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RELATOS DO HOLMES

RAIKA BITTENCOURT - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 96447-2271
RAIKA BITTENCOURT
POSITIVO
TEMPO: 120 MINUTOS VALOR: R$500.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM SIM R$0.00 SIM

05 de Maio de 2025 às 18:05


RAIKA BITTENCOURT - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=29810

Raika Bittencourt

É raro ver tantas qualidades reunidas em uma só pessoa. Raika é uma mulher privilegiada, tanto pela estética, como pela maneira de ser. É um ponto fora da curva.

Sob o aspecto estético, difícil decidir por onde começar. Talvez a síntese seja: alta, corpo de paniquete (zero siliconada), rosto e cabelos dignos de uma belíssima indígena cunhã-poranga do Festival de Parintins. Ou talvez, de uma Juliana Paes mais jovem, mais alta e sem olheiras.

Raika alia à sua bela estética, um sorriso escandalosamente lindo, quase permanente e encantador. Por sua beleza e porte, pouco importa o que esteja vestindo, certamente deixa um rastro de admiradores(as) com boca aberta por onde passa.

O “Social” do GP Arena inclui fotos que atestam a perfeição de seu corpo; são super fiéis à modelo. Quanto ao seu belo rosto, o máximo que posso fazer é publicar abaixo fotos de mulheres amazonenses que recolhi via Google, as quais se assemelham parcialmente a Raika; poderiam muito bem ser suas irmãs.



La Bittencourt é muito educada, uma simpatia de pessoa. Super autêntica, não sabe fingir. No job, ela faz “cabelo, barba e bigode” – serviço completo e entrega absoluta. Seus beijos são doces e abundantes; sua boca é um convite ao pecado. Não é chegada a protagonizar papéis mais esdrúxulos, nem a brutalidades; seu negócio é SEXO natural, com qualidade, carinho, sem fingimentos. Se o companheiro fizer a lição de casa bem feita, ela goza fácil.

Raika tem uma vida civil densa, cheia de responsabilidades, o que restringe um pouco seus horários. Acaba fazendo poucos atendimentos, em sua maioria agendados com razoável antecedência. Acredito que deva ter alguns clientes com carteirinha de fidelidade (não pergunto essas coisas). Outros aspectos são: sua pontualidade mais do que britânica, e sua dedicação à arrumação e higiene. Raika frequenta academia (não é “bombada”) e mantem hábitos alimentares bem saudáveis. Não fuma e só bebe ocasionalmente. Em resumo: é difícil não se apaixonar por ela.

Esse foi o nosso quarto encontro; ele se deu no privê descrito no relato prévio, no Edifício Marques de Herval - Centro. Desta vez resolvi dedicar bastante tempo para que Raika viesse a alcançar um relaxamento bem profundo (que não havia ocorrido no nosso encontro anterior), preparando-a para uma sessão oral extensa, deixando-a assim em ponto de bala para o que viesse depois.

Assim que terminamos nossa conversa protocolar inicial, ela se deita transversalmente na cama, paralela ao espelho imenso que domina o quarto, e ali fica, de olhos fechado, imóvel como uma estátua, pedindo o que? Massagem, evidentemente. Ela já tinha se livrado por completo da lingerie vermelha bem sexy com a qual havia me recebido, parece que, comprada naquele mesmo dia. Dei um tempo antes de atender ao seu desejo, para poder curtir um pouco mais a visão hipnotizante que ela me proporcionava (e que vai ficar fixada para sempre na minha mente). Tão rapidamente quanto um raio que cai céu, a imagem dela deitada daquele jeito já me coloca em estado de tesão de bode, grau 5.


Indiferente ao apelo mudo que meu pau fazia por protagonismo, me enchi de fleugma e espalhei uma quantidade enorme de creme por todo seu corpo, deixando o pau reclamando sem parar. Em seguida iniciamos a sessão de “sensitive”, da pontinha dos pés à testa, em movimentos completamente aleatórios e ao máximo que possível bem superficiais, sempre evitando passar perto da faixa de Gaza; uns beijinhos de vez em quando para aferir a situação. Raika permanece o tempo todo imóvel, parecendo estar dormindo. A essa altura percebo que seu relaxamento já deve ter chegado ao ponto que eu desejara.

Aos poucos começo a transição para uma massagem menos superficial, agora sim, já passeando pelas regiões mais sensíveis de Raika. Suas reações são imediatas; os olhos já estão semiabertos, sua língua humedecendo seus lábios, e seu quadril começando a se mexer. Percebendo a mudança, me deito ao seu lado para tocá-la com minhas duas mãos, uma pela frente, outra por trás, agora com mais vigor. É a partir daí que vai se iniciar uma das sessões orais mais longas que eu já havia feito.

Explico. A ppka de Raika é uma das mais bonitas que já vi. Sua estética é perfeita. Seu clitóris é polpudinho, dá vontade de levar para casa e ficar chupando sem parar. Quem já comeu pitomba (frutinha nordestina) sabe do que estou falando: seu caroço é escorregadio e solta um delicioso caldinho por um tempão, o que incita a pessoa a fazê-lo passear de um lado para outro da boca por horas. Eu simplesmente não via mais o tempo passar. A essa altura, a produção de frutose ppkal é bem generosa, me lambuzando completamente a cara; Raika não para de gemer. Verdadeiro “coitus linguae per secula seculorum”, diria Grigori Rasputin, o monge devasso.

Em sequência, os dedinhos do “vem cá meu bem” se juntam à cena. Raika, a essa altura já está mexendo seu quadril em harmonia com os movimentos deles, quando, finalmente, goza (sem escândalos; discreta, mas profundamente). A faço provar do próprio mel; ela o faz, avidamente. Lambança generalizada. Raika, feliz por ter chegado lá; Holmes feliz por ter proporcionado isso a ela. Pausa para tudo (mas o pau continua reclamando protagonismo).

Finalmente chega a hora dele. Visto a Skin na criança e começo a esfrega-lo na perolazinha. Raika gosta, mas exige mais do que uma simples esfregadela; eu também. Emendamos então um franguinho, e dele não saímos por uma eternidade. Não dava vontade de parar por uma simples razão: todas as vezes que o clímax se aproximava a coisa esquentava mais ainda por conta das poderosas contrações que Raika tem nessa circunstância. E isso potencializava o prazer de ambos.

O pompoarismo de Raika é tão poderoso, que eu já havia, no nosso relato anterior, proposto o título de “O Caso dos Três Plofts”, por conta do barulhinho que fazia (ploft) quando, naquela vez, o pobre “meia bomba” era literalmente ejetado, por três vezes seguidas, no mesmo encontro. Na época, levamos na esportiva e rimos muito. Para a felicidade e êxtase de Holmes aquele evento não mais se repetiu. Ufa!!!

As duas horas que havíamos agendado se revelaram insuficientes para abrigar tantas experiências prazerosas como as que tive a oportunidade de provar nesta tarde. Fiquei com gostinho de “quero mais”. Quem sabe no próximo encontro estendemos um pouquinho.

Minha carteirinha de fidelidade já foi impressa; agora é só acumular milhagem e ir para o abraço.

Holmes, Lixo II, PauloCesar, HC, membro, Makaveli, Guib, Getúlio, Pirubaby, Isis Belle, Mítico, Barbosa82, Café, Teseu, Dionizio_RJ, Sueco, predador69, Teddy, Jonas, The Creator, 90loiro90, Thor de Copacabana, Yami Mysterio, Eva Sanchez, Ikki RJ, curtiram esse TD.
MANU LECLERC - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99560-9177
MANU LECLERC
POSITIVO
TEMPO: 120 MINUTOS VALOR: R$350.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
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30 de Abril de 2025 às 17:04


MANU LECLERC - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=27272

Manu Leclerc

A Volta ao Mundo em 80 Dias, por Júlio Verne



Se para Júlio Verne, a grande aposta foi concluir a Volta ao Mundo em 80 dias, com a Manu Leclerc podemos fazer o mesmo em apenas duas horas. Desta vez, em conversas que antecederam o enrosco, passamos por lugares tão diversos, quanto Paris, Aracaju, Estônia, os dois Vietnãs, Ibitipoca, Budapeste, Canadá, Tóquio e Osaca, Itamonte, ambas as Coreias, Berlim, Juiz de Fora, Camboja, Singapura, Caruaru e provavelmente alguns outros mais, os quais, por certo, esqueci.

Já não sei também quantos namorados, ficantes, olhantes, coisantes, pretendentes, amantes ......, ela tem hoje em dia. Provavelmente mais de quatro ou cinco. Isso, fora o job (aí me incluindo), com o qual complementa tanto seu salário civil quanto sua insaciável atração por rôla. Suas aventuras fora do mundo mundano são tantas que já não consigo lembrar os nomes dos coadjuvantes de cada uma delas.

Não pensem que a diversidade de Manu para por aí. Não! Além disso tudo, ela acha que seu rosto é assimétrico (não é), e quer “consertá-lo”. Gostaria de acrescentar 1 ml de lábios, alguns mililitros a mais nos seios, aumentar quadris e bunda, readquirir a coloração natural de seus cabelos, entre outros. Tenho certeza de que nada disso fará, até porque não tem porquê, é totalmente desnecessário.

Manu, como já descrevi antes, fica na faixa dos 21, é super saudável, magrinha, com uma bundinha linda e tudo o mais em seu devido lugar obedecendo a proporções perfeitas. É um bibelô, dona de forte personalidade, e que adora sexo. Não é a toa que estou no enésimo repeteco.

Em resumo, é muita informação concentrada em seus cerca de 1,60m, e não mais de 54kg.


Desta vez não a deixei se despir em dez segundos, como sempre faz. Ambos ainda vestidos, deitei-a na cama, montei nela e imobilizei suas mãos. Fiquei provocando Manu com beijos ao lado do cangote e falando muita besteira atrás de besteira. Apesar de ter poucos pontos vulneráveis, mesmo assim ela começa a ficar excitada; adora uma putaria gentil.

“Vamos ficar logo pelados”, me diz, com ar bem sacana, e tentando se livrar da minha imobilização. Não precisou repetir. Em menos de cinco segundos estávamos ambos nus em pelo. Ela, de dorso, já pedindo um trato; eu ajoelhado ao seu lado, providenciando as preliminares. Besuntada do pescoço aos pés com óleo de amêndoas, Manu se entrega às minhas gentis “maldades”.

Transcorrido algum tempo Suas pernas, antes juntas, começam a se abrir, descortinando a ppka gulosa e o interditado anelzinho.

Depois de muita massagem, variando de forte a quase sensorial, complementada por beijos cada vez mais quentes, Manu está pronta. Bem molhada, sua expressão é de muito de prazer ao ser penetrada super vagarosamente; o que não impede que, em seguida, ela peça maior vigor, mais intensidade.

Seu pedido é uma ordem ......e vâmu qui vâmu .... o coroa aqui se empolga e adere ao estilo .... até que ..... não aguenta mais, segura o gozo, e cai ao lado dela. Manu percebeu o “coitus interruptus” e manifesta sua indignação. Diz que acha um absurdo alguém não se permitir chegar ao orgasmo por querer estender o tempo da relação. Manu não tem filtro, fala na bucha tudo que lhe vem à cabeça. Personalidade forte tem a novinha. Me rendi aos seus argumentos e prometi não mais segurar.

Refeitos, começamos a nos tocar um ao outro. Manu propõe um “de ladinho”, e eu imediatamente topo. A magreza de ambos permite um encaixe perfeito e tempo suficiente para Manu gozar. De minha parte, paguei o preço de ter me segurado no primeiro round.

Percebendo o que se passava, Manu gentilmente se reposiciona na cama e, com a bundinha praticamente colada no meu rosto me presenteia com um oral irresistível. Ela continua mamando até a última gota, com o pau já quase em estado de flacidez total. Ao final, procede com o descarte (a famosa logística reversa).

Para quem gosta de uma novinha tarada, com tudo em cima, Manu na veia.

Sejam sempre gentis, a menos que ela peça o contrário.

Brand, Eddie Adams, PauloCesar, Yami Mysterio, Holmes, Getúlio, membro, Claudio_rdp, Tyrion, predador69, Sokeroku, Thor de Copacabana, curtiram esse TD.
MARIA LUIZA - Largo do Machado - Rio de Janeiro - RJ
MARIA LUIZA
POSITIVO
TEMPO: 180 MINUTOS VALOR: R$550.00
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27 de Abril de 2025 às 11:04


MARIA LUIZA - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=24779



Maria Luiza

O Prazer de escrever um Relato, e mais tarde lê-lo ..... e relê-lo.

Escrever um relato de um encontro de Sherlock Holmes (ou simplesmente Holmes, como prefere ser chamado) com Maria Luiza, me proporciona um prazer enorme. Por vezes tenho sido seu ghostwriter. Me sinto como se estivesse na pele do famoso detetive, experimentando, minuto a minuto, a sensação de ter passado por aqueles mesmos momentos vividos por ele. Não só quando escrevo; também quando leio ou releio o que escrevi, me abstraio do fato de ter sido o “escriba”, e acabo revivendo tudo que se passou. Muito bom. Adoro escrever sobre suas aventuras.

