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RELATOS DO MEMBRO

FERNANDA SPINELLA - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99679-5004
FERNANDA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$170.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM NãO SEI R$0.00 SIM

08 de Novembro de 2023 às 15:11





ABUNDAT

A porta se abre e gosto do que vejo. Mulher de corpo trabalhado, sorriso acolhedor, trajando um conjunto vaporoso que mal escondia as vertiginosas e bronzeadas curvas obscenas. Eu estava diante da Vip Fernanda Spinela. Não causou decepção, me surpreendeu, fez minhas glândulas salivares reagirem à portentosa imagem a minha frente.

Na escrita, consta que devemos evitar adjetivos e advérbios em excesso, algo que se torna difícil quando descrevemos Spinela, que é um adjetivo de si mesma somado a múltiplos advérbios de intensidade.

Atravesso a porta e beijo a boca da exuberância que me recebeu. A diva retribuiu-me o ansioso ósculo. O fervor do beijo foi o aviso de que o enlace alcançaria prazeres além da minha expectativa. Fernanda é como um instrumento musical, ela responde aos estímulos e ao toque com sonoros gemidos, com vibrações físicas que nos contagiam e que fazem também vibrar em nós a utopia almejada do tesão.

O afeiçoado forista poderá dizer que esta introdução é um spoiler, mas não há spoiler para uma história ainda não finalizada pelo bater seco da claquete. Bons encontros são franquias que repetem o mesmo tema e só fecham o ciclo com o esgotamento dos seus personagens. Foi um primeiro encontro que revela a perspectiva certa de outras continuações.

Eu vinha do calor das ruas e de um banquete no Coliseu das Massas, estava me sentindo mais pesado do que âncora de transatlântico. Um detalhe, a sala da Miss Spinela é uma das mais bem montadas e aconchegantes em que já entrei, além da vista espetacular para o Largo da Carioca.

Tomo uma chuveirada e quando retorno partimos para a pegação. Fernanda é muito receptiva.

SEXUS

Fui por cima do seu corpo, beijo sua boca, seu pescoço, ela geme, rebola sob o meu peso. Nossos corpos se friccionam, roçam-se com entrega no anseio da penetração e do orgasmo sagrado. Ficamos nesse namoro em alta tensão, entre faíscas e risco de incêndio, até que desci para a vagina úmida e morna da menina e lancei a língua sobre o clitóris em alto relevo.

Infelizmente, eu esqueci de levar o meu aparelhinho de eletrochoque, toda a operação precisou ser manual e lingual. Com Fernanda, nenhuma ação passa impune, enquanto eu saboreava o clitóris, ela gemia, se contorcia, apertava minha cabeça entre as cochas, ameaçava gozar, avisou que ia gozar. Gozou. Coisa linda, cena que ficará tatuada na memória.

Após o orgasmo, a moça ficou sensibilíssima e preferi aguardar alguns minutos até que se recuperasse. Voltou a me jogar por cima do seu corpo, mais beijos, mais roçadas a beira do abismo uterino, mais gemidos, apertos, carícias... O meu combalido pênis foi tomado pelo entusiasmo, ficou ereto. Spinela plastifica Pikachu — O Breve — e monta sobre o meu tronco em uma cavalgada digna de filmes da Mulher-Maravilha. As quicadas rebolativas, no entanto, não foram suficientes para extrair a minha seiva.

Tiro a borracha do pau e Fernanda mergulha em um boquete mata-leão. Chupa, masturba, engole, lambe o saco, geme enquanto chupa... Se a vida é breve, o gozo é um átimo. Senti as ondas vulcânicas subirem e despejei minha lava quente dentro daquela boca habilíssima. Entrei em uma espécie de coma orgástico, semimorto, até recuperar o fôlego. Gozei a alma.

Agarradinhos na cama, um pouco de conversa, hora da despedida. Embarco no elevador, ganho as ruas, caminho até à Cinelândia e avisto o vetusto Wolf no seu melhor estilo “náufrago”, tomando a serena cerveja de cada dia. Troco um papo e contemplo Wolf abraçar entusiasticamente algumas profissionais que passaram pelo local. Wolf é um Babalaô de boteco. Peço meu táxi e retorno dormindo no banco de trás à bucólica Tijuca. Se a vida é breve, o gozo é sempre uma pequena morte que buscamos incessantemente somente pelo desfrute da ressurreição.

Segue o jogo... Girl9

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
EXCELENTE EXCELENTE
membro, Madruguinha, M21, Gatitus, Detonador, PauloCesar, Chiringuito, The Witcher, Barbosa82, Claudio_rdp, Papai Noel, Mave, Geraldinho, MorenaVital, Jucabar, predador69, Fernanda Spinela, Brand, Aquaman, Digboy, Tyrion, Josh, Eva Sanchez, Ken Masters, Long Trail, curtiram esse TD.
VIVIANE BADINI - Rio de Janeiro - RJ - (21) 97649-1471
VIVIANE
POSITIVO
TEMPO: 180 MINUTOS VALOR: R$600.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM NãO SEI R$0.00 SIM

03 de Novembro de 2023 às 21:11



Tenho uma quilometragem com mulheres (civis e profissionais) que certamente não caberia em ranking de nenhum site. Sou uma relíquia sexual, venho da velha cúpula dos fóruns, gente que praticamente fundou este formato de site que todos nós desfrutamos ainda hoje e que de alguma forma ajudei a moldar e remodelar.

Perdi a conta das festas em que estive e da quantidade de perfis de foristas que conheci nas mais de duas décadas em que observo e participo de fóruns, tanto do Rio como de São Paulo. Liderei uma revolução que derrubou uma panela que estagnava o finado Hot-Fórum. Fui forista, fui coordenador, fui supervisor, fui administrador, fui tudo que eu poderia alcançar ser. O único desejo que nunca tive foi o de criar um fórum.

Criei uma página do Orkut sobre a Vila Mimosa que abarcou uns 10 mil membros, promovi os ancestrais "Encontrões" na VM quando a zona bombava, fiz um grupo de Whatsapp chamado Os Libertinos que abrigava uns 100 participantes e que assustou até um outro fórum conhecido na época. Fórum, no entanto, nunca desejei criar. Tenho uma história, um personagem que é um selo, uma série de conexões no submundo tortuoso dos bordeis, cultivo uma coleção de paixonites que me permiti viver, o meu currículo inclui a quantidade de mulheres que lancei durante esse período e as que convenci a serem Vips do Arena mais recentemente. Administro um blog (Os Libertinos) que já somou 150 mil acessos. Sou, talvez, o único forista traduzido para fóruns estrangeiros. Além disso, sempre tive o talento e o conhecimento técnico para descrever a longa jornada dentro do meu diário nos fóruns.

Sou um criador de marcas, criei várias, talvez tenha sucesso nisso por trabalhar com algo que exige a minha criatividade diariamente. Minha última grande criação autoral foi o Clube do Café com Bolo, uma ideia adotada por seus integrantes e que os tornou até mais relevantes do que já eram para o GPArena. Ganharam identidade. Eu entrego o que eu crio e fico orgulhoso quando aproveitam a ideia.

Tantas comendas não garantem que eu não esteja ficando ultrapassado. Pode ser que eu esteja, o que seria uma pena, pois não vejo quem suceda foristas com perfis semelhantes ao meu. Quem sabe isso é o que chamamos de renovação.

Atualmente, mais descarto garotas de programas do que sou cativado por elas. Veteraníssimo, me tornei exigente, chato mesmo. Passei a crer no conceito de que garotas de programa que possuam senso comercial devem nos cativar, nos dar importância, manter contato, nos convidar, criar uma relação afetiva com objetivo comercial. Infelizmente, nem sei se conheço alguma que seja assim nos dias atuais. Não é à toa que muitas reclamam de movimento fraco, desprezam as ferramentas para manter um número certo clientes regulares e não dão prioridade a clientes que sirvam para promovê-las. Não digo que falte a elas inteligência, faltam noções de marketing, falta senso comercial.

— Ah, mas a garota não tem que fazer nada, tudo é uma troca — diria a AntiGP que se autoconsidera inteligente, o excesso de autoestima às vezes atrapalha.

Não existe troca na prostituição. Existe o cliente que paga e a prestadora de um serviço que deveria entender como o negócio funciona e como pode ser próspero. O cliente que paga pode pagar a qualquer outra para ver se encontra experiência melhor, já a prestadora do serviço deveria se preocupar em cativar o cliente e fazê-lo retornar para ela, anulando nele a vontade de buscar outra profissional. A maioria dos foristas sabe que não é isso que acontece. Tudo bem, é aquilo, existem mulheres da vida que se contentam com trocados e não entendem que o trabalho que executam deveria seguir as regras de qualquer bom comércio.

Viviane é uma menina diferenciada, mas guarda suas limitações. Demora para responder no Whatsapp, fato que deve fazer muitos desistirem do contato. Só consigo marcar quando ela me chama, o que não é o sistema ideal.

Fora a dificuldade para contato, é uma menina com atendimento diferenciado. Tem entrega, não demonstra restrições (tipo aquela lista de regras que algumas nos impões em respostas automáticas do Zap), é carinhosa, não cronometra tempo, goza de verdade e não é do tipo cascuda. No clímax da juventude, mostra disposição para dar prazer.

Tive um encontro recente com ela, ficamos algumas horas juntos e como em todos os outros encontros, valeu. Boquete, quicadas, de quatro. Orgasmo que fica na memória. Se eu conseguir, volto. Girl9

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
membro, Tedd, Gatitus, Bruzim, Senior69, Papai Noel, Mítico, Geraldinho, Saulo Top, Bart, ViciadoEmPeitudas, M21, Viviane Badini, Quaqua, Digboy, curtiram esse TD.
SWING ASHA CLUB RIO - Av. Fleming, 98 , Barra da Tijuca - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99487-4088
PâMELA
POSITIVO
TEMPO: 180 MINUTOS VALOR: R$250.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI NãO SEI R$0.00 TALVEZ

01 de Novembro de 2023 às 14:11



Tenho aversão por dirigir à noite. Na verdade, atualmente, tenho aversão a dirigir em qualquer horário. Nem sempre foi assim, mas meus olhos envelheceram e o estresse do trânsito me causa fobia. Ainda tenho carro, mesmo percebendo que ele é um prejuízo para o meu bolso, se tornou o típico automóvel de garagem. Hoje, minha condução é o táxi e me sinto confortável assim. Na última saída com Pâmela, no entanto, decidi sacudir a poeira do Sucatão e tirá-lo do seu sepulcro.

Girei a chave na ignição e o motor da minha encarquilhada viatura tossiu como um velho tuberculoso se afogando nos próprios fluidos. Finalmente, os pneus começaram a ganhar tração e desemboquei no asfalto noturno da bucólica Tijuca. Combinei de pegar a moça no bar em que ela me disse que sempre faz ponto nos arredores da Praça Varnhagen, o que parece revelar um estranho comportamento obsessivo.

