira vista!

Então solicito a uma queridíssima amiga que me fornecesse o contato da beldade dona dessa obra de arte produzida pela natureza. Número do contato passado, me comunico imediatamente com a nereida, que é muito objetiva, receptiva e atenciosa, e assim sendo, marcamos a sessão para dois dias depois. Só que o dia entre aquele em que marcamos, e aquele dia em que consumaríamos a cópula, foi o dia em que ocorreu a festa promovida pelo GP ARENA. Por isso a bela musa me ligou com antecedência para desmarcar nosso encontro, pois ela havia exagerado um pouco no consumo de “suco de laranja” na festa, o que fez com que ela tivesse acordado indisposta no dia seguinte. Coisas da vida, e vida que segue. Todos nós estamos sujeitos a esses imprevistos.

Mas a imagem daquela formosíssima “onion butt”, persistia em voejar graciosamente na minha cabeça, o que me leva a tentar mais um contato, para marcamos um encontro para exatamente uma semana depois. Bruninha mais uma vez me atende de maneira singela, e garante que dessa vez não iriam aparecer mais óbices que impedissem nosso encontro. Confesso que os dias que me apartavam desse encontro foram uma verdadeira tortura, porque a ansiedade fazia com que o sono demorasse a chegar, e eu não contava com nenhuma voz amiga para aliviar minhas indagações, nem com uma mão carinhosa para abrandar minhas tormentas.

Enfim, chegamos no dia “D”. Como todos devem saber, Bruninha atende num dos endereços que compõem o famoso "O Triângulo das Bermudas do ordenado dos GPzistas" (mais especificamente na AA-37). Fui pontual, como costumo ser sempre em minha vida. E lá estou eu na frente do Bar do Zézé esperando a autorização da princesa. Ela então apenas pergunta, “você já está aqui?”, no que respondo, “sim, apenas aguardando sua autorização”. Ela então fica silente. Dado que os minutos avançavam, e ela não mais entrou em contato comigo, resolvo tomar a iniciativa e ir ao local. Chegando na porta do apartamento, meu sentido de Aranha começa a tilintar, pois que ouço vozes vindo lá de dentro a conversar. Discretamente me retiro para longe da porta, quando recebo enfim a mensagem da Bruninha autorizando meu acesso.

Ao adentrar em seu recinto, que é bem confortável e funcional, ela se preocupa em me explicar as motivações de tal fato inesperado. Mas a beleza dela impactou-me de tal forma, que me encheu de torpor, e assim não consegui prestar atenção em nada de suas explicações. Eu apenas passei a mão tenramente em seus cabelos e disse, “esqueça tudo, minha bela. Todo calvário que percorri até esse momento valeu a pena”. Ela pergunta se quero tomar um banho, e digo que acho que não preciso, mas que ela ficasse a vontade para inspecionar-me, e dar um veredito sobre se precisaria ou não tomar banho. Ela começa a tirar minha camisa, minha calça, me deixando apenas de sunga, e em seguida percorre meu todo corpo com seu nariz de um modo um tanto libertino. Eu pergunto se estava aprovado, no que ela me olha de um jeito maroto e diz: “aprovadíssimo!”.

Essa foi a senha para que começássemos o coito. Ela me conduz, já aos beijos, ao seu leito das delícias... Senhores, doce é a vitória longamente desejada!!!

Estando na cama, ela me beija por inteiro. Minha boca, meu pescoço, meu peito hirsuto, tudo isso apalpando meu membro viril. Ela tira a minha sunga, e cai de boca. Confesso que meu membro ainda não estava em completo estado de ereção. Ele estava naquele estado que eu chamo de “semi-mole”. Me dêem um desconto, afinal, não sou mais um menino.
Os que conhecem a Bruninha sabem, ela tem um jeito muito meigo e delicado. Isso até começar a trepada, pois no momento do sexo, a faceta perva da Bruninha vem à tona.

Depois de muito mamar a minha pica, e ter deixado-a endurecida, peço para que ela vire de bruços, pois gostaria de retirar sua linda lingerie vermelha, que era do tipo que saia totalmente ao desfazer o laço que a prendia em seu corpo, como se tivéssemos tirando um bombom de sua embalagem. Nada mais apropriado, pois sua bundinha morena maravilhosa é tão macia e arrebitada, que bem lembrava um Sonho de Valsa.