Será isso uma característica da minha geração? Sou da época pré-pílula; nesta, as meninas não davam (as mais liberadas, quando muito, só davam o cuzinho, para não perder a virgindade). A gente se virava mesmo era na punheta, e o estímulo máximo eram as famosas e disputadas revistinhas escritas e desenhadas por Carlos Zéfiro, pseudônimo do funcionário público Alcides Caminha) com o qual ilustrou e publicou, até a décadas de 1970, histórias em quadrinhos de cunho erótico que povoavam nossa imaginação de adolescentes. Na época até mesmo a punheta era estigmatizada; se dizia que dava espinhas na cara e pedras nos mamilos (que ficariam pontudos e doloridos). Até de cabelo na palma da mão já ouvi falar naquela época. Santa ignorância que nos cercava!

Carioca boêmio, Zéfiro ilustrou e vendeu cerca de 500 trabalhos desenhados em preto e branco que eram vendidos dissimuladamente em bancas de jornais, chegando a tiragens de 30 mil exemplares. De formato pequeno, as revistinhas eram fáceis de serem escondidas em qualquer buraco do banheiro, “prontas para uso.” ; ). Elas passavam de mãos em mãos (irk!!), e também eram trocadas.



Ao que se saiba, Zéfiro inventava suas histórias. Aqui no GP Arena, em princípio, a coisa se baseia em fatos reais. Não sei o que mais atiça a libido de quem lê. A única coisa que sei, repetindo, é o grande prazer em relatar. Relatar é reviver! E lá vamos nós para o mais recente encontro de Holmes e Maria Luiza Roberts (ou simplesmente Malu – a Sereia).

Desta vez ela chega séria na residência de Holmes. Malu só fica paradinha abraçada a ele, porque Holmes não a solta. Mas, assim que ele dá bobeira, ela já sai a passos largos (Malu só sabe andar assim, com passos largos) para a antessala, na qual ambos costumeiramente conversam e se atualizam quanto às novidades, que são sempre muitas. Malu está visivelmente preocupada com algo.

Holmes percebe e se adapta à circunstância. Procura centrar a conversa em assuntos leves, lançando mão de estórias engraçadas que conhece ou nas quais havia sido coadjuvante. Acreditem leitores(as), as estórias vividas por Holmes são muitas; a tal ponto que Malu sempre sugere que ele escreva um livro dedicado às situações completamente fora do comum pelas quais passou (e continua passando) em sua vida.

Aos poucos a estratégia de Holmes foi dando resultado e Malu readquirindo por completo aquela sua áurea natural de leveza, bom humor e alegria. Isso atiça Holmes, que, assim que enxerga brecha, manifesta em palavras super sinceras seu desejo de cobri-la com carinhos sob todas as formas. Ela diz que está pronta para o “sacrifício”; ambos se dirigem ao quarto aonde se daria a “ocorrência”.

Sem muito esperar, Malu, já inteiramente despida, se deita de dorso na cama, cabeça repousada sobre os braços, e estes sobre os travesseiros, olhos fechados, cabelos espalhados. Por mais que já tenha presenciado essa cena, Holmes não consegue se acostumar àquela visão. Malu de bruços é estonteante, é uma agressão; certamente faria qualquer Santo abrir mão de tudo que é sagrado, e pular em cima. Palavras são insuficientes para descrever. Talvez um sonoro "PUTA QUE PARIU" seja mais apropriado.

Com o coração a mil e o pau tinindo, Holmes se despe à velocidade da luz (The Flash) deitando-se sobre ela. Ele fica imóvel nessa posição por um tempão, somente respirando o ar que ela exala, sentindo o aroma de seu rosto, de seus cabelos, de seu cangote; e o coração continuando a mil. Às vezes Malu dava uma sutil mexidinha de bumbum, e procurava um ar adicional para compensar o oxigênio que a proximidade de Holmes roubava dela.

Após algum tempo nessa “liga” (a melhor palavra seria “amálgama”), não deu para evitar o início da sessão de beijos. Holmes qualifica os beijos de Maria Luiza com 6 ou mais estrelas. Essa é uma das muitas qualidades que a fez conquistar Holmes. Bem delicados, de início, estes evoluem rapidamente para um enrosco quase selvagem, incontrolável mesmo. Para evitar a coisa se encaminhar para vias perigosas, um pouco de razão se impõe, Holmes desmonta, se ajoelha ao lado de Malu, e inicia sua sessão de fricção quântica (apelido dado por ele a uma técnica ainda em sua fase beta, experimental). As reações da senhorita Roberts são únicas. Por onde passa a fricção no corpo de Malu, uma reação diferente e involuntária se manifesta. Ora são arrepios, ora tremeliques, ora contrações ou retrações, etc.; tudo isso acabado por excitar ainda mais os dois.

A essa altura Holmes já está no limite de sua resistência. Sem saída, ele encamisa o pobre Watson (seu eterno chapa) e parte para sua posição preferida (franguinho). Propositadamente Holmes segura o ímpeto natural e começa bem devagarinho, “comendo pelas beiradas”. Malu perde a linha, reclama gemendo baixinho e com o corpo (seguido de um olhar bem significativo) vai exigindo mais ação.

Holmes, ainda freia o ritmo e pressão; Malu contrapõe cerrando fortemente suas mãos; Holmes, sem saída, abandona a razão e agora se deixa levar totalmente pelo instinto. A entrega de ambos passa a ser absoluta; se desenvolve em três ou quatro ciclos, até que a exaustão se impõe. Holmes cai mortinho da Silva Xavier para um lado, Malu para o outro. Ambos mudos, suados, ofegantes, realizados.

O cansaço não impediu que, após higiene e hidratação, Malu e Holmes retomassem aos poucos a sessão namoro. Holmes, já há muito tempo, perdeu sua fleugma britânica, se tornando um ser carinhoso após ter experimentado o imbatível calor humano das cariocas. Caso venha a retornar a sua cidade natal, Londres, ele certamente será obrigado a frequentar uma quarentena de readaptação. Na minha sincera opinião, acho que ele vai entrar brevemente com pedido de cidadania Brasileira. Holmes foi definitivamente conquistado por essa cultura e comportamento.

Voltando ao namoro, a coisa aos poucos começa novamente esquentar. As mãos de Malu conduzem as mãos de Holmes para sua ppka, a essa altura já bem molhada. Em seguida é a vez dela verificar o estado de rigidez de Watson, também a essa altura, já recuperado. Os estímulos vão se alternando e se acelerando. Com os corpos completamente entrelaçados cada um começa a cuidar de si mesmo, com os olhares vez por outra se cruzando. Gemidos de ambas as partes potencializam o tesão solidário e anunciam a chegada ao clímax simultâneo. É cada vez mais recompensador quando isso acontece. Ainda entrelaçados, melados e ofegantes, Malu e Holmes se mantêm na mesma posição enroscada, cochilando levemente até que seus estômagos começam a perceber que a hora do almoço já havia sido ultrapassada há muito.

O salmão grelhado, untado com molho de maracujá, mostarda e mel, acompanhado de batatinhas cascudas perfumadas com azeite e alecrim, caiu então do céu, e cumpriu com louvor seu papel de complementar mais uma tarde inesquecível.

Prá variar, se Deus quiser, semana que vem tem mais ; )

Ass.: O ghostwriter.



Nota: tudo sobre o imortal Carlos Zéfiro em: www.carloszefiro.com/

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
Holmes, Pica_de_Cavalo, membro, Lixo II, Guib, Brand, Nomade, Tyrion, Yami Mysterio, rafael.oliveira, Odin, Piru Aposentado, Getúlio, Dionizio_RJ, HC, Mítico, Frank49, Thor de Copacabana, Ikki RJ, curtiram esse TD.
MARIA LUIZA - Largo do Machado - Rio de Janeiro - RJ
MARIA LUIZA
POSITIVO
TEMPO: 180 MINUTOS VALOR: R$550.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
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14 de Abril de 2025 às 21:04


MARIA LUIZA - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=24779

Maria Luiza – A Cliente


No transcorrer das mensagens que antecederam nosso mais recente encontro, resolvi propor uma brincadeira a Malu. Eu seria um Coroa de Programa (CP), e ela minha cliente.

Comecei assim no whatsapp (ela logo entendeu, e entrou na brincadeira):


Holmes: Bom dia amor. Ontem, por acaso você enviou uma mensagem para mim pedindo detalhes referentes ao meu atendimento?

Malu: Bom dia gato. Gostaria sim de ter maiores detalhes sobre o seu atendimento. Seu feed social não informa nada além do seu número.

Holmes: Sou estilo coroa safado, carinhoso, gentil e bem liberal. Curto tudo, desde que você esteja cheirosa e limpinha. Penetração, apenas com camisinha (uso a Skin, antialérgica). Faço diversos tipos de massagens, e sou capaz de te derreter toda com meu oral. Recebo no meu privê em Copa, em um prédio seguro e super discreto, aonde atendo sozinho. Te acolho com um welcome drink de sua escolha e belisquetes para quebrar o gelo. Se você gosta, tenho também uns brinquedinhos que podem se juntar a nós. Tenho certeza de que você sairá super satisfeita. Ah sim: pode gozar quantas vezes quiser. Não atendo casais.

Malu: hum ... parece interessante. Qual seria seu cachê para um atendimento de três horas amanhã no seu privê?

Holmes: 1h: 250 ........ 3h: 550

Malu: Ok. Obrigada pela informação. Podemos agendar das 12:00 às 15:00?

Holmes: podemos sim amor. Nesse caso você será o meu primeiro atendimento do dia

Malu: prefiro assim mesmo. Gosto de prioridade. Pode marcar, por favor.

Holmes: marcado. Como você é uma cliente bem recomendada, não é necessário adiantamento. Até amanhã amor. Estarei ansioso te aguardando. Algum desejo especial?

Malu: como deve fazer frio, quero experimentar uma fondue de queijo

Holmes: Claro amor. Teremos fondue então. Além disso, alguma fantasia que eu poderia te proporcionar? Deputado, médico, professor, garçom, policial, mendigo, juiz, padrasto ?

Malu: sim! Tenho a maior tara por detetive

Holmes: com calça, ou sem?

Malu: sem calça. Assim podemos ir mais rapidamente ao que interessa.

Holmes: qual seu perfil? Ansiosa, tímida, casada, virgem, viúva, esfomeada, destrambelhada, carente, amorosa, apressada?

Malu: tirando casada, virgem ou viúva, sou tudo isso aí acima; depende do dia e da hora.

Holmes: show! Tenho a impressão de que vamos nos dar bem. Um beijo e até amanhã.

Malu: inté


Após essa troca de mensagens, Maria Luiza e Holmes resolveram definitivamente levar a sério a brincadeira, e encarnaram plenamente seus novos personagens: Holmes: o Coroa de Programa; Maria Luiza: sua cliente.

No dia seguinte, cedo, Maria Luiza avisa a Holmes que, antes de se dirigir ao encontro, passaria em seu cabeleireiro no Centro da cidade para dar uma geral, devendo sair de lá por volta das 11:30 e chegando às 12:00 em Copa, mantendo, portanto, o que havia sido agendado. Holmes acordou cedo, arrumou tudo certinho (tralhas da personagem, belisquetes, biritas, brinquedinhos, etc.) para receber apropriadamente sua cliente, do jeito que ela pedira.

Como havia terminado todos os arranjos com bastante antecedência, Holmes resolveu dar um pulinho na praia, aproveitar o sol e pegar um bronze, caprichando na marca da sunga. Ficou de papo com amigos e esqueceu da hora. Quando olhou para o celular viu mensagem da sua cliente informando que já havia chegado no prédio e que aguardava seu OK para subir. “Caraca”, pensou Holmes, “fudeu! Vou receber um relato de pisada de bola por conta desse atraso”. Saiu como um doido da praia, ainda teve de passar na padaria para comprar o pão rustico para a fondue, entrou correndo no prédio pela porta dos fundos para não ser visto pela cliente, e, uma vez em seu privé, retornou a mensagem, informando o número do apartamento e avisando Maria Luiza que ela poderia subir.

Com todo esse atropelo, como se não bastasse, ao invés de recebê-la com o personagem de detetive, Holmes recebeu-a ridiculamente vestido de short ainda molhado da praia. Que vexame! As razões se acumulavam para um primeiro relato negativo sobre Holmes. Daqui para frente tudo dependeria de sua performance como Coroa de Programa, e da boa vontade (e compreensão) de sua cliente.

Ao abrir a porta, Holmes se deu conta que o desempenho provavelmente estaria garantido, pois Maria Luiza era tudo que qualquer CP sonharia em atender: linda, gostosa pra caralho, jovem e super simpática. O único risco que Holmes corria seria o de brochar, emocionado perante tanta fortuna.

Sua nova cliente o cumprimentou bem educadamente, com um beijo na face, seguido de um grande sorriso, dizendo: “finalmente te conheço”. Essa introdução aliviou Holmes de seus pensamentos negativos referentes ao eventual relato negativo do encontro. Além disso, é outra coisa se atender uma cliente educada. Esquece-se que é trabalho.

Holmes apesentou o seu privé rapidamente à Maria Luiza, que por sua vez parecia bem à vontade. Perguntou se ela gostaria de uma ducha, o que foi prontamente aceito. No banheiro havia um kit completo, desde toalha ensacada, a escova e pasta de dente, toca para banho, sabão liquido (inclusive íntimo), cotonete, escova, secador, enfim, tudo que uma cliente pode necessitar em uma toalete.

Enquanto a bela cliente tomava sua ducha bem quente, Holmes fez o mesmo (o privê tem dois banheiros), e logo em seguida preparava um welcome drink para ela, pronto a tempo para lhe oferecer assim que Maria Luiza acabara de se enxugar. Se ela fosse tímida, essa birita a ajudaria a destravar.

