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Tópico da BOATE 119

Rua da Alfândega, 119, Centro
Rio de Janeiro - RJ Rio de Janeiro - RJ


Broker83
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23/07/2021

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NAYLA
POSITIVO
60 MINUTOS
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06 de Agosto de 2025 às 14:45
BEIJO

SIM - GOSTEI

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SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

NãO SEI

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Acho impressionante como uma casa com infraestrutura tão ruim tem tanta mulher bonita e gostosa.
A 119 é aquele típico inferninho baixa renda do centro, com balões de aniversário na entrada e tudo.

Entrei para “conhecer”, pois mesmo já tendo ido em tudo que é puteiro trash do centro, de tempos em tempos eles estão “sob nova direção”, além da rotatividade de mulheres serem alta nessas casas, então sempre existem caras novas.

Alegrei-me com o que vi, as meninas são bonitas e bem gostosas, mas o local estava cheio, cheio de homem também, tive que ne esgueirar para achar um lugar no meio do salão, todas as mesinhas e cantos ocupados, e eu lá igual um dois de Paus parado no meio com uma cerveja semigelada nas mãos, quando uma negra linda chamada Nayla, de 1,65, cabelão de mega-hair, seios médios, e uma bela silhueta fixou de longe o seu olhar no meu, eu sorri e acenei e então ela veio em minha direção com a frase clichê, mas necessária naquele momento – quer companhia?

Aceitei e começamos um papo, nos conhecememos um pouco e percebei que tínhamos uma atração física natural além de muitas afinidades.

Peguei 1h com ela, subimos pro quarto, que segundo ela é a suíte do local, mas que lugar ruim rsrs, é um quarto enorme com uma cama de concreto, colchonete péssimo, mas depois de 2 cervejas e com uma mulher daquela, estava ótimo, transamos gostoso em diversas posições, mas nada deu gozar, o dia estava frio, mas o quarto sem ar não ajudava muito o arrefecimento. Ela malandramente sugeriu da gente ir pra um dos quartos debaixo, descemos e terminamos a brincadeira numa das cabines menores, mas bem mais estruturadas, com ventiladores e iluminação, finalmente gozei gostoso.

A garota, Nayla, é bonita, simpática, inteligente demais, muito agradável, além de muito gostosa, ela é mais para o estilo MILF do que ninfeta, apesar de estar em ótima forma, eu diria que ela é uma mulher muito sofisticada para aquele lugar e em breve devo voltar pra vê-la novamente.
Valor do TD de 1h – R$ 150 no Cash, no cartão tem acréscimo. (crocodilagem do caralho isso!)
ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
RUIM PéSSIMO
Broker83 06/08/2025 21:05

Confrade Mítico, o salão é tenebroso, o quarto que é a tal da suite parece um porão de filme de terror, os quartos menores são melhores, e é isso que vc disse, a menina atendia tão bem que o local não importa kkkkk

Mítico 06/08/2025 20:37

Quando a mulher é gata a gente até esquece do quarto kkkkkk
Lembrei de quando ia em inferninhos, os quartos com uma luz vermelha que mal enxergava direto e na época eu nem usava óculos 🤣🤣

Broker83 06/08/2025 15:19

Se não tiver os balões eu nem entro! Hahahaha

Brand 06/08/2025 15:08

os baloes de aniversario na entrada é o toque final mesmo para um trash de respeito kkkk

Jonas, The Creator, Brand, Andrews, Eddie Adams, Mítico, Broker83, Thor de Copacabana, Oscar, The Shy, Yami Mysterio, Ikki RJ, Spirit curtiram esse relato.
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NATÁLIA
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10 de Junho de 2025 às 23:08
BEIJO

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NãO SEI

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R$0.00

REPETECO

NãO

Eu a vi numa dessas noites em que o Rio fede a sonho vencido. Estava no balcão da Boate 119 — nome que parece alcova de motel barato ou número de cela. O lugar cheirava a desespero fresco. A luz era encardida, o ar parado. Ela dançava sem alegria, como quem já dançou demais por dentro e agora só move o corpo por teimosia. Magra, morena, com olhos que pareciam pedir desculpas por ainda existirem. Eu, um velho cansado de tudo: do amor, do trabalho, das intenções. Mas naquela hora, entre um gole e outro, me dei conta de que algo em mim ainda respirava — ou fingia.

Aproximei-me sem pressa, como quem se arrisca a encostar o passado no presente. “Natália”, ela disse, com a naturalidade de quem já não se lembra do nome verdadeiro. Sorri. Eu também já fui outro. Ofereci uma cerveja, ela aceitou. Falamos sobre a cidade, sobre os ônibus que nunca chegam, sobre o preço das coisas. Mas havia outra conversa acontecendo por debaixo das frases — um acordo tácito entre dois corpos que já se sabiam fadados ao esquecimento. Conversamos sobre quase nada, como se o quase fosse a única coisa que restava entre dois estranhos. Quando ela me tocou o joelho com os dedos, não houve desejo: houve um pacto.

Fomos para um quarto — o que na 119 se assemelha a uma masmorra medieval — onde um ventilador zumbia como um mosquito obeso. A cama castigada por tantos encontros vazios rangia como sempre, as divisórias tinham marcas de outras histórias solitárias. Ela tirou a roupa como quem se desfaz de um uniforme, e eu a encarei como quem vê pela última vez a beleza do mundo antes do colapso. Fizemos amor sem amor, mas com uma delicadeza constrangida. Toquei seus seios com reverência. Ela fingiu prazer com a perícia de uma atriz predestinada ao Oscar. Mas em algum momento — breve e inconfessável — nos pertencemos de verdade. Gozei.

Depois, ela se virou para o lado e se desconectou por uns segundos. Fiquei olhando o teto, que parecia querer desabar lentamente. “Você é estranho”, ela disse como se me afrontasse, e eu quis rir, mas me contive. Não era. Só estou velho demais para mentir direito. Beijei sua nuca antes de sair, como se aquilo fosse um gesto de despedida do mundo. E era.

Na rua, o ar era outro — como se a noite tivesse me devolvido ao planeta, a mim mesmo. Voltei para casa de metrô, carregando no corpo o silêncio de um encontro que não era amor, nem redenção, nem culpa. Era só uma trégua. E às vezes, uma trégua vale mais que qualquer final feliz.
ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
RAZOáVEL RAZOáVEL
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ISADORA
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23 de Maio de 2025 às 10:49
BEIJO

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REPETECO

SIM

Dia estressante no trabalho, aquele dia que quase se perde a linha e a vontade é mandar todo ir para algum lugar bem sujo de merda (...)

Assim começo o meu relato que as vezes pode se confundir com um desabafo. Logo eu, um homem solitário chegando a crise da meia idade. Admito, tenho feito meus relatos aqui mais como um diário particular de pequenos vislumbres de emoções do que qualquer outra coisa.

E assim foi, parti rapidamente para a barraca do churrasquinho de gato na Teófilo Otoni, fugi dos ladrões de celular na Presidente Vargas e cheguei na Rua da Alfândega. Fui a procura dela, da minha Lourdes, mas não a encontrei, essas mulheres de rápidos amores são difíceis de encontrar quando mais se precisam delas...

Com isso, fiquei observando o ambiente. Honestamente, o caso pra ter tanta mulher assim, tem realmente um plantel diversificado e mulher bonita em comparação com os outros trashs: novinhas, gordelicias e experientes. Diversificação tem que ser o nome da casa...

Tenho meus gostos e preconceitos pessoais, entre eles não gostar muito de GP com cara de GP. Sempre acho que o atendimento vai ser uma merda. E normalmente, sempre é!

Mas as vezes a vida me dá algumas surpresas, como foi dessa vez. E uma surpresa que me deixou de pernas bambas fazendo canguru perneta.

Como eu estava no salão, havia cruzado com a Isadora. Rimos um pro outro mas não dei muita ideia, depois mais algumas trocas de risadas até que conversamos. Não demoro muito a ir pro abate.

Caros leitores, ela prometeu lá embaixo que gostava de transar e eu disse honestamente pra ela
- "eu sei que você está mentindo pra levar meu dinheiro. Mas eu venho aqui pra ser enganado..."

Entretanto, o que essa mulher fez comigo no quarto foi SACANAGEM!
Eu cansado após um dia de trabalho, a mulher me deu um chá incansável, trepou em cima de mim de lado, de quatro, deitou em cima de mim de costas, só o oral foi rápido, mas na hora da ação ela me destruiu...

Aqueles peitos de silicone, aquele cabelo estilo Chanel, aquela carinha de GP malandra. Coloquei todo meu estresse pra fora...

E digo, sem arrependimento, gostaria de ter meus 18 anos novamente pra poder dar pra Isadora tudo que ela me deu.
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LOURDES(FOI O QUE ENTENDI)
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11 de Maio de 2025 às 14:49
BEIJO

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REPETECO

SIM

Bom companheiros, fui a famigerada rua da Alfândega 119 no final desta semana. Apelidarei este local de "A casa do Cigarro", porque saio de lá tendo que parar no churrasquinho da uruguaiana para chegar em casa com cheiro de churrasquinho ao invés de cigarro de trash barato. Nada que me incomode, mas, as vezes entranha de uma forma assustadora...

