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RELATOS DO MEMBRO

MOSAICO NIGHT CLUB - R. Hilário Ribeiro, 243 , Praça da Bandeira - Rio de Janeiro - RJ
ÍNDIA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$200.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI SIM R$0.00 SIM

04 de Junho de 2021 às 00:06






Que noite, afeiçoado forista. Que noite memorável... Esta semana, estou completando mais um passo em direção à eternidade, mais um ano de vida, mais um período contemplando este universo material quem vem antes do metafísico. Estaciono o meu fusca na rua coberta por sombras e árvores tristes, uma rua que deságua na Boate Mosaico. Minhas botas firmam meu primeiro passo sobre aqueles paralelepípedos transbordantes de histórias. Em pensar que naquela rua que abriga o meretrício ficava a sede de um jornal que fez parte ativa da biografia do nosso país, a Última Hora. Hoje, o prédio da redação e das rotativas do icônico jornal servem de habitação para alcovas e moquiços destinados ao sexo fugaz.

Quando me aproximo da boate, ouço um som antigo, que me traz memórias, que me faz viajar no tempo por alguns segundos, que se entranha nos meus ouvidos anunciando a minha entrada em mais um posto da velhice. Da pista da boate Mosaico, vazava a melodia do Pink Floyd: “Another brick in the wall”.

PINK FLOYD

O destino me pregando uma peça, o acaso me preparando a melhor recepção. Senti vontade de dançar sobre os paralelepípedos da rua Hilário Ribeiro, dançar abraçado às sombras, flertando com as árvores tristes, dançar como quem zomba do tempo. O tempo, esta parede imaginária e intransponível que nos esmaga contra outra parede inevitável, a morte.

Entro na Mosaico e sou recebido como rei. Um dos donos (Eliseu) já havia passado instruções para que eu recebesse o melhor atendimento. Há tantos anos faz isso por mim e ainda me comovo. Gentilezas me comovem. Encontro alguns amigos que, por estarem presentes, se revelam os melhores amigos. Um ano difícil para mim, um ano árduo para todos nós, mas eu queria fazer como Zorba, queria dançar como um grego e comemorar o momento, não o amanhã. Gostei do que vi na boate, muitas mulheres bonitas, muitas meninas atenciosas. A gerente, os funcionários, todos me oferecendo um carinho que sempre encontrei somente em um lugar, na Mosaico. Em um ano de tristezas, de repente, me vi feliz. Como retribuir? Sendo leal a todos eles, sendo profundamente fiel a essa ternura. Para a mim, a Mosaico não se resume a mais um inferninho, é um lugar que habita as minhas melhores memórias afetivas.

Não esperava muito da noite, queria apenas estar ali, onde a energia libertina me faz contemplar o momento presente, o pulsar da vida e da luta pela sobrevivência. Percebi que a madrugada não quer saber das minhas expectativas quando decide me surpreender, e fui surpreendido. Revi e conversei com a mitológica Lara Serrat, exalando exuberância sob as luzes psicodélicas. Avistei uma morena em um vestido prata colado no corpo, cabelos negros e compridos, pele dourada, pelos aloirados cobrindo as pernas grossas e bem torneadas. Uma índia bonita e sem cacique. Respirei fundo diante da beldade e me aproximei.

— Você é linda. Qual seu nome? — Perguntei usando a introdução mais cretina que eu poderia escolher.

— Índia — ela me responde.

Seu nome não tinha como ser outro, ela escolheu o óbvio. Era uma índia de alguma tribo de beleza rara. Conversamos, ela está há poucos dias na Mosaico, mas pelo que sondei faz muito sucesso. Bebemos uma cerveja, trocamos uns selinhos, uma carícias e convidei à alcova. No andar do amor, sou encaminhado para uma suíte nababesca, uma bela suíte espelhada, com chuveiro e cama grande. Índia vai buscar sua nécessaire e tomo um banho rápido enquanto a espero. Ela retorna, tira o vestido e eu babo como um ancião sem controle sobre o próprio corpo. Que mulher! Totalmente demais! Começamos a nos beijar, beijos longos, beijos reais. Logo me dei conta de que Índia seria um caso de paixão fulminante. Nossos corpos se atracaram, roçaram-se, excitaram-se. Índia gemia em um tom que me deixava insano de tesão. Acredite, forista sem fé, a mulher é maravilhosa. Baco me abençoou com uma bacante na noite do meu aniversário.

A pegação estava tão ardente que nem pedi pelo boquete, coloquei ela de quatro, penetrei em seus domínios mais íntimos e meti forte. Ela gemia alto, pedia por uns tapinhas, empinava a bunda primorosa. A luz do quarto refletia a penugem loira que recobre suas coxas. Não, estimado forista, não consegui segurar. Gozei tudo, gozei a alma, gozei a minha árvore genealógica inteira, gozei meus ancestrais, gozei meus descendentes. Gozei demais. Desabei sem ar, sem fôlego, no colchão. Olhei para o teto e tudo rodava. Índia colou sua pele na minha, acariciou meu tórax e naquele instante, quando cruzei com seus olhos, eu estava apaixonado. Eu a amei.

Trocamos telefones, combinamos um futuro almoço. Que fêmea descomunal é a Índia. Não estará na Mosaico no restante desta semana, mas me prometeu retornar na próxima. Índia não é mulher, é vício. Batidas na porta, o tempo acabou, o sonho terminou. Visto minhas roupas, calço minhas botas e deixo o quarto.

Fecho a conta na Mosaico, recebendo um generoso presente que nunca acho que mereço. Ganho as ruas, a madrugada ia alta, raios de sol ameaçavam romper o horizonte. Entro no fusca, olho em volta, sinto o silêncio. O tempo... O tempo... Quem conhecerá a minha história? Quem se interessará pela minha passagem neste mundo? Talvez você, amigo forista. Talvez, ninguém. Mas saiba que eu vivi, eu vivi. Ave, Mosaico. Palmas

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
EXCELENTE EXCELENTE
membro, P. Winston, Papa99, Senior69, Fazzo Casanova, pgggato45, Chinaski, Predator, Saulo Top, ronondex, schusk, alan26272829, curtiram esse TD.
CLUB 502 - Rua da Alfândega, 65 , Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 97161-1880
TELMA
NEUTRO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$200.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI NãO SEI R$0.00 NãO

01 de Junho de 2021 às 01:06



É bom poder sentar-me, após a jornada do dia, e conseguir montar um relato que rememora mais um encontro que irá compor a minha galeria de cenários e personagens com os quais esbarrei. Para quem, como eu, explora a escrita, desenhar o mundo através das palavras é reviver prazeres e frustrações.

Sexta-feira, eu caminhava pelo Edifício Central após concluir um encontro com a Carol da Ônix. O encontro foi satisfatório, mas inconcluso, pois não consegui alcançar o orgasmo sagrado. A ereção de Pikachu falhou em vários momentos, não por falta de esforço da moça. A idade trai a libido e começa a exigir elementos psicológicos que nem sempre encontramos nas meninas escolhidas, elas não têm obrigação de adivinhar ou atender nossos caprichos. Prossegui em passos lentos pela Av. Rio Branco, cujo movimento pulsava fraco às 18h30. Cadê o grito do famoso “sextou”? Quando me vi na esquina da rua da Alfândega, decidi entrar na 502.

Como fico triste quando penetro na 502 e me deparo com o imenso vácuo do salão, quase nenhum cliente, as poucas garotas de sempre. Em pensar que no ano de 2018 a casa bombava, sempre lotada, festa as quintas-feiras e as sextas uma confraternização que não tinha hora para terminar. Eu e o grupo dos libertinos em encontros antológicos naquela boate. Tudo passa, tudo realmente passa. Casa vazia, pego uma cerveja e me acomodo em um canto qualquer para observar o nada.

Sinto um olhar fixo em mim. Uma morena graúda, cabelos cacheados abaixo dos ombros, olhos repuxados de gata no cio, pele com tom de morena jambo, pernas grossas, bunda colossal e um belo sorriso. Não tirava os olhos de mim, cheguei a imaginar que me conhecesse. Não, apenas caçava o caçador. Continuei bebendo, ainda sentia umas estocadas dos canelones do almoço revirando o meu estômago. De repente, a menina se aproxima e se senta ao meu lado.

— Oi. Posso ficar com você? Qual seu nome?

O nome dela era Telma (eu acho). Bonita e gostosa é o resumo que faço do porte. Rolou uma conversa muito interessante, alguns selinhos, breves amassos. A menina estava reiniciando a carreira naquele dia, após um período afastada do mundo mundano. Seu último posto foi no Clube das Flores, que vale por uma quilometragem longa. Simpatizei com a moça, o papo me seduziu. Chamei para a alcova.

Dentro da cabine nababesca da 502, Telma tira a roupa e confirma seus dotes de gostosa. Beijos na boca com vontade. Mais amassos, sarradas. Caio em sua vagina úmida e chupo, ela gosta, fica mais úmida. O que poderia estragar esse encontro? A preguiça. Telma parecia estar mais cansada do que eu. Chupou-me sem vontade, como se fosse uma obrigação, uma chupada que não durou nem dez segundos. Punhetava com mais preguiça ainda, como se meu pau fosse um brinquedo velho de criança que enjoou dele. Apesar da minha simpatia pela menina, o desempenho não foi bom. Para não sair dali sem gozar e acumular duas frustrações, me masturbei. Como dizem: se quer bem-feito, faça você mesmo.

Vesti minha roupa, paguei a conta (com um acréscimo safado no cartão) e retornei de metrô para a bucólica Tijuca. Arriscando-me a uma desinteria, invadi a lanchonete do McDonald’s e na primeira dentada no Quarteirão com Queijo, precisei conter a ejaculação precoce. A saga continua...

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
BOA BOA
membro, Dionizio_RJ, Senior69, Saulo Top, Fazzo Casanova, Hakan, schusk, curtiram esse TD.
PONTO DE RUA - Rua do Resende , Lapa - Rio de Janeiro - RJ
BETâNIA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$100.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM SIM R$0.00 TALVEZ

27 de Maio de 2021 às 22:05






Entediado, peguei o fusca e saí sobrevoando baixo o negrume do asfalto das ruas noturnas. Um problema que vem crescendo em mim, o tédio. Quase nada me parece novidade, poucas situações me despertam a adrenalina que nasce do mistério. Certa vez, um velhinho que papeou comigo numa termas me disse que o sexo perde parte do seu magnetismo quando perde o mistério. Caetano era o nome do senhor, não deve estar mais no plano físico, mas nunca me esqueci da sentença. Talvez, em busca desse mistério, eu me aventure pelos pontos de rua, onde ainda reina a adrenalina e o inesperado. Há quem sinta temor de maiores aventuras, há quem prefira o sexo delivery ou escolha a comodidade de frequentar lanchonetes de sexo. Aprecio a penumbra urbana, é onde o coração dá saltos, é onde o sangue bomba mais forte. Sobre as calçadas pouco iluminadas, a vida pulsa. O cd player do fusquinha fazia vazar a voz de Pitty das caixas de som.

PULSOS

Foi uma semana de estresses, de decisões, de conflitos. Eu precisava liberar a minha mente das tensões inúteis. Os cenários iluminados pelas pálidas lâmpadas de vapor de mercúrio faziam a cidade parecer um imenso velório. Eu e Herbie cortávamos o vento, cortávamos o tempo, rasgávamos o espaço. Eu cantava esganiçado...