Para surpresa de Holmes, ao invés de ir direto ao assunto (sexo), enrolada na toalha, sua nova cliente se acomoda em uma poltrona, pede para que ele se posicionasse frente a ela em uma cadeira, e, dando os primeiros goles emenda uma longa conversa sobre alguns eventos recentes em seu trabalho, relata alguns aspectos de sua vida pessoal e também manifesta interesse em conhecer um pouco da história de vida de Holmes antes de se tornar CP. Holmes relaxa; um papo descontraído e muito agradável se desenvolve. Durante a conversa Maria Luiza estende suas pernas no colo de Holmes, que aproveita a posição para fazer massagens nos dedinhos dos pés de sua cliente. A intimidade assim começava, lentamente.

A essa altura Holmes se perguntava se deveria tomar a iniciativa de avançar no roteiro, ou se seria melhor esperar que sua nova cliente o fizesse; afinal era ela quem mandava. Tem mulheres que são clientes predominantemente proativas e as predominantemente reativas. Tem também as que começam com um perfil, e, quando a coisa esquenta adquirem o perfil inverso. Como seria Maria Luiza? Será que ela estaria esperando a iniciativa dele? Ou não?

Depois do segundo drink e de muita conversa, Holmes resolve apostar no perfil predominantemente reativo de sua cliente, e acaba tomando a iniciativa de lhe oferecer algo que ele vinha pesquisando há tempos, mas ainda com pouca aplicação na prática: uma técnica (em sua versão Beta) que ele apelidou de “fricção quântica dorsal”. Rezando para que desse certo, Holmes inicia a sessão com Maria Luiza já sem toalha, deitada de dorso sobre um tatame.

Surpreendentemente as reações de Maria Luiza com o procedimento foram imediatas, superando as melhores expectativas que Holmes poderia ter tido, o que o incentivou a continuar por um longo tempo no mesmo padrão. Quando as respostas de Maria Luiza começaram a aumentar ainda mais, Holmes, pacientemente, passou a incluir no roteiro, de forma intercalada, uma massagem plena de óleo na região pepekal e adjacências. A essa altura sua cliente já estava subindo pelas paredes, e ele também; seu pau chegava a doer. Poucas vezes Holmes havia atendido mulheres com reações assim tão rápidas.

Levando isso em consideração, Holmes continua assumindo as iniciativas, montando no dorso de Maria Luiza e empregando toda a extensão de seu próprio corpo para massageá-la, enquanto aconchegava a bochecha dela na palma de uma de suas mãos, apoiando-a delicada, mas firmemente, para facilitar uma cascata de afagos e beijos no outro lado da face. A essa altura Holmes já havia se abstraído completamente do fato de ser um CP, e que estaria atendendo a uma cliente. Concretamente, Holmes estava inebriado, descontrolado, curtindo o momento em toda sua plenitude.

No auge dessa sarração Holmes percebeu que poderia queimar a largada e escorrega para ficar lado a lado com Maria Luiza (e frente a frente). Assim os dois continuam com o que estavam antes fazendo, só que em posição menos letal. Nesse ponto as coisas começam a adquirir feição diferente. Maria Luiza, que até então se comportara reativamente, começa a assumir a iniciativa do roteiro, e sem nada falar, mas autoritariamente encarando olho no olho, se posiciona para um franguinho, e nessa posição recebe Holmes com um longo suspiro. Este ainda tenta por o pé no freio permitindo apenas um “comecinho” bem lento, mas sua tentativa tem vida curta, pois Maria Luiza assume de vez o comando e o “comecinho” se transforma em “todo”, e o “bem lento” se acelera descontroladamente. A essa altura ambos já haviam se entregado aos instintos mais primários, esquecendo do resto do mundo, inclusive dos limites de sua própria capacidade física. Uma vez missão cumprida, se entregaram a uma pequena pausa, saindo do tatame e se mudando para a cama.

Indiferente àqueles limites, Maria Luiza, agora já no comando total do roteiro, resolve contemplar Holmes com um oral visando restabelecê-lo. Assim que logra seu intento ela se põe de quatro e começa a se tocar. “Para bom entendedor ......” ..... Holmes, com algum esforço, se adapta à nova demanda e se posiciona como sua cliente insinua querer que ele o faça. Em seguida fica praticamente parado, deixando toda a iniciativa para ela. Todo poder às mulheres! Mas, transcorridos não mais de dez minutos Holmes esbarra nos seus limites e pede penico antes que sua cliente viesse a atingir seu pretendido orgasmo. “Caralho! Será que ela vai me avaliar mal? Tô fudido” .... pensou Holmes. Pau meia-bomba é uma merda! Uma pausa enorme foi necessária para que Holmes voltasse ao normal.

Apesar do ocorrido, sua cliente não lhe parecia estar insatisfeita, mas estava claramente decidida a gozar de novo. Vendo que Holmes já parecia razoavelmente restabelecido, Maria Luiza o abraça e o cobre de beijos, sendo imediatamente correspondida. O que se passou nos momentos seguintes foi mágico: entrelaçados como se constituíssem um nó de marinheiro, os dois passaram a complementar os beijos e carinhos, se tocando, cada um a si mesmo. A masturbação de um excitava enormemente o outro, e vice-versa. Essa realimentação foi num crescendo absurdo até que Holmes e sua cliente vivenciaram orgasmos simultâneos de uma intensidade animal, simplesmente inesquecível.

Seguiu-se ao clímax um silêncio de mais de meia hora, com Holmes e Maria Luiza deitados de conchinha, imóveis, em sono profundo.

Aqui se encerrou nossa brincadeira .... nosso primeiro RPG. Desde o início, na troca de mensagens, nos divertimos bastante um com o outro. Quem sabe teremos imaginação para interpretarmos um novo enredo?


nota: RPG é a sigla em inglês para Role-Playing Game, que significa "jogo de interpretação de papéis" em português. É um gênero de jogo em que os jogadores assumem o papel de personagens fictícios.

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MANU LECLERC - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99560-9177
MANU LECLERC
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13 de Abril de 2025 às 13:04


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Manu Leclerc

Manu está impossível; ela namora firme. Além disso, eventualmente, fica com um dos seus três-quatro atuais admiradores, cada qual de etnia e/ou cidadania diferente. Ela tem suas preferências, mas gosta de todos (e quer todos). Além disso, continua no job de baixa rotatividade (em geral uns dois-três por semana). Vai ser fã de piroca assim lá em casa! Holmes se enquadra em uma categoria intermediária dela: algo entre cliente-job e confidente.

E lá foi ele novamente apanhá-la em casa. Como sempre, Manu vestia um longo, desta vez preto. Entra pela porta de trás do Uber fake, e assim que o veículo se afasta da faixa de Gaza, ela pula para o assento da frente. As novidades já começam a aparecer em quantidade absurda. Uma verdadeira cascata. Êta menina “novidadeira”! Holmes escuta, e dá suas opiniões “about”; em paralelo já vai conferindo a rigidez das pernocas da tentadora passageira sentada ao seu lado.

Chegando no local do encontro, pra variar, Manu, com pouquíssimos gestos, e quase que instantaneamente, se desfaz de tudo que a cobria e já vai se deitando de bruços na cama, expondo sem qualquer pudor sua bundinha mais do que perfeita e durinha. Danadinha, ela tem plena consciência do efeito perverso que isso gera no famoso detetive. Holmes decide então pegar pesado e empregar sua mais recente técnica para esquentar motores, método esse resultado de meses de pesquisa e recentemente já posto à prova: a fricção quântica, atualmente em sua versão beta - experimental. Aos curiosos, detalhes por MP; às curiosas, idem.

De início, sempre de dorso, Manu simplesmente ignorou o que se passava; não estava nem aí para os esforços de Holmes. Mas, com o passar do tempo, e alternância das regiões contempladas, ela começou a apresentar pequenas e sutis reações involuntárias: leves tremores e arrepios. Holmes avaliou que valia à pena persistir .... e acabou colhendo frutos: os reflexos se intensificaram. Bingo!

Dando continuidade, um pouco de KY de silicone no cofrinho permitiu que outra mão complementasse a fricção, se fixando no eixo cóccix – alta ppka. Transcorrido algum tempo nessa “dança”, Manu já começa a perder o controle de suas reações, gemendo e se contorcendo, na verdade, nitidamente, pedindo pau.

Holmes foi ao limite máximo de seu tesão, somente vestindo a Skin e montando nela quando se tornou impossível não mais fazê-lo, logo após Manu ter exclamado: “mete logo ... vou gozar rapidinho”.

Dito e feito. Foi pá-pum. Trepada de adolescente. Como das vezes anteriores, Manu goza discretamente, sem escândalos (sem o Zefiriano AAHHHHHH ....... VOU GOZAAAHH!!!). Holmes já estava à par de que ela dificilmente gozava mais de uma vez por encontro; Manu não esconde isso. Sua forte personalidade também não lhe permite encenações ou fingimento. Apesar disso Holmes, cabeçudo e insistente como todo inglês, sempre tenta um segundo round.

E lá foi ele outra vez. Após o intervalo usual para hidratação e fôlego, Holmes já recomeça a se esfregar em Manu, que, rapidamente se apossa do seu pau, punhetando em ritmo e pressão perfeita (ela adora isso). Logo estavam os dois experimentando dois clássicos da torcida do Flamengo: franguinho e D4, mas sem muita esperança de chegar aos finalmente (na verdade, a tentativa foi resultado de puro estoicismo).

O casal, enfim percebendo que aquela via a nada conduzia, leva a sério o desafio e parte para uma arma mortal que já dera certo em outros encontros seus: um 96 híbrido (traduzindo: um 69 lateral assimétrico – oral/punhetal de um lado e dedos nervosos do outro). No caso de Holmes essa fórmula tem se revelado infalível. E uma vez mais, o desfecho acontece, resultando em abundante derramamento de espermo-guerreiros kamikazes cujos restos mortais viriam a ser mais tarde descartados por Manu.

Investigações recentemente conduzidas por Holmes levam a fortes indícios de que Manu se ausentará de nós, no máximo dentro dos próximos dois meses.

Aos apreciadores de novinha doida por pica e bem liberal, fica a recomendação: Manu na veia!


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06 de Abril de 2025 às 14:04


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Maria Luiza … ... Pretty Women

O filme é delicioso. É para se rever pelo menos umas duas vezes por ano. Julia Roberts está maravilhosa.
[img] [/img] Julia Roberts

Depois que conheci Maria Luiza, não posso assistir Pretty Women sem comparar as duas. Elas se parecem, não somente em fisionomia, mas principalmente em comportamento, valores, jeitão, princípios, justamente os aspectos que fazem o personagem interpretado por Richard Gere, compreensivelmente, cair de quatro por ela (no filme).

Nesse mais recente encontro que tivemos, novamente rompemos a rotina dos anteriores. Mantivemos apenas a resenha inicial lubrificada com scotch. Daí para frente tudo mais fugiu ao controle. Não sei o que houve de especial nessa tarde, que os sinais de libido de Malu surgiram tão rapidamente, quase ao primeiro beijo. Naturalmente isso me excitou mais também; de pé mesmo já começamos a experimentar toda sorte de sarro, sempre com respostas crescentes, gemidos, respiração ofegante .... “combo tesão” completo – a tempestade perfeita.

Antes que qualquer confrade levante a suspeita de encenação, me permita dar um depoimento: Malu não encena, basta o cara não ser totalmente incompetente. Ela sente muito tesão facilmente, e tem uma entrega que raramente se vê. Seus gozos são intensos e reais. Esse é um dos aspectos que mais me atrai nela.

Voltando ao nosso encontro, Malu agora se recosta na cabeceira da cama se acomodando como se estivesse se oferecendo. Calada e de olhos abertos, sem piscar, boca semiaberta, não precisou de mais do que isso para deixar claro quais eram seus desejos. A vontade que tenho é bem animal: quero devorá-la. Faço de tudo que me vem a cabeça para satisfazê-la, cobrindo-a de beijos e carícias por todo o corpo. Ela não só retribui como me abraça com força; aos poucos e juntos vamos escorregando na cama até que a viro de bruços e me ajoelho ao seu lado para iniciar uma sessão de estímulos super suaves (quase quânticos) totalmente aleatórios sobre seu incomparável dorso. Não preciso dizer o quanto de força de vontade foi requerida, pois a essa altura meu pau já estava doendo.

As reações de Maria Luiza aos meus “afagos quânticos” são únicas e me excitam mais ainda. As palavras mais próximas que vêm à minha cabeça para descrevê-las seriam: mexe ligeiramente, geme, remexe, arfa, tremelica, suspira, suspira mais, se contrai e logo em seguida relaxa, contrai novamente, se reposiciona, se oferece toda. Chega a um ponto em que não aguento mais, constato que sua ppka está completamente encharcada, visto todo sem jeito a Skin, monto em seu dorso e assim começamos a viagem para Jannah (جنة - me antecipando ao futuro inexorável dos cidadãos britânicos, como não sou burro, já me converti ao islamismo). Uma vez mais não tenho palavras para descrever a intensidade em que se deu nossa relação daí em diante.