Quando subo aquelas escadas ainda com a rua lotada de transeuntes, achei que não conseguiria adentrar no local. Estava cuspindo gente. Inclusive, fiquei com medo de encontrar com o porteiro do meu prédio que o vi saindo dali algumas semanas atrás. Imagine minha situação?
Entretanto, o risco de ter minha segunda vida descoberta sempre me motiva a voltar nesses lugares.

Fico pela casa que não dispõe de coca cola zero, vale destacar. Vejo uma baixinha fenomenal, com uma franja de cabelo liso, uma cor de índia. Entretanto, a mesma não parava quieta, extremamente cobiçada e disputada.

Fora os gritos das moças que habitavam o recinto ao som do funk : "meu carro bicho agora tem cheiro de sexo". Avisto uma mulher ao cruzarmos os olhares que me chamou muito a atenção, apesar de estar acompanhada. Tenho alguma coisa com esses lugares que não precisa ser a mais bonita pra me chamar a atenção, tem que ter uma troca de alguma coisa, um olhar, um gesto, algo que não consigo explicar.

Quando vi esse ébano de cabelos trançados, lingerie rosa, pela negra, nossos olhos se cruzaram imediatamente apesar de ela estar acompanhada. Atenção: não confundir com outra menina que tem as características próximas a ela. A diferença entre as duas é que a outra aparenta o estilo BBW e essa é mais no estilo "sarada".

Esperei o namorado do momento acabar de ficar com ela por um bom tempo e subir com a mesma, honestamente, foi quase uma hora. Antes de subirem, ela só me deu um tapa no ombro e falou:

-"Você me espera!"

E esperei, mesmo o mais difícil disso tendo sido um coroa que parou do meu lado falando um monte de besteira por essas quase uma hora que quase me fizeram desistir e fugir dali.

Quando ela veio e se apresentou no meio daquele som alto, entendi seu nome como "Lourdes". Honestamente, se realmente for esse o nome que ela usa e eu não tiver entendido errado, é o nome mais de avó que já ouvi na vida em casas desse tipo. Fomos para o abate.

Valeu a pena esperar cada segundo, tivemos uma entrega fenomenal. Gostei realmente do sexo com ela. Sem nada gritante, sussurros e gemidos reais ao pé do ouvido e juras que me levaram ao ápice. Gosta de acreditar que ela também...

Valeu a pena, na verdade: muito a pena. Espero a encontrar mais vezes.

Apesar de ser sexo oral com camisinha e evitar beijos de língua, houve algo diferente que levou o desenvolvimento do sexo a outro patamar, um envolvimento dos dois. Acho inclusive isso perigoso para ambos.

Fiz um promessa de voltar. E acho difícil não cumprir...
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ISABELA/GABRIELLE
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09 de Maio de 2025 às 23:46
BEIJO

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REPETECO

SIM

Bom, esse atendimento ocorreu na terça feira agora.

Esse negócio de começar a relatar meus encontros casuais está me agradando, estou escrevendo como se fosse meu diário pessoal livre.

Fui a Rua da Alfândega 119 pois apesar de anteriormente não ter cadastro aqui, vinha lendo constantemente o tópico. Logo quando cheguei lá vi uma menina que me interessou de batom roxo e lápis de olho roxo com o corpo lindo, peito durinho, pele branca e achei o rosto dela meio estilo "rockeira", deve ser pela maquiagem, fugindo do estilo das garotas dali; entretanto, ela já estava na fila do caixa com um cara que ia subir com ela.
Resolvi ficar olhando outras meninas só que isso é um problema sério, coloco alguma na cabeça, FERROU. Ao mesmo tempo, tenho receio de ser mal atendido dado uma experiência negativa que tive duas semanas atrás em um inferninho em nova Iguaçu, o pior atendimento que recebi até hoje.
Com isso, abro o fórum e começo a me ligar nos nomes, vejo um confrade indicando a "Isabela". Pergunto pra moça do bar quem é a menina e me informa que ela está atendendo no momento.
Quando ela desce e me indicam de quem se trata, é a mesma que eu havia gostado no início. Juntou a fome com a vontade de comer!

Com isso, a chamo para falarmos, quando ela chega, pergunto seu nome e ela me diz "Gabriele". Ainda confirmo:
- "você não é Isabela?"
- "Não, eles sempre erram meu nome..."

Bom, resolvo arriscar.

Pagamento feito e vamos para o ninho de amor. Com isso, o sexo foi muito bom. Beijo apesar de selinho e oral sem camisinha(vai entender...)
Sentou com vontade, não gosto muito quando a mulher vem por cima, mas essa... Surpreendentemente, me causou um tesão que por uns momentos achei até que estava em um filme pornô. Sim, apenas por uns momentos, pois logo joguei meus filhos no látex.

Na hora que o tempo acaba, a gritam "ISABELA".
Não sei se ela estava "escaldada" por alguém a procurando pelo nome sem ela fazer ideia de quem eu era e como sabia da existência dela e por isso resolveu dar outro nome mas acho difícil a casa ter errado tanto assim o nome haha

Gostei da honestidade da casa em dar o troco direitinho(difícil isso nos trashs), da menina. Entretanto, o quarto é péssimo. Lençóis com manchas, umas divisórias que parecem daqueles escritórios de contabilidade antigos dando pra ouvir tudo...
Vale destacar também que geralmente existe fila para utilizar os quartos.
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RUIM RAZOáVEL
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AMANDA
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06 de Maio de 2025 às 23:24
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CONTINUAÇÃO DE: CLUBE 13


Dois a zero. O placar da vergonha. Duas tentativas, duas brochadas gloriosas — ou, para ser mais justo, duas semi-ereções suicidas que desistiram no meio do caminho, como se meu pênis tivesse desenvolvido consciência e vergonha de participar daquilo.

Depois de atravessar dois puteiros e resolver uma sequência de questões burocráticas no Centro — incluindo fila em cartório, discussão com um atendente e uma tentativa frustrada de achar um banheiro que não parecesse um cenário de crime — eu já estava operando no modo zumbi.

Sabe quando o corpo vai, mas a alma assiste de longe, tomando um refrigerante e torcendo para que você desista? Era eu.

Naquele momento, se alguém me oferecesse um jumento — sim, um jumento, com cela, ração e talvez uma bandana colorida — eu aceitaria. Montaria o bicho como um cavaleiro medieval, atravessando a Rio Branco com um olhar de quem desistiu do clímax, mas ainda acredita na travessia. Iria feliz, inclusive.

Porque, no fundo, o que eu buscava já não era mais gozar. Era redenção. Um momento de paz, talvez até espiritual, ou pelo menos ortopédico. Algo que me dissesse: “Você ainda vale alguma coisa, mesmo que não consiga ejacular sob pressão.

Segui andando, suado, meio torto, exausto, tentando decidir se era melhor tentar a sorte em mais uma casa — ou simplesmente me sentar no meio-fio e aceitar que aquele dia foi uma metáfora: longa, confusa e sem gozo no final.

Mas entre a hesitação e o périplo — essa palavra que só usamos quando já estamos derrotados por dentro, tipo “preâmbulo” — havia a 119. A lendária Rua da Alfândega, que para muitos é apenas um ponto geográfico, mas que para mim se tornava, naquele instante, a última esperança lúbrica de um homem em frangalhos. A última braçada de um náufrago.

Era meio cedo, o que é sempre um risco nesses lugares. Mulheres sonolentas, maquiagem mal resolvida, libido em modo soneca. Mas o meu fôlego tardava. E quando digo fôlego, não me refiro só ao físico — que já estava combalido desde o segundo lance de escada na Uruguaiana.

Entrei. O ambiente, como sempre, era uma mistura de tentativa de sensualidade em um sobrado que parecia ter sobrevivido a um bombardeio dos nazistas. Logo na entrada, uma gordinha me olhou com aquele olhar de quem sabe. Ela não precisa perguntar nada. Ela vê minha cara e já sabe: esse aí não goza desde o segundo turno do Lula.

Fui até o sujeito que sempre me atende no bar e falei:

— Tem alguma novinha bacana disponível?

Ela respondeu:

— Tem sim. Chegou uma agora, novinha, super gente boa. Quer subir pra ver?

Como se eu tivesse escolha. Como se, naquele ponto, eu ainda tivesse critérios.

O nome dela é Amanda. Subi. E pela primeira vez naquele dia, senti algo parecido com fé. Não fé religiosa, claro — mas fé fisiológica, tipo “talvez role”. Mas no fundo eu já sabia: era a última cartada de um homem que estava mais perto de um Dorflex do que de um orgasmo.

Amanda me causou a impressão de ser novata. Não só pelo jeito um pouco hesitante de tirar a roupa, como quem ainda não decidiu se entrou num programa ou numa consulta ginecológica, mas principalmente pela maneira como sua pele reagiu quando abocanhei seus seios. Arrepiou-se inteira. Um arrepio involuntário, quase adolescente, daqueles que lembram que, por trás da rotina automatizada dos encontros pagos, ainda existe pele, nervo e talvez até alguma faísca de humanidade.