Pâmela é dessas mulheres que chamam a atenção, foi mais um bônus que alcancei no Tinder, que havia estagnado para mim por um razoável intervalo árido antes de conhecer a moça. Havíamos acertado de irmos ao swing do Asha Club, na Barra da Tijuca, o convite foi feito pela minha nova parceira em troca de um cachê módico.

O Sucatão deslizava pelas curvas sinuosas do Alto da Boa Vista muito mais como quem procura um abismo do que um destino. Minha aversão a dirigir à noite é mais aguda porque preciso usar óculos e detesto usar óculos, já me basta o aparelho auditivo. Míope, surdo e meio brocha, você não irá me ofender se me disser que estou com o pé na cova.

Pâmela liga o rádio e a cabine é inundada com a voz de Lady Gaga cantando Bad Romance...

LADY GAGA

O percurso não reservou surpresas e alcançamos os primeiros caminhos da Barra, o paraíso dos milicianos. Atravesso a rua dos motéis, entro a esquerda e encontro uma vaga providencial próximo ao Swing. A rua é residencial e penumbrosa. Pâmela estava sexy, encaixada em uma minissaia justíssima e com os seios ornados por um top decotado, a previsão era de uma noite proveitosa.

Preciso agradecer por conseguir fisgar algumas promíscuas do Tinder, pois me resgatou do loop cansativo da falta de novidades atraentes. Pior, alguns relatos sempre seguem a mesma partitura. Tudo é fase, logo melhora.

O Asha Club é uma boate projetada em dimensões grandiosas e é realmente uma boate de muito espaço. As proporções são amplas e os valores um pouco salgados se comparados a outros swings. Como fui pouquíssimas vezes ao local, sempre me soa como novidade.

A pista estava lotada. Muitos casais, muitas mulheres e identifiquei também um punhado de garotas de programa. Gringos, vi gringos. Pâmela veio calibrada com gim do bar em que a encontrei, estava eufórica, quis rodar pelo ambiente. Rodamos. Cabines, saletas, salão. A sacanagem rolava solta na hora em que chegamos. Eu estava de carro, mas precisava beber, arrisquei e pedi meu uísque. Queria me alegrar para me equiparar a euforia da minha parceira. Não avistei exemplares da minha faixa etária, a presença maciça era de jovens.

Nunca gostei de ir a swing com garotas de programa, a exigência da grana corta a emoção e o envolvimento. Prefiro ir com meninas como a Pâmela, que gostam da prática e aceitam o dinheiro que eu quiser dar como presente. Como eu não sou muito de pegar mulher dentro de swing além da que está comigo, se torna importante que eu tenha uma conexão com a companhia ao meu lado.

De repente, estávamos no salão com a enorme cama coletiva. Quando dei por mim, Pâmela estava sendo traçada por um gringo barbudo e eu só tive tempo de ver uma gordinha partindo para cima de mim com sangue nos olhos. A menina puxou a minha calça, quase rasgou a cueca, me aplicou um boquete rápido, puxou do sutiã uma camisinha que parecia mais câmara de ar de pneu de fusca, encaixou a borracha grossa no meu combalido pênis, subiu no meu corpo e praticamente me violentou.

A garota não quicava, ela se jogava em saltos acrobáticos sobre o meu pau. Um mínimo erro de cálculo e o meu apavorado pinto seria quebrado ao meio. A moça tratou meu pau como se fosse um trapézio. Saltava para cima e deixava a gravidade empurrá-la para baixo acreditando que sua vagina fosse engolir o meu pinto sem errar o alvo. Tenso, eu mal respirava, qualquer desvio do corpo poderia ser fatal. Não gozei, mas creio que a garota gozou. Uma sádica.

Objetivo cumprido, embarcamos no Sucatão e retornamos à bucólica Tijuca. No caminho, senti minha virilha dolorida das pancadas cometidas pela acrobata sexual. A aventura continua... Girl9

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
EXCELENTE EXCELENTE
membro, Saulo Top, Cerveja, Gatitus, Digboy, WhyBeMad, Rjnet, Cortex Cerebral, Zhukov, pgggato45, Felipe_BR, CasadoZS, Geraldinho, Mítico, Bart, photus, CafécomLeite, Estarossa, Random, Senior69, Ifoode, curtiram esse TD.
[TRASH] CLUBE AFRODYTE - Rua Uruguaiana, 145 , Centro - Rio de Janeiro - RJ
LISA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$180.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
NãO SEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI NãO SEI R$0.00 NãO

28 de Outubro de 2023 às 00:10






Dia ou noite, o Centro da Cidade se transfigurou em um território hostil, de gangues, assaltos, facadas, tiros etc. À noite, porém, é mais intimidador. Onde os fracos não têm vez. Não existe aventura sem trilha sonora e desde que descobri que o meu aparelho auditivo também funciona como fone de ouvido, minhas caminhadas ganharam som.

FLASH

Os Rolling Stones invadiam os meus tímpanos. Eu entrava na rua Uruguaiana, no desolado trecho entre a avenida Presidente Vargas e a Marechal Floriano. Cheguei a pensar em atravessar a vetusta Marechal Floriano para visitar as boates decadentes da rua Leandro Martins, mas ouvi um som ensurdecedor que me fez recuar, o som do silêncio. Retornei ao meu objetivo inicial e escalei os infindáveis degraus rangedores do inferninho Afrodyte.

No topo da montanha, recebo a comanda de um sujeito com feições de um asteca ancestral com sono. Havia mais dois lances de escadas para subir antes de alcançar a boate, segui sentindo o fôlego evaporar dos pulmões.

Fui surpreendido, avistei uma quantidade relevante de mulheres. Poucos homens, alguns pinguços com a mesa congestionada de latas de cerveja. Não pedi o meu uísque porque nesses locais a procedência é duvidosa. Certa vez, passei tão mal com uísque de boate que suspeitei terem me servido cicuta no lugar do malte escocês.



Acomodei-me num canto e entrei no modo contemplação. Não demorou para que eu detectasse uma morena alta, de longos cabelos cacheados e bunda de capa de revista fitness. Bonita, sensual, ela também percebeu a minha envelhecida presença num dos pontos anônimos da pista. Aproximou-se...

— Oi. Posso te fazer companhia? — o ato de se convidarem é um dos aspectos interessantes dos bordeis.

— Pode, mas ainda estou paquerando — respondi,

— Não tem problema, agora você vai paquerar mais de perto.

Seu nome é Lisa, moradora de Queimados, 22 anos, disse ser passista em uma Escola de Samba da Baixada Fluminense. Jogou a perna direita sobre a minha perna esquerda, coxas grossas, pele sedosa. Pediu-me uma Ice, concedi. Fiz a entrevista básica, as repostas sobre beijo e oral sem capa foram positivas. Não quis me prolongar, paguei uma alcova.

Quando entramos na área dos quartos, não sei o que houve, estava um breu. Eu não enxergava um palmo diante do nariz, mas Lisa se locomovia com a destreza de uma vampira da Transilvânia. Com receio de me chocar contra algum objeto não identificado, parei no meio do caminho. Lisa notou a minha hesitação, segurou na minha mão e me conduziu a uma cabine ainda mais escura do que o caminho até ela.

— Não tem luz? — perguntei.

— No escurinho é que fica bom — ela responde.

Bota escurinho nisso. Creio que nem morcego conseguiria transitar ali dentro. Alguém me dá um aperto forte, era Lisa me apalpando.

— Seu pau é grosso, né gato? Tá molinho por quê?

— Não é meu pau. Você está apertando a minha bunda.

— Hi, hi, hi... — a garota tinha uma risada que parecia onomatopeia de histórias em quadrinhos — ai, gato, essa bunda tá flácida, heim.

Já estava me arrependendo da escolha. Eu também apalpava por todos os lados tentando descobrir o corpo de Lisa, mas as mãos acertavam mais o ar do que em qualquer outra coisa. Encontrei um dos seios, fui deslizando a minha boca pelo braço até colar meus lábios no biquinho da mama. Quase gozei de euforia por ter conseguido topar com um dos peitos no meio das trevas. Aquilo não era sexo, se parecia mais com uma partida de Batalha Naval.

Algo abocanhou meu combalido pênis, era a boca da Lisa. Chupou bem, movimentos variados, um boquete sinfônico, pois a menina gemia ao mesmo tempo que chupava. De repente, parou.

— Me come de quatro, gato.

Pelo que entendi, ao dizer isso, ela já estava de quatro. Fui tateando o colchão e estava mais fácil encontrar uma colônia de ácaros do que a bunda empinada da Lisa. Achei um relevo. Posicionei-me. Cadê a vagina? Eu alisava a curva concava com as mãos, mas não sentia a boceta. O tempo regulamentar do meu pênis ereto estava se esgotando, estava prestes a brochar. Atingi um buraco, iniciei as estocadas, Lisa em total mudez. Gozei. Até este presente momento, não sei se comi a Lisa ou algum buraco na parede.

Despedida. Pedi a menina que me guiasse até a saída. Paguei a conta. Desci os incontáveis degraus. A rua nunca me pareceu tão iluminada. Nenhuma visita a Batcaverna seria comparável ao que eu tinha acabado de vivenciar. Acenei para um táxi. Emparelhei meu aparelho auditivo com a play list do celular.

BB KING

Reverenciei o relógio da Central do Brasil enquanto os pneus sobre o negrume do asfalto me levavam de volta à bucólica Tijuca.


ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
RUIM RUIM
membro, Helena Esparta, Papai Noel, Nego Dengo, Latrell Spencer, Saulo Top, Gatitus, El_Barto, PrefeitoComeCu, Madruguinha, ViciadoEmPeitudas, phate, Digboy, Barbosa82, Diazepan, Predator, Random, Mister M, Carlos Bruno, CasadoZS, curtiram esse TD.
SWING 2A2 - R. Visconde de Caravelas, 176 , Botafogo - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99948-6284
PâMELA
POSITIVO
TEMPO: 240 MINUTOS VALOR: R$250.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI NãO SEI R$0.00 TALVEZ

22 de Outubro de 2023 às 21:10






O forista de cativeiro, aquele que só frequenta salas de garotas remuneradas e motéis, talvez não consiga visualizar desventuras como a que narrarei aqui. O mundo do libertino é mais refletido à noite, é um território estendido que envolve outras modalidades de volúpias e meretrícios. É uma zona de surpresas e perigos.

Estava ansioso, esperando a morena que conheci pelo Tinder, o nome do registro é Pâmela. Como tantas outras cadastradas nesse aplicativo, Pâmela não se assume como garota de programa, diz que dá preferência para sair com quem gosta de mimar. Além dessa regra, ela diz que precisa rolar química, que eu entendi que só ocorre de acordo com o valor oferecido. Apelidei essa camuflada categoria de mulheres promíscuas de Sugar-Money.

Eu só tinha visto fotos. Fotos, dependendo do peso dos filtros, fazem qualquer jacaré se parecer com a Beyoncé. Ainda fico nervoso com esses encontros, no último deles conheci Tice, que até pude apresentar para uma rapaziada presente no Bar do Zezé, uma menina que me surpreendeu positivamente. Agora, esperava Pâmela em um bar da Praça Varnhagem, na feérica rua Almirante João Cândido Brasil, coração noturno da bucólica Tijuca. Disse-me ter 22 anos. Estava atrasada.