Bem sinteticamente, foi das melhores trepadas de minha vida. Cadência lenta de início, mas mesmo assim com cada movimento sendo seguido por evidente demonstração de prazer. O tempo passando, a intensidade aumentando a tal ponto que, de repente, me dou conta de que tudo fugia inteiramente ao meu controle. Isso aconteceu em dois ciclos subsequentes. Me descontrolei mesmo, sem qualquer exagero. Uma vez chegando à Jannah, desabei ao lado de Malu, agradecendo a Alah por ter vivenciado tal experiência e não ter enfartado. Apesar do ar condicionado, ambos estávamos molhados de suor da cabeça aos pés. Acho que fiquei estatelado na cama, ofegante, por mais de dez minutos. Malu foi fazer sua higiene. O lençol sobre o qual ela estava ficou encharcado.

Um longo intervalo se seguiu. Copos reabastecidos, respiração e ritmo cardíaco voltando ao normal.
Papo vai, papo vem, uma balançada no pau pra cá, outra pra lá, e lá está ele carente, uma vez mais solicitando atenção de Malu. Ela não pensa duas vezes e o agasalha com seu oral ressuscitador. O efeito é quase imediato. Chamo de “efeito Lázaro”, aquele que, no Evangelho de João, foi ressuscitado após quatro dias de sepultamento.

Malu também recomeça a se excitar, e já dá indícios de que está disposta a retomar o enrosco, mas agora lançando mão do nosso infalível Kama Sutra tupiniquim. Entendo imediatamente seus desejos e assim começamos a procurar uma posição confortável para tentarmos um “grand finale”. Corpos se ajustando, travesseiros ajudando, a preparação é menos simples do que se imagina, até que chegamos a um encaixe perfeito, e lá fomos nós.

Acho que não se passam mais de cinco minutos e já estamos gemendo sem qualquer constrangimento, novamente às portas de Jannah. Apesar do primeiro round ter sido extenuante (pelo menos para o véinho aqui), mesmo assim ainda conseguimos vivenciar uma vez mais um prazer enorme com gozos intensos, chegando ao auge quase ao mesmo tempo. Experiência sempre inesquecível.

Para variar, me faltam palavras para qualificar essa mulher.


[img]  [/img]

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31 de Março de 2025 às 17:03


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Holmes em fuga, e Maria Luiza, se superando

Holmes está seriamente avaliando se mudar definitivamente para o Rio. O ambiente em Londres continua degringolando; nem mesmo o atual prefeito (de origem paquistanesa) dá conta de melhorar a situação. Ademais, Maria Luiza mora aqui, e não lá. Quanto ao escritório londrino (221-B Baker Street), Holmes, pediu para Watson transformá-lo em um museu para visitação pública.


Aqui, Holmes já conseguiu alugar um agradável apartamento em Copa (pelo AirB&B), pertinho da praia, para aonde vai diariamente nadar; também já equipou a sucursal carioca de seu escritório de investigação, em uma suíte do discreto Hotel Barão do Flamengo, situado em rua do mesmo nome.

Em geral, Holmes prefere receber Maria Luiza em seu apartamento, pois nele dispõe de todas as facilidades para o preparo de refeições que são o fundamento de sua estratégia para capturar (via estomago) o coração da bela mulher.

Como vem ocorrendo quase toda semana, ao chegar no prédio, Malu é respeitosamente cumprimentada pelos porteiros; retribui, e segue em frente até o elevador que vai levá-la ao andar de Holmes. Usando sua chave, entra, e vê o famoso detetive de costas, sentado, estudando algo. O Bolero de Ravel serve de fundo musical à concentração de Holmes. Um aroma delicioso vindo da cozinha revela que ele andou praticando suas alquimias.

Assim que percebe a presença da Sereia na sala, Holmes se levanta, abre o maior sorriso do mundo, e a recebe com os braços abertos e um beijo na testa. O imenso sorriso, e o super abraço apertado são retribuídos à altura; os dois ficam assim por um tempo curtindo o reencontro.

Cumpridos os rituais iniciais, e ambos os copos de uísque servidos, Malu e Holmes conversam animadamente sobre os acontecimentos mais recentes. Holmes não perde a oportunidade de relatar sempre a Malu alguma de suas muitas histórias de vida. Malu bebe as palavras de Holmes ..... ela parece adorar as ouvir as fantásticas histórias que o famoso detetive vivenciou. Vez por outra ele para e fica olhando para ela como se estivesse querendo ler seus pensamentos. Malu não amarela .... encara mesmo, sem piscar. Atitude que denota a personalidade bem forte que tem. Engraçado que, desta vez, Holmes surpreendeu um olhar dela longo, bem similar, a si. Ficou intrigado.

Devidamente detonada a segunda dose, o casal se desloca para um ambiente da casa mais propício para suas intenções ... chamego. Malu se desfaz do que vestia e já se deita de bruços. Holmes não deixa por menos, se despe, monta nela e inicia uma sessão do tipo magnética, levitando suas mãos, aleatoriamente, sobre todo exuberante corpo de Malu. Aos poucos os pelinhos de seu corpo parecem ser atraídos; algumas regiões ficam super arrepiadas, e gemidos quase imperceptíveis surgem.

Começou assim a nova, inevitável e longa trajetória de prazeres crescentes uma vez mais vivenciada pelo casal. Da estimulação manual à oral, e destas às suas posições preferidas, tudo evoluiu em um ritmo lento e super natural, mas sempre com um puta fogo. Tesão é o que definitivamente não falta à Sereia: ela goza, ......e goza. Quando Holmes pensa que o fogo se extinguiu, ela já suada e ainda um pouco ofegante, um novo e breve estímulo a reacende. Malu é inesgotável. Holmes não conhece igual. Esse aspecto, junto com sua inteligência, simpatia, autenticidade e beleza, formam um combo difícil de ser superado.

O aspecto que mais marcou deste enésimo encontro do casal foi a duração, pois foram três horas ininterruptas de sexo / chamegos, e também a extraordinária intensidade do prazer vivenciado por Holmes em sua derradeira investida. Sem palavras. Inesquecível. Sem qualquer sobra de dúvida, Malu é top.




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23 de Março de 2025 às 12:03


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Manu Leclerc, a nossa Belle de Jour

Belle de Jour ficou conhecida no Brasil por conta da composição e maravilhosa interpretação do pernambucano Alceu Valença, ícone do cancioneiro nordestino. Entretanto poucos sabem que Belle de Jour é o título de um filme dirigido por Luís Buñuel, com a belíssima Catherine Deneuve interpretando Séverine, uma jovem rica e bonita, porém infeliz. Ela ama seu marido (Jean Sorel), um médico, mas eles não são tão íntimos quanto ela deseja. Ela procura um discreto local, comandado pela Madame Anais (Geneviève Page), para realizar suas fantasias eróticas e conseguir o prazer que seu marido não consegue lhe dar. Lá trabalha à tarde no job, e à noite retoma a vida de casada. Filmaço !



Toda semelhança com nossa querida Manu é mera coincidência. Porém Manu gosta muito de rôla; é uma apreciadora da estética peniana, adora receber massagem e sexo oral, mas se realiza mesmo é com penetração. É uma personagem ... figuraça. Tenho fortes indícios de que deve se aposentar brevemente. Tem capital para isso. Inteligente e bem objetiva, sabe o que quer. Torço por ela.

Disfarçado de Uber fui novamente apanhá-la em casa, não muito distante da minha. Ela embarca no banco de trás do meu carro, e assim que nos distanciamos um pouco, pula para a frente e começa a desfiar um bando de novidades que há duas semanas guardava para me contar. Escuto com atenção; emito minhas opiniões, e ela escuta de volta. Já a algum tempo saí da categoria de cliente habitual, havendo sido promovido à honrosa categoria de confidente e conselheiro, sem prejuízo do tesão enorme que tenho nessa magrinha.

Ao chegarmos no cafofo, ela está ao celular, mas prontamente se desfaz dele pois informa que está com muito tesão e quer logo trepar. Como sempre, com um simples gesto se desfaz do vestido longo de motivos florais de muito bom gosto que trajava; sua calcinha vermelha vai junto. Já nua em pelo, se deita de bruços e clama por massagem. Sua bundinha continua redondinha e dura .... e eu hipnotizado por ela.



Peço para Manu escolher o tipo de massagem preferida, e seu desejo foi imediatamente providenciado. Como o tesão estava a mil, além do óleo de coco em todo seu corpo, já fui despejando também KY de silicone na região do agrião, incorporando-a desde o início ao conjunto de áreas contempladas pela massagem. Iniciada a esfregação, assim que deu para sentir que o grelo dela já estava bem durinho, passei a me concentrar principalmente na ppka e suas adjacências.

Manu a essa altura já está com a boca seca, se mexe para todos os lados, empina a bunda, dá uns gemidinhos ...... sinais concretos de que já está quase passando da hora de montá-la. Dito e feito: skin na criança, e ripa na xulepa. Manu sorri no ato e anuncia: “mete logo porque acho que vou gozar rapidinho”. Fato inédito: não se passam uns dois minutos, lá está Manu gozando. Eu, que já estava de jejum haviam quatro dias, acabei indo junto. Definitivamente, esse é meu ponto fraco: não posso ver mulher gozar!

Desde nos conhecemos percebi que Manu raramente goza mais de uma vez por encontro. Mas, considerando seu grau de tesão nessa sexta-feira, após um intervalo de restabelecimento ensaiei um recomeço, de inicio com beijos e carícias por todo seu corpo. Tendo recebido sinais encorajadores, continuei. Constatei também uma novidade: Manu estava respondendo excepcionalmente à mamada em seus peitinhos ..... gemia, se contorcia, afagava minha cabeça e a empurrava para mamar mais. Então falou baixinho: “nunca tive tanto tesão nos seios”.

Não perdi a oportunidade, continuei me dedicando às peitcholas reforçando a investida com um pequeno sugador atochado no clitóris, este, novamente, duro como pedra. Não demorou muito Manu caiu nocauteada, sem condições de receber mais qualquer tipo de toque que fosse. Parecia eletrificada. E assim permaneceu por um longo tempo.

De minha parte fiquei esperando seu restabelecimento. Queria ser finalizado com o que considero um dos pontos altos na performance de Manu: ela trata um pau de forma única, com respeito e franca admiração, com as mãos, com o olhar, com a boca e língua, sem pressa, com ritmo e pressão de quem realmente está apreciando cada demonstração minha de prazer. Tento prolongar um pouco mais o tempo antes de ser nocauteado, mas a dedicação e competência de Manu nessa circunstância suplanta toda a minha resistência, e acabo me entregando, escandalosamente, estrebuchando em alto estilo.

Repito: tenho sérias indicações de que Manu vai purpurinar. Queira Alah que não. Sentiria muito sua falta, de nossas conversas, brincadeiras, trepadas .... e, por último mas não menos importante, daquela bundinha durinha, infelizmente até hoje interditada. : (


Nota: após termos matado um Yakissoba, o “Uber fake” a conduziu de volta à sua casa

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18 de Março de 2025 às 20:03


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Maria Luiza, repeteco sem rotinas

Mais um reencontro e menos rotinas. Talvez a única rotina que ainda perdure nos encontros entre Maria Luiza e Holmes, seja a resenha inicial que sempre rola, regada a cachimbadas e um uisque bem diluído com RebBul. O casal tem sabido escapar do mesmismo, assim como das armadilhas que a inevitável intimidade acaba armando.

A fórmula para isso? Holmes ainda não sabe explicar. Vai continuar sendo assim? Holmes não tem a menor ideia. Ele só sabe dizer que, até então, a qualidade dos encontros tem sempre evoluído para melhor. E, como aprendemos curtindo a Sociedade dos Poetas Mortos .... “Carpe diem”, foda-se a explicação.

No mais recente encontro, durante a resenha, Malu se põe de pé diante de Holmes, este sentado em uma cadeira de escritório. Ele se atraca à cintura da sereia como um naufrago em algo flutuante, gruda seu rosto no corpo dela e não desgruda mais. Malu retribui agasalhando sua cabeça com um abraço envolvente. Ambos ficam assim por minutos, trocando carícias e feromônios. Depois, já em pé, continuam em ritmo pouco mais acelerado as mesmas trocas, acrescentando a estas, beijos .... os beijos mais doces que Holmes já experimentou. A essa altura Malu já inicia vez por outra a ofegar, o que começa a tirar o famoso detetive do sério.

Inevitável irem para a cama, e na horizontal darem continuidade ao que vinham fazendo antes. Os sons emitidos por Malu durante as novas trocas começam a evoluir para seus já famosos gemidinhos, o que enlouquece ainda mais Holmes. As mãos do casal já procuram o sexo um do outro, e as carícias para lá se deslocam. Tesão de bode se instala, diriam os baby- boomers. O detetive se lança com apetite nos já duros bicos de Malu; ela só falta subir pelas paredes. Sua ppka já está totalmente encharcada, pedindo pau (nota do Narrador: porra! Fiquei de pau duro escrevendo isso!).

Enquanto Holmes, sem qualquer habilidade e apressadamente, tentava colocar a skin, Malu se ajeitava na (dura) cama. Holmes não espera e a ataca quando ela está de bruços, com aquela raba indecentemente gostosa dando sopa. É bem nítido o prazer que a Sereia demonstra ao ter sua ppka penetrada. Suas mãos apertam cada vez com mais força as de Holmes. Seus gemidos são crescentes assim como os incentivos para que o detetive continuasse, até que o clímax chega quase que simultaneamente para ambos. Ser abatido logo no primeiro round é coisa bem rara para Holmes (suando em bicas - apesar do ar no máximo). Só a Sereia mesmo para conseguir esse feito.