“Tenta achar que não é assim tão mau
Exercita a paciência
Guarda os pulsos pro final
Saída de emergência...”


Existem muitos pontos de rua pelo Rio, poucos valem o esforço, menos ainda são os que guardam boas surpresas. A rua é um risco porque a rua é a vida. Segui retas, subi ladeiras, dobrei esquinas e decidi passar pela rua do Rezende. A peculiaridade deste local é que reina ali uma democracia de gêneros, putas atuando próximas a travestis, mulheres e anseios femininos dividindo uma frágil fronteira. Estaciono o carro na Gomes Freire e caminho em direção ao boteco na esquina da Men de Sá com o porto das meretrizes. Deserta, a Gomes Freire deserta e transpirando fantasmas da Lapa antiga. Não digo que não sinto receio nesses momentos, sinto. Perigos e marginais rondam desertos e escuridões, mas sigo em frente. Piso firme com minhas botas, faço cara de mau e sigo.

O boteco, com meia porta arriada, servia como um farol para almas velhas e penadas como eu. Pedi uma dose de Salinas, a cachaça rompeu minha traqueia como um grupo de Bandeirantes abrindo uma picada no mato. Na segunda dose, minhas pupilas se dilataram, o mundo me pareceu um facho forte de luz. Na terceira dose, é quando ela surge, quando qualquer problema é incinerado pelo líquido rascante que desliza pela garganta, a Felicidade adentra o bar como uma cafetina que se anuncia dona de tudo.

Decido dar uma volta no quarteirão, iniciando novamente pela Gomes Freire e entrando pelo outro lada da rua do Rezende. Atravesso grupos de travestis, esbarro com travestis solitários, sou chamado de gostoso, alcanço a rua do Rezende, avisto o Hotel Estadual e vejo a colônia de mulheres mundanas que buscam o dinheiro da solidão como um projeto de ilha paradisíaca. Ficam em torno do Hotel Andorinha, o pouso preferido de suas revoadas.

Acredite, forista sem fé. Meu coração acelerou, como se revivesse uma paixão de adolescente, quando vi a melhor de todas. Betânia cumpria expediente. Acelerei o passo para evitar perdê-la de vista. Ela sorriu ao me ver, aquilo quase me emocionou. Trocamos um selinho e entramos de mãos dadas no hotel.

O que houve dentro do quarto, estimado forista? Foi amor, amor. E como não quero que você conheça os segredos tão preciosos de uma conjunção tão rara, encerro por aqui com a ponta de um conselho: vá conhecer Betânia.

Como dizem que se conselho fosse bom, a gente não dava, vendia; indico Betânia porque sei que você terá que pagar. A felicidade também tem seu preço. Reverência

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
BOA BOA
membro, Brand, Predator, Jucabar, Yojiro, jjdurao, schusk, curtiram esse TD.
CAROL - Tijuca - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99620-4423
CAROL
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$150.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM SIM R$0.00 SIM

27 de Maio de 2021 às 19:05



Não sou mais um velho libertino, já alcancei o status de libertino velho. Como qualquer velho, passei a valorizar a qualidade da atenção que me oferecem, o carinho do atendimento, a relação que a menina desenvolve comigo. Principalmente, valorizo ser lembrado e convidado. Sim, afeiçoado forista, quando uma menina faz contato e me convida para um encontro, não vejo como interesse comercial, vejo como atitude de afeto. Um libertino velho deseja a única coisa que conheceu pouco em sua longa jornada, ele deseja afeto, amor.

Carol me convida, sempre abre espaço em sua agenda para mim do jeito que eu peço, sempre cria condições especiais para que eu aceite o convite, sempre me recebe como se fosse a primeira vez, com entusiasmo e vontade de me deixar feliz. Não saio apenas relaxado dos encontros com Carol, saio com um sorriso no rosto, com a alma banhada pelo seu zelo comigo, com o corpo leve depois de ser reconstruído por suas mãos infalíveis. Vejam este tópico e constatem as inúmeras vezes que saí com ela. É impossível não querer estar com Carol outras vezes.

Sou mais ingênuo do que romântico, apesar de habitar a terceira idade. Não acredito no amor dentro de relações profissionais em que ocupo o lugar de cliente, mas aprecio a ilusão, como citei inúmeras vezes por aqui. Gosto das reações efusivas quando surpreendo alguém com um mimo. Infelizmente, a maioria das reações são aquelas de praxe, são chochas. Carol é permanentemente efusiva, alto astral e mestre no dom de nos iludir, no melhor sentido da prática.

Estive com ela novamente. Após tantos relatos, acredito que eu possa ser objetivo neste último. Chego à agradável sala da menina, na bucólica Tijuca. Toalha, banho, beijos, mãos firmes me massageando e arrancando o peso de cem vigas do meu corpo, mais beijos, boquete colossal, gozada histérica e um bate papo gostoso de fim de pegada.

Ganho as ruas no fim de tarde pensando como faz diferença no mundo que certas pessoas existam. Carol é mil. Positivo

membro, Senior69, Hakan, Predator, ronondex, schusk, curtiram esse TD.
MAYY - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 98328-9053
YUMI
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$250.00
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19 de Maio de 2021 às 22:05






Anoitecia quando atravessei o túnel Rebouças, do cd player do fusca vazava em alto volume um som do passado... Big in Japan.

BIG IN JAPAN

Eu gritava a letra com a desafinação esganiçada de um velho surdo. Cantar sem saber cantar me causa euforia. Veículos ultrapassavam o Herbie enquanto eu me sacudia numa coreografia desengonçada dentro da cabine. Semana de libido inexplicavelmente alta, o que não garante pleno funcionamento do pequeno Pikachu. Sempre fui um nostálgico, mas nessa introdução à terceira idade estou curtindo mais o presente, o momento.

O próprio viver é morrer, porque não temos um dia a mais na nossa vida que não tenhamos, nisso, um dia a menos nela — Fernando Pessoa.

Jovens inconscientes e mesmo idosos desavisados não conseguem dimensionar o prazer de estar inserido na vida em qualquer circunstância, em qualquer realidade. Esse renascimento diário, que nos obriga a reconstruções diárias, é uma compreensão que nem todos alcançam.

Antes que este relato se torne um texto de autoajuda, explico que fiz contato com Yumi no dia anterior ao que marcamos. Descendente de orientais, foi simpática na conversa, apesar de alguma demora nas respostas. Quando me enviou uma foto do seu rosto, não precisei de mais nada para ser convencido. Lindíssima. Agendei em seu local, na Praia de Botafogo.

Demorei a conseguir estacionar o fusca em algum lugar que não me fizesse caminhar quilômetros até o prédio da menina. Não deu muito certo, terminei estacionando longe e fui caminhando até o ponto do encontro. Ruas movimentadas, olhos que me encaravam como se intuíssem a minha intenção de pecar. Sempre adiantado, entrei no Botafogo Praia Shopping para tomar um café. Uma garçonete de cabelos grisalhos me olha como se estivesse assustada e pergunta:

— Você não é o Dante?

Fiquei receoso em responder, mas acabei confirmando que sim.

— Lembra de mim, não? — Ela insiste na conversa.

Acredite, forista sem fé, eu não me lembrava de quem poderia ser aquela criatura impertinente.

A mulher se agacha e sussurra próximo ao ouvido que menos ouço.

— Sou a Cristina, da Monte Carlo. Lembra?

Quase fui acometido por um choque anafilático. Cristina foi uma puta mineira belíssima que experimentei diversas vezes na década de 90. Olhei novamente para aquela senhora carcomida pelo tempo e custei a acreditar que fosse a bela Cristina. O tempo é implacável. Uma mulher que ostentou uma beleza renascentista, hoje parecia um borrão numa tela em exposição na Feira de São Cristóvão. Sinceramente, a visão causou-me uma ponta de terror. Cumprimentei com gentileza, perguntei como estava e ela fez um gesto como se a sua imagem esclarecesse a minha pergunta. Entornei o café com tanta pressa que quase que a xícara também desce pelo meu esôfago. Corri dali como se fosse um personagem em fuga de Walking Dead. O passar dos anos foi cruel e nada promissor para Cristina.

O encontro com uma ex-musa da Monte Carlo me deixou deprê. A sensação foi a de ter frequentado uma suntuosa mansão no século passado e agora ter entrado no mesmo lugar em ruínas. Precisava me concentrar no encontro com Yumi, do contrário, talvez, Pikachu nunca mais se reerguesse. Cheguei ao prédio da moça e me dirigi ao seu apartamento.

A mulher que abriu a porta me fez esquecer a Vênus caquética que eu havia reencontrado no shopping. Yumi é gatíssima, do tipo para casar, dessas que a gente convida para uma caminhada na mureta da Urca, para ver o pôr do sol na pedra do Arpoador, para dedicar poesias. Trocamos um beijo e o meu entusiasmo foi inevitável.

Os detalhes sexuais, neste reato, irei resumir. Foi tudo perfeito. Beijos fabulosos na boca, um boquete que transformou meu breve Pikachu em espada samurai, penetração com a japa de quatro (a posição preferida de 9 entre 10 idosos) e uma gozada milenar. Fui feliz com Yumi.

Retornei ao fusca com as pernas bambas. As luzes de vapor de mercúrio davam o tom pálido da noite. Céu nublado e um frio aconchegante. Acelerei e rompemos o negrume do asfalto. Eu e o fusca, duas peças insignificantes em movimento no universo, em busca da próxima aventura...

membro, Senior69, ronondex, Gorila, Licantropo, Brand, Predator, Camarada_Boris, Chinaski, Tenista, Darkman, Michael Corleone, Saulo Top, Dionizio_RJ, Katsu, Yojiro, Hakan, Deco1272, Psouza021, schusk, HC, Big Boss, Holmes, Apolo, Ikki RJ, 90loiro90, curtiram esse TD.
MIA ORIENTAL - Copacanama - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99562-5764
MIA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$400.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
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17 de Maio de 2021 às 22:05


MIA - https://www.photoacompanhantes.com/acompanhantes/rio-de-janeiro/sou-sua-linda-escort-oriental-apenas-homens-de-classe-id-sbv3y




Depois de uma certa idade, o libertino já não ejacula, cospe poeira. O interior de um velho libertino é feito de mofo e infiltrações. Por isso, é necessário que ele busque novas experiências que possam inspirar o resíduo de ereção que ainda insiste em habitá-lo. Eu nunca havia conseguido sair com uma descendente de oriental, no máximo uma cover de japonesa nascida em Nova Russas, no Ceará, que trabalhava como gueixa porque tinha os olhos repuxados. Uma oriental legítima jamais havia encontrado, até descobrir a Mia.

Manhã sem muito trabalho no escritório, comecei a ficar inquieto, entediado. Um homem da terceira idade vive o eterno conflito entre o tédio e a preguiça. Decidi vencer a preguiça e fugir do tédio. Há algum tempo, batendo papo com amigos pelo WhatsApp, um deles me contou ter conhecido uma japonesinha genuína. Lembrei-me disso e fui catar o link que ele havia me transmitido. Fiz contato.