Eu me vesti de forma clássica. Como sempre digo, sou um britânico exilado nesses trópicos de manadas obtusas. Subitamente, uma morena exponencial atravessa o salão emoldurada por um vaporoso vestido vermelho cuja fenda em uma das pernas revelava a amostra da coxa afrodisíaca, ela me encarava como um matador de aluguel contratado para me fuzilar. Era Pâmela.

— Dante? — ela me pergunta.

— Sim. Dante, me chamo Dante.

Pâmela sorri e se senta sem cerimônias.

— Posso pedir um gim? — me lança na lata.

Assenti. Gim é uma febre feminina que chegou para falir um homem durante os encontros românticos, uma bebida cara, servida numa taça que parece banheira de Sabiá, carrega a única vantagem de embriagar com suavidade a vítima do nosso cortejo.

Na terceira dose de gim, acionei a calculadora do celular para estimar o prejuízo. Eu seguia devagar no meu uísque, esperando o álcool desativar alguma possível desconfiança da garota. Aguardei a quarta dose para dar início à conversa que revelaria o meu real objetivo.

— Estou com vontade de ir a um swing? Já foi? — a sorte estava lançada.

— Swing? Fui em um da Barra uma vez. Gostei — Pâmela responde.

— Quer me fazer companhia hoje?

— Depende? Vai me mimar?

— Topa por 250?

Pâmela frisa os olhos, titubeia e eu emendo...

— Pô, faz por 250. Assim consigo sair outras vezes com você.

— Aonde quer ir?

— No 2A2, em Botafogo.

— Agora?

— Agora — decretei.

Considero Botafogo um dos bairros mais irrelevantes do Rio de Janeiro, perde para o Andaraí. Não é um lugar para o qual nós vamos, é um lugar por onde passamos. Por algum motivo, talvez pela discrição, o 2A2 decidiu se instalar em uma casa na fronteira de Botafogo com o Humaitá, a soma de duas irrelevâncias geográficas é menos drástica.

...................................................................

A boate estava lotada, fila, mulheres jovens com roupas que fariam Madonna enrubescer. Não demoramos para entrar, deixo meus pertences num saco que é guardado pela recepção. De cara, avisto novinhas com seios delirantes à mostra. Pâmela pergunta se posso pegar outro gim, não olhei mais a calculadora, estava convencido de que o prejuízo seria grande.

Meu desejo de pegar uma daquelas novinhas exibindo os peitinhos-agulha conseguia ser maior do que o tesão para comer a Pâmela, de quem eu só conseguia ver uma das pernas exibidas pela fenda do vestido vermelho. Após a segunda dose de gim (somadas a mais 4 do percurso), sugeri à morena Pâmela que subíssemos ao andar da luxúria. Ela aceitou, já estava em um estado etílico avançado, creio que aceitaria até doar um rim se alguém sugerisse. Subimos.

O segundo andar estava pegando fogo, gente se agarrando, casais se comendo, gemeção, só faltava o cavalo de Calígula. Percebi que Pâmela estava excitada com a visão. De repente, senti um bafo quente no meu ouvido, alguém cochichou...

— Boa noite — uma voz rouca que me lembrou a do meu avô.

Quando giro o pescoço, me deparo com um casal na faixa dos 70 anos de idade, o velho baixinho calvo e a mulher cheia rugas e fios brancos na cabeça.

— Desculpe-me por incomodar, mas é que reparei que você é da nossa faixa etária...

— EU?! — admito, fiquei indignado, não estou tão acabado assim. Sou um idoso que se pensa jovem

— Sim, o senhor. Sua esposa é mais jovem, eu percebi...

— Ah! Eu gosto dos mais velhinhos — responde Pâmela se intrometendo.

— É que a minha esposa gostou do senhor e eu gostei da jovenzinha que é sua companhia. Será que podemos fazer uma brincadeira?

Não tive tempo de mandar o velho indecoroso para o inferno, Pâmela interferiu antes.

— Vamos, amor. É diferente. Eu quero — ela diz.

Quando dei por mim, estávamos sendo conduzidos a uma sala escura, eu mal enxergava os vultos. Ouvi o velho gemendo ao meu lado e sussurrando “ai, que boquinha gostosa... ai, que boquinha gostosa”. Na esteira, em um gesto de violência sem precedentes, a velha grisalha arriou a minha calça com a ânsia de uma noiva do Drácula buscando a pulsante jugular. Meu combalido pênis foi vampirizado. Comecei a me beliscar, acreditei que aquilo tudo era um pesadelo, me debatia para acordar como quem afunda em uma areia movediça. Não acordei.

Cai o pano Girl9

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
EXCELENTE EXCELENTE
membro, Brand, Zhukov, Senior69, Bumpy Johnson, Gatitus, Papai Noel, Mítico, pauloeduardo, Malandramente, Saulo Top, CafécomLeite, eltonbono, M21, Bart, Pirubaby, Digboy, pgggato45, Montanha, MuriloRJ, Long Trail, Chingon, Il Decameron, Holmes, curtiram esse TD.
HORUS TERAPIAS - R. Santo Afonso , Tijuca - Rio de Janeiro - RJ - (21) 2026-7280 / (21) 98091-0878
ANGEL
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$170.00
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20 de Outubro de 2023 às 11:10






“Eu voltei agora pra ficar
Porque aqui, aqui é meu lugar
Eu voltei pras coisas que eu deixei
Eu voltei...”



Roberto Carlos certamente cantaria seu grande sucesso se me visse entrando pela segunda vez, na mesma semana, no prédio da Rua Santo Afonso. Acredite, forista sem fé, eu retornava para comungar novamente do pecado da carne com exuberante Angel. Alguns podem tirar onda, afirmar que depois que saem do encontro com uma mulher voltam a ser moleque-piranha, mas eu não. Gosto de me apaixonar e se não apaixono é porque conheci somente mais uma. Angel é única e demonstra que merece que nos arrisquemos pelas intempéries da paixão.

Angel é a manifestação suprema da beleza feminina.

Logo cedo, a musa me enviou uma mensagem espontânea, me perguntou se eu não queria vê-la na parte da tarde. Sempre fico comovido com esse tipo de atenção, que é tão rara nos dias de hoje. Algumas garotas preferem crer que um forista escreve relatos para compensar o prazer que ela ofereceu, enganam-se. O encontro é pago e o forista escreve o relato como bônus voluntário, muitas vezes esperando um carinho especial daquela a quem ele dedicou tempo e esforço para descrevê-la em palavras. Hoje, Angel me ofereceu esse carinho sem saber o valor que dou ao gesto.

Entusiasmado, levei comigo dois presentes para a diva incomparável. Não, não levei a vulgaridade comum dos bombons, sou um homem refinado, de bom gosto. Entreguei à amorosa Angel presentes que fazem jus à beleza dela. Acredito que ela gostou, me retribuiu com um abraço, um beijo molhado e um sorriso estonteante. Perguntou-me se eu estava bem-vestido somente para vê-la, mal sabe ela que sou um britânico exilado nestes trópicos de manadas obtusas, aprecio andar bem-vestido em qualquer ocasião.

Angel me conduziu à pequena cabine, que se torna ainda menor para um homem de grandes proporções como eu. Não importa. Como eu disse em outro relato, transaria com Angel imbuído de um tesão cósmico até mesmo numa caixa de encomenda da Amazon. Quanto mais o meu corpo ficar próximo ao dela, melhor.

Repeti o ritual da primeira vez. A diva se deitou e eu a besuntei de creme para iniciar uma longa massagem. Ela gosta, saboreia o momento. Quanto a mim, sou tomado por um enlevo lúdico quando sinto minhas mãos deslizarem sobre a textura aveludada daquele corpaço sarado, ao mesmo tempo em que contemplo aquelas curvas acentuadas e os relevos vertiginosos da fêmea deitada diante dos meus olhos. Dou pequenos intervalos para mordiscar o ouvido da mulher colossal, beijar sua boca... Estou viciado no beijo da Angel, ósculo afrodisíaco.

A musa quis saber se eu estava com o meu aparelhinho de eletrochoque. Sim, claro que eu estava. Liguei no impulso máximo e o introduzi sobre o clitóris da menina, o corpo estremece, ela me olha como se não acreditasse nas ondas eróticas que a estavam invadindo. Geme, se contorce, goza. Quer de novo, eu continuo e aperto o aparelhinho mais forte sobre o seu grelo, ela também quer conduzir os movimentos e em poucos segundos goza mais uma vez.

Peço que ela fique de quatro e quase sou vítima de um AVC Testicular ao testemunhar aquela bunda magnífica, um mapa-múndi sexual, empinada para o meu deleite. Esfrego o pau, Angel rebola, estica a mão para alisar meu saco, pega no meu combalido pênis e o esfrega mais sobre os detalhes do seu rabo incomensurável. Ajoelhado, faço uma oração ao Frei Serapião agradecendo a graça concedida.

Deito-me, Angel vem por cima, me lambe inteiro, me chupa, me masturba e não deu mais para evitar. Gozei. Mais beijos, namoro, conversa e tínhamos que nos despedir. Começo a pensar que não quero mais me despedir dela, quero pedi-la em casamento. Que mulher maravilhosa, lindíssima, especial.

Agora, estou aqui, escrevendo sobre uma tarde inesquecível, não como lembrança, mas como se tivesse sido um sonho para o qual eu quero voltar. Eu volto. Girl9




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ANGEL
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16 de Outubro de 2023 às 11:10




(Imagem propositalmente embaçada)


Dia cinza na bucólica Tijuca. Quando esbarrei com a foto da Angel no Arena, um arrepio percorreu os músculos atrofiados do meu castigado companheiro Pikachu — O Breve. Tal reflexo me fez dedicar mais atenção aos relatos sobre a menina. Inegável que a considerei atraente, dentro dos limites que uma foto é capaz de nos transmitir. Fiquei tentado.

Orei ao Frei Serapião, o confessor dos libertinos, para me livrar da tentação, que era grande, enorme. Resistir, porém, é inútil. Dez minutos depois eu estava no zap contactando a garota. Elaborei as questões essenciais, Angel me respondeu com boa vontade. Conhecendo a sala em que trabalha, perguntei se ela poderia colocar um colchão no chão, pois idoso sente vertigem na maca, ela foi gentilíssima e respondeu-me que daria um jeito.

Perdoe-me, Frei Serapião, eu pequei.

..........................................................

Agendamos para o fim da tarde. Se Paris tem o Sena, a bucólica Tijuca tem o rio Maracanã, caminhei beirando as suas margens e antes do horário eu já estava próximo ao prédio onde Angel atende. Acomodei-me na lanchonete Rico’s e comi um pastel acompanhando de caldo de cana. Sou pontual, um britânico exilado nestes trópicos de manadas obtusas, às 16h em ponto toquei a campainha da sala.