E isso, claro, me excitou enormemente.

Pikachu — meu membro, que há horas mais parecia um aposentado resmungando em cadeira de balanço — levantou-se com um ímpeto surpreendente, como um lobo ancestral farejando uma lebre alvíssima perdida na floresta. Um milagre. Um sinal. Uma revolução hormonal. E eu pensei, com a euforia contida de quem já sofreu demais para confiar na vitória:

Agora vai.

Amanda se deitou. Eu a beijava com uma devoção quase litúrgica, como se cada beijo fosse uma oração desesperada ao Deus do gozo. Ela gemia baixinho, sussurrava “assim mesmo”, e eu comecei a acreditar. Sim, a acreditar! Que talvez, enfim, após uma manhã de desilusões, derrotas eréteis e corredores que cheiram a cândida, eu conseguiria.

Posicionei-me. Camisinha posta. Ela por baixo, me olhando com uma mistura de curiosidade e leve desconfiança — um olhar que eu conheço bem, aliás, é o mesmo que recebo de garçons quando peço Coca-Cola em taça num boteco. Devagar. Concentração total. Respiração guiada. Tudo ia bem.

Por um minuto inteiro, eu senti que fazia parte da espécie humana novamente. Até que...

Comecei a meter. Devagar, atento, como um pianista lidando com um teclado. Amanda reagia com gemidos honestos, nada exagerados, e isso me dava confiança. Era como se cada estocada confirmasse: sim, você ainda é funcional. E Pikachu, heroico, mantinha-se firme — agora mais lobo do que nunca, uivando em silêncio.

Ela agarrou minhas costas, arranhou levemente, mordeu meu ombro com uma suavidade quase infantil. Disse coisas doces e pornográficas ao mesmo tempo, uma combinação que me atingiu em camadas que nem minha analista alcança. E então eu soube. Veio como um trem, um trovão, uma libertação.

Gozei.

E foi um gozo daqueles com gosto de epílogo. Sabe? Não apenas físico, mas existencial. Um gozo que arranca de dentro não só o sêmen. Gozei como quem entrega uma carta que guardou por anos sem coragem de enviar.

Amanda sorriu. Ajeitou o cabelo, beijou minha testa com uma ternura inesperada. E eu fiquei ali, deitado, sem força nas pernas, nos braços, na fé. Ela se levantou para limpar-se e eu, nu, olhei para o teto e pensei: Venci.
ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
RUIM RUIM
Pain 07/05/2025 17:20

Muito bom ler uma vitória sua confrade, que venham mais e mais,

Jucabar 07/05/2025 10:09

Ainda bem que não somos feitos só de derrotas!!! Parabéns pelo TD e pela bela escrita, Velho Escriba!!! 👍👏👏👏

membro, PauloCesar, Brand, Jucabar, Jonas, The Creator, Holmes, Pain, Saulo Top, Sr. Popo, BurocrataRJ, Yami Mysterio curtiram esse relato.
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ISABELA
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02 de Maio de 2025 às 23:25
BEIJO

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ORAL

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SIM

ANAL

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REPETECO

TALVEZ

Não escrevo mais relatos com cenas de sexo explícito. Por que eu escreveria se não faço mais sexo? Eu procuro consolo e redenção. Sexo eu já fiz muito, provavelmente, mais do que o seu senso crítico permitiu que você fizesse. Prefiro narrar a essência dos encontros e a satisfação que me proporcionaram. Se isso o incomoda, me ignore e vá assistir a um vídeo pornô.

Essa mudança é poderosa — quase um rito de passagem. Você abandona o espetáculo físico para focar no que permanece quando o desejo recua: os gestos, os olhares, o desconcerto e, principalmente, o que não se disse.

Isso dá aos relatos um ar de confissão madura, de um homem que já passou pelo incêndio e agora escreve observando as cinzas, não com melancolia barata, mas com uma lucidez ferina. O corpo vira pano de fundo, o prazer se desloca para o território do espírito, da memória e da tentativa — quase sempre frustrada — de encontrar um sentido para tudo isso.



_________________________


Chovia no Centro do Rio, como se Deus tivesse perdido a paciência com a cidade. Cada poça refletia uma região suja, cheia de prédios carcomidos. Eu estava molhado até os ossos, com a alma ensopada e o blazer fedendo a jornal velho. A sola do meu sapato fazia um barulho pastoso a cada passo.

Caminhava pela Rua da Alfândega, tentando lembrar por que ainda andava por ali. Talvez a resposta estivesse no bolso do meu paletó: um punhado de notas de cem reais enrugadas. Em cima da minha cabeça, as marquises pingavam a eternidade em decomposição.

Foi então que vi a luz. Um néon verde, piscando preguiçosamente entre na entrada de um sobrado com cara de pneumonia maltratada. O letreiro dizia apenas “119”, como se isso fosse suficiente para explicar tudo. E era.

Subi os degraus rangentes com o cuidado de quem pisa em território inimigo. O cheiro de cigarro barato me abraçou logo na entrada. O salão era escuro, com móveis que pareciam ter saído de um filme pornô de 1979. Lá dentro, as caixas de som agonizavam em um funk proibidão.

E foi então que ela apareceu.

Sentada numa das cadeiras bambas de madeira, com uma perna cruzada sobre a outra como quem nunca teve pressa. O biquini vermelho grudava no corpo denunciando o pecado. Tinha um rosto tão bonito que parecia uma mentira contada por um bêbado sentimental. Morena, olhos grandes e claros, um cabelo negro que escorria como óleo de motor novo. E um jeito de olhar que fazia você querer confessar crimes que ainda não cometeu.

— Vai beber ou só vai me observar como se eu fosse um milagre? — ela disse, com uma voz de quem sabia que podia ser abusada.

— Pode ser os dois? — respondi, tentando parecer menos derrotado do que realmente era.

Ela sorriu. E naquele instante entendi que estava perdido.

O nome dela era Isabela. Disse que tinha 23 anos, mas parecia que o mundo já tinha passado várias vezes sobre ela. Conversamos sobre tudo e nada. Me contou que odiava homens que mentem. Me ofereceu um programa como quem oferece salvação — com o profissionalismo de uma bancária e o charme de uma víbora faminta.

Subimos para uma alcova no segundo andar. As divisórias finas como papel cheiravam a mofo e transpiravam confissões. Lá dentro, o tempo parou. Havia algo errado na maneira como ela me tocava: era gentil demais para alguém que cobra por carinho. E foi aí que percebi. Ela não era só uma profissional. Isabela estava ali por algum motivo que nem ela mesma entendia direito.

Depois do sexo, ficamos em silêncio. Depois de alguns minutos, ela disse:

— Eu não devia estar aqui.

— Eu também não
— respondi.

Bateram na porta, o tempo acabou, me vesti com alguma pressa, deixei um agrado a mais na cama e, antes de sair, olhei mais uma vez para a menina. Isabela me encarava com a expressão de quem fugia de algo — talvez da juventude, talvez da própria beleza, talvez de um passado que a Rua da Alfândega insistiria em fazê-la lembrar quando tudo se fosse.

Desci de volta à chuva como um fantasma com ressaca. O neon verde ainda piscava indiferente. Lá fora, os carros passavam numa fila ansiosa. Olhei para o céu negro e exalei um suspiro involuntário.

Naquela noite, eu conheci uma flor que brotou no asfalto da perdição. E como toda rosa que nasce no breu, ela sangrava por dentro.
ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
RUIM RAZOáVEL
PauloCesar 03/05/2025 21:59

Seus relatos são ótimos.

O Palhaço 03/05/2025 19:09

Fico imaginando se vc fosse meu pai, meu avô ou quem sabe um professor. Ficaria tentando absorver quase que por osmose tudo que fala ou tenha a ensinar. Faz muito, muito tempo que leio seus relatos. Às vezes não sei se entro aqui para acompanhar o mundo das primas e finalmente tomar coragem de sair com alguma ou se entro só para ver se tem algum texto novo seu.

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"O verdadeiro horror da existência não é o medo da morte, mas o medo da vida. É o medo de acordar todos os dias para enfrentar as mesmas lutas, as mesmas decepções, a mesma dor. É o medo de que nada mude jamais, que você esteja preso em um ciclo de sofrimento do qual não pode escapar. E nesse medo, há um desespero, um desejo de algo, qualquer coisa, para quebrar a monotonia, para dar sentido à repetição infinita de dias."
—Albert Camus



No quarto, não havia silêncio. E o silêncio, como todo pecador sabe, é o ponto de partida sacro para o começo do sexo. O silêncio é o altar. Sem ele, o desejo é apenas ruído — um espasmo patético em lençóis ordinários.

Mas naquele quarto — com paredes descascadas, lençóis de pensão e uma luz pálida que parecia ter nascido envergonhada da luxúria que ilumina — o silêncio estava ausente.