Atenciosa e educadíssima, percebi de cara o bom nível da menina. Fiz a entrevista básica, vi suas fotos e acreditei nas referências que me passaram. O cachê de 400 reais é fora dos meus padrões, mas me permito presentes ocasionais. Acionei o Herbie (meu fusca) e partimos em direção à Zona Sul. Os dias de outono do carioca são extraordinariamente belos, dirigir pelo Rio em um dia de sol e de céu azul é um privilégio avassalador que mexe com as emoções. Fui me entusiasmando pelo caminho, diante da expectativa de viver uma descoberta nova, que me levava a crer que iria superar a ordinária experiência cansativa do “dinheiro na mão e calcinha no chão”. A maturidade exige mais do que os anseios vulgares e pouco seletivos da juventude.

Quando alcançamos a metade do caminho para o motel, o motor do Herbie engasgou, a velocidade foi diminuindo, gelei. Fui obrigado a estacionar para conferir a situação. Quando abri o capô, vazou uma fumaça que faria inveja a qualquer sauna tailandesa. Faltava água para o radiador. A sorte é que havia um posto do outro lado da rua. Completei a água, com orientação do frentista para que levasse Herbie a um mecânico. Prossegui na viagem.

Como estava adiantado, aproveitei para sobrevoar a orla, estacionei na primeira vaga que apareceu, me acomodei em um quiosque e degustei uma geladíssima água de coco. Há tempos não via uma tarde tão magnífica. A praia convidava. Eu estava de bermuda, tirei os sapatos e fui caminhar um pouco pela areia molhada, perto do mar. Podia ter gozado ali mesmo, tal o prazer que senti no momento. Tudo anunciava que o encontro com Mia seria, no mínimo, interessante. Quase na hora marcada com a menina, voltei ao Herbie e embicamos no motel.

Pontual, quando abri a porta do quarto me deparei com uma mulher pequena, mas esculpida em curvas de fazer a gente pensar que teve uma crise de labirintite. Fabulosa. A voz doce, a conversa sedutora, o perfume inebriante, a postura sexy... Logo vi que não estava diante de uma simples mulher, Mia é um luxo que vale o que pede. Entrou graciosa no quarto, nos apresentamos, rolaram as primeiras carícias. Mia tem uma carga erótica equivalente a uma bomba nuclear. Pikachu estava hipnotizado diante daquela beldade exótica, virou o pica das galáxias.

Após a introdução de amassos, Mia pede para que eu deite e começa uma massagem que me fez viajar por outros mundos, outros universos, cheguei a ter delírios de que estava dentro da Enterprise sob o comando do Capitão Kirk em uma daquelas missões da nave estelar. O toque de Mia é algo sobrenatural.

Mais amassos, pegação, mamo os peitões cinematográficos como um recém-nascido faminto até que ela fica de quatro (a posição favorita de 9 entre 10 idosos). Ajoelho-me diante daquele templo sagrado e penetro fazendo reverências àquela vagina que traz a sabedoria de uma cultura milenar. Mia geme de um jeito que quase me fez ter ejaculação precoce. Gemido de gata no cio. Uma loucura. Não resisti, gozei as recordações do meu sémen e caí estatelado na cama querendo pegar o telefone e ligar para o SAMU em busca de um desfibrilador. Se eu morresse ali, morreria feliz, realizado.

Um pouco mais de conversa e nos despedimos. Continuei no hotel por mais algum tempo, recuperando o fôlego. É impressionante como idosos sentem um sono irresistível depois do sexo. Dormi. Quando acordei, era noite e tudo parecia ter sido um sonho das Mil e uma Noites. Busquei o Herbie, acionei o motor e ganhamos as ruas e seus mistérios sabendo que a aventura continua. Yes

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
membro, Matemático, Papa99, Senior69, Brand, Licantropo, Yojiro, Tux_666, Tenista, rambazamba, ronondex, ehne@, Deco1272, Saulo Top, Katsu, Predator, schusk, Garanhão Playboy, Ricardodm, curtiram esse TD.
ALICE TIJUCA - Tijuca - Rio de Janeiro - RJ - (21) 98237-2049
ALICE
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$150.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
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16 de Maio de 2021 às 20:05






Mulheres especiais e autênticas em nosso meio são raras, mas não inexistentes. Até o fim de 2020, eu não marcava com frees nem com terapeutas, preferia ser um cliente das Termas. Na virada para este ano, sofri um baque emocional violento, que me fez desaguar em uma intensa depressão, numa melancolia abissal. Depois de tentar uma conexão frustrada com uma psicóloga, decidi relaxar onde repousam todos os libertinos, busquei uma mulher que pudesse me oferecer um toque físico de carinho. A primeira escolhida foi Alice. Isso foi em janeiro e continuo visitando Alice até hoje. O primeiro encontro foi um tipo de reconhecimento mútuo, depois desenvolvemos uma amizade e atualmente acredito que alcançamos uma relação de afeto. Fato raríssimo no universo mundano. Gosto de ser cliente fixo de mulheres que demonstrem sensibilidade.

Há putas que são pragmáticas, arrogantes, exibem a frieza com que encaram a profissão. São as que chamo de AntiGps, só conseguem demonstrar desprezo pelos clientes em cada frase que expressam, não realizam autocrítica. Ao contrário dessas aberrações sexuais, existem umas poucas Alices, capazes de criar laços de carinho e cumplicidade com um homem. As Alices valem ouro porque nos conduzem pelos encantos do país das maravilhas. Em meio a tanta dissimulação e míseras trocas monetárias, existe Alice, existe esperança.

Depois que a minha Alice me pegou pela mão em plena Praça Saenz Peña, numa sexta-feira, e me levou para a sua sala aconchegante no centro da bucólica Tijuca, eu me senti no dever de retribuir e marquei outra visita no dia seguinte. Como já citei, Alice passou por um procedimento estético e está um banquete de mulher. Linda, bem tratada, madura e na plenitude dos seus talentos eróticos. É uma pedida obrigatória para qualquer libertino que queira formar um bom currículo.

Cheguei na sala da minha grega favorita no fim da tarde, ela me recebe magnífica, aos poucos se despe de suas roupas e exibe a cinturinha finíssima ornada por uma calcinha fio dental vermelha. Pikachu acordou. Beijos na boca, carícias, sussurros, sonhos em uma noite de outono. Deito-me e ela inicia a massagem extraordinária de mãos experientes. Afeiçoado forista, eu viajo. Deitar para as mãos de Alice é flutuar em uma cama voadora. Após trabalhar todo o meu corpo com toques e pressões pontuais, ela abocanha Pikachu com a boca refrigerada por uma bala Halls. Prosseguimos nos amassos, ela começa uma punheta enquanto continua engolindo meu combalido pênis. Resistir é inútil. Meu pau explode num big bang, como se quisesse criar outro universo. Grito de prazer e Alice tapa a minha boca, provavelmente, para não escandalizar a vizinhança. Tudo uma delícia.

A gente se despede sabendo que o retorno é inevitável. Deixo a sala querendo cantar...

“Se todas fossem
Iguais a você
Que maravilha viver
Uma canção pelo ar
Uma mulher a cantar
Uma cidade a cantar, a sorrir, a cantar, a pedir
A beleza de amar
Como o sol, como a flor, como a luz
Amar sem mentir, nem sofrer...

Existiria verdade,
Verdade que ninguém vê
Se todas fossem no mundo iguais a você”


membro, Matemático, Senior69, Yojiro, Deco1272, schusk, curtiram esse TD.
CLUB 502 - Rua da Alfândega, 65 , Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 97161-1880
Thais
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$200.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
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15 de Maio de 2021 às 14:05






Sexta-feira, após um almoço farto no Coliseu das Massas, me ofereci de brinde uma tarde de vadiagem e espírito andarilho pelo Centro da Cidade. Andei sem rumo, atravessei galerias, ruelas, entrei em livrarias, cafeterias, passei por lugares com significado afetivo para mim, tirei fotos e contemplei a vida. Esta vida que tanto nos comove e nos causa angústia. Mas o sol do outono não deixava espaço para melancolia, o céu de um azul colossal não permitia nada menor do que a euforia cortante. Apesar de perambular sozinho por aquelas paisagens e cenários, eu me sentia feliz.

Fui a um barbeiro no Beco da Sardinha, dei um trato no visual e depois parei no boteco para uma cerveja. Li que descobriram um cemitério de escravos naquela área da Av. Marechal Floriano e que a via será interditada aos automóveis para executarem as marcações dos pontos históricos. A cerveja deslizava pela garganta, eu olhava em volta e me deparava com uma tarde belíssima, uma aura de paz, temperatura de aconchego, um dia perfeito.

Do Beco da Sardinha, emendo no Bar do Araújo, na rua Buenos Aires, e peço mais uma cerva estalando de gelada. De repente, transborda das caixas de som a voz de Rick Astley com Hold Me in Your Arms. Camaradas, neste momento, meus olhos marejaram em lágrimas, fui tomado por uma intensa emoção que precisei disfarçar para não fazer vexame. O crepúsculo se pronunciava e o sentido da vida se resumiu em estar ali ouvindo Hold Me in Your Arms. Uma dessas raras epifanias que emergem de horas casuais.

HOLD ME IN YOUR ARMS

Chega o forista Interessante e decidimos visitar a 65. Com um valor mínimo de consumo de 70 reais e o programa a 285 mangos, a gente pensa dez vezes antes de mergulhar no sexo. Mulheres bonitas, clima agradável, mas na 65 fica a sensação incômoda de que subir com uma menina pode ser um golpe de insensatez. Combinamos, eu e meu amigo, de sairmos dali numa fuga em direção a 502, que pratica valores mais acessíveis.

Chegamos a 502, fomos muito bem recebidos pela gerência da casa e ficamos. Logo vejo uma morena alta, cabelos cacheados, corpo de curvas arquitetônicas e cheia de energia nos olhos e nos gestos. Convidei à alcova.

O nome da moça é Thais. Beija na boca com introdução de língua, é extremamente carinhosa, articulada na conversa, dona de seios cinematográficos, gostei da garota.

Após sessão de amassos, namoro e uma gozada da menina, Thais me aplica um boquete que eu classifico na categoria épico. Ejaculei toda a minha árvore genealógica. Conversamos mais um pouco na prorrogação e fechei a noite.

A noite havia dominado as ruas, entro na estação do metrô e termino um capítulo leve de um dia magnífico.

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
BOA BOA
membro, Brand, Dionizio_RJ, Fazzo Casanova, Michael Corleone, Saulo Top, ronondex, schusk, curtiram esse TD.
ALICE TIJUCA - Tijuca - Rio de Janeiro - RJ - (21) 98237-2049
ALICE
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$150.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
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13 de Maio de 2021 às 14:05



Eu saí para almoçar na bucólica Tijuca quando ouvi uma voz feminina me chamar próximo à saída do metrô da Praça Saenz Pena. Lanço os olhos em direção à voz e me deparo com um mulherão. Bela, elegante e de máscara. Não reconheci a moça. Ela se aproxima, encosta o rosto no meu, era Alice.

Numa conversa rápida fico sabendo que ela estava parada há um mês, passou por um procedimento estético de manutenção das curvas e pude testemunhar que foi um sucesso. Alice está linda. Toda a sua beleza grega foi reataurada e aprimorada por uma feliz intervenção plástica.

— Você vai comigo — ela me disse.

Segurou a minha mão e segui orgulhoso ao lado daquela mulher charmosa, de mãos dadas, até sua sala, que fica num prédio com acesso por uma galeria conhecida da região.

Alice, agora ainda mais bonita e apetitosa, mantém o talento especialíssimo como massagista. Flutuei através de suas mãos. A continuação do encontro envolveu beijos profundos, chupadas gulosas, carícias excitantes e Alice estremecendo-se em terremotos de orgasmos.