A porta se abriu e o que eu vi não foi uma mulher, foi um colosso. Meu queixo caiu, pegou um táxi, tomou uma ducha fria e retornou mais calmo ao lugar que lhe cabe no meu rosto. Digo sem pudores, Angel foi a mulher mais bonita que me atendeu neste ano de 2023, duvido que apareça outra que a supere até dezembro. Afirmei a ela que as fotos exibem injustiça ao retratá-la. Seria um desperdício se ela me decepcionasse no atendimento — pensei com meus botões ao vê-la deslumbrante diante dos meus olhos.

Conduziu-me à cabine estreita, preparou o colchão conforme combinado, me ofereceu uma toalha. Corri para o banheiro para me enxugar, porque a presença incomensurável da Angel me fez babar compulsivamente. Banho tomado, retorno ao pequeno espaço que nos foi reservado. Acredite, Forista sem Fé, com a Angel eu transaria imbuído de um tesão cósmico até em uma caixa de encomenda da Amazon. A mulher é um derrame de sensualidade e beleza.

..........................................................

Arrisquei o primeiro beijo, pois se algo falhasse no ato tudo estaria perdido. Preferi antecipar a possibilidade da decepção, mas o que encontrei foi o êxtase supremo. Angel me retribuiu o ósculo oferecendo a língua, os lábios carnudos, a troca de saliva, a eletricidade irrefreável dos corpos se roçando. Espetáculo. Após o sucesso do primeiro contato labial, Pikachu — O Breve — armou a barraca.

Apertei os ombros da moça em uma simulação de massagem, ela fechou os olhos e disse que estava gostoso, que minhas mãos eram boas. Para quê? Pedi que ela se deitasse na maca, que me desse o creme, besuntei sua pele e a massageei inteira. Ao alcançar as cochas, esbarrava com os dedos em sua vagina, Angel estremecia de olhos cerrados. De pé sobre aquela paisagem descomunal, Pikachu postou-se ereto enquanto as minhas mãos se perdiam na textura profana da bunda perfeita.

Terminada a massagem, Angel se ergueu da maca, me beijou com mais voracidade, agarrou afoita o meu combalido pênis e deitou-se novamente, agora no colchão. Puxei o meu aparelhinho de eletrochoque importado e o introduzi sobre o clitóris em relevo carnudo da moça, ela sente o impacto, geme bem baixinho, levanta a cabeça, me encara com uma expressão de prazer indescritível. A expressão do rosto da Angel com tesão é algo capaz de nos causar ejaculação precoce. É uma mulher belíssima e sensível ao toque.

Angel pede clemência, me diz que gozou. Invertemos a posição e ela vem por cima, beija minha boca, lambe meus mamilos, desce com a língua pela minha barriga, me presenteia com um raríssimo e completo banho de gata. Que fêmea avassaladora. Ela pega o meu pau, se posiciona e se senta sobre ele com a fome das Bacantes. Quica, esfrega, rebola... Percebendo as ondas vulcânicas se avolumarem, peço que ela fique de quatro. Angel de quatro é uma falta de educação. Ainda estou tentando tirar a imagem daquela bunda empinada da minha mente, pois fico com uma constante vontade de bater punheta ao me lembrar.

Penetro devagar naquele templo clássico, úmido e quente que iria me unir visceralmente com aquele colosso de mulher. Vou socando de leve, o entusiasmo me faz aumentar o ritmo, os espermas alvoroçados tocam a sirene, desejam sair sem imaginar que morreriam asfixiados no ensebado saco de látex. A marcha para o suicídio coletivo. Decidi poupá-los da tragédia iminente.

Não queria gozar ainda, me estiquei novamente na cama e Angel volta a se deitar por cima do meu corpo, roça a pele sedosa e quente sobre a minha pele quase cadavérica. Ela me beija com um ardor de enlouquecer Freud. Volta a chupar meus mamilos, lamber meu tórax, pescoço, barriga, ao mesmo tempo em que me masturba. Escutei Gonzaguinha cantando para os meus ouvidos. Não dá mais para segurar, explode coração. Gozei toda a coleção de LPs da Som Livre. Fiquei mortificado no colchão.

Não preciso dizer que irei voltar nessa mulher. Não me digam que não irão sentir o fio da paixão quando colocarem os olhos sobre ela, a beleza exuberante da Angel impressiona os olhos mais exigentes e provoca os corações mais céticos. Lindíssima, carinhosa, lábios carnudos, beijos ardentes, corpo extraordinário.

Perdoe-me, Frei Serapião, pequei e irei pecar outra vez. Não sou só um libertino, sou um condenado. Girl9

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02 de Outubro de 2023 às 10:10







NO TÁXI

Adormeci com a cabeça recostada no banco de trás de um táxi que atravessava a Avenida Presidente Dutra em alta velocidade. Sonhei com um passado remoto, no seio da juventude, quando um primo endinheirado me levou em uma viagem para Saint-Tropez, na Riviera Francesa. Foi um marco na minha existência, as festas, as boates, as mulheres inacreditáveis que pareciam importadas do Olimpo. Despertei subitamente com o motorista batendo em minha perna.

— Chegamos, amigo — ele me avisa.

Eu me senti como Neo recebendo a pílula vermelha de Morpheus. Da paradisíaca Saint-Tropez envolta em perfumes afrodisíacos, acordei entre a fumaça e o cheiro de churrasco de botequim num lugar chamado Rua da Lama, em Nova Iguaçu. Não foi a minha primeira escolha, eu pretendia conhecer o bordel Top Night, também em Nova Iguaçu, mas por sugestão do próprio taxista alterei a rota. Só pode ter sido sacanagem do sujeito.


RUA DA LAMA

Já se fazia noite alta, a região exibia bares cheios e movimento heterogêneo de pessoas andando de lá para cá. O som de pagode misturado à gritaria do funk açoitava os tímpanos. Sem saber aonde ir, procurei um pouso provisório e aterrizei em um bar de esquina. Peço uma dose de uísque e o garçom me chega com uma garrafa de Teacher’s

— Não tem Black? — pergunto.

— Black?! — ele me devolve a pergunta.

— Deixa pra lá... — desisti.

Encheu o copo sem gelo e saiu.

Fiquei contemplando aquela paisagem de destroços de guerra, tentava me situar, buscar o objetivo da missão. Um casal jovem ao meu lado parecia simpático, perguntei se havia alguma boate boa na área.

— Tem a Site — me respondeu a mocinha com uma surpreendente voz de tenor do Teatro Municipal. Estranhei...

Bebi mais uma dose de uísque e fui procurar a tal boate Site. Segundo me informaram, ficava numa rua vizinha ao ponto em que parei. Tudo soava como se eu estivesse em uma aldeia nos confins da Amazonia. Não precisei andar muito, logo avistei uma construção carcomida pelo tempo, tijolos sem embolso, um pessoal excessivamente eufórico na entrada e uma recepção que me trouxe a mente a imagem do Trem Fantasma do antigo Tivoli Parque.

— Onde eu compro ingresso? — perguntei.

— Aqui — informou-me uma mocinha com olhar de quem planejava um assassinato.


A SITE

Paguei e fui conduzido para dentro da boate. O ambiente escuro, um palco enorme ao fundo da arena, uma pequena entrada ao meu lado esquerdo camuflada por uma cortina gasta. Do meu lado direito, outra entrada de onde brotava o som de um funk proibidão tão ensurdecedor que ameaçava o que me resta de audição. Girei até encontrar o bar interno em que comprei uma cerveja, me posicionei em um canto e contemplei o cenário.

A realidade se impôs, eu estava em uma boate LGTBA mista, muitos travestis circulavam felizes. Também havia mulheres, todas jovens. Na verdade, a frequência era predominantemente jovem, o que me fez desconfiar de que eu seria o personagem mais velho presente. Não tenho problemas com boates alternativas, já passei da idade de autoafirmar a minha masculinidade. Vivo. E gostar de viver implica em conhecer todos os temperos da vida.

A Site, diferente do Palácio de Cristal (Lapa), só realiza shows com as divas divinas travestis. Não há strippers mulheres como a bela Gisele. Estagnado por muito tempo no mesmo canto, decidi me mover e entrar na pista do funk. Foi um erro, eu mal conseguia atravessar a multidão comprimida que dançava em saltos coletivos, pois qualquer iniciativa individual se mostrava inviável. Um pulava, todos eram obrigados a pular, inclusive este velho e deslocado escriba. Quando dei por mim, estava em saltos ao som de Beat do Pica Pau. Tipo baile de favela.

Com esforço hercúleo, empurrando e sendo empurrado, consegui retornar à pista maior. Voltei a respirar. Não suportando mais o som ambiente, preferi emparelhar o meu aparelho auditivo com o celular em alguma música aleatória que me resgatasse daquelas batidas caóticas.

MANIETER

Acredite, Forista sem Fé. Não duvide, FLorista de Sapatilha. Não tema, FLorista de Pantufas. Foi este o momento em que ocorreu o primeiro clímax, uma morena alta cruzou a pista da boate, cabelos negros e compridos, ostentando um corpo de Miss Universo, encaixada em um macacão sensualíssimo e decotado até a alma. Salivando, acompanhei a sua passagem.

Eu estava com aquele desprendimento que só o álcool é capaz de proporcionar. Inebriado pela presença descomunal daquela fêmea, movido por um ímpeto ébrio irrefreável, executei a abordagem.

— Boa noite. Posso te pagar uma bebida? — entrei de sola.

A mulher me olhou de cima abaixo, reparei que ela me superava levemente na altura, deu um sorriso xoxo e respondeu.

— Só se for um guaraná. Eu não bebo.

O tom da voz me soou peculiar. Por algum desses mistérios inexplicáveis, o timbre me fez lembrar da Goiabada Cascão. Creio que a moça percebeu o meu semblante confuso e complementou a resposta.

— Você sabe que sou uma Ladyboy, né?

Ladyboy”... meus neurônios precisaram de mais alguns segundos além do tempo regulamentar para processar a informação. A expressão era nova e inédita no meu dicionário mental, mas compreendi a mensagem.

— Sem problemas — respondi tentando aparentar total naturalidade — vou pegar e já volto.

Sou educado e tento ser um homem moderno. Voltei, entreguei o guaraná antártica à sincera Ladyboy e avisei que ia dar uma circulada.

Retornei ao meu posto inicial. Sem que eu percebesse a aproximação, uma mulher se colocou na outra ponta da minha mesa e me mostrou um copo como quem insinuasse desejar beber comigo. Compartilhei a minha Original. A menina tinha uns olhos verdes que faiscavam no breu da boate, cabelos Chanel, usava uma bermuda branca que não escondia as coxas grossas, um top anunciava o abdômen sarado e os seios firmes. Ela bebia, me olhava e sorria. Fiquei bolado, mas puxei conversa.

— Qual seu nome? — iniciei.

— Paula.

Meus pensamentos buscavam traduzir a possibilidade de ser outra Lady Boy, pois naquela escuridão nada era definitivamente identificável.