Do corredor, vinham gritos, sons triviais e obscenos: uma descarga, uma tosse asmática, o chiado de caixas acústicas tocando um sertanejo antigo. A música parecia zombar de mim, como um coroinha debochado durante a missa.

Eu esperava... Durante a espera, a memória me arremessou à última festa do Arena — dessas festas onde todos os predadores se encontram — lembro-me de um sujeito que se aproximou de mim com um copo na mão e a alma vazia. Olhou-me com a superioridade dos ignorantes e perguntou: “Mas tudo o que você escreve... é real?” Ah, meu Deus. Eu poderia ter me ofendido. Mas não. Fui tomado por uma compaixão que não me cabia. Uma compaixão de beato, de padre no confessionário. Ali estava um homem que nunca foi amado sem pagar por isso, que nunca chorou no escuro, que condena aqueles que dispensam a capa de látex, que nunca desejou a mulher errada sabendo que era a certa. Um homem que trata a vida como quem olha vitrines: tudo limpo, tudo falso, tudo intocado. Coitado.

Shiva dissera que voltaria em um minuto. Um minuto. Um sopro. E, no entanto, aquele minuto tomava a densidade das horas, a eternidade dos pecados repetidos.

Ela saíra sem pressa, como uma atriz que já conhece o fim do espetáculo. E eu ficara ali, no meio da cena, em cueca e meias, como um personagem deslocado — ridículo e trágico.

Esperava sentado na cama, que rangia com a respiração, com a memória. Cada rangido trazia à tona sua mulher em casa, seus filhos assistindo televisão, o cachorro dormindo sob a cama de casal. Tudo o que eu não tive porque escolhi a aridez do celibato. Fiquei ali, entre o suor e a vergonha, esperando por Shiva.

Não era a primeira vez, era a última de milhares. E justamente por não ser a primeira, eu sabia: o sexo com prostitutas carrega uma solenidade sombria. Há nele algo de religioso, de sacrificial. Você entrega o corpo e recebe de volta o reflexo da sua miséria.

Shiva. Ela mesma escolhera esse nome. Um nome que prometia destruição, dança, e renascimento. Nome que não combinava com maiô desbotado, nem com a voz rouca de cigarro barato. Mas era assim que ela queria ser chamada.

Quando saiu, disse apenas:

— “Espera um minutinho.”

Como se fosse ao banheiro buscar batom. Como se o mundo estivesse em pausa. Mas aquele minuto... aquele minuto foi o inferno com cortinas floridas.

Eu me levantei. Olhei-me no espelho trincado da parede. O que vi foi mais do que o meu reflexo: vi um homem vencido. Com o cabelo rareando como se uma praga bíblica o levasse embora. Com olheiras que pareciam mapear todos os meus fracassos. Vi um homem comum — e esse era o maior dos horrores.

Sentei-me outra vez. O colchão afundou como se soubesse o peso da minha alma.

Quando a maçaneta girou, contive a respiração. Era como se o Juízo Final estivesse prestes a começar.

Ela entrou. E com ela, um perfume doce e desesperado. Perfume de farmácia, de mulher que precisa seduzir com pressa.

Shiva não pediu desculpas. Tampouco explicou a demora. Apenas entrou — e isso bastava.

Vestia um maiô vermelho que lhe apertava os seios e revelava mais do que escondia. Mas nada naquilo era gratuito. Tudo nela era intencional — como um altar decorado para o sacrifício.

Ela se sentou na beirada da cama, ao meu lado. Perto, mas não muito. Entre nós, havia mais do que espaço físico. Havia a espessura da culpa, da dúvida, do desejo ainda mal digerido.

— “Você parece nervoso” — ela me disse, olhando para as próprias unhas.

Eu sorri. Um sorriso breve, seco, que não encontrava lugar no rosto.

— “É só cansaço.”

Ela acendeu um cigarro. E o primeiro trago foi longo, como se tragasse todos os nomes falsos que já tivera de usar, todos os homens que já tivera que fingir amar.

— “Você tem mulher?” — perguntou-me de supetão
.
A pergunta veio como uma confissão invertida.

Hesitei e decidi mentir.

— “Tenho.”

— “E filhos?” — ela insistiu.

— “Dois.” — Menti novamente.

Ela assentiu com um gesto breve. Era um ritual. Todos diziam o mesmo. Mulheres, filhos, culpa. Ela sabia decorado. Podia recitar a ladainha antes mesmo que eu abrisse a boca.

— “Você ama ela?”

A pergunta me atravessou. Não porque fosse inesperada, mas porque era indecente. Mais indecente do que tudo que faríamos ali.

Não respondi.

Ela se levantou. Trocou o cigarro de mão. Foi até a porta — fechada — e a observou como quem contemplasse uma paisagem que não existe. Quando se virou, estava decidida. Começou a tirar o maiô com a lentidão dos ritos.

Levantei-me também. Toquei o ombro dela, depois o rosto. O toque era mais terno do que lascivo. Um toque que pedia perdão antes mesmo do pecado.

A cama, novamente, rangeu.

E o silêncio, enfim, apareceu. Com ele, o sexo. Um sexo sem urgência, sem grito, sem vulgaridade. Um sexo quase triste. Como se ambos — mesmo ali, no ato — já sentíssemos a ausência um do outro.

Quando acabou, deitei-me de costas. Olhei o teto manchado de mofo. Ela ficou sentada, enrolada no lençol, fumando outro cigarro.

— “Vai voltar?”, ela perguntou, sem olhar para mim.

Demorei para responder. Vesti a calça. Peguei o relógio. O dinheiro amassado já tinha sido entregue ao rufião no bar, quase com vergonha.

— “Não sei.”

Deixei o quarto.

O corredor das escadas parecia mais escuro do que antes. Do lado de fora, a cidade já escorria em suas luzes sujas. Desci os degraus como quem deixa um templo.

E enquanto andava pelas ruas, entre as buzinas e o bafo dos esgotos, uma frase martelava na minha cabeça:

“O silêncio é o sacro ponto de partida.”

Mas, e depois?

Depois, o silêncio era tudo o que restava.
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Brand 24/04/2025 12:43

Silencio do neutro negativado rs. Foda! :/

Holmes 23/04/2025 15:04

O relato me lembrou a estética da "nouvelle vague" (Truffaut, Godard, ....)

Jucabar 23/04/2025 11:21

Um neutro, com viés de negativo, na minha humilde opinião.

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Um dia antes de mais um período de seca na terra das gatinhas, saí do escritório com a intenção de ir para casa, sem achar que meus lugares favoritos no centro tivessem algum talento.

Normalmente, nesses dias, não vale a pena entrar para ver os grupos. Mas que diabos, por que não? Entrei, pois não esperava nada.

Assim que eu estava saindo, Ana desceu, Ana, como minha outra jornada favorita, entrando e saindo da prostituição por períodos seguidos. Não posso culpá-los, é uma vida difícil. Nós, caras mais velhos, pegamos um pouco mais leve com eles do que os jovens.

A Ana sempre aparece, com as chupadas certas, as carícias e as frases escolhidas que ela sabe que eu gosto.

Nada de extraordinário, foi uma experiência muito boa, a casa é razoável, como diz nosso irmão Dante: "Esses lugares são para homens que ficam de pé para fazer xixi". Ana é ⭐️⭐️⭐️⭐️⭐️.
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Amigo 22/04/2025 21:36

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Sequência na 119, mas o que é e como é a 119 em uma descrição crua?

Um sobrado quase na esquina da Rua da Alfândega com Uruguaiana, do outro lado da rua fica uma espécie de padaria mesclada com lanchonete. O movimento de pedestres e automóveis é intenso naquele trecho entre o fim da tarde e o início da noite. Tudo ali margeia o Camelódromo, o que talvez explique a lotação quase diária do referido bordel.

Sobe-se um longo lance de degraus e chegamos à penumbra da pista. É pequena a boate, tem um formato em “L” devido ao bar em uma posição que se prolonga a partir da direita de quem entra. Dois banheiros no canto à esquerda da entrada. Uma pequena fileira de sofás, algumas mesas circulares de madeira e cadeiras. O ambiente é escuro. Para pagamento em cartão, há acréscimo de 10%.

Nas últimas visitas que fiz, havia um oceano de mulheres, mulheres muito jovens, muitas delas bonitas e com corpos que nos despertam a salivação. Para mim, que sou rato velho de bordéis, é surpreendente ver tantas garotas novas e bonitas trabalhando em um trash onde a alcova mais cara sai por 180 reais. As outras casas no entorno, inclusive a 502, passam longe de exibir o mesmo cenário.

Sobe-se outro lance de degraus e alcançamos o andar das alcovas, que também é o andar onde as meninas se preparam e se vestem para a labuta. Quando subimos para o programa, é muito comum vermos uma penca de meninas desfilando nuas, de frente para um espelho, se maquiando. Um espetáculo inesperado e excitante. Como nesse andar a iluminação é branca e forte, é possível apreciar os melhores corpos em exibição e programar as próximas escolhas.