Alice demorou para retornar da reforma, mas voltou melhor do que nunca. Hora da despedida e ganho as ruas com o gosto de quero mais. Mulher maravilhosa e que faz diferença no leque de escolhas do libertino.

membro, melzas, peixotarado, Yojiro, Predator, Dionizio_RJ, Dom Pirocone, Saulo Top, Brand, schusk, curtiram esse TD.
CAROL - Tijuca - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99620-4423
CAROL
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$150.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
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12 de Maio de 2021 às 01:05






Saí com meu fusca ao final da tarde. O céu do outono carioca falava com ênfase sobre o valor da vida, do viver, falava num silêncio que se restringia a exibir o azul impecável e luminoso. A magia outonal me despertou a libido, tentei alguns contatos. Todas as meninas sem horário. Uma outra terapeuta da Tijuca, que sempre considerei especial, não me deu a atenção que mereço. Volto a um ponto que tem sido constante nas minhas reflexões, foristas que escrevem, que involuntariamente levantam a bola de algumas meninas, esses foristas deveriam ter prioridade para qualquer garota. Modéstia à parte, um texto meu é um luxo para quem me atende, é um luxo pelo tempo que tenho nos fóruns, pela referência e pela marca que meu nick representa, pela credibilidade que conquistei através dos como cronista sexual e pela qualidade da minha escrita.

Perguntem-me se tenho prioridade para alguma menina. Não, não tenho. Perguntem-me o porquê. Porque as mulheres não cultivam critérios que se revertam em visibilidade e referência. Qualquer relato serve, qualquer cliente é cliente para elas. Cometem o equívoco extremo de não valorizarem aqueles que as valorizam com uma simples frase bem escrita. Sim, virei um defensor incondicional do forista que escreve, do forista que ousa escrever. Escrever em fórum é uma ousadia, um ato de coragem. Não ser valorizado por quem lucra com isso não me entra na cabeça.

Quem me acompanha talvez tenha percebido que algumas meninas sobre quem eu escrevia apaixonadamente sumiram dos meus relatos e das minhas atividades mundanas. Curiosos em saber o motivo? Fácil deduzir. Umas demonstraram que eu não possuía o menor valor como cliente, outras foram ríspidas quando precisei remarcar o encontro, há também as que tentaram praticar o desaforo de enquadrar as minhas opiniões. Resultado? R.I.P. Risquei, apaguei, deletei das minhas preferências. Não me nego a reconhecer que essas referidas mulheres ocupavam o topo da minha preferência, mas ninguém pode ocupar o topo do nosso favoritismo e nos manter no térreo esperando o elevador chegar.

Perdoem-me pela pretensão, mas me chamo Dante e não sou somente um forista, sou marca construída por muitos anos, sou uma etiqueta que não saiu de moda, sou a credencial que já engordou muitas contas bancárias. Não faz questão? Não posso evitar erros estratégicos. Suponho que as moças estejam faturando alto nesses tempos de crise e auxílio emergencial, pois encontrar espaço em agendas é difícil e a forma que algumas nos respondem comprova que fidelizar não é uma virtude que interessa a elas.

Para todo problema existe solução, para toda rejeição existe Carol. Chamei pelo WhatsApp e, apesar de também estar sem horário, me encaixou no mesmo instante em sua agenda. Carol é inteligente, sabe das coisas. Estacionei o fusca e fui caminhando pelas bucólicas ruas outonais da Tijuca até seu prédio, próximo à Praça Saenz Peña.

Carol recebeu-me com um beijo de língua, desses que ressuscitam defunto, que abrem o Mar Vermelho, que multiplicam os pães. O prédio de Carol fica ao lado de uma igreja, provavelmente, para entendermos que Carol é um milagre feminino. Deito-me e ela inicia sua massagem inigualável. Quando ela me toca, os demônios do estresse abandonam meu corpo e faço a transição até o paraíso. Massagem imbatível, maravilhosa. Ela tira a roupa, começamos nos amassos. Beijos de língua, beijos de verdade, porque Carol é mulher de verdade. Desço para chupá-la, ela goza, se treme e me elogia. Uma delícia. Ela decide me retribuir e em poucos segundos meu mísero Pikachu explode como bomba atômica em sua boca. Digo sem exageros, afeiçoado forista, saí do corpo, flutuei pelo espaço sideral e retornei ao planeta Terra purificado. Vou plagiar Caetano: Que mulher! Totalmente demais.

Batemos um papo e nos despedimos. Voltei ao fusca e fui para o Shopping Tijuca. Na Praça de Alimentação, comprei uma batata inglesa com provolone e saboreei a simplicidade do existir. Feliz, feliz, feliz... Reverência

membro, Senior69, Marcio Fernandes, Possuído, Predator, Dionizio_RJ, schusk, curtiram esse TD.
SWING 2A2 - R. Visconde de Caravelas, 176 , Botafogo - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99948-6284
LU
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$350.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
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08 de Maio de 2021 às 12:05



**Este relato não é tão recente, porém, é muito mais recente do que o último registrado no tópico. Acredito que vale a pena gravá-lo no GPArena.

Mantive um caso com uma garota que ficou muito famosa nos fóruns entre 2018 e 2019. Eu a conheci em uma Termas e, por perceber a sua extrema beleza, sugeri que buscasse caminhos mais independentes, onde não a explorassem. Ela aceitou, se tornou Freelancer e faturou tanto que conseguiu montar um negócio e encerrar as atividades como garota de programa. Vou chamá-la somente de Lu, uma redução do nome que ela usava como profissional.

Lu é uma morena clara, alta, corpo suculento de falsa magra com curvas definidas, cabelos negros e compridos, um rosto belíssimo. Seu desempenho na cama refletia algo fora de série. Entregava-se como poucas, gozava sem pudores, fazia um anal que me deixou lembranças eternas. Nova, devia ter na época uns 25 anos. Negar para quê? Acredito que eu tenha me apaixonado por Lu nesse período, tivemos uma convivência visceral e descobrimos um forte interesse em comum: os swings.

Lu adorava clubes de swing e eu partilho do mesmo gosto. Talvez, porque adorasse sexo e cultivasse predileção por orgias. Imaginem o sucesso que eu fazia quando entrava num clube de swing de mãos dadas com uma mulher lindíssima e de voltagem sensual elevadíssima... Lu era um espetáculo à parte em qualquer swing. Juntos, visitamos vários.

Certa vez, o 2a2 marcou uma festa a fantasia e Lu se entusiasmou. Passou alguns dias falando disso e preparando o seu projeto. Decidiu que iria de Malévola, uma Malévola intensamente sexy. Obrigou-me a ir como Zorro, que não tinha nada a ver com Malévola e é provável que eu tenha sido o primeiro Zorro barrigudo da biografia do personagem. O que eu não fazia por Lu? Fui de Zorro, numa fantasia comprada na Rua da Alfândega.

O 2a2 nasceu em Copacabana, num pequeno espaço ao lado do Copa D'Or. Fez fama, foi pioneiro. Quando se mudou para Botafogo, na casa ampla onde está instalado atualmente, quis se sofisticar e não encontrei mais a mesma aura mundana que existia em Copa, mas é uma ótima opção para quem curte a modalidade de lazer que oferecem.

O manobrista se apressou para abrir a porta do meu carro. Lu desceu do veículo e despertou suspiros e aplausos dos taxistas parados no ponto. Quando saí do carro, foi um festival de gargalhadas. Relevei, pois sei que para mim teria sido melhor uma fantasia do Sargento Garcia. Entramos no 2a2.

Casa cheia e poucos fantasiados, o que acentuou ainda mais o meu vexame. Lu, deliciosíssima como Malévola, saboreava a sua glória. A boate possui dois andares, é feita de penumbras e sofás, sendo que a parte de cima é reservada para o pecado. Espaçosa, se torna claustrofóbica em dias de grande público. Lu queria beber e sabendo dos preços do 2a2, previ que a minha conta bancária cairia para metade do saldo corrente. Eu gostava de vê-la alegre, eufórica com a sua tara por sexo coletivo. Em certo momento, ela veio cochichar ao meu ouvido.

— Amo este ambiente.

Não precisava nem ter me confessado, eu via em seus olhos a manifestação selvagem da Pombajira. Dançamos, bebemos, brindamos à vida. Um casal feliz e desajustado. Hora de subir, Lu queria o sabor da aventura, do sexo livre.

A parte superior é, de certa forma, dividida em três áreas: uma dark room, uma passagem e o recinto do sexo visível. No quarto escuro, eu a minha parceira fomos abordados por um casal, um gringo acompanhado de uma mulata que consegui identificar através de um miserável facho de luz que penetrava no aposento. Sinto imensa dificuldade para enxergar no breu, minha visão não se acostuma, foi pelo tato que constatei o corpo mole e flácido da mulata. Perdi o tesão. Lu também encontrou problemas com a ereção do gringo e desistiu. Rumamos para a área do bacanal exposto.

Lu se interessou por um rapaz e ele demonstrou reciprocidade. O jovem estava acompanhado de uma loira que não me merecia, coitada. Se aproximaram, começa a sarração, Lu puxa o cara para a cama coletiva, tira a roupa e o sexo tem início. Subitamente, a loira arreia a minha calça, sabota a minha fantasia e exibe Pikachu para o mundo. Pikachu, por sinal, estava revoltado comigo por obrigá-lo a viver o papel de “espada do Zorro”. A loira mergulha em Pikachu num dos boquetes mais extraordinários que me fizeram até hoje. Em transe, avisei que ia gozar, a loira tira a boca e me masturba. Acho que meu esperma se aninhou na metade das pessoas que estavam no salão. Foi esperma para tudo quanto é lado. A loira ri e Pikachu se encolhe como um caramujo tímido.

Quando consegui reabrir os olhos, me deparei com a maquete do Inferno. Lu rodeada de casais, distribuindo boquetes, beijos lésbicos e uma fila de maníacos se formava em busca de penetração. Corri para resgatá-la, mas não pensem que foi fácil tirá-la de lá. Ela não queria sair. O problema do swing para mim é que dificilmente aguento mais de uma ejaculação. Gozo e me entedio. Dançamos mais um pouco e nos despedimos do lugar.

Desgrenhado e com a calça torta na cintura, esperei o manobrista trazer o Sucatão. Olhei para Lu e ela parecia ainda com fome de sexo. Como consolo sugeri irmos a um Mc Donald’s, sua segunda paixão, ela topou. Saciados, retornamos para um epílogo ardente em minha cama na bucólica Tijuca.

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
EXCELENTE EXCELENTE
membro, Senior69, Dionizio_RJ, Brand, Yojiro, Predator, Licantropo, melzas, ronondex, Saulo Top, schusk, Rai, Mayara Rios, curtiram esse TD.
SABRINA SCHUMACHER - Rio de Janeiro - RJ - (21) 98039-9843
SABRINA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$250.00
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07 de Maio de 2021 às 22:05



Sabrina

Sou de impulsos. Uma quinta-feira, andei o dia inteiro pelo Centro da Cidade desamarrando pendengas, os pés começavam a pedir arrego. Lembrei-me de um local em que eu me prometia ir para tomar uma gelada, a Praça Mauá, mas especificamente a Pedra do Sal. Trabalhei alguns bons anos em uma estatal que se localizava nas cercanias da Zona Portuária, um tempo em que a Praça Mauá reluzia em boates, bares e mulheres livres. Guardo a teoria de que tentar mudar a vocação de um lugar, mata o lugar. A Praça Mauá foi uma região dedicada ao meretrício e era feliz assim. No que transformaram a Praça Mauá? Virou uma área insossa habitada por um museu colossal e rodeada de um passado soterrado.