A pausa técnica para se recobrarem parcialmente se dá com os dois abraçados, e por isso mesmo acaba não durando muito tempo, pois os carinhos não são interrompidos, apenas se dão em um ritmo bem mais lento, e aí não tem santo que resista.

Dito e feito. Mais cedo do que se pudesse imaginar o detetive está recuperado, e o casal parte para um ppmm, de início bem suave e lento, evoluindo depois para uma cadência mais vigorosa. A certa altura Malu começa a gemer bem mais alto do que de costume, o que faz crer a Holmes que ele está fazendo o maior sucesso. Os gemidos se transformam em expressões de dor. Em resumo: Malu estava tendo fortes câimbras em sua perna direita. Só então Holmes se toca que nada daquilo eram expressões de prazer. BURRO!

A recuperação de Malu foi lenta, mas completa. Ainda permitiu a continuidade da agenda, desta vez, por exigência dela, de quatro, sua posição mais confortável dada a extrema dureza da cama em que estavam.

Palavras normais são completamente insuficientes para descrever o que é a Sereia de quatro. Das cenas mais eróticas que qualquer homem possa participar. Fica registrado na mente como algo único, inesquecível (nota do Narrador: lá estou eu de pau duro novamente! PQP!).

Depois de, aparentemente, ter gozado bastante, Maria Luiza, afinal, cai desmaiada ao lado de Holmes, e não quer mais papo. Informa que vai tirar uma sonequinha; só falta colocar a placa de “DO NOT DISTURB” entre os dois. Plenamente justificável, pois neste dia o famoso detetive, definitivamente, estava com a macaca.

Não pensem os(as) leitores(as) que a história acabou aí. Não! Turbinado por beijos e carícias com as quais Malu o presenteia ao despertar de sua curta soneca, Holmes se excita a ponto de uma vez mais conseguir chegar ao clímax, esgotando tudo que ainda estava na reserva do tanque. O escândalo de sempre se repete, pois, uma coisa que Holmes até hoje não aprendeu (e não quer aprender), é gozar em silêncio, muito menos com a sua querida Maria Luiza.

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RAIKA BITTENCOURT - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 96447-2271
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12 de Março de 2025 às 20:03


RAIKA BITTENCOURT - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=29810



Os Ambientalistas e a FUNAI que se cuidem

Existe uma índia de formosura ímpar vivendo no Rio: Raika. Ela estava presente no último encontro do GP Arena acompanhada por duas amigas de etnia próxima à dela, lindas também. Foristas ambientalistas cercavam insistentemente o trio maravilha tentando uma aproximação que os permitissem aprofundar suas respectivas teses antropológicas. Alguns, mais afoitos, chegaram mesmo a tentar um date com Raika, dentre as três, a mais nova no pedaço. A linda índia, entretanto, não havia ainda ingerido a dose mínima de birita exigida para se livrar de sua natural timidez, e parece que as negociações acabaram não evoluindo.

No evento, Raika havia seguido a sugestão de Holmes quanto à vestimenta, trajando um longo de motivos florais, bem elegante e discreto. As curvas devastadoras de sua proprietária, diga-se de passagem, despertaram irresistíveis desejos de “quero mais” no devasso detetive londrino. Da agenda de Holmes, até um terceiro encontro passaram-se uns trinta dias. Este se deu, uma vez mais, no Barão do Flamengo, aonde o detetive já instalou a sucursal brasileira de seu escritório londrino.

Como de costume, Raika é britânica em seus horários. Chega 1 minuto antes do combinado. É sempre assim. Impressionante. E chega sorrindo, o que torna seu rosto ainda mais bonito. Está muito feliz pois conseguiu comprar duas calças e um macaquinho preto em um brechó pertinho do Hotel. Ainda ficou no arrependimento por não ter também comprado uma sandália.

Raika está discretamente cheirosa, parecendo ter saído de um suave banho de espuma da Trousseau. Como se encontra bastante doída por excesso de esforço na academia, está louca por uma massagem relaxante. A pedido, se despe inteiramente e, de olhos cerrados, fica prostrada de bruços sobre a cama, aguardando. Holmes segue seu exemplo, se despe, e inicia a sessão com uma musiquinha bem relaxante ao fundo. O “shape” da linda manauara é simplesmente perfeito, nada a tirar ou acrescentar. Seus seios são pequenos, sensíveis e irretocáveis, combinando perfeitamente com a etnia de Raika. Seu bumbum (Top 3), irretocável, lembra o da Juliana Paes. Seu cabelo, ça vá sans dire, faz inveja aos mega hair que por aí proliferam.

O desenrolar da massagem de Holmes é um roteiro 100% previsível. Consta em seus inúmeros relatos. Ultrapassada sua fase inicial, o inevitável acontece: Holmes se ajoelha fora da cama para pagar seus infinitos pecados de luxuria, acomoda sua cabeça entre as pernas de Raika, e começa um oral que irá se estender por muito tempo.

A ppka de Raika é um caso à parte, de uma estética perfeita. Sua perolazinha, a coisa mais linda do mundo, reina na paisagem. Raika tem orgasmos; sua produção de frutose é de fazer inveja. Holmes se refastela; beijando-a, a faz provar de seu próprio mel.

Uma vez mais o fenômeno das lágrimas se consuma. Ao mesmo tempo em que Raika as enxuga com as mãos, também ri com o que estava acontecendo. No encontro anterior do casal, o mesmo havia ocorrido. O britânico detetive (nada romântico) sugere que poderia ser alguma alergia. Se ele fosse brasileiro, certamente afirmaria que era pura comoção dela, face a tanto prazer vivenciado.

Aproveitando o estado de excitação de ambos, Skin devidamente aplicada, o casal percorre diversas opções (franguinho I, franguinho safado II, de quatro, ladinho, ppmm). Três aspectos são comuns em todas elas: 1) o assoalho pélvico de Raika é anormalmente forte, proporcionando sensações únicas em qualquer posição; 2) estão sempre presentes os incansáveis beijos de Raika, intercalados por seus sorrisos apaixonantes; e, 3) o golfinho sugador se junta ao casal no extenso ménage à trois.

Inevitavelmente Raika vai novamente ao clímax, enquanto Holmes, após tamanha epopeia, não. Tudo leva a crer que ele fez uma aposta superior ao que tinha como cacife. Coroa bestalhão! Não se enxerga!

Raika, por sua vez, está bem satisfeita. Pede um tempinho para diversas providências, acaba com a garrafinha de Gatorade que Holmes lhe trouxera, e vai se juntar a ele, que ainda permanecia na cama. A conversa toma rumos diversos, super interessantes. Holmes ouve com tanta atenção que chega a se esquecer completamente do leitmotiv do encontro.

Por acaso, em determinado instante os olhos de Holmes, através do espelho do teto, redescobrem Raika, e, imediatamente nela se enrosca todo, como uma sucuri faz com suas presas. Seu cheiro e afagos logo despertam o protagonista até o momento murcho. Raika começa então a empregar todo receituário de feitiços manauaras para conduzir Holmes a Valhalla. Seu intento é logo atingido .... a índia domina a arte do sexo. Holmes joga sua fleugma pela janela e, sem qualquer censura estrebucha durante um tempão como um torturado pela Inquisição.

Em resumo: Raika é especialíssima. Faltam adjetivos para ela. Fidelizou Holmes.


Nota 1: valores dos deslocamentos reembolsados à parte.
Nota 2: antes de pegar o Uber de retorno, Raika conseguiu comprar a tão desejada sandália, e, felicíssima, enviou a respectiva foto para Holmes.
Nota 3: Holmes continua devendo para Raika uma mega tigela do inigualável Açaí Premium do Tacacá do Norte.

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11 de Março de 2025 às 14:03


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Tudo que é bom, pode ficar ainda melhor?

No caso da Maria Luiza, Holmes não tem a menor dúvida: a resposta é SIM. No transcorrer do reencontro mais recente de ambos, no Barão do Flamengo, isso ficou mais do que patente.

Por questões que fugiram ao controle, Malu e o detetive londrino (em suas férias tropicais) não se viam há quase quinze dias. Para ele, isso foi muito tempo. Assim que o elevador chegou ao quinto andar com Malu, Holmes abre a porta, coloca ambas as mãos sobre os ombros da sereia, e, correndo, a empurra delicada (mas decididamente) em direção à porta da suíte aonde havia se instalado uns quinze minutos antes.

A Sereia é inteiramente pega de surpresa pela atitude do carente detetive, e se deixa levar pelo impulso. Porta fechada, um longuíssimo, silencioso e super apertado abraço torna o casal uma coisa só. Eles se afagam e se cheiram. Como diria Proust .... “à la recherche du temps perdu”. Beijos e palavras veem posteriormente se juntar ao ritual do reencontro.

Com os batimentos cardíacos normais restabelecidos, Malu e Holmes se sentam frente à frente, e refrescados por um scotch on-the-rocks, se atualizam sobre alguns assuntos pendentes. Mas o clima não permite que a lista se esgote; logo ao final da primeira dose, Holmes, descaradamente, se deita; a Sereia o segue. Com ambos lado a lado, a sessão carinhos é retomada, só que agora complementada por uma série de beijos de intensidade cada vez mais crescente.

O que já era bom, se torna visivelmente ainda melhor. Os beijos de Malu são os melhores que Holmes jamais experimentou: doces, molhados na medida exata, intensidade variável ...... uma perdição. O mesmo acontece com seus carinhos: percorrem toda a extensão do corpo dele, são acompanhados de mudanças perceptíveis de ritmo respiratório. Uma tempestade perfeita se forma, até o momento em que Malu se apossa do pau de Holmes.

A partir daí ela toma a iniciativa, tira o travesseiro que Holmes tentava colocar debaixo da bunda e o coloca sob a cabeça dele, se encaixa, e começa literalmente a comer Holmes, prendendo suas mãos com as dela, não dando qualquer chance de defesa a ele, que não vê saída a não ser se entregar à luxúria da abelha rainha. O ritmo crescente, as expressões e os sons emitidos fazem crer que ela sente imenso prazer. Como tudo que é bom, transcorrido algum tempo, suas forças vão acabando. Ofegante, finalmente, Malu cai de lado, e fica com o olhar fixo para o espelho do teto.

Por sua vez, Holmes estava a mil neste dia, e não deixa Malu em paz. Sua vez de fazê-la ressuscitar. Usa diversos artifícios para isso, e finalmente consegue seu intento. Daí para frente é tudo alegria: algumas variações são ensaiadas, mas o destaque especial, uma vez mais, é para o franguinho. Nessa posição, variando o andamento (andante, allegro, moderato, etc) o prazer parece ser inesgotável. E assim, ambos ficam “por horas”.

Após muita curtição, infelizmente, a idade de Holmes começa a pesar, e é a vez dele ser obrigado a parar de brincar. O casal decide por uma pausa de armistício, aproveita para recarregar os copos, e alguma outras providências mais. A resenha é retomada no ponto em que havia sido interrompida.

Papo vai, papo vem, balança o pau para um lado, balança pro outro .... o morto começa a se recuperar, e então Holmes percebe que sua excitação pode ir aos céus somente com base nos beijos de Malu. Dito e feito. Uma fantasia bem boba que acaba se realizando, levando Holmes a um clímax de inédita duração e intensidade. Sua fleugma vai literalmente para o espaço; suas reações, vergonhosas e impublicáveis. Uma vez mais fica comprovado que o que é muito bom, sempre pode se tornar ainda melhor.

Sem mais palavras, Malu é simplesmente viciante. Novo repeteco devidamente agendado.

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23 de fevereiro de 2025 às 12:02


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Kate Morena

Ela já havia despertado o interesse em Holmes desde o início de fevereiro, quando publicou seu primeiro feed no social do GPArena.

No dia 13 pós-encontro, no Bar do Zezé, uma menina muito bonita, bem discreta, de pé, acompanhada por três confrades, trajando um shortinho comportado, blusa branca e tênis chamou bastante a atenção de Holmes. Tipo de mulher que o famoso detetive aprecia: belo rosto, corpo lindo, sem alegorias, e cosmética minimalista. Ao investigar, foi informado pelo confrade Delanmax que se tratava justamente de Kate. Holmes não pensou duas vezes e na semana seguinte já estava com agendamento feito.

Ao chegar no Barão do Flamengo, Kate mantinha o mesmo estilo minimalista, trajando um vestido curto azul claro, justo, que revelava curvas harmônicas e muiiiiiito tentadoras. Tendo chegado de moto, calor estúpido, clamou por uma ducha.

Holmes percebeu leves sinais de timidez nela. Tudo bem; compreensível. Não seria a primeira, e nem será a última vez que ele se depararia com esses traços. Na verdade Holmes prefere isso, às “teasers”, que simulam um comportamento inicial extrovertido para camuflar travas que posteriormente acabam se revelando.

Não se passam mais de dez minutos, e os sinais da timidez inicial começam a se dissipar. O que posso afirmar, como narrador, é que, Kate nas próximas quase duas horas vai sair desse estado e entrar rapidamente em uma espiral de tesão crescente, incontrolável mesmo; e Holmes seguirá com ela nessa mesma trajetória.