Peço para ela ficar de quatro, e aí, tome linguada naquela xana melada e naquele botãozinho quente dela. Nossa, como ela gemia gostoso. Depois se alguns minutos nessa posição ela se cansa, e pede para deitar um pouco, me convidando para invadir sua xota e seu botão vindo de cima. Enquanto eu me lambuzava do mel de buceta enquanto a devorava com minha boca, e penetrava seu lindo cuzinho com um dedo (lubrificado pelo próprio néctar que vinha de sua xota saborosa), eu empurrava a pica na sua boca. E ela engolia sem esboçar nenhum incômodo. Eu metia na sua boquinha como estivesse metendo numa buceta, e ela toda abertinha curtindo o meu desbravar entre suas pernas. Depois de vários minutos assim, peço para que ele pegue o preservativo, pois queria possuí-la. Enquanto ela colocava o preservativo na minha rôla, eu beijava e mordicava seu pescoço, o que aparentemente a deixou mais excitada.

Ponho-a de quatro na cama, e penetro sua buceta vagarosamente. Depois de uns dois minutos, após vários gemidos, ela pede para meter com mais força, o que faço com total diligência. E tome pica naquela buceta. Ela gemia, se contorcia, e rebolava. Chegou a um certo ponto em que tiro a pica, pois estava prestes a gozar, e eu não queria gozar sem comer aquele lindo rabinho dela.

Enquanto ela pega o gel, eu saio da cama e fico de pé, fazendo menção de queria comer ela dali. Após passar o gel, ela fica de quatro, e solicita então que eu a comesse. E lá vou eu meter pica naquele cuzinho suculento da Bruninha. Eu vou bombando aquele cuzinho dela bem gostoso, mas o furor sexual da Bruninha é tamanho, que quando dou por mim, é ela quem está bombando minha pica com o seu cuzinho. Ela então se cansa, se deita em posição de frango assado e pede que eu continue a meteção.

Dou lhe mais umas lambidas em sua xota melada, e no seu botão quente e apertadinho. Me posiciono, e passo comer o cuzinho dela, uma vez mais. Enquanto eu brocava seu cuzinho formoso, parece-me que ela teve um insight, pois ela do nada soltou, “a nossa conhecida disse que você era conversador, mas me dei conta que comigo você conversou quase nada”. Então lhe respondi de chofre, “o que estamos fazendo nesse momento, não deixa de ser uma conversa. Afinal, os corpos não se pronunciam apenas pelas palavras, mas também por outras vias, como pelas mãos, pelos beijos e pelo sexo.”. Bruninha então me presenteia com um belo sorriso, e me diz de modo bem imperativo, “me come gostoso!”. Volto a penetrar seu cuzinho, enquanto ela abraçava minhas costas alvas e hirsutas me apertando contra ela, lambendo meu ouvido e sussurrando dentro dele, “filho da puuutaaa, filho da puuutaaa, come sua cadelinha, come...”.

Continuo trabalhando como um cafre o cuzinho apetitoso da Bruninha, até que meu velho corpo dá sinais de desgaste, e sinto câimbra em minha coxa direita, uma dor lancinante que me faz ceder posição (preciso urgentemente passar num hortifruti para comprar bananas. Dizem que o potássio dessa fruta é um santo remédio contra câimbras. Comprarei três cachos).

Bruninha que estava em posição de frango assado na cama, passa a ficar deitada virada para cima, com a cabeça de fora da cama, de modo que sua boquinha ficasse disponível para mim. Retiro então o preservativo da pica, e passo a alternar entre enterrar a rôla na boquinha dela, e dar uma punhetada vigorosa, voltando a colocar a pica em sua boca. Faço isso até gozar... A Bruninha como pessoa zelosa que é, abocanha a minha vara para deixá-la limpa e lustrosa.

Depois dessa mini maratona sexual, vou em direção a cama estando um tanto trôpego, enquanto a Bruninha se levanta para fazer higiene bucal. Logo em seguida Bruninha pergunta se quero tomar uma chuveirada quente, o que aceito de bom grado. Saio do chuveiro, e enquanto me visto, a Bruninha fica me beijando e fazendo carinho em meus cabelos grisalhos. Depois me levanto, beijo-a de maneira reverencial e digo que poucas mulheres haviam me proporcionado prazer tão intenso e majestoso, e que ela era muito especial. Depois de tais afabilidades, me despeço, e rua.