— Você é gay? — a moça me perguntou sem cerimônia.

Como responder que não se é gay no centro de uma boate prioritariamente gay? Melhor ser honesto.

— Não, não... sou curioso — a resposta foi meticulosamente calculada para amenizar o impacto.

— Aham... — devolve Paula.

Paula contou-me que foi encontrar uma amiga que não apareceu, é moradora de Miguel Couto, se surpreendeu quando soube que vim da bucólica Tijuca. A menina demonstrava os efeitos do álcool, estava visivelmente embriagada, alegre demais. De repente, esticou o braço, apontou o dedo e me perguntou...

— Vamos ali?

A direção do dedo apontava para a cortina surrada que vi quando cheguei na boate.

— Ali? O que é ali? — perguntei.

— Vamos que você vai ver.


A CORTINA

Atrás da cortina a escuridão ficou mais intensa. O que se escondia ali só pode ser comparado a uma suruba improvisada. Vultos embolados, bocas agachadas, gemidos pairando como neblina, um calor de corpos que me fazia suar.

— Você pode me emprestar 50 reais? — solicitou Paula ao pé do meu ouvido surdo.

Puxei a carteira sem enxergar absolutamente nada, acendi a lanterna do celular e fui saudado por uma vaia.

“ÔOOOOooooooo... Desliga essa porra!”

Saquei a nota de cinquenta, enfiei na mão de Paula e apaguei a lanterna. Por segurança, coloquei a carteira debaixo do sovaco e segurei o celular entre os dentes. Senti a garota desafivelar minha calça, puxá-la ao chão, arriar minha cueca e me abocanhar sem piedade num boquete com a boca em brasa. Um mata-leão que me nocauteou rápido, lancei meus espermas às trevas e alguns outros na boca de Paula. Com o corpo ainda trêmulo pelo orgasmo, esforcei-me para puxar a cueca e a calça para a posição correta, pedi ajuda à Paula, mas ninguém respondeu.

Movimentei as mãos a procura do corpo da menina, mas só esbarrei no vácuo. Chamei-a novamente e nada. Eu não enxergava um palmo além do meu nariz, queria encontrar a saída, a única opção foi ligar novamente a lanterna do celular...

“ÔOOOOOOOoooooo.... Desliga essa merda!”

Foi como escapar de um dos círculos do Inferno. Paula desapareceu. A madrugada aproximava-se da fronteira do amanhecer. Deixei a boate e pedi um Uber que demorou quase meia hora para chegar.

Recostei a cabeça no banco do carro. Dessa vez, os sonhos não me levaram de volta à efervescente Saint-Tropez de um passado distante. Apenas apaguei, mergulhando na minha própria escuridão enquanto o Sol lançava os primeiros raios que fazem a Terra brilhar diante do imenso vazio obscuro do universo.

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RUIM RUIM
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JENIFFER
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30 de Setembro de 2023 às 22:09



Jeniffer, Jeniffer... Voltei. É aquela mulher padrão ouro da Ônix. Atenciosa, cheia de carinho, excelente atendimento, boa de conversa e sem qualquer frescura que corte o tesão.

Foi um dia em que dei sorte, chamei a telefonista da Ônix e perguntei se a Jeniffer ainda tinha horário livre.

— Só se for agora — ela me responde.

Eu estava dentro do metrô e quase anunciei o sequestro do maquinista para chegar mais rápido ao Largo da Carioca. Mais uma vez dei sorte, desembarquei ainda em tempo de ser atendido por essa felina nota 10.

Pequei a Suíte Ônix (Jeniffer merece), aquela com vista panorâmica. Toalha, ducha e Jeniffer me recebe com beijos de namorada fogosa.

Peço que ela se deite, puxo o meu aparelhinho de eletrochoque, introduzo sobre o seu clitóris e a menina começa a gemer altíssimo, tenta conter os gritos de prazer, mas se entrega às vibrações. Goza uma, goza duas vezes e pede clemência. Concedi o pedido.

Ela se posiciona e me abocanha em um boquete dedicado, desses que querem extrair seiva e alma. Resisto. Peço que ela fique de quatro.

Jeniffer é dessas mulheres, que se acaso quiseres, se posiciona de quatro empinada como um tobogã erótico. Fico de joelhos diante daquela bunda perfeita erguida para o teto, faço uma oração de agradecimento pela graça concedida e penetro no templo úmido e morno da sagrada vagina. Inicio com estocadas leves que se acentuam com o crescente do meu entusiasmo. Sem mais conseguir represar as onda vulcânicas do meu combalido pênis, jorro todos os versos da Odisseia dentro da touca de látex.

Garota maravilhosa, simpática, cheia de disposição. A gente nunca sabe quando está escrevendo o último TD, tudo depende da disposição para conviver com jovens bocós, mulheres odientas, velhos apalermados e por aí vai. Há mulheres, inclusive, que eu me arrependo de ter me dado ao trabalho de escrever relato, mas Jeniffer é promessa de muitos repetecos.

A viagem continua... Girl9

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CAROL - Tijuca - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99620-4423
CAROL
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28 de Setembro de 2023 às 22:09



Desde que participo em fóruns, existem alguns que me enxergam como uma criatura romântica, um "poeta" que deseja namorar e que se lamenta por algum amor perdido. Como enganam-se. Até sinto nostalgia dos tempos remotos em que eu possuía um romantismo espontâneo e natural da juventude, mas hoje o meu pensamento mais romântico se limita a encontrar a parceira ideal para ir comigo ao swing, que eu já tive e se chamava Luana. A idade me tornou pragmático.

Acredito que os únicos entes românticos que frequentam fóruns de sexo pago são alguns dos homens casados, desses que praticam uma vida dupla e subterrânea, trocam o casamento falido e a esposa envelhecida que já enjoou de oferecer-lhes prazer pela ilusão do prazer do sexo pago. Como pode existir um sujeito mais romântico do que esse? Suas lágrimas são as notas de dinheiro que ele tira da carteira para conseguir preservar um naco de masculinidade. É um personagem triste e trágico.

Estranho que imaginem que um sujeito eternamente solteiro como eu, sem filhos, absolutamente livre, sem necessidade de cultivar mentiras, possa ser um romântico. Provavelmente, se eu fosse romântico, estaria na mesma posição desses homens que contraíram o delírio do matrimônio. Não digo que todos alimentem esse romantismo, mas boa parte o faz.

Vejo a prostituição como um tipo de comércio e um bom comerciante cultiva os seus clientes, manda cartão de Natal, liga para saber como está passando, simula interesse etc. Todo bom comerciante age assim, menos a maioria das profissionais de sexo pago, são as únicas comerciantes que pouco se interessam pelos clientes e menos ainda pelos foristas, que são os seus publicitários gratuitos. Por que isso? Talvez, falta de tino comercial.

Percebendo esses fatos, nunca mantive lista de profissionais do sexo na minha agenda, o desinteresse desse comércio pelos clientes nunca me motivou a mantê-las como opção de contato regular. Como consequência, foram poucas as que cultivei como fixas. Boas profissionais nesse ramo, boas comerciantes, inteligentes, dessas que se conectam com o cliente, são raríssimas.

Toda essa introdução foi para dizer que Carol é uma dessas meninas que sabe se conectar. Possivelmente, é a melhor massagem da Tijuca temperada com o melhor sexo entre as que atendem no meu bucólico bairro. É positiva. Nunca encontrei melhor. Na terça-feira, ao revê-la, confirmei isso por mais uma vez.

Começamos pelo sexo, que envolve penetração, quicadas, um boquete incomparável e gozada aos jorros. Carol sabe nos relaxar, sabe nos envolver, sabe despertar tesão. Comparável a ela, só conheço a Drica sarada, que fica no Centro do Rio. São as duas rainhas da modalidade massagem com sexo. Quem não conhece, perde pontos no currículo.

Não sejam inocentes ao imaginarem que sou um romântico, que quero namorar garotas de programa. Confesso que a mentira, esse vício injustificável entre algumas acompanhantes, às vezes me desencanta, mas a única coisa que me deixa deprimido é a morte e a falta de dinheiro. Graças a Zeus, faz tempo que não sofro desses males.

E viva Carol, que me fez feliz em mais um encontro e ainda me apresentou a deliciosa amiga Bianca. Palmas Palmas Girl9

Tyrion, membro, Senior69, Saulo Top, Felipe_BR, PrefeitoComeCu, Seiya, M21, Estarossa, Papai Noel, Digboy, Mítico, Detonador, LNzao, Lucifer, Café, Gutopper, Carol Terapeuta, ViciadoEmPeitudas, Ikki RJ, Predator, The Witcher, Bom Pex, curtiram esse TD.
BIANCA SANTOS - Tijuca - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99349-9077
BIANCA
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26 de Setembro de 2023 às 23:09







Dentro do elevador de um prédio localizado no miolo da Praça Saenz Peña, no centro da bucólica Tijuca, eu estava me sentindo desconfortável com um velhinho me encarando como se fosse o exorcista.

— Meu filho, qual a sua religião? — o sujeito me pergunta do nada dentro de um elevador.

— Olha, não sei. Acho que a minha religião é a vida — respondo como quem estivesse abafando.

— Você não tem fé? — o vetusto insiste.

— Vou citar a Rita Lee, meu senhor: “não acredito em nada, até duvido da fé.”

O andar não chegava e meio delirante pelo calor que me assolou na rua e pelo semblante tenso do ancião, eu o imaginei sacando um crucifixo, uma bíblia, um colar de alho, uma estaca e partindo para cima de mim. A porta se abriu antes que a cena do terror se confirmasse. Corri para o corredor do andar e o velho seguiu sua saga de ascensorista do Van Helsing.



Carol me convidou para conhecer uma de suas amigas, a Bianca Santos. Convite de Carol é ordem, me desloquei pelas brasas da Conde de Bonfim e alcancei o prédio na hora marcada. Após escapar do exorcista, toco a campainha e a porta se abre...

Bianca deve ter 1,60m, cabelos negros cacheados, rosto simpático, sorriso carinhoso, me recebeu com alegria e me conduziu a sua cabine. Lugar espaçoso, ar-condicionado perfeito, do jeito que os pinguins curtem. A moça me trouxe uma toalha. Ducha e cama.

Eu me atrevi a dispensar a massagem logo de início e saltei para beijá-la, Bianca não recuou, encarou. Bons beijos, língua com língua, um bom amasso para despertar o meu diminuto Pikachu — o Breve.

Bianca tira a roupa e exibe o corpo no melhor estilo saradinha. Seios pequenos e firmes, bunda de capa de revista, barriguinha zero, coxas grossas, um filé mignon que faz a gente salivar como um canibal faminto.

Eu me deitei e ela veio por cima, lambeu meu tórax, beijou meus mamilos, deu mais linguadas em minha boca, enquanto isso o seu corpo roçava no meu, talvez produzindo faíscas e pequenas ameaças de incêndio. De repente, sinto o meu combalido pênis sendo abocanhado com entusiasmo. Orei aos Deuses da Ejaculação Precoce que me poupassem. Bianca chupa como se o pau fosse resultado de uma receita gourmet, ela saboreia como se estivesse diante de uma peça de churrasco, lambe como um sorvete recém-comprado numa carrocinha de rua, o engole até o talo como se quisesse nos engolir junto. Boquetão.