Continuando. Primeiro encontro, como sempre, Holmes lança mão da “sensitive” dorsal, regada a óleo de coco – atualmente seu preferido. As reações de Kate são imediatas. Gemidos quase imperceptíveis, sorrisos de olhos fechados, respiração longa. Ela demonstra claramente apreciar preliminares gentis, e procura por todos os meios retribuir. Seus beijos são doces e molhados. Seu corpo é quase todo repleto de sensibilidade: nuca, pescoço, orelhas, ombros, seios, barriga, etc. Holmes estava extasiado; ficou passeando por todo o parque de diversão até ela prender a cabeça dele entre suas pernas.

E foi ali que começou a saga. O primeiro gozo de Kate chegou após uma bela sessão iniciada bem lentamente e que com o correr do tempo fora se intensificando, contando ademais com um papel complementar de dedos nervosos (pré Parkinsonianos). Kate exclama “ai caralho!” algumas vezes, anunciando algum tempo após o tradicional “vou gozarrrrrr!” se contrai toda e entra em espasmos incontroláveis, com os olhos arregalados varrendo o teto de espelho, tapando a boca com as duas mãos. Cena inesquecível. Tesãozão!!!!

Holmes respeita a hipersensibilidade que se instala, mas decide trabalhar no limite, para não deixar a chama se apagar. Evita tocar na perolazinha, porém se dedica a todas as regiões vizinhas e também aos seios super sensíveis. De vez em quando ele ensaia leves toques para avaliar se Kate já aceitaria o retorno ao minete, o que finalmente ocorre. Novo ciclo, idêntico ao primeiro, se inicia. O novo gozo veio rapidamente.

A essa altura Watson (o eterno companheiro de Holmes) já via estrelinhas, mas finalmente estaria sendo chamado para protagonizar. Skin posta, e acontece um inevitável ppmm da maior qualidade (Kate tem uma ppka bem apertada), olho no olho, beijos longuissimos. Ela gosta de encarar durante a transa,

Após a pausa para descanso e reidratação Holmes apresenta a Kate um pequeno sugador, sugerindo experimentá-lo. E aí o inesperado acontece. Estimulada por menos de um minuto pelo sugador, desliga ele e pede a Holmes: “me chupa de novo?”.

Não precisou Kate falar duas vezes; o ego do famoso detetive londrino não coube mais dentro da suíte, e ele partiu imediatamente para o cumprimento da missão dada. O ciclo da primeira sessão se repetiu, só que mais intensamente ainda. Vai gostar de ser chupada assim na pqp!

Novo intervalo, e é a vez de Kate querer retribuir com seu oral. Ela o faz com maestria, inclusive surpreendendo Holmes com algumas técnicas agradabilíssimas e que ele desconhecia inteiramente. Como dizia um amigo de Holmes: “just what the Doctor prescribed me”.

Outra peculiaridade de Kate: enquanto Holmes abre os portões de Vahala, estrebucha, fala tudo que é palavrão e se retorce na cama como um possuído, ela fica observando com toda atenção e curtindo cada detalhe, isso sem interromper o que naquele momento estava fazendo. Kate depois, explica que tem o maior tesão em apreciar os efeitos que provoca.

Ela é nova na área, parece adorar sexo, e certamente tem um futuro promissor.

Repetecos brevemente. Recomendadíssima.


nota: além do presentinho, Holmes colaborou com R$50,00 para o Uber

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16 de fevereiro de 2025 às 20:02


MARIA LUIZA - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=24779



Maria Luiza, Holmes, e o princípio KISS

KISS , uma sigla para " Keep it simple, stupid! ", é um princípio de design observado pela primeira vez pela Marinha dos EUA em 1960. KISS implica que a simplicidade deve ser uma meta de design. O princípio foi estendido para outros campos nos cursos de MBA (Master Business Administration) norte americanos somente a partir dos anos 80. De lá para cá faz parte importante dos valores da maior parte dos(as) profissionais bem sucedidos(as).

Na gastronomia sua aplicação mais evidente é no preparo de frutos do mar. Quanto mais ingredientes se agrega aos peixes e/crustáceos, por exemplo, menos se percebe a sutileza de seus aromas e sabores originais; deles só passa a restar a consistência. O sashimi é o exemplo mais radical quanto ao emprego do approach KISS na culinária.

O mesmo vale para qualquer carne grelhada, particularmente para os cortes naturalmente mais saborosos. O princípio se estende também à maior parte da cozinha italiana, berço da cozinha moderna. No Brasil, o pf de feijão com arroz com qualquer coisa mais é um exemplo clássico.

Mas agora vamos ao que interessa ao público GPArena: sexo, e o approach KISS.

Ultimamente a internet foi invadida por uma horda de especialistas em sexo. Prometem de tudo; só não vi ainda sexo com as orelhas e cotovelos (mas já vi com suvaco e cabelos). De resto, tem de tudo. Promessas absurdas, técnicas e produtos infalíveis para gozar, fazer gozar, não gozar prematuramente, para apertar xexekas, alargar paus. Isso sem falar das posições recomendadas e técnicas para um sexo anal prazeroso (ibope absurdo). O Kama Sutra, tadinho, está ficando ultrapassado.

Acho que esse excesso de informação (a maior parte, na realidade, sendo ruido, ou seja, não informação), só leva o pobre macho normal a imaginar padrões irreais, fora de seu alcance, o que acaba gerando ansiedade e frustrações, principalmente nos mais inexperientes.

Já passei por esse estágio. Hoje sou fervoroso adepto do sexo simples, sem complicações, sem sofisticações, sem vernizes, sem exageros, e também sem economias. Sexo vegano, approach KISS, preferencialmente com mulheres não aditivadas e autênticas na entrega. E as feias que me perdoem, mas como dizia o poeta: “beleza é fundamental”.

Porém aqui, um detalhe: quando me refiro a beleza não estou me restringindo à estética. Não falo de misses magricelas com rosto de bonecas, que devem obedecer a padrões preestabelecidos, e pior ainda, mensuráveis, como as escalas atuais de avaliações de vinhos. Emprego a palavra “beleza” para englobar uma série de qualidades, estéticas e não estéticas, que, em seu conjunto, resultam na atratividade que uma mulher exerce sobre mim ao vê-la andando, falando (comigo ou com outras pessoas), observando algo, comendo, sonhando, rindo, gozando, chorando, pensando, admirando, dormindo, gemendo, etc.

Maria Luiza é uma mulher que preenche com louvor esses traços. Já que estaríamos juntos no Encontro do GPArena na quinta feira passada, nada mais prático e agradável do que nos vermos antes, jantarmos cedo e em seguida irmos ao Curta Carioca. O presente relato se concentra no “antes”.

Relato

Após o horário de almoço Maria Luiza chega chez moi. E aonde ela chega, altiva como sempre, toma conta. Não obstante é uma pessoa simples, alegre, que (quando quer) esbanja simpatia. São esses contrastes que a tornam uma mulher tão interessante. Sua plástica e entrega dispensam apresentações. Não é à toa que tem arrebatado tantos corações.

Nossa resenha de chegada foi bem mais longa do que o usual. Dessa vez, alguns dos temas foram de um teor bem intenso. E isso nos fez muito bem. Faz parte da nossa forma de esquentar os tambores.

Havia pedido a ela para levar um body verde fluorescente que já empregara em alguns de seus vídeos. Expliquei que, por ter as laterais abertas, o tal body se assemelhava demais ao de uma personagem de revista em quadrinhos que na minha pré-adolescência me havia despertado tesão pela primeira vez na vida. Até hoje me lembro claramente da personagem.

Após seu banho, quando Malu vestiu o body, a conversa cedeu lugar a outras coisas, bem mais silenciosas. Me deito e a sereia, de lado, me abraça. Ficamos assim namorando por algum tempo, até que, não resistindo, alcanço a Skin, e, com ela ainda vestida, começamos um ppmm bem lentamente. “Keep it simple, stupid Holmes”. A voz da razão tomou conta de mim, e nada mais inventei, a não ser continuar naquele chamego até os finalmentes.

Neste dia eu estava com a libido a mil. Uma vez recuperado engrenamos mais duas longas séries (sempre abordagem KISS): de dorso, e aquela montada tradicional. Ambas sem qualquer invenção adicional ou ginástica, apenas muito carinho, “gemeção” sem economia e beijos de ambas as partes.

Suados e desmaiados ficamos, até a fome bater à porta. Nos banhamos, jantamos e tomamos o rumo do Curta; a Sereia trajando um pantallon marron claro, sem qualquer adereço adicional ou mesmo cosméticos.

Chegamos pela ruela transversal e nos deparando com a turma da pipoca. O silêncio que se fez ficou evidente. Algumas dezenas de cuecas comeram Malu com os olhos, mas, respeitosamente, e aos poucos, foram abrindo alas para passarmos em direção à entrada do Encontro.

Se olhar engravidasse .... pqp!

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12 de fevereiro de 2025 às 09:02


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A Síndrome dos Três Plofts

Em um dessas semanas de inverno (europeu) em que Holmes passava na South Park dos trópicos, ele convida a bela índia Raika à filial do seu escritório londrino, temporariamente situado à Rua Barão do Flamengo.

Ambos já haviam se encontrado anteriormente. Cada vez mais, Raika Bittencourt encanta Holmes. A começar pela pontualidade; o Big Ben de Londres tranquilamente poderia ser calibrado por ela.

Cinco minutos antes do horário combinado, o famoso detetive sobe para a suíte do encontro. Mal arranja seus pertences e a campainha soa. Era Raika, a linda índia. Pontualíssima.

Exibindo um sorriso exuberantemente amazônico, de quem mamou em quem comeu peixe de rio a via inteira, Raika rompe de imediato a fleugma londrina de Holmes. Seu estilo de expressar alegria pelo reencontro é solto e bem verdadeiro, estilo Sofia Vergara.

Apesar de já a conhecê-la, Holmes fica meio sem ação, congelado diante da beleza, mas como também pelo bom astral e simpatia de Raika, tão contrastante com o que o detetive normalmente se depara em Londres. Ela veste um longo que segue catolicamente cada curva de seu estonteante corpo. Pensem em uma mulher chique, com postura, e gostosa pra caralho.

Holmes não pode deixar de pensar no estrago cultural que ela causaria caso o acompanhasse quando do seu retorno a Baker Street. Londrinos se comportariam como cariocas, não resistindo a olhar para trás após cruzar na calçada com essa mulher. O taciturno The Guardian estamparia em sua primeira página o novo “British style” incorporado à cultura londrina por conta da linda índia amazonense recém importada por Holmes, apelidando a nova mania como “The London feedback eyes”. Ed Sheeran comporia uma música em seu louvor, “The Perfect Shape”.

Voltando aos Três Plofts. Após as tradicionais trocas de palavras e afagos sempre presentes nos reencontros, Holmes, um ser estranho ao sol carioca, pede ajuda à Raika para espalhar óleo de coco em suas costas, bem queimadas por conta de um final de semana descuidado. O casal se põe a pelo, Holmes deita de bruços, e a linda índia começa a tratar do gringo incauto, não sem antes comentar a “marca” do bronze de Holmes. Bunda branca como a neve, dorso com a cor de salmão. Holmes checa no espelho, e se dá conta de o quanto está ridículo.

Feito o serviço, Raika (peladinha) pede reciprocidade. Holmes, estoicamente se dedica a retribuir. Porém sua fleugma britânica não resiste muito tempo à tesuda geometria da bela índia; ele monta em seu dorso, perde o controle e a cobre de beijos, prontamente correspondidos. Aliás Raika tem outra particularidade: ela beija sorrindo. Isso cativa profundamente o famoso detetive inglês.

Daí para frente é uma avalanche. Sarro na perolazinha, e logo em seguida Holmes se dedica a chupar com um prazer enorme a mais bela e saborosa fruta do Norte do Brasil ... a ppka de Raika, e sua perolazinha gordinha, a essa altura já bem durinha. Holmes assim fica, como se o tempo não passasse. Vez por outra parece que a linda índia vai gozar. Mas é falso alarme; ela não chega lá.

Holmes bravamente não esmorece, lançando mão dos mais diversos artifícios à sua disposição, até que Raika anuncia com ar assustado ...... VOU GOZAAAARRRR ...... e goza ..... e não para de gozar ...... ri ..... e goza mais ..... ri mais .... quando Holmes então percebe algo que nunca havia presenciado antes: lágrimas escorrendo dos olhos da princesa índia. Ele não se atreve a perguntar qual a razão, ou se isso era usual. Fica a dúvida.

A coisa que mais agrada a Holmes nessa vida, é ver uma mulher gozar em seus braços. Agora, gozar sorrindo e com lágrimas nos olhos, aí já é demais, completamente inusitado. E, como se não bastasse, a produção de frutose se dá sem qualquer economia. Haja lençol. Haja coração.

Pensam que a coisa acabou aí? Não! Nesta manhã Holmes está com a macaca. Mal Raika acaba de se lavar, já estava ele clamando por um trato para ressuscitar Watson (seu inseparável companheiro). A linda índia não se faz de rogada e atende prontamente aos clamores do famoso detetive londrino.

Com Watson devidamente ressuscitado, Holmes propõe um "franguinho devasso", que se distingue do "franguinho usual" por apenas dois centímetros. Proposta aceita, ao mesmo tempo Raika começa a se tocar com intensidade, e com sua mão sobrante, traz a cabeça de Holmes para beijá-la (sempre sorrindo). Há tempos Holmes não era atingido por golpe tão baixo. O detetive enlouquece. Daí em diante vale tudo. E o vale-tudo se estendeu pela manhã a dentro.