Elogiar a Bruninha é chover no molhado. Ela é bem conhecida por aqui, merecidamente. Além de linda, perfumada e formosa, Bruninha exerce seu ofício com muito afinco e alegria. Recomendadíssima!

Então é isso, queridíssimos amigos do GPzismo. Abraços, e até a um próximo relato. Valeu! Yes

P.S.: Sempre gosto de comentar sobre a questão do sexo anal. Lembrem-se amigos, não é porque ela fez comigo, que ela será obrigada a fazer com todos. É sempre preciso perguntar de maneira franca, se a acompanhante está disposta a essa modalidade sexual naquele momento, pois elas nem sempre estarão. Sexo anal não se exige, mas se solicita. Tudo é questão de conversar.

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LORENA
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30 de Agosto de 2023 às 00:08


LORENA - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=18677

Prezadíssimos colegas de GPzismo

Sou adepto dessa boa prática há alguns anos, e sempre que quero ter sessão com alguma cheirosa, recorro ao conteúdo desse prestigiado site para melhor escolher a dama com quem trocarei fluídos corporais. Depois de muito refletir, e após ter feito várias incursões, achei por bem relatar algumas de minhas experiências, pois entendo ser um modo de retribuir os bons serviços prestados por esse site. Iniciarei tal itinerário escrevendo a respeito de uma das mulheres mais espetaculares que conheci, não apenas no GPzismo, mas em toda minha vida: A beldade conhecida como LORENA.

O encontro que irei narrar aqui, trata-se do segundo. O primeiro que tivemos foi tão bom quanto o segundo, mas o último encontro sempre está mais fresco em nossas memórias, ademais, no primeiro encontro tendemos a ser mais comedidos, pois em tal ocasião ainda estamos tateando o terreno. Esses foram os critérios que me levaram a optar por narrar o segundo encontro.

O primeiro encontro ocorreu num privê, em um dos endereços mais manjados por aqueles que são adeptos do GPzismo, no número 37 da AA (endereço que compõem aquilo que chamo de "O Triângulo das Bermudas do ordenado dos GPzistas" (AA-37, 13/05-47, SD-117). O segundo, deu-se em outro local, um sobrado em cima da Lanchonete Tip Top, na São Francisco Xavier, atrás do estádio Maracanã e exatamente em frente a sede da Firjan. Pelo que pude compreender, ela está testando alguns locais, averiguando qual lhe oferecerá melhor custo-benefício, antes de se fixar.

Acho de bom alvitre fazer uma rápida abordagem sobre o local de atendimento. O local em si é muito bom, apesar de uma atmosfera um tanto rústica (tem uma estátua do Zé Pilintra ao lado da porta de entrada, dado que respeito as religiões de matrizes africanas, não me incomodou em nada), ali tem tudo o que um GPzista necessita: Uma confortável cama de casal, quarto com total privacidade (apesar do sobrado ser compartilhado), banheiro, um bom ar-condicionado, água, cafezinho, etc. O único problema que constatei foi o acesso ao sobrado. Porque entre a porta de entrada que dá acesso a escada, e a porta do estabelecimento em si, existe um espaço que a lanchonete utiliza como depósito de bebidas, e por isso, passei por um pequeno perrengue. Primeiro porque havia um pinguço apontando para mim que "era ali mesmo" a entrada para o local que eu estava procurando (ou seja, os locais sabem bem o que se faz no sobrado), segundo, que acabei entrando junto de um funcionário da lanchonete no exato momento em que ele carregava uma caixa de cerveja na cabeça, caixa que ele quase derrubou sobre mim, pois estávamos nos acotovelando em busca de espaço naquele lugar estreito. Para quem for discreto como eu, trata-se de contratempo chato, porém, facilmente contornável. Basta apenas que se esteja devidamente coordenado com a acompanhante, para ela abrir a porta no exato momento em que se chegar no local. Como ela havia chegado ali naquele exato dia, ou seja, nem ela estava familiarizada com o ambiente, não deu para combinar tal esquema.

A partir daí, finalmente, chegamos a parte que julgo interessar a todos, que é o encontro com a nereida.