Interrompi sua boca antes que fosse tarde demais para mim. Ajeitei-a na cama e explorei sua vagina com a minha língua, o grelo em alto relevo eleva o prazer daquele que chupa, lambi, apertei com os lábios, mordisquei... Bianca gemia, se contorcia e demonstrou gozar. Delícia.

Bianca ajusta o gorro no breve Pikachu e vem por cima. Esfrega-se alternando com quicadas, seu rosto se contorce no tesão, rebola, esfrega mais, pressinto a síndrome do vulcão peniano e peço para que ela volte a me chupar. A menina me atende, cai de boca e gozo todas as páginas do roteiro de Titanic em sua boca.

Quase sem fôlego, me levanto, me visto, pago e me despeço com aquele gostinho de quero mais. Retorno às ruas fumegantes da bucólica Tijuca. Bianca vale e irei voltar.



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25 de Setembro de 2023 às 12:09


JENIFFER - https://www.onixterapias.com/terapeuta-info.php?p=JENIFFER&s=224




Tarde quente e eu pisava arrastado feito um camelo atravessando a amplidão árida do Largo da Carioca. Gotas de suor ameaçavam brotar e escorrer da testa antes que eu entrasse no Edifício Avenida Central. Maltratado pelas altas temperaturas do El Niño, decidi esfriar o motor pedindo um chope de balcão, o líquido dourado e espumante deslizou como ganchos gelados pela minha garganta abaixo. Não sei se senti alívio, mas tenho certeza de que senti vontade de beber mais e pedi outra tulipa.

Tenho me encontrado com algumas mulheres. Poucos encontros bons, muitos encontros insossos e alguns ruins. Não tenho é encontrado vontade de me ver prisioneiro das descrições do ato sexual, me bateu uma consciência de que tudo é sempre igual, para todos. Dei um tempo de escrever para não eternizar o desencanto.

No meu caso, creio que só perco na velocidade do orgasmo para um coelho. Sou na cama como sou na vida, objetivo sem ser egoísta. Meus espermas, retidos no breu da bolsa escrotal, têm pressa em escaparem para conhecer a paisagem idílica de qualquer útero. Saltam eufóricos sem saber que estão pulando para o abismo de um saco de látex que os matará asfixiados. Jamais conhecerão a liberdade uterina ou a fecundação que os perpetua. A existências dos espermas é uma tragédia anunciada.

Nesta tarde quente, porém, eu iria me encontrar com a Jeniffer, nossa segunda vez, a primeira ocorreu quando ela ainda era freelancer. Dirijo-me ao setor de triagem do Edifício Central, o atendente me pergunta por quatro vezes o número do meu CPF e erra a digitação nas quatro vezes.

— O senhor não está cadastrado — me diz.

— Meu filho, eu estou cadastrado. Vê direitinho isso aí — respondo.

Tic, tic tic... o jovem atendente digita.

— Senhor, o seu nome não consta aqui — ele insistia enquanto uma fila impaciente se formava num dia de movimento intenso no prédio.

— Então me cadastra, por favor.

Clic... e tira uma foto do meu rosto deformado pela raiva.

— Pode repetir o seu CPF, senhor?

Repito o CPF.

— Estranho... Agora está aparecendo que o senhor tem cadastro.

Confesso que me vi estrangulando o pescoço juvenil do atendente como quem mata uma galinha para o almoço.

— Eu falei, meu filho. Eu tenho cadastro.

— Peraí. GLEISEEEEE, pode vir aqui? — O atendente grita para uma mocinha que estava a duas cadeiras da dele, o susto fez com que a menina quase parasse no terraço do edifício.

Veio a Gleise. Mexeu dali, mexeu daqui, chamou o atendente de burro e, finalmente, me liberaram o crachá.

— Qual a sala? — aquela pergunta constrangedora por saber que eles irão saber exatamente para onde estou indo e o que irei fazer.

Embarco no elevador, desembarco no andar, fico meio desorientado sobre a direção do corredor que devo seguir (coisas da idade) e alcanço a porta da Ônix como um cachorro perdido que retorna à boa casa que fornece tigela de ração.

— O senhor está marcado? — pergunta-me uma menininha simpática e miúda que, por alguns segundos, quase me fez acreditar que eu havia entrado por engano numa sala de recreação infantil.

— Estou, sim. Com a Jennifer.

— Vou levar o senhor para a cabine, logo ela estará lá.

De tanto me chamarem de “senhor” durante o dia, chego em casa à noite me sentindo o próprio Matusalém. Jennifer não demora, quando chega já emendo num beijo voraz e ela não refuga. Toalha, ducha e cama.

Como disse no início deste relato, estou padecendo de cansaço de me repetir sobre as descrições do ato sexual, mas como a Jennifer foi muito carinhosa comigo neste último encontro, decidi que ela merecia um relato como retribuição à doçura que me dedicou.

Mantenho a garota deitada, puxo o meu aparelhinho de eletrochoque, insiro sobre o clitóris e a menina geme alto, altíssimo. Fica envergonhada, com receio de ouvirem os gemidos anormais. Continuo castigando o clitóris com a vibração potente do aparelho. Jennifer se contorce, não consegue conter os gritinhos de prazer, pede para eu parar ao mesmo tempo que pede para eu continuar, diz que está uma delícia, ameaça com o gozo e goza. Seu corpo amoleceu na consistência de uma Maria-Mole.

Logo a moça inverte a posição e me abocanha num desses boquetes que parecem esculpir o pau. Engole, passa a língua, torce o pênis, abocanha novamente... Difícil é não ir a nocaute com o boquete da Jeniffer, mas resisti. Ela para subitamente, ajeita o gorro no diminuto Pikachu — o breve — e monta sem dó sobre o meu tronco. Rebola, esfrega, quica com um entusiasmo de virgem. Não deu mais, gozei todos os episódios de Breaking Bad e com o mesmo desespero de Walter White.

Converso enquanto e me visto, prometo voltar, despedida e deságuo outra vez vastidão inóspita do secular Largo da Carioca. Percorro um pequeno trecho até o metrô, embarco num vagão lotado, fico apertado entre um bando de homens, todos protegendo a bunda como quem protege a própria vida. Depois do sonho, a vida sempre volta a ser real. Girl9

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EXCELENTE EXCELENTE
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[PRIVÊ] DARK ROOM - Praça Olavo Bilac, 28 , Centro - Rio de Janeiro - RJ
PANTERA
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TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$150.00
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12 de Setembro de 2023 às 08:09






Uma bunda, quando alcança a perfeição esférica e estética em uma dimensão insuperável, ganha personalidade própria, ofusca qualquer um dos outros belos atributos femininos, escraviza o nosso olhar, monopoliza o nosso desejo. Uma bunda obcecante é capaz de estampar capas de revistas e tomar de assalto a paisagem urbana como se fosse uma guerrilheira revolucionária. Essa bunda incomparável nos faz querer gritar como um Michelangelo febril: “Parla, culo!”.

Não, não gritei. Tive medo de que a bunda realmente me respondesse.




A tarde começava a ganhar os primeiros tons noturnos, as luzes de vapor de mercúrio acendiam-se na mágica da automação, meus butes estalavam contra o calçamento estilhaçado da Avenida Presidente Vargas. Em pensar que o FLorista de Sapatilha flutua, levita imbuído da doçura do chantilly sobre as mazelas urbanas.

Para me alienar do barulho do trânsito, do tagarelar desgovernado daquele tsunami de gente ao redor, emparelhei o meu aparelho auditivo com o celular e permiti que a batida aleatória inundasse os meus tímpanos. A vida sem música é como uma mulher amputada.

PSYCHO KILLER

Sim, me chamo Dante, mas não temam a minha verve, relevem a minha ironia temperada com deboche, não se surpreendam quando, dos meus tantos parágrafos, restarem somente duas míseras linhas para descrever alguma marafona, às vezes é mais do que ela merece. Não escrevo memorandos, nem cardápios, nem TCC. Escrevo sobre sexo, mas também sobre o que o precede e o sucede. A vida precisa ser maior do que o ressentimento do mal-humorado.

Fiz o agendamento na Dark Room. Para quem desconhece a minha melhor virtude, sou pontualíssimo como um britânico exilado nestes trópicos de manadas obtusas. Entrei no prédio, me identifiquei, embarquei num daqueles elevadores a jato, desci no último andar, subi dois lances de escadas e finalmente alcancei a porta com a inscrição “Cobertura 06” — ótimo título para um livro.

...............................................................................

Na recepção, me pedem para aguardar. Alguns segundos depois surge a Pantera, totalmente nua, exibindo as suas curvas despudoradas para todos os olhos famintos que se amontoavam em torno da recepcionista. Encostei a minha bunda na parede com receio de algum surto psicótico dos clientes ansiosos que estavam no local. Sou resgatado e conduzido à cabine que, como já citei, é funcional, com cama de casal plastificada, divisória até o teto e música ambiente (em volume alto).

Pantera me avisa que irá tomar um banho, eu aguardo. Quem supõe que ela voltou vestida, engana-se. Nua em pelo, ela se aproxima e me beija de língua. Beijo excitante, macio e profundo ao mesmo tempo. Ela se deita e vou para cima, nos atracamos, nos esfregamos, nos apertamos. Chupo seus peitinhos em formato de pera, durinhos, apetitosos. Com os dentes, puxo de leve os piercings que enfeitam os biquinhos.

Pantera fecha os olhos, sente prazer. Saco o meu aparelhinho de eletrochoque e o coloco sobre o clitóris. Estranho... com ela não fez muito efeito. Voltamos a nos beijar, então a menina prepara o caminho, vem por cima do meu pênis senil, o introduz em sua vagina abrasadora, tão quente que faz o meu precioso Pikachu — o breve — sentir-se como linguiça de churrasco.

Pantera se move, rebola, esfrega, quica. Eu fico ali, contemplando aquele corpaço, naquela posição preferida por 9 entre 10 idosos sedentários. Peço que ela fique de quatro, ela desmonta e se empina na cama como um tobogã erótico. Acredite, forista sem fé, você não será criativo o suficiente para imaginar a Pantera de quatro. É um assombro, um colosso, uma falta de educação. A bunda vira uma raiz quadrada que se eleva ao cubo e consegue ficar ainda mais exuberante. É de enlouquecer Freud.

Apronto e aponto o breve Pikachu e penetro naquele inigualável templo vaginal, apertado, tépido e aveludado. Pelo espelho lateral, admiro a Pantera com a bunda aprumada para o teto. Começo a estocar lentamente, me empolgo, aumento a força, passo a socá-la com ânsia de gozo, Pantera geme baixinho, foça o rabo contra o meu pau... Gonzaguinha cantaria: “não dá mais para segurar, explode coração”. Explodi. Ejaculei todas as páginas do Kama Sutra. Morri.