O aviso de “game-over” chegou exatamente da mesma forma como ocorrido no primeiro encontro do casal. Como lá relatado, não se sabe por que cargas d’água, a bela índia tem contrações incomumente fortes (deve ser resultado do consumo de açaí e guaraná). Está o casal na prorrogação, em pleno ppmm, quando as tais contrações aparecem, e .... ploft, Watson, já se aproximando do estado de meia bomba, é vergonhosamente ejetado de onde se encontrava tão feliz.

Não satisfeito, Watson insiste por duas vezes mais, e, em não menos de um minuto, é novamente expulso por uma mega contração. Não resta alternativa ao casal, senão rir, levar na esportiva. O fenômeno, de agora em diante, será batizado com a etiqueta de “Síndrome dos Três Plofts”.

Resumo (curto e grosso): Holmes, cada vez mais encantado com a Raika Bittencourt.


Nota: valor do Uber reembolsado à parte

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11 de fevereiro de 2025 às 10:02


MARIA LUIZA - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=24779



Maria Luiza, finalmente a Sereia em seu real habitat

Sempre antes de escrever um relato procuro identificar principalmente aspectos que mais me marcaram durante o respectivo encontro. Por essa razão não tenho muita dificuldade em relatar repetecos, pois é quase inevitável que se revele uma nova particularidade, e esta acaba se tornando o eixo do relato.

Me apego muito. E tenho muito prazer em agradar a quem me apego. De início, em geral, o que conta é a atração sexual e a entrega, mas, rapidamente passo a valorizar, apreciar, admirar, a pessoa em si, sua personalidade e caráter, sua história de vida, suas lutas. Esses valores também me dão tesão, e muito.

Maria Luiza é um exemplo clássico. Temos quase quarenta dates, todos longos. Em cada um deles, pelo menos uma coisa nova aconteceu, um aspecto inédito se revelou, uma nova dimensão me conquistou. Nossas conversas são intermináveis, e nossos valores bem convergentes. Ao longo desse tempo aprendemos a nos ajustar (inclusive ao gap abissal de nossas idades), nos respeitar e admirar mutuamente.

Dessa vez, terminada a etapa de lubrificar as goelas para a resenha fluir, Malu, sem o menor constrangimento já se deita de bruços na cama, guardando somente uma calcinha, a qual, mesmo se fosse maior, não conseguiria cobrir parcialmente o que convencionei chamar de “THE BUMBUM”.

Não me canso de admirar essa verdadeira obra da natureza (infelizmente fechada para visitação). Linda, e de geometria avassaladora, eu diria mesmo, agressiva. Acima dela, costas não menos sensuais, ombros retos. Seus braços, belas mãos longilíneas e pernas complementam esteticamente o conjunto da obra. Sua pele é sedosa, quase tailandesa. Eu poderia ficar horas contemplando-a deitada assim, quase sempre com seu rosto encaixado entre as dobras de um travesseiro, ficando com a bochecha de baixo amassada, como as de crianças. Até esses pequenos detalhes eu curto.

Ao invés de besuntá-la com óleo, como quase sempre faço, resolvi atualizar minha pesquisa sobre seus pontos mais sensíveis. Fiz isso com toques levíssimos, pontas dos dedos praticamente levitando devagarzinho sobre todo o seu corpo, seção por seção, pedacinho por pedacinho. Ao fundo a playlist de Malu, com as músicas que mais gostamos.

Suas reações aos toques são bem específicas, nada exageradas, super sensuais. Uma reboladinha, uma tremida, uma contração. Malu geme, arrepia, se ajeita, suspira; e o interessante é que as reações são sempre as mesmas, para as mesmas regiões.

Terminado o mapeamento dorsal, o pau em pandarecos, doendo de tão duro. Cada mexidinha dela era uma verdadeira tentação do demo.

Já com Maria Luiza de barriga para cima, retomo minha pesquisa para complementar o mapeamento. Só havia me esquecido de um detalhe fundamental: mulheres, diferentemente de nós, são seres complexos. Muito provavelmente o mapeamento de hoje não serve para amanhã, tem vida curta, é efêmero como a informação. Mas, certamente, valeu a experiência. A prática não só nos excitou a ambos, com também trouxe sensações novas, estas já incorporadas agradavelmente às nossas memórias.

Foi nesse dia que batemos nosso recorde ..... ao contrário. Nunca, por tanto tempo, havíamos mantido somente uma posição. Desta vez, o franguinho monopolizou a cena, praticamente do início ao fim.

Apesar do ar condicionado no máximo, acho que há tempos não suava tanto. Ao final caí ao lado de Malu, e ela, demostrando carinho e preocupação, usou diversos lencinhos e uma pequena toalha para me secar, primeiro a fronte e a careca, depois o resto.

Ficamos deitados, namorando por um tempão. Não sei o que é mais gostoso, mas o fato é que o namoro e o sexo se complementam maravilhosamente. É a tal da sinergia (1+1=3).

De uma hora para outra, a fome que nos bateu foi simultânea e avassaladora. Algum tempo em seguida já estávamos resolvendo a questão em um local perfeitamente apropriado a uma Sereia. Me senti um dos personagens de Lewis Carroll inserido no cenário de Alice no País das Maravilhas. Malu parecia estar em casa, em seu habitat natural.

Fome aplacada. Malu bastante feliz. Eu então, nem se fala.

Pista de Holmes aos(às) curiosos(as): por conta do período de defeso, só fiquei devendo a ela um nobre crustáceo. A propósito, um exemplar dessa “lacuna” já está devidamente guardado no freezer do 221-B, Baker Street, London, UK, aguardando somente o próximo encontro. Espero que, até lá, o invejoso e ardiloso Professor James Moriarty não o subtraia.


Nota: Uber reembolsado à parte

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Mr69, Piru Aposentado, Yvy Massagista, voicersex, rafael.oliveira, Peter White, lukapeta, Blackoldman, Holmes, membro, Paulista88, Saulo Top, Dionizio_RJ, 90loiro90, Getúlio, Gilmour, Lucifer, Guib, Sueco, Eva Sanchez, Mítico, Thor de Copacabana, Yami Mysterio, Apolo, curtiram esse TD.
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02 de fevereiro de 2025 às 17:02


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Manu Leclerc

E lá foi Holmes buscar uma vez mais Manu em sua casa, dando uma de Uber. A flor de mandacaru estava, como sempre, com um vestido longo, desta vez de motivos florais, que se ajustava perfeitamente à sua silhueta, revelando sua bundinha empinada (sem lordose).

Ao entrar no carro, percebi que Manu tinha um ar mais sério do que o usual. “Fiz um procedimento dos lábios, para dar mais cor a eles”, disse ela. Para mim, ficou logo evidente que o tal procedimento exigia um curto período de resguardo, pois, olhando mais atentamente, eles pareciam um pouquinho inflamados. Me entristeci, pois tinha planos extremamente torpes para abusar daquela boca; mas me conformei. Afinal, graças ao bom Deus o que não nos falta é imaginação.

Fomos para o Barão do Flamengo. Mal entramos na suíte, Manu já se desfaz de sua calcinha vermelha. Êta menina safada e objetiva! Nunca vi gostar tanto assim de sexo. Nem disfarça.

A fase de esquentar os tambores com ela é sempre muito rápida. Não dura mais de cinco minutos. Por qualquer coisa, Manu já está rebolando, pedindo rola, gemendo e toda molhada. Notem que ela é teatro zero. Transpira autenticidade (às vezes até demais). Fala tudo na lata.

A massagem que lhe fiz não passou desses cinco minutos. Como já declarei diversas vezes, sou fascinado por sua bundinha redondinha e dura, e nela concentro minha atenção, primeiro na massagem, depois sarrando com o pau. Para não correr riscos, visto a Skin, e quando menos espero lá estou eu comendo Manu de dorso (sua portinha dos fundos é trancada a sete chaves). E assim fico até estrebuchar. Caio desmaiado. Tudo muito rápido para mim, pois desde que havíamos entrado na suíte, não haviam se passado mais do que uns 20 minutos.

Aqui uma divagação. Raramente tenho encontros com duração inferior a duas horas. Minha preferência é por longo período dedicado a preliminares; também tenho predileção por curtir o gozo feminino. Pela idade, raramente finalizo mais de uma vez, muito embora possa ter fortes sensações de prazer antes.

Confesso que essa “experiência dos 20 minutos” com a Manu me instigou a tentar um desses “encontros pá-pum”, de 30 minutos, tão em voga nos períodos de crise. Quem sabe acabo aderindo?

Voltando ao encontro. Uma vez recuperado, começo a me dedicar a proporcionar prazer a Manu, inicialmente com as mãos, em seguida com um oral caprichado, posteriormente com a ajuda dos universitários (sugador), complementada (a pedidos) por movimentos manuais lentos de penetrações. Encharcada, o gozo de Manu finalmente chega. Como eu, raramente ela goza mais de uma vez.

No entanto essa missão me despertou a libido; meu pau começou a clamar por atenção. Manu, que adora a estética fálica, não se fez de rogada. Imediatamente se posiciona agachada ao meu lado, oferecendo aquela bundinha às minhas carícias e, simultaneamente me punhetando com competência (pressão, extensão e ritmo). Se esquecendo das condições de seus lábios, mamou a consequência do seu ato até a “paumolescência”. Me esgotou; em seguida, sem pressa, descartou.

Manu certamente vai passar nos concursos públicos que se inscreveu. Isso se concretizando, acho que se aposenta da putaria remunerada; mas, gostando como gosta de sexo, deve continuar trepando muito, pois é disso mesmo que ela gosta.

Quem se identifica com seu estilo franco, autêntico, muito educada, e que valoriza demais ser bem tratada, entre logo na fila.


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MARIA LUIZA - Largo do Machado - Rio de Janeiro - RJ
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31 de Janeiro de 2025 às 09:01


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Cada louco com sua mania

Não descobri até hoje porque, mas fato é que tenho um tesão gigantesco, bem acima do usual, quando Malu veste um determinado pijaminha curto. Perco toda a sobriedade, me descontrolo, queimo etapas.

Após sua ducha, cheia de más intenções, foi exatamente o que fez. Levou o tal pijaminha na bolsa, e o vestiu. A essa altura Malu havia bebido somente uma mini dose de uísque com Redbull e gelo de coco. Inevitável! Por conta de seu golpe baixo com a minha libido, a conversa que até então mantínhamos civilizadamente cedeu lugar a uma interminável e deliciosa sessão de carinhos desencadeada pelo pequeno, singelo e perigosíssimo pijaminha.

Abraço com força a Sereia de frente, de lado, de costas. Me esfrego e ela rebola discretamente. Trocamos cheiradas, olhares, palavras, beijos, carinhos. Nossas mãos se encontram e se desencontram. É um namoro sem pressa, sem afobação. Acaricio seus cabelos, beijo sua testa, olhos, mãos. Um namoro maduro, gostoso. Malu é perfeita nisso.

Aos poucos, as últimas roupas que ainda restavam vão caindo e ficamos nus, ainda em pé. A sarração continua. A essa altura, as respirações já estão em ritmo de cárdio, e acabamos nos rendendo à gravidade ... caminha.

Deitados lado a lado, agora já com a mão na coisa e as coisas na mão, nos estimulamos mutuamente. De minha parte resolvo ser detalhista como um clinico geral das antigas, que na consulta nos apalpava do alto da cabeça à pontinha dos pés. Foi a extensão de Sereia que percorri, sempre me detendo nos pontos de maior sensibilidade.

O desenrolar não podia vir a ser outro. Malu de bruços, e eu sobre ela, esfregando meu corpo no seu, após tê-la besuntado com óleo de coco por completo. O sarro foi tamanho que estive a ponto de gozar.

Aqui, pausa para uma recordação. Nossa cena acima me lembrou um episódio ocorrido comigo aos 16 anos de idade, no banco de trás do carro que eu havia roubado do meu pai (em Petrópolis) para sair com uma namorada. Maria Lucia (seu nome) deitada, com uma calça de lycra (na época era comum); eu com o pau para fora sarrando ela com o furor da idade e beijando sua boca sem parar. Nesse episódio, para desespero de Maria Lucia, só na sarração, gozei horrores, inutilizando totalmente sua calça. Ela morava com seu pai e irmãos perto do local aonde estávamos, e teria de voltar para casa imediatamente, mesmo sem ter condições de disfarçar a melança. Não tive feed-back. Só soube, mais tarde, que seus irmãos queriam me matar. Fiquei mais de dez anos sem ir a Petrópolis.

Voltando ao objeto do relato, esse não foi o caso com Malu. A idade não me permitiu chegar aos finalmentes, apesar da libido estar a mil e eu suando em bicas. A Sereia percebe que estou extenuado, e, movida por péssimas intenções me dá um “descanso” sentando sobre meu rosto. Automaticamente começo a fazer o que, nessa circunstância, devia fazer. Malu apoia suas mãos na parede e se movimenta bastante para me ajudar na execução da missão dada.

Acho que o lado dominatrix da Sereia começou a se manifestar claramente nesse encontro, pois de repente , sem quaisquer palavras, ela desmonta, olha fundo nos meus olhos, séria, e me posiciona com autoridade para comê-la de quatro. E lá estou eu (me sentindo homem objeto) comendo Malu de quatro. Como a iniciativa foi dela, depois do pau atochado, resolvi ficar parado, deixando a responsa da movimentação inteiramente por conta dela. Malu não teve dúvida, assumiu o controle. Somente perto do clímax comecei também a me movimentar. Me amarrei na novidade. Pausa para trégua.