Enquanto caminhava, cruzei com o prédio onde trabalhei na juventude. Eu continuo vivo; o prédio da estatal, não. Fiquei contemplando tudo ao meu redor, pasmo com as transformações que os anos promovem. A euforia da minha juventude continuava presente como um fantasma. Tudo muda, tudo desaparece, o universo encolhe, não se expande. Acho que a gente morre para não ficar deslocado. Cheguei à tradicional Casa Porto, tive a sorte de encontrar uma mesa próxima à sacada. Sentei-me, respirei aquela atmosfera histórica de sobrados antiquíssimos e coloridos envolvendo o Largo da Prainha. Pedi uma Salinas. A cachaça desceu rasgando o meu esôfago. Senti uma paz inexplicável naquele momento, o relógio parecia parado. Pedi outra dose e a Salinas desceu mais suave. Invadiu-me uma alegria inesperada, uma esperança não sei de quê.

Eu estava sozinho e recorri ao celular como companhia. Troquei mensagens no WhatsApp, tirei fotos, olhei sites com mulheres e me concentrei no momento. Eu poderia ficar ali eternamente, naquele lugar onde as horas passam lentas porque querem saborear lembranças. Esbarro involuntariamente na tela do smartphone e uma foto se abre exuberante. Leio um nome: Sabrina Schumacher.

Inebriado pelo álcool ingerido, as fotos extraordinárias da fêmea me fascinaram. Cliquei no ícone do zap abaixo do anúncio, disse oi e alguns segundos depois Sabrina me respondeu. Estava indisposto para prolongar diálogos, fui objetivo. A mulher me interessou, me interessou muito. Marquei para duas horas depois em um motel perto do bar. O garçom chega com uma cerveja. Dou o primeiro gole no líquido dourado e gélido, um calor percorre meus membros. Senti um prazer tão intenso e sem justificativa que seria inútil tentar descrever. A noite inspirava. O libertino carrega estrelas no sangue.

Há quem possa considerar as minhas introduções muito longas, mas isso é a vida, uma série de introduções recorrentes com desfechos enfadonhos ou inesperados. Não é possível narrar um encontro sem a introdução que nos prepara para ele.

Entrei sozinho no Motel. No quarto, tomei um banho, sintonizei em uma estação de rádio qualquer, me enrolei na toalha e esperei. Ritchie me persegue, cantava “Menina Veneno”, a trilha sonora do meu primeiro amor, uma loira do Leblon cover da Bruna Lombardi. Onde ela estará hoje?...

Menina Veneno

O telefone toca. Sabrina está subindo. A ansiedade nesses instantes nunca é inédita. A campainha anuncia que a menina chegou. Abro a porta e foi como se eu houvesse ingerido outra dose de cachaça. Não preciso detalhar o que as fotos mostram com fidelidade. Ritchie grita no rádio: “meia noite no meu quarto e ela vai surgindo, eu ouço passos na escada e vejo a porta abrir, você vem não sei de onde, eu sei vem me amar...”

Temia que o efeito das biritas contribuíssem como anestesia para o Pikachu. Abraço Sabrina, beijo e sou correspondido. Ela entra no banheiro e quando sai está coberta por uma lingerie que ressuscitaria Lázaro. Caímos na cama, nos atracamos como duas criaturas com uma sede ancestral de prazer. Ela me chupa, eu a chupo, ela goza e eu peço pelo amor de Deus para o Pikachu não me deixar na mão. Quem lê meus relatos, deve ter percebido que prefiro a mulher de quatro, é a melhor posição para as dificuldades anatômicas de um homem na terceira idade. Sabrina me atende e se empina e me ajoelho para penetrar em seus domínios mais íntimos. Meto em sua vagina com a afobação dos bárbaros. Morro, pois há momentos que não se limitam ao orgasmo, representam uma pequena morte diante do deleite sublime.

O período do contrato se esgotava. Conversamos um pouco, nos beijamos muito mais. Sabrina se despede e eu adormeço no colchão promíscuo de um motel que não me recordava mais qual era. Acordei com o clarão do Sol no rosto. Amanhecia, a roda do tempo voltou a girar. Morte


membro, Senior69, Nanda Martins, Papa99, Lanna Baroni, Camarada_Boris, Chinaski, Predator, Brand, Peru de Mel, melzas, Fazzo Casanova, Matemático, ronondex, Odin, Saulo Top, schusk, BalabanRJ, Michael Corleone, curtiram esse TD.
[TERMAS] FEITIÇO DO TEMPO - R. do Santana , Centro - Rio de Janeiro - RJ
TATIANA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$100.00
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04 de Maio de 2021 às 22:05



Os ponteiros do relógio da Central do Brasil marcavam perto das 19h desta terça-feira quando estacionei o Herbie (fusca) próximo a rua do Senado. O trânsito fluía sem represas e a viagem foi tranquila. Admito que estou um pouco de saco cheio da dissimulação opressiva das frees, preferindo dar um intervalo nos terrenos que conheço na palma da mão, os bordeis. Digo a você, afeiçoado forista, também esgotei um pouco a paciência para ler TDs com freelances, estamos numa fase de muita exaltação e pouca realidade nos relatos. Reconheço que eu mesmo tenho julgado o a puta mediana como se fosse ótima. A corrente de bajulação contamina. Escolhi visitar o Feitiço do Tempo, um trash onde a mulher é feita da mais pura verdade promíscua.

Ainda mantenho alguns hábitos da minha terra natal no Rio Grande do Sul, apesar do meu coração carioca, gosto de usar botas e uso. Quando caminhava em direção ao puteiro, um cracudo olhou para os meus pés e para a minha bengala como quem tivesse encontrado um pote de ouro. Apertei o passo, atravessei voando a entrada festiva do cabaré (cheia de bolinhas coloridas penduradas), subi mancando os degraus do sobrado e alcancei a pista. Não vou ocultar de você o que aconteceu nesse exato momento, uma situação que marejou meus olhos, fiquei com uma baita vontade de chorar, uma onda de nostalgia me esbofeteou sem piedade. Quando cheguei à boate estava tocando uma música do Ritchie, sucesso nos anos 80: “Transas”.

Transas

Transas” poderia ser um hino libertino, um libelo para solteirões sem filhos como eu. Sou um homem que viveu boa parte da juventude e dos grandes amores nos anos 80, talvez por isso eu tenha sentido uma emoção fortíssima quando esbarrei com a voz do Ritchie num prostíbulo que tem a pretensão de ser temático. Sentei-me num canto, acomodei minha bengala entre as pernas e finquei minhas botas na cadeira que sobrava à minha frente. Fiquei viajando com a música, pedi uma dose de Salinas e engoli num só gole. Pedi outra dose, mais outra. A música havia terminado, mas a felicidade surgiu diante dos meus olhos embaçados, linda, vaporosa, fugidia. Sim, a embriaguez conquistou os meus inquietos pensamentos.

A grande virtude dos trashs são as belíssimas negras que, em uma ou outra ocasião, encontramos neles. Tatiana estava coberta por um biquine que precisava ser examinado ao microscópio para que pudéssemos notá-lo. Seminua, me avistou antes que eu a avistasse. Veio em minha direção, pediu licença, tirei as botas da cadeira e ela se sentou.

— Oiii. Qual seu nome?

— Dante — mal terminei de me apresentar, ela me tasca um selinho na boca e seduz este velho ranzinza.

Papo rola, faço a entrevista básica e convido à alcova. Dentro da masmorra tiro a roupa enquanto ela diz que vai pegar sua bolsa. Tatiana retorna sem o biquíni e eu, bêbado, fico maravilhado com aquela pele temperada em ébano. Beijos, amassos, sarradas, meu habitual roteiro erótico plenamente retribuído. Tatiana pede que eu me deite e avisa que aplicará um boquete. Não sei o que aconteceu, estimado leitor, com 30 segundos de boquete eu gozei.

— Nossa! Tá gozando igual adolescente — diz Tatiana.

Fiquei meio zonzo pela gozada intensa misturada ao efeito da cachaça. Levantei-me trôpego, dei uma caixinha pra menina, vesti a roupa e voltei para o local onde o Herbie estava estacionado. Aciono o motor do fusquinha ancestral, invoco o acelerador e deslizamos pela av. Presidente Vargas de volta à bucólica Tijuca. Que saudade dos anos 80.

Fim. Piscada

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
RAZOáVEL RAZOáVEL
membro, Predator, Brand, peixotarado, jjdurao, Jucabar, ronondex, schusk, alan26272829, curtiram esse TD.
NUBIA FERNANDES - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 96482-5189
ALICE
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$150.00
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30 de Abril de 2021 às 22:04






O céu acima do velhíssimo Largo da Carioca exibia um despudorado azul Hollywoodiano. O clima ameno do outono favorecia a caminhada imperturbável. Sou um homem com tendência a contemplação e, à medida que envelheço, também fico mais nostálgico. Misturado às pessoas, aos camelôs, aos indigentes, debaixo daquele Sol morno que tenta inibir qualquer depressão, senti uma onda de euforia. Euforia por existir naquele momento, euforia por estar saboreando o presente, o agora. Sim, afeiçoado forista, foi uma sensação boa, dessas que ficam tatuadas na memória afetiva.

Depois de ser rejeitado por todas as mulheres que colaborei com bons relatos, decidi que é hora de renovar a minha lista preferencial. O passado fica para trás. Tenho carinho por todas as meninas com quem saí, tenho um imenso respeito por elas, mas não posso exigir que valorizem um velho escritor rabugento, que me concedam a mesma preferência que tento destinar a elas. O mundo dos negócios mundanos é implacável, mas sempre haverá outras garotas para este combalido cronista, que anseiem pela visibilidade que ele é capaz de criar para aquelas que transbordam ternura. Aceito convites, mas não aceito recusas.

Há algum tempo eu vinha rastreando a Alice Rocha, que possui fama exemplar. Diga-se de passagem nesta introdução, fama absolutamente merecida. Antes de iniciar o relato, cometerei uma breve deselegância, farei uma comparação. Para quem está sentindo a ausência da mitológica Alícia Ferrari, informo que a Alice Rocha deve ter sido professora dela. São semelhantes demais, não só na fonética do primeiro nome, mas no carisma, na simpatia, na maneira calorosa como nos recebem e na entrega que dedicam ao sexo. Quem não tem mais Alícia, pode correr para os braços da Alice porque vai sair pra lá de satisfeito do encontro.

Cheguei adiantado à festiva rua Treze de Maio. Uma turba de distribuidores de panfletos de privês me cercou esticando papeizinhos por todos os lados. Indo para aquelas bandas, o melhor é levar uma sacolinha de lixo no bolso. Meio da tarde, enviei uma mensagem para Alice avisando que estava no local, ela me pediu 10 minutos e me liberou para subir. O prédio onde atende é um dos mais cuidados da área; a portaria tem catracas decorativas, a gente passa direto; o elevador é rápido e tudo me pareceu discreto. Toco a campainha, a porta se abre e vejo a morena encorpada, de olhos claros e um sorriso que compensa qualquer queda de luz. Alice nos ilumina. Entro e nos beijamos.