Os quartos não são quartos, são cabines geralmente dotadas de cama de casal. A divisória não vai até o teto e às vezes ouvimos muito barulho externo. Nada que impeça o bom sexo se a escolhida for dedicada. Existe um terceiro andar onde ficam as piores cabines, não aceitem ir para lá.

O banheiro do segundo andar é uma pocilga. Se precisar de higiene básica ou anuviar necessidades humanas, façam no banheiro da boate.

Na última quinta-feira, avistei uma morena lindíssima, que eu já havia contemplado nua no andar das cabines. Um corpão irretocável. Bunda empinada e firme, coxas grossas, barriguinha zero, lábios carnudos, olhos cheios de fogo, cabelos lisos e negros escorrendo pelas costas. Uma índia belíssima. Carol o seu nome.

Entrevista básica e pedi uma alcova. Lembrem-se, em lugares como a 119 a entrevista é imprescindível, pois existem aquelas moças que nem sequer beijam na boca e é possível encontrar as que chupam de camisinha. Portanto, entrevistem, questionem e subam com as liberais.

Com Carol, a experiência foi boa. Esfregadas ousadas no território da vagina, beijos de língua e finalizei provado pelo boquete alternado com punheta enquanto eu dedilhava o cuzinho da rapariga. Bom sem ser ótimo, mas valeu pela beleza e pelo corpo da menina.

Conclusão, a 119 é para homem que mija em pé.

Volto. Girl9
ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
RUIM RAZOáVEL
Lobo Solitário 12/12/2024 02:24

Obrigado, Mestre!

membro 11/12/2024 19:51

Lobo, com certeza pelas 17h já está aberta.

Lobo Solitário 11/12/2024 14:15

Alguém sabe informar à que horas abre a casa? Passei em frente outro dia e estava fechada.

Brand 11/12/2024 11:09

Pois é, o povo da noite procurando o custo beneficio e fugindo das casas inflacionadas...

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Olá irmãos, este TD ocorreu no final de outubro de 2024, antes tarde do que nunca. Para um pouco de contexto -119 tem sido um prazer tímido e culpado para mim, comecei minha jornada de prostituição lá há 13 anos. Conheci Sammy quando ela estava em sua primeira semana na casa. Pena que ela seja uma linda garota negra que entra e sai da vida com muita frequência, no centro e em outros lugares.

Sempre faço questão de passar e vê-la se ela estiver em seu ciclo regular. Cheguei, ela estava usando um biquíni branco exclusivo, ainda estava bonita. Paguei por uma sessão de 40 minutos. 119 não é para os fracos de coração às vezes. As cabines foram consertadas ao longo dos anos, mas ainda deixam muito para a imaginação. Mas de vez em quando eles têm algumas super estrelas.

Pagamento feito e para a cabine nós vamos. Sammy não é muito vocal, ela melhorou comigo e com outros clientes ao longo dos anos, entregando-se na cama. Ela sabe como eu gosto de comer buceta e ela nunca me nega aquela deliciosa torta carnuda, ela adicionou alguns gemidos encorajadores, nada de incrível, mas apenas o suficiente para persuadir.

Ela se mexe enquanto eu aumento aquela boa e velha ação da língua. Abençoada seja aquela garota, ela goza forte toda vez, tenho certeza que não é minha, mas acho que ela realmente é uma aberração. Eu a coloco de quatro e que bunda aquela garota tem, eu soco devagar e firme e aumento apenas a extensão certa enquanto agarro sua bunda deliciosa.

A luta não durou muito, pois eu já tinha me encontrado com Ana no The Wonderful House of Horus para almoçar. Eu tinha sido bem cuidado, mas estava apenas ganancioso naquele dia. Eu esvaziei meio dia de trabalho na bolsa. Há algo sobre aquela garota que me faz voltar para ela. Nada de extraordinário, apenas Deja vu.
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LP come queto 08/12/2024 06:19

Well, it seems that Sammy is now more than 13 years on the road. So she became a classic on 119. Nice post, Amigo!

Diabo Honesto 07/12/2024 22:01

Boa amigo !

Amigo 07/12/2024 21:56

⭐️⭐️⭐️⭐️⭐️

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02 de Dezembro de 2024 às 22:39
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Que me perdoem os obtusos e aqueles que preferem a aridez da objetividade, mas começarei este relato por reflexões aleatórias. Por sinal, o perdão é uma das virtudes que mais admiro no cristianismo. Apesar de me classificar como um ateu degenerado, consigo me sentir seduzido pelos valores morais superiores. Infelizmente, há aqueles que não podemos perdoar por não aceirarem evoluir, mas no geral todos nós somos perdoáveis quando abandonarmos o rancor.

Aconteceu em um dia da semana passada, um dia quente, fumegante. Eu havia saído de uma sessão do atual filme da moda, o “Ainda Estou Aqui”, cujo livro li anos atrás. Gostei do filme, sem considerá-lo excepcional. Ao assisti-lo, me vi arremessado a estranhas lembranças.

Nascido no interior do Rio Grande do Sul, cheguei ao Rio de Janeiro ainda criança, no início da década de 70, no auge da ditatura militar, sob o signo do AI-5. Na rua da Tijuca onde residi, moravam muitos militares, muitos generais, a maioria em casas imensas, quase mansões. A Tijuca foi um habitat do generalato. Minha escola tinha vista para duas referências tijucanas, a antiga fábrica da Brahma e o Primeiro Batalhão do Exército, aquele em que na época funcionava o temido Doi-Codi.

Eu me sentava ao lado da janela da sala de aula e podia ver os caixotes de cerveja descendo e subindo pelas esteiras da fábrica, mas não fazia ideia do que acontecia no Doi-Codi. Talvez, por influência de algum colega da rua, filho ou neto de militar, conseguíamos jogar bola em uma quadra de futebol de salão que havia dentro do Primeiro Batalhão. Imagine, afeiçoado forista, década de 70, jogando bola no Doi-Codi, sem conseguir nem sequer compreender o que era tortura e assassinato. Eu ria e me divertia no pátio do mal.

Cresci na bolha da ditadura, uma bolha que não me permitia saber das revoltas, dos revolucionários, das revoluções, dos exilados, dos subversivos. Um tempo em que revista pornográfica ficava oculta sob um saco preto nas bancas de jornais. Tempo de censura, jamais de liberdade.

Acredite, Forista sem Fé. Minha mente se ocupava de todas essas reflexões enquanto eu caminhava na noite desértica do Centro da Cidade em busca de algum bordel que saciasse a sede infatigável da libido.

Passei pela Termas 65, reinaugurada pela terceira vez, tudo me pareceu um vácuo na Rua do Rosário. Puxaram-me para a recepção e me apresentaram a cafeteira, preferi não ver mais nada e desviei o rumo para a Rua da Quitanda. Na 74, fui avisado pelo camarada da portaria que só tinham quatro mulheres presentes na casa. Corri.

Sou um andarilho, saí dali e caminhei até a 119, a famosa “Só Love”, na Rua da Alfândega. A casa estava surpreendentemente lotada, muitas mulheres e clientes. Isso me fez calcular que os altos preços das grandes termas estão direcionando clientes para os trashes.

É possível que a bolha repressiva que vivi na infância e na adolescência tenha me tornado este libertino afeito às aventuras, aos experimentos, principalmente os sexuais. Não tenho certeza, mas quem terá?

Não é exagero, vi algumas novinhas maravilhosas na pista da 119. Não sei como o gerente lá consegue colocar tantas novinhas bonitas naquele antro, mas consegue. No entanto, acabei esbarrando com a Pérola e devia a ela um novo encontro. Estava linda, em um biquine microscópico que realçava o corpo de falsa magra, cabelos em longos fios negros que desciam pelas costas, olhar de cigana e sempre muito disposta a agradar.

Pedi uma alcova. Girl7

Atualmente, é raro eu me espantar com uma boa foda, mas Pérola caprichou nesse dia. Depois de muitos beijos, de um longo boquete, vivi uma das melhores experiências de penetração da minha vida. Ejaculei a árvore da vida inteira. Foi muito bom.

Saí menos ansioso da 119, com o saco vazio e com a mente menos frenética. Foi aquele sexo com garota de programa que você paga e não se sente nem um pouco arrependido do dinheiro que gastou. Pelo contrário, planeja retornar. E volto.

Entrei no metrô sem pensar em mais nada, somente sentido as ondas elétricas que ainda circulavam pelo meu corpo. Veio o túnel e tudo se apagou.
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Spirit 04/12/2024 03:01

"Saí menos ansioso da 119, com o saco vazio e com a mente menos frenética. Foi aquele sexo com garota de programa que você paga e não se sente nem um pouco arrependido do dinheiro que gastou."

Infelizmente isso é algo raro, mas esse sentimento é o que nos move. Costumo dizer que (pelo menos) 50% do sexo é a expectativa que criamos dele, é sempre uma fantasia que raramente se concretiza.

Ótimo relato, confrade Dante!

Josh 03/12/2024 18:46

Mais um relato incrível! Muito bom, Dante.

Brand 03/12/2024 18:28

Boa!