Despedida, deixo uma caixinha e retorno às ruas temerárias do Centro da Cidade.

Anoitecia. Andei em passos lentos até a Casa Paladino, acomodei-me na minha mesa cativa. Chamei o garçom...

Bolo? Nunca.

Café? Jamais.

Girassóis? Elas preferem um vibrador.

Nu artístico para a G Magazine? Para com isso. Vergonha

— Desce uma porção de bolinho de bacalhau e uma dose de Salinas.

Virei o copo e senti o líquido rascante deslizar pela garganta e acender todos os meus sentidos. A saga continua... Girl9

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VIVIANE BADINI - Rio de Janeiro - RJ - (21) 97649-1471
VIVIANE
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09 de Setembro de 2023 às 13:09



Qualidade jamais se misturou com quantidade e lamento que parte dos meus relatos, devido a minha intensa atividade por aqui, não descrevam com o pincel dos detalhes tudo que desejei transmitir. O fórum, na minha descartável opinião, não é só um catálogo de vaginas pasteurizado em textos que se repetem na mesmíssima estrutura, o fórum também é entretenimento e talvez a face do entretenimento é que o valide e o fortaleça como portal.

Faz tempo que venho pensando em ser mais seletivo ao escrever sobre as mulheres com quem saio. Fazer publicidade de criaturas que não irão valorizar o meu esforço, que jamais me oferecerão qualquer prioridade no agendamento, que me tratam como um office-boy que entrega notas de dinheiro, que talvez até praguejem contra mim assim que fecham a porta. Não, não dá. Certamente, passarei a ser seletivo sobre quem escrevo. Serei severo nas escolhas. Sou um velho e o meu tempo é valioso demais para ser desperdiçado com a ingratidão de quem não o dignifica.

Também tenho autocrítica, sei que serei repetitivo quando começar este relato dizendo que eu caminhava pela noturna área portuária no momento em que fui surpreendido. Não consigo fugir da minha natureza primária, afeiçoado forista, sou um notívago, um insone e, quem sabe, um suicida, se levarmos em conta os lugares por onde ando. Na verdade, sendo bem confessional, creio que eu seja um viciado em adrenalina.

O que eu buscava naquela área deserta que ainda emanava o cheiro de chuva fresca sobre o asfalto? Não sei. Sou um fantasma investigando as razões que me tornaram um fantasma. Às vezes, caminho até a Rua da Lapa, paro em frente ao sobrado onde morou por um breve período o lendário Machado de Assis, me coloco com humildade e peço que ele abençoe o meu amor pelas palavras.



Depois, retorno cortando atalhos por ruelas obscuras até alcançar a região portuária, lugar com o qual sinto uma forte conexão motivada por lembranças persistentes.



Foi durante a rota dessa via crucis que recebi um áudio de Viviane.

Posso dormir com você?

Acredite, forista sem fé. Existem mulheres atenciosas, capazes de tratar a nossa existência com carinho e consideração, mas as poucas que conheci sempre estavam fora da grade viciosa do fórum. São as tais descobertas que o Florista de Sapatilha é incapaz de realizar por ser um presidiário espontâneo da “zona de conforto”.

Fiquei na dúvida entre topar e não topar. Compreendam, para um celibatário da minha idade nem sempre é agradável dividir a cama além do tempo regulamentar. Com Viviane, porém, preferi aceitar a proposta, não é sempre que uma garota de programa lembra de mim com esse tom de afeto e com vontade de me fazer companhia. Combinamos o valor, o dia e a hora. Aconteceu.

Eu sei, eu sei... Você deve estar pensando: “lá vem o Dante repetir todos os pormenores do sexo com a garota...” — Concordo com a sua indignação, nobre forista. Sou um despudorado. Como eu disse, no entanto, passarei a ser mais seletivo. Com as que me retribuem afeto, não me privarei de recontar os encontros nas tantas vezes em que eles ocorrerem.

Como já dito, Viviane é essa novinha deliciosa, que se entrega, solta gemidos que nos fazem delirar na febre do tesão e possui um corpo que só a beleza da juventude proporciona. Foi uma noite ardente e que entra para a galeria das fodas inesquecíveis. Depois de um boquete que quase me levou ao nocaute, coloquei a menina de quatro e soquei até gozar em desespero.

Acordamos cedo, ela agarrada ao meu corpo. A libido nos lançou em mais uma sessão de amassos, beijos e passeios de língua. Como eu me arrependeria se não houvesse aceitado a proposta do pernoite.

Sinceramente, me perdoem pela falta de modéstia, mas um TD meu é um luxo que pouquíssimas merecem e é por esse motivo que irei parar de vulgarizar o meu talento como escritor, não mais escreverei para quem não me sirva como real inspiração. São muitos anos como forista, já sinto um certo cansaço de putas, mas as que se diferenciam são as únicas que me renovam e que me merecem.

A saga continua... Girl9


Em sinal de paz e admiração, este relato é dedicado ao FLorista de Sapatilha, aquele que ainda manda flores e toma café com bolo com a gurizada:



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VIVIANE BADINI - Rio de Janeiro - RJ - (21) 97649-1471
VIVIANE
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07 de Setembro de 2023 às 12:09



O que é bom, o que é surpreendente a cada novo encontro, a gente repete. Estou repetindo e relatando sem qualquer pudor. Viviane foi um achado, desses raros, fora da grade, fora da rotina do usuário comum do fórum.

Novo encontro no Éden. Noite. Chuva. Frio. Parece que todos os nossos encontros adotaram como cenografia um londrino clima noir.

Viviane chega sempre sensual, com roupas que aguçam o seu perfil de ninfa gostosa. Bronzeada e naturalmente sexy, sempre me vem aquela emoção e orgulho por ter encontrado mais uma joia fora da curva da mesmice.

Atendimento de excelência. Segui o roteiro dos beijos gulosos na boca, mamada nos peitinhos durinhos (tipo propaganda do “primeiro sutiã”) lambidas no grelo, esfregadas homéricas, recebi o boquete capaz de causar ejaculação precoce e terminei na cavalgada épica, a posição preferida de 9 entre 10 idosos. Gozei assim, com ela cavalgando e gemendo de frente para mim, eu apertava seus seios, sua bunda irretocável. Chovi tempestades de espermas.

Papo, namorico, despedida, promessa de reprise. Pedi o táxi da menina e voltei andando para casa, com ímpetos de cantar e dançar como um Gene Kelly dos trópicos. Se me perguntarem sobre Viviane, só terei uma resposta: Totalmente demais! Girl9

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CAROL - Tijuca - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99620-4423
CAROL
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06 de Setembro de 2023 às 15:09




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Última visita à diva Carol realizada dias atrás.
Digo sem medo de errar, Carol faz massagem, o resto faz carinho.
Conto outra, Carol é aquele sexo sem frescura, sem restrições, quente e que ainda agrega um boquete incomparável.
Eu repetiria todos os adjetivos que já derramei neste tópico, mas não quero cansar os olhos do afeiçoado forista que me lê. Carol é um atendimento de excelência, fica o resumo.

Já falei sobre a nova sala, mais espaçosa que a antiga, confortável, bem refrigerada, banheiro bacana. Tudo nos convida a voltar. O local é ao lado da Praça Saenz Peña, o ponto mais efervescente da bucólica Tijuca.

O sexo foi como sempre é, surpreendente. Beijei muito, mamei incansavelmente os seios fartos da diva, usei o aparelhinho de eletrochoque em seu clitóris, assisti ao espetáculo que é vê-la gozar e terminei o encontro na ociosa posição “vem por cima”. O incrível é que Carol por cima me faz gozar rápido. Gozei.

Despedidas, promessa de retorno e saí dali correndo para comer uma pizza no Brotinho de Ouro, na histórica Galeria Skye.

I'll be back Girl9

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[TRASH] CLUBE AFRODYTE - Rua Uruguaiana, 145 , Centro - Rio de Janeiro - RJ
RUBI
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$180.00
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06 de Setembro de 2023 às 15:09



Noite. Uma chuva fina e um vento frio me açoitavam enquanto eu tentava atravessar a Avenida Presidente Vargas em direção à margem mais remota da Rua Uruguaiana. Eu já tinha um destino previamente marcado, um novo encontro com a Rubi no Clube Afrodite, a mulata passista que me impressionou dias atrás.

Quando chego em frente à entrada do sobrado, escuto uma zoeira do outro lado da rua, a gritaria vinha de um boteco na esquina da Teófilo Otoni...

“AHÁ! UHU! Ô DAMIÃO, EU VOU COMER SEU BOOOLO.”

Quando olhei, vi um grupo estranho de sujeitos na faixa dos 50 anos acompanhados de um mascote mais jovem, todos sem camisa e pagando peitinho, na ilusão trágica de estarem em forma. Entrei no sobrado para fugir daquela triste visão.

O Clube Afrodite quase deserto. Fui informado de que Rubi estava atendendo, eu precisaria esperar olhando para o teto e contando os minutos. Depois de uns 20 minutos, o colosso de mulher entra no salão, me vê e corre para me dar um abraço eufórico. A euforia, provavelmente, nascia da última caixinha que dei a ela no nosso último embate. Sem muita conversa, pedi uma alcova.

Registro o aviso, os aposentos do Clube Afrodite não agradariam ao Cool FLorista de Sapatilha Cool , que é aquele personagem que gosta de conforto nababesco, lençóis de cetim, travesseiros de pena de ganso e vasos sanitários perfumados com incenso indiano. Definitivamente, não. Os aposentos do Afrodite são para homens que mijam em pé.

Rubi me agradou por um detalhe impublicável. É uma mulher fogosa, beijoqueira, bonita, bunduda, peituda e coxuda. Pedação de fêmea. Este segundo encontro não foi tão diferente do primeiro, foi melhor. Beijação intensa, roça-roça que só acontece em forró, boquete transcendental. No fim, assumi a minha preguiça, a moça veio por cima, cavalgou com vontade e gozei todos os capítulos de uma novela inteira de Janet Clair.

Deixei nova caixinha, a menina sorriu de orelha a orelha e já estou planejando um novo retorno. Rubi é sexo para deixar de herança. Ganhei as ruas, peguei um táxi e retornei à bucólica Tijuca, que naquela noite estava literalmente em chamas.

A saga continua... Girl9

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CLUB 13 - Praça Olavo Bilac, 13 , Centro - Rio de Janeiro - RJ
LARISSA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$180.00
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04 de Setembro de 2023 às 20:09



Em uma tarde da intensa semana passada estive na 13. Não sei explicar o porquê, mas gosto daqueles bordeis no entorno das floriculturas, talvez por serem as únicas opções realmente vespertinas além dos privês. E eu sou cria de bordel, não consigo me desvincular deles, é onde ainda mais me divirto. O sexo por sexo entedia.