Discordamos em algumas poucas coisas. Sei que não é sua posição preferida, mas adoro comer Malu de franguinho. E foi assim que recomeçamos após aquela pausa..

Daí para frente, ainda voltamos a experimentar um pouco de tudo, com um grand finale apoteótico, como adoro. Uma vez mais gozamos juntos, na maior harmonia e intensidade. Em seguida, entrelaçados de lado, e em sentidos opostos, cada um de nós acariciando uma perna do outro, ficamos por algum tempo curtindo a descarga de hormônios desencadeada pelos prazeres que novamente tivemos juntos.

Obrigado Malu. Uma vez mais, me proporcionando tanto.

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19 de Janeiro de 2025 às 10:01


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Raika Bitencourt, um encanto de mulher

A conheci no evento de setembro. Raika é (objetivamente) linda. Sem dúvida, Top 3 Arena. No evento, conversamos por tempo suficiente para priorizá-la na minha agenda. Entretanto a fidelidade, e constantes repetecos que costumo fazer, acabaram deixando pouca margem para novas aventuras (e desventuras).

Mais recentemente a enfática indicação de meu amigo Ogimao pesou, e lá fui eu. Bingo! Raika me encantou do primeiro ao último minuto do nosso encontro. Por enquanto sem local, está aguardando finalização de obras em seu próximo ninho, no Centro.

Raika é completa no mais amplo sentido. Simpática, inteligente, de bem com a vida, manequim perfeito, curvas super sensuais, toda natural, pele e ppka lindas, carinhosa, cheirosa, pontual, resolvida, beijoqueira, cabelo de fazer inveja aos megahair, autentica e educada, sem vícios (exceções: Gatorade e açaí premium, não aqueles açaís do Mega Mate que tem por aí), gosta de sexo em todas suas variáveis, e, como se não bastassem tantos predicados, acumula ainda um diferencial raro. Como não sei se esse é permanente, e também por não a ter consultado sobre, penso ser mais prudente por enquanto não o revelar, deixando isso ao critério exclusivo dela.

Raika chegou no Barão do Flamengo, bela, toda sorridente, trajando um conjunto preto de muito bom gosto e sandálias. Como de hábito meu, no primeiro encontro, musiquinha relaxante e extensa massagem corporal. Ela escolheu óleo de coco “bom até para a ppka” afirma. Sem qualquer economia derramo “litros” lambuzando seu corpo inteiro, e por um instante fico admirando aquela silhueta perfeita, realçada ainda mais pelo brilho conferido pela oleosidade.

As pontas de meus dedos passeiam aleatoriamente e bem de leve por toda extensão de seu corpo, seguindo suas curvas no compasso da música de fundo. Não paro de elogiá-la. Raika, de olhos fechados, imóvel, parece dormir profundamente. Assim ficamos até eu não aguentar mais e montar sobre seu dorso para agregar meu tronco à massagem. Seus olhos começam a piscar, e os primeiros beijos, discretos, surgem.

Desmonto para facilitar a migração da massagem manual para o eixo alta ppka – cóccix, e a ele passo a me dedicar, a essa altura já despertando suspirinhos e discretas reboladas. Me marcou muito o momento em que, face a face, Raika abre os olhos e me lança um sorriso discreto antes de retribuir com mais beijos. Ela se apodera do meu pau e ficamos numa sarração crescente, já frente a frente. De vez, em quando, novamente, ela esboça aquele sorriso encantador. Meu coração acelera.

Já com o tesão a mil, anuncio: “vou te chupar”. E começo a percorrer seu corpo todo, até ajeitar meus joelhos sobre um travesseiro no chão, apreciando e elogiando o visual daquela ppka esteticamente perfeita. Inicio lenta e delicadamente a minete, variando a pressão e as regiões. As reações de Raika também são delicadas, discretas, mas visivelmente crescentes. Suas expressões fazem crer que ela está degustando, vivenciando, algo muito bom, bem especial (pelo menos era essa a impressão que ela me passava).

O tempo corria e Raika não parecia evoluir além do estágio de pré gozo, quando então alterei minha estratégia, aumentando a intensidade oral e massageando lentamente o G point, quando ela finalmente anuncia: “vou gozar”. E GOZOU. Puta que pariu! O que que foi aquilo? Foi frutose prá tudo que é lado. Cama molhada. Raika parecia muito feliz.

Para meu espanto ela não precisou descansar, e já partiu para me montar, esfregando meu pau na sua perolazinha. Logo logo encamisou o meliante e começou a me comer sem escrúpulos. A ppka encharcada associada a uma pressão super forte que Raika imprime resulta em sensações que eu nunca antes havia experimentado. Isso me fascinou.

Um pausa para higiene, hidratação e conversa, e lá estávamos nós, pretensiosamente, partindo para um segundo round. Tentamos de tudo, mas o longuíssimo primeiro round foi cruel comigo, deixando marcas profundas.

Em português claro: meu eterno companheiro não saia do estado “meia bomba” de jeito algum. Em diversas posições, tentávamos, e, ....... ploft .... meu pobre “meia bomba” era literalmente expulso pelas fortes contrações que Raika impressionantemente imprimia. Sempre que ocorria, Raika e eu riamos muito. Sábia reação, antes rir do que chorar.

Desisti após o terceiro ou quarto “ploft”, e Raika parte para resolver a coisa com um oral. Caráca! Mais uma técnica que ela domina. Como se ocorresse transmissão de pensamento, ela faz exatamente como eu gosto. Não precisou muito tempo para o nocaute definitivo, me tornando inútil para os próximos dois dias à frente.

Sob todos os aspectos, Raika simplesmente me encantou. Recomendadíssima!

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12 de Janeiro de 2025 às 14:01


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Malu Mulher

O Hotel Serrano é pertinho da toca da Sereia. Considerando que nossos encontros (agora semanais) têm sido de, ao menos, três horas, o custo da hospedagem se dilui, e ainda aproveitamos o excelente almoço executivo deles. Lá nos encontramos.

Chegamos quase que simultaneamente; fato inédito. Ambos tínhamos bastante novidades para trocar. Assim, após uma boa ducha, frente a frente, sentados na cama, goelas lubrificadas com um bom uísque, fomos esgotando os assuntos uma a um.

O espectro do nosso papo costuma ser bastante extenso, indo de fatos (recentes ou não) ocorridos com cada um de nós (ou com conhecidos), preferências, experiências, divagações, comida, lugares, valores comportamentais e morais, musica, projetos, etc. Pouco falamos de política e futebol, apesar de termos as mesmas preferências (talvez até por isso).

Adoro encarar (e analisar) Malu enquanto ouço com atenção tudo o que ela fala. Aprecio demais seu raciocínio rápido e preciso, a forma de se expressar, as palavras apropriadas que emprega nos momentos certos, a cadência de sua voz e a dinâmica de suas feições revelando vez por outra diversas facetas de sua beleza bem especial, as quais guardo e mantenho nítidas como uma fotografia em minha mente.

Definitivamente sou um incurável admirador, verdadeiro fã de mulheres. Quando me deparo com uma do quilate da Maria Luiza (o que é raríssimo), quero aproveitar ao máximo sua companhia. Daí essa fase contemplativa que quase sempre antecede nosso enrosco. Maria Luiza é a verdadeira Malu Mulher, com grande riqueza de complexidades, e isso (que é tipicamente feminino) me encanta, me cativa.

Quanto mais aprecio o que Malu vai falando, mais carinho vou fazendo nela. Quando a coisa começa a ficar reciproca, o tesão bate à minha porta, e preciso começar a me segurar, pois a vontade que tenho é a de provar e comer ela toda (tipo Hannibal, do genial Ridley Scot).

Felizmente meu lado canibal cede ao civilizado e canalizo todo meu tesão em carinhos da cabeça aos pés de Malu. Seu sorriso (misterioso, à la Gioconda) denota prazer ao receber esse tipo de homenagem. Ele é bem sutil, mas claramente perceptível para um detetive de sensibilidade aguçada como Holmes.

Esgotadas as carícias passamos à massagem, desta vez com óleo de coco, atualmente o meu preferido. Com Malu de dorso, lambuzo ela sem economia, incluindo seu THE BUMBUM. Fico “horas” passeando por seu corpo, curtindo suas curvas absurdas, sempre com toques delicados, me aproximando tangencialmente de suas partes mais sensíveis, bem aos poucos, sem sede ao pote. Haja controle! Carajo!!!

A essa altura os “gemidinhos malulianos” já são percebidos. Sinal que a coisa vai esquentar. A massagem começa a se concentrar na região do desejo; beijo Malu pelo corpo inteiro, sarrando, me esfregando, cheirando, apertando, olhando ....... todos os sentidos a essa altura já estão a mil. Suas mãos, não entendo porque, apertam as minhas com muita força. Também nada entendo de sexo tântrico, mas, acreditem ou não, quase gozei, somente com essa esfregação. Precisamos interromper, pois meu peso (e ossos) começavam a machucá-la.

Rapidamente restabelecida, Malu, sem nada falar, me monta. Finjo que vou filmar seu rosto para registrar aquela expressão que me tira totalmente do sério. Ela proíbe, e começa a me comer. Não tenho palavras (principalmente adjetivos) para descrever o roteiro que a partir daí fomos seguindo, por mais de uma hora, até o instante em que desabamos extenuados lado a lado, e assim ficamos, em silêncio, até o nosso almoço chegar.

Malu Mulher. Cada encontro novo encanto, novo feitiço.


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06 de Janeiro de 2025 às 22:01


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“Bom dia Holmes. Agendou com alguém para hoje?”.

Acordei nessa segunda feira com esta mensagem da Manu no meu celular. Respondi afirmativamente, mas revelei ter sonhado com ela, e que, no sonho, havíamos conversado muito sobre os problemas dela com seu noivo. Disse também que ainda não havia recebido confirmação do tal agendamento, e que poderíamos nos encontrar caso a confirmação não chegasse até o meio dia.

E foi o que ocorreu. Às 14h lá estava eu (travestido de UBER) recolhendo minha flor de mandacaru em sua residência. Minimalista com sempre, Manu vestia um longo de caimento perfeito e um par de havaianas, nada mais. Afora os óculos de grau nenhum outro adereço, não impedindo que aquela bundinha espevitada fosse suficiente para atrair os olhares dos poucos transeuntes que por lá estavam passando no mesmo momento.

Ao chegarmos na toca, Manu não titubeia. Vai logo tirando a sua roupa e se jogando na cama. Antes de começar qualquer massagem propus fazermos uma pesquisa detalhada de seus pontos mais sensíveis; ela topa na hora. Esse é um dos predicados que adoro na Manu .... ela diz tudo na lata, não tem meias palavras para nada. Diplomacia zero.

Fizemos uma longa e minuciosa pesquisa, da ponta dos dedinhos dos pés até a nuca e adjacências, passando ao largo somente das regiões mais evidentes. Foi muito bom. As descobertas se revelaram bem interessantes (e produtivas). Inventário completo. Manu chegou a afirmar que atualmente sou a pessoa que melhor conhece seu corpo. Me “achei”.

Feito o inventário (mapa da mina) começa a massagem. Espalhado o óleo em seu corpo fico admirando a valorização visual que este agrega ao lindo lombinho da Manu. Paro a massagem e faço uma foto da minha visão. Vejam que pintura.




Não vou descrever em maior detalhe a massagem. Só posso afirmar que durou mais de vinte minutos e que nós dois passamos por momentos de imenso prazer com ela já deitada de barriga para cima, as pernas formando um quatro, de forma a facilitar o dedilhar em sua ppka em paralelo a um passeio ininterrupto por suas regiões “inventariadas”, e, muitos beijos

Dessa vez Manu gozou bem mais rapidamente do que nas anteriores. A tal ponto, que se declarou despreparada para continuar o enrosco sem antes uma longa pausa para recuperação.

Eu ainda estava a mil, e acabei antecipando o retorno de Manu à arena. Apelei para o velho franguinho (encapuzado) com ritmo bem variável, e a coisa funcionou. Não tem erro: Manu adora uma rola, e quando se depara com uma acaba nunca negando fogo. Uma vez mais, nosso prazer foi enorme, e se estendeu por um longo tempo. Caímos lado a lado, desmaiados e felizes.

Com o pau a essa altura cabisbaixo, lancei um último desafio para Manu. Sabendo de sua admiração pela estética peniana sugeri que ela o ficasse manipulando e observando atentamente (de óculos) sua recuperação, enquanto eu fazia o mesmo em sua impecável, durinha e redondinha bundinha. Não se passaram cinco minuto, a paudurescência já instalada, e pouco tempo após me esvaio com gemidos e exclamações dignas de um herege submetido aos rigores da Inquisição.

Três dicas para os confrades:

(1) ao enviarem suas fotos para ela, arrumem um jeito de dar uma puxadinha nos olhos. Ela ama asiáticos. Não me perguntem porquê.
2) outro segredinho para conquistá-la é a gentileza. Manu tem bastante auto estima, e adora ser muito bem tratada. Só bebe água, e seu prato preferido é o yakissoba de carne.
3) acho que raramente Manu faz mais de um atendimento por dia útil. Após as 18:00h, diariamente, e aos finais de semana, seu celular fica 100% off.

Holmes, Mítico, HC, Dionizio_RJ, Eddie Adams, FGFR, Incubo, ronondex, Guib, Yami Mysterio, Getúlio, Thor de Copacabana, curtiram esse TD.
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