Para mim, o beijo talvez seja o detalhe mais importante de qualquer interseção, no entanto, é dificílimo encontrar um que me satisfaça. A maior parte das mulheres de programa não sabem criar um encaixe de bocas. Alice sabe. Que beijo. Que língua. Saliva doce. Com os lábios colados em alta pressão, línguas enroscadas, o gerador do Pikachu acionou a energia de emergência, sinais de ereção brotaram sob a minha calça jeans. Quase escutei os sinos do Mosteiro de Santo Antônio tocarem para ressaltar o milagre. Fomos tirando as nossas roupas, sem interromper os beijos. Repito, que beijo. Se Alice montasse uma Barraca do Beijo no Edifício Central, cobrando 100 reais por unidade, eu estaria lá todos os dias.
Caio em seus seios grandes e vistosos, fico lambendo, me fartando como um bebê que procura a ama de leite. Alice geme, fecha os olhinhos. Peço que ela se deite, beijo seus pés como um súdito que reverencia a rainha. Ela se contorce. Deslizo para a sua boceta úmida, chupo seu grelo eletrificado, os gemidos aumentam, as pernas prendem a minha cabeça, estremecem. Alice goza e eu me sinto como o Pelé fazendo o milésimo gol. Sensacional. A menina fica sensível e permito que se recupere.

Novos beijos, novos amassos. Pikachu tentando se esfregar em zonas proibidas, fazendo manobras perigosas. Alice não se nega à sacanagem, é um oásis de erotismo. Deito-me e ela engole Pikachu como quem prova um brioche francês. Que boquete, forista sem fé. Espetacular. Por alguns minutos viajei pelo espaço sideral, voltei para a Terra, cantei com Belchior, sarrei a Marylin Monroe e acabei tendo que apelar para a técnica do antegozo precoce. Desviei a mente para o Jardim Zoológico, pensei nos hipopótamos, nos macacos-prego, nas araras e assim consegui impedir que meus aleijados espermas entregassem os pontos.

Resistir é inútil. Alice continuou a abocanhar Pikachu enquanto alternava a tortura com uma habilíssima punheta. De repente, ocorreu o inusitado. Comecei a usar um desses relógios que mede batimentos cardíacos, quantidade de passos, nível de estresse, etc. Do nada, o relógio começou a vibrar escandalosamente em meu pulso, ao mesmo tempo em que acendia uma luz vermelha. Fiquei sem saber se tentava desligar a pulseira, se pedia uma pausa para Alice ou se me entregava resignado à parada cardíaca. Subitamente, o relógio cessou com o show de alarmes. Gozei sem saber se havia morrido.

Alice é escolha certa e acredito que nos próximos encontro conseguirei alcançar uma conexão ainda maior com ela. Terminado o tempo, nos despedimos com a promessa do meu retorno. Honestíssima, avisou-me que eu tinha pagado mais do que o valor do cachê. Não paguei, dei o que ela merece.

O fim de tarde no Centro exalava uma beleza fantástica e triste. Não sei o porquê, mas fiquei tentando imaginar como seria aquela paisagem no século 19, nos dias de Machado de Assis. Por coincidência, cruzo com uma pequena livraria esquecida no cenário e vejo uma frase exposta em um livro aberto:

“A angústia é a falta, o desencontro entre o corpo e o espírito” (Kierkegaard, filósofo dinamarquês).

Caralho — pensei — que definição perfeita para um libertino — Meu relógio marcava 6 mil passos, segui em frente.



membro, Papa99, Matemático, Senior69, Pato Rouco, Brand, Lunna Aguiar, ronondex, schusk, Licantropo, ton, curtiram esse TD.
FERNANDA REIS - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99726-1578
FERNANDA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$300.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
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29 de Abril de 2021 às 11:04


FERNANDA - https://www.photoacompanhantes.com/acompanhantes/rio-de-janeiro/morena-baixinha-e-inesquecivel-vou-a-toda-regiao-id-xaqus

** A introdução desnecessária deste relato está no tópico Quem sabe faz ao vivo. Peço que os generosos foristas ofereçam um desconto a qualquer erro involuntário na digitação, pois foi um TD composto integralmente pelo celular. Segue a continuação **





O cotidiano do libertino é reduzir o seu leque de opções. Pode parecer um contrantrassenso, mas o legítimo libertino é exigente no que recebe como tratamento especial. Quer a atenção e o afeto sincero das mulheres que encontra em sua jornada mundana. Como já foi dito, o libertino se apaixona, mas não casa. Há algo maior entre o libertino e as paixões, que é a própria liberdade. Sim, afeiçoado forista, a liberdade é um vício libertino, o maior deles. Aprecio ficar como cliente fixo de alguma garota que me agrade, mas não é algo que aconteça facilmente, porque para que isso se concretize é preciso que atendam a minha expectativa de zelo, o que raramente ocorre além da dissimulação temporária. Quase sempre, é inevitável que a lista diminua e que a fila ande. A maioria das meninas não consegue trabalhar corretamente a fidelização estratégica, miram mais a fome da rotatividade.

O vento entrando pela janela do táxi acariciava o meu rosto, meus cabelos. Ventos são promíscuos, não escolhem quem tocam. A Av. Brasil passava em alta velocidade diante dos meus olhos, eu me perdia em divagações naquela paisagem árida e linear que nos promete um destino e se conforma em ser apenas passagem. Não me escapou a analogia da filosofice, libertinos são apenas passagens em busca de outras passagens. Para o libertino não existe porto, existe o mar.

O táxi entra no motel, peço um quarto e recebo a chave. Devido a uma torção muscular (coisas da terceira idade), estou andando com auxílio de uma bengala, o que me envelhece ainda mais, ao mesmo tempo que acentua a minha aura britânica de mestiço tropical.

Quarto simpático, ligo a TV e a Globonews emitia o boletim funerário da tarde. Chego próximo à janela e, com algum contorcionismo do pescoço, consigo avistar o Parque União. Por alguns segundos, recordo-me dos tempos da faculdade, viajando no ônibus 634, das instalações da UFRJ, na Ilha do Fundão, até a bucólica Tijuca, esbarrando com o Profeta Gentileza no meio do trajeto. Para mim, o Fundão sempre se assemelhou a uma colônia penal, um imenso nada pelo qual era preciso passar para ser alguém.

Os ponteiros do relógio giraram cansativamente. De repente, toca o telefone.

— Senhor, a senhora Fernanda pede para subir.

Ela chegou e chegava ao fim o incômodo da ansiedade. A campainha anuncia a visitante. Abro a porta...

— PUTA QUE PARIU!

Não consegui conter a exclamação, a garota me observou curiosa, mas sem me censurar. Com proporções de bonequinha mignon, entubada em um vestidinho sensualmente justíssimo, aparelhado com um decote de matar caboclo desavisado, Fernanda atravessa a porta, me tasca um beijo cinematográfico e expressa a primeira frase com a doçura de uma voz provocante.

— Finalmente — dito isso, ela ri com um erotismo que fez o meu Pikachu desejar ser empalhado para atingir o melhor desempenho sexual da sua miserável existência.

Fernanda é pequena; pernas grossas torneadas com capricho; lábios que nos fazem salivar por um beijo, por muitos beijos; barriga zero; bunda onde poderíamos desenhar o mapa mundi, sonhando naufragar entre aqueles dois continentes esféricos que formam as nádegas. É uma garota bonita, possui um carisma poderoso e um sorriso que iluminaria o cemitério do Caju se já houvesse anoitecido.

Ela avisa que irá se banhar. Aproveito para me despir, mas mantenho a cueca. Observo-me no espelho ao lado da cama e constato uma tragédia, a minha cueca estava furada na costura lateral. Vexame. Arranco a cueca desesperado e lanço pela janela. Preferi me enrolar na toalha. Fernanda sai do banheiro sem sutilezas, nua. Acredite, forista sem fé, meu queixo caiu, rolou até a passarela 07 e pegou um Uber de volta para o motel. Fernanda possui um corpo de tontear estátua. Maravilhosa.

Sim, devotado forista que me acompanha, naqueles 60 minutos eu amei. Amei profundamente, com as vísceras, com todo o grisalho que me cobre a cabeça. Não vejam aqui um romance, mas compreendam que eclodiu do leito espaçoso de um quarto de motel em Bonsucesso a mais absoluta das entregas, a entrega mútua, sem restrições. Depois de beijos de língua, troca de saliva, amassos e pegações dignas de uma luta de sumô, pedi que Fernanda ficasse de quatro. No epílogo deste relato, reconheço que me ajoelhei perante àquelas curvas, porque a Fernanda é mulher para comermos ajoelhados. Pikachu ligou a força de emergência e penetramos no universo misterioso da vagina úmida e morna. Comecei com estocadas vagarosas e evoluí para socadas vigorosas. Fernanda gemia como gata no cio. Coisa linda. Gozei tanto que parte da alma foi junto com os meus espermas aleijados. Despenquei no colchão olhando para o teto, imaginando se ainda estava vivo ou se tinha me tornado mais um fantasma que faria participação em algum remake de Ghost. Fiquei ali, falecido por alguns minutos, oco de pensamentos.

Quando saí do motel não havia mais paixão. Dentro do táxi, o que eu via pela frente era a Av. Brasil engarrafada, carros, pessoas dentro dos carros, mundos dentro de mundos. Eu continuava libertino, a pista o meu oceano, a liberdade a minha religião. A aventura continua... Yes

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
membro, Brand, Matemático, melzas, Senior69, King_Ragnar, Dionizio_RJ, hansluhr, Rafael Durkheim, Lunna Aguiar, LuizAntonio, FAVELINO, Fazzo Casanova, ronondex, Katsu, Robert_Pedro, Yojiro, Lixo IV, schusk, curtiram esse TD.
65 LOUNGE - R. do Rosário, 65 , Centro - Rio de Janeiro - RJ
PATRíCIA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$285.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
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24 de Abril de 2021 às 09:04






Mantenho algumas ressalvas, mas não me nego a reconhecer que o elenco que apreciei ontem na 65 é digno dos áureos tempos das Termas cariocas. Uma quantidade significativa de mulheres que fazem cair o queixo dos desavisados.

Sexta-feira, feriado, a maior parte do Centro da Cidade transpirava o marasmo dos desocupados. Bancos fechados, comércio capenga e moradores de rua narcotizados sob as marquises frias da indiferença. Um silêncio sereno cobria as ruas e avenidas. Desci do táxi e caminhei até uma livraria da Av. Marechal Floriano, onde eu deveria buscar uma encomenda feita no dia anterior. Para mim, o Centro é um eco em looping da minha memória, andar naquela região é como entrar no túnel do tempo. Deparo-me com empresas, bares, esquinas e lojas que refletem a minha própria história. Sempre fico com a sensação de que um passo em falso pode me lançar de volta ao passado que me deixou as melhores lembranças. Sim, afeiçoado forista, há uma melancolia em tudo isso, mas é a boa melancolia de uma alma envelhecida, que hoje alcança uma sintonia mais fina com todos aqueles sobrados e igrejas seculares que nos rodeiam na região central do Rio.