Eu estava pesadão, após mais uma tarde de almoço no Coliseu das Massas. Por sinal, tenho certo receio do Coliseu fechar as portas, depois que atualizaram os preços e se igualaram ao valor de um rodízio de carnes, a coisa ficou meio sem sentido e isso espantou o público de um dos meus restaurantes favoritos no Centro.

Terminado o banquete, fui arriscar uma congestão no puteiro. Impressiona-me em ver como a 13 está sempre cheia de clientes e de garotas, é uma pena que as instalações não sejam adequadas para o Florista de Sapatilha, tenho feito bons garimpos por lá.

Antes da 13, pensei em ir no da Uruguaiana, mas fontes seguras me alertaram sobre um surto de sarna no local. Tô fora. Fica o aviso aos coleguinhas que “cuidam da saúde e do conforto”.

Na 13, minha escolha foi rápida. Logo avistei uma negra de nome Larissa e pedi uma alcova. Não muito bonita de rosto, mas excessivamente gostosa de corpo. Incrível a quantidade de bundas espetaculares venho conhecendo nas últimas semanas, essas meninas devem estar tomando algum suplemento para as nádegas. Larissa tem uma bunda no formato de melancias siamesas, de babar na camisa.

No quarto, se é que podemos chamar de quarto os aposentos da 13, Larissa recebe bem os meus beijos, retribui e fica insistindo para abocanhar o meu companheiro Pikachu — o breve. Como percebi que ela não me deixaria em paz até que eu permitisse o boquete, liberei o caminho.

Quando Larissa engoliu o meu combalido pênis, entendi o motivo da insistência em me chupar. A garota tem uma técnica sofisticadíssima na chupada, não sei se é algum piercing na língua, mas a sensação é que você enfiou um pau num formigueiro. Desisti de resistir e gozei em 15 minutos de um programa de 1 hora. Pode parecer estranho, mas valeu.

Voltei ao salão, bebi uma Ice, paguei a conta e voltei às temerárias ruas do Centro. Se a rotatividade nos bordeis não estivesse tão acelerada, Larissa merecia uma reprise. Girl9

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VIVIANE BADINI - Rio de Janeiro - RJ - (21) 97649-1471
VIVIANE
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04 de Setembro de 2023 às 09:09




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O relógio badalava onze horas da noite quando Viviane desembarcou do táxi na porta do meu chalé nos alpes Tijucanos. Pedi que ela viesse discreta para não causar a morte de 20 dos 30 velhinhos que residem na vizinhança, ela veio discreta, mas deslumbrante e deve ter antecipado o obituário de 20 dos 30 velhinhos históricos no bairro. Meus olhos devem ter brilhado quando a viram caminhar num rebolado leve na minha direção. Que gata.

Existe a lenda de que usar adjetivos não é bom para a escrita, lição que surgiu na imprensa americana e que alguns usam para colonizar a expressão em língua portuguesa. Esqueçam as baboseiras. Viviane pingava gotas explícitas de sensualidade até se aproximar da minha presença caquética e me tascar um beijo endoscópico que deve ter sido a causa do Big Bang que originou o universo.

Entro no chalé e ela se desnuda exibindo o corpo juvenil, perfeito, inigualável, beirando o indescritível. Que achado. Compreendo que o Florista de Sapatilha tenha dificuldade para acreditar em certas ocorrências, o sujeito vive no repetitivo ciclo vicioso da grade do fórum. Já dizia Matusalém: quem não arrisca, não petisca.

Ela se deita na cama, me adianto para mamar os peitinhos suculentos e bicudinhos, eu poderia passar a eternidade ali. Viviane geme e vocês não terão como imaginar o que são os gemidos dessa menina até conhecê-la, é coisa de enlouquecer Freud. Ela alisa meus cabelos e geme, geme, geme. Fiz uma gravação dos gemidos dela para poder me masturbar em tempos difíceis.

Desço para a vagina, mais gemidos, Viviane se contorce, geme cada vez mais alto, se contorce ainda mais e goza. A sensação de vê-la gozar do jeito que vi, me trouxe a certeza de que se eu infartasse e morresse ali, morreria feliz.

Ela inverte a posição e me aplica o seu boquete mata-leão. É preciso força e fé para não ejacular precocemente naquela boca. Resisti. Peço que ela fique de quatro, ela me atende, se empina e penetro daquele templo vaginal inesquecível. E meto, meto, meto. E ela geme, geme e geme mais. Tiro o pau da boceta e ela me abocanha novamente para receber todos os meus aleijados espermas em sua boca.

Sair com a Viviane nos traz a sensação de termos vivido um sonho erótico. Ninfa bonita, gostosa e quente. Pobre Florista de Sapatilha, que vive preso às próprias fronteiras do seu museu de velhas novidades.

A partir de agora, qualquer aventura é possível... Girl9

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03 de Setembro de 2023 às 16:09






Uma vida bem escrita é quase tão rara como uma bem vivida.
—Thomas Carlyle



Algo que aprendi na minha extensa jornada é que todo talento que foi aperfeiçoado pelo treino e pelo estudo ganha o poder de encantar, mas também pode causar ressentimentos. Encanta àqueles privilegiados com a sabedoria de apreciar, mas causa ressentimento naqueles em que a debilidade é maior do que a capacidade do encanto.

O maior talento que desenvolvi, porém, foi o respeito pelo outro. Crítica não é afronta e, por mais que nos suponhamos o centro do mundo, nem todas as críticas são endereçadas ao nosso ego faminto. Críticas são ensinamentos para quem cultiva a inteligência.

Tenho bom-humor, tento ser simpático mesmo com os antipáticos, faço questão de cumprimentar todos, mas nunca cometo a deselegância tosca do desrespeito, pois o desrespeito é o talento exclusivo dos palermas e eu detestaria me sentir assim. Além disso, sou um velho e valorizo muito a experiência e a dignidade que o tempo nos concede. Como costumo dizer, sou um britânico exilado nestes trópicos de manadas obtusas.

Sou essencialmente amigo, sou leal e por isso mantenho parcerias longevas como a que tenho com o camarada Brand e outros poucos com quem esbarrei na minha antediluviana relação com os fóruns. Carrego história e conteúdo. Não insultos. Não sou polêmico, como sempre tentam me rotular, o que não sou é igual à maioria. Penso, logo existo.

Nessas décadas em que me faço ativo escrevendo, aprendi muito com alguns foristas do passado com quem eu não simpatizava. Posso não simpatizar, mas não me fecho, nem me privo de aprender com os melhores, mesmo que não aprecie a personalidade de alguns deles.

Não existe campo mais competitivo e ególatra do que o da literatura e eu sou um operário da palavra. Talvez, por isso, já esteja acostumado a tratar com haters de plantão e neuróticos de ocasião. Qualquer atividade que compete com egos nos traz o risco de trombar com gente descompensada emocionalmente. É do jogo e eu aceito as regras do jogo.

— Por que você perde tempo escrevendo em fórum de putas? — esse foi o questionamento que mais ouvi desde que me cadastrei no Hot-Fórum há mais de 20 anos. A resposta é que não cultivo preconceitos, os fóruns me trouxeram uma experiência extraordinária na criação de narrativas, o primeiro livro que lancei em 2009 lotou a livraria de foristas e outros tipos de leitores, até um cineasta foi me procurar na noite de autógrafos. Conheci pessoas inteligentíssimas e talentosas (não são muitas, mas existem) através dos fóruns. Fico um pouco frustrado quando vejo os mais jovens neófitos não aproveitarem a oportunidade que aproveitei aqui.

Semana passada, descobri que um artigo que escrevi sobre a Vila Mimosa em um conhecido jornal serviu como referência para três trabalhos de conclusão de curso em universidades federais do Rio e de São Paulo. Isso é um prêmio. Provavelmente, eu não seria capaz de escrever o tal artigo se não tivesse o Dante como o meu cicerone pelas madrugadas cariocas. Sou grato aos fóruns e ao meu alterego, me agregaram muito mais do que o tempo que dediquei a eles.





Já era noite quando me encontrei com a Tice nos arredores da Cinelândia. O primeiro para quem a apresentei foi o Brand, depois o Lúcifer (camarada fora de série), Wolf e finalmente aos demais. Apesar de Tice possuir um trabalho formal e desconhecer a minha identidade mundana, considerei educado apresentá-la à galera que estava no Zezé. Como ela faltou ao trabalho nesse dia, a compensei com um valor em dinheiro.

Levei-a para o Amarelinho. Conheci Tice pelo Tinder, ela é paranaense do interior, sotaque forte e cheia da energia dos 25 anos de idade. Ruiva, cabelos longos, olhos verdes, um corpo todo durinho contemplado por seios médios e uma das bundas mais apetitosas que já vi.

No Amarelinho, descobri que a menina bebe bem, enche o pote. Depois de litros de gim, abandonou a timidez e exalou gestos mais eróticos. Diante daquela transformação inesperada, perguntei se ela aceitaria ir ao swing comigo.

— Não conheço, mas vambora — ela me responde.





Vinte minutos depois, entramos no Mistura Certa.

Casa cheia na sexta-feira, vi muitas cavalas e mulheres gostosas. Show de strippers. Tice continuou entornando mais alguns litros de gim e ficando cada vez mais exótica no comportamento. Para fazer o sangue dela circular, sugeri visitarmos o sombrio labirinto sexual.

Penetramos na escuridão labiríntica de paredes e cabines. De repente, ouço a voz alterada de Tice reclamando furiosa.

— Porra. Passaram a mão na minha bunda. Quem foi? Quem foi? — girava os braços balançando o punho fechado — aparece que vou te dar um soco.

Subitamente, o labirinto esvaziou. Suei para acalmar a menina e a retirei dali.

Rodamos um pouco mais e acabamos dentro de um quarto grande, com três camas imensas, onde acontecia uma orgia perpétua e indecente. Mulheres gemendo, gritando enquanto eram penetradas ao mesmo tempo em que abocanhavam dúzias de pintos eufóricos que se apresentavam aos lábios delas.

Tice, vendo aquilo tudo, deve ter ficado excitada. Ébria, arriou a minha calça com violência e engoliu o meu combalido pênis num boquete cheio de ânsia e profundidade. Impossível resistir, gozei meus inválidos espermas em sua boca. Tice cuspiu e pediu outro gim.

A garota ficou muito bêbada, não se lembrou de quase nada no dia seguinte. Sem condições de permanecer com ela na boate naquele estado precário, pedi um táxi e a deixei em casa. Tice ficou irada, me xingou alegando que queria ir para a minha casa. Enrolei, me desculpei e fugi dali depois que ela entrou na residência.

Fim de noite. A vida passa, páginas são escritas neste romance erótico que terminará, inevitavelmente, inacabado. A aventura continua... Girl9

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
EXCELENTE EXCELENTE
membro, Gatitus, Brand, Saulo Top, Ken Masters, ViciadoEmPeitudas, Ikki RJ, Tyrion, Estarossa, Zhukov, Barbosa82, Digboy, Bruzim, Papai Noel, Az,, petropolitano, Jucabar, Broker83, Mordekaiser, @nJo, MuriloRJ, curtiram esse TD.
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