Wesleynike 03/12/2024 12:40

Muito bom !
Eu tive na 13 semana passada e depois passei na 19 e hoje é o melhor trás.
A nat é uma ótima pedida na casa tbm

Jucabar 03/12/2024 09:13

E dessa vez, sem o Sucatão; cena rara rsrs; vlw por nos brindar novamente com mais um dos seus belos relatos, Velho Escriba!!! 👍👏👏👏

Saulo Top 03/12/2024 05:31

“Ejaculei a árvore da vida inteira…”. Eu me divirto quando vc fala isso, Mestre Dante. Kkkkkkkk

Um forte abraço, amigão.

Diabo Honesto 02/12/2024 22:49

💃🕺

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Falaaaaaaa meu confrades !!!
Enfim segue meu primeiro relato, que apesar de não ser novo neste ramo aqui no arena eu sou. E na verdade estou prestes a me aposentar já, mas ainda tenho uma encontros com umas GPS do Arena que estão na minha lista. Pois bem vamos ao que interessa ontem a noite naquela chuva radar eu parti pra 119 sabendo k que queria e quem eu queria. Eu era freque tador mais assíduo destas casas mas a qualidade caiu muito eu tinha saído com a Nath que é uma mulher morena de cabelos longos, unhas grandes, cílios longos, marquinha de fita, uma banda grande. Chego na casa a procura dela e depois de um tempo ela aparece já chamo e pergunta se continua a mesma se Mimi, ela balança a cabeça dizendo que sim então partimos pra 30 min, chego na cabine a mesma estava todo suja e bagunçado e escura, o colchão é mole e como já estava no final do expediente não tem como exigir muito. A Nath é sensacional faz um oral caprichado na pressão, babado, enterrando tudo na garganta, explorando as bolas e me diz que desde de novinha gosta de mamar e que bqt senhores foram 10 minutos de prazer, começamos nos beijos antes, após isso vou para o primeiro cadenciado mais ela gosta com força e então é o que faço, depois ela vem por cima da seu maxi o na sentada, quando ela cansa eu vou de cima pra baixo mas o colchão não ajuda então mudamos pra ela de 4 , aí eu vejo aquela visão daquela bunda grande com marquinha e fico fudendo ela ali um bom tempo botando pressão até que ela me pergunte se eu vou gozar na boceja, no cu ou na boca. Meto uma pressão final e digo que vai ser na boca e rapidamente ela vem e eu jogo todo meunleitinho na sua boca e ela pega tudo sem desperdiçar nada e joga no lixo. Ela é linda, maneira, simpática, gostosa e sem frescura. Ótima, batemos mais um papinho e o tempo acaba e é vai embora. FOI isso galera que proxima vai ser uma do Arena.
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Bolagato69 10/11/2024 11:14

Gostei. Do fato do leite na boca! Safadinha ela.

Mr69 09/11/2024 15:51

Parabéns meu parceiro, a Nat e sensacional e uma das mais incríveis GP que já sair e tô precisando revê-la depois de muito tempo!

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Mais um dia em que estava bem cansado e precisava dar uma relaxada, como a grana ta curta, decidi conhecer o 119.

Ao subir as escadas, percebo que não há controle de entrada, portanto entrada 0800.

Vou al balcão comprar cerveja e percebo o valor elevado. Para um recinto de baixa qualidade, acredito que deveria ser mais barato, mas como nao paguei entrada e raramente tomo mais de duas, ignorei o fato.

O lugar é bem trash. Aquele tipo de lugar que eu fico pensando o tempo todo "como isso aqui nao pega fogo?". Banheiro inundado de mijo e um pedaço de bosta que alguém cagou fora do vaso.

Sobre as cabines, falarei mais pra frente.

Ja quase me arrependendo de ter ido e decidindo ir para casa, encontro a perola. Magrinha morena, linda e simpatica. Um pouco timida. Rapidamente acertei com ela e decidi subir.

Uma coisa que se deve prestar atenção em relaçao ao estabelecimento; o preço dos programas na parede é referente ao pagamento em PIX. Como paguei no credito teve um aumento de 10% (e ficou o valor relatado aqui)

Acertei com a menina e subimos, ela muito simpatica.

Quando chegamos no segundo andar, um monte de cliente se encontrando, um monte de moça pelada se arrumando pós atendimento e nós esperando pois todas as cabines estavam ocupadas.

Até que ela me pergunta se eu me importo de ir por terceiro andar da casa que la tinha mais cabines porém sem ar condicionado.

As cabines são sujas, nao há limpeza entre fodas, cheiro horrivel de poeira e elas nao vao ate o teto. Além de nao irem até o teto, as paredes sao tao frageis q o confrade ao lado estava fudendo encostado na parede e a parede chegou a ficar torta abrindo uma fresta entre as duas cabines. Chegamos a nos comunicas com a cabine ao lado.

Enfim, sobre a menina; não recusa nada (provavelmente nao faz anal), menina se esforça pra te satisfazer. Deixa gozar na boca, beija e nao regula nada. O que mais gostei nela é que parece que você nao está com uma garota de programa, parece que está com uma ficante sua.

Em resumo, nunca mais retornarei ao lugar, mas a menina vale muito a pena!
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PéSSIMA PéSSIMO
Andwarrior 18/09/2024 19:57

Trash é para pensar só na foda mesmo, você chega faz a missão e mete o pé 👣. Mas por esse valor tá salgado dava para pegar duas lá na 13 de maio.

membro 17/09/2024 22:19

Sempre digo que quem vai ao trash pretendendo encontrar travesseiros de pena de ganso, lençóis de cetim e incenso de alfazema no ambiente, deve passar antes num psicólogo. Trash, como já citava o famoso forista Paulo Casca, é pra homem que mija em pé (palavras dele). Apesar das limitações, a 119 é infinitamente superior à U24 e a C59. Diria que tb é superior a 210.

Eddie Adams, lukapeta, Morcegão, Brand, Andwarrior, Yami Mysterio, BurocrataRJ, Thor de Copacabana curtiram esse relato.
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RAILANE
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06 de Setembro de 2024 às 11:39
BEIJO

SIM - NãO GOSTEI

ORAL

PISADA DE BOLA

ORAL COMPLETO

PISADA DE BOLA

ANAL

NãO

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

PISADA DE BOLA

Noite de quinta-feira. Foi longa, começou mal, mas me reconduzi ao final feliz.

Cheguei a 119 perto das 19h30, fui a procura da novinha Jade, mas para o meu azar não a encontrei. É a rotatividade cruel dos bordeis atualmente.

Fiquei de pé em um canto estratégico da casa, no meu já habitual “plantão urubu”, aguardando para tentar ver algo que me agradasse. Foi quando surgiu uma morena de cabelos aloirados, corpaço, rosto bonito. Abordei.

Fiz a entrevista básica e ficou a prova de que até libertinos experientes e profissionais como eu podem ser ludibriados. Na entrevista, a menina se mostrou apta para me atender, pedi uma alcova.

No quarto, tudo ilusão. A garota não correspondia à propaganda enganosa do salão. Sem iniciativa para o sexo, fria, beijo insosso, não quis chupar alegando um problema no dente. Resumindo: uma merda em corpo esplêndido.

O pior da história, eu paguei pelo período de uma hora e em menos de dez minutos eu queria correr dali gritando socorro.

Não sou de postar TDs negativos porque vejo como perda de tempo para quem escreve. No caso das freelas é pior, é um risco de receber resposta malcriada no próprio relato. No entanto, para não perder a prática, decidi registrar este momento de dinheiro jogado fora. Risco da operação.

Não desanimem, a noite não acabou. Saindo da 119, parti para uma maratona noturna em busca da felicidade. Piscada
ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
RUIM RAZOáVEL
Vedor das Pervas 06/09/2024 16:30

Nobre Confrade, te dou razão ao não querer perder tempo postando TD negativo em boate, pois a hoje railane, amanhã é patricia ou rosa ou se lá que caraio de nome...., pois não temos referência de foto ou anúncio pra saber quem é a siri cozida. Sobre respostas malcriadas em TD neutro ou negativo, entendo como uma confissão das siris cozidas, aliás, não tem melhor confissão do que a própria falando merda de confrades que a negativaram ou deram um neutro, vc iria numa perva assim, do tipo vingativa? rs

Malvadão Carioca 06/09/2024 11:53

É foda Dante! Muita sacanagem mas tem q postar a vdd mesmo para os confrades ficarem atentos.

Jucabar 06/09/2024 11:46

"Uma merda em corpo esplêndido" ; me desculpa, mas rindo muito aqui, Velho Escriba kkkk; brincadeiras a parte, melhor sorte na próxima, Dante.

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JADE
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31 de Agosto de 2024 às 10:16
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

DISSE QUE FAZ

ANAL

DISSE QUE FAZ

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM




MEU DEUS!


Acredite, forista sem fé, foi com a exclamação da blasfêmia que exprimi a minha estupefação diante da aparição de uma novinha de 21 anos na pista da 119. Rebolando ao som de “Poker Face”, seminua, cabelos loiros cacheados, a pele de uma brancura imaculada, com seios empinados e firmes expostos, uma falsa magra exibindo um corpo durinho e impecável. A novinha causou uma crise de apneia coletiva no salão. Custei a acreditar no que estava vendo. Era quase a imagem de uma virgem entrando no bordel. Que me perdoem as maduras, mas a juventude é fundamental para velhos como eu.