Desde 1990 cultivo o hábito religioso de tomar um café na Casa do Café Capital, também na Av. Marechal Floriano. O estabelecimento passou por várias transformações, agora possui mais conforto, mas me parece estar perdendo a qualidade. A Casa do Café capital testemunhou os anos me envelhecerem e eu testemunhei as tentativas de rejuvenescerem a pequena loja que fica quase na esquina da rua Uruguaiana. Há velhices que superam a juventude.

Após o café, entrei na Casa Paladino, outro desses estabelecimentos seculares do Centro, instalada no mesmo local desde 1906. Pedi um chope e me acomodei para aguardar alguns amigos que viriam me fazer companhia. Havia um clima dos romances de Rubens Fonseca que usam o advogado Mandrake como protagonista. Um fim de tarde noir, seria a melhor definição para a atmosfera reinante.

Não, companheiro libertino, não procure romance neste relato. Paixões são inexpressivas porque seguem a vulgaridade da mesmice. Aqui você só encontrará um camelo idoso vagando pela aridez humana, ansiando por qualquer oásis que o console. Caso tente descrever as suas experiências inspirado no meu estilo, aviso a você que aceito o plágio, mas nunca as imitações. A imitação é a manifestação dos sem talento, dos bajuladores e dos dissimulados, mas o plágio nasce da admiração. Não seja um sem talento.

Meus amigos chegaram, bebemos, rimos, cometemos inconfidências e traçamos o roteiro para a noite que se aproximava. A primeira parada foi na 502, fomos recebidos com simpatia pelo gestor da casa, mas o cenário da boate continua triste e decadente. Pouquíssimas meninas e clientes rarefeitos. Ao me aproximar de uma moça que me chamou ao pau, em menos de cinco minutos ela me perguntou se eu ia subir. Perguntei se estava com pressa ou se havia outro cliente esperando (fiz a pergunta e dei ênfase ao cinismo rolando os olhos pelo entorno vazio). Há meninas que, mesmo diante da crise econômica e escassez de clientes, não aprendem a trabalhar. Conclusão, a garota perdeu um programa sem nem sequer ter a consciência de que perdia. Existe a vocação, mas não existe a falta de vocação. O antônimo de vocação é incompetência. Comecei a sentir um sono avassalador e inexplicável quando ainda estava na 502, dizem que essas coisas acontecem quando estamos cercados de um clima pesado, talvez tenha sido isso, pois quando saí da boate e ganhei novamente a rua, o sono passou.

Decidimos rumar para a 65. Fui recebido afetuosamente pela gestão da casa, sem que eu me revelasse como Dante. Peguei a chave do armário e embarcamos no elevador. Assim que saímos da cabine, nos deparamos com uma penca de mulheres atordoantes na entrada da uisqueria. Foi um impacto, fiquei impressionado. Quando entrei na uisqueria, outro choque. Dezenas de ninfas belíssimas formavam a bela ornamentação do ambiente. Precisei reconhecer que os elogios ao staff da casa correspondem à realidade do que vi. Se Jesus ressuscitou Lázaro, a 65 restaurou a minha crença de que ainda é possível encontrar mulheres lindas em Termas.

Com a cabeça transbordante de álcool, bebi mais algumas Coronas. O líquido dourado fazia as luzes brilharem intensas para os meus olhos. Embriagado, faltava pouco para eu ficar inebriado. Não demorou muito para que eu a avistasse, uma crisálida feminina, que num primeiro olhar me lembrou a Paula Toller quando jovem. Seu nome é Patrícia, cabelos curtos no melhor estilo “Joãozinho”, cintura finíssima, bundinha esférica e arrebitada, pernas bem-feitas, um sorriso provocante, olhos expressivos decorados por longos cílios e jeitinho tímido sensualíssimo. Ela se sentou ao meu lado e iniciamos o diálogo temperado por beijos e amassos que foram implodindo a minha resistência. Não houve jeito, decidi pecar.

Subimos à alcova. Que menina deliciosa, se entrega com naturalidade, beija como namorada, faz sexo como quem está em Lua de Mel. Positivaça. Não preciso descrever os malabarismos sexuais que cometemos no leito, até porque se um velho se arrisca em muitos malabarismos, o sexo termina em cãibra. A menina foi maravilhosa, uma das melhores que encontrei em Termas nos últimos tempos ingratos. Fui feliz enquanto durou e me atrevo a recomendá-la àqueles que me seguem e depositam confiança nas minhas palavras. Atente apenas para um importante adendo, estimado forista, a casa é dispendiosa. Bebi 3 Coronas e um Red Bull e a conta do consumo apresentou 90 reais para o meu cartão de débito. Soma-se a isso os momentos com a menina e a despesa vai à quase 400 mangos. Depois que você paga, é preciso tomar um antidepressivo. Talvez, seja por isso que não observei muitos caras subindo para programa, a galera bebe, sarra, zoa e vai embora quando atinge a consumação de 70 reais. Muitas mulheres devem bater cabeça a maior parte da semana, o que me faz ficar ainda mais surpreendido com as quantidades de belíssimas meninas que vi transitando no espaço. A 65 poderia atingir a órbita da perfeição se optasse por valores mais acessíveis.

Deixei a casa e caminhei pela rua do Rosário entorpecida e deserta. Segui até a antiquíssima Primeiro de Março, acenei para um táxi e pedi que me levasse de volta à bucólica Tijuca. A cabeça girava em ritmo ébrio. O Big Ben tropical, que conhecemos como Relógio da Central, tinha os seus ponteiros mirando à eternidade, pois a eternidade habita todas as madrugadas. Adormeci e não sonhei...

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
EXCELENTE EXCELENTE
membro, Brand, Licantropo, RafaelPiroca, ronondex, Diazepan, Predator, Chinaski, Saulo Top, schusk, curtiram esse TD.
PONTO DE RUA - Central do Brasil , Centro - Rio de Janeiro - RJ
VALDIRENE
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$80.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
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24 de Abril de 2021 às 00:04



Estaciono o Sucatão na Av. Marechal Floriano, próximo àquele prédio do Exército, onde em frente está o Panteão de Caxias, dali em diante vou caminhando até a Central. Era alta madrugada, o grande Relógio acima da Estação marcava 1h:30 em seus ponteiros, a iluminação precária e o silêncio flutuante criam o clima de suspense. Andar por naqueles arredores é como circundar o Castelo de Drácula, é uma sensação que mistura receio com excitação. À medida que me aproximava da Estação da Central, o movimento aumentava, o ar ganhava mais vida.

As meninas ficam pulverizadas pela periferia da Estação. É possível vê-las, numa postura até que discreta, pelas calçadas, embaixo de marquises, perto de um posto de gasolina que há por ali e circulando pelas fronteiras da Rodoviária que existe atrás da linha dos trens. Também identifiquei alguns Travestis.

Fui andando e apreciando aquela Paisagem que me era pouco familiar. O aroma do churrasquinho faz o império do olfato, os camelôs iluminam o local com todo o tipo de bugigangas. Existe alegria na Central! Paro e observo tudo, tento reter na lembrança, estou embaixo de um ícone do Rio, o Relógio da Central, quase um arquétipo.

Nossos olhares se cruzaram nesse exato momento, Valdirene estava parada perto da saída lateral da estação. Prostitutas nunca usam Razão Social, quase sempre adotam o Nome de Fantasia. Percebi que era madura. Loira, magra, cerca de 1,60m, usava uma saia jeans surrada e uma camiseta rosa. O nosso flerte durou uns cinco minutos e eu resolvi me achegar.

Contou-me ser maranhense, mora no Morro da Providência, tem 45 anos e perdeu a conta de quanto tempo está na vida. Ela me olhava com face de espanto, parecia não compreender o que eu fazia na Central de madrugada. Seu olhar me fez entender que nem eu mesmo sabia o que estava fazendo ali... Porém, eu me sentia estranhamente integrado àquele universo, a bebida ainda circulava no meu sangue e minha loucura estava desamarrada.

Conversamos uns cinco minutos, foi quando um gesto tocante ocorreu, ela pegou na minha mão e disse que me tiraria dali, que era perigoso eu ficar parado naquela área, esperando por um assalto. Levou-me para uma barraquinha de Cachorro-Quente quase na esquina da Barão de São Félix, perguntou-me se eu estava com fome e eu respondi que nós dois iríamos comer. Ela aceitou e esboçou um olhar de ternura que me comoveu profundamente.

Enquanto lanchávamos, não nos falávamos, somente nos olhávamos e a comunicação fluiu como poucas vezes fui capaz de me fazer entender.

Novamente, ela segura minha mão e me conduz numa nova viagem em direção um Hotel próximo. O quarto me custou R$ 70,00 perguntei qual agrado ela desejaria receber, ela me pede apenas um mimo de R$ 80,00. Eu estava vindo de dois encontros quase consecutivos, não haveria energia para um terceiro. Mesmo assim, acompanhei-a ao quarto.

Que me chamem de Poeta! Que me rotulem de louco! Que me taxem como doente!... No entanto, deitado sobre lençóis rasgados e trancado entre aquelas paredes sujas, eu vivi um dos momentos mais doces da minha vida.

Expliquei à Valdirene que eu não desejava transar, queria apenas descansar um pouco em sua companhia. Ela me despiu lentamente, cheia de cuidados, recostou-se na cama e pediu que eu colocasse a cabeça em seu colo. Começou a me acariciar, fazer cafuné, alisava meu corpo, tocava meu sexo, beijava levemente minha boca e me olhava como se estivesse vendo algo de extremo valor.

Meu colega leitor, você é a única pessoa para quem eu posso tentar transmitir a beleza deste momento, mas não consigo encontrar as palavras e a forma que vão revelar esse acontecimento singular. De repente, quase 3h da manhã, eu estava num quarto paupérrimo, à beira da Central do Brasil, com uma prostituta envelhecida e descobria a luz do mais puro afeto, enxerguei a transparência de quem compreende as profundezas do amor.

Precisei me despedir, ela me deu um abraço e me pediu que não sumisse. Não sei quando irei voltar ou sequer se irei voltar. Talvez eu queira guardar esse instante da forma como o vi, da maneira como ocorreu pra mim.

Volto ao Sucatão, alguma coisa havia mudado em mim, ainda não sei explicar. Ligo o rádio e sigo a Marechal Floriano para retornar pela Presidente Vargas. Quando estou passando em frente ao Sambódromo, uma música da banda Barão Vermelho (O Poeta está vivo) transpira dos alto-falantes...

BARÃO VERMELHO

Acredite, forista sem fé! A mágica ainda existe. Dancinha

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
RUIM RUIM
membro, Avast, BurocrataRJ, curtiram esse TD.
MIRELLA MORENO - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 96742-2220
MIRELLA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$200.00
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19 de Abril de 2021 às 20:04




O clima estava ameno na bucólica Tijuca. Eu havia terminado de almoçar no Manuel & Joaquim da Praça Vanhargem, uma brisa fria sacudia as folhas das poucas arvores que restaram naquela área de lazer depois que enfiaram um piscinão para conter as enchentes da Praça da Bandeira. O filé Osvaldo Aranha ainda mandava lembranças ao meu paladar. Sentia-me eufórico pelas duas taças de vinho tinto que degustei no restaurante. Em um impulso irracional, acenei para um táxi. Entro no veículo e me deparo com um idoso mais longevo do que meus anos de jornada. O rádio estava tocando alto e fico chocado com o que ouço...