Toquei a campainha, e a Lorena me recebe usando um lindo baby-doll vermelho. Ela sorri gentilmente, me pega pela mão, e me conduz até ao quarto onde sentei na extremidade da cama. Relato a ela o ocorrido, mostrando-me um pouco contrariado com a situação. Sendo a Lorena pessoa gentil e preocupada com o bem-estar alheio, ela então resolve tirar o baby-doll, revelando a linda e pequena lingerie vermelha que estava usando, o que me fez esquecer do tal contratempo de modo instantâneo. Percebendo que eu estava deslumbrado com suas formas exuberantes (a dificuldade em concatenar os pensamentos me fez gaguejar, o que denunciou a minha condição), ela então resolveu sentar em meu colo, e me beijar avassaladoramente (de tal modo que mais um pouco, e ela teria descoberto o que eu havia comido no almoço). Ato contínuo, ela tira a minha camisa, minha calça, enquanto eu tirava meu calçado com meus próprios pés. Ela me empurra sobre a cama, e apalpa a minha sunga box preta, como que para avaliar meu estado de ânimo. Sentindo que eu estava eufórico (pois meu membro viril pulsava dentro da sunga), ela lança um sorriso maroto e diz, "quero que você me coma, meu delícia" (é assim que ela me chama, apesar da minha modéstia, e da minha idade já um pouco avançada, fazerem com que eu ache tal adjetivo imerecido).

Como não sou homem de negar pedido de dama nenhuma, fiz o que ela solicitou: Beijei e mordisquei levemente seu pescoço, já fui tirando seu sutiã e caindo de boca em seus lindos e rijos seios e deitei-a na cama para tirar sua calcinha. Daí fui beijando seu abdômen, até chegar em sua linda bucetinha. Mas que bucetinha lisinha, cheirosa e absurdamente melada. Caí de boca e sorvi todo seu néctar, sem deixar que me escapasse uma nódoa sequer daquela bucetinha saborosa, e isso enquanto ela envolvia minha cabeça com suas coxas torneadas, tomada pelo tesão que estava. Quando vi que ela estava em ponto de bala, disse que havia chegado o momento de penetrá-la. Ela pega o preservativo, encapa meu membro viril, e fica de quatro. Senhores, que bunda é aquela? Rígida, macia e aerodinâmica como se fosse a cauda de um avião. Não de um avião qualquer, mas de um Boeing. Deveríamos até ser obrigados a tirar um brevê, antes de pilotarmos uma anca como aquela.

Depois de umas boas linguadas naquela bucetinha lisa e formosa, e também em seu botãozinho apertado, eu a pego pela cintura e penetro sua buceta gostosa. Começo estocar sua bucetinha, e ela começa a gemer. Como geme gostoso a Lorena, acreditem. Estocada vai, estocada vem, e ela rebolando na piroca, e suplicando para que eu não parasse em hipótese nenhuma! Até que num determinado momento eu resolvo trepar sobre a Lorena, encaixando a pica na sua bucetinha, de modo que as estocadas viessem de cima para baixo, como se fosse eu um cavaleiro tomando pelas rédeas uma égua arredia. Aí senhores, ocorreu um momento que considero ser o mais sublime na trajetória da maioria dos GPzistas: Eu e ela gozamos EXATAMENTE ao mesmo tempo. Enquanto ela urrava e mordia o lençol onde sua face estava enfiada e sua xotinha apertava minha rôla, eu jorrava leite na capa. Momentos como esse na vida de um GPzista, são tão raros, como as visitas que o Cometa Halley faz ao nosso planeta. Com isso caí transitoriamente desfalecido ao seu lado, e ela abraçou-me, enquanto beijava meu pescoço e acarinhava meu torso hirsuto. Vocês acham que acabou? Ledo engano.