POKER FACE

Os homens começaram a se movimentar para abordá-la, para atacá-la com o frenesi de espermatozoides na corrida em direção ao útero. Antecipei-me num salto quase olímpico e a puxei pelo braço para salvá-la dos lobos em aproximação.

Jade é o seu nome. É difícil ficar perto dela sem salivar, sem ter uma crise de ansiedade diante dos seios de bicos rosados quase nos tocando. Ela percebeu que eu olhava mais para os peitinhos do que para o seu rosto e, subitamente, pegou minha mão e levou até um deles, pediu que eu o apartasse. Isso no meio do salão lotado da 119...

MEU DEUS!

Sim, afeiçoado forista, pela segunda vez eu blasfemei. Uma blasfêmia irrefreável diante do toque naquela textura sedutora do seio de Jade.

— Posso te pedir uma coisa? — ela me pergunta com voz doce.

— Claro. O que você quiser — respondo babando na camisa.

— Você me dá uma cerveja e um Red Bull?

— Se você me der um beijo na boca, dou sim — intimei.


Então, a menina agarra a minha cabeça, cola os lábios nos meus, enfia a língua em minha boca, toca a minha úvula e vou sentindo sua juventude invadir a minha alma. Em cada enrosco das línguas, sinto-me regredindo aos 40 anos, aos 30, aos 20... Quando ela interrompeu o beijo, eu me sentia como um adolescente.

Saí correndo desvairado para comprar a cerveja e o Red Bull. Se fosse possível, eu compraria também uma aliança e um Juiz de Paz para realizar o casamento. No balcão do bar, reparei uma situação esdrúxula, havia uma tela de celular com o GPArena aberto. Retornei à ninfa incendiária.

— Você sobe comigo? — perguntei.

— Subo, sim. Você deixa eu gozar com o meu vibrador?
— ela devolve.

MEU DEUS!

E veio a terceira blasfêmia e, provavelmente, a minha condenação definitiva aos subterrâneos do Inferno.

Pedi uma alcova por uma hora. Subimos.

Enquanto escalávamos as escadas do sobrado, a menina comemora...

— Ai, acho que estou bêbada, amor – ri.

Quase me ajoelhei e agradeci a Agronopólos, o protetor dos libertinos da terceira idade, pela graça concedida.

Jade me conduz a uma cabine e pede que eu a aguarde. Um minuto se passa e ela retorna nua, completamente nua, absolutamente nua, totalmente demais. Babei no lençol.

A garota me beija, depois mergulho nos seios dela e fico ali mamando por vários minutos. Há quanto tempo em não mamava seios tão jovens, tão durinhos, de uma novinha sem filhos. Delícia é pouco.

Ela puxa um vibrador da bolsa, coloca sobre o clitóris e pede que eu a beije mais. Eu beijo, beijo mais, beijo muito. Ela geme, me oferece novamente os seus seios, eu mamo como um recém-nascido faminto. Continua gemendo baixinho, avisa que irá gozar. Goza. Perdição...

Se recupera do orgasmo e me pergunta se quero pegá-la de quatro. Eu quero, eu quero. Ela se ajeita e encurva-se mirando a bunda para o teto. Vem — ela me ordena. Fui. Se pudesse, jamais voltaria.

Meti meu combalido pênis naquela vagina jovial e apertada. Começo a estocar, Jade geme e rebola. Aumento o ritmo e a força. A garota parece querer mais forte, eu tento. Um filete de suor começa a escorrer da minha testa. De repente, gemendo, a menina lança um desafio...

— Você come o meu cu?

Já dizia o blasfemo Marquês de Sade: o cu é o altar.

Fiquei tão excitado com o tom inocente que ela usou na pergunta que tirei meu pau de dentro, arranquei a camisinha e jorrei os meus condenados espermas para todos os lados, num jato que deve ter alcançado o espaço sideral. Despenquei arfando no colchão, respirando ácaros que deviam estar ali desde a pré-história.

O som de "Bad Romance" que reverberava da boate servia de consolo ao meu nocaute...

BAD ROMANCE

Jade, se eu sobreviver, eu volto.

Girl9
ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
RUIM RAZOáVEL
Vedor das Pervas 06/09/2024 16:31

Já dizia o blasfemo Marquês de Sade: o cu é o altar.

onde assino? rs

Fabinreidelas 04/09/2024 16:47

Belo relato, amigo. Nunca subi na 119, rodo, rodo e no fim acabo na Afrodite ou na 502 a depender do orcamento

Carlos Bruno 01/09/2024 13:00

Meses atrás fui nessa casa e estava praticamente fechada não sei si começa a funcionar mais tarde.

O Bombeirinho parece que assinou a carteira das meninas kkk não muda há um bom tempo plantel sempre o mesmo

membro 31/08/2024 14:50

Não, nobre Shadz. O Bombeirinho é na rua da Conceição, 116. Mas anda caído.

Shadz22 31/08/2024 11:44

Esse que é o bombeirinho ?

Morcegão 31/08/2024 11:16

Show!!! Só posso te parabenizar por essa sorte grande que você teve. Parabéns !!!👏👏👏👏👏

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PÉROLA
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BEIJO

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ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

DISSE QUE FAZ

TAXA ANAL

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REPETECO

TALVEZ




O comprimido de viagra que ingeri uma hora antes de sair da bucólica Tijuca devia estar possuído por Belzebu. Voltei a comungar com a Lavínia e passei pela MV30, onde fui conhecer Vick, dica de um colega. Depois, me vi na avenida Presidente Vargas, navegando com a minha piroga contra lufadas de ventos glaciais que pareciam fatiar a pele a cada novo impacto congelante.

Eu ainda estava meio atordoado após duas sequências sexuais. A intenção era retornar à verdejante Tijuca, mas me lembrei de que estava próximo ao Clube 119, na rua da Alfândega, e decidi conferir a casa. Não esperava nada de bom, na verdade esperava ver um cenário melancólico, digno de uma terça-feira magra. Acredite, forista sem fé, a vida às vezes decide nos surpreender e contrariar expectativas.

Quando terminei de escalar as incontáveis escadas do sobrado da Alfândega, me deparei com um salão lotado de clientes e mulheres. A pista do bordel 119 é pequena, escura, o bar fica centralizado, tentei me acomodar em alguma brecha que privilegiasse a observação e fui reparando que o lugar estava tomado por novinhas com seios quase expostos, um espetáculo que há tempos eu não via: as novinhas de peitinhos-agulha.

Até agora, não sei de onde saíram tantas ninfetas, mas a 119 estava surpreendente na terça-feira. Imagine, afeiçoado forista, havia fila para programa, fila para os quartos. O bordel estava bombando. Peguei uma cerveja e me postei como um paxá se preparando para saborear a próxima odalisca.

O clube 119 é infinitamente melhor do que a podridão insalubre da Uruguaiana 24, sob muitos aspectos supera também a 210 e é superior ao Bombeirinho. Os quartos, que são cabines, possuem cama de casal, mas as paredes não vão até o teto, o que nos permite ouvir ruídos de fodas vizinhas. Óbvio, quem almeja luxo, travesseiros de pena de ganso e lençóis de cetim, melhor ir para um resort na Tailândia.

Finalmente, conheci Pérola, uma ninfa bonita, longos cabelos negros, olhos de cigana, cheia de uma energia alegre. Conversamos, paguei uma bebida para a menina, fiz a entrevista básica e no fim perguntei se ela beijava na boca com vontade. A garota não respondeu com palavras, simplesmente puxou a minha cabeça e me tascou um beijo de língua no meio da pista que quase extraiu meus sisos. Pedi uma alcova, mas precisei aguardar na fila.

No segundo andar do sobrado, enquanto aguardávamos o quarto vagar, mulheres desfilavam nuas saindo de outros encontros carnais. Eu salivava a cada par de peitos que dava um rasante sobre os meus olhos esbugalhados. Sodoma e Gomorra era ali. De repente, do nada, começa uma discussão entre duas mulheres, briga de putas por algum motivo obscuro, desafiavam-se, berravam uma com a outra, ameaçam chegar às vias de fato, até que uma delas solta um grito de guerra enfurecido...

— Vou enfiar essa tua cabeça no teu cu — sentencia a meretriz enfurecida.

O choque de imaginar na prática a expressão proferida pela puta me fez engasgar com o gole de cerveja que deslizava pela minha garganta. Por sorte, avisaram que o quarto estava disponível e escapamos daquela arena de MMA.

Pérola é um doce de mulher. Muito carinhosa, sem frescura, carrega um piercing em cada bico dos seios, é magra com curvas acentuadas, bundinha empinada, barriguinha chapada, boca gulosa. Depois das duas gozadas anteriores, com Lavínia e Vick, minha potência sexual estava comprometida, mas Pérola fez milagre e conseguiu realizar uma cavalgada selvagem que me levou ao terceiro orgasmo. Terei que pagar promessa por isso.