Automatic Lover

O motorista estava ouvindo “Automatic Lover”, que poderia ser a trilha sonora de muitos encontros com garotas de programa, uma balada dos anos 70 que me fez recordar a novela Dancing Days, que assisti do início ao fim eletrizado pelo embate entre Júlia Matos (Sônia Braga) e Yolanda Pratini (Joana Fomm).

— Me leva pro Largo da Carioca, companheiro.

O velhinho acelerou o carro com a fúria de um suicida. De repente, o pior. Começa a tocar a trilha sonora de “A Gata Comeu”. O taxista tinha um CD com um pot-pourri de temas de novela...

Lady in Red

Lady in Red... A música foi me dando uma depressão do cacete. Velho, solteiro, sem filhos e indo em busca de uma ilusão de 60 minutos. Como eu já disse, a grande paixão do libertino é a vida que ele escolheu levar, mesmo que em alguns momentos ela o castigue com ondas de melancolia. Mas não se preocupe, afeiçoado forista, não demorou para que, bruscamente, o CD do combalido taxista começasse a tocar Gretchen com a Melô do Piripipi...

Melô do Piripipi

Alguns minutos e muitas músicas depois, desembarco diante do relógio do Largo da Carioca, nos encaramos tentando imaginar por quanto tempo o nosso tempo resistiria ao tempo. Pego o celular, abro o zap e envio uma mensagem.

“Estou aqui e queria te ver”.

Segundos depois, veio a resposta.

“Sobe, amor”.

Sim, forista sem fé, eu voltei para a Mirella. Talvez, para você seja difícil compreender como alguém que se diz libertino é capaz de repetir tantas vezes com uma mesma mulher. A única resposta é que o libertino também ama no melhor estilo do que “seja eterno enquanto dure”. E por que escrevo sobre todos os encontros? É uma regra que me imponho: não escrevo sobre encontros ruins, mas repito os relatos dos bons por quantas vezes acontecerem.

No relato anterior, contei que meu grande barato em marcar com a Mirella é o momento em que toco a campainha e espero ela abrir a porta, é como aguardar a abertura de um show erótico. Hoje, a menina me recebeu em um robe transparente e com a beleza digna somente das grandes divas. Beijo na boca e vou para o quarto. Com Mirella estou alcançando aquele fenômeno que somente a intimidade das reprises produz, cada encontro se torna melhor, mais quente, recheado de mais confiança mútua e de mais entrega. Não precisaria repetir, mas direi: a Mirella é uma mulher estonteante.

Na cama, ficamos namorando como um casal no clímax do amor (no meu caso, amor platônico). Saboreio com a língua cada recanto do corpo da garota, ela geme, contorce a boca em expressões de prazer, treme ao toque dos meus dedos. Mirella é música. Ela pede para me chupar, mas não me chupa, devora o inebriado Pikachu como quem prova uma linguiça Toscana. Precisei recorrer aos meus conhecimentos de meditação transcendental para não entregar meus aleijados espermas naquela boca gulosa. Pensei novamente na Quinta da Boa Vista, nos pedalinhos, no zoológico, nos hipopótamos, jacarés e elefantes. Resisti. Voltamos a nos atracar e ela fica de quatro suplicando pela penetração. Comer Mirella é uma experiência budista, queridos companheiros, entro em alfa. Meto forte e a menina grita de tesão. Leiam com atenção, ela grita de prazer. Mais um pouco e tocaria o alarme de incêndio do Edifício Central. Como isso termina? Com o velho Dante esticado quase sem vida no colchão, pagando por um cilindro de oxigênio.

Mirella é maravilhosa e me proporcionou mais uma tarde mágica que só as mais poderosas feiticeiras são capazes de criar.

A aventura continua... Dancinha

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
membro, melzas, Bean, Senior69, Saulo Top, Dionizio_RJ, Brand, Fazzo Casanova, Predator, Licantropo, ronondex, Michael Corleone, schusk, Katsu, Chinaski, curtiram esse TD.
MIRELLA MORENO - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 96742-2220
MIRELLA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$200.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
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18 de Abril de 2021 às 20:04




Penso que vou até a Mirella somente para esperar que ela abra a porta e eu babe com a sua beleza indescritível, com suas lingeries inenarráveis, com o seu sorriso inebriante. Se ela abrisse a porta e eu contemplasse aquele oceano de mulher por alguns minutos, poderia pagar e ir embora porque isso já me faria feliz.

Mirella é um caso de amor não correspondido, mas que não deixa de ser um caso de amor. Repeti diversas vezes que a beleza me fascina, fui treinado durante a vida para apreciar as belas imagens, os belos sons, as belas curvas. Mirella contém todas as virtudes de uma beldade. Não sei por quanto tempo ela irá atender, mas é uma oportunidade inestimável para amigos que aqui me acompanham de testemunharem uma lindíssima mulher, boa no que faz e muito carinhosa.

Atualmente, é cada vez mais raro encontrar mulheres do porte e da beleza de Mirella que estejam disponíveis para nos receber. Mirela é aquele tipo que chamamos de “TOP”, elas sumiram do mercado, tornaram-se raríssimas. Dou valor quando encontro uma, valorizo muitíssimo a presença de Mirella. Repetecos e repetecos sem arrependimento.

Pela enésima vez, passo pela recepção do Edifício Central, no Largo da Carioca, ganho o crachá de uma daquelas inúmeras novinhas que circulam por lá e me dirijo ao elevador. Não sei se é uma impressão só minha, mas os elevadores do Edifício Central parecem cabines de frigoríficos.

Fico surpreso por alguém com a minha idade e a minha rodagem ainda conseguir se entusiasmar por alguma menina. Sei que é amor de uma mão só porque do outro lado prevalece o relacionamento comercial, a caixa registradora. Mesmo assim, fico surpreso comigo mesmo por ainda me deixar levar pelo entusiasmo.

Não vou me estender nos detalhes sexuais porque escritos podem soar repetitivos, mas posso dizer sem receio que estar com Mirella é mergulhar em um mar de sedução, ficamos torcendo para o tempo demorar a passar, fico sempre cogitando dobrar o período com ela. É um encanto que dura 60 minutos e nos deixa querendo mais. O rosto, o corpo, a pele, os olhos, o sorriso. Quando você se dá conta, está lutando para não se apaixonar. Digo a vocês sem receio de enganá-los, Mirella é especial

Resumo, mais um encontro que me exige outro encontro.

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
membro, TeteuZ, Fazzo Casanova, Predator, Elprofessor, K-9, ronondex, schusk, Saulo Top, Katsu, Chinaski, curtiram esse TD.
ALINE PRADO - Tijuca - Rio de Janeiro - RJ - (21) 98047-0331
ALINE
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$150.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
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18 de Abril de 2021 às 19:04






O sexo para o libertino é um vício, mas não só o sexo, há o vício também na própria adrenalina. O libertino é um viciado em aventuras sexuais, fato que explica o porquê de se entediar tão rápido de tudo. Expliquei e explico novamente aos estimados foristas que me acompanham, perdi a noção, a mínima estimativa de quantas mulheres provei até o topo desta terceira idade que habito hoje. Não confesso isso por vaidade ou para me fazer de superior diante dos queridos leitores, revelo esse aspecto da minha estranha existência porque o ato sexual para mim sempre foi uma compulsão que se aliou à sorte. Vivi um tempo em que donos de termas, por simpatia pelos meus relatos, pelo meu humor, franqueavam espontaneamente as casas para o meu total deleite, sem que me fosse cobrado absolutamente nada além da minha presença. Sim, afeiçoado forista, vivi o raro privilégio de ser uma persona amada para quem comandava a promiscuidade no Rio. Por aí vocês podem imaginar o número de mulheres que comi nesses longos momentos de gratuidade. Afirmo que não foram poucas.

Acontece que, com os anos, não satisfaz ao libertino somente deitar ao lado do corpo da fêmea, ele quer o tempero, quer a sedução, ele almeja o amor inalcançável a criaturas da sua natureza. Quando percebe a armadilha dos instintos, o libertino já está preso em um ciclo interminável, inescapável. Libertinos e putas passam a se comportar como o mercúrio, se atraem irrefreavelmente. Nos períodos em que paguei ostensivamente por sexo, lembro-me de um ano em que gastei 50 mil reais em três meses. Concordo, querido leitor, é um escândalo. Também é da natureza libertina ser um perdulário. Como consolo, que posso dizer a você é que a velhice vai neutralizando o instinto feroz que carregamos. Não sei se é uma notícia boa ou ruim, mas faz parte do ciclo da vida mundana.

Eu refletia sobre tudo isso enquanto saboreava um pastel com caldo de cana na lanchonete Rico’s, na Tijuca. Saboreio pastel com caldo de cama como quem degusta champanhe com caviar, é a genialidade da culinária minimalista. De repente, as minhas divagações são quebradas pelo apito do WhatsApp, uma mensagem da Aline perguntando por mim. É inevitável que eu me comova quando me sinto lembrado, são as carências de um velho solteiro e sem filhos.

— Oi, Dante. Não vem me ver mais?

— Queria muito, mas estou com o caixa baixo, quase no vermelho. Só pro mês que vem me recupero.

— Não por isso, venha agora que com você faço negócio.

O prédio onde fica a sala da Aline fica do outro lado da rua onde está localizada a pastelaria. Hesitei por alguns segundos...

— Vem agora — a menina ordena.

Fui...

Entrar no prédio é tranquilo, o porteiro está sempre com um olhar distante, como se tivesse tomado chá de Santo Daime. Entrei no elevador e subi ao terceiro andar. Barra limpa, toco a campainha, correm uns 30 segundos sem que ninguém abra a porta. Toco novamente, a porta se abre, entro e vejo Aline, uma gracinha de garota, simpatia e carinho ao cubo. Agora, é necessário deixar os sapatos na entrada, o que me pareceu inútil se usam isso como medida de segurança contra o covid. Tirei os sapatos e me acomodei no quarto. Logo Aline me traz a toalha, espero o trânsito de clientes diminuir e vou para o banho. Dediquei-me a um banho caprichado, o calor do lado de fora exigia que eu me refrescasse.

No quarto, iniciamos com os beijos, chupões, pegadas no peito, amassos e todo o roteiro que você leu por diversas vezes neste tópico. O que me encanta na Aline é a sensibilidade do seu corpo aos toques, à língua, ao prazer. A menina delira de prazer. Goza e goza muito. É um espetáculo que vale o ingresso. Terminamos com o nosso tradicional 69, em que ela treme na minha boca como um abalo sísmico do Japão. É uma delícia. Despejo a minha alma em sua boca, orgasmo que parece me ameaçar com um infarto fulminante.

Encerrado o embate, conversamos. Ela me conta que um forista esteve na sala e me homenageou dizendo que seria meu fã e fã das minhas histórias. Obrigado ao misterioso forista, fico honrado. Visto a roupa, ponho os sapatos e quando saio da sala me deparo com fila para o elevador. Uma senhora, que demonstrou saber de onde eu saía, ficou de costas para mim o tempo todo, com cara de poucos amigos. Ao entrarmos no elevador, a mulher virou a cara para os fundos da cabine. Quando chegamos ao térreo, quase saí correndo.

Nunca saio insatisfeito dos encontros com Aline, é uma ótima opção, na minha vizinhança e que atende às minhas expectativas. A aventura continua...

membro, Yojiro, Saulo Top, Predator, Gorila, Brand, ronondex, schusk, Michael Corleone, Senior69, Dionizio_RJ, Aline Prado, Sueco, curtiram esse TD.
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