Enquanto estávamos deitados, nus, conversando sobre frivolidades da vida, meu membro viril voltou a dar sinal de vida. Afinal, aquela gostosa estando enroscada sob meu corpo, com aqueles seios que pareciam querer saltar sobre mim (e eu ávido por ser o anteparo deles),obviamente, fez com que meu membro voltasse a pulsar. Ao perceber tal situação, a Lorena diz, "quero segundo round, vamos trepar mais". Obedecendo ao seu comando, me levanto e fico em sua frente com a rôla ereta, enquanto ela se ajoelha e engole a pica com voracidade. Senhores a mamada da Lorena tem pressão tal, que eu pensei que a minha pica havia sido tragada por uma daquelas bombas de sucção que a Petrobras utiliza para explorar o petróleo que está localizado no Pré-Sal. Tive que me contrair como um caramujo para não queimar a largada. Tentei de um artificio visando diminuir o ímpeto vigoroso que a mamada da Lorena exercia sobre meu membro: Peguei-a pela nuca, e coloquei a pica até o talo. Ela fitou-me com seus lindos olhos como se dissesse, "mesmo que você colocasse até o saco, ainda assim eu aguentaria". Como vi que minha tática não deu certo, e eu não queria gozar ali, saí de cima da cama e fui para o chão, e lhe disse que queria comê-la de quatro uma vez mais. Ela preocupou-se, pois comentou que eu iria perder o ângulo em que se vê sua bunda gostosa pelo reflexo do espelho. Eu então lhe disse: "Não se preocupe, pois estou vendo in loco a oitava maravilha do mundo, e isso me basta".

Nesse instante, aviso que agora eu iria comer o cuzinho guloso dela. Ela pega preservativo e gel, e diz: "Finalmente. Pensei que você não iria comer meu cu, como você comeu na primeira vez". Eu então penetro seu cuzinho apertado e macio vagarosamente, até que ela dá um ok, e eu começo a brocar. Tivesse eu alguma intimidade com o BRAND, eu sugeriria que ele dividisse a categoria "ANAL" em "ANAL" e "CURTE MUITO FAZER ANAL", pois é nessa categoria que a Lorena mereceria estar inserida.

E lá estou brocando aquele rabinho apertado e quente da Lorena, e ela ora gemendo, ora dizendo "me come delícia, hoje esse cuzinho é só teu, mete gostoso". E eu brocando, brocando, e nada da Lorena fazer qualquer menção de que quisesse que eu parasse. Eu já estava suando como um porco (calculo que devo ter ficado uns 10 minutos brocando aquele cuzinho da Lorena), e aí meu velho corpo alquebrado me traiu, pois tive uma câimbra na panturrilha direita, o que me levou a ceder posição. Então eu proferi a Lorena com autoridade, como se fora o próprio autor do Pentateuco quando revelou as tábuas dos Dez Mandamentos ao povo escolhido, a seguinte sentença: "Desce, e fique de joelhos no chão!". Ela obedeceu sem titubear. Eu tirei a capa do meu membro, dei uma punhetada e gozei mais uma vez, mas dessa vez no lindo rostinho da Lorena.

Tamanho esforço fez-me tremer como se eu estivesse tendo uma síncope. A Lorena amparou-me e ajudou a sentar-me na cama. Ela perguntou para mim se estava tudo bem, e eu disse que "sim, mas que precisava de uns três minutos, para que desse tempo da minha alma voltar para o meu corpo". Depois que me refiz, conversamos mais um pouco enquanto eu me arrumava, e nos despedimos com um cálido e singelo beijo.

Quero dizer que o primeiro encontro com a Lorena foi maravilhoso, mas o segundo foi sublime. Ela reúne qualidades que todo homem busca numa mulher: É delicada, meiga, belíssima, atenciosa e ardente. Ela é uma mulher genuinamente amorosa, do tipo que almejamos ter sempre ao nosso lado. Enquanto ela quiser, e enquanto houver um sopro de vida em meu corpo calejado, outros encontros entre nós ocorrerão.

Então é isso... Até a um próximo relato. Abraços a todos! Piscada

P.S.: Rapaziada, sobre sexo anal é o seguinte: Ele nunca pode ser cobrado, mas solicitado. Lembrem-se, cu não é buceta. Nem sempre às acompanhantes estarão com disponibilidade para fazerem essa modalidade sexual. Portanto, certifiquem-se de que a acompanhante está disposta a fazer naquele dia, e se ela não estiver disposta, respeitem.

Thor de Copacabana, Mítico, PauloCesar, Incubo, Barbosa82, Conde Da Valáquia, pgggato45, Eva Sanchez, Logan, ogimao, Ikki RJ, Digboy, MisterBlack17, Papai Noel, The Witcher, Latrell Spencer, Gordin Boêmio, Lorena Rabello, Luana Marches, Café, Negão_01, curtiram esse TD.
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