Fiz a menina gozar com o meu aparelhinho de eletrochoque, pelo qual já recebi até ofertas em dinheiro para vender. Recusei.

Fim do encontro. Desci para tomar mais uma Corona no salão, foi quando cruzei com uma novinha descomunal, morena bronzeada, lábios carnudos, coxas grossas, peitos esfericamente perfeitos, bundão. Lindíssima. Pasmei. Corri para abordá-la e consegui me antecipar a um sujeito que também tentou interceptá-la.

Índia é o nome da morena. Cogitei uma quarta sessão sexual, porém percebi que seria completamente improdutiva. Perguntei quais os dias em que ela trabalha e me prometi retornar com a esperança de apalpar toda aquela textura exuberante.

Quando desembarquei do metrô, senti a minha velha carcaça esgotada. Se Pikachu tivesse autonomia, talvez ligasse para o Corpo de Bombeiros pedindo para ser resgatado. Entro no meu chalé nos alpes tijucanos. Cai o pano.

Girl9
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membro 10/09/2024 14:52

Caro Anjo, dizem que eu morri e quem está produzindo conteúdo em meu nome é uma empresa sediada na Barra da Tijuca que se chama " Quatro Mãos". A confirmar kkk

@nJo 09/09/2024 18:26

Sou fã do Dante, mas parece que é outra pessoa escrevendo ...
Posso estar enganado.

Madruguinha 28/08/2024 14:44

Velho Escriba está imparável e com os mesmos relatos incríveis de outrora

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Xamã_ofc
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18 de Março de 2024 às 09:03
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

NãO

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Sexta-feira, já pelo fim da tarde, decidi sair em busca de um pouco de diversão e aventura noturna. Optei por um local de renome na cultura noturna, um estabelecimento tradicional conhecido por seus encantos peculiares. . Recordo-me de uma vez, há uns 3 anos, ter adentrado um sobrado antigo nas proximidades da Rua Acre, um lugar que guardava a essência dos clássicos salões de entretenimento adulto, onde a disposição permitia uma interação distinta com as anfitriãs do local, uma memória que ainda trago com apreço. Infelizmente, não conseguindo localizar esse espaço de magia perdido, direcionei-me para Rua da Alfândega, 119. Lá, subi uma longa lança de escadas e encontrei um canto acolhedor logo à entrada.

O ambiente era efervescente, repleto de visitantes e uma seleção interessante de mulheres. Havia, aproximadamente, 14 delas, das quais 8 se destacaram notavelmente. Comecei minha noite com um latão, observando calmamente o entorno. A primeira a se aproximar foi a Jenifer, uma morena de atributos notáveis, um culo de inveja nas concorrentes e um carisma envolvente, porém, decide manter a cautela, considerando a noite apenas no seu começo.
Meu interesse a seguir foi por uma jovem loira, conhecida como “Mineira”. Apesar do flerte inicial, percebi certa arrogância em sua postura, o que me fez recuar, priorizando uma experiência mais gratificante. À medida que a noite avançava, a casa ganhava vida com música, dança e performances animadas, solidificando minha sensação de estar no lugar certo, algumas meninas que resolveram dar showzinho e começaram a fazer um stripper.

Após algumas bebidas, estava pronto para uma interação mais íntima e escolhida foi uma moreninha magrinha. Pérola destacou-se por sua simpatia e habilidade em tornar o momento especial, oferecendo uma experiência genuína e cativante.

Ela é do tipo filezinho, moreninha, gatinha, magrinha, bundinha, peitinho pequeninho, do jeito que o papai gosta. Beija legal, mas falta um pouco de língua, se entregou legal na cama, uma boa mamada sem capa, sentou, rebolou com vontade até gozar (apesar das tremidinhas típicas de quem está gozando, nunca sei se de fato é verdade esse bilhete, mas enfim, segue o baile).
Finalizei com ela de 4. A garota não reclamou de nada, não apressou para gozar logo, foi muito simpática e no final ainda peguei o contato para um atendimento fora dali.

Sobre a casa: Não gostei, cerveja cara, os banheiros todos alagados, os quartos são biombos e não há o mínimo de limpeza entre fodas, julgo que pelo preço das bebidas, do programa e pela qualidade das meninas a infraestrutura deveria ser melhor.
Para encarar esses quartos de puteiro tem que estar em dia com o sistema imunológico.

Não volto, mas é pela casa e não pelas garotas.
ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
PéSSIMA RUIM
BurocrataRJ 31/08/2024 12:53

Preciso conhecer esse plantel de ninfetas. Já inseri no roteiro de setembro.

Carlos Bruno 18/03/2024 22:44

Muito bom relato. E o que as meninas tem de higiene em si limpar de um programa para outro, isso falta nas casas

Brand 18/03/2024 09:17

Bom começo por aqui, confrade, otimo relato e atualizaçao sobre a casa!

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Aiatolavo
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ORAL

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ORAL COMPLETO

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ANAL

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DISCLAIMER

Tudo o que vou relatar a seguir é baseado nas minhas experiências pessoais. Sempre busco ser educado e respeitoso em todas as minhas interações, assim como prezar pela higiene, e ser claro e objetivo


PRÊAMBULO

Saudações tricolores a todos. Ontem, num raro momento de paz num ano que mal começou e parece que já tem oitocentos dias, resolvi dar um pulo na 119, sob nova administração. Uma vez lá, me deparo com a Pérola: uma gracinha de menina, magrinha, cabelo comprido preto, estilo índia, sorriso lindo... no mínimo nota oito. E pra piorar, a menina é simpática toda vida! Trocamos uma idéia no salão, sem pressa, fiz as perguntas padrão (oral sem camisinha, se o Jubileu estiver de acordo com as normas do INMETRO; porém o backdoor estava protegido por um fortíssimo firewall, e achei por bem não insistir, até porque as estrelas não estavam alinhadas, logo CTHULHU ainda dorme seu sono intranqüilo). Fomos ao abate.

O ATO

Ela é muito legal, simpática mesmo, que nem parece que você está com uma GP (tem gente que não gosta disso, mas pra mim é ótimo). Cumpriu tudo o que prometeu na cabine (que alias estava uma zona e imunda, ponto negativo). Ela é BEM apertada, com um grelão raspadinho, e na hora H não nega fogo nem alega lesão. O único ponto que não me agradou tanto é o beijo: não é que ela faça de má vontade, mas pros MEUS PADRÕES, e eu friso isso pois sei que é subjetivo, eu achei que ela é fraquinha nesse quesito.

CONCLUSÃO

Pra uma segunda feira triste, ela acabou sendo uma bela surpresa. A casa nos padrões de abandono usuais, o que é uma pena, mas ainda é um local onde se pode garimpar, pois o gerente corre atrás de sempre manter o elenco atualizado. Recomendo!

A casa poderia estar menos insalubre? Poderia.
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ìSIS
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ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

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ANAL

NãO

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PARTE TRÊS DE TRÊS

DISCLAIMER

Tudo o que vou relatar a seguir é baseado nas minhas experiências pessoais. Sempre busco ser educado e respeitoso em todas as minhas interações, assim como prezar pela higiene, e ser claro e objetivo

PRÊAMBULO

Esse é o último relato da saga, pois assim como Will Smith, nunca desisto da busca pela felicidade (para um maior contexto, favor ler os relatos anteriores). Após sair da U24 com as Esferas do Dragão cheias de leite quase condensado, resolvi não desistir e passei na 119 para ver o que estava rolando por lá... e amigos, O IMPERADOR PROTEGE! (Não é Adriano Imperador não, é referencia de Warhammer 40k)

Assim que eu entrei me deparei com a Ísis: cabelo preto enrolado, branquinha, magrinha, rostinho bem bonito... Do jeito que me agrada. Infelizmente ela estava acompanhada, mas fiquei esperando, e não demorou ela reparou que eu estava olhando pra ela, e ela veio falar comigo. Ela é paulista, do interior, e veio passar um tempo no Rio e acabou ficando. Trocamos uma idéia no salão, mas estava bem lotado, aí resolvi fazer logo as perguntas padrão (oral sem camisinha, ok; anal, não), e fomos pro abate.

O ATO

Ela é totalmente sem frescuras, bem empolgada, se entrega mesmo. Um dos melhores orais que eu já recebi (e só nesse dia eu já tinha recebido dois bons), com garganta profunda, bem no estilo desce molhando e sobe secando. Muito bom. E a sentada... Não lembro de ter pego uma buceta tão apertada, mesmo entre civis. E dessa vez a cobra cuspiu, não teve jeito. A buceta tava apertando TANTO, que essa gozada foi épica!

CONCLUSÃO

Foi um dia longo, mas não posso me queixar: conheci duas GP´s novas, sendo que a Ísis é magnifica (não que a Érica não seja boa, mas enfim), e fiz um repeteco responsa com a Laís. Finalmente a saga termina, e o guerreiro volta pra casa, comer uma pizza e jogar uns jogos de tabuleiro com uns amigos.